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Página inicial A ETIQUETA, O CERIMONIAL E O PROTOCOLO NO CONTEXTO DOS EVENTOS Professor (a) : Me. Cristiane Costa Esteves Objetivos de aprendizagem • Apresentar as definições e os tipos de cerimonial utilizados de acordo com a tipologia de eventos, buscando, neste aprendizado, a compreensão sobre a sucessão de atos em uma cerimônia, a precedência e os símbolos nacionais; • Apresentar os principais símbolos nacionais — bandeira e hino — a serem considerados em um evento, bem como a mesa de honra, sua composição e formatação. • Identificar as normas e os costumes aplicados a eventos, no que diz respeito ao comportamento social; • Conhecer e aprimorar as regras de netiqueta profissional que facilitam a interação entre as pessoas, buscando, assim, novos desafios da profissão e colaborando com o seu crescimento profissional e sua comunicação organizacional. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Plano de estudo A seguir, apresentam-se os tópicos que você estudará nesta unidade: • Cerimonial e Protocolo • Símbolos nacionais e mesa de honra • Etiqueta Social • Etiqueta Profissional Introdução Neste estudo, abordaremos a organização e gestão em eventos, e alguns elementos que são indispensáveis dentre eles: a etiqueta, o cerimonial e o protocolo, também definidos como comportamento, atitude, imagem, costumes e precedência. Você já conhecia esses termos? Consegue imaginar um evento sem a aplicação deles? Discutiremos no tema cerimonial e protocolo a precedência das autoridades em eventos, ou seja, a composição de mesas e discursos, a qual é identificada pelo mestre de cerimônias de acordo com o cargo que ocupam ou com a formação acadêmica. Ainda sobre cerimonial, estudaremos bandeiras, como arrumá-las e algumas principais regras que precisamos conhecer para evitar o desrespeito. E o Hino Nacional Brasileiro, você sabe cantar? O que mais precisamos saber sobre o nosso hino e as condutas quando ele é tocado ou cantado? Sobre etiqueta, apresentaremos a etiqueta social e a etiqueta profissional. Você sabia que ter etiqueta é saber as normas básicas para uma boa convivência? Sabia que etiqueta não é supérfluo, nem frescura, e sim essencial, e, além disso, é um diferencial competitivo que o insere no mercado de trabalho e o destaca à frente dos demais colaboradores? Na etiqueta social, identificaremos a etiqueta à mesa e a linguagem corporal e verbal, visto que essas regras, uma vez cumpridas, constroem atitudes de ordem para uma convivência saudável em sociedade. Abordaremos também os diferentes tipos de traje. Esse tipo de etiqueta também gera hospitalidade, elegância e bem-estar neste mundo contemporâneo. Na etiqueta profissional, descobriremos o que envolve a interação com pessoas, a postura nas reuniões e, principalmente, a nova tendência, que é a etiqueta. Esse tipo de etiqueta é novo para você? Com certeza você até já o utiliza e não sabe. Vamos então descobrir o que têm a nos revelar a etiqueta e o cerimonial. Boa leitura! https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial https://getfireshot.com Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial/unidade-1?authuser=0 Página inicial CERIMONIAL E PROTOCOLO Começaremos nosso encontro falando sobre cerimonial e protocolo, suas definições e seus elementos. Definição De Cerimonial O Cerimonial surgiu nas sociedades primitivas. É uma linguagem de comunicação e rituais desde o aparecimento da humanidade, e foi criado para garantir o nascer do sol, o cair da chuva e a fertilidade do solo. Com o avanço da civilização, a conexão dos rituais com o místico e o sagrado diminuiu, e as relações sociais entre os homens passaram a ser disciplinadas por uma estrutura conceitual e convencional regida por um conjunto de preceitos interpretados e dirigidos pelo Cerimonial (FREITAS, 2001). Cerimonial é a sequência introduzida pelo uso e pela vontade das pessoas. Do latim cerimônia, significa “atos regulamentados por lei, tradição, uso ou costumes em cultos religiosos ou questões profanas”. Objetivamente, representa um conjunto de normas estabelecidas com o propósito de ordenar corretamente o desenvolvimento de qualquer ato, público ou não, que necessite, por sua característica e importância, de formalidade ou formalização. Em resumo, o cerimonial está relacionado à programação de um conjunto de formalidades que é sequência de acontecimentos que resultam em um evento (SPEERS, 1991). Na cultura brasileira, as relações sociais ou protocolares são sempre aquecidas pela informalidade. O Cerimonial, portanto, tem que ser adaptado aos costumes, ao clima tropical e subtropical e aos objetivos que se pretendem atingir. “O Cerimonial Brasileiro deve ter um sentido humano, social e lógico e os que determinam o Cerimonial devem ter a sensibilidade e o senso de estabelecer sua aplicação em função da cultura e da psicologia do povo brasileiro.” ( LINS, 1991). Definição de Protocolo https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 O Protocolo compreende o conjunto de regras que estão intrinsecamente ligadas à etiqueta social e que servem de pré-requisitos para participação num ato público (VIANA, 1998). Protocolo é a ordem hierárquica que determina normas de conduta dos governos e seus representantes em ocasiões oficiais ou particulares. O protocolo codifica as regras que regem o cerimonial, define a precedência, a forma de tratamento, lugares, trajes, regulamenta o uso de Símbolos Nacionais, valorizando o resultado do evento por meio da adequação de cada ato ou atividade (BRITTO, 2002). Os Tipos de Cerimonial Vamos estudar agora os tipos de cerimonial: o público e o privado (FREITAS, 2001). Cerimonial Público Conjunto de normas que rege o trato formal entre os Estados e a precedência entre eles; aos privilégios e imunidades dos agentes diplomáticos e consulares e as normas protocolares e organização de Cerimônias Oficiais. É um código vigente em todos os países, tendo, portanto, valor internacional. No Brasil, o Cerimonial Público se divide em: Cerimonial da Presidência Relativo ao serviço de protocolo dos Ministérios das Relações Exteriores da Presidência. Estabelece um corpo de práticas aceitas que cresceram entre as nações no curso de seus contatos. Cerimonial Civil e Militar O Cerimonial Militar tem especial competência na interpretação de normas e leis do Cerimonial como precedência que é regulada pelas normas do Cerimonial Público (Decreto 70.274 de 9 de março de 1972), Hierarquia Militar, Cerimonial e Culto à Bandeira Nacional, compromissos éticos e hierárquicos com as corporações, desfiles, entrega de condecorações, etc. Cerimonial dos Estados Prescreve a etiqueta nas cerimônias dos estados e corresponde à necessidade de: o uso correto dos símbolos nacionais e estaduais; a prestação de honras; a precedência em atos, solenidades e cerimônias oficiais, estaduais e municipais; a padronização no emprego de fórmulas protocolares de expressão e redação na correspondência oficial; e o cerimonial de audiências e visitas de autoridades a personalidades de Estado. Cerimonial Diplomático https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com É um código vigente entre as elites de todos os países. Tem valor internacional, constituindo a síntese dos usos e costumes, das tradições, das leis e das normas internacionais. O CerimonialDiplomático vem sofrendo simplificações ditadas por necessidade de adaptá-las aos usos de novos países integrados na sociedade internacional, pelas transformações de comportamento em todos os países, ou mesmo influenciadas pelo processo de comunicação. O Cerimonial Diplomático regula a formalidade a ser observada nas peças diplomáticas: indica os títulos a serem dados aos Estados, a seus chefes e a seus ministros, a medida das honras; o nível hierárquico ou categoria às quais têm direito; e as fórmulas de cortesia usadas na redação dos atos diplomáticos de qualquer natureza (FREITAS, 2001). Religioso Condução dos rituais dentro de uma cerimônia, independente da religião. Cerimonial Real A Sua Alteza Real só é conduzida ao trono de Rei após uma cerimônia, na qual são seguidos todos os protocolos para esse fim. Cerimonial Social O Cerimonial social se divide em particular ou formal solene, sendo que os solenes se referem aos seguintes eventos: posses, inaugurações, formaturas, aberturas e encerramentos de congressos e as solenidades sociais como cocktails e jantares oficiais. E o cerimonial de eventos particulares envolvem os seguintes tipos: Casamentos, Bodas, 15 anos, Aniversários, Bar Mitzvah e Batizados. Mestre de Cerimônias Agora vamos identificar um dos profissionais indispensável na realização de um cerimonial: o mestre de cerimônias. Aquele que fará a leitura do script enviado pela comissão organizadora do evento. Muitas vezes, ele ajuda na construção e elaboração do script; outras vezes, ele apenas fará a leitura sem ter tido envolvimento com a criação do texto. Vamos destacar algumas principais qualidades desse profissional que o ajudarão a contratá-lo: • Discrição; • Jogo de cintura; • Boa dicção; • Boa entonação da voz; • Capacidade de improviso; • Sobriedade; https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com • Boa memória • Possível domínio de outro idioma; • Cordialidade; • Pontualidade; • Habilidade para trabalhar com imprevistos; • Trabalho em equipe. A ele cabem as seguintes atribuições: ordenar e orientar a cerimônia, convidar as autoridades a comporem a mesa diretora, checar os itens do roteiro junto às recepcionistas e comissão organizadora, verificar a pronúncia dos nomes difíceis e não sair do texto, apenas quando necessário o improviso. Outro destaque importante é para a sua apresentação pessoal, onde ele deve ser discreto, usar um traje formal, ter o cabelo, a barba, as mãos e a maquiagem em perfeita apresentação. Recursos do Mestre de Cerimônias Para que o mestre de cerimônias apresente de forma correta o seu script, ele precisa de apoio de uma tribuna – móvel que pode ser de madeira, de acrílico ou outro material, pode conter o logotipo do evento, da empresa promotora, ou até do local do evento. O importante é que esteja em condições de uso e nela o mestre de cerimônias possa apoiar seus papéis, o pedestal do microfone (se for de mesa), um ponto de luz se necessário e um copo de água. A tribuna também é o local em que os palestrantes fazem o seu pronunciamento e deve estar, de preferência, no alto (tablado, palco) e no canto esquerdo, dando-se as costas para o palco e a frente para o plenário. Algumas pessoas também chamam a tribuna de púlpito, mas o púlpito é destinado para a pregação do padre ou pastor. Quando localizada em clubes, casa de festas, salões, hotéis, universidades e empresas, chama-se tribuna. Fonte: a autora. Precedência Precedência significa antecedência em uma ordem determinada e relaciona-se com o conceito de ocupar o primeiro posto em um grupo de pessoas. A ordem de precedência é uma das Leis mais importantes na realização de uma cerimônia. Critérios de Precedência Vamos enumerar alguns critérios de precedência: • Costuma-se ceder, por cortesia, gentileza e precedência aos representantes estrangeiros e autoridades visitantes; https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com • O anfitrião é o ponto de partida para organizar a precedência; • O mais velho tem precedência sobre o mais novo; • A mulher tem precedência sobre o homem; • O governador preside toda a cerimônia no seu Estado; • O prefeito preside toda a cerimônia no seu Município; • Ordem alfabética; • Interesse econômico, cultural ou político; • Chefe de estado (Rei ou Presidente) precede Chefe de governo. • Titulação, com base nos títulos acadêmicos (Bacharel, Especialista, Mestre, Doutor); • Bom senso (principalmente na precedência social). O presidente da República é o dono de casa em seu país, em suas embaixadas, aviões e barcos (LUZ, 2000). O presidente da República preside as cerimônias que comparecer dentro do território nacional. Se o presidente da República estiver ausente, a cerimônia é presidida pelo vice-presidente da República. Por analogia, sempre que o governador estiver ausente, a cerimônia é presidida pelo vice-governador. Os ministros de Estado presidem solenidades promovidas pelos seus ministérios. Quando estão presentes personalidades estrangeiras, o ministro de estado das Relações Exteriores terá precedência sobre colegas (menos sobre o ministro anfitrião). Os governadores dos estados e do Distrito Federal têm sua precedência normatizada pela ordem de constituição histórica dessas entidades. Nenhum convidado pode fazer-se representar nas cerimônias em que comparecer o presidente da República (SPEERS, 1991). Fonte: adaptado pela autora. Precedência dos Ministérios O 1º ministro na hierarquia é o da Justiça, é ele quem dá a posse aos demais ministros (Lei 8490/92). Hoje o primeiro-ministro é Chefe da Casa Civil da Presidência. • Justiça. • Marinha. • Exército. • Relações exteriores. • Fazenda. • Transporte. • Agricultura. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com • Educação e Cultura. • Trabalho e Previdência social • Aeronáutica. • Saúde. • Indústria, comércio e turismo. Precedência Nas Universidades • Reitor • Vice-reitor • Pró-reitor • Diretores • Chefe de departamento Precedência nas Empresas • Organograma • Entre empresas • Anfitrião • Convidado especial • Pessoa que ocupa cargo especial • Presidente da instituição mais antiga Ordem de Precedência dos Estados 1. Bahia 15.Rio Grande do Norte 2. Rio de Janeiro 16. Santa Catarina 3. Maranhão 17. Alagoas 4. Pará 18. Sergipe 5. Pernambucano 19. Amazonas 6. São Paulo 20. Paraná 7. Minas Gerais 21. Acre 8. Goiás 22. Mato Grosso do Sul https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com 9. Mato Grosso 23. Rondônia 10. Rio Grande do Sul 24. Tocantins 11. Ceará 25. Amapá 12. Paraíba 26. Roraima 13. Espírito Santo 27. Distrito Federal 14. Piauí SÍMBOLOS NACIONAIS E MESA DE HONRA Bandeiras Logo após a Independência do Brasil, D. Pedro I incumbiu Jean Baptiste Debret de desenhar a nossa primeira bandeira – a bandeira do Império (1822), que é rica de significados. D. Pedro I escolheu para a bandeira as cores verde e amarela. Verde era a cor da Casa de Bragança e o amarelo a cor da Casa de Habsburgo-Lorena, na Áustria, pátria de sua esposa, a Princesa Leopoldina. Escritores e poetas veem nas cores verde e amarelo a nossa eterna primavera, a cor do ouro, o verde das florestas, etc. O azul e o branco completam as cores da bandeira. Pelo decreto n° 4, de 19 de novembro de 1889, depois da Proclamação da República, foi substituída pela atual. O Cruzeiro do Sul mostra que o Brasil se localiza no hemisfério sul, de onde a constelação pode ser vista. É a única bandeira do Ocidente que traz uma mensagem escrita. As 27 estrelas representam os 26 Estados Brasileiros e o Distrito Federal. A Bandeira brasileira não tem avesso e suas 2 faces são exatamente iguais.É permitida sua reprodução sobre paredes, tetos, vidraças, veículos e aeronaves. Pode ser utilizada em todas as manifestações do sentimento patriótico dos brasileiros, de caráter oficial ou particular; apresentada hasteada em mastros ou adriças, nos edifícios públicos e particulares, templos, campos de esporte, escritórios, salas de aula, auditórios, embarcações, ruas e praças e em qualquer lugar no qual lhe seja assegurado o devido respeito. Também pode ser distendida sobre ataúdes, até a ocasião do sepultamento, quando será devida e respeitosamente dobrada e entregue a família. Pode ser utilizada em todas as manifestações https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com de patriotismo, tanto em caráter oficial como particular. Poderá ser apresentada em mastro ou nos prédios públicos ou privados, igrejas, ginásios de esporte, colégios, auditórios, embarcações, praças ou em outros lugares de respeito. Pode ser conduzida por aeronaves, balões ou aplicada sobre paredes. Pode, ainda, ser conduzida em formaturas ou em desfiles cívicos, ou sobre o caixão, até o momento do sepultamento. Em ocasiões de luto oficial, a Bandeira Nacional será hasteada até o topo e, em seguida, arriada a meio- mastro, permanecendo assim enquanto durar o luto. Nas cerimônias fúnebres, a bandeira pode ser estendida sobre o ataúde até a ocasião do sepultamento. Fonte: Speers (1991). A Bandeira deve estar impecável, bem passada e conservada. Caso seu estado seja ruim, deverá ser entregue em qualquer unidade das Forças Armadas ou PM do Estado ou Município, para que seja incinerada no Dia da Bandeira. A Bandeira Nacional poderá permanecer hasteada durante todo o dia, mas à noite o local deverá estar muito bem iluminado. Caso o local não possua iluminação adequada, a Bandeira Nacional deverá ser arriada ao anoitecer (18 horas) e hasteada no dia seguinte (8 horas). Precedência entre Bandeiras A precedência entre bandeiras segue os mesmos critérios utilizados com relação às pessoas. Ao compor com outras bandeiras, pavilhões ou estandartes, em linhas de mastros ou escudos, devem ocupar a posição central, ou mais próxima do centro, e a sua direita. Num dispositivo de bandeiras, as estrangeiras deverão ficar distribuídas à direita e à esquerda da Nacional, por ordem alfabética dos países, de acordo com a língua do Estado onde estão hasteadas as bandeiras. A bandeira do estado deve estar sempre acompanhada da Bandeira Nacional. Em salões deve estar à direita da mesa de autoridades ou atrás, acima das cabeças. Quando colocada em ambiente fechado, ela deve ficar à direita da mesa principal ou no centro, atrás da mesa principal. Quando as bandeiras são colocadas em número par, nenhuma fica no centro. A primeira é colocada à direita do centro, a segunda à esquerda, a terceira à direita, a quarta à esquerda da segunda e assim sucessivamente. