Buscar

ebook 1


Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes
Você viu 3, do total de 22 páginas

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes
Você viu 6, do total de 22 páginas

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes
Você viu 9, do total de 22 páginas

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Prévia do material em texto

26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zod… 1/22
introdução
Introdução
Iniciamos o conteúdo em que discutiremos sobre “O novo per�l do Engenheiro” e, nesta etapa,
exploraremos tópicos sobre prática pro�ssional, contextualizando a motivação e a relevância das
novas demandas de mercado e negócios; as novas exigências quanto às competências
pro�ssionais; a crescente importância da interdisciplinaridade no ensino e nos postos de trabalho;
e, por �m, o impacto social, econômico e ambiental dessas mudanças nas empresas e no mercado
pro�ssional relacionado à engenharia. Discutiremos como o engenheiro da atualidade e do futuro
serão mais valorizados não apenas pela excelência nas competências técnicas, mas também,
ENGENHARIA E INOVAÇÃOENGENHARIA E INOVAÇÃO
O NOVO PERFIL DO ENGENHEIROO NOVO PERFIL DO ENGENHEIRO
Autor : Me. Lorena Tâmara Sena da Si lva
Revisor: Rafael Gonç alves Bezerra de Araújo
INICIAR
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zod… 2/22
concomitantemente, a familiaridade com conceitos mercadológicos e de habilidades
comportamentais.
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zod… 3/22
Em termos de linha do tempo, a história da engenharia no Brasil começa em 1549, com a fundação
do Governo Geral e da Cidade do Salvador, por Thomé de Souza. As construções anteriores são
muito precárias e com pouca informação. O primeiro Governador Geral trouxe, consigo, um grupo
de pro�ssionais construtores e a ordem do Rei D. João III, para que �zessem uma fortaleza de pedra
e cal e uma cidade grande e forte, como melhor puder ser. Portanto, a engenharia entrou no Brasil
por meio das atividades de duas categorias de pro�ssionais: os o�ciais-engenheiros e os então
chamados mestres de risco construtores da edi�cação civil e religiosa, antepassados dos nossos
arquitetos, e, graças à esta atividade, os brasileiros tiveram teto, repartições e templos (TELLES,
1984).
É evidente que, desde o Brasil colônia, o mundo evoluiu bastante, pois passamos por várias
revoluções industriais, pelo surgimento de novos mercados, negócios e nações. O pro�ssional de
engenharia obteve, cada vez mais, status e possibilidades de atuação. Com o desenvolvimento
cientí�co e tecnológico que perpassa a sociedade, em conjunto à tendência de especialização do
conhecimento, a maior complexidade de postos de trabalho conduziu a engenharia a subdividir-se
em diferentes e variadas rami�cações, de formas e em intensidades distintas demandadas pelo
mercado.
Partindo do pressuposto de que o engenheiro é o pro�ssional responsável por planejar, projetar e
acompanhar a execução de um empreendimento, a sua atuação é essencial para a manutenção da
vida em sociedade, independente da existência de crises que, ciclicamente, estabilizam o mercado,
pois sempre haverá demanda por funções exercidas por pro�ssionais da área de engenharia. Além
disso, o Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) (2018) demonstra uma
desproporcionalidade do total de pro�ssionais registrados, 1.003.387. Mais de 77% são formados
em apenas quatro especialidades: técnico industrial (339.822 ou 33,87% do total), engenheiro civil
(201.290 ou 20,06%), engenheiro eletricista (122.066 ou 12,16%) e engenheiro mecânico e
metalúrgico (109.788 ou 10,94%). Com a concentração em poucas especialidades, o mercado �ca
ainda mais carente em outros nichos.
Somada à pesquisa do Confea, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) detalhou as medidas
para aumentar a competitividade do país nos próximos anos, no documento Mapa Estratégico da
Indústria 2018-2022. Segundo a CNI (2018), o Brasil possui seis engenheiros para cada grupo de 100
mil pessoas. O ideal seria, pelo menos, 25 engenheiros por 100 mil habitantes, proporção
veri�cada nos Estados Unidos e Japão.
Os Cursos de EngenhariaOs Cursos de Engenharia
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zod… 4/22
No entanto, você conhece todos os cursos de engenharias reconhecidos no Brasil? São mais de 30
modalidades!
Engenharia civil
Engenharia de produção
Engenharia mecânica
Engenharia elétrica
Engenharia química
Engenharia ambiental
Engenharia ambiental e sanitária
Engenharia de computação
Engenharia de petróleo
Engenharia de 
automação e controle
Segundo o Confea (2018) existem, pelo menos, 34 tipos de engenharias diferentes. No infográ�co,
foi possível conhecer um pouco sobre o que as principais engenharias podem desenvolver.
prat icar
Vamos Praticar
001
002
003
004
005
006
007
008
009
010
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zod… 5/22
A evolução do per�l do engenheiro, incluindo expertises gerenciais e comportamentais, mostra-se cada vez
mais presente nas empresas. Considerando o que foi apresentado neste material e em pesquisas
complementares, assinale a alternativa que indica a a�rmação correta sobre a área e os cursos de
engenharia.
a) Existem apenas 10 engenharias reconhecidas no Brasil.
b) A existência de engenheiros no Brasil é relatada desde a década de 1930.
c) O número de engenheiros por área e cursos é equilibradamente distribuído.
d) As engenharias especializaram-se, ao longo do tempo, conforme as demandas de mercado,
porém a Engenharia Civil possui o maior número de pro�ssionais registrados.
e) As especialidades e diferenciações entre as engenharias mantêm-se constantes.
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zod… 6/22
O mercado atual pressiona os pro�ssionais para serem cada vez mais diferenciados, com
resiliência para adaptarem-se às mais diversas situações e, principalmente, com capacidade de
resolver problemas. Estamos em meio à quarta revolução industrial; pro�ssionais, empresas e
Estados conectados e com necessidades de urgência nas tomadas de decisões. Tais decisões
precisam ser mais acuradas, com o uso inteligente e sustentável de recursos.
