Buscar

RESUMO DIREITO TRIBUTARIO

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você viu 3, do total de 8 páginas

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você viu 6, do total de 8 páginas

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Prévia do material em texto

DIREITO TRIBUTÁRIO 
 
O tributo e suas espécies: 
 
O artigo 145 CTN é chamado de carta das competências porque atribui poder a todos os entes políticos 
para instituir Impostos, Taxas e a Contribuição de Melhoria (tributos de competência comum). 
 
➢ OS IMPOSTOS (art. 145, I c/c art. 16 e ss do CTN) 
➢ A TAXA ( Art 145, II c/c art. 77 e ss do CTN) 
➢ A CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA (Art. 145, III c/c art. 81 e ss do CTN c/c Decreto lei n. 
195/67. 
➢ O EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO (art. 148, I e II da CF – vide art. 15 CTN – tacitamente 
revogado) 
➢ AS CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS (Art. 149 da CF) 
 
 
Contribuições especiais: 
 
A CIDE: 
São contribuições interventivas, com o objetivo de dirigir ou induzir determinada atividade 
econômica; Funda-se na atuação ordinatória do estado em face da economia nacional. 
FUNDAMENTO: art. 149 CF. 
Não incidem sobre receitas decorrentes de exportação e sim sobre importação de produtos 
estrangeiros e de serviços. Podem ser cumulativas, sendo que a LEI definirá as hipóteses de não 
cumulatividade. 
Incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus 
derivados e álcool etílico combustível (Lei 10336/2001 e art. 177 CF, §4°). Visa intervir no mercado 
de exportação de combustíveis. São contribuintes: o produtor, o formulador e o importador do bem 
(pessoa física ou jurídica) dos combustíveis elencados no artigo 3° da Lei n° 10.336, de 2001. 
 
§ 4º A lei que instituir contribuição de intervenção no 
domínio econômico relativa às atividades de 
importação ou comercialização de petróleo e seus 
derivados, gás natural e seus derivados e álcool 
combustível deverá atender aos seguintes requisitos: 
(Incluído pela Emenda Constitucional nº 33, de 2001) 
I - a alíquota da contribuição poderá ser: (Incluído pela 
Emenda Constitucional nº 33, de 2001) 
a) diferenciada por produto ou uso; (Incluído pela 
Emenda Constitucional nº 33, de 2001) 
b)reduzida e restabelecida por ato do Poder Executivo, 
não se lhe aplicando o disposto no art. 150,III, b ; 
(Incluído pela Emenda Constitucional nº 33, de 2001) 
II - os recursos arrecadados serão destinados: (Incluído 
pela Emenda Constitucional nº 33, de 2001) 
a) ao pagamento de subsídios a preços ou transporte de 
álcool combustível, gás natural e seus derivados e 
derivados de petróleo; (Incluído pela Emenda 
Constitucional nº 33, de 2001) 
b) ao financiamento de projetos ambientais 
relacionados com a indústria do petróleo e do gás; 
(Incluído pela Emenda Constitucional nº 33, de 2001) 
c) ao financiamento de programas de infra-estrutura de 
transportes. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 33, 
de 2001) 
 
 
 A Lei nº 10.336, de 19 de dezembro de 2001, instituiu a CIDE-combustíveis, 
contribuição de intervenção no domínio econômico incidente sobre a importação e a comercialização 
de gasolina e suas correntes, diesel e suas correntes, querosene de aviação e outros querosenes, óleos 
combustíveis (fuel-oil), gás liquefeito de petróleo (GLP), inclusive o derivado de gás natural e de 
nafta, e álcool etílico combustível. 
 A CIDE-combustíveis tem como fatos geradores as seguintes operações, realizadas 
com os combustíveis elencados no art. 3º da Lei nº 10.336, de 2001 (gasolinas, diesel, querosenes, 
etc.): 
a) a comercialização no mercado interno; e 
b) a importação 
 
 
CONTRIBUIÇÕES CORPORATIVAS: 
 
São tributos de interesse de categorias profissionais ou econômicas. Visam captar recursos aos órgãos 
representativos dessas categorias e os contribuintes serão membros delas. Possui natureza parafiscal. 
As contribuições corporativas são destinadas à manutenção do sistema SENAI, SENAC, SESI, OAB, 
etc. 
As contribuições parafiscais foram criadas pela constituição de 1946 (Decreto-lei 4042/42). A atual 
CF fez referência a essas contribuições no artigo 240. Assim o STF entende que houve recepção da 
CF a essas contribuições. 
 
