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Planejamento de Cobertura Jornalística

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Planejamento de Cobertura Jornalística
MATÉRIA SUPERVISIONADA: GRANDES COBERTURAS POR
EDITORIAS
Grandes coberturas no jornalismo são a
abordagem de maneira contínua e variada
de um acontecimento com grande potencial
de mobilização da audiência e, claro, de
grande interesse público.
● Eleição presidencial;
● Chacina;
● Jogos Olímpicos;
● Conflito entre países;
● Festival;
● morte de uma personalidade.
Quanto maior for a interferência de um fato
na realidade, quanto maior suas implicações
para uma determinada sociedade ou
comunidade, maior a possibilidade de sua
inserção na pauta de cobertura dos veículos
de comunicação.
Enquadramento: trata-se do processo de
definir quais elementos integrantes do fato
serão destacados ou evitados, esmiuçados
ou resumidos.
O NOVO AMBIENTE DIGITAL E AS GRANDES COBERTURAS
Exige que um jornalista produza a narrativa
de um acontecimento que será replicada em
tempo real no portal da internet, enviada em
alertas para smartphones, exibida na
televisão, reproduzida no rádio e ainda em
listas de mensagens por e-mails ou
aplicativos.
A produção passa a seguir a dinâmica e as
regras dos ambientes interativos on-line.
As audiências podem ler nos sites de
notícias, por exemplo, não somente o
conteúdo divulgado na versão impressa,
mas também conteúdo especial adequado
aos recursos da internet.
O leitor tem acesso a tudo armazenado uma
vez na internet, como edições passadas,
notícias antigas e muito mais.
O essencial é a qualidade do conteúdo
desenvolvido, porque o produto oferecido
será rejeitado ou terá impacto reduzido se
não respeitar as características narrativas de
cada veículo. E é isso que deve ser pensado
na cobertura: as potencialidades de cada
meio.
O PLANEJAMENTO DA GRANDE COBERTURA
● O que determinado meio de
comunicação pretende com a
cobertura daquele evento?
● Qual a estratégia para atrair
audiência?
● Quais os personagens-chave da
cobertura?
● O que de relevante pode acontecer e
com quais reflexos para a
sociedade?
● Quanto custará a empreitada
jornalística e quais os fundos
disponíveis?
● Quais os interesses comerciais
envolvidos?
A grande cobertura é um exercício
multidepartamental, envolvendo áreas
diversas como recursos humanos, gerência
administrativa e redação, em prol do
conteúdo editorial.
ANÁLISES DE GRANDES COBERTURAS
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL
A mídia tem o dever de relatar de maneira
completa e precisa o que os concorrentes
representam.
Ao cobrir uma eleição, os jornalistas
escolhem uma mistura de dois tipos básicos
de reportagem: guia do eleitor e análises de
É preciso:
● Dosar os estilos de reportagem;
● Refutar o jornalismo declaratório;
● Investigar ações e movimentos
subterrâneos;
● Manter a perspectiva sobre os temas
essenciais à sociedade;
● Não se deixar levar pelos criadores
de factoides, ou seja, pseudo fatos
dos quais políticos em geral se
aproveitam.estratégia.
SEMANA DE MODA
Fortemente direcionada para a mídia social,
que abriu as portas da indústria da moda
para vários blogueiros e influenciadores da
moda, que são diariamente conectados com
seu público e clientes por seu conteúdo
imediato e constante.
O principal problema da cobertura
jornalística das semanas de moda é que seu
caráter comercial se sobrepõe de maneira
inequívoca às questões culturais que suscita.
O meio da moda mobiliza muito dinheiro.
Na semana de moda, o papel do jornalista
profissional é essencial para realçar, entre
infinitos interesses comerciais e financeiros
diretos, o que pode haver de cultural e
socialmente interessante naquela exibição.
Ou seja, seu objetivo é levar a cultura de
moda para mais pessoas, de maneira
interessante e esclarecedora.