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com As bandeiras estaduais são arrumadas pela constituição histórica da federação. Quando houver bandeiras estrangeiras e do estado, a do estado passa logo após a estrangeira, considerada a primeira (ordem alfabética), precedendo as demais estrangeiras. Se participar, a municipal ficará em última prioridade. Se houver a de uma entidade ou empresa, essa passará a ser a última, e a municipal, a penúltima. A bandeira do Brasil fica no centro, que é o lugar mais importante. O segundo lugar mais importante é à direita da primeira bandeira. O terceiro lugar é à esquerda da primeira bandeira, e assim alternadamente. As posições devem ser levadas em consideração, colocando-se no lugar da bandeira e de frente para o público. É proibido o uso da Bandeira Nacional nos casos em que possa provocar impressão desfavorável ou desapreço: - Apresentá-la em mau estado de conservação; - Mudar a sua forma, cores, proporções e dístico, ou acrescentar outras inscrições; - Usá-la como roupagem ou como cobertura de placa, retrato, painel ou monumento a ser inaugurado; - Reproduzi-la em rótulo ou invólucro de produto exposto à venda. Hino Nacional A execução do Hino Nacional é realizada depois que os componentes da mesa de honra tiverem ocupado os seus respectivos lugares. A execução poderá ser instrumental ou vocal, de acordo com o cerimonial previsto em cada caso, obedecidas às prescrições da Lei 5.700, que dispõe sobre a forma e a apresentação dos Símbolos Nacionais, sendo proibido qualquer outro tipo de arranjo. Nas cerimônias em que se tenha de executar um hino de outra nação, este deve, por cortesia, anteceder o Hino Nacional Brasileiro. Não é correto aplaudir o Hino Nacional, com exceção de quando for tocado por uma orquestra sinfônica, em concerto. Em solenidades de extrema demonstração de amor à pátria – como em competições esportivas – também costuma-se aplaudir o Hino Nacional É o símbolo que representa a nação. A música tem o poder de alterar o estado de espírito, provocando vários tipos de sentimentos: patriotismo, luta, saudade, ternura, etc. A melodia do Hino Nacional Brasileiro é uma composição de Francisco Manuel da Silva e a letra foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada. Pode ser apresentado ao início de qualquer cerimônia oficial, ficando o público de pé e em silêncio, em sinal de respeito. Fonte: a autora A Mesa de Honra https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com Chama-se mesa de honra a mesa de autoridades formada em cerimônias. Essa mesa deverá ter, sempre que possível, um número ímpar de lugares, de forma que a autoridade que presidir a cerimônia, ocupe o centro. À sua esquerda estará sempre o anfitrião e à sua direita a segunda maior autoridade presente. Quando o próprio anfitrião presidir a mesa, ele ocupará o lugar central e o homenageado ficará à sua direita. As pessoas são sempre colocadas à direita e à esquerda do centro da mesa (considerando-se o ponto de vista de quem está na mesa, de frente para o público). Quando for absolutamente necessário, é possível que a mesa tenha duas filas de cadeiras, mas deve-se evitar mesas muito grandes. Nesse caso a precedência é estruturada organizando a primeira fila do centro para os lados e, quando esta está completa, a segunda fila também do centro para os lados. Durante um mesmo evento a mesa pode ser composta mais de uma vez: mesa de abertura, mesa de trabalho, mesa de encerramento. Evento com Mesa Composta com Número Ímpar de Pessoas 1- Maior Autoridade que presidirá o evento 2- 2ª Pessoa Mais Importante 3- Anfitrião 4- 3ª Pessoa Mais Importante 5- 4ª Pessoa Mais Importante Evento com Mesa Composta com Número Par 1- Maior Autoridade que presidirá o evento 2- Anfitrião 3- 2ª Pessoa Mais Importante 4- 3ª Pessoa Mais Importante 5- 4ª Pessoa Mais Importante 6- 5ª Pessoa Mais Importanteª https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com ETIQUETA SOCIAL Vamos começar essa aula falando sobre a etiqueta social, que está presente ao nosso lado, durante o convívio com os mais variados tipos de público, cada um com suas ideias, crenças e valores. O mais importante é entender que a etiqueta é um elemento de formação individual; ela é a base, tem ligação com a educação, hábitos e costumes diários, desde um simples ato de abrir a porta de um elevador, atender a uma chamada telefônica ou identificar e utilizar uma louça corretamente à mesa. O homem sempre precisou de rituais para viver, e esse conjunto de formalidades nos dá referência e segurança. A etiqueta diz que você não tem razões para ficar desconfortável, pelo contrário, ela deixa você à vontade em qualquer tipo de evento se você é conhecedor das regras, e em qualquer tipo de convivência. Use sua habilidade para compreender as pessoas e reconhecer as limitaçõesde cada uma. Já ouviu falar na palavra empatia? Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro. Portanto, respeite o outro para que a comunicação seja plena. Ter empatia é ter etiqueta. As boas maneiras na composição dos ambientes sociais através dos tempos sempre foram formas de implantar imagens. Isso demonstra que em todas as épocas, em todas as sociedades e culturas, sempre houve regras, rituais e códigos que tornaram os cenários mais bonitos, elegantes e repletos de emoções. Vale, portanto, salientar que nos dias atuais essas exigências não mudaram, elas têm que existir, até mesmo para serem contestadas, pois isso hoje é permitido, desde que seja feito de forma sutil, e ainda reflete certo charme. Fonte: Nakane (2016). Sabemos que podemos nos comunicar não só pelas palavras, mas principalmente com a nossa linguagem não verbal: a postura, o olhar e os gestos; afinal, eles às vezes falam mais do que mil palavras. “A Etiqueta consiste na maneira de observar certos usos e costumes que integram o Cerimonial.” (MELLO, 1962). Algumas palavras resumem a etiqueta social: bom dia, boa tarde, boa noite, com licença, obrigado(a), desculpe-me e por favor ou por gentileza. E você, faz uso dessas palavras diariamente? https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com Expressão verbal Agora vamos selecionar as principais posturas corretas, quando falamos em expressão verbal: • Não interrompa uma conversa e não dê opiniões que não foram solicitadas; • Saiba ouvir e mantenha o diálogo; • Usar o tom de voz alto pode transparecer falta de paciência ou nervosismo; • Não gesticule muito, nem converse tocando ou segurando as pessoas; • Evite as gírias e nunca fale palavrão; • Não seja indiscreto, nem curioso demais, e tenha cuidado ao emitir suas opiniões. O hábito influencia a conversação mais do que podemos perceber. Temos expressões habituais para atender ao telefone, reagir a problemas, expressar emoções, etc. O aprendizado e a comunicação nos ajudam a adquirir novos hábitos, em substituição àqueles desagradáveis. É conveniente refletir sobre as áreas que necessitam reformulação. Questione-se: Falo muito alto? Critico as pessoas? O tom da minha voz é negativo? Tenho sempre o mesmo assunto? Não se pode deixar de considerar a linguagem do corpo como parte da conversação, pois reflete a personalidade, a cultura e a inteligência emocional de uma pessoa. Há certos aspectos da comunicação não verbal que fazem parte de nossa rotina e para os quais devemos estar atentos: - Você deve manter as suas mãos quietas e não mexer em anéis. - Quando apertar as mãos, tenha um toque firme. - Sente-se corretamente. - Prestar sempre atenção audiovisual à pessoa com quem se está falando. Fonte: Freitas (2001). Condutas Agora abordaremos algumas principais condutas na etiqueta social que farão a diferença nos eventos que você participar ou organizar. Apresentações • Se alguém solicitar para comparecer a algum lugar acompanhado, deverá procurar imediatamente o anfitrião para apresentar o seu acompanhante. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com • Em um grande evento, não há necessidade de que todos sejam apresentados a todos. O anfitrião cuidará, no entanto, de que pelo menos aqueles que se sentarem lado a lado se conheçam, principalmente apresentando os cavalheiros às senhoras. • O inferior é sempre apresentado ao superior. • As despedidas, após uma apresentação, também envolvem a comunicação semântica a que nos referimos, quanto ao momento da apresentação. As expressões válidas são: foi um prazer; até breve; obrigado, igualmente; obrigado, assim espero (SPEERS, 1991). Escadas Quando um cavalheiro acompanha uma senhora numa escada, ao subir, ele deve ir à frente e quando descer ele o faz atrás, acompanhando a senhora (SPEERS, 1991). Elevadores • Em prédios comerciais, não é necessário que se permita às senhoras passarem primeiro. Sai ou entra quem estiver mais próximo à porta. O procedimento em outros elevadores deve ser sempre entrando primeiro a pessoa de mais alto nível, seguindo-se as demais, por ordem decrescente de precedência. Para a saída será o inverso. A pessoa de menor status segurará a porta para as demais. • Uma norma que está sendo esquecida: a saída dos passageiros de um elevador deve sempre preceder a entrada de outros. • Se no elevador houver ascensorista, solicitamos o andar que desejarmos, antecedendo um “por favor”. Ao chegarmos em nosso destino, não fará mal algum dirigir ao ascensorista um “muito obrigado”. • Em elevadores deve-se falar o absolutamente necessário. Não devemos expor nossa vida, nossos problemas e mesmo nossas vantagens a estranhos. (SPEERS, 1991). Flores • Os arranjos de flores denotam cortesia e homenagem para aqueles que os recebe. • É recomendável o envio de flores sempre em número ímpar. Entendemos que, como a homenagem é a oferta de um ramo, não fica bem o fazermos às dúzias. O florista deve fazer o ramo com 11, 13, 23, 25 exemplares, e assim por diante. • Há culturas que consideram que não se manda, a uma moça solteira, rosas vermelhas. (SPEERS, 1991). Fumo Eis algo que nas últimas décadas mudou muito, e continua a mudar. • Não se fumava à frente de uma senhora sem pedir à mesma permissão para tal. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com • O acender um cigarro, sem que saibamos onde vamos depositar as cinzas, mostra de nossa parte uma displicência pouco recomendável. Nesses casos, convém que perguntemos se incomoda ao fumarmos. • Em uma mesa de refeição em que haja cinzeiros, é possível fumar, mas fazê-lo antes de terminar seria de mau tom (SPEERS, 1991). Diversidade Cultural Em um mundo global, onde as barreiras geográficas em primeiro momento foram excluídas, a etiqueta poderia vincular-se a um comportamento universal, porém, nesse ramo, o uso da globalização, que significa pensar globalmente, mas agir localmente, valoriza as diferenças culturais e por isso todo cuidado será pouco para não ofender ou magoar os cidadãos dessas regiões. Além dos hábitos, é bom também ter algum conhecimento do idioma local para evitar interpretações na base do pensamento do achismo ou da proximidade de sonoridade (NAKANE, 2016). Na Argentina, os homens se cumprimentam com um beijo no rosto, e na Itália é comum homens andarem abraçados como gesto de amizade. Na Índia, é preciso entrar descalço nos templos e locais sagrados, e não é de bom tom cumprimentar pessoas ou comer com a mão esquerda. Para chamar um garçom, na França, jamais deverá se erguer a mão, o correto é aguardar o contato visual para sinalizar que há interesse em fazer o pedido ou acrescentar algo a mais a ele. A questão de gorjetas tem uma grande variação de país para país, como exemplo pode-se citar a China, que não tem como costume dar gorjeta em restaurantes. No Japão, a reverência com a cabeça levemente abaixada é um dos mais nobres e educados gestos e deve ser retribuído, já que evidencia respeito mútuo. Fonte: Nakane (2016). Trajes “Bom gosto no vestir é uma questão puramente individual, mas tem suas exigências.” (WILSON, 1945). Vestir-se bem não envolve ser um grande conhecedor da moda ou ter muito dinheiro. Hoje em dia, temos uma bibliografia vasta, além dos recursos da internet que nos ajudam, não é mesmo? Você já teve alguma dificuldade em identificar o tipo de traje que veio no convite? Já ficou na dúvida no momento de colocar o traje no convite para um evento que você estava organizando? Normal, mas é preciso estudar, pesquisar e se atualizar para não errar. Atualmente podemos classificar os tipos de trajes em: esporte, passeio, social e gala. • Traje Esporte Este traje pode ser utilizado em batizados, festas infantis, churrascos, almoço ou jantarinformal. É considerado o mais simples. Vestidos leves, calça e camiseta, e sandálias baixas para as mulheres. Para os homens, calças de jeans ou brim, camisas polo ou xadrez. Dispensa paletós e gravatas. Blazer só se estiver frio. • Traje Passeio Pode ser utilizado em eventos com um pouco de formalidade, como congressos, palestras, seminários, solenidades de premiação, shows, homenagens. Significa estar mais bem vestido. Para as mulheres, tailleurs, terninhos, calça ou saia social com blusa social, salto alto e bolsa menor. Para homens, a camisa sem gravata, calça e blazer em cores diferentes. • Traje Social https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com Serve para uma situação mais formal. É a roupa para coquetéis, inaugurações, jantares formais, realizados quase sempre à noite. A roupa seria, para as mulheres, com tecidos que podem ter um brilho mais precioso; o uso de longuetes, por exemplo, seria ideal. Para homens, significa que eles têm de usar terno e gravata, com sapato social. • Traje Black-Tie É o traje de gala, com bastante requinte. Para as mulheres é a hora dos longos, dos decotados, tecidos brilhantes e bordados. Para homens, smoking, meio-fraque, fraque, summer jacket , dinner jacket , casaca. O tipo de convite pode variar de acordo com a modalidade, hora, tipo, objetivo e importância do evento, e deve informar ao convidado a sua conduta. O tipo do convite indica se o evento será formal ou informal. Quer seja formal ou informal, ele contém os mesmos elementos básicos e o traje deve ser especificado. Fonte: Iris (2001). Etiqueta à Mesa Diversas vezes ouvimos as pessoas comentarem que têm dificuldades ao se depararem com uma variedade de talheres e taças em uma refeição. Você já passou por isso ou teve suas próprias dificuldades? Aqui vai a dica: utilize-os de fora para dentro da mesa. Para cada tipo de comida, um talher e uma taça para acompanharem. A essa correta arrumação da louça, damos o nome de mise en place . Vamos detalhar as principais dicas da etiqueta à mesa: • O guardanapo deve ficar no colo durante a refeição e dobrado ao meio com as bordas voltadas para dentro. • Se precisar levantar após a refeição, coloque o guardanapo do lado esquerdo. • Não é necessário dobrar o guardanapo novamente após a refeição. • Cuidado com as manchas de batom no guardanapo. Utilize-o sempre quando necessário para limpar a boca e antes de beber. • A refeição deve ter um ritmo que permita a todos terminarem juntos a sequência dos pratos. Recomenda-se que a anfitriã seja a última a terminar. • Mastigue devagar, não fale com a boca cheia e não corte os alimentos todos de uma só vez. • Segure os talheres firmemente para não caírem, porém cuidado para não conversar gesticulando com eles nas mãos. • Faça sempre uma pausa na refeição para beber e conversar. Nessa pausa, os talheres ficam dentro do prato, abertos. Ao terminar a refeição, junte-os no meio do prato, com os cabos voltados para você, sendo sempre o garfo do lado esquerdo e a faca do lado direito com a lâmina para a esquerda. • Caso algum talher ou guardanapo caia no chão, solicite o garçom que o pegue. • Não faça ruídos ao comer e leve à boca pequenas porções de alimentos. • Lembre-se sempre de colocar os cotovelos fora da mesa. • Corte o pão do couvert ou da sopa com as mãos, em pequenos pedaços e a medida que for comer. • Não palite os dentes à mesa e nem retoque a maquiagem. Vá ao banheiro para essas funções após a refeição. • Sobre a mesa, apenas a louça. Evite colocar celulares, bolsas, cigarros, óculos. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com • Nunca fume durante uma refeição. • Não assopre a sopa e leve a colher à boca, sempre pelos lados. • Para cortar os alimentos, coloque a faca na mão direita e o garfo na mão esquerda, a lâmina e os dentes voltados para baixo e maneje-os com o polegar, o indicador e o dedo médio, dirigindo-os mais para baixo. • Para comer peixe, segure o garfo e a faca como um lápis e desfie o peixe. Coloque a faca na mão direita e o garfo na esquerda com os dentes voltados para cima e maneje-o com elegância, desfiando o peixe e colocando-o sobre o garfo. • Não enrole o macarrão com a colher nem o corte com a faca. • Come-se com o garfo na mão esquerda ou direita, porém, quando for cortar ou desfiar um alimento, o garfo fica na mão esquerda e a faca na direita. • Ao terminar uma refeição, não afaste o prato. ETIQUETA PROFISSIONAL No mundo empresarial, não podemos esquecer que a etiqueta será sempre um diferencial nos ambientes coletivos, nas reuniões, nos negócios à mesa, nas viagens empresariais e na comunicação, favorecendo a imagem do colaborador. Conhecer as condutas esperadas e adequadas fará sem dúvida alguma que o profissional acrescente ainda mais admiração, possibilitando ascensão. Outro fator importante é saber que independente da posição que se ocupe, deve-se saudar e respeitar a todos, transformando assim o clima organizacional propício ao sucesso da equipe. Ser bem articulado, ter bom humor, não criar apelidos, cumprir horários, não usar trajes inadequados, com decotes e transparências, amassados, sujos ou esportivos demais, fará com que o ambiente de trabalho seja a extensão da sua casa. Saiba também elogiar um colega ou compartilhar o sucesso dele. O seu isola- mento pode demonstrar que você não ficou satisfeito e colocá-lo em isolamento, ao invés de fazer parte de uma equipe. A etiqueta corporativa está desde a hora em que você sai de casa, com a apresentação pessoal impecável (cabelo, maquiagem, unhas, barbas, acessórios, sapatos e bolsas) até o momento em que você se apresenta no trabalho, entra no elevador e cumprimenta as pessoas. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com Ambientes Coletivos Nos ambientes coletivos, como sala de reuniões, copa e toaletes, mantenha a limpeza, para que todos se sintam bem, afinal, é um espaço otimizado. Na sua célula de trabalho não coloque muitos adornos, pois essa não é a sua mesa de casa; não coma no escritório, pois insetos e roedores podem aparecer, além do cheiro da comida que poderá ficar no ambiente; não deixe papéis e outros pertences espalhados, pois você está em um ambiente coletivo e pessoas de outros setores ou até mesmo seus superiores podem fazer uma supervisão a qualquer momento. Se você trabalha em uma empresa prestadora de serviços, lembre-se que qualquer pessoa pode ser seu futuro cliente, por isso dê as informações necessárias, pare de fazer o que estiver fazendo e responda com total atenção. Um visitante deve sentir-se à vontade e nunca como alguém que veio interromper o seu trabalho (BENNETT, 2012). Ao apresentar pessoas, diga o nome, sobrenome e o cargo que elas ocupam. Todos merecem ser tratados com respeito, e essa atitude significa cuidar bem das relações de trabalho. Negócios à Mesa E negócios à mesa? Você já participou de algum? Mais uma vez o cumprimento do horário, além da utilização correta da louça, a elegância na utilização dos talheres e a sua postura farão de você um excelente colaborador. Coloque no prato apenas o que vai comer e lembre-se, não escolha alimentos que nunca tenha provado, nem alimentos que precisem ser ingeridos com as mãos. Esse não é o momento para inovações! Ah! Outra coisa: quem convida arca com as despesas das refeições. A escolha do restaurante para essa reunião deve levar em consideração a proximidade ao local de trabalho, onde os ambientes sejam propícios à conversação e a variedade no cardápio, caso alguém tenha alguma restrição alimentar. Reuniões Se você é um colaborador que participa de reuniões, saiba que a pontualidade é um dos requisitos básicos. Prepare-se antes, leve o material necessário, conheça os demais convidados e apresente-se casoesteja presente alguém novo. Dê sua opinião no momento certo e expresse com firmeza e conhecimento os fatos. Se você tem reclamações a fazer, seja objetivo e apresente soluções pelas quais você mesmo possa colaborar. Caso contrário, você poderá ser visto como um problema e não alguém que quer “somar” com a empresa. Telefone O que precisamos saber é que você deve fazer a identificação de forma clara, com tom de voz adequado. O tom da sua voz já diz muita coisa para quem está do outro lado da linha, sabia? Se você estava ocupado, se você está nervoso ou até mesmo se não gostou de estar ao telefone. Ao atender, diga sempre o nome da empresa ou setor, o seu nome e sobrenome e, logo em seguida, faça uma saudação de bom dia ou boa tarde. Se não souber dar a informação, sinalize que outro setor se encarregará disso. Se a ligação não for para você, transfira. Se tiver que anotar um recado, não se esqueça de transmiti-lo posteriormente. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com Você já ouviu falar em networking? Essa é uma das mais importantes estratégias de relacionamento do mundo dos negócios do século XIX, traduzida do inglês como conceito que representa uma rede de contatos. É a união dos termos em inglês net, que significa “rede”, e working , que significa “trabalhando”. A quantidade de contatos que sua rede tem sem dúvida alguma favorece relacionamentos que poderão colaborar com sua performance profissional. Contudo, o mais importante é a manutenção correta e efetiva desses contatos. Fonte: adaptado de Nakane (2016). Viagens Empresariais Lembre-se sempre que as viagens empresariais devem ser encaradas com muita responsabilidade, principalmente com relação a gastos. Estes devem estar previamente aprovados pela organização que custeará as despesas. Ao retornar da viagem, é importante a prestação de contas junto ao setor responsável. Leve roupas adequadas ao clima e ao tipo de reunião ou evento que participará; cumpra com os horários e não leve uma mala muito grande, afinal, você não voltará com brindes para toda família, não é mesmo? Você ainda terá permissão para a bagagem de mão. Faça seu check-in antecipadamente, quando permitido, e não se esqueça de levar nenhuma documentação. Se for trabalhar com eletrônicos, leve os carregadores e certifique-se da voltagem e normas elétricas. Netiqueta Vivemos na era do grande avanço tecnológico, você não acha? O desafio é constante, principalmente nos negócios, mas a tecnologia nos permitiu agilizar esse processo de comunicação. De todas as inovações, com certeza a linguagem é a que mais merece a nossa atenção. Passamos a utilizar uma linguagem cada vez menos formal, com gírias, abreviações e vários termos técnicos. Será que não estamos esquecendo a importância da comunicação de forma correta? Foi pensando nisso que vários autores estão falando sobre a NETIQUETA. Você sabe o que significa? Netiqueta é um desses novos termos. Net-etiqueta, um código de comportamento para relacionamento na rede. A palavra surge para realçar uma realidade óbvia: a de que duas ou mais pessoas, mesmo em um ambiente virtual, precisam ter alguns parâmetros de comportamento comuns para que a comunicação possa ser mais eficiente e agradável (MATARAZZO, 1999). Sabemos que a internet nos favorece na vida profissional, mas como será que estamos fazendo uso dessa rede? A postura e a hierarquia devem ser respeitadas no ambiente de trabalho, por isso, atente para a troca de e-mails. Eles devem ser sempre formais, direcionados apenas a quem é de interesse, sendo o de hierarquia superior o endereçado e os demais em cópia. Os e-mails são práticos, mas lembre-se que determinados assuntos precisam ser discutidos em reunião, pessoalmente. E você, assina seus e-mails? Revisa suas mensagens antes de enviá-las? Anexa material ao invés de colocar muito texto no corpo do e-mail? Sempre se lembra de preencher o assunto do e-mail? Não utiliza caixa alta, para não parecer que está gritando? Responde seus e-mails com no máximo 24 horas depois de recebidos? https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com Não utiliza o e-mail da empresa para assuntos particulares? Tem o costume de enviar e-mails com cópia oculta? Lembre-se de começar com uma saudação inicial e terminar com um agradecimento. Fonte: a autora. Etiqueta Ambiental Você já ouviu falar em etiqueta ambiental? Cada um tem uma parcela em construir um mundo melhor dentro do ambiente em que vive. Para tanto, estabeleça princípios ambientalistas, evitando desperdícios de materiais e de recursos humanos. No seu trabalho você também é peça importante para contribuir com o meio ambiente. Já pensou em divulgar essas dicas? Faça a sua parte! Como contribuir com a etiqueta ambiental: - Coleta seletiva de lixo - Evitar desperdício de energia e água - Utilizar o mínimo de papel possível - Uso de transporte alternativo ou solidário - Planejar o descarte de material poluente - Arrumar tempo para trabalho voluntário - Participar de ações comunitárias Fonte: Nakane (2016). Agora que já aprendemos bastante sobre etiqueta, cerimonial e protocolo, vamos entender o passo a passo para se organizar eventos e descobrir mais sobre a tipologia. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial/atividades?authuser=0 Página inicial ATIVIDADES 1. Ao recebermos autoridades em um evento, devemos cumprir o cerimonial de diversas formas e uma delas é a através da ordem de precedência para arrumá-las em uma mesa diretora. Sobre essa precedência de mesa, devemos identificar algumas necessidades, exceto: a) Os prismas devem estar previamente arrumados na mesa diretora antes do início do evento. b) O nome da autoridade deve constar na frente e no verso do prisma. c) Um recepcionista poderá ajudar a autoridade a localizar o seu assento. d) Basta colocar o nome da autoridade, não é necessário colocar o cargo da mesma. e) Além do nome, devem constar o cargo e a empresa da autoridade. 2. Várias abordagens envolvem o cerimonial, desde a ligação dele com o protocolo, os símbolos nacionais e a mesa diretora. Sobre esse assunto, marque V ou F, identificando as questões de cerimonial: protocolo é o registro prévio das normas a serem seguidas pelo cerimonial. ( ) O local onde colocamos o mastro das bandeiras é panóplia. ( ) Em uma mesa diretora a maior autoridade é a primeira a fazer o seu discurso. ( ) Quando o hino for tocado por um CD, podemos aplaudi-lo, no final. ( ) Quando estamos de luto, no hasteamento da bandeira ele vai até o topo, para depois ficar a meio mastro. Baseado nas respostas anteriores, qual a opção correta? a) V, F, V, V, F. b) F, F, F, V, F. c) V, V, F, V, F. d) V, V, F, V, V. e) nenhuma das alternativas está correta. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 3. Sempre que formos encarregados de arrumar as bandeiras para um evento, sabemos que, através do decreto 70274, temos algumas exigências a serem cumpridas de acordo com a precedência. Baseado nesta precedência, a posição correta ao arrumarmos as bandeiras abaixo é: a) Brasil, empresa, estado, município. b) Estado, Brasil, município, empresa. c) Município, Brasil, estado, empresa. d) Empresa, estado, município, Brasil. e) Empresa, Brasil, município, estado. 4 . Sabemos que a etiqueta será sempre um diferencial nos ambientes coletivos, nas reuniões, nos negócios à mesa, nas viagens empresariais, na comunicação e na vida social, favorecendo o bomconvívio e a ascensão profissional. Sobre etiqueta social e profissional, marque a opção correta. a) O uso de caixa-alta durante a escrita em um e-mail é considerado como falta de elegância na netiqueta. b) Conhecer as regras de etiqueta melhora a competitividade no mercado de trabalho. c) O traje adequado é aquele que estiver de acordo com o ambiente profissional em que você está inserido. d) O Casual Day é permitido em algumas empresas e você pode aderi-lo. e) Todas as respostas estão corretas. Resolução das atividades Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial/resumo?authuser=0 Página inicial RESUMO Abordamos neste encontro alguns aspectos importantes sobre a organização de eventos. Importante lembrarmos que um evento começa com a sua fase de planejamento, passa para as fases de organização, evento e pós-evento. Em cada fase temos atribuições importantes a serem cumpridas. Ao pensarmos em organizar eventos, temos que ter em mente o sentimento de equipe, de planejamento e inovação, pois sem eles não teremos a capacidade de fazer cumprir a fase de organização de um evento. Aliados ao sucesso de um evento, precisamos colocar em prática as regras de etiqueta, de cerimonial e de protocolo que aprendemos neste estudo. Um cerimonial se constrói com o cumprimento do protocolo e com a aplicação das regras de etiqueta. Descobrimos que o cerimonial é definido como o conjunto de formalidades regulamentadas por lei, tradição, usos e costumes que devem ser observadas em qualquer ato solene ou festa pública. O protocolo é definido como o conjunto de regras referentes ao cerimonial, estabelecido por decreto ou por costume. Sobre etiqueta, discutimos ser o conjunto de estilos, usos e costumes que devem ser observados em atos públicos e solenes. Refere- se ao tratamento formal entre as pessoas. Apresentamos os diversos tipos de cerimonial que você pode trabalhar e identificamos as peculiaridades de cada um. Ainda sobre cerimonial, identificamos como arrumar as bandeiras, como colocar autoridades em uma mesa diretora, de acordo com a precedência, e abordamos algumas regras essenciais sobre a execução do nosso Hino Nacional. Ainda em cerimonial, demos destaque ao profissional que é essencial para o sucesso das cerimônias: o mestre de cerimônias. Vimos as habilidades para ser um e identificamos as qualidades necessárias que esse profissional necessita para desempenhar as suas funções. No encontro sobre etiqueta, aprimoramos nossos conhecimentos com as principais regras sociais e corporativas que nos causarão impacto e diferencial no mercado atual, tão globalizado. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/resumo?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial/eu-indico?authuser=0 Página inicial Material Complementar Leitura Tudo sobre eventos Autor : Gilda Fleury Meirelles Editora : Sts Sinopse : o que você precisa saber para criar, organizar e gerenciar eventos que promovem sua empresa e seus produtos. Comentário : esse livro é uma obra completa sobre eventos e traz muitos exemplos de bandeiras e composição de mesas, podendo agregar conhecimento sobre cerimonial e protocolo. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial/refer%C3%AAncias?authuser=0 Página inicial REFERÊNCIAS BENNETT, Carole. Etiqueta nos negócios . Tradução Thais La Rosa. São Paulo: Cengage Learning; Editora Senac Rio de Janeiro, 2012. (Série profissional). BRITTO, Janaina; FONTES, Nena. Estratégias para eventos : uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo: Aleph, 2002. ( Turismo). FREITAS, Maria Íris Teixeira de. Cerimonial e etiqueta : ritual das recepções. Belo Horizonte: UNA Editoria, 2001. LUZ, Olenka Ramalho. Introdução ao cerimonial e protocolo : público, social e empre- sarial. 1. ed. Curitiba: Editora Santa Mônica, 2000. MATARAZZO, CLAUDIA Net.com.classe/Claudia Matarazzo.- São Paulo. Compzanhia Melhoramentos, 1999. MATARAZZO, Claudia. Net.com.classe . São Paulo. Companhia Melhoramentos, 1999. NAKANE, Andréa; VIEIRA, Francisco de Canindé Gentil. Excelência em comportamento profissional, etiqueta contemporânea: civilidade que gera hospitalidade . 1. ed. Santa Cruz do Rio Pardo, SP: Editora Viena, 2016. SPEERS, Nelson. Cerimonial de conduta : a conduta com boas maneiras. São Paulo: Hexágono Cultural, 1991. SPEERS, Nelson. Cerimonial para relações pública s. São Paulo: Hexágono Cultural, 1984. VIANA, Flávio Benedicto . Universidade: protocolo, rito e cerimonial. São Paulo: Lúmen, 1998. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/refer�ncias?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial/aprofundando?authuser=0 Página inicial APROFUNDANDO Caro(a) aluno(a), agora aprofundaremos nossos conhecimentos a respeito de o que precisamos saber sobre a presença de autoridades em eventos, as representações, discursos e pronunciamentos. O evento só começa após a chegada da pessoa mais importante. Assim, é importante combinar com a assessoria do convidado o horário de chegada, que não deve exceder 15 minutos do horário marcado para o início dele. Quando se faz presente uma autoridade, os demais convidados só podem se retirar depois que ela sair e quaisquer dúvidas sobre a colocação de autoridades devem ser previamente sanadas pelo responsável pelo cerimonial e protocolo. Ao arrumarmos essas autoridades em seus lugares nas mesas diretoras, devemos levar em consideração a posição hierárquica de quem a compõe. Nos exemplos abaixo, podemos verificar quem são as autoridades. Como se trata de uma mesa par, você traça uma linha imaginária dividindo a metade para cada lado. A direita da linha imaginária, ou seja, à esquerda de quem olha, você terá a autoridade número 1, à esquerda da linha imaginária o número 2, ou seja, a segunda maior autoridade. Depois é só intercalar direita, esquerda e assim sucessivamente. Neste caso, a maior autoridade foi um homem e a segunda uma mulher. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Agora vamos analisar dois modelos de mesas ímpares. Com uma quantidade ímpar, conseguimos identificar a pessoa do meio da mesa. Essa pessoa é a mais importante, é quem presidirá o evento. A segunda mais importante fica à sua direita, ou seja, à esquerda de quem olha. Depois é só continuar intercalando. Na imagem abaixo a mulher (1) está presidindo o evento. O homem (2) é a segunda maior autoridade. O homem (3) é a terceira maior autoridade. Logo em seguida, a mulher (4) e o homem (5). REPRESENTAÇÕES Quando uma autoridade envia um representante, são duas as posições que ele pode assumir: 1ª) O representante ou substituto tem seu lugar determinado na cerimônia de acordo com o decreto. 2ª) O representante ocupa, dentro da ordem de precedência, o local que o seu cargo lhe confere, sendo citadocomo representante da autoridade ausente. • Dessa forma, o representante ocupa o lugar que mais o favorecer (o de seu cargo ou o do representante). • Representante de presidente da República, governador ou prefeito ocupa o lugar à direita da autoridade que presidir a cerimônia (esse representante tem lugar de honra, mas não preside a cerimônia). • Em outros escalões, o representante deve ter o mesmo nível hierárquico do representado. • Deputados e vereadores só podem ser representados por deputados e vereadores. • Em almoços e jantares, não são aceitas representações. • O representante deve apresentar um termo formal de representação (credencial). DISCURSOS E PRONUNCIAMENTOS A ordem dos discursos é feita com base na ordem de precedência, na qual o convidado mais importante é sempre o último a falar. O papel do mestre de cerimônias ou de quem preside o evento é fazer a saudação inicial e dar sequência aos atos, nos quais os discursos são proferidos na ordem inversa de precedência. PARABÉNS! Você aprofundou ainda mais seus estudos! https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial/editorial?authuser=0 Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial/editorial?authuser=0 Página inicial EDITORIAL DIREÇÃO UNICESUMAR Reitor Wilson de Matos Silva Vice-Reitor Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor de Administração Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor Executivo de EAD William Victor Kendrick de Matos Silva Presidente da Mantenedora Cláudio Ferdinandi C397 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ . Núcleo de Educação a Distância; ESTEVES , Cristiane Costa; Organização e Gestão de Eventos. Cristiane Costa Esteves; Maringá-Pr.: UniCesumar, 2017. 