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Cayo Silva

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Questões resolvidas

Na oração “Informou-se a novidade aos membros e diretores do grupo”, qual é a classificação do sujeito?
a) Oculto
b) Simples
c) Composto
d) Indeterminado
e) Inexistente

Leia o poema a seguir e responda à(s) questão(ões).
Analisando os versos do poema “Retrato”, assinale a opção correta.
a) Percebe-se que foi utilizado, no poema, o pronome “este” e suas variações, em referência a algo que, do ponto de vista espacial, está próximo do eu lírico.
b) A repetição do advérbio de modo “assim” (v. 2) reforça as características físicas do eu lírico no passado.
c) Em “Tão simples, tão certa, tão fácil” (v. 10), o advérbio em destaque foi empregado para atenuar as mudanças sofridas pelo eu lírico ao longo da vida.
d) A substituição da expressão “em que espelho” (v. 11) por “onde” poderia ocorrer sem provocar alteração no sentido e na sintaxe do verso original.

Assinale a oração em que o termo ou expressão grifados exerce a função de Objeto Indireto.
a) Cumprimentei-as respeitosamente.
b) Perderam-na para sempre.
c) Amava mais a ele que aos outros.
d) Eu culpo a tudo e a todos.
e) Obedeceu-lhe prontamente.

As questões a seguir tomam por base a crônica de Luís Fernando Veríssimo.
Os termos “o uso do papel” e “um manual de instrução” (1º parágrafo) se identificam sintaticamente por exercerem nas respectivas orações a função de
a) objeto direto.
b) predicativo do sujeito.
c) objeto indireto.
d) complemento nominal.
e) sujeito.

Sobre os elementos linguísticos presentes no texto, assinale a alternativa correta.
a) O pronome “a” (ref. 3) refere-se à “cavalgada”.
b) O pronome “estes” (ref. 4) refere-se a “muros”.
c) O pronome “lhes” (ref. 5) refere-se a “guerreiros”.
d) O pronome “todos” (ref. 6) refere-se a “árabes”.
e) O pronome “quem” (ref. 7) refere-se às “virgens do mosteiro”.

Analise as proposições em relação à obra Cronistas do descobrimento, Antonio Carlos Olivieri e Marco Antonio Villa, e trecho retirado da mesma, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) A leitura do texto leva o leitor a inferir que, embora se trate de um relato sobre nossos selvagens, o autor procura desmistificar a imagem de selvageria, justificado pela organização e pelo respeito social.
( ) O uso da próclise em “ninguém lhes dirá nada” (ref. 4) é justificado pela presença da palavra negativa ninguém. Se a palavra destacada for substituída por alguém, ocorrerá mesóclise: alguém dir-lhes-á nada.
( ) A leitura do texto leva o leitor a inferir que os índios viviam dentro de um esquema de normalidade e respeito.
( ) Da leitura do período “Todavia, se alguém for ferido por seu próximo” (ref. 5) infere-se que a palavra próximo está relacionada a outro selvagem e não ao homem branco.
( ) No período “ninguém lhes dirá nada” (ref. 4) em relação às palavras destacadas, sequencialmente, na sintaxe, tem-se sujeito simples e objeto indireto.
a) V - F - F - V - F
b) V - V - F - V - V
c) F - F - V - F - V
d) V - F - V - V - F
e) V - F - V - V - V

De acordo com a norma padrão, passando-se essa frase para a voz passiva analítica, a forma verbal correspondente será:
a) foram mortos.
b) estavam sendo mortos.
c) eram mortos.
d) matou-se.
e) morreram.

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Logo depois, transferiu-se para o trapiche [local destinado à guarda de mercadorias para importação ou exportação] o depósito dos objetos que o trabalho do dia lhes proporcionava. Estranhas coisas entraram então para o trapiche. Não mais estranhas, porém, que aqueles meninos, moleques de todas as cores e de idades, as mais variadas, desde os 9 aos 16 anos, que à noite se estendiam pelo assoalho e por debaixo da ponte e dormiam, indiferentes ao vento que circundava o casarão uivando, indiferentes à chuva que muitas vezes os lavava, mas com os olhos puxados para as luzes dos navios, com os ouvidos presos às canções que vinham das embarcações. . . (AMADO, Jorge. O trapiche. Capitães de Areia. São Paulo: Livraria Martins Ed., 1937. Adaptado.)
15. (Fatec 2010) Assinale a alternativa em que o verbo destacado tem como sujeito aquele apresentado entre colchetes.
a) Logo depois transferiu-se para o trapiche o depósito dos objetos... [os objetos]
b) ... o depósito dos objetos que o trabalho do dia lhes proporcionava. [o depósito dos objetos]
c) Estranhas coisas entraram então para o trapiche. [estranhas coisas]
d) ... indiferentes ao vento que circundava o casarão uivando... [o casarão]
e) ... com os ouvidos presos às canções que vinham das embarcações. . . [as embarcações]

