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Claretiano Rede de Educação Licenciatura: Pedagogia Disciplina: Educação de Crianças, Jovens e Adultos Discente: Douglas Santos Araujo RA: 8108732 Atividade no Portfólio – Ciclo 2 A criança na Antiguidade Na antiguidade o pai era considerado o líder, ou seja, a autoridade, e a criança tinha como referência sua família em relação a toda sua formação desde a educação e cultura até a formação moral. Elas não eram vistas como indivíduos, não tinham identidades próprias, sendo consideradas como um ser incapaz de tomar decisões e de ter pensamento autônomo. Apesar disso também eram encaradas como um ser educável, tendo que ser submetida a um controle rigoroso de forma que fosse moldada de acordo com o que exigia a sociedade. A criança na Idade Média Nesse período surge Santo Agostinho que prega que as crianças são seres que já nascem com pecados e não possuem a alma inocente. Nessa época não se separava a faixa etária entre adolescente e criança, sendo consideradas confundidas. Além disso tinha-se a visão que a criança era um adulto em miniatura, por isso trabalhavam iguais aos adultos com as mesmas roupas e nos mesmos locais. Elas viviam a margem da sociedade e não se levava em consideração as suas peculiaridades. Podemos citar ainda que a taxa de mortalidade infantil era bem alta, tendo uma indiferença muito grande quando isso acontecia, pois já era algo que previsto pela família que se recuperava bem rápido, nessa faze até certa idade a criança era considerada um ser sem alma e sem personalidade. A criança na Modernidade Entre os séculos XVI e XVII, durante o período da Revolução Industrial, houve uma mudança de postura das famílias e foi nessa época que a sociedade passou aos poucos a perceber que a criança era diferente dos adultos, assim entre outras coisas as crianças passaram a ter trajes diferentes dos adultos. Desse modo essas novas percepções resultaram em sentimentos afetivos e mais cuidados, reconhecendo-se que a criança fazia parte da continuidade familiar. A partir dessa nova visão da família em relação as crianças, surgiu a preocupação com a formação moral e racional das crianças, dessa maneira nasceu as primeiras instituições infantis. A criança na Contemporaneidade A partir do século XX houve uma grande mudança em relação aos estudos sobre infância, surgindo o conceito de adolescência, surgiu também, diversas leis sobre o direito da criança e do adolescente. A criança passa a ser o centro das atenções, se tornando o motivo pelos quais os pais enfrentam longas jornadas de trabalho. Em contrapartida os pais passam a tentar recompensar os filhos por sua ausência, o que entre outras coisas aumenta o consumismo. Devido à preocupação para criação dos filhos as famílias passam a ter em média 2 filhos. Claretiano Rede de Educação Licenciatura: Pedagogia Disciplina: Educação de Crianças, Jovens e Adultos Discente: Douglas Santos Araujo RA: 8108732 Atividade no Portfólio – C iclo 2 A criança na Antiguidade Na antiguidade o pai era considerado o líder, ou seja, a autoridade, e a criança tinha como referência sua família em relação a toda sua formação desde a educação e cultura até a formação moral. Elas não era m v istas como indivíduos, não t inham identidades próprias, sendo considerada s como um ser incapaz de tomar decisões e de ter pensamento autônomo . Apesar disso também eram encaradas como um ser educável, tendo que ser submetida a um controle rigoroso de forma que fosse m oldada de acordo com o que exigia a sociedade. A criança na Idade Média Nesse período surge Santo Agostinho que prega que as crianças são seres que já nascem com pecados e não possuem a alma inocente. Nessa época não se separava a faixa etária entre adolescente e criança, sendo consideradas confundidas. Além disso t inha - se a visão que a criança era um adulto em miniatura, por isso trabalhavam iguais aos adultos com as mes mas roupas e nos mesmos locais. Elas viviam a margem da sociedade e não se levava em consideração as suas peculiaridades . Podemos citar ainda que a taxa de mortalidade infantil era bem alta, tendo uma indiferença muito grande quando isso acontecia, pois já era algo que previsto pela família que se recuperava bem rápido, nessa faze até certa idade a criança era considerada um ser sem alma e sem personalidade. A criança na Modernidade Entre os séculos XVI e XVII, durante o período da Revolução I ndustrial, houve uma mudança de postura das famílias e foi ne ssa época que a sociedade pa ssou aos poucos a perceber que a criança era diferente dos adultos , assim entre outras coisas as crianças passaram a ter trajes diferentes dos Claretiano Rede de Educação Licenciatura: Pedagogia Disciplina: Educação de Crianças, Jovens e Adultos Discente: Douglas Santos Araujo RA: 8108732 Atividade no Portfólio – Ciclo 2 A criança na Antiguidade Na antiguidade o pai era considerado o líder, ou seja, a autoridade, e a criança tinha como referência sua família em relação a toda sua formação desde a educação e cultura até a formação moral. Elas não eram vistas como indivíduos, não tinham identidades próprias, sendo consideradas como um ser incapaz de tomar decisões e de ter pensamento autônomo. Apesar disso também eram encaradas como um ser educável, tendo que ser submetida a um controle rigoroso de forma que fosse moldada de acordo com o que exigia a sociedade. A criança na Idade Média Nesse período surge Santo Agostinho que prega que as crianças são seres que já nascem com pecados e não possuem a alma inocente. Nessa época não se separava a faixa etária entre adolescente e criança, sendo consideradas confundidas. Além disso tinha-se a visão que a criança era um adulto em miniatura, por isso trabalhavam iguais aos adultos com as mesmas roupas e nos mesmos locais. Elas viviam a margem da sociedade e não se levava em consideração as suas peculiaridades. Podemos citar ainda que a taxa de mortalidade infantil era bem alta, tendo uma indiferença muito grande quando isso acontecia, pois já era algo que previsto pela família que se recuperava bem rápido, nessa faze até certa idade a criança era considerada um ser sem alma e sem personalidade. A criança na Modernidade Entre os séculos XVI e XVII, durante o período da Revolução Industrial, houve uma mudança de postura das famílias e foi nessa época que a sociedade passou aos poucos a perceber que a criança era diferente dos adultos, assim entre outras coisas as crianças passaram a ter trajes diferentes dos