27 p. “Pós-graduação Universo - EaD”. 1. Gestão. 2. Eventos. 3. EaD. I. Título. ISBN: 978-85-459-1598-0 CCDD - 22 ed. 658.4 CIP - NBR 12899 - AACR/2 Pró Reitoria de Ensino EAD Unicesumar Diretoria de Design Educacional Equipe Produção de Materiais Fotos : Shutterstock NEAD - Núcleo de Educação a Distância Av. Guedner, 1610, Bloco 4 - Jardim Aclimação - Cep 87050-900 Maringá - Paraná | unicesumar.edu.br | 0800 600 6360 Retornar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p�gina-inicial/editorial?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Página inicial O PASSO A PASSO DA ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS Professor (a) : Me. Cristiane Costa Esteves Objetivos de aprendizagem • Compreender o processo do planejamento de eventos. • Assegurar a viabilidade da execução de um projeto. • Discorrer sobre o passo a passo da organização de eventos para a obtenção dos resultados desejados. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Plano de estudo A seguir, apresentam-se os tópicos que você estudará nesta unidade: • Briefing do projeto • Concepção do evento • Atividades especiais para eventos Introdução Estudaremos agora o passo a passo para a organização de um evento, com base no que você precisa saber para torná-lo um sucesso. Importante é não se esquecer de que sem planejamento não conseguiremos nunca o êxito esperado pela equipe e por nossos contratantes. É no planejamento que temos a oportunidade de minimizar erros, buscando sempre vários orçamentos condizentes ao estipulado em contrato; é também nesse momento que começamos a prever o imprevisto, ou seja, em cada ação, uma prevenção. Caso necessário, estaremos preparados. Ao elaborarmos o briefing do projeto de um evento, conseguiremos distinguir as etapas que assegurarão que nada falte para a execução dele, desde a escolha do tema do evento, o público-alvo que queremos atingir, os meios de comunicação para alcançá-los, o que avaliar na escolha da data, horário e local, como elaborar a programação e fazê-la cumprir através da contratação dos recursos humanos e materiais necessários. Ainda neste estudo veremos todos os dados de um evento minuciosamente descritos e que farão parte de um projeto que poderá ser negociado com apoiadores e patrocinadores, captando renda, produtos e serviços para o evento e tornando-o ainda mais uma oportunidade de negócios para muitas empresas divulgarem suas marcas e aliarem-nas a eventos de sucesso. Encerrando o encontro identificaremos como as atividades especiais para participantes podem tornar o evento ainda mais agradável e produtivo e, com isso, movimentar vários segmentos da economia. Estamos falando de um setor que proporciona um grande retorno econômico e social, e que exige cada vez mais a profissionalização entre os organizadores. Seja por geração ou por cap- tação, fazemos parte do turismo de negócios, que atrai cada vez mais pessoas, dentre elas até estrangeiros. Preparado? Vamos começar? Dedique-se a sua leitura! Avançar https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial/unidade-2?authuser=0 UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial https://getfireshot.com Página inicial BRIEFING DO PROJETO Bons eventos exigem uma excelente fase da concepção, na qual colocamos as ideias principais e os objetivos a serem alcançados. Todo evento é a realização de um sonho, a concretização do que está na mente de cada cliente ou de cada participante. Pertencer à equipe organizadora vai além das obrigações de um contrato: envolve cumplicidade, espírito de equipe, detalhes, motivação, ética e amor pelo que se faz. Tornar um evento realidade é torná-lo um produto. O briefing de um evento é o pontapé inicial com as devidas instruções a serem seguidas por toda equipe envolvida, ganhando agilidade no desempenho e eficiência na execução das tarefas. Mensurar resultados fica muito mais fácil se todos os itens forem bem discriminados na fase da concepção. As expectativas de um evento envolvem: reconhecimento das necessidades; elaboração das alternativas para supri-las; identificação dos objetivos específicos; coleta de informações sobre os participantes e patrocinadores; listagens dos resultados desejados; recursos necessários e estimativas econômicas e de tempo. Como, então, podemos definir um projeto? Como elaborá-lo? Através do histórico de outros eventos, dados do cliente e perguntas bem objetivas conseguiremos elaborar um projeto com tudo o que o cliente espera. Projeto é um conjunto de informações sistematicamente ordenadas, que servem para descrever e comparar vantagens e desvantagens quando da realização futura de um certo empreendimento, geralmente visando apoio e aprovação legal ou financeira de terceiros para a sua efetivação (GONÇALVES, 1998). Depois de elaborado o projeto, este é encaminhado para busca de apoio, patrocínio ou outras formas de parceria em um evento. Firmada essa parceria, a divulgação da empresa apoiadora ou patrocinadora será através de merchandising e promoções em camisas, faixas, galhardetes, painéis, backdrop , entre outros. Há ainda a mídia através de revistas, jornais, rádio, televisão, outdoor e assessoria de imprensa. A decisão de investir de uma empresa depende da projeção que esse projeto lhe dará. Cabe ao setor financeiro do projeto elaborar os custos para verificar as formas de captação de recursos, ou seja, as receitas, e com elaselaborar um plano que possa cobrir todas as despesas. Além da visibilidade que o evento poderá proporcionar a uma empresa que nele faça seus investimentos, outros fatores também podem incentivá-las a investir: prazer pessoal, vantagem competitiva, abertura de novos espaços comerciais e ganho da concorrência. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Lembramos que patrocinador é a empresa que destina uma verba do seu budget para investir a sua marca em eventos; ela pode participar como exclusiva ou com cotas de patrocínio, previamente discriminadas no projeto. O apoiador, por outro lado, é a empresa que destina a concessão de produtos ou serviços, não há verba envolvida. Esses produtos ou serviços podem ser: passagens, estadias, alimentos e bebidas, recepção, locação do espaço ou materiais, recursos audiovisuais, gráficas, itens de decoração ou brindes. Fonte: a autora. Analisaremos agora alguns modelos de roteiros que podem ser elaborados pelos organizadores de um evento e que também podem ser adaptados de acordo com o perfil da empresa e a tipologia a ser organizada. De acordo com Zitta (2007), um roteiro completo pode conter as seguintes informações: a. MODELO 1 • Apresentação • Folha de rosto com o nome do evento • Justificativa • Objetivos • Tema • Articulação do conteúdo • Pessoas convidadas para abertura, encerramento e conteúdo • Definição da responsabilidade da equipe organizadora • Divulgação (plano de mídia) • Cronograma geral do evento • Previsão orçamentária • Estudo (análise de coleta de preços) https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com • Apresentação do levantamento de preços • Análise criteriosa da escolha do local de realização MODELO 2 • Capa • Pasta para apresentação do projeto • Folha de rosto • Índice ou sumário • Apresentação do projeto ( o que, para quem, o porquê, como, onde, quando) • Justificativa • Pesquisa de mercado • Local de realização • Data de realização • Horário • Número de participantes • Análise do público-alvo • Patrocínio, apoio e colaboração • Oportunidade de marketing (assessoria de imprensa, publicidade e propaganda e material de merchandising) • Inscrições • Premiações • Comissão organizadora • Plano de ação • Mensagem da comissão organizadora • Histórico do evento anterior • Planejamento financeiro • Custo por pessoa Depois de elaborado o briefing com o cliente, passamos para trabalhar a primeira fase do evento, que é o detalhamento do projeto na fase da concepção. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com CONCEPÇÃO DO EVENTO É na concepção que elaboramos o detalhamento organizacional e gerencial, com a combinação de recursos necessários e com a formalização de decisão. Objetivo Ele deve se dividir em amplo e específico, com todas as justificativas que permitirão e viabilizarão a execução dele, além de indicar como serão avaliados os resultados. Algumas perguntas básicas, por exemplo, o quê, como, quando e quanto, facilitam a organização e a operacionalização. Os objetivos de um evento podem ser vários, dentre eles: discutir e fechar negócios, difundir conhecimentos, entretenimento, reciclagem, comemoração, divulgação ou promoção. Podem atingir resultados qualificados e quantificados junto ao público-alvo, podem alcançar o seu público-alvo através de um lançamento de produto, podem servir para estabelecer um conceito ou recuperar uma imagem, podem ter fim mercadológico ou apenas serem comemorativos. Definido o objetivo, é importante escolher o tipo de evento e o nome do dele. O nome deve ser impactante, atual e traduzir uma mensagem que atraia o público-alvo e fique na memória de todos como sinônimo de sucesso. Âmbitos do evento Agora vamos analisar o que é preciso ao escolhermos o local adequado à realização do evento, tanto no âmbito interno quanto no âmbito externo. a. No âmbito interno podemos avaliar: a capacidade, a acessibilidade, espaços físicos adequados a todas as atividades da programação, elevadores, saídas de emergência, quantidade de banheiros, sinalização, espaço para alimentos e bebidas, salas de apoio para comissão organizadora, recepção e segurança, refrigeração, iluminação, acústica, qualidade das instalações, custo https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com viável, serviços de apoio como limpeza, manutenção e eletricista. b. No âmbito externo: estacionamento, segurança, atrações turísticas, hospedagem e facilidade de acesso. Alguns locais são mais propensos à realização de certas tipologias; basta adequá-los. Veja alguns exemplos de locais para realização de eventos: hotéis, flats, centros de convenções, pavilhões, business centers, espaços empresariais, espaços culturais, buffet e restaurantes, casas de festas, clubes, ginásios, auditórios e até mesmo espaços alternativos. As referências mais observadas ao analisar o espaço para eventos são: • Acessibilidade (facilidade de acesso dos aeroportos, ferrovias e rodovias); • Estacionamento próprio (verificar se o número de vagas é suficiente); • Serviços de transportes públicos e privados (linhas de metrô, trem, ônibus e táxi); • Atendimento (em número adequado de atendentes, profissional, rápido e eficiente); • Sinalização externa e interna do local (adequada e com boa visibilidade); • Entrada principal (de fácil localização e ampla o suficiente para acomodar bem o número esperado de participantes); • Facilidades (farmácia, pronto-socorro, lojas de conveniência e de presentes); • Outros (guarda-volumes, cofres); • Elevadores e rampas de acesso; • Elevadores de acesso e de carga em número suficiente. Fonte: Martin (2003). Escolha de data, horário e duração do evento Agora vamos analisar como escolher a data do evento, que não pode correr o risco de falhar por falta de adesão e participação do público-alvo. Procure verificar o calendário anual de eventos da empresa, da cidade ou ainda do país através dos feriados nacionais. Verifique também a agenda das pessoas que vão compor a programação oficial do evento, sejam elas palestrantes, conferencistas, especialistas, bandas, entre outras atrações. Outros aspectos importantes são os eventos concorrentes e a estação do ano. Com relação aos eventos concorrentes, estes podem dividir o público e afetar a logística, dificultando o acesso ou ainda no que diz respeito à disponibilidade para hospedagem; com relação à estação do ano, verifique as condições da natureza, como épocas de frio ou calor intenso e espaços ao ar livre. Evitar locais com graves crises, sejam elas políticas, religiosas, cívicas ou socioeconômicas, também é uma estratégia. Com relação ao horário e à duração do evento, esses são definidos pela tipologia dele. A cidade que sediará o evento também tem sua contribuição, podendo aumentar a permanência do participante para aproveitar as atrações turísticas do local, ou seja, depois de ser um turista de eventos, ele passará a ser um turista de lazer e ainda vai gerar renda local. Público-Alvo Agora veremos quem é o público-alvo de um evento, ou seja, para quem estamos fazendo todo nosso planejamento tornar-se realidade. Saiba que as estratégias de divulgação corretas conseguirão alcançar o seu público-alvo; sem elas todo esforço será em vão. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com Podemos classificar o público em interno e externo. Interno, em eventos fechados: diretoria, gerência e supervisão, funcionários, revendedores e promotores autônomos. Externo, em eventosabertos ou por adesão: participantes, convidados, vips, expositores, autoridades, imprensa, fornecedores, patrocinadores e apoiadores. O público também é classificado pela natureza socioeconômica, faixa etária, sexo, formação acadêmica, cargo que ocupa, empresas que representam, nacionalidade, religiosidade ou ainda experiência profissional. Quando compram um evento, os clientes não compram produtos, mas expectativas. E isso significa atenção, afetividade, simpatia, reconhecimento e sinceridade. Evento é um produto de extremo valor, que não pode ser testado adiantadamente, e o que induz o cliente a comprá-lo é simplesmente a perspectiva de satisfação de suas necessidades. (MARTIN, 2003). Para Martin (2003), eventos, como todos os demais serviços, são bens intangíveis: não se podem segurá-los, nem os levar para casa. A motivação de quem o compra, e que também deve ser de quem o organiza e produz, está em ser encantado e na possibilidade de ter suas expectativas e necessidades satisfeitas (CANTON, 2000). Programação Agora vamos falar sobre programação. O que você entende por programação? É a descrição organizada e sequencial das diferentes atividades que acontecerão no evento, ou seja, é o fluxo das diversas atividades, ordenadas por temário, data e horário de realização. A programação é definida para facilitar a compreensão do tema escolhido (MARTIN, 2003). O cumprimento da programação é essencial para o sucesso do evento e para a fidelização do cliente, baseado na ética e nos princípios profissionais. Na elaboração do evento, você pode anunciar uma programação preliminar e mais próximo ao evento enviar a programação oficial, mas lembre-se que, uma vez enviada a programação, esta deverá ser seguida rigorosamente, inclusive sem atrasos, que nunca deveriam ser permitidos, sem falar que é uma extrema falta de etiqueta. Na programação podem conter, além dos temas e conteúdos que serão aborda- dos, os horários de cada ação com os respectivos palestrantes. Para ficar ainda mais completa a sua informação, coloque também um breve perfil de cada palestrante e o nome da sala onde acontecerá cada palestra. Na programação também devem ser inseridas as atividades paralelas, as premiações, apresentações, as solenidades, os momentos sociais (almoço, jantar, coquetel, coffee-break ), as parcerias com transporte, hospedagem, agências de viagens, formas de pagamento ,e é claro, o nome das empresas patrocinadoras e apoiadoras. Durante a programação, com certeza terão momentos em que estarão agendados encontros à mesa. Os horários de cada atividade envolvendo alimentos e bebidas também devem estar discriminados na programação, conforme mencionado. Então vamos aos detalhes: • Cumpra o horário do serviço. • O número de pessoas deve ser passado de forma correta para o contratado de alimentos e bebidas. • Verifique se houve ausência ou acréscimo de participantes e informe à cozinha; além disso, saiba como deverá ser feito o pagamento em ambos os casos. • Restrições alimentares de um participante ou palestrante devem ser prioridade. • Se o serviço for sentado, verifique a quantidade de assentos e providencie um percentual a mais para não correr o risco de ficarem pessoas em pé, afinal, nem todos se conhecem e de repente não querem ficar juntos na mesma mesa. • Calcule a quantidade certa de garçons para o serviço. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com Você acha que é possível agradar a todos com a programação planejada? Claro que não. Isso se deve a vários fatores, entre eles: os participantes têm vivências, experiências e expectativas diferentes, e o grau de conhecimento sobre o assunto difere de pessoa para pessoa. O importante é fazer cumprir o que está no contrato com cada participante, assim você, empresa ou prestador de serviços, estará isento de questionamentos. Fonte: a autora. Gastronomia Agora vamos ver alguns aspectos importantes sobre gastronomia e eventos a serem visualizados durante um evento: • Cuidado com o cheiro de gordura no ambiente. • Se o serviço for de churrasco, sempre haverá fumaça, por isso veja onde distribuir os participantes. • Alimentos devem estar sempre cobertos. • Durante o evento podem cair alimentos, guardanapos ou palitos no chão, por isso mantenha o serviço de limpeza sempre por perto. • Identifique os pratos, pois além de servir para identificar o sabor, pode evitar algum problema com participantes que tenham alergia a algum alimento. • Mantenha sempre as mesas e louça bem limpas, afinal, apresentação e higiene combinam. • Quando as mesas forem cobertas com toalhas ou jogos americanos, esses devem estar impecáveis. • Um alerta: quem trabalha com a comida não trabalha com o dinheiro. • Lembre-se que a cozinha pode ser visita a qualquer momento, portanto sinta-se a vontade se achar necessário conhecê-la. • Evite colocar mesas próximas aos banheiros. • Toda equipe de alimentos e bebidas deve manter a higiene pessoal, principalmente no que diz respeito a cabelos e unhas, além de estar com uniformes limpos. Com a finalidade de que todo o seu planejamento dê certo, não se esqueça de elaborar o cronograma, ou seja, a distribuição ordenada do evento, especificando as responsabilidades, atividades e o tempo para a realização de cada uma delas, definindo resultados (ZITTA, 2007). O cronograma permite o redimensionamento das ações, caso alguma atividade não consiga ficar pronta no prazo previsto; além disso, ele pode ajudar na redução de custos, através do tempo hábil para pesquisa de preços, ou seja, todas as etapas da concepção descritas no projeto, rumo ao sucesso dele. Para Britto e Fontes: Eventos são todos os acontecimentos previamente planejados, organizados e coordenados de forma a contemplar o maior número de pessoas em um mesmo espaço físico e temporal, com informações, medidas e projetos sobre uma ideia, ação ou produto, apresentando os diagnósticos de resultados e os meios mais eficazes para se atingir determinado objetivo. (BRITTO E FONTES) https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com ATIVIDADES ESPECIAIS PARA EVENTOS As atividades especiais para eventos são aquelas promovidas paralelamente à programação principal e tem como objetivo a confraternização e o entretenimento dos participantes de um evento, podendo inclusive promover a cidade e seus atrativos turísticos. Baseado nisso, sempre que uma cidade fizer sua campanha de captação de eventos e tornar-se cidade-sede, ela deverá oferecer atrativos e estrutura turística capazes de responder positivamente aos desejos dos visitantes. A viabilidade dos eventos complementares deve observar os seguintes aspectos: amplitude e repercussão das novas promoções e sua influência na atitude do público, necessidade de mudanças na programação original, conflitos de interesses entre o evento principal e os complementares, receptividade do público em relação às atividades de suporte e horários diversificados de realização dos eventos complementares, de forma a possibilitar a participação do público em todas as atividades programadas. Ao elaborarmos as atividades especiais, devem ser analisados os seguintes aspectos: fatores locais que podem ser agregados ao evento principal, atividades que podem proporcionar maior retorno e benefício financeiro à localidade, a empresas ou entidades participantes, faixa de idade ou grupos para onde poderão ser direcionados os eventos especiais e pessoas ou grupos que apresentam maior identidade e relacionamento com o evento principal, tais como esportistas, médicos, professores, entre outros, com vista na promoção de iniciativas para a integração no programa do evento complementar (ZANELLA, 2003). Visitas técnicas objetivam proporcionar às participantes visitas a fábricas, empresas industriais, comerciais e de serviço paramaior relacionamento pessoal e conhecer os processos de produção, instalações e outras pessoas. Em geral, as visitas integram a programação do evento, podendo, porém, ser facultativa a participação. Essas visitas são patrocinadas por empresas e a comissão organizadora é responsável por escolher a data, horário, elaborar roteiro, transporte, refeições, recepção no local. Lembre-se que em algumas visitas o uso de roupas ou equipamentos especiais, tais como óculos, calçados e capacetes, é recomendado. Fonte: adaptado de Zanella (2003). https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com Essas atividades turísticas podem ser passeios pela cidade e seus pontos turísticos, ou ainda serem realizadas por excursões, podendo haver ou não o pernoite. Uma das formas que o participante tem de conhecer a cidade-sede do evento e se sentir seguro com as opções é quando elas são elaboradas pela comissão organizadora. Além disso, é um momento em que o participante pode levar o seu acompanhante. Temos também as atividades culturais e as de lazer. A programação social complementa o evento, mas não é obrigatória, assim como as demais. As parcerias com centros culturais, teatros, museus e a contratação de guias são essenciais para o sucesso dessa atividade. Roteiros de compras, shows, peças de teatro, visitas a museus, praias e cachoeiras, fazem parte dessas atrações. Além dessas atividades mencionadas, temos também as que proporcionarão momentos de confraternização e descontração, sem falar no network que as elas poderão oferecer. A comissão organizadora poderá solicitar descontos especiais para grupos, brindes do local ou até mesmo cortesias. Essas atividades podem ser sociais, tais como: almoço, jantar, by night , chá da tarde, happy hour e festas ou bailes de encerramento do próprio evento. Atitudes importantes ao receber os participantes nas atividades: - alegria satisfação e profissionalismo; - preocupação com a integridade física de cada participante; - oferecer sempre informações que facilitem a integração do participante com os demais de um evento. (a autora) Todos esses serviços que serão oferecidos a participantes e acompanhantes devem levar em consideração alguns procedimentos, tais como: quem cuidará da recepção; fazer com que esse contato seja o cartão de visita do evento e demonstrar atenção e respeito aos participantes e acompanhantes, seja nos aeroportos, hotéis ou pontos turísticos (FREITAS, 2001). Em cada receptivo, não devemos enviar apenas o motorista: este deve ir acompanhado de alguém da comissão organizadora que faça o papel de anfitrião, ou até mesmo o presidente do evento, dependendo do grau de importância do convidado. É interessante que durante essas atividades sejam distribuídos brindes do evento, camisetas, bonés, bótons, entre outros. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial/atividades?authuser=0 Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial/atividades?authuser=0 Página inicial ATIVIDADES 1. Sabemos que ao escolhermos o local para a realização de um evento, vários fatores são envolvidos, ocasionando o sucesso do dele. Identifique-os: a) Capacidade x número de convidados. b) Facilidade de acesso, estacionamento e segurança. c) Refrigeração e acústica. d) Salas de apoio. e) Todas as respostas estão corretas. 2. Ao elaborarmos o planejamento de um evento, montamos um projeto e este envolve uma série de detalhes, a saber : a) Não precisa fornecer dados e informações que auxiliem na decisão de implementação. b) Não precisa ser rico em detalhes, basta colocá-lo bastante resumido em uma página, pois as perguntas poderão ser feitas depois do evento. c) Todo projeto deve fornecer orientações para avaliação de desempenho da operação/realização. d) Depois de elaborado, não tem a função de buscar apoio e patrocínio. e) Projeto é a mesma coisa que cronograma e programa. 3. Ao planejarmos o projeto de um evento não podemos esquecer de inserir as atividades paralelas que vão compor a programação e oferecer um diferencial ao evento para participantes e acompanhantes. Por isso : a) Sabemos que vários segmentos da economia estarão envolvidos, na prestação desses serviços. b) Seria ideal que todas acontecessem no mesmo horário do evento. c) Devemos elaborar apenas atividades culturais. d) Devemos elaborar apenas atividades sociais. e) Devemos elaborar apenas atividades turísticas. Resolução das atividades Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial/resumo?authuser=0 Página inicial RESUMO Neste estudo identificamos o que é um projeto e como devemos elaborá-lo, levando em consideração que ele será apresentado a empresas para captação de recursos, e essas farão parte do evento como apoiadoras ou patrocinadoras. Aprendemos no capítulo 2, na fase da concepção, que todos os detalhes colocados no papel dão origem ao projeto que servirá de embasamento para o início de um trabalho bem feito, para quem quer começar a trabalhar com eventos ou para quem já trabalha, permitindo uma visão mais abrangente e apurada das tarefas a serem desempenhadas. Conhecemos também as vantagens e as características básicas de um planejamento bem elaborado na concepção de um evento com a ajuda de um cronograma. Verificamos que os principais fatores a serem construídos na fase da concepção são: tipo, tema, data, horário, duração, local, objetivo, público-alvo, programação, serviço de alimentos e bebidas e formatação de mesas. Por último, analisamos o cenário das atividades paralelas, e como suas diversidades tornam o evento ainda mais atraente para o participante e para o seu acompanhante. Lembrando que a cidade-sede sempre terá que apresentar condições e atrações sociais, culturais, turísticas e de lazer, para abraçar esse participante e recepcioná-lo com a verdadeira hospitalidade. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/resumo?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial/eu-indico?authuser=0 Página inicial Material Complementar Leitura Organização e Gestão de Eventos Autor : Johnny Allen; William O’Toole; Ian McDonnell; Robert Harris Editora : Campus Sinopse : na última década, a gestão de eventos deixou de ser uma área de atuação de amadores dedicados e habilidosos para se tornar um campo de profissionais treinados e qualificados. Existem diversas razões para essa mudança. Este livro busca apreender e refinar esse arcabouço de conhecimento e documentá-lo de uma forma que seja útil tanto para pesquisadores quanto para profissionais do ramo. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial/refer%C3%AAncias?authuser=0 Página inicial REFERÊNCIAS BRITTO, Janaina; FONTES, Nena. Estratégias para eventos : uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo:Aleph, 2002. (Turismo). CANTON, Antonia Marisa. Eventos. In: ANSARAH, Marília (Org.). Turismo : como aprender, como ensinar. São Paulo: Senac, 2000. p. 305. FREITAS, Maria Íris Teixeira de. Cerimonial e etiqueta : ritual das recepções. Belo Horizonte: UNA Editoria, 2001. GONÇALVES, Carmem Lucia Alves. Organização de eventos com arte e profissionalismo. Fortaleza: SEBRAE, 1998. MARTIN, Vanessa. Manual prático de eventos. São Paulo: Atlas, 2003. ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos : planejamento e operacionalização. São Paulo: Atlas, 2003. ZITTA, CARMEM. Organização de eventos: da ideia à realidade. Brasília: Editora Senac-DF, 2007. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/refer�ncias?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial/aprofundando?authuser=0 Página inicial APROFUNDANDO A organização do espaço para o evento, ou seja, a formatação das mesas, vai variar de acordo com a tipologia. Dentre os exemplos de formatação podemos citar: U, V, O, T, quadrada, redonda, oval, retangular, senado, espinha de peixe, pente, auditório, escolar, banquete, meia-lua e retangular vazada. Para saber o tipo adequado a cada evento, além da tipologia analise o espaço escolhido para o evento e a quantidade de público que ele terá. O importante é que todos fiquem bem acomodados, com boa visibilidade e não falte lugar para ninguém. À medida que as pessoas confirmam suas presenças no evento, podemos marcar seus lugares à mesa, inclusive com prismas de mesas. Montado o plano de mesa, ele é apresentado ao chefe do cerimonial, mas lembre-se que a medida da mesa define o número de convidados (FREITAS, 2001). Você conseguirá visualizar agora alguns tipos de formatação de mesas e quais os tipos de eventos que podemos organizar para cada formatação. A formatação em U é apropriada para pequenas convenções, minicursos, almoço de negócios ou ainda uma palestra para um público dirigido. Quando o evento reúne um público maior destinado à reciclagem e aprendizado, e há necessidade de ser fazer anotações, a tipologia pode ser: seminário, congresso, curso de longa duração, e a formatação escolar com mesas e cadeiras é a adequada. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Os eventos sociais com o objetivo de confraternização em propósito de algo, pedem a formatação banquete. Com essa formatação podemos organizar café da manhã, brunch , almoço, jantar, coquetel, chá da tarde, ceia; além disso, podemos ter esse serviço de A&B inserido nos eventos, como lançamentos, casamentos, 15 anos, bodas, entre outros. Reuniões, pequenos treinamentos e videoconferências utilizam a formatação quadra ou retangular, em que todos podem conversar entre si e fazer as devidas anotações. Espetáculos de teatro, grandes convenções, conferências, abertura e encerramento de congressos, concertos, ópera, show, entre outros, podem utilizar a formatação auditório. Os participantes ou convidados se acomodam nas poltronas e o espaço deve ser reservado prevendo o número que será recepcionado. PARABÉNS! Você aprofundou ainda mais seus estudos! Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial/editorial?authuser=0 Página inicial EDITORIAL DIREÇÃO UNICESUMAR Reitor Wilson de Matos Silva Vice-Reitor Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor de Administração Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor Executivo de EAD William Victor Kendrick de Matos Silva Presidente da Mantenedora Cláudio Ferdinandi C397 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ . Núcleo de Educação a Distância; ESTEVES , Cristiane Costa; Organização e Gestão de Eventos . Cristiane Costa Esteves; Maringá-Pr.: UniCesumar, 2017. 27 p. “Pós-graduação Universo - EaD”. 1. Gestão. 2. Eventos. 3. EaD. I. Título. CDD - 22 ed. 658.4 CIP - NBR 12899 - AACR/2 Pró Reitoria de Ensino EAD Unicesumar Diretoria de Design Educacional Equipe Produção de Materiais Fotos : Shutterstock NEAD - Núcleo de Educação a Distância Av. Guedner, 1610, Bloco 4 - Jardim Aclimação - Cep 87050-900 Maringá - Paraná | unicesumar.edu.br | 0800 600 6360 Retornar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p�gina-inicial/editorial?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Página inicial COMO GERENCIAR OS EVENTOS Professor (a) : Me. Cristiane Costa Esteves Objetivos de aprendizagem • Descrever os principais setores de apoio aos eventos. • Elaborar a logística de um evento. • Elaborar um checklist para eventos. • Identificar a contratação dos recursos humanos, materiais e audiovisuais para eventos. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Plano de estudo A seguir, apresentam-se os tópicos que você estudará nesta unidade: • Pré-evento • Logística • Checklist • Recursos humanos, materiais e audiovisuais Introdução Estudaremos agora sobre como nos organizarmos para as fases do pré-evento e evento, afinal, depois de um bom planejamento, é hora de colocar a mão na massa. É na fase do pré-evento que o coordenador geral começa a concretizar todas as ideias, contratando os recursos humanos necessários à execução do projeto, se preocupando com a reserva do espaço e a forma de alcançar o público-alvo através da divulgação. Finalizada essa parte, cumprindo o cronograma, alcançamos a fase do evento ou sua operacionalização. Veremos então como a logística do evento deve ser montada, envolvendo comissões de trabalho: comissão executiva, comissão de transportes, comissão de cerimonial e protocolo, comissão de comunicação social ou marketing , comissão de exposição, comissão de festejos, comissão de finanças, comissão de hospedagem, comissão de inscrições, comissão de ornamentação e sinalização, comissão de programa, comissão de recepção e hospitalidade e comissão de segurança. Logo em seguida abordaremos como elaborar o checklist , aquela listagem bem detalhada de tudo que cada setor precisará em todas as fases de um evento. Com ela, minimizamos muitos erros! Ainda neste encontro, identificaremos os recursos humanos, materiais e audiovisuais. Sobre recursos humanos, veremos quem poderemos contratar para um evento, qual a quantidade de profissionais e qual a carga horária a ser cumprida por eles. Encerrando o encontro, falaremos sobre os recursos materiais e audiovisuais, que são excelentes apoios para qualquer organizador e fazem parte do plano de orçamento a ser incluso e enviado para aprovação do cliente. Pronto para começar? Boa leitura! https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial https://getfireshot.com Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial/unidade-3?authuser=0 Página inicial PRÉ-EVENTO Depois de planejado o evento, iniciamos as fases do pré-evento e sua operacionalização, buscando alcançar a viabilidade financeira e administrativado projeto. São nessas fases que buscamos a integração das diversas atividades em que cada profissional contratado, com suas respectivas especializações, fará parte de uma equipe. É nessa fase do pré-evento que é nomeado o coordenador geral, que tem a função de dividir todos os contratados em comissões, as quais devem possuir coordenadores setoriais para orientarem as respectivas atribuições e responsabilidades. As comissões de trabalho são: comissão executiva, comissão de transportes, comissão de cerimonial e protocolo, comissão de comunicação social ou marketing, comissão de exposição, comissão de festejos, comissão de finanças, comissão de hospedagem, comissão de inscrições, comissão de ornamentação e sinalização, comissão de programa, comissão de recepção e hospitalidade e comissão de segurança (ANDRADE, 1999). Através dessa divisão será possível implantar sistemas de controle das operações, elaborar e controlar os orçamentos e o fluxo de caixa, acompanhar o cronograma de