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Dois passageiros em uma cabine de trem. Apossaram-se das mesinhas, cabines e bagageiros e se instalaram à vontade. Jornais, casacos e bolsas ocupam os assentos vazios. A porta se abre e entram dois outros viajantes. Não são vistos com bons olhos. Os dois primeiros passageiros, mesmo que não se conheçam, comportam-se com uma solidariedade notável. Há uma nítida relutância em desocuparem os assentos vazios e deixarem que os recém-lançados também se acomodem. A cabine do trem tornou-se território seu, para disporem dele a seu bel-prazer, e cada novo passageiro que entra é considerado um intruso. Esse comportamento não pode ser justificado racionalmente - está arraigado mais a fundo. (...) O próprio vagão do trem é um domicílio transitório, um lugar que serve apenas para mudar de lugar. O passageiro é a negação da pessoa sedentária. Trocou seu território real por um virtual. Apesar disso, ele defende sua moradia temporária com um carrancudo ressentimento. Hans Magnus Enzensberger. O vagão humano (fragmento). In: Veja 25 anos - reflexões para o futuro.
17. (Pucrs 2005) Indique o tipo de relação estabelecida entre o sujeito (Coluna I) e a ação expressa pelo verbo (Coluna II).
COLUNA I
1. O sujeito é agente da ação verbal.
2. O sujeito é paciente da ação verbal.
3. O sujeito é, ao mesmo tempo, agente e paciente da ação verbal.
COLUNA II
( ) "se instalaram" (ref. 6)
( ) "se abre" (ref. 7)
( ) "entram" (ref. 8)
( ) "se acomodem" (ref. 9)
( ) "não pode ser justificado" (ref.10)
a) 1 - 1 - 1 - 3 - 2
b) 2 - 2 - 1 - 3 - 3
c) 2 - 1 - 3 - 3 - 3
d) 3 - 1 - 1 - 2 - 2
e) 3 - 2 - 1 - 3 - 2

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Olhar para o céu noturno é quase um privilégio em nossa atribulada e iluminada vida moderna. (...) Companhias de turismo deveriam criar "excursões noturnas", em que grupos de pessoas são transportados até pontos estratégicos para serem instruídos por um astrônomo sobre as maravilhas do céu noturno. Seria o nascimento do "turismo astronômico", que complementaria perfeitamente o novo turismo ecológico. E por que não? Turismo astronômico ou não, talvez a primeira impressão ao observarmos o céu noturno seja uma enorme sensação de paz, de permanência, de profunda ausência de movimento, fora um eventual avião ou mesmo um satélite distante (uma estrela que se move!). Vemos incontáveis estrelas, emitindo sua radiação eletromagnética, perfeitamente indiferentes às atribulações humanas. Essa visão pacata dos céus é completamente diferente da visão de um astrofísico moderno. As inocentes estrelas são verdadeiras fornalhas nucleares, produzindo uma quantidade enorme de energia a cada segundo. A morte de uma estrela modesta como o Sol, por exemplo, virá acompanhada de uma explosão que chegará até a nossa vizinhança, transformando tudo o que encontrar pela frente em poeira cósmica. (O leitor não precisa se preocupar muito. O Sol ainda produzirá energia "docilmente" por mais uns 5 bilhões de anos.) (Marcelo Gleiser, Retalhos cósmicos)
18. (Fuvest 2004) Transpondo-se corretamente para a voz ativa a oração "para serem instruídos por um astrônomo (...)", obtém-se:
a) para que sejam instruídos por um astrônomo (...).
b) para um astrônomo os instruírem (...).
c) para que um astrônomo lhes instruíssem (...).
d) para um astrônomo instruí-los (...).
e) para que fossem instruídos por um astrônomo (...).