Sendo assim, neste tópico, apresentaremos algumas das competências mais valorizadas no
mercado, bem como o motivo pelo qual todo pro�ssional deve investir em seu desenvolvimento
para aumentar as chances de obter sucesso pro�ssional.
As Diferentes Habilidades: Hardskills e Softskills
Não é raro escutar, de um colega de faculdade, um familiar ou de você mesmo, que, ao participar
de um processo seletivo e não conseguir avançar de fase, obteve o seguinte feedback :
“infelizmente, você não possui o per�l aderente à vaga e/ou empresa”. Acredite, tal justi�cativa, na
maioria das vezes, é verdade. Não é demérito pro�ssional, apenas faltou o match com a empresa.
Nesta análise do empregador, não são observados apenas quesitos técnicos, por exemplo, domínio
de um software de modelagem; mas são, principalmente, aspectos comportamentais, como
liderança.
Nesse contexto, destacamos o termo skill , em inglês, cuja tradução é “habilidade de fazer uma
atividade ou fazer bem um trabalho” (INTERNATIONAL DICTIONARY..., 2017). Portanto,
apresentaremos mais detalhes sobre os conceitos de tipos de habilidades que podem ajudar a
construir o per�l mais competitivo possível às melhores vagas.
Hard Skills
Segundo Boyatzis (2004), as dimensões da competência podem ser mais bem compreendidas se
analisadas sob a seguinte ótica:
o que precisa ser feito? (conhecimento);
como deve ser feito? (habilidades);
por que será feito? (atitudes).
A importância da combinação desses elementos está no fato de que um indivíduo, apesar de
tecnicamente apto a uma função, pode não obter os resultados desejados,em função de seu
As Novas CompetênciasAs Novas Competências
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zod… 7/22
comportamento.
Portanto, hard skills , technical abilities são habilidades de foro técnico, quanti�cáveis e de
aprendizado técnico particularmente adquiridas, por meio de uma formação pro�ssional,
acadêmica ou da experiência adquirida, mas que incluem, ainda, procedimentos administrativos
relacionados ao âmbito de atividades da organização (RAO, 2012).
Segundo Jamison (2010), o ensino de habilidades técnicas é importante e necessário, mas isso não
garante que o funcionário ou candidato torne-se um bom empregado ou um bom líder. Sabe-se
que a excelência oriunda somente das hard skills não assegura, ao pro�ssional, a permanência no
ambiente de trabalho, ao menos que a técnica esteja intimamente aliada às habilidades
comportamentais (PASTORE, 2001).
Este cenário em que as hard skils perdem parte da importância de outrora é reforçado quando
analisamos o cenário da crescente automação do trabalho. Se processos previsíveis e repetitivos já
vêm sendo substituídos por máquinas e robôs, com o desenvolvimento exponencial da inteligência
arti�cial e suas aplicações, outros postos de trabalho – e competências atreladas – se tornarão
obsoletos. Schwab (2016) acrescenta que os empregos com menores riscos de automação serão
aqueles em que os pro�ssionais estiverem mais ligados às atividades sociais e criativas (como o
desenvolvimento de novas ideias), bem como as pro�ssões nas quais as tomadas de decisões não
sejam relacionadas a processos lógicos, mas a situações de incerteza.
Soft skills
Para Pastore (2001), o mercado de trabalho não mais contrata apenas pelos diplomas, currículos ou
recomendações. Atualmente, o contratado permanece no ambiente organizacional pela qualidade
das ideias e da exposição revelada e evidenciada pela habilidade de argumentação. A busca do
ambiente corporativo por pessoas quali�cadas, que dominem as soft skills e que as coloquem em
prática com e�ciência e e�cácia é cada vez mais crescente. Como já dito anteriormente, as
chamadas soft skills implicam em características como hábitos pessoais; capacidade de
comunicação, iniciativa, simpatia, tratamento e postura; e capacidade de relacionar-se com o
próximo. Essas habilidades atuam como um complemento às hardskills , que são as exigências
técnicas requeridas no atual cenário e, tratando-se de estudantes de engenharia, podem ser
de�nidas como características inerentes (CHAVES et al., 2009).
Sendo assim, as s oft skills, employability skills, critical abilities, generic skills, transferable skills, key
quali�cations, transversal skills, non-academic skills e people skills constituem competências
transversais, denominadas, por vezes, como habilidades gerais, críticas, universais, humanas, não
acadêmicas ou competências necessárias para conseguir manter o trabalho/emprego.
Para Shakir (2009), as competências técnicas proporcionam o trabalho, mas, depois, são
necessárias competências transversais para mantê-lo. Possuir competências técnicas constitui,
portanto, uma condição necessária, porém insu�ciente para manter-se no mercado ou no posto
(função) de trabalho, na medida em que as competências técnicas e transversais complementam-se
mutuamente. Os indivíduos com melhor desempenho possuem, simultaneamente, competências
técnicas adequadas, assim como comportamentais.
O relatório “O Futuro do Trabalho”, publicado em 2016, pelo World Economic Forum (WEF) (Fórum
Econômico Mundial), traz o alerta de que a economia mundial sentirá os efeitos da Quarta
Revolução Industrial, que promete ser muito mais rápida, abrangente e impactante que as
anteriores. Itens como computação em nuvem, Internet das Coisas, Big Data, Robótica, Inteligência
Arti�cial, Impressão em 3D, Biotecnologia e a�ns devem, até 2020, eliminar 5,1 milhões de vagas,
em 15 países e regiões que respondem por dois terços da força mundial de trabalho, incluindo o
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zod… 8/22
Brasil. Em contrapartida, segundo o CNI (2018), devem surgir 30 novas funções em oito áreas
distintas da tecnologia.