atividades, organizar reuniões técnicas para acompanhamento do cronograma, supervisionar instalação e montagem das salas da logística, realizar as licitações e pesquisa de preços e elaborar normas de serviço para segurança na rotina de trabalho e normas de conduta dos profissionais envolvidos. Fonte: a autora. Comissão Executiva e Comissão de Finanças https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 A comissão executiva é responsável por controlar datas e horários, locais reservados e a capacidade deles; administrar as tarefas da secretaria; contratar, treinar e verificar o funcionamento dos serviços disponíveis, bem como disponibilizar serviços especiais aos participantes e arrumar o material na fase pós-evento. Enquanto isso, a comissão de finanças cuida do equilíbrio entre as receitas e as despesas do evento e, dependendo do tipo do evento, o objetivo não será o lucro, e sim não ter prejuízo financeiro. Comissão de Transportes Responsável pela contratação dos mais variados tipos de transportes, sejam eles aéreo, rodoviário, fluvial ou marítimo. Dependendo do evento, ela fará a contratação de vans ou ônibus para as atividades paralelas, assim como a contratação do traslado dos participantes (aeroporto/ hotel/local do evento). Eventualmente a contratação de motoristas e manobristas se encaixará também nessa comissão. Informações sobre aluguel de transporte local ou ainda contato com empresas de táxis ou Uber poderão surgir durante a vinda e a permanência do participante. Comissão de Cerimonial e Protocolo Essa comissão deverá fazer o elo com todas as demais, pois é através dela que todo roteiro do evento fluirá. Comissão de Comunicação Social ou Marketing Responsável por promoção, divulgação, publicidade e relações públicas, definindo as ações para a identificação do evento, fixação da sua imagem e sucesso da sua marca. Comissão de Exposição Administrará as exposições relacionadas com o evento; elaborará o material com informação sobre preços, espaços e layout da exposição; promoverá a venda de espaços e fornecerá a lista dos expositores. Coordenará os serviços na área de exposição; determinará quais serviços estão integrados aos valores da reserva de espaço e quais são de responsabilidade dos expositores e trabalhará de comum acordo com a comissão de serviços gerais. Para o trabalho dessa comissão são elaboradas planilhas, são feitas pesquisas de preços, discutidas formas de pagamento e controle do orçamento. Comissão de Hospedagem https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com Além da pesquisa de preços, a comissão de hospedagem se responsabiliza por alojar os envolvidos no evento. Essa função tem um trabalho prévio de orçamento nos hotéis e alojamentos alternativos, e a tabela de preços é disponibilizada para os participantes. O controle da reserva e pagamento também pode ser feito por essa comissão, assim como a alteração de check-in . Alguns eventos também fazer uma permuta com alguns meios de hospedagem para hospedar palestrantes, VIPs ou patrocinadores do evento. Comissão de Programa e Inscrições Responsável pela programação do evento, incluindo apresentações de trabalhos, escolha dos moderadores dos debates, participantes especiais e autoridades. A comissão de programa elabora também os eventos sociais, as atividades recreativas, culturais, turísticas e de lazer para participantes e acompanhantes. Após a divulgação do evento, começam a surgir as inscrições, e é através dessa comissão que são feitos os controles diários das reservas e dos pagamentos para a participação de cada inscrito. Além de realizar e confirmar as inscrições, a comissão de inscrições também pode ficar encarregada de dar informações gerais sobre o evento e sobre a cidade-sede. Comissão de Ornamentação e Sinalização A sinalização do evento é fundamental para a recepção dos participantes, seja ela para conduzi-los ao ambiente do evento, às salas de apoio, aos espaços alternativos ou para sinalizar mudanças na programação ou até mesmo interdição de alguma área. A ornamentação é responsável pelo glamour do evento; nela podemos encontrar flores, tecidos, móveis, velas, abajures, entre outros itens decorativos que vão variar de acordo com a tipologia. Comissão de Festejos, Recepção e Hospitalidade Em parceria com a comissão do cerimonial, a comissão de festejos coordenará todos os eventos sociais previstos na programação, desde o seu planejamento, controle de ingressos, número de convidados e serviços ligados à atividade até sua a execução. A comissão de recepção e hospitalidade é a anfitriã do evento, prestando assistência aos VIPs, aos patrocinadores, aos convidados especiais, palestrantes e acompanhantes. Uma comissão destacada para recepcioná-los no aeroporto, no hotel, supervisionando suas necessidades durante o período do evento e acompanhando-os até a sua partida. Comissão de Segurança Cada vez mais nos preocupamos com a segurança nos eventos e ela diz respeito à: segurança geral, ostensiva, de trânsito, contra incêndios, sistema de comunicação e sistema de seguros (ANDRADE,1999). Somos responsáveis pelos participantes do evento, nunca se esqueça disso! https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com LOGÍSTICA Na fase da operacionalização, a logística é fundamental para dimensionar os espaços de eventos e garantir que se alcancem os objetivos. Podemos destacar as seguintes montagens: a. Sala VIP Essa sala é destinada a recepcionar autoridades, convidados especiais, palestrantes e personalidades, com uma estrutura sofisticada de decoração e alimentos e bebidas. A sala VIP sempre conta com uma excelente refrigeração, conforto, banheiros, telefones e atendimento por recepcionistas. b. Sala de imprensa Serve para atender aos representantes dos veículos de comunicação social, organizar as entrevistas coletivas e o serviço de reportagem fotográfica, e fornecer o press kit do evento. Há várias ferramentas com as quais o relações públicas pode divulgar um evento, entre elas através do press-release, kits para a imprensa, alertas para a mídia, notícias do evento e da organização, itens de propaganda especial, volantes, fotos e livretos (HOYLE, 2008). https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com c. Sala de segurança Contratação de seguranças, dimensionar a quantidade de acordo com a quantidade de participantes esperada e levar em consideração a tipologia de eventos. Podemos também pensar em uma sala para monitorar as câmeras de segurança espalhadas por todo local do evento. b. Sala de imprensa Servepara atender aos representantes dos veículos de comunicação social, organizar as entrevistas coletivas e o serviço de reportagem fotográfica, e fornecer o press kit do evento. Há várias ferramentas com as quais o relações públicas pode divulgar um evento, entre elas através do press-release , kits para a imprensa, alertas para a mídia, notícias do evento e da organização, itens de propaganda especial, volantes, fotos e livretos (HOYLE, 2008). c. Sala de segurança Contratação de seguranças, dimensionar a quantidade de acordo com a quantidade de participantes esperada e levar em consideração a tipologia de eventos. Podemos também pensar em uma sala para monitorar as câmeras de segurança espalhadas por todo local do evento. d. Sala de comissões técnicas Sala destinada para encontro das comissões que desenvolverão temas e subtemas durante a programação. e. Sonorização Espaço onde ficará o som e a iluminação do evento, podendo ter também uma cabine de tradução simultânea. f. Sala de emergência Pode ser com uma enfermeira, pode ser com médico e enfermeiros ou até mesmo com uma UTI móvel, dependendo do público esperado. g. Sala de armazenamento de equipamentos É o local onde a empresa contratada para prestação de serviços de sonorização, iluminação, vídeo, dentre outros poderá armazenar seus equipamentos para resguardá-los ou mesmo para manter equipamentos sobressalentes. O local deve ser seguro e possuir ventilação adequada aos equipamentos eletrônicos (BRITTO, 2002). h. Sala de videoconferência Utilizada para reunir pessoas de outras localidades, podendo ser a nível nacional ou até mesmo internacional. Para que a videoconferência aconteça, há a necessidade da contratação de todo material e de uma equipe especializada que saiba operar todo equipamento (computadores, câmeras de vídeo, microfones e linhas de telefone). i. Secretaria executiva https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com É o local de recepção dos participantes e de trabalho da equipe de recepcionistas, tendo como atribuições a recepção do público em geral, recepção dos participantes, registro de novas inscrições, entrega de material do evento, controle de presença, atualização de cadastro e endereços, cadastramento de autoridades e informações gerais (BRITTO, 2002). É na secretaria executiva que causamos a primeira impressão do atendimento personalizado e diferenciado. Os recepcionistas que trabalharem nesse setor devem estar uniformizados, pois a aparência pessoal em eventos é fundamental, e a identidade visual da equipe deve ser homogênea. CHECKLIST Vamos analisar agora um modelo de checklist para ajudá-lo nos preparativos de um evento, em todas as fases dele: • Criação e arte – criação do folder e arte final, fotolito do cartaz, fotolito do folder. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com • Material Gráfico – folder com ficha de inscrição, folder sem ficha de inscrição, cartazes, pastas, crachás, blocos, certificados de participação, recibo de inscrições, ficha de avaliação do evento, mapas de localização e informações, papel timbrado, envelope timbrado, ficha para perguntas. • Diversos – cordão para crachá, porta-crachá, caneta, folheteria da cidade, brindes. • Material para divulgação – imprensa-release do evento e home page do evento. • Programação visual – banner, placas, faixas, sinalização no aeroporto, na rodoviária e no hotel. • Entretenimento – grupos musicais, folclóricos, corais, grupos teatrais. • Passagens aéreas – nacionais e internacionais. • Serviço de recepção – aeroporto, rodoviárias, hotel, evento. • Recursos humanos – secretaria, motorista, pessoal de apoio, coordenação do evento e palestrantes. • Serviços de apoio e turístico – ônibus, van, micro-ônibus, carros, tours. • Material de secretaria – papel para impressora, calculadora, durex, fita-crepe, caixa de grampos, caixa de clips, quadro branco, grampeador, perfurador, régua, borracha, canetas, lápis, caneta para quadro branco, cartolina, blocos, corretivos, barbante, tesoura, cola, cartucho da impressora, envelopes. • Cerimonial – mestre de cerimônias, autoridades, intérprete, equipamento de tradução, transmissão simultânea, atrações, garçom. • Acessórios para cerimonial – toalhas, flores, café, copos de café, água mineral, copos para água, microfones, bandeiras, mastros, panóplia, tribuna e hinos. • Alimentação – almoço, jantar, coffee-break , coquetel, eventos festivos. • Hospedagem – hotel, pousadas, albergues. • Montagem de feiras – lona, stands, tablados, segurança, locação de móveis, limpeza e recepcionistas. • Pós-evento – prestação de contas, relatório final, ofícios de agradecimento, fotos, edição de vídeo e retirada de material de divulgação. (NAKANE, 2000). Evente-se, crie eventos para si próprio, em seu trabalho, lazer e entretenimento e em sua vida pessoal, reunindo clientes, amigos, parentes, colegas de trabalho e público em geral, mas nunca deixe de elaborar um checklist , independentemente da tipologia (MELO NETO, 2000). https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com RECURSOS HUMANOS, MATERIAIS E AUDIOVISUAIS A supervisão da logística é responsável por todos os recursos humanos necessários à operacionalização do evento, quer seja da organização ou da empresa organizadora. Constituem-se das pessoas locadas na secretaria, no receptivo, na manutenção, no apoio, na segurança, entre outros (BRITTO, 2002). A natureza sazonal dos eventos aliada ao grande movimento de massa gerado num curto período de tempo eleva ao primeiro plano a necessidade, muitas vezes inevitável, da contratação de mão de obra temporária, que trabalhará apenas durante a realização dos eventos. Uma das importantes características dos eventos está em ser uma importante fonte geradora de empregos, mantendo também outro padrão do turismo brasileiro: o de três empregos indiretos para cada direto e terceirizado. Fonte: adaptado de MARTIN (2003). Recursos Humanos O que se faz necessário é uma excelente seleção, acompanhada de um treinamento, pois, de acordo com a tipologia do evento, as funções podem variar de profissional a profissional. Não se esqueça de falar sobre o contrato, o cumprimento do horário de chegada e saída, a eventual necessidade de hora extra, o uniforme, o horário de intervalo para refeições e o transporte. A boa apresentação, o raciocínio lógico, o espírito de liderança, a empatia, o receber e dar feedback, a administração de conflitos e imprevistos, a tomada de decisões e o gerenciamento de pessoas fazem parte das qualidades dos recursos humanos de um evento. Acompanhe uma listagem dos recursos humanos que podemos contratar para um evento: Recepcionistas, jornalistas, monitores de recreação, programador visual, digitadores, mestre de cerimônias, operadores de som e luz, cameraman, fotógrafo, tradutor, intérprete, auxiliar de serviços gerais, segurança, enfermeiro, médico, copeiro, garçom, maître, comitê de recepção, assessor de imprensa, manobrista, office- boy , operador de vídeo, pessoal de manutenção, engenheiro, arquiteto, cenógrafo, coreógrafo, designer, produtor gráfico, eletricista, camareira, maquiador, artistas, guia de turismo, secretária, telefonista, cabeleireiro, massagista, decorador, guia, equipe administrativa, equipe do financeiro e equipe de divulgação do evento. Fonte: a autora. Recursos materiais https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com Reúnem todos os produtos necessários para garantir a operacionalização de seu evento. Vamos ver alguns exemplos: balcões de informações, cadeiras, carpete, mesas, tribunas, podium, palco, painéis, toalhas, passarelas, divisórias, estantes, bandeiras, mastros, panóplias, guarda-sol, materialde higiene e limpeza, material de segurança, brindes, placas de homenagens, troféus, medalhas, lixeiras, material para área de lazer. Recursos audiovisuais Toda locação deve levar em consideração uma empresa idônea no mercado, que faça um contrato, que use equipamentos modernos, que possua assistência técnica durante o evento, que forneça o transporte dos equipamentos, que tenha equipamentos de reserva, que tenha possibilidade de entrega antecipada e que faça a instalação completa. Veremos a seguir uma listagem dos recursos que podemos contratar, e que vão variar de acordo com a tipologia, tamanho do local, quantidade de público esperado, necessidade e verba disponível. • Gravador • Retroprojetor • Projetor de Slides • Som/iluminação • Quadro negro • Flip-chart • Cabine para tradução simultânea • Projetor multimídia • Tv/vídeo • Laser pointer • Microfones dos tipos: lapela, com fio, sem fio, overhead ou headset • Pedestal de microfones • Telão • Lousa magnética • Caneta laser ou apresentador multimídia • Computador • Impressora • Sistema de videoconferência • Máquina fotográfica • Máquina de filmagem Avançar https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial/atividades?authuser=0 UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com Página inicial ATIVIDADES 1. Um dos principais apoios para que o organizador de eventos não esqueça de nenhum detalhe referente ao evento é o checklist . O que precisamos saber ao elaborarmos o checklist é que: a) Ele é para ser usado apenas na fase da concepção do evento. b) Ele é para ser usado nas fases da concepção e pré-evento. c) Ele é para ser usado na fase da concepção e pós-evento. d) É um guia apenas para o dia do evento. e) Pode ser usado em todas as fases do evento. 2. O profissional de eventos tem vários recursos de apoio à execução do evento, entre eles os recursos audiovisuais, que vão variar de acordo com a tipologia do evento. Quais outros aspectos devemos levar em consideração? a) As necessidades do palestrante. b) O tamanho do local do evento. c) A verba disponível. d) A quantidade de público que estará presente. e) Todas as opções. 3 . Listamos uma quantidade de salas necessárias que devem ser pensadas na fase do pré-evento e que são montadas pela equipe de logística. Pensando na importância de cada uma, correlacione de acordo com as suas definições: 1. Sala de emergência ( ) recebe jornalistas e assessoria de imprensa 2. Sala de imprensa ( ) destinada a convidados especiais e patrocinadores 3. Secretaria executiva ( ) recepciona os participantes do evento 4. Sala vip ( ) guardar sobras de materiais https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 5. Sala de armazenamento ( ) destinada aos primeiros socorros de equipamentos A alternativa que melhor corresponde com a correlação: a) 1-3-2-5-4. b) 2-4-3-5-1. c) 5-3-4-2-1. d) 3-4-1-5-2. e) 4-3-2-5-1. 