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Aula 6 Fitoterapícos e PICS 2023 1

Aula sobre fitoterápicos e PICS: aborda princípios do SUS e atuação na APS; Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (2008) e objetivos; práticas integrativas; formas, cultivo sustentável, beneficiamento e rotulagem; uso racional, assistência farmacêutica, portarias e RENAME.

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Aula 6. 
Fitoterápicos
e PICS
• Princípios da universalidade, da
acessibilidade, do vínculo, da continuidade
do cuidado, da integralidade da atenção, da
responsabilização, da humanização, da
equidade e da participação social.
• As ações com plantas medicinais e
fitoterapia acontecem prioritariamente na
APS, pelos fundamentos e princípios desse
nível de atenção e pela característica da
prática da fitoterapia, que envolve
interação entre saberes, parcerias nos
cuidados com a saúde, ações de promoção
e prevenção, entre outras.
Política Nacional de Plantas 
Medicinais e Fitoterápicos 
foi criada para fomentar o 
desenvolvimento sustentável 
das cadeias produtivas e 
garantir a segurança e o acesso 
às plantas medicinais
• Este programa foi aprovado em 9 de 
dezembro de 2008.
• Biodiversidade.
• Crescimento sustentável.
• 85% da população mundial utilizam 
plantas medicinais.
prevê a inserção de serviços relacionados às Plantas
Medicinais e Fitoterapia, Medicina Tradicional Chinesa/
Acupuntura, Homeopatia, Medicina Antroposófica,
Termalismo Social/Crenoterapia, Arteterapia, Ayurveda,
Biodança, Dança Circular, Meditação, Musicoterapia,
Naturopatia, Osteopatia, Quiropraxia, Reflexoterapia,
Reiki, Shantala, Terapia Comunitária Integrativa e Yoga.
Objetivos do programa nacional:
1. Estruturar e fortalecer a atenção em fitoterapia, incorporando o uso de plantas
medicinais e fitoterápicos nos diferentes níveis de complexidade do Sistema;
2. Estabelecer critérios técnicos para o uso de plantas medicinais e fitoterápicos
com o objetivo de garantir a oferta de serviços seguros, efetivos e de qualidade;
3. Apoio técnico e financeiro;
4. Estabelecer intercâmbio técnico científico e cooperação técnica.
➢Política e Programa Nacional de Plantas Medicinais 
e Fitoterapicos
é a ciência que estuda o conhecimento popular sobre fármacos, de 
determinado grupo étnico o social, relacionado a sistemas tradicionais de 
medicina.
planta seca-
fitoterapico industrializado
planta in natura
A Politica Nacional de 
Praticas Integrativas e 
Complementares 
(PNPIC), que institui a 
Fitoterapia no SUS, 
determina o acesso a 
plantas medicinais e 
fitoterapicos em 
diferentes niveis de 
complexidade
fitoterapico manipulado
Regulamentar o 
cultivo e o manejo 
sustentável
O cultivo das plantas medicinais, 
com base em pesquisas 
agronômicas sobre matéria-prima 
com qualidade, permite o uso 
sustentável das espécies nativas e 
a preservação dos recursos 
genéticos e ambientais. 
O produtor de plantas 
medicinais diferencia-se de 
outros por necessitar conhecer a 
utilização da planta, como estão 
as pesquisas sobre ela e, 
principalmente, saber a sua 
identificação. 
Consequências relativas à identificação 
incorreta de plantas:
• Aplicação inadequada 
• Intoxicação 
• Plantio de espécie não adequada ao local 
• Perda de credibilidade, principalmente para 
o produtor 
A aplicação de agrotóxicos em lavouras de plantas
medicinais não é recomendada, pois estes
produtos podem alterar a composição química da
planta e deixar resíduos.
As etapas do beneficiamento primário 
são: 
• Pré-limpeza 
• Secagem 
• Operações de pós-secagem 
• Quando for o caso, extração de óleos 
essenciais 
nas embalagens: 
Nome comum 
Nome científico 
Número do lote e código da partida 
Data da colheita 
Prazo de validade 
Nome do produtor 
Data da embalagem 
Número da respectiva ficha que 
contém as informações agronômicas 
O uso racional é o processo que 
compreende a prescrição apropriada; a
disponibilidade oportuna e a preços 
acessíveis; a dispensação em condições
adequadas; e o consumo nas doses 
indicadas, nos intervalos definidos e no
período de tempo indicado de 
medicamentos eficazes, seguros e de 
qualidade
(BRASIL, 2001).