Segundo o World Economic Forum (WEC) (2016), dentre as principais tecnologias que devem
impulsionar as mudanças no trabalho, estas foram as apontadas no estudo:
1. Internet móvel e tecnologia em nuvem – 34%.
2. Crescimento no poder de computação e Big Data – 26%.
3. Novas fontes e tecnologias de energia – 22%.
4. Internet das coisas – 14%.
5. Crowdsourcing e economia de compartilhamento – 12%.
6. Robótica avançada e transportes autônomos – 9%.
7. Inteligência arti�cial – 7%.
8. Produção avançada e impressão 3D – 6%.
9. Materiais avançados, biotecnologia e genômica – 6%.
Sendo assim, o novo pro�ssional deve atentar-se às novas tendências mercadológicas,
tecnológicas e de competências pro�ssionais, assim, posicionando-se com diferenciais, que o fará
destacar-se no mercado. 
saiba mais
Saiba mais
O vídeo 4ª Revolução Industrial, produzido pelo World Economic Forum (WEF), apresenta uma gama de
novas tecnologias, a qual vem transformando o modo como o ser humano vive e trabalha. O vídeo traz
depoimentos de especialistas, mostrando tendências e impactos econômicos, sociais, políticos e
ambientais da 4ª Revolução Industrial no mundo inteiro.
A SS I ST I R
No Brasil, os fatores que mais devem in�uenciar na mudança de dinâmica dos postos de trabalho,
segundo o WEC (2016), são:
1. Crescimento da classe média em mercados emergentes – 45%.
2. Mudanças no ambiente de trabalho e acordos �exíveis de trabalho – 42%.
3. Crescimento no poder de computação e Big Data – 27%.
4. Novas fontes e tecnologias de energia – 27%.
5. Internet móvel e tecnologia em nuvem – 24%.
6. Mudanças climáticas e escassez de recursos naturais – 21%.
7. Crowdsourcing e economia de compartilhamento – 18%.
8. Maior interesse do novo consumidor em relação a questões éticas e de privacidade –
12%.
Isso signi�ca que um terço das competências consideradas essenciais, hoje, será substituído até
2020. Segundo o mesmo estudo, até 2020, pelo menos 10 Soft Skills serão essenciais para você
destacar-se entre os pro�ssionais:
1. Pensamento crítico.
2. Criatividade.
3. Coordenação.
4. Negociação.
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zod… 9/22
5. Inteligência emocional.
6. Resolução de problemas complexos.
7. Tomada de decisões.
8. Flexibilidade cognitiva.
9. Orientação para servir.
10. Gestão de pessoas.
Então, para aprimorarmo-nos pro�ssionalmente, devemos focar em nosso autoconhecimento
pessoal e pro�ssional.
prat icar
Vamos Praticar
Leia o trecho a seguir.
“[...] As soft skills estão relacionadas com a inteligência emocional e com as habilidades mentais enquanto
que as hard skills fazem referência às habilidades técnicas adquiridas mediante formação escolar ou
técnica. No mundo cyber-físico da Indústria 4.0 o desenvolvimento fez com que as soft skills passassem a
ser cada vez mais exigidas dado que são precisamente tais habilidades que os robôs não podem
automatizar ou similar. Assim sendo, é desejável que os atuais pro�ssionais desenvolvam habilidades
como criatividade, adaptabilidade, capacidade de persuasão, capacidade de administrar o tempo,
colaboração e�ciente, dentro outras. O melhoramento, ou antes, o incentivo, destas habilidades
constituem requisitos cada vez mais desejáveis para os novos pro�ssionais na Quarta Revolução
Industrial”.
DIAS, C. M. C. A Indústria 4.0 chama simbiose entre hard skills e soft skills. FNE , 2019.
Disponível em: https://www.fne.org.br/index.php/artigos/5448-artigo-a-industria-4-0-chama-
simbiose-entre-hard-skills-e-soft-skills. Acesso em: 1º dez. 2019.
Considerando a citação apresentada,assinale a alternativa que apresenta apenas soft kills .
a) Modelagem planta baixa, liderança e proatividade.
b) Resiliência, �exibilidade e inglês avançado.
c) Paciência, gestão de cronograma e cordialidade.
d) Ética, boa comunicação e capacidade analítica.
e) Flexibilidade, altruísmo e programação.
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 10/22
A atuação do engenheiro é relacionada às revoluções tecnológicas que a sociedade vive no
momento. Até o período histórico em que as trocas comerciais eram abastecidas, basicamente,
pelo método artesanal de produção, bem como a energia era de tração animal e máquinas a vapor
rudimentares, o engenheiro tradicionalmente restringia-se a obras militares e básicas de
construção de moradias em geral, do advento das manufaturas em série e formas de energia. Por
exemplo, o Engenheiro Civil em obras de construção de pontes e fortes ou, ainda, Engenheiros
Mecânicos para a indústria bélica terrestre ou naval. Posteriormente, com a produção em massa
motivada pelas novas formas de uso da energia, somada a novos meios de exploração de recursos
naturais, bene�ciamento e processos químicos, surgiram, dentre outros, os Engenheiros
Eletricistas e os Engenheiros Químicos.
Após a primeira Revolução Industrial e o desenvolvimento da tecnologia, muitas especializações
surgiram nas engenharias. Nesta fase, de acordo com Laurdares (2000), ao engenheiro portador de
um saber essencialmente teórico era atribuída a responsabilidade de direção técnica da
implantação de um setor industrial, com a função de organizar e gerenciar os processos de
trabalho de acordo com padrões tecnológicos importados.
Sendo assim, Szanjberg e Zakon (2001) entenderam que a função do cientista é conhecer, enquanto
que a do engenheiro é fazer (projetar e construir). Na área da Física, o cientista adiciona dados e
informações ao conhecimento veri�cado e sistematizado do mundo físico; o engenheiro torna útil
esse conhecimento na solução de problemas práticos, os quais envolvem o projeto e a construção
de artefatos, engenhos, máquinas, equipamentos, instrumentos, instalações e a concepção de
sistemas e processos, por via de regra, envolvendo os elementos anteriores, de modo a serem
operados de forma econômica. É importante ressaltar que todo pro�ssional é, também, cidadão,
então, deve-se pensar em retornos para a sociedade.
Com o fortalecimento e a disseminação da importância das soft skills pelas organizações, aspectos
comportamentais vêm sobressaindo-se, bem como competências antes voltadas aos pro�ssionais
da gestão, como criatividade, inovação e empreendedorismo.