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Amava Simão uma sua vizinha, menina de quinze anos, rica herdeira, regularmente bonita e bem-nascida. Da janela do seu quarto é que ele a vira a primeira vez, para amá-la sempre. Não ficara ela incólume da ferida que fizera no coração do vizinho: amou-o também, e com mais seriedade que a usual nos seus anos. Os poetas cansam-nos a paciência a falarem do amor da mulher aos quinze anos, como paixão perigosa, única e inflexível. Alguns prosadores de romances dizem o mesmo. Enganam-se ambos. O amor dos quinze anos é uma brincadeira; é a última manifestação do amor às bonecas; é a tentativa da avezinha que ensaia o voo fora do ninho, sempre com os olhos fitos na ave-mãe, que a está da fronde próxima chamando; tanto sabe a primeira o que é amar muito, como a segunda o que é voar para longe. Teresa de Albuquerque devia ser, porventura, uma exceção no seu amor. Camilo Castelo Branco - Amor de perdição.
21. (Mackenzie 2003) "Da janela do seu quarto é que ELE A VIRA PELA PRIMEIRA VEZ". Passando-se a oração em destaque para a voz passiva analítica, a forma verbal correspondente é
a) foi vista.
b) havia visto.
c) estava sendo visto.
d) seria vista.
e) fora vista.

22. (Fgv) Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da frase: "Eu ____ encontrei ontem, mas não ____ reconheci porque ____ anos que não ____ via."
a) lhe, lhe, há, lhe.
b) o, o, haviam, o.
c) lhe, o, havia, lhe.
d) o, lhe, haviam, o.
e) o, o, havia, o.

23. (Fgv 2002) Assinale a alternativa em que ESTRELAS tem a mesma função sintática que em: "Brilham no alto as estrelas."
a) Querem erguer-se às estrelas.
b) Gostavam de contemplar as estrelas.
c) Seus olhos tinham o brilho das estrelas.
d) Fui passear com as estrelas do tênis.
e) As estrelas começavam a surgir.

24. (Ufpe) Assinale a alternativa em que se faz uma afirmação inaceitável em relação aos recursos gramaticais destacados no texto.
a) Na expressão 'OUTRO esporte', a palavra destacada constitui um recurso de coesão que relaciona o núcleo da expressão a 'futebol', referido anteriormente.
b) Nesse trecho, o pronome de 1a pessoa do plural, 'nós', tem como referente os brasileiros em geral.
c) Em "Seria um caso incurável de carência de colonizador", o verbo ser, no futuro do pretérito, indica que o autor preferiu não ser taxativo em sua apreciação.
d) O verbo 'chamar' encontra-se no modo subjuntivo, indicando que o autor não tem certeza de que a ação possa realizar-se.
e) Na última oração do texto, 'mesmo' foi aí inserido para reforçar a avaliação do autor.

25. (Pucpr) Observe a frase que segue: "Não posso lhe garantir QUE TODOS ESTARÃO PRESENTES À SUA FESTA DE FORMATURA". Do enunciado acima, pode-se afirmar que a parte destacada desempenha a função de:
a) sujeito de POSSO,
b) objeto direto de POSSO,
c) objeto indireto de POSSO,
d) objeto direto de GARANTIR,
e) objeto indireto de GARANTIR.

A frase na voz ativa tem o verbo “matar” conjugado no pretérito perfeito. Na passagem para a voz passiva analítica, forma-se uma locução verbal na qual o verbo “matar” (no particípio irregular) recebe um auxiliar (foram) também conjugado no pretérito perfeito do indicativo.

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Questões resolvidas

Na oração “Informou-se a novidade aos membros e diretores do grupo”, qual é a classificação do sujeito?
a) Oculto
b) Simples
c) Composto
d) Indeterminado
e) Inexistente

Leia o poema a seguir e responda à(s) questão(ões).
Analisando os versos do poema “Retrato”, assinale a opção correta.
a) Percebe-se que foi utilizado, no poema, o pronome “este” e suas variações, em referência a algo que, do ponto de vista espacial, está próximo do eu lírico.
b) A repetição do advérbio de modo “assim” (v. 2) reforça as características físicas do eu lírico no passado.
c) Em “Tão simples, tão certa, tão fácil” (v. 10), o advérbio em destaque foi empregado para atenuar as mudanças sofridas pelo eu lírico ao longo da vida.
d) A substituição da expressão “em que espelho” (v. 11) por “onde” poderia ocorrer sem provocar alteração no sentido e na sintaxe do verso original.