➢ Estruturação da assistência farmacêutica
ate 15% da soma dos 
valores dos recursos 
financeiros estaduais, 
municipals e do DF
I- capacitação/educação 
permanente
II- aquisição de 
equipamentos/material 
permanente
III- contratação de pessoal
Portaria GM/MS n° 1.555/2013
Responsabilidade Compartilhada
O financiamento do Componente Basico da Assistencia Farmaceutica e de
responsabilidade da Uniao, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municipios.
> Portaria GM/MS n° 1.555/2013 Portaria Gm/MS n° 2.001/2017
➢ FITOTERAPICOS NO SUS
COMPONENTE BASICO DA ASSISTENCIA FARMACÊUTICA
RENAME (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais)
12 medicamentos fitoterápicos (industrializados)
Portaria GM/MS n° 1.555/2013 e n° 2.001/2017 
financiamento de medicamentos fitoterapicos e insumos de origem vegetal 
■plantas medicinais, drogas vegetais, derivados vegetais
promove o aumento do acesso dos 
pacientes aos fitoterápicos, já que 
os medicamentos incluídos na lista 
podem ser distribuídos 
gratuitamente pelo Sistema Único 
de Saúde (SUS).
➢ Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME
Compreende a seleção e a padronização de 
medicamentos indicados para o atendimento de 
doengas ou de agravos no ambito do SUS 
(Decreto n° 7.508/2011).
I - Relação Nacional de Medicamentos do Componente Basico da Assistencia Farmaceutica;
II - Relação Nacional de Medicamentos do Componente Estrategico da Assistencia Farmaceutica;
III - Relação Nacional de Medicamentos do Componente Especializado da Assistencia 
Farmaceutica;
IV - Relação Nacional de Insumos Farmaceuticos; e
V - Relação Nacional de Medicamentos de Uso Hospitalar.
DECRETO 7.508/2011
Regulamenta a Lei no 8.080/1990 para dispor sobre a organização do
SUS, o planejamento da saúde, a assistência a saúde e a articulação
interfederativa, e da outras providências.
Art. 25
Parágrafo Unico
Art. 26
A RENAME sera acompanhada do Formulário Terapêutico
Nacional - FTN que subsidiara a prescrição, a dispensação e o
uso dos seus medicamentos.
O Ministério da Saúde e o orgão competente para dispor sobre
a RENAME (...).
Mas não é preciso ofertar aos usuários apenas os
fitoterápicos da Rename...
Decreto n° 7.508/ 2011
Art. 27
Art. 29
O Estado, o Distrito Federal e o Municipio
poderao adotar relações especificas e
complementares de medicamentos, em
consonância com a RENAME (...).
A RENAME e a relação especifica complementar
estadual, distrital ou municipal de medicamentos
somente poderão conter produtos com registro na
Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria - ANVISA.
Os municipios podem adquirir, com recursos próprios, outros
fitoterapicos e outras plantas medicinais que nao estejam na
Rename vigente, mas que atendam ao perfil epidemiologico da
população e a cultura local, sejam seguros e eficazes e estejam
incluidos na Relagao Municipal de Medicamentos (Remume).
➢ Vantagens de Fitoterápicos da Rename
Possuem evidencias de seguranga e eficacia para as
indicates informadas na Relagao Nacional;
No momento de atualizagao da Relagao Nacional, foi
verificado que todos possuem registro sanitario na Anvisa,
ou seja, sao fabricados e vendidos no pais;
Podem ser adquiridos com recursos tripartite.
Várias experiências de práticas
ligadas às plantas medicinais e
fitoterápicos no Brasil foram
impulsionadas e têm gerado
resultados.
Por todo o país, há exemplos de
diferentes projetos e programas
exitosos construídos tendo como
público prioritário os usuários do
Sistema Único de Saúde e a
população brasileira em geral.
IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS E PROGRAMAS DE 
PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS NO BRASIL 
➢ Extensão universitária em Plantas Medicinais e 
Fitoterápicos
Apoio a projetos multidisciplinar de extensão
universitaria em Fitoterapia emfaculdades da área da
saude com o objetivo de inserir o tema nos cursos de
graduação.