Para Silveira (2005), a “empregabilidade” do engenheiro passa a depender mais de suas
competências gerenciais e de sua capacidade de resolução de problemas que de seu conhecimento
técnico especializado, só que, agora, em um mercado globalizado: a formação transnacional
(duplos diplomas e intercâmbios internacionais). Sendo assim, muda-se o papel do engenheiro: de
um técnico especializado, com ou sem formação cientí�ca suplementar, passa-se ao papel de um
As Funções do EngenheiroAs Funções do Engenheiro
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 11/22
gerente, com visão tecnológica, podendo atuar no mercado ou no desenvolvimento de inovações e
produtos.
Nesse contexto, vamos apresentar alguns conceitos, modelos e tendências motivadores para a
atuação diferenciada do pro�ssional de engenharia na atualidade, mais especi�camente nos
escopos meio ambiente e social.
Novos desa�ios no Contexto Ambiental
Os termos ou #tags ambientais não são mais raridade em nosso dia a dia. Constantemente, temos
a opção de consumir algo “verde”, biodegradável, retornável e com uma fonte de energia “limpa”. É
notório que este vocabulário demonstra que a consciência ambiental, hoje, ocupa uma parte dos
esforços empresariais e da sociedade como um todo.
Desenvolvimento Sustentável x Sustentabilidade
Desenvolvimento sustentável é, segundo Sidkar (2003), um balanço entre o desenvolvimento
econômico, gestão ambiental e igualdade social. Uma maneira de estimular a integração dos
interesses ambientais, sociais e econômicos às estratégias de negócio consiste em investigar o
desempenho de seus processos em termos dos aspectos de impacto relacionados à
sustentabilidade.
O termo desenvolvimento sustentável é elencado em diversas áreas de conhecimento, mas todas
advêm de um primeiro conceito em comum citado no Relatório de Brundtland . As de�nições
comumente mais conhecidas, citadas e aceitas são as do Relatório Brundtland ( World Commission
On Environment And Development, 1987) e o documento “Agenda 21”. A mais conhecida de�nição
supracitada deste relatório contém dois conceitos-chave: o conceito de necessidade -
mencionando, particularmente, as necessidades dos países mais subdesenvolvidos - e a ideia de
limitação, imposta pelo estado da tecnologia e de organização social, para atender às necessidades
do presente e do futuro (VAN BELLEN, 2005).
A sustentabilidade vem pautando muitos discursos acadêmicos e ações empresariais, a partir da
década de 1990, visto que o meio ambiente vem sofrendo impactos e exibindo suas limitações
decorrentes do consumo, que aumentou em todo o mundo, despertando a conscientização
ambiental. Essa preocupação com as futuras gerações tem feito muitos consumidores buscarem
por produtos sustentáveis, os quais equacionam o consumo de recursos e a geração de resíduos a
um nível aceitável, almejando a satisfação do consumidor e a viabilidade econômico-ambiental
(PIGOSSO, 2008).
O modo como a questão ambiental está em evidência tem fortalecido os seus valores e imposto, às
indústrias, novos desa�os para atender à demanda de um mercado consumidor, com crescente
interesse na forma em que os produtos e serviços são produzidos, utilizados e descartados, além
de como estes afetam o meio ambiente. As indústrias também têm se interessado, igualmente,
pela cobrança de práticas de produção mais limpas das grandes organizações parceiras, pelas
certi�cações com reconhecimento internacional e pela diminuição dos recursos naturais, etc.
(OLIVEIRA; SERRA, 2010).
O conceito atual de desenvolvimento sustentável, que foi expresso na Cúpula Mundial, em 2002,
envolve a de�nição mais concreta do objetivo de desenvolvimento atual (a melhoria da qualidade
de vida de todos os habitantes) e, simultaneamente, distingue o fator que limita tal
desenvolvimento e pode prejudicar as gerações futuras (o uso de recursos naturais além da
capacidade da Terra).
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 12/22
Da RIO+10, resultou a Declaração do Desenvolvimento Sustentável, que rea�rmou o compromisso
de atingir todas as metas de desenvolvimento acordadas pela ONU desde 1992, bem como o Plano
de Implementação, contendo 170 itens distribuídos em 11 capítulos, os quais abordam temas
como equidade social, redução da pobreza, mudança de padrões insustentáveis de produção e
consumo e meio ambiente (SANTOS, 2008).
Em 2012, realizou-se, novamente, no Brasil, a 20ª Conferência Mundial sobre Desenvolvimento e
Meio Ambiente, a Rio+20, em que foram discutidos temas sobre “a economia verde no contexto do
desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza” e “a estrutura institucional para o
desenvolvimento sustentável” resultando, posteriormente, na publicação do relatório o�cial “The
future we want”, rea�rmando o compromisso dos países com o desenvolvimento sustentável
(NASCIMENTO et al ., 2012).
O histórico dos eventos e seus produtos são organizados conforme quadro a seguir. 
1971 • Club de Roma • Output : Limites do Crescimento
1972
• Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano•
Output : Declaração de Estocolmo
1983 • Criação da CMMAD • Output: Nosso Futuro Comum
1987
• Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento •
Output: Nosso Futuro Comum
1992
• Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e
Desenvolvimento – RIO-92 • Output: Declaração do Rio, Declaração
sobre as Florestas, Agenda 21, além dos limites
1997
• RIO +5 • Output: Protocolo de Kioto, Mecanismo de
Desenvolvimento Limpo- MDL
2002 • RIO +10 • Output: Declaração do DS, Plano de Implementação
Quadro 1.1 - Fatos históricos ligados ao desenvolvimento sustentável 
Fonte: Elaborado pela autora.
Economia Verde e Ecoe�iciência
Segundo Abramovay (2012), a economia verde é o termo mais utilizado nas organizações
multilaterais, no mundo empresarial e na própria sociedade civil, pois envolve três dimensões
fundamentais. A primeira é a mais conhecida e corresponde à transição do uso em larga escala de
combustíveis fósseis como fontes renováveis de energia. A segunda dimensão fundamental da
economia verde está no aproveitamento dos produtos e serviços oferecidos pela biodiversidade .