Assinale a oração em que o termo ou expressão grifados exerce a função de Objeto Indireto.
a) Cumprimentei-as respeitosamente.
b) Perderam-na para sempre.
c) Amava mais a ele que aos outros.
d) Eu culpo a tudo e a todos.
e) Obedeceu-lhe prontamente.

As questões a seguir tomam por base a crônica de Luís Fernando Veríssimo.
Os termos “o uso do papel” e “um manual de instrução” (1º parágrafo) se identificam sintaticamente por exercerem nas respectivas orações a função de
a) objeto direto.
b) predicativo do sujeito.
c) objeto indireto.
d) complemento nominal.
e) sujeito.

Sobre os elementos linguísticos presentes no texto, assinale a alternativa correta.
a) O pronome “a” (ref. 3) refere-se à “cavalgada”.
b) O pronome “estes” (ref. 4) refere-se a “muros”.
c) O pronome “lhes” (ref. 5) refere-se a “guerreiros”.
d) O pronome “todos” (ref. 6) refere-se a “árabes”.
e) O pronome “quem” (ref. 7) refere-se às “virgens do mosteiro”.

Analise as proposições em relação à obra Cronistas do descobrimento, Antonio Carlos Olivieri e Marco Antonio Villa, e trecho retirado da mesma, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) A leitura do texto leva o leitor a inferir que, embora se trate de um relato sobre nossos selvagens, o autor procura desmistificar a imagem de selvageria, justificado pela organização e pelo respeito social.
( ) O uso da próclise em “ninguém lhes dirá nada” (ref. 4) é justificado pela presença da palavra negativa ninguém. Se a palavra destacada for substituída por alguém, ocorrerá mesóclise: alguém dir-lhes-á nada.
( ) A leitura do texto leva o leitor a inferir que os índios viviam dentro de um esquema de normalidade e respeito.
( ) Da leitura do período “Todavia, se alguém for ferido por seu próximo” (ref. 5) infere-se que a palavra próximo está relacionada a outro selvagem e não ao homem branco.
( ) No período “ninguém lhes dirá nada” (ref. 4) em relação às palavras destacadas, sequencialmente, na sintaxe, tem-se sujeito simples e objeto indireto.
a) V - F - F - V - F
b) V - V - F - V - V
c) F - F - V - F - V
d) V - F - V - V - F
e) V - F - V - V - V

De acordo com a norma padrão, passando-se essa frase para a voz passiva analítica, a forma verbal correspondente será:
a) foram mortos.
b) estavam sendo mortos.
c) eram mortos.
d) matou-se.
e) morreram.

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Logo depois, transferiu-se para o trapiche [local destinado à guarda de mercadorias para importação ou exportação] o depósito dos objetos que o trabalho do dia lhes proporcionava. Estranhas coisas entraram então para o trapiche. Não mais estranhas, porém, que aqueles meninos, moleques de todas as cores e de idades, as mais variadas, desde os 9 aos 16 anos, que à noite se estendiam pelo assoalho e por debaixo da ponte e dormiam, indiferentes ao vento que circundava o casarão uivando, indiferentes à chuva que muitas vezes os lavava, mas com os olhos puxados para as luzes dos navios, com os ouvidos presos às canções que vinham das embarcações. . . (AMADO, Jorge. O trapiche. Capitães de Areia. São Paulo: Livraria Martins Ed., 1937. Adaptado.)
15. (Fatec 2010) Assinale a alternativa em que o verbo destacado tem como sujeito aquele apresentado entre colchetes.
a) Logo depois transferiu-se para o trapiche o depósito dos objetos... [os objetos]
b) ... o depósito dos objetos que o trabalho do dia lhes proporcionava. [o depósito dos objetos]
c) Estranhas coisas entraram então para o trapiche. [estranhas coisas]
d) ... indiferentes ao vento que circundava o casarão uivando... [o casarão]
e) ... com os ouvidos presos às canções que vinham das embarcações. . . [as embarcações]