Chamada Publica SCTIE/MS n° 1/2017 -> Estruturação
de Farmácia Viva ou Farmacia com manipulação de
fitoterápicos, no ambito da Extensao Universitaria.
PARCERIA SECRETARIA DE SAÚDE & IES
➢ Farmácias Vivas:
Construção de um horto de plantas medicinais; Repassa mudas para a comunidade 
com eficácia e segurança terapêuticas comprovados.Oficinas Farmacêuticas 
nas unidades Básicas de Saúde: 
ensina a comunidade a fazer chás e extratos
Esse modelo se destina à preparação de “fitoterápicos
padronizados”, elaborados em áreas específicas para as
operações farmacêuticas, de acordo com as Boas
Práticas de Preparação de Fitoterápicos, visando ao
provimento das unidades do SUS. Poderá ainda realizar
as atividades previstas para os modelos I e II.
➢ Arranjos Produtivos Locais (APL) 
Em 2014, Nova Petrópolis recebeu verba 
estadual proveniente dos Arranjos Produtivos 
Locais de Plantas Medicinais (APLPM-Fito/RS) 
por integrar o projeto do Estado junto ao 
Ministério da Saúde. Os recursos foram 
utilizados para investimentos em material 
permanente a fim de fortalecer esta prática. 
Compra de estufa de mudas, aquisição de um 
microtrator, embaladora/dosadora das 
embalagens de chás, balança digital, entre 
outros, foram alguns dos itens adquiridos 
com a verba.
Estabelecer mecanismos de incentivo para a 
inserção das cadeias e dos arranjos produtivos 
de fitoterápicos no processo de fortalecimento 
da indústria farmacêutica nacional.
➢ Programa Cultivando Água Boa de Foz do Iguaçu
O projeto de plantas medicinais do “Programa Cultivando Água Boa”, da Usina Hidrelétrica 
Itaipu Binacional, em parceria com a Prefeitura de Foz do Iguaçu-PR trabalha com toda a 
cadeia produtiva da Fitoterapia, do cultivo por agricultores familiares, gerando renda, ao 
beneficiamento e fornecimento de plantas medicinais para as Unidades de Saúde do 
município.
➢ CREMIC – Centro Estadual de Referência em 
Medicina Integrativa e Complementar -GO
Realiza atendimento fitoterápico e homeopático pelo Sistema Único 
de Saúde (SUS).
produção de plantas medicinais, utilizadas na
preparação de medicação, além disso conta com um
laboratório onde se manipulam as prescrições de
medicamentos homeopáticos e fitoterápicos dos
pacientes atendidos na unidade.
RENISUS Em 2009, o Ministério da Saúde divulgou uma relação de 71 espécies 
vegetais que apresentam potencial de avançar nas etapas da cadeia 
produtiva e de gerar produtos de interesse ao SUS. 
Relação Nacional de Plantas Medicinais de 
Interesse ao SUS (Renisus). 
Função: orientar estudos e pesquisas que possam subsidiar o 
desenvolvimento e a inovação na área de plantas medicinais 
e fitoterápicos. 
Algumas espécies da lista que apresentam potencial para gerar produtos de interesse ao 
SUS: 
Cynara scolymus L. (alcachofra) 
Schinus terebinthifolia Raddi (aroeira da praia) 
Uncaria tomentosa DC. (unha-de-gato) 
Essas espécies são usadas pelo conhecimento tradicional e confirmadas cientificamente 
para distúrbios de digestão, inflamação vaginal e dores articulares, respectivamente. 
RENISUS
Monografias das espécies vegetais 
A elaboração de estudos orientados tem como objetivo identificar todas as 
publicações relativas à espécie de interesse de modo a conhecer o que se tem 
pesquisado e direcionar futuras pesquisas, a fim de estabelecer: 
Seleção 
Cultivo, coleta e colheita 
Desenvolvimento farmacotécnico e controle de qualidade 
Pesquisa e regulação tanto como planta fresca e produtos intermediários, quanto 
como produto acabado. 