CONTRIBUIÇÃO PARA O CUSTEIO DO SERVIÇO DE ENERGIA ELÉTRICA (artigo 149-A): 
 
✔ Competência dos Municípios e do DF; 
✔ Pode ser cobrada na fatura de energia elétrica residencial mensal; 
✔ Limite total de arrecadação: o custo da despesa; 
✔ Limite individual de rateio ou contribuição: indefinido; 
✔ Base de cálculo: indefinido. 
 
CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS: 
 
Se dividem em: 
Contribuições sociais gerais. EX: salário educação (212), FGTS (7° CF); 
Contribuições para a seguridade social (a seguridade social compreende um conjunto de ações 
destinadas a assegurar ao cidadão os direitos relativos a saúde, previdência e assistência social – artigo 
194, 196, 201 e 203. Ela deve ser financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, e pelos 
orçamentos da UNIÃO, Estado e Municípios. É custeada pelas contribuições sociais descritas no 
artigo 195 da CF/ 88. A enumeração NÃO é taxativa, podendo garantir a manutenção e expansão do 
sistema (artigo 194, §4°, CF), desde que faça no exercício de sua competência residual (artigo 154, 
I).). 
As contribuições sociais se submetem ao princípio da anterioridade nonagesimal (artigo 195, §6°). 
Não se lhes aplica o princípio da anterioridade descrito no artiho 150, III, “b”. Compete à UNIÃO 
sua instituição, via LEI ORDINÁRIA. 
As contribuições para a seguridade social se dividem em: 
• contribuições sociais propriamente ditas; 
• contribuições sociais previdenciárias (para garantir os benefícios previdenciários). 
 
 
 
Elas seguem o regime contributivo, de filiação obrigatória. Assim, somente terão direito aos 
benefícios previdenciários aqueles que contribuírem para o sistema (artigo 201, CF). 
As contribuições previdenciárias têm natureza tributária. 
Os benefícios previdenciários são os descritos no art. 201. 
 
 
CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS: 
 
Nos termos do art. 114, parág. 3° da CF/88: compete à Justiça do Trabalho executar, de ofício, as 
contribuições sociais previstas nos arts. 195, I,’a’ e II, e seus acréscimos legais, decorrentes das 
sentenças que proferir. 
ESPÉCIES (ART. 195) 
 
a) Devidas pelo empregador, empresa ou entidade a elas equiparadas: incidentes sobre a folha 
de salários e demais rendimentos pagos e creditados a qualquer título (20%) - incidentes sobra a 
receita e o faturamento (finsocial, Cofins, Pis-Pasep); - incidentes sobre o lucro das empresas 
(CSLcontábil); 
b) Devidas pela sociedade de forma indireta: - incidente sobre a receita de concurso de 
prognósticos (loterias); - devidas pelo importador de bens e serviços (Pis-Pasep-importação; Cofins-
importação); 
c) Devida pelo trabalhador e demais segurados da previdência social (INSS): não incide sobre 
aposentadorias e pensões concedidas pelo regime geral de previdência social (artigo 201). Assim, não 
há contribuição dos inativos à previdência social. 
 Garante os benefícios previdenciários descritos no artigo 201 da CF: 
I. Afastamento por doença; 
II. Aposentadoria por invalidez, morte, idade e tempo de 
contribuição; 
III. Auxílio-maternidade; 
IV. Auxílio-desemprego; 
V. Salário-família e auxílio-reclusão. 
 
CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS GERAIS: 
Tem fundamento no artigo 212, §5° da CF: é o salário-educação (lei 9424, de 24 de dezembro de 
1996); 
STF – Súmula 732: “é constitucional a cobrança da contribuição salário-educação, seja sob carta 
de 69, seja sob a CF/ 88, e no regime da lei 9424/ 96.” 
 
Contribuição para o seguro de acidentes de trabalho: artigo 7°, XXVIII da CF; suportada pelo 
empregador. Lei 8212/91: Alíquota de 1 a 3%. 
 
Contribuições sobre o FGTS: Fundamento → LC n° 110, de 26 de junho de 2001. Alíquota de 10% 
incidente sobre o saldo do FGTS em caso de dispensa sem justa causa do trabalhador. Tem natureza 
de PENALIDADE ao empregador. 
 
 
 
OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA 
 
SOLIDARIEDADE PASSIVA: 
Artigo 124/125 CTN 
 
 
SEÇÃO II 
Solidariedade 
 
Art. 124. São solidariamente obrigadas: 
I – as pessoas que tenham interesse comum na situação 
que constitua o fato gerador da obrigação principal; 
II – as pessoasexpressamente designadas por lei. 
Parágrafo único. A solidariedade referida neste artigo 
não comporta benefício de ordem. 
Código Tributário Nacional 85 
Art. 125. Salvo disposição de lei em contrário, são os 
seguintes os efeitos da solidariedade: 
I – o pagamento efetuado por um dos obrigados 
aproveita aos demais; 
II – a isenção ou remissão de crédito exonera todos os 
obrigados, salvo se 
outorgada pessoalmente a um deles, subsistindo, nesse 
caso, a solidariedade quanto aos demais pelo saldo; 
III – a interrupção da prescrição, em favor ou contra um 
dos obrigados, favorece ou prejudica aos demais. 
 