Trata- se do processo pelo qual a demanda é respondida com base em técnicas capazes de reduzir
as emissões de poluentes (foco contra os gases que provocam o efeito estufa), de reaproveitar
parte crescente de seus rejeitos e, acima de tudo, de diminuir o emprego de materiais e energia
dos quais os processos produtivos organizam-se.
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) cita que a economia verde é aquela
que resulta em melhorias do bem-estar humano e da igualdade social, ao mesmo tempo em que
reduz, signi�cativamente, os riscos ambientais e a escassez ecológica (GUELERE, 2009).
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 13/22
O foco em sustentabilidade pode ser utilizado para ajudar empresas na melhoria de suas
operações, inovações e crescimento estratégico, enquanto ganham uma vantagem competitiva
sustentável e entregam valores sustentáveis para a sociedade (COLLBERT; KURUCZ, 2007; HART;
MILSTEIN, 2003).
Kiron et al . (2012) citam alguns fatores que sustentam os investimentos relacionados à adoção de
práticas de sustentabilidade. Dentre eles, estão: maior participação no mercado, maior potencial de
inovação em seus modelos de negócios e processos, acesso a novos mercados e maior vantagem
competitiva.
Nesse contexto, Hitchcock e Willard (2002) listam outros benefícios de obter práticas de
sustentabilidade: redução de energia, desperdício e custos; diferenciação em relação aos
competidores; retenção e atração dos melhores funcionários; melhoria da imagem perante os
acionistas e consumidores; fornecimento de uma melhor qualidade de vida; dentre outros.
Na esfera corporativa, o marco teórico conceitual foi de autoria de John Elkington, em 1997, citando
o termo triple bottom line . Além do desempenho �nanceiro, a “saúde” de uma empresa deve ser
medida em relação aos impactos no meio ambiente causados por operações humanas. Segundo
Sikdar (2003), o desenvolvimento sustentável é um balanço entre o desenvolvimento econômico, a
gestão ambiental e a igualdade social.
Para Elkington (1997), o desenvolvimento sustentável deve ser cienti�camente apoiado,
ecologicamente equilibrado, energeticamente renovável, tecnicamente exequível, culturalmente
assimilável e socialmente justo.
Figura 1.1 - Abordagem Triple Bottom Line 
Fonte: Sikdar (2003, p. 1932).
O Triple Bottom Line (TBL) capta a essência da sustentabilidade ao medir o impacto das atividades
das organizações no mundo. Quando positivo, re�ete em um aumento no valor da empresa, em
termos tanto de lucratividade e de contribuição para os acionistas quanto sob o aspecto de seu
capital social, humano e ambiental (WEBER, 2007).
Para atingir resultados expressivos em sustentabilidade, as empresas devem manter e basear-se no
desempenho do negócio e, simultaneamente, mostrar consideração pelo planeta.
Assim, de forma objetiva, traduz-se que a sustentabilidade somente ocorrerá quando as condições
econômicas e sociais forem melhoradas ao longo do tempo, sem extrapolar a capacidade
ambiental.
Figura 1.2 - Sustentabilidade e Ecoe�ciência 
Fonte: Guelere (2009. p. 45).
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 14/22
Dessa forma, o monitoramento da sustentabilidade dos processos resulta em benefícios para as
companhias, para a sociedade em geral e para o meio ambiente. Muitas oportunidades aparecem
de práticas sustentáveis na manufatura. Tomando, por exemplo, o caso do uso de recursos
materiais em projetos de produtos e processos, bons resultados podem aparecer da reciclagem e
da coleta de materiais, bem como da utilização de materiais substitutos, que proporcionam
menores perdas, produtos com tempo de vida útil superior ou, ainda, a possibilidade de
recuperação de partes de produtos ao �nal de sua vida (CASCIO, 1996).
saiba mais
Saiba mais
Para exempli�car as iniciativas que remodelam positivamente os processos conhecidos e rotineiros,
temos os Postos Ecoe�cientes e o Posto Ipiranga, que utilizam de vários sistemas de reuso e reciclagem.
Diante disso, leia o conteúdo do site apresentado em detalhes sobre o conceito de Posto Ecoe�ciente.
Fonte: Elaborado pela autora.
A C ESSA R
Novos Desa�ios no Contexto Social
De acordo com o aumento das exigências no mercado de trabalho, a Responsabilidade Social
Empresarial (RSE) vem tornando-se uma das maiores preocupações das empresas. A RSE é um
método de gestão de negócios, visando os objetivos da empresa, nos quais a sua de�nição envolve
as relações comerciais sustentáveis e socialmente responsáveis. Sendo assim, o autor Ashley (2005)
relata que o termo responsabilidade social abrange uma variedade de interpretações, dentre elas, a
ideia de que seja de responsabilidade ou compromisso legal; para outros, é uma obrigação
�duciária, impondo, às empresas, padrões mais altos de comportamento. Já outra interpretação
traduz a responsabilidade social como prática social, papel social e função social, porém, para
alguns, esta está relacionada à prática eticamente responsável ou uma contribuição caridosa.
A responsabilidade social empresarial está correlacionada com a sustentabilidade, já que a RSE é
uma forma de gestão que se de�ne pela relação ética e transparente da empresa com todos os
públicos que se relaciona, bem como pelo estabelecimento de metas empresariais que
impulsionam o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e
culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das
desigualdades sociais (INDICADORES ETHOS... 2018).
A partir desses conceitos abordados sobre a Responsabilidade Social no ramo empresarial,
percebe-se o quanto é importante a procura pela perfeição nas empresas, buscando a visibilidade
na qualidade no setor econômico, social e ambiental. De acordo com Carroll (1999), as
características da RSE são formadas por quatro dimensões de responsabilidade que representam a
expectativa da sociedade em relação às empresas, assim como o grau de importância das
dimensões econômicas, legais, éticas e �lantrópicas.