A publicação de monografias das espécies vegetais de interesse ao SUS facilitará o 
registro e fortalecerá pesquisas com plantas nativas brasileiras. Contribuirá 
também com a assistência farmacêutica em plantas medicinais, atuando na 
promoção da segurança e eficácia das espécies vegetais usadas na Atenção Básica. 
Práticas 
Integrativas e 
Complementares
As PICs contemplam alguns sistemas 
médicos complexos e recursos 
terapêuticos também chamados de 
medicina tradicional e 
complementar/alternativa (MT/MCA) 
pela Organização Mundial da Saúde 
(OMS). 
Envolvem abordagens que buscam 
estimular os mecanismos naturais de 
prevenção de agravos e recuperação 
da saúde por meio de tecnologias 
eficazes e seguras, com ênfase na 
escuta acolhedora, no 
desenvolvimento do vínculo 
terapêutico e na integração do ser 
humano com o meio ambiente e a 
sociedade.
Cnjunto heterogêneo de práticas, 
produtos e saberes , agrupados pela 
característica comum de não 
pertencerem ao escopo dos
saberes/práticas consagrados na 
medicina convencional.
Os Modelos Assistenciais e as
Práticas de Saúde no SUS
Duas Tendências
Reprodução dos 
Modelos Hegemônicos:
Modelo Médico Assistencial Privatista
Modelo Assistencial Sanitarista
Construção de
“Modelos Alternativos”
Vigilância da Saúde
Acolhimento
Ações Programáticas
Estratégia de Saúde da Família
Promoção da Saúde
Cidades Saudáveis
A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares tem como OBJETIVOS:
1. Incorporar e implementar as Práticas Integrativas e Complementares no SUS, na 
perspectiva da prevenção de agravos e da promoção e recuperação da saúde, com ênfase 
na atenção básica, voltada ao CUIDADO continuado, humanizado e INTEGRAL em saúde;
2. Contribuir ao aumento da resolubilidade do Sistema e ampliação do acesso à PNPIC,
garantindo qualidade, eficácia, eficiência e segurança no uso;
3. Promover a racionalização das ações de saúde, estimulando alternativas inovadoras e
socialmente contributivas ao desenvolvimento sustentável de comunidades e;
4. Estimular as ações referentes ao controle/participação social, promovendo o
envolvimento responsável e continuado dos usuários, gestores e trabalhadores nas
diferentes instâncias de efetivação das políticas de saúde.
Fonte: http://dab.saude.gov.br/portaldab/pnpic.php
Práticas Integrativas e 
Complementares – PICS
Oncologia integrativa na Saúde Pública
No Instituto Nacional de Câncer, práticas
integrativas e complementares de
saúde otimizam a saúde, a qualidade de vida
e os resultados clínicos em toda a trajetória
de cuidados com o câncer.
covid-19:
Parecer técnico-científico destaca
efetividade e eficácia das Práticas
Integrativas e Complementares em Saúde
no auxílio do manejo clínico da covid-19,
na melhoria da resposta imunológica do
paciente e, sobretudo, na promoção da
saúde mental da população, em meio a
transtornos psíquicos provocados pelo
isolamento social imposto pela pandemia.
https://observapics.fiocruz.br/
De acordo com os dados parciais
obtidos para o ano de 2019, as PICS
foram ofertadas em 17.335 serviços
da Rede de Atenção à Saúde (RAS)
distribuídos em 4.297 municípios
(77%), e em todas das capitais
(100%).
Houve um aumento de 16% (2.860)
no quantitativo de serviços,
comparando com 2017.
•Distribuição dos serviços de PICS por nível de 
complexidade:
=> Atenção Básica 78%.
=> Media 18%.
=> Alta 4%.
1. A HOMEOPATIA: Sistema médico complexo, de caráter holístico, baseado
no princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, enunciada por
Hipócrates, no século IV a.C. A homeopatia desenvolvida por Samuel
Hahnemann, no século XVIII, utiliza como recurso diagnóstico a matéria
médica e o repertório e, como recurso terapêutico, o medicamento
homeopático.
TIPOS E CONCEITOS DAS PRÁTICAS INTEGRATIVAS
E COMPLEMENTARES
2. As plantas medicinais e fitoterápicas: terapêutica caracterizada pelo uso de
plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas, sem a utilização de
substâncias ativas isoladas, ainda que de origem vegetal. A prática da fitoterapia
incentiva o desenvolvimento comunitário, a solidariedade e a participação social.