4 . É na fase do pré-evento que é nomeado o coordenador geral com a função de dividir todos os contratados em comissões, que devem coordenadores setoriais para orientarem as respectivas atribuições e responsabilidades. Dentre essas comissões, é responsabilidade da comissão de hospedagem: a) Pesquisar preços de hotéis, pousadas e alojamentos alternativos. b) Alojar os envolvidos no evento. c) Controlar a reserva e o pagamento e comunicar alteração de check-in. d) Fazer permuta com alguns meios de hospedagem para hospedar palestrantes, VIPs ou patrocinadores do evento. e) Todas as alternativas estão corretas. Resolução das atividades Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial/resumo?authuser=0 Página inicial RESUMO Neste encontro trabalhamos os principais conceitos das fases do pré-evento e sua operacionalização. Analisamos as principais comissões a serem desenvolvidas durante o pré-evento para que, durante a execução, consigamos obter o sucesso desejado, calcado em disciplina e comprometimento. Ainda no pré-evento, detectamos a real importância do coordenador geral e vimos que liderança, empatia e hospitalidade são as principais características desse profissional, que une esforços de um verdadeiro trabalho em equipe. Ao estudarmos sobre logística, identificamos as principais salas de apoio a serem monta- das para dar suporte ao evento ou até mesmo para ser a base da execução dele, dentre elas: VIP, imprensa, som, emergência, secretaria executiva, segurança, armazenamento de equipamentos, videoconferência e comissões técnicas. Na unidade 3 reconhecemos o que é um checklist , para que serve, como este pode ajudar a prever imprevistos e apresentamos um modelo base, para que a partir dele você faça o seu, de acordo com as necessidades da tipologia que estiver organizando. Lembre- se que ele é um guia para todas as fases do evento e pode ser alterado a cada edição. Na unidade 4 ressaltamos aqueles que são a alma de um evento e que são identificados através de um excelente recrutamento e seleção: os recursos humanos. Sobre eles, verificamos a importância do cumprimento do contrato, da pontualidade, do traje adequado, da cordialidade e da obtenção completa da informação sobre o evento, para torná-lo elogiado por todos. Finalizando o estudo dessa unidade, abordamos os recursos materiais e audiovisuais que completam o planejamento e se adequam a cada tipologia. Em todos esses aspectos o essencial é o cumprimento da programação com ética, responsabilidade, respeito e acolhimento ao participante, ao palestrante, aos acompanhantes, aos VIPs e às autoridades. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/resumo?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial/eu-indico?authuser=0 Página inicial Material Complementar Leitura Gestão Estratégica de Eventos Autor : Maria Cecília Giacaglia Editora : Cengage Learning Sinopse : com um foco mais empresarial, a obra relaciona o planejamento de eventos com estratégias de marketing e comunicação, que não podem mais ser pensadas de forma separada uma da outra. De maneira inovadora, Maria Cecília aborda as ferramentas de gestão de eventos atreladas às estratégias das empresas, criando assim um modelo de gestão estratégico aplicado com sucesso em diferentes organizações. Destinado aos estudantes e profissionais que querem fazer sucesso na área de eventos, o livro apresenta atividades, conteúdos teóricos e casos reais para aplicação dos ensinamentos. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial/refer%C3%AAncias?authuser=0 Página inicial REFERÊNCIAS ANDRADE, Renato Brenol. Manual de eventos . Caxias do Sul: EDUCS, 1999. BRITTO, Janaina; FONTES, Nena. Estratégias para eventos : uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo: Aleph, 2002. (Turismo). MARTIN, Vanessa. Manual prático de eventos. São Paulo: Atlas, 2003 MELO NETO, Francisco Paulode. Criatividade em eventos . São Paulo: Contexto, 2000. NAKANE, Andréa. T écnicas de organização de eventos . Rio de Janeiro: Infobook, 2000. (Cadernos técnicos de turismo). HOYLE JR. Leonard H. Marketing de eventos : como promover com sucesso eventos, festivais, convenções e exposições. Tradução Ailton Bomfim Brandão. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2008. REFERÊNCIAS ON-LINE 1 Em: < http://www.intercom.org.br/papers/regionais/norte2010/resumos/R22-0025-1.pdf > Acesso em: 10 nov. 2020 Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/refer�ncias?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww.intercom.org.br%2Fpapers%2Fregionais%2Fnorte2010%2Fresumos%2FR22-0025-1.pdf&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNEJRTkkfN3YVsV5ZPPdlyBsV6utMw https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial/aprofundando?authuser=0 Página inicial APROFUNDANDO Você sabe a importância de se promover um evento principalmente nas empresas? É exatamente sobre isso que as autoras Caren Baraúna e Luiza Azevedo trazem para nós no artigo Importância da Promoção de Eventos nas Empresas, criado para a Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. Confira a seguir as principais partes do artigo: IMPORTÂNCIA DA PROMOÇÃO DE EVENTOS A promoção de eventos vem se destacando cada vez mais, sobretudo nas empresas, pois são elas que investem na área de eventos e ainda acredita que por eles é possível despertar a vontade de aperfeiçoamento e inovação a prática do planejamento e organização dentro da empresa. Segundo Rasquilha (2006), os eventos trazem inúmeros benefícios tanto para os negócios das empresas como para os consumidores, dentre eles estão: • Ampliar as relações com os clientes, possibilitando a interação deles com todos os profissionais da empresa e assim facilitando as vendas. • Apresentação ou lançamento dos produtos/serviços da empresa para o seu • Mercado-alvo, aumentando o leque de exposição. • Obtenção de informações sobre o mercado e os concorrentes. Além de as empresas obterem dados importantes sobre o mercado e seus concorrentes, uma vez que estarão todos reunidos no mesmo espaço, os eventos trazem benefícios também ao consumidor, que, segundo Cobra (1990, p. 648), “pode examinar e estabelecer comparações com produtos e empresas concorrentes”, tanto em termos de preços e qualidade dos produtos e serviços, como de outros aspectos, entre eles, a qualidade do material promocional, da equipe comercial etc. • Atualização profissional técnica. Muitos profissionais e consumidores recorrem aos eventos para se atualizarem com relação às novas tendências de mercado, sejam elas tecnológicas ou comerciais. • Crescimento da imagem institucional. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 • Estabelecimento de novos contatos comerciais. Empresas que buscam novas parcerias comerciais ou tecnológicas podem fazê- lo durante os eventos. De acordo com Kunsh (2003, p. 386), a importância da realização de um evento está, sobretudo, no aproveitamento do instante, do ambiente ou da presença de pessoas, que resultam na impressão final, gerando o conceito para a organização que o promove, se tornando essenciais para a empresa. TIPOS DE COMEMORAÇÕES DENTRO DAS EMPRESAS Os empresários estão se preocupando em querer buscar inovações para as suas empresas e estabelecer um melhor contato com seus público-alvo. Para isto, esses empresários começaram a investir nos eventos, podendo assim alcançar os seus interesses. Há vários tipos de comemorações segundo Bruin (2001): Comemorar datas importantes, tanto cívicas quanto de confraternização; Integrar a empresa à comunidade; Divulgar serviços ou produtos; Fazer inaugurações de interesse público; Lançar campanhas voltadas para a comunidade; Recepcionar ou homenagear autoridades ou pessoas de destaque; Prestigiar integrantes de seu público interno que tenham se destacado em alguma área; Homenagear empregados que estejam se aposentando ou assumindo cargos relevantes; Estabelecer clima de cordialidade e cooperação entre a empresa e os empregados, extensivo aos seus familiares; Elevar a moral do público interno; Esclarecer ou corrigir informações errôneas sobre as atividades e os objetivos da empresa. Kunsh (2003, p. 157) enfatiza que na realidade brasileira, em grande parte das organizações, o capitalismo individualista é predominante. Não se cultivam os valores comunitários. A forte tendência é no sentido de se buscarem vantagens próprias e o sucesso econômico sem se pensar coletivamente no âmbito da nação. Contudo, nada adiantarão programas maravilhosos de comunicação se os empregados não forem respeitados nos seus direitos de cidadãos e nem considerados o público número um, no conjunto de públicos de uma organização. REFERÊNCIAS Baraúna e Azevedo (2010, on-line)1. PARABÉNS! Você aprofundou ainda mais seus estudos! Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial/editorial?authuser=0 Página inicial EDITORIAL DIREÇÃO UNICESUMAR Reitor Wilson de Matos Silva Vice-Reitor Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor de Administração Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor Executivo de EAD William Victor Kendrick de Matos Silva Presidente da Mantenedora Cláudio Ferdinandi C397 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ . Núcleo de Educação a Distância; ESTEVES , Cristiane Costa; Organização e Gestão de Eventos . Cristiane Costa Esteves; Maringá-Pr.: UniCesumar, 2017. 27 p. “Pós-graduação Universo - EaD”. 1. Gestão. 2. Eventos. 3. EaD. I. Título. CDD - 22 ed. 658.4 CIP - NBR 12899 - AACR/2 Pró Reitoria de Ensino EAD Unicesumar Diretoria de Design Educacional Equipe Produção de Materiais Fotos : Shutterstock NEAD - Núcleo de Educação a Distância Av. Guedner, 1610, Bloco 4 - Jardim Aclimação - Cep 87050-900 Maringá - Paraná | unicesumar.edu.br | 0800 600 6360 Retornar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p�gina-inicial/editorial?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Página inicial O QUE É NECESSÁRIO PARA A CRIAÇÃO DE EVENTOS Professor (a) : Me. Cristiane Costa Esteves Objetivos de aprendizagem • Compreender a classificação dos eventos. • Analisar o perfil do profissional de eventos. • Identificar as qualidades de um líder. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Plano de estudo A seguir, apresentam-se os tópicos que você estudará nesta unidade: • Classificação dos eventos • Perfil do profissional de eventos • Qualidades de um líder Introdução Sabiam que todo evento é conhecido como um acontecimento em que as pessoas estão reunidas em um local com horário pré- determinado e com o mesmo objetivo? Por isso é preciso descobrir mais sobre as suas variações e sobre esse profissional que consegue reunir uma grande equipe, gerando em- pregos temporários a cada realização, além de movimentar toda economia local. Estudaremos agora o que é necessário para a criaçãodos eventos, desde compreensão a classificação deles até a análise do perfil do profissional, sendo ele um líder ou alguém que tenha identificado as qualidades de um nos colaboradores da sua equipe. Ao abordarmos a classificação dos eventos, verificaremos desde a abrangência, categoria, forma de participação, áreas de interesse, frequência, dimensão até a definição do perfil do participante. Essas variações determinarão o alcance do público-alvo e seu interesse no seu evento. Você já reparou que um único evento pode pertencer a várias áreas de interesse? Veja, por exemplo, o Carnaval. Ele é turístico, de lazer, religioso, cultural, folclórico e de divulgação. Quanto mais áreas de interesse ele alcançar, mais público ele atingirá. Neste campo profissional que cresce consideravelmente, analisaremos que o organizador de eventos e/ou as empresas deverão adquirir conhecimentos técnicos, administrativos, de marketing e de economia, afinal os organizado- res também são grandes comunicadores. O mercado cresceu e está altamente competitivo, portanto, cabe a esse profissional exercitar-se continuamente e ter sempre muita criatividade. Além da visão técnica de sua organização é imprescindível que ele tenha uma equipe sempre coesa. Finalizaremos destacando o líder em eventos, suas habilidades, características e diferenciais, afinal toda equipe precisa de um líder que não necessariamente é o coordenador geral. Bom estudo! Boa leitura! Avançar https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial/unidade-4?authuser=0 UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial https://getfireshot.com Página inicial CLASSIFICAÇÃO DOS EVENTOS Podemos começar relembrando a definição de eventos. Evento é definido como a reunião ou agrupamento num mesmo espaço temporal, de duas ou mais pessoas, com interesses comuns, com objetivo específico de adquirir produtos ou serviços; atualizar ou divulgar informações; conseguir aperfeiçoamento; congraçamento ou motivação para alcançar ou superar metas; a capacitação técnica do participante e/ou a compra de bens e equipamentos complementares ao desenvolvimento da sua atividade profissional (MARTIN, 2003). Os eventos também são classificados por sua tipologia. Você sabe quantos tipos temos para organizar? Veja a seguir alguns: congresso, seminário, feira, showcasing , salão, mesa redonda, painel, conferência, palestra, fórum, jornada, simpósio, encontro, vernissage, exposição, desfile. Fonte: a autora. Segundo Nakane (2013), quanto a categoria e áreas de interesse, os eventos são assim definidos: Categoria https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 • Promocionais: visam a promoção de um produto ou serviço de uma empresa, governo, entidade ou personalidade, com fins mercadológicos explícitos. • Institucionais: visam criar o conceito e a imagem da empresa, entidade, governo ou a personalidade. Área de interesse • Artística: quando está relacionado a qualquer espécie de arte – música, dança, pintura, poesia, literatura, entre outros. • Científica: quando engloba assuntos científicos nos campos de medicina, física, química, biologia, entre outros. • Cultural: quando tem por meta ressaltar os aspectos da cultura, para conhecimento geral ou promocional. • Folclórica: quando retrata manifestações de culturas regionais de nossa nação ou de outros países, abordando lendas, tradições, hábitos e costumes típicos. • Educativa: quando o objetivo final é a educação. • Informativa: quando visa somente transmitir informações, sem pretensões educativas ou culturais. • Cívica: quando aborda temas ligados à Pátria. • Política: quando retrata tópicos ligados à política. • Governamental: quando aborda realizações do governo. • Empresarial: quando aborda as realizações das organizações • Lazer: quando objetiva proporcionar entretenimento. • Social: quando visa à confraternização. • Desportiva: quando promove qualquer atividade esportiva, independente de sua modalidade. • Religiosa: de cunho religioso, independente de credo. • Turística: quando visa à exploração dos recursos atrativos de um destino, em uma viagem. Vamos acompanhar mais alguns tipos de eventos: chá de revelação, chá de lingerie, chá de construção, chá do porquinho, outorga de títulos, fondue, queijos e vinhos, vin d’ honneur , parada gay, parada militar, talk show , show bussiness , descerramento de placas e assinatura de convênios. Fonte: a autora. Agora vamos analisar outros tipos de classificação: Por abrangência https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com • Mundial • Internacional • Latino-americano • Brasileiro • Regional • Municipal • Local Por frequência • Permanentes: quando a periodicidade do evento é certa (semanal, mensal, anual, bienal, etc.). • Esporádicos: quando o evento acontece em intervalos irregulares, sem um período pré-estabelecido. • Únicos: só acontecem uma vez, como os lançamentos de livros e as inaugurações. • De oportunidade: eventos que acontecem paralelamente a outros eventos de porte grande ou mega, aproveitando a sua divulgação. Por dimensão • Pequeno: abrange uma quantidade bem pequena de público, não passando de 300 pessoas. • Médio: abrange no máximo mil pessoas • Grande: atinge mais de mil pessoas • Mega: acima de mil pessoas, mas sempre com abrangência internacional ou mundial. Perfil dos participantes • Geral: o público-alvo são participantes de diversos setores ou formação profissional • Dirigido: reúne participantes com mesmo interesse e que pertençam à mesma categoria profissional • Específico: normalmente composto por técnicos e profissionais com atividades em comum, por exemplo, os eventos médicos (cada um com a sua especialidade) Por adesão https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com • Fechado: onde o público recebe o convite, sendo convidado a participar. A lista já é previamente elaborada. São eventos com alto nível de profissionalismo e as despesas ficam por conta do organizador. • Aberto: cada participante paga a sua inscrição e demais despesas ou o acesso é livre. Também conhecido como adesão por determinação. Vamos acompanhar mais alguns tipos de eventos: welcome drink, welcome cocktail, brunch, coffee-break , almoço, jantar, coquetel, concílio, conclave, formatura, missa, ópera, micareta, rodeio, sorteio, fórmula 1, chá de fralda, chá de bebê, chá de panela, chá de bar e retrospectiva. Fonte: a autora. PERFIL DO PROFISSIONAL DE EVENTOS Os organizadores de eventos podem ser aqueles que têm a ideia, criam e concretizam-na através da fase pré-evento (organizar) e da fase evento (realizar); ou ainda serem aqueles que ficam responsáveis apenas pela fase da realização. Em ambos os casos, o importante é o planejamento, o cumprimento do cronograma e o trabalho em equipe, aqui tantas vezes evidenciado em várias unidades, sem falar no amor incondicional pelo que faz, com extrema dedicação. Como a tipologia é ampla, outro fator essencial é que ele se identifique com o trabalho que aceitar organizar, e que com isso traga a realização pessoal do cliente e de toda equipe. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com É claro que diversificar é importante para qualquer carreira profissional, mas isso só deve ocorrer se houver o máximo de interação entre o tipo de evento com a personalidade e gosto do organizador. Não se pode imaginar um organizador de eventos desportivos dando forma a um bailede debutantes. Não que fosse impossível, mas... Fonte: Gonçalves (1998). Vamos identificar alguns atributos básicos do profissional de eventos: idealismo, disciplina, criatividade, coragem, fluência verbal, flexibilidade, conhecimento das técnicas, ousadia, imaginação, originalidade, curiosidade, observação e inconformismo. Idealismo, para nunca deixar de ir a busca dos seus sonhos; disciplina para demonstrar a sua equipe o poder de liderança; criatividade sempre, para encarar o dia a dia e inovar em cada projeto; coragem para nunca desistir quando os imprevistos dos eventos aparecerem; fluência verbal para se comunicar de forma clara com clientes, fornecedores e prestadores de serviços; flexibilidade para saber recuar quando necessário independente da fase do evento em que estiver atuando; conhecimento das técnicas para conquistar cada vez mais mercado; ousadia para não ter medo de mudar; imaginação e originalidade para criar constantemente; curiosidade e observação para ser um eterno curioso em busca das novas tendências e inconformismo para nunca se acomodar. Lembre-se sempre de cumprir horários, de ser pontual, de nunca esgotar a equipe com carga horária além do estipulado; de cumprir os horários das refeições; elogiar sempre; criticar quando necessário, mas nunca em público ou na frente de outro colaborador. Entre outras qualidades, o profissional de eventos deve ser seguro, gerando confiança para o cliente e para os funcionários; disciplinando, respeitando prazos, verbas, reuniões; ter flexibilidade, aceitando sugestões, adequando propostas, mudando etapas de trabalho; ter raciocínio rápido, entendendo a capacidade, os anseios e as expectativas dos clientes e funcionários; ter preparo físico, disposição e saúde; ser realista percebendo os limites, as opções e saber usá-las sabiamente; ter paciência infinita, exercendo o autocontrole e a serenidade. (BRITO, 2002) Vamos acompanhar mais alguns tipos de eventos: visitas empresariais, sessão solene, curso, workshop, happy hour, bazar , garden party, aula inaugural, aula magna, gincana, festa temática, festa popular, festa judaica, rave , concentração, campanha, concerto e comemoração de concurso. Fonte: a autora Figura 1 – Modelo do perfil do profissional de eventos https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com O profissional de eventos é aquele que busca atingir resultados qualificados e quantificados junto ao público-alvo, estabelecendo conceitos ou recuperando imagem. Você sabe onde esse profissional pode trabalhar? São vários os espaços em que o profissional de eventos pode trabalhar: hotéis, agências de eventos, clubes, casas de festas, empresas privadas, restaurantes, casas noturnas, prefeituras, centros de convenções, pavilhões de feiras, pontos turísticos e entidades de classe. Figura 2 – Modelo das funções de um profissional de eventos • Use o uniforme, capriche na aparência e na linguagem corporal. • Agregue a etiqueta profissional ao seu dia a dia. • Atualiza-se, informe-se, forme-se. • Saia à frente neste mercado competitivo, mas que tem um espaço para você. Vamos acompanhar mais alguns tipos de eventos: Lançamento, posse, regata, roadshow , festival, convenção, assembleia, plenária, mostra, prêmio especial, show, brainstorming, teleconferência, aniversário, leilão, pedra fundamental, roda de negócios, dia, semana, inauguração, excursão. Fonte: a autora. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com AS QUALIDADES DE UM LÍDER Ser líder em eventos não necessariamente é ser o diretor geral dele; em cada setor, pode haver um líder. Claro que sempre respeitaremos um organograma, a distribuição de cargos e salários dentro de uma empresa. É fácil detectar aquele colaborador que não é tão envolvido e que ainda é pessimista ou tem pouco foco no trabalho. Evento é dinamismo, é equipe, como já falamos várias vezes em outras unidades, portanto saiba identificar as pessoas certas para formarem a sua equipe de trabalho. Vamos acompanhar mais alguns tipos de eventos. Estreia, homenagem, retiro espiritual, colóquio, business lunch, campus party e stock car . Fonte: a autora. Vamos analisar algumas principais características daquele que tem a aptidão nata para ser um líder: a. Energia física e emocional: saúde e energia acima da média das pessoas para estimular os outros a fazer bem feito o que se tem a fazer. b. Noção de objetivo e direção: é a causa final de lideranças, saber para onde vai e saber conduzir as pessoas. c. Entusiasmo: ter e manter a convicção daquilo que faz, com coerência, bom senso e equilíbrio, realizando suas ideias com satisfação, em benefício de todos e de si próprio. d. Cordialidade de fato: para exercer a liderança não se pode viver fechado, envolvido consigo mesmo, alheio a tudo ao seu redor. Há diferença no olhar sobre a pessoa do líder: admirar o líder como gerente, percebendo a sua autoridade ou olhar o líder somente como uma autoridade. e. Despertar confiança: ser um profissional íntegro e cumpridor do que promete com ética e postura profissional. f. Competência: numa sociedade tecnocrata, um incompetente e despreparado não pode liderar. https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com g. Habilidade de ensinar: despertar nos liderados a vontade de aprender, além de saber ensinar e não ter medo de fazê-lo. h. Poder de decisão: decidir é função do líder, que não pode ser delegada, ele assume o risco por elas. O líder atual escuta as opiniões da equipe, dos parceiros e dos sócios, analisando os prós e contras. i. Inteligência: é a habilidade de fazer o que deve ser feito, perceber a relação de causa e efeito entre os fenômenos, os paradoxos e as ambiguidades. j. Fé: um líder é tão grande quanto a fé que possui e transmite aos liderados. (ZITTA, 2007). Vamos acompanhar mais alguns tipos de eventos: Pool party, teal, torneio, churrasco, carnaval, feijoada, casamento, bodas, campeonato, olimpíada, copa, reunião, comício, passeata, entrevista coletiva, sarau, debate, estudo de caso, funeral, chá da tarde, café da manhã e welcome coffee . Fonte: a autora. Podemos também acrescentar algumas considerações importantes sobre as funções de um líder: • Delegar e acompanhar tarefas: o líder delega, mas ele é parceiro, portanto acompanha o desenvolvimento das tarefas e colabora nas dificuldades de cada equipe; • Compromisso: ele tem o compromisso com a verdade, com o cumprimento dos prazos e em fazer da sua equipe um time; • Cooperação: reunir-se com seus colaboradores e incentivá-los nas decisões; • Concentração: nunca perder o foco, o objetivo do evento, mesmo diante das dificuldades; • Comunicação: regras básicas de linguagem, seja ela escrita, falada ou corporal, desde que ele reúna conhecimentos necessários para passar e fazer entender a sua mensagem; • Aprendizagem: o líder não sabe tudo; ele troca, ele escuta, ele aprende; • Clima de grupo: união entre todos os setores, sempre; https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com • Organização: cumprir o cronograma comprova que se teve planejamento. E você, se considera um líder? Pense e reflita. Se não for o caso, colabore sempre com ele. Fonte: a autora. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial/atividades?authuser=0 Página inicial ATIVIDADES 1. Sabemos que, para ser inserido no mercado de trabalho, organizador de eventos deve sempre se atualizar com as novidades do setor e buscar cursos de reciclagem. Além disso, ele deve ter algumas características específicas da profissão. Quais abaixo você considera importantes:a) Aprendizado constante. b) Conhecimento das normas de etiqueta. c) Pontualidade. d) Espírito de equipe. e) Todas as opções acima 2. Em eventos também buscamos os líderes, e ser líder em eventos não necessariamente é ser o diretor geral deles, pois em cada setor pode haver um líder. O poder de decisão de um líder é: a) Ele não assume nenhum risco durante o evento. b) Não se preocupa com as opiniões da equipe. c) Escuta apenas os sócios e parceiros, à equipe não. d) Função que não pode ser delegada, ela é nata. e) Nunca prevê imprevistos. 3. Os eventos possuem várias formas de classificação. Identifique-as, correlacionando os itens a seguir: 1. CATEGORIA ( ) cultural, turística, social e de lazer 2. ÁREA DE INTERESSE ( ) pequeno, médio, grande e mega 3. FORMA DE PARTICIPAÇÃO ( ) adesão ou determinação 4. DIMENSÃO ( ) fixo ou itinerante 5. LOCALIZAÇÃO ( ) promocional e institucional b) 5-2-3-4-1. c) 2-3-4-5-1. d) 5-3-2-4-1. e) 2-4-3-1-5. Resolução das atividades Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial/resumo?authuser=0 Página inicial RESUMO Podemos começar nosso resumo relembrando a definição de eventos, em que independentemente da tipologia eles reúnem pessoas com interesses comuns e com objetivo de atualizar, divulgar, socializar, aperfeiçoar, reciclar, confraternizar, recuperar imagem ou promover uma empresa, um produto, um serviço ou uma pessoa. São verdadeiros parceiros com a hotelaria, com os atrativos turísticos, com os transportes, com restaurantes e com vários segmentos da economia, gerando empregos e captando renda para a cidade-sede. Neste estudo aprendemos que a classificação dos eventos é bem variada e demonstramos abordagens feitas por diversos autores e especialistas. Essas variações nos ajudaram a entender como alcançar os objetivos de cada evento e a aplicabilidade deles. Em outro momento, nós destacamos as qualidades desse profissional de eventos, e o que é necessário para que ele fique sempre inserido no mercado de trabalho, com o perfil desejado pelas empresas na atualidade. Ficou bem claro que o trabalho em equipe, prevendo sempre os imprevistos, é essencial para o sucesso de qualquer evento. Lembre-se: ninguém planeja, coordena e executa um evento sozinho. Se você for selecionar uma empresa de eventos, analise não só os preços, mas faça também uma análise da proposta e do modelo de contrato que será assinado. Não se esqueça de verificar a idoneidade da empresa, o seu histórico no mercado, se ela está apta a sua tipologia escolhida e se seus profissionais são qualificados. Finalizamos nosso estudo analisando quem é o líder dentro de uma empresa, e como podemos identificá-lo. Nunca esqueceremos de que o líder não perde o foco de equipe, ele respeita todos os contratados e lidera com sabedoria, calma e compromisso. Agora você já está pronto para fazer com que seu evento seja único, inesquecível e de credibilidade. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/resumo?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial/eu-indico?authuser=0 Página inicial Material Complementar Leitura Organização, teoria e prática de eventos Autor : Maria Cecília Giacaglia Editora : Thomson Sinopse : mais uma obra completa de Maria Cecília. O livro aborda tópicos como terceirização, planejamento, objetivos e mensuração de resulta- dos. Com análises e avaliações qualitativas e quantitativas, você ainda encontra um passo a passo para organizar sua ação e aprende sobre diferentes aspectos de eventos empresariais. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial/refer%C3%AAncias?authuser=0 Página inicial REFERÊNCIAS ANDRADE, Renato Brenol. Manual de eventos . Caxias do Sul: EDUCS, 1999. BRITTO, Janaina; FONTES, Nena. Estratégias para eventos : uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo: Aleph, 2002. (Turismo). GOIDANICH, Karin Leyser; MOLETTA, Vania Florentino. Turismo de eventos . 2.ed. Porto Alegre: SEBRAE/RS, 2000. GONÇALVES, Carmem Lucia Alves. Organização de eventos com arte e profissionalismo . Fortaleza: SEBRAE, 1998. HOYLE JR. Leonard H. Marketing de eventos : como promover com sucesso eventos, festivais, convenções e exposições. Tradução Ailton Bomfim Brandão. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2008. MATIAS, Marlene. (Org.). Planejamento, organização e sustentabilidade em eventos cuturais, sociais e esportivos . Bavaeri-SP: Manoele, 2011. MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos . São Paulo: Contexto, 2000. NAKANE, Andréa. Segurança em eventos : não dá para ficar sem! São Paulo: Aleph, 2013. (Série turismo). NAKANE, Andréa; VIEIRA, Francisco de Canindé Gentil; FURTADO, Silvana Mello. Turismo, hotelaria e eventos : a arte e a técnica profissional do setor. 1. ed. Santa Cruz do Rio Pardo, SP: Editora Viena, 2013. ( Coleção Premium). ZITTA, CARMEM. Organização de eventos: da ideia à realidade . Brasília: Editora Senac-DF, 2007. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/refer�ncias?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial/aprofundando?authuser=0 Página inicial APROFUNDANDO Vamos começar falando a respeito de um aspecto relevante em eventos que é a criatividade em eventos como arte do entretenimento. O que é diversão? É sair de si. Saindo de si, você se coloca na pele do outro e, dessa maneira, vive a vida, a experiência, a aventura do outro. Divertir é o exercício da alteridade. Diversão não é só entretenimento e lazer – a visão tradicional do divertir-se. É muito mais do que o simples divertir-se. É descobrir-se, conhecer- se melhor, praticar a alteridade, adquirir experiência, realizar novas aprendizagens. Portanto, podemos falar de uma ação de diversão e de um estado de diversão. O ato de divertir-se não é isolado. É possível divertir-se comprando, estudando, trabalhando, pesquisando. Daí a importância cada vez maior do entretenimento nos dias atuais (MELO NETO, 2000). Um evento, independentemente da sua natureza e seus propósitos, é um meio de entretenimento. O que varia, de evento para evento, são os recursos estratégicos utilizados para unir entretenimento a esporte, no caso de eventos esportivos, entretenimento-artes, no caso de eventos artísticos, entretenimento-atividades sociais, no caso de eventos sociais, entretenimento-política, no caso de eventos de mobilização política, e assim sucessivamente. (MELO NETO, 2000). Segundo Mirshawka e Mirshawka , “criatividade é a capacidade de dar origem a coisas novas e valiosas e, além disso, é a capacidade de encontrar novos e melhores modos para se fazer as coisas”. Ainda segundo os autores, isso implica diversas qualidades: “poder de fantasia que vá além da realidade, capacidade de descobrir relações entre as coisas, sensibilidade e força de percepção, certo grau de inquietude e anticonformismo, facilidade para imaginar hipóteses eaudácia para empreender novos caminhos”.. Analisando a questão do novo, os autores identificam três níveis de criação: criação intranscendente (quando o valor do que é criado é restrito), criação transcendente ao meio (quando o valor de algo criado é extensivo ao ambiente) e criação transcendente para a humanidade (quando o valor permanece na história). Para Mirshawka e Mirshawka, são os seguintes níveis de criatividade, os quais denominam de estágios do processo criativo ou níveis de interpretação da realidade: o primeiro estágio é o nível das ideias (cuja base são as mitologias, as teologias, filosofias, ciências puras e belas-artes), e no segundo estágio, “buscam-se produtos no mundo físico e na esfera social”. Para os autores, “é a base das ciências aplicadas, da política, da tecnologia e de muitas expressões artísticas”. A NOVA CONCEPÇÃO DE EVENTO COMO ESPAÇO DE ENTRETENIMENTO https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 O que sempre foi uma feira de equipamentos náuticos – Rio Boat Show – ganhou criatividade e novo formato. Tornou-se uma feira de diversões, verdadeiramente um espaço de entretenimento. Em sua versão 2000, Rio Boat Show reuniu 120 expositores, que alugaram estandes para expor e vender seus produtos, e ofereceu um elenco variado de diversões para o público. Foram as seguintes as atrações: a. Aulas para crianças promovidas pela escolinha de Cíntia Knott, atleta campeã da classe Optimist: b. Aulas de mergulho submarino para maiores de 15 anos; c. Palestras sobre o setor náutico brasileiro (realização paralela do evento Encontro Náutico Brasileiro); d. Sessões de demonstração com a participação de velejadores experientes; e. Salão de diversão e lazer, com piscina de bolas, brinquedos e recreadores; f. Serviços de refeições e lanches oferecidos por restaurante. Como uma feira de negócios, o evento atraía apenas um segmento: os velejadores profissionais, amadores e executivos e empresários do setor. Em sua nova concepção como espaço de entretenimento, seu público aumentou consideravelmente – adultos, leigos, iniciantes e crianças. Nesse novo formato, o Rio Boat Show ganhou mais merca- do, público e maior visibilidade. É bom lembrar que o primeiro passo para exercer a criatividade em eventos é adotar a concepção do evento como espaço de entretenimento. E, para tal, indispensável se faz a criação de um elenco de atrações, capazes de atrair públicos diversos, como crianças, pré- adolescentes, adolescentes, adultos leigos e terceira idade, além de fãs e praticantes do esporte. REFERÊNCIAS Melo Neto (2000) PARABÉNS! Você aprofundou ainda mais seus estudos! Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial/editorial?authuser=0 Página inicial EDITORIAL DIREÇÃO UNICESUMAR Reitor Wilson de Matos Silva Vice-Reitor Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor de Administração Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor Executivo de EAD William Victor Kendrick de Matos Silva Presidente da Mantenedora Cláudio Ferdinandi C397 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ . Núcleo de Educação a Distância; ESTEVES , Cristiane Costa; Organização e Gestão de Eventos . Cristiane Costa Esteves; Maringá-Pr.: UniCesumar, 2017. 27 p. “Pós-graduação Universo - EaD”. 1. Gestão. 2. Eventos. 3. EaD. I. Título. CDD - 22 ed. 658.4 CIP - NBR 12899 - AACR/2 Pró Reitoria de Ensino EAD Unicesumar Diretoria de Design Educacional Equipe Produção de Materiais Fotos : Shutterstock NEAD - Núcleo de Educação a Distância Av. Guedner, 1610, Bloco 4 - Jardim Aclimação - Cep 87050-900 Maringá - Paraná | unicesumar.edu.br | 0800 600 6360 Retornar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p�gina-inicial/editorial?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/oge4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0