 
SÃO SOLIDARIAMENTE OBRIGADAS 
• Solidariedade natural: art 124, I; 
• Solidariedade legal: art 124, II. 
 
Efeitos da solidariedade passiva 
ART 125 CTN 
• Não comporta benefício de ordem; 
• Não comporta benefício de divisão; 
• Concessão de benefício a um dos devedores estende-se aos demais, salvo se outorgado 
pessoalmente a um deles. 
 
Exemplo: João, José e Pedro são co-proprietários de uma área urbana, devendo pagar o IPTU no valor 
de R$900. Caso haja isenção pessoal a João, os demais continuarão obrigados ao pagamento do IPTU 
mas no valor de R$600. 
 
DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO 
 
Art. 127 CTN 
Regra: domicílio eleitoral do contribuinte. Exceção: fixação pela autoridade fiscal seguindo a ordem 
do artigo 127 CTN. 
Importância: define o foro competente para ações fiscais. 
 
Domicílio Tributário 
 
Art. 127. Na falta de eleição, pelo contribuinte ou 
responsável, de domicílio tributário, na forma da 
legislação aplicável, considera-se como tal: 
I – quanto às pessoas naturais, a sua residência habitual, 
ou, sendo esta incerta ou desconhecida, o centro 
habitual de sua atividade; 
II – quanto às pessoas jurídicas de direito privado ou às 
firmas individuais, o lugar da sua sede, ou, em relação 
aos atos ou fatos que derem origem à obrigação, o de 
cada estabelecimento; 
III – quanto às pessoas jurídicas de direito público, 
qualquer de suas repartições no território da entidade 
tributante. 
§ 1o Quando não couber a aplicação das regras fixadas 
em qualquer dos incisos deste artigo, considerar-se-á 
como domicílio tributário do contribuinte ou 
responsável o lugar da situação dos bens ou da 
ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à 
obrigação. 
§ 2o A autoridade administrativa pode recusar o 
domicílio eleito, quando impossibilite ou dificulte a 
arrecadação ou a fiscalização do tributo, aplicando-se 
então a regra do parágrafo anterior. 
 
 
FIXAÇÃO PELO FISCO: 
 
Pessoas naturais: Residência habitual → centro habitual de sua atividade → domicílio fiscal. 
Pessoas jurídicas: sede → cada estabelecimento → domicílio fiscal. 
Pessoas jurídicas de direito público: qualquer repartição no território da entidade tributante. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAPACIDADE TRIBUTÁRIA PASSIVA 
 
Pessoa natural: independe da capacidade civil e de estar a pessoa sofrendo qualquer tipo de restrição 
(preso ou interditado, por exemplo); 
Pessoa jurídica: basta que haja existência de fato e não de direito. 
 
RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA 
 
Responsabilidade por substituição 
 
Está na lei de cada tributo; 
Exclui a responsabilidade do contribuinte; 
Facilita a arrecadação dos tributos indiretos. 
 
 
Responsabilidade por sucessão 
 
Está no CTN (artigos 129-133); 
É regra geral; 
O ônus é transferido ao novo titular do bem; 
Objetivo: garantir o recebimento do crédito 
tributário. 
 
 
 
RESPONSABILIDADE POR SUCESSÃO 
 
Artigos 129-133 do CTN 
O crédito tributário se transfere ao novo detentor do bem (transferência causa mortis; transferência 
inter vivos) 
 
O crédito tributário se transfere ao sucessor: créditos tributários definitivamente constituídos: 
vencidas; créditos tributários em fase de constituição: vincendas. 
 
RESPONSABILIDADE POR AQUISIÇÃO DE BEM IMÓVEL 
 
Artigo 130 CTN 
Sub-rogam-se na pessoa do adquirente. Exceção: conste no título a prova de quitação. Em caso de 
arrematação em hasta pública a sub-rogação ocorre sob o respectivo preço. 
 
STJ 
Se o preço alcançado na arrematação em hasta pública não for suficiente para cobrir o crédito 
tributário, não fica o arrematante responsável por eventual saldo devedor. A arrematação tem efeito 
de extinguir o ônus que incide sobre o bem arrematado, passando este ao arrematante livre e 
desembaraçado dos encargos tributários (Resp 166.975/STJ) 
 
RESPONSABILIDADE NA SUCESSÃO HEREDITÁRIA 
 
Artigo 131. I, II e III. 
Dívidas deixadas pelo de cujus → espólio. 
Dívidas de fatos geradores posteriores à abertura da sucessão → herdeiros/ viúvo meeiro até os limites 
da herança. 
 