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Dois passageiros em uma cabine de trem. Apossaram-se das mesinhas, cabines e bagageiros e se instalaram à vontade. Jornais, casacos e bolsas ocupam os assentos vazios. A porta se abre e entram dois outros viajantes. Não são vistos com bons olhos. Os dois primeiros passageiros, mesmo que não se conheçam, comportam-se com uma solidariedade notável. Há uma nítida relutância em desocuparem os assentos vazios e deixarem que os recém-lançados também se acomodem. A cabine do trem tornou-se território seu, para disporem dele a seu bel-prazer, e cada novo passageiro que entra é considerado um intruso. Esse comportamento não pode ser justificado racionalmente - está arraigado mais a fundo. (...) O próprio vagão do trem é um domicílio transitório, um lugar que serve apenas para mudar de lugar. O passageiro é a negação da pessoa sedentária. Trocou seu território real por um virtual. Apesar disso, ele defende sua moradia temporária com um carrancudo ressentimento. Hans Magnus Enzensberger. O vagão humano (fragmento). In: Veja 25 anos - reflexões para o futuro.
17. (Pucrs 2005) Indique o tipo de relação estabelecida entre o sujeito (Coluna I) e a ação expressa pelo verbo (Coluna II).
COLUNA I
1. O sujeito é agente da ação verbal.
2. O sujeito é paciente da ação verbal.
3. O sujeito é, ao mesmo tempo, agente e paciente da ação verbal.
COLUNA II
( ) "se instalaram" (ref. 6)
( ) "se abre" (ref. 7)
( ) "entram" (ref. 8)
( ) "se acomodem" (ref. 9)
( ) "não pode ser justificado" (ref.10)
a) 1 - 1 - 1 - 3 - 2
b) 2 - 2 - 1 - 3 - 3
c) 2 - 1 - 3 - 3 - 3
d) 3 - 1 - 1 - 2 - 2
e) 3 - 2 - 1 - 3 - 2

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Olhar para o céu noturno é quase um privilégio em nossa atribulada e iluminada vida moderna. (...) Companhias de turismo deveriam criar "excursões noturnas", em que grupos de pessoas são transportados até pontos estratégicos para serem instruídos por um astrônomo sobre as maravilhas do céu noturno. Seria o nascimento do "turismo astronômico", que complementaria perfeitamente o novo turismo ecológico. E por que não? Turismo astronômico ou não, talvez a primeira impressão ao observarmos o céu noturno seja uma enorme sensação de paz, de permanência, de profunda ausência de movimento, fora um eventual avião ou mesmo um satélite distante (uma estrela que se move!). Vemos incontáveis estrelas, emitindo sua radiação eletromagnética, perfeitamente indiferentes às atribulações humanas. Essa visão pacata dos céus é completamente diferente da visão de um astrofísico moderno. As inocentes estrelas são verdadeiras fornalhas nucleares, produzindo uma quantidade enorme de energia a cada segundo. A morte de uma estrela modesta como o Sol, por exemplo, virá acompanhada de uma explosão que chegará até a nossa vizinhança, transformando tudo o que encontrar pela frente em poeira cósmica. (O leitor não precisa se preocupar muito. O Sol ainda produzirá energia "docilmente" por mais uns 5 bilhões de anos.) (Marcelo Gleiser, Retalhos cósmicos)
18. (Fuvest 2004) Transpondo-se corretamente para a voz ativa a oração "para serem instruídos por um astrônomo (...)", obtém-se:
a) para que sejam instruídos por um astrônomo (...).
b) para um astrônomo os instruírem (...).
c) para que um astrônomo lhes instruíssem (...).
d) para um astrônomo instruí-los (...).
e) para que fossem instruídos por um astrônomo (...).

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Amava Simão uma sua vizinha, menina de quinze anos, rica herdeira, regularmente bonita e bem-nascida. Da janela do seu quarto é que ele a vira a primeira vez, para amá-la sempre. Não ficara ela incólume da ferida que fizera no coração do vizinho: amou-o também, e com mais seriedade que a usual nos seus anos. Os poetas cansam-nos a paciência a falarem do amor da mulher aos quinze anos, como paixão perigosa, única e inflexível. Alguns prosadores de romances dizem o mesmo. Enganam-se ambos. O amor dos quinze anos é uma brincadeira; é a última manifestação do amor às bonecas; é a tentativa da avezinha que ensaia o voo fora do ninho, sempre com os olhos fitos na ave-mãe, que a está da fronde próxima chamando; tanto sabe a primeira o que é amar muito, como a segunda o que é voar para longe. Teresa de Albuquerque devia ser, porventura, uma exceção no seu amor. Camilo Castelo Branco - Amor de perdição.
21. (Mackenzie 2003) "Da janela do seu quarto é que ELE A VIRA PELA PRIMEIRA VEZ". Passando-se a oração em destaque para a voz passiva analítica, a forma verbal correspondente é
a) foi vista.
b) havia visto.
c) estava sendo visto.
d) seria vista.
e) fora vista.