JOGOS OLÍMPICOS
A cobertura olímpica começa meses, em
alguns casos, um ano antes do início dos
Jogos, com os eventos classificatórios. O
foco de interesse de cada cobertura é ditado
pelos hábitos de audiência de cada
população.
A relação entre os Jogos Olímpicos e os
meios de comunicação ascendeu com a
primeira transmissão televisiva, dos Jogos
de 1936, em Berlim.
As imagens em cores foram transmitidas
pela primeira vez nos Jogos de Tóquio, em
1964, além do uso de replay em câmera
lenta.
É de responsabilidade da OBS, projetar,
construir e operar o International Broadcast
Center (IBC). Toda e qualquer imagem
captada nas arenas de disputa das 42
modalidades olímpicas passa pelo IBC antes
de ser transmitida ao mundo.
CONTEÚDO DE AULA
PROCESSO PRODUTIVO IMPRESSO
➭ Pauta
➭ Definição do assunto
➭ Entrevista com as fontes (embasamento)
➭ Narração em torno do fato
ENTREVISTAS
➭ Refazem o acontecimento a partir das
várias visões
➭ Narração indireta (objetiva e imparcial)
➭ Repórter assume uma 3° pessoa
EQUIDISTANTE
TEXTO PARA IMPRESSÃO
➭ Pirâmide invertida: LIDE (BASE DA
PIRÂMIDE) E MENOR IMPORTANTES AO
FINAL (TOPO DA PIRÂMIDE)
➭ Lide obrigatoriamente na matéria (QUE,
QUEM , QUANDO, ONDE, POR QUE)
RÁDIO
➭ Cabeça = introdução da matéria ao ar
➭ PAUTA ⇢ PRODUÇÃO
PRODUÇÃO: GRAVAÇÃO DAS ENTREVISTAS
⇢ REDAÇÃO DO TEXTO ⇢ GRAVAÇÃO DO
OFF ⇢ EDIÇÃO
➭ GÊNEROS RADIOJORNALÍSTICOS
● NOTA
● BOLETIM
● REPORTAGEM
● ENTREVISTA
● COMENTÁRIO
● EDITORIAL
● CRÔNICA
● RADIOJORNAL
● RADIODOCUMENTÁRIO
● MESA-REDONDA
● DEBATE/ PROGRAMAS ESPECIAIS
LINGUAGEM TELEVISIVA
➭ IMEDIATISMO
transmissão de um fato ao vivo;
➭ INSTANTANEIDADE:
informação captada no momento de
transmissão;
➭ ENVOLVIMENTO PROFUNDO:
transporta o telespectador para o local em
que acontece o fato;
➭ SUPERFICIALIDADE:
não há tempo para aprofundar nos fatos;
➭ AUDIÊNCIA:
medida para orientar a promover condições
comerciais.
WEBJORNALISMO
➭ 3 princípios básicos:
● HIPERTEXTUALIDADE
● INTERATIVIDADE
● CARÁTER MULTIMEIOS
TEMPO
➭ FLUXO CONTÍNUO:
temporalidade proporcionada pela internet
sendo a INFORMAÇÃO PERMANENTE
➭ REAL TIME:
notícias frescas, apuradas um pouco antes
da sua transmissão (rádio e TV)
➭ NEAR TIME:
divulgação de informações sobre o
desenrolar de uma cobertura (internet)
➭ PRECARIEDADE DA PRODUÇÃO:
relacionada ao tempo e competitividade
➭ COBERTURA ULTRA FRAGMENTADA:
redução da significatividade pelo tempo
curto
➭ Textos de interpretação e opinião
asseguram o resgate ao formato histórico
do jornalismo.