RESPONSABILIDADE NA AQUISIÇÃO DE BENS 
Inciso I, artigo 131. 
Adquirente ou remitente de bens móveis ou semoventes. 
 
RESPONSABILIDADE NA FUSÃO, INCORPORAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESPONSABILIDADE EM CASO DE EXTINÇÃO DE PESSOA JURÍDICA 
 
Se estende ao sócio remanescente quando a atividade seja continuada. Art. 132, parágrafo único, CTN. 
 
RESPONSABILIDADE NA AQUISIÇÃO DE ESTABELECIMENTO COMERCIAL OU 
INDUSTRIAL E FUNDO DE COMÉRCIO → artigo 133, CTN. 
 
 
 
 
 
 
IMUNIDADE TRIBUTÁRIA 
 
Conceito: imunidade é regra de competência negativa. Está pontuada na constituição e NÃO em leis 
infraconstitucionais. 
ESPÉCIES: 
• Imunidade genérica; 
• Imunidade específica. 
 
TIPOS DE IMUNIDADE 
• Objetiva: sobre bens, sobre coisas; 
• Subjetiva: sobre atividades, sobre pessoas. 
 
IMUNIDADE GENÉRICA – ARTIGO 150, INCISO VI da CF. 
Refere-se aos impostos, somente. 
Encampa as seguintes atividades: imunidade recíproca + autarquias e fundações; dos templos de 
qualquer culto; escolas, entidades de assistência social, atendidos os requisitos da lei; Partidos 
políticos e suas fundações; Sindicatos dos trabalhadores; livro, jornal, periódico e o papel destinado 
à sua impressão. 
 
ARTIGO 150, VI, CTN 
 
Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias 
asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos 
Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: 
 
VI – instituir impostos sobre: 
a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros; 
b) templos de qualquer culto; 
c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, 
inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos 
trabalhadores, das instituições de educação e de 
assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os 
requisitos da lei; 
d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua 
impressão. 
 
SÚMULA n° 612 STJ → O certificado de entidade beneficente de assistência social (Cebas), no prazo 
de sua validade, possui natureza declaratória para fins tributários, retroagindo seus efeitos à data em 
que demonstrado o cumprimento dos requisitos estabelecidos por lei complementar para a fruição da 
imunidade. 
 
SÚMULA n° 657 STF → A imunidade prevista no art. 150, VI, "d", da Constituição Federal abrange 
os filmes e papéis fotográficos necessários à publicação de jornais e periódicos. 
 
SÚMULA n° 724 STF → Ainda quando alugado a terceiros, permanece imune ao IPTU o imóvel 
pertencente a qualquer das entidades referidas pelo art. 150, VI, "c", da Constituição, desde que o 
valor dos aluguéis seja aplicado nas atividades essenciais de tais entidades. 
 
SÚMULA n° 730 STF → A imunidade tributária conferida a instituições de assistência social sem 
fins lucrativos pelo art. 150, VI, "c", da Constituição, somente alcança as entidades fechadas de 
previdência social privada se não houver contribuição dos beneficiários. 
 
IMUNIDADE ESPECÍFICA 
 
Está espalhada pelo texto constitucional e é identificada pelas expressões: “não incide” e “não 
incidirá”. 
ICMS não incide: 
• Sobre exportação de bens e serviços; 
• Sobre operações interestaduais de transporte de petróleo e derivados; 
• Sobre transmissão interestadual de energia elétrica; 
• Sobre o ouro quando considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial; 
•Sobre comunicação feita por rádio e TV (canal aberto). 
 
ITR não incide 
• Sobre pequenas glebas rurais, desde que seu proprietário as explore e sendo o único imóvel 
dele. 
 
ITBI não incide: 
• Não incidirá sobre a transmissão de bens e direitos incorporados à pessoa jurídica em 
realização de capital, nem no caso de fusão, incorporação, cisão ou extinção de pessoa jurídica, 
salvo se a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos, 
locação ou arrendamento mercantil. 
 
IPI não incidirá 
• Sobre os produtos industrializados destinados ao exterior. 
 
CIDE E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS 
• Não incidirá sobre receitas decorrentes de exportações. 
 
 
IMUNIDADE x ISENÇÃO 
 
Imunidade 
 
• Tá na constituição; 
• É regra de competência negativa; 
• Não está sujeita a termo; 
• NÃO pode ser revogada. 
 
Isenção 
 
• Tá nas leis infraconstitucionais; 
• É favor legal; 
• Pode estar sujeita a termo; 
• Pode ser revogada.

Materiais relacionados

Perguntas relacionadas

Materiais recentes

Perguntas Recentes