Concluindo a ideia com Indicadores... (2018), relata-se que a Responsabilidade Social Empresarial
está além do que a empresa deve fazer por obrigação legal, pois cumprir a Lei não faz uma
empresa ser socialmente responsável.
https://portal.ipiranga/wps/portal/ipiranga/postoselojas/postoecoeficiente
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 15/22
ref l ita
Re�ita
Já ouviu falar em “consumo consciente?” Esse é o foco do Instituto Akatu, uma Organização sem �ns lucrativos,
criada no âmbito do Instituto Ethos, em 15 de março de 2001 (Dia do Consumidor),com a missão de educar,
sensibilizar e mobilizar para o Consumo Consciente. Sendo assim, re�ita sobre as mobilizações que podem ser
realizadas para prezar o consumo consciente no link: https://www.akatu.org.br/akatu-nas-empresas/
Certi�icados
Para ganhar um espaço no mercado empresarial, as empresas têm de buscar o seu diferencial e
suas quali�cações. De acordo com o Portal de Educação (2013), foi realizado um levantamento, em
abril de 2003, pela consultoria italiana Value Partners , nas bolsas de valores da Europa e Estados
Unidos, no qual foi veri�cado que, nos últimos anos, as empresas que possuem certi�cado de
responsabilidade social tiveram um maior reconhecimento; em média, 30% a mais, comparadas às
que não possuem esta certi�cação.
Vidigal (2012) descreve que há diferentes formas de certi�cações que passam a ocupar a vida das
empresas e de seus respectivos consumidores, no intuito da comunicação em especí�cos padrões
do setor ambiental, social e geográ�co, por exemplo. O mais abundante nas empresas é o
certi�cado socioambiental, o que demonstra ações sociais dentro das empresas relacionadas à
preocupação na inserção de novos produtos no mercado que não agridem o meio ambiente. Com
isso, o autor �naliza dizendo que as certi�cações surgem de forma global, para descrever índices,
padrões e conceitos que classi�quem produtos e serviços.
Conforme Viana et al . (2002), a certi�cação ambiental é um compromisso voluntário da
organização, no sentido de adotar um comportamento ambientalmente correto em relação ao
gerenciamento da empresa ou do processo produtivo, baseado em normas padronizadas e
reconhecidas nacional ou internacionalmente. Para Rodrigues (2016), a certi�cação é o elemento
central de propulsão e tangibilização do movimento, atendendo à necessidade da empresa em
relação à medição de maneira pragmática, criteriosa e abrangente, bem como sua performance ou
impacto socioambiental. Com isso, o movimento atrai empreendedores que já têm o valor
socioambiental como um dos alicerces de seus negócios.
Nesse sentido, Santos (2017) comenta que a presença de organizações terceiras reconhecidas
torna-se fundamental na validação do certi�cado, sendo, portanto, de grande importância o seu
reconhecimento e respeito no mercado e na sociedade. Há de ser, portanto, uma instituição
reconhecida pelo mercado, para que, assim, tal certi�cado seja validado e aceito pela sociedade e
demais instituições. São instituições governamentais ou não, as quais possuem políticas e
procedimentos implementados para atestar a identidade de um titular de certi�cado. Um exemplo
mais próximo da realidade brasileira é o INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e
Tecnologia), que certi�ca a qualidade dos produtos brasileiros.
B CORP
O autor Elkington (2001) relata que as empresas não estão olhando apenas para o seu meio
econômico e social, devido à gradativa importância que a sustentabilidade socioambiental vem
alcançando na esfera organizacional, pois o meio ambiente tem papel fundamental na gestão
https://www.akatu.org.br/akatu-nas-empresas/
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 16/22
corporativa. De acordo com essa necessidade, as empresas B certi�cadas são aquelas que
atendem aos mais altos padrões de desempenho social e ambiental veri�cados, transparência
pública e responsabilidade legal para equilibrar lucro e propósito.
No entanto, com o site B Corporation ( on-line ), a B Corp está acelerando uma mudança na cultura
global, para rede�nir o sucesso nos negócios e construir uma economia mais inclusiva e
sustentável.
O objetivo do movimento B, segundo Rodrigues (2016), é rede�nir o conceito de sucesso nos
negócios, ao incluir o valor socioambiental lado a lado com o lucro, unindo pessoas que buscam
valores e propósitos iguais. O movimento também oferece uma forma para que as empresas
passem a agir com o intuito de valor socioambiental compartilhado, para o alcance da
concretização em seu diferencial, em que o networking e a reputação pessoal são os principais
impulsionadores do movimento, já que colocam empreendedores, investidores de impacto e
personalidades reconhecidas igualmente.
Santos (2017) relata que o movimento B Corp começou em 2007, nos Estados Unidos, tendo, em
sua essência, a aplicação de conceitos relacionados tanto à responsabilidade socioambiental
quanto ao hibridismo corporativo. O principal objetivo do movimento era estimular um tipo
diferente de organização, a qual buscasse padrões rigorosos de desempenho social e ambiental,
bem como de responsabilidade e transparência.
O Certi�cado B Corp é emitido pelo B Lab , responsável por reconhecer empresas que seguem
determinados padrões de transparência, responsabilidade e desempenho (BOAS PRÁTICAS..., 2018).
Essas empresas estão liderando um movimento global para rede�nir o sucesso nos negócios, as
quais vêm destacando-se no mercado, oferecendo uma visão positiva melhorada aos negócios.
Desa�os sistêmicos exigem soluções sistêmicas, e o movimento B Corp oferece uma solução
concreta, escalável e baseada no mercado.
O Relatório Anual Sistema B Brasil expõe que existem centenas de iniciativas vinculadas ao Sistema
B, as quais são promovidas em toda a América Latina, no sentido da construção de um
ecossistema favorável, para que as Empresas B multipliquem-se e desenvolvam-se na forma de
fazer negócios. Parâmetros de políticas públicas e legislação, mercado, consumidores e
acadêmicos são interligados e debatidos em importantes setores para a sociedade, sendo o
Sistema B responsável por promover esta articulação.
prat icar
Vamos Praticar
Um equívoco comum é pensar que �lantropia é sinônimo de responsabilidade social. Filantropia, segundo
o consciente popular, remete a ações de caridade, sem a expectativa de retornos �nanceiros ou
econômicos à empresa. O conceito e aplicação de Responsabilidade Social extrapola o da �lantropia.