LINHA EDITORIAL
➭ Aparência própria de um veículo (física,
vocabulário, ideologias e outros)
➭ SIDE STORY:
histórias emergentes provocadas pela
história central e podem ser usadas em um
segundo momento
CRITÉRIOS DE NOTICIABILIDADE
➭ PROXIMIDADE
Ser humano sente mais empatia por
pessoas e situações mais próximas
➭ ATUALIDADE
O veículo que consegue fornecer informação
antes dos outros têm preferência na Escolha
dos consumidores
➭ SERVIÇO PÚBLICO
Todo o assunto que pode auxiliar na
melhoria da vida da população é notícia
➭ CONTRADITÓRIO OU NEGATIVO
É exceção o diferente trata de assuntos de
desagradáveis
➭ INEDITISMO
Alguém inédito fora das regras. Descobertas
em geral são notícias.
TECNOLOGIA NO JORNALISMO
➭ As novas tecnologias se atrelam a
produção Jornalística é um modo de olhar
as novas possibilidades e necessidades do
profissional
➭ Não há ruptura com as práticas antigas,
mas, sim, uma adaptação das tarefas
utilizam novos recursos tecnológicos
➭ Métricas, taxa de engajamento e
audiência, hiperlink, infográficos, conteúdos
multimídias, estão mudando as formas de
organizar, escolher e reproduzir o conteúdo.
JORNALISMO INVESTIGATIVO
➭ Enfrenta impasses e oportunidade
JORNALISMO DE DADOS
➭ Enfatiza a disponibilidade de informação
JORNALISMO INDEPENDENTE
➭ Atrelado a crise de credibilidade dos
veículos hegemônicos
JORNALISMO COOPERATIVO
➭ Trabalho em rede e união de forças para
fundar instituições
TEORIAS SOBRE A LINHA EDITORIAL
➭ SEGUNDO PATRÍCIA MARCOS
● Orientação ideológica sempre esteve
presente de forma quase evidente
nos veículos
➭ SEGUNDO BELTRÃO
● Linha editorial é o posicionamento
ideológico do jornal e interfere no
que é ou não divulgado e o peso que
recebe
● Linha editorial e política editorial não
tem distinção
➭ SEGUNDO JOSÉ MARQUES DE MELO
● Linha editorial é uma seleção do que
os veículos fazem do queserá
publicado
➭ SEGUNDO MARCELO BRODSKY
● Política editorial representa a
ideologia de um veículo
● Linha editorial significa o que a
STAFF precisa fazer
JORNALISMO INVESTIGATIVO
● Investigação autônoma
(desvinculada dos interesses de
outras instituições além da empresa
jornalística)
● Contam com fontes em o�, que não
querem ser identificadas
publicamente
● Costumam se direcionar a
irregularidades das autoridades
● "Contraforça legítima e legal em
relação ao poder"
● Postura crítica e ceticismo: deve-se
desconfiar dos comunicados da
imprensa
● A investigação requer apoio
institucional do veículo que a produz
● A reportagem precisa resultar em
denúncias
CONVERGÊNCIA E COBERTURAS
● FASES DO JORNALISMO WEB
1. TRANSPOSIÇÃO
Os produtos oferecidos eram
apenas transposições dos
jornais impressos para o
on-line
2. METÁFORA
Produtos eram "cópias" mas
já havia a presença de links,
campo de contato e
hipertexto
3. SURGIMENTO DO
WEBJORNALISMO
Exploração mais intensa das
características da web e
criação de produtos
exclusivos
4. JORNALISMO DIGITAL EM
BASE DE DADOS
Uso da base de dados como
elemento estruturante do
jornalismo
5. JORNALISMO NA
INTERSECÇÃO COM AS
MÍDIAS MÓVEIS
Desenvolvimento do
jornalismo nas redes digitais
e as mídias móveis se
tornam centrais no circuito
de inovação. Não se pensa
no jornalismo web como
desdobramento ou
ramificação
● MOBILE JOURNALISTS
1. A lógica de trabalho já se
encontra profundamente
alterada pela mobilidade
trazida pelas ferramentas
tecnológicas
2. Repórteres que produzem
vídeos direto dos
acontecimentos, enviam a
distância fatos de
reportagem e aprendem a
manejar os dispositivos
buscando informações mais
completas
3. Maior flexibilidade na gestão
de tempo e do espaço
jornalístico
4. Uso da hipertextualidade e
multimidialidade

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