22. (Fgv) Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da frase: "Eu ____ encontrei ontem, mas não ____ reconheci porque ____ anos que não ____ via."
a) lhe, lhe, há, lhe.
b) o, o, haviam, o.
c) lhe, o, havia, lhe.
d) o, lhe, haviam, o.
e) o, o, havia, o.

23. (Fgv 2002) Assinale a alternativa em que ESTRELAS tem a mesma função sintática que em: "Brilham no alto as estrelas."
a) Querem erguer-se às estrelas.
b) Gostavam de contemplar as estrelas.
c) Seus olhos tinham o brilho das estrelas.
d) Fui passear com as estrelas do tênis.
e) As estrelas começavam a surgir.

24. (Ufpe) Assinale a alternativa em que se faz uma afirmação inaceitável em relação aos recursos gramaticais destacados no texto.
a) Na expressão 'OUTRO esporte', a palavra destacada constitui um recurso de coesão que relaciona o núcleo da expressão a 'futebol', referido anteriormente.
b) Nesse trecho, o pronome de 1a pessoa do plural, 'nós', tem como referente os brasileiros em geral.
c) Em "Seria um caso incurável de carência de colonizador", o verbo ser, no futuro do pretérito, indica que o autor preferiu não ser taxativo em sua apreciação.
d) O verbo 'chamar' encontra-se no modo subjuntivo, indicando que o autor não tem certeza de que a ação possa realizar-se.
e) Na última oração do texto, 'mesmo' foi aí inserido para reforçar a avaliação do autor.

25. (Pucpr) Observe a frase que segue: "Não posso lhe garantir QUE TODOS ESTARÃO PRESENTES À SUA FESTA DE FORMATURA". Do enunciado acima, pode-se afirmar que a parte destacada desempenha a função de:
a) sujeito de POSSO,
b) objeto direto de POSSO,
c) objeto indireto de POSSO,
d) objeto direto de GARANTIR,
e) objeto indireto de GARANTIR.

A frase na voz ativa tem o verbo “matar” conjugado no pretérito perfeito. Na passagem para a voz passiva analítica, forma-se uma locução verbal na qual o verbo “matar” (no particípio irregular) recebe um auxiliar (foram) também conjugado no pretérito perfeito do indicativo.

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SINTAXE 
 
1. (Eear 2017) Na oração “Informou-se a novidade aos 
membros e diretores do grupo”, qual é a classificação do 
sujeito? 
a) Oculto b) Simples 
c) Composto d) Indeterminado 
e) Inexistente 
 
2. (Eear 2017) Assinale a alternativa em que o se é índice de 
indeterminação do sujeito na frase. 
a) Não se ouvia o barulho. 
b) Perdeu-se um gato de estimação. 
c) Precisa-se de novos candidatos militares. 
d) Construíram-se casas e apartamentos na rua pacata. 
 
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 
Leia o poema a seguir e responda à(s) questão(ões). 
RETRATO 
 
Eu não tinha este rosto de hoje, 
Assim calmo, assim triste, assim magro, 
Nem estes olhos tão vazios, 
Nem o lábio amargo 
Eu não tinha estas mãos sem força, 
Tão paradas e frias e mortas; 
Eu não tinha este coração 
Que nem se mostra. 
Eu não dei por esta mudança, 
Tão simples, tão certa, tão fácil: 
– em que espelho ficou perdida 
a minha face? 
MEIRELES, Cecília. Obra Poética de Cecília Meireles. Rio de 
Janeiro: José Aguilar, 1958. 
 
 
3. (Epcar (Afa) 2017) Analisando os versos do poema 
“Retrato”, assinale a opção correta. 
a) Percebe-se que foi utilizado, no poema, o pronome “este” e 
suas variações, em referência a algo que, do ponto de vista 
espacial, está próximo do eu