Sobre a RSE e sua relação com a �lantropia, assinale a alternativa correta.
a) A RSE inclui somente as dimensões éticas e �lantrópicas.
b) A RSE inclui somente as dimensões ambientais e �lantrópicas.
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 17/22
c) A �lantropia inclui somente as dimensões éticas e RSE.
d) A RSE inclui somente as dimensões econômicas, sociais, ambientais e �scais.
e) A RSE inclui as dimensões econômicas, legais, éticas e �lantrópicas.
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 18/22
i ndi ca çõ e s
Material Complementar
L I VRO
Agilidade Emocional
Susan David
Editora: Cultrix
ISBN: 10: 8531614503
Comentário: nessa obra, a autora explica que a maneira como lidamos
e reagimos com as nossas emoções re�ete em como vivemos, amamos
e comportamo-nos diante da sociedade. Isso extrapola a vida pessoal.
Muitas empresas já têm ciência sobre esta relação. O saber gerenciar o
lado emocional é, também, uma habilidade importante para as
organizações, principalmente na hora de lidar com problemas e
desa�os.
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 19/22
co ncl us ã o
Conclusão
Conforme estudamos nesta unidade, compreendemos que, com o desenvolvimento econômico e o
aumento da complexidade dos negócios a nível mundial, os engenheiros disseminaram-se para
diversas especialidades. Além disso, destacamos que as novas tecnologias, como a Inteligência
Arti�cial, Big Data, Impressão 3D, Novas Formas de Telecomunicações e as Biotecnologias não só
deram origem a novas ferramentas, exigindo uma formação complementar, mas também
alteraram, profundamente, os processos de trabalho e suas representações.
Apresentamos o conceitode skill e enaltecemos a importância crescente das soft skills
(competências transversais), como o mercado cada vez mais as valorizam, além da tendência da
contratação pelas competências. Por �m, contextualizamos o papel do engenheiro dentro dos
novos desa�os sociais e ambientais em que a sustentabilidade e responsabilidade social são temas
mandatórios para o pro�ssional que deseja destaque.
r e f e r ê nci a s
Referências Bibliográ�cas
ABRAMOVAY, R. Muito além da economia verde . São Paulo: Abril, 2012.
A ÉTICA nas organizações e a responsabilidade social. Portal Educação , 2013. Disponível em:
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/enfermagem/a-etica-nas-organizacoes-e-a-
responsabilidade-social/32818 . Acesso em: 30 out. 2019.
AHSLEY, P. A. Ética e responsabilidade social nos negócios . 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
B CORP. SEBRAE , 2018. Disponível em: http://ois.sebrae.com.br/boaspraticas/b-corp/ . Acesso em:
3 nov. 2019.
B CORPORATION. Disponível em: www.bcorporation.net . Acesso em: 30 out. 2019.
BOYATZIS, R. E. Self-Directed Learning. Executive Excellence , v. 21, n. 2. p. 11- 12, fev. 2004.
______. The competent manager : a model for e�ective performance. New York: John Wiley&Sons,
1982.
CARROLL, A. B. Corporate Social Responsibility: evolution of a de�nitional construct. Business &
Society , v. 38, n. 3, 1999. Disponível em: http://doi.org/10.1177/000765039903800303 . Acesso em:
2 nov. 2019.
CASCIO, J.; WOODSIDE, G.; MITCHELL, P. ISO 14000 guide : the new international environmental
management standards. McGraw-Hill, 1996.
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/enfermagem/a-etica-nas-organizacoes-e-a-responsabilidade-social/32818
http://ois.sebrae.com.br/boaspraticas/b-corp/
http://www.bcorporation.net/
http://doi.org/10.1177/000765039903800303
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 20/22
CHAVES A. et al. Soft skills Enriquecimento do Curriculum Vitae . Porto, 2009.
COLLBERT, B ; KURUCZ, Z, Colbert, B. and Kurucz, E. Three conceptions of triple bottom line
business sustainability and the role for HRM, Human Resource Planning , 2007.
CONHEÇA 30 novas pro�ssões que vão surgir com a Indústria 4.0. Agências de Notícias CNI , jul.
2018. Disponível em: https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/educacao/conheca-30-
novas-pro�ssoes-que-vao-surgir-com-a-industria-40/ . Acesso em: 12 nov. 2019.
CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA. Legislação . Disponível em:
http://www.confea.org.br/servicos-prestados/registro-de-obras-intelectuais/legislacao . Acesso: 22
out 2019
DIAS, C. M. C. A Indústria 4.0 chama simbiose entre hard skills e soft skills. FNE , 2019. Disponível
em: https://www.fne.org.br/index.php/artigos/5448-artigo-a-industria-4-0-chama-simbiose-entre-
hard-skills-e-soft-skills . Acesso em: 1º dez. 2019.
ELKINGTON, J. Cannibals with Forks, the Triple Bottom Line of 21st . Oxford: Capstone
Publishing, 1997.
GUELERE, A. Integração do Ecodesign ao modelo uni�cado para a gestão do processo de
desenvolvimento de produtos : estudo de caso em uma grande empresa de linha branca. 2009.
243 f. Tese (Doutorado) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São
Carlos, 2009.
HART, S. L.; MILSTEIN, M. B. Creating sustainable value. Academy of Management Executive , v.
17, n. 2, p.  56-67.
HITCHCOCK, D.; WILLARD, M. Sustainability: Enlarging Quality’s Mission. Quality Progress , p. 43-47,
2002.
INDICADORES Ethos para Negócios Sustentáveis e Responsáveis. ETHOS , 2018. Disponível em:
https://www.ethos.org.br/conteudo/indicadores/#.XBB9ezhKjak .       Acesso em: 2 nov. 2019.
INTERNATIONAL dictionary of English. Cambridge: Cambridge University Press, 1995.
JAMISON, D. Leadership and professional development: an integral part of the business curriculum.
Business Education Innovation Journal , v. 2, n. 2, p. 102-111, 2010.
KIRON, D. et al . Sustainability Nears a Tipping Point . MIT Sloan Management Review, 2012.
LAUDERES, J. B.; RIBEIRO S. Trabalho e formação do engenheiro. R. Brás Est. Pedag ., Brasília, v. 81,
n. 199, p. 491-500, set./dez. 2000.
NASCIMENTO, L. Gestão ambiental e a sustentabilidade . Brasília: Universidade Aberta do Brasil,
2008.
NASCIMENTO, T. C. et al. Inovação e sustentabilidade na produção de energia: o caso do sistema
setorial de energia eólica no Brasil. Cadernos EBAPE.BR , v. 10, n. 3, p. 630-651, 2012.
OLIVEIRA, O.; SERRA, J. Benefícios e di�culdades da gestão ambiental com base na ISO 14001 em
empresas industriais de São Paulo. v. 20, ano 3, p. 429-438, 2010.
PASTORE, J. A Evolução do Trabalho Humano . São Paulo: LTR, 2001.
PIGOSSO, D. C. A. Integração de métodos e ferramentas do ecodesign ao processo de
desenvolvimento de produtos . São Carlos: Escola de Engenharia de São Paulo, 2008.
https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/educacao/conheca-30-novas-profissoes-que-vao-surgir-com-a-industria-40/
http://www.confea.org.br/servicos-prestados/registro-de-obras-intelectuais/legislacao
https://www.fne.org.br/index.php/artigos/5448-artigo-a-industria-4-0-chama-simbiose-entre-hard-skills-e-soft-skills
https://www.ethos.org.br/conteudo/indicadores/#.XBB9ezhKjak
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 21/22
POR QUE Educação? CEBDS . Disponível em: http://cebds.org.br/ . Acesso em: 2 nov. 2019.
RAO, M. S. Myth and truths about soft skills. Training & Development , v. 1, p. 48-51, maio 2012.
RESUMO técnico: Censo da Educação Superior 2015. 2. ed. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2018. Disponível em:
http://download.inep.gov.br/educacao_superior/censo_superior/resumo_tecnico/resumo_tecnico_censo_da_educa
Acesso em: 2 dez. 2019.
RODRIGUES, J. O movimento B Corp : signi�cados, potencialidades e desa�os. São Paulo, 2016.
Disponível em: http://academiab.org/wp-content/uploads/2017/03/OMovimentoBCorp.pdf . Acesso
em: 2 nov. 2019.
SANTOS, G. C. de O. Certi�cado B Corpation e seus benefícios : um estudo de caso na empresa
Zebu. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) – Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro, Centro de Ciências Sociais, Departamento de
Administração Graduação em Administração de Empresas, Rio de Janeiro, 2017. Disponível em:
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/32601/32601.PDF . Acesso em: 10 out. 2019.
SCHWAB, K. A Quarta Revolução Industrial . Trad. Daniel Moreira Miranda. São Paulo: Edipro,
2016.
SHAKIR, R. Soft skills at the Malaysian institutes of higher learning. Asia Paci�c Education Review.
Springer , 2009. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s12564-009-9038-8 .
Acesso em: 29 out. 2019.
SIKDAR, S. K. Sustainable Development and Sustainability Metrics. AIChE Journal , p. 1928-1932,
2003.
SILVEIRA, M. A. da. A Formação do Engenheiro Inovador : uma visão internacional. Rio de Janeiro:
ABENGE, 2005.
SZAJNBERG, M; ZAKON, A. A “introdução às Ciências Naturais” e o Ensino de Física e Matemática
para as Engenharias. In : Encontro Íbero Americano de Dirigentes de Instituições de Ensino de
Engenharia ABENGE-ASIBEI, 3., 2001. Anais [...].
TELLES, P. C. da S. História da engenharia no Brasil . Rio de Janeiro: LTC, 1984.
THE FUTURE of Jobs: Employment, Skills and Workforce Strategy for the Fourth Industrial Revolution.
We Forum , 2016. Disponível em: http://www3.weforum.org/docs/WEF_Future_of_Jobs.pdf . Acesso
em: 2 dez. 2019.
VAN BELLEN, H. M. Indicadores de sustentabilidade : uma análise comparativa. Rio de Janeiro:
Fundação Getúlio Vargas, 2005.
VIANA, E. C. et al . Análise técnico-jurídica do licenciamento ambiental e sua interface com a
certi�cação ambiental . Viçosa: UFV, 2002.
VIDIGAL, I. de P. N. A Certi�cação Ambiental como Instrumento para a Competitividade
Econômica e o Desenvolvimento Sustentável. Uberlândia, 2012. Disponível em:
http://www.publicadireito.com.br/artigos/?cod=3b3dbaf68507998a . Acesso em: 14 out. 2018.
VISÕES do futuro: as habilidades essenciais para o pro�ssional do amanhã. HSM , 2018. Disponível
em: https://www.hsm.com.br/lideranca-pessoas/visoes-do-futuro-as-habilidades-essenciais-para-o-
pro�ssional-do-amanha/ . Acesso em: 25 out. 2019.
http://cebds.org.br/
http://academiab.org/wp-content/uploads/2017/03/OMovimentoBCorp.pdf
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/32601/32601.PDF
https://link.springer.com/article/10.1007/s12564-009-9038-8
http://www3.weforum.org/docs/WEF_Future_of_Jobs.pdf
http://www.publicadireito.com.br/artigos/?cod=3b3dbaf68507998a
https://www.hsm.com.br/lideranca-pessoas/visoes-do-futuro-as-habilidades-essenciais-para-o-profissional-do-amanha/
26/08/2022 06:10 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=CyR94kFsxUt9H93C6e9Ing%3d%3d&l=E2G%2b932CEmNYAQnZ2nedzA%3d%3d&cd=Zo… 22/22
WEBSTER, J.; WATSON, R. T. Analyzing the past to prepare for the future: Writing a literature review.
MIS Quartely , v. 26, n. 2, p. 13-23, 2002.
WORLD ECONOMIC FORUM. The Future of Jobs Employment, Skills and Workforce Strategy for
the Fourth Industrial Revolution . Genebra-Suiça, 2016.

Continue navegando