Os serviços podem oferecer os seguintes produtos: planta medicinal in natura,
planta medicinal seca (droga vegetal), fitoterápico manipulado e/ou fitoterápico
industrializado.
3. Aromaterapia: terapêutica caracterizada pelo uso de óleos essenciais vegetais, 
os quais contêm propriedades terapêuticas cicatrizantes, antivirais, antibacterianas, 
antifúngicas e antissépticas, além de contribuir para o tratamento da insônia, 
estresse, ansiedade, dor e depressão. 
O Governo Federal tem se empenhado para introduzir a prática da prescrição de plantas 
medicinais e fitoterápicos para os usuários do sistema público de saúde. Nesse sentido,o 
Ministério da Saúde (MS) implementou a Política Nacional de Práticas Integrativas e 
Complementares no SUS (2006), o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e, por 
meio da Portaria nº 886, de 20 de abril de 2010, instituiu a Farmácia Viva no âmbito do SUS. 
Considerando as informações acima e com relação às plantas medicinais e fitoterápicos, avalie as 
afirmações a seguir. 
I. A política defendida pelo MS considera a necessidade e a ampliação da oferta de fitoterápicos e 
de plantas medicinais que atendam às demandas e às necessidades locais. 
II. A Farmácia Viva fica sujeita ao disposto em regulamentação sanitária e ambiental específicas, a 
serem emanadas pelos órgãos regulamentadores afins. 
III. Plantas regionais, nativas e obtidas por extrativismo devem fazer parte do conjunto de plantas 
que constituem a Farmácia Viva de todas as regiões do país. 
IV. A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS apresenta o preceito da 
pluralidade na saúde brasileira, baseando-se no princípio de que cidadãos socialmente iguais, 
em direitos e deveres, podem ser diferentes, em percepções e necessidades para a promoção 
de sua saúde. 
Exercitando o Conhecimento
I. Correta: A afirmação está de acordo com as Diretrizes da Política Nacional de Práticas
Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS, cuja implementação envolve justificativas de
natureza política, técnica, econômica, social e cultural. Esta política atende, sobretudo, à
necessidade de se conhecer, apoiar, incorporar e implementar experiências que já vêm sendo
desenvolvidas na rede pública de muitos municípios e estados, entre as quais destacam-se
aquelas no âmbito da Medicina Tradicional Chinesa Acupuntura, da Homeopatia, da
Fitoterapia, da Medicina Antroposófica e do Termalismo-Crenoterapia. “... Considerando a
necessidade de ampliação da oferta de fitoterápicos e de plantas medicinais que atenda à
demanda e às necessidades locais, respeitando a legislação pertinente às necessidades do SUS
na área...” (Portaria nº 886, de 20 de abril de 2010, institui a Farmácia Viva no âmbito do
Sistema Único de Saúde – SUS).
II. Correta: “Art. 2º A Farmácia Viva fica sujeita ao disposto em regulamentação sanitária e
ambiental específicas, a serem emanadas pelos órgãos regulamentadores afins” (Portaria nº
886, de 20 de abril de 2010, institui a Farmácia Viva no âmbito do Sistema Único de Saúde –
SUS).
III. Incorreta: Não consta na redação da Portaria nº 886 tal informação.
IV. Correta: Tendo em vista a ampla gama das Diretrizes da Política Nacional de Práticas
Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS, percebe-se que as diferentes implementações
das mesmas baseiam-se no princípio da Pluralidade, visto que estão compreendidos: Medicina
Tradicional Chinesa – Acupuntura; Homeopatia – Plantas Medicinais e Fitoterapia; Termalismo
– Crenoterapia; e Medicina Antroposófica
(B) I, II e IV estão corretas. 
Leitura Complementar
Politica Nacional de Plantas Medicinais e 
Fitoterapicos (PNPMF):
https://www.youtube.com/watch?v=eikVa1Sj1nc
Programa Nacional de Plantas Medicinais e 
Fitoterapicos (MS):
https://www.youtube.com/watch?v=MN_Ah6
DrFPE
https://www.gov.br/anvisa/pt-
br/assuntos/farmacopeia/formulario-
fitoterapico/arquivos/2021-fffb2-final-c-capa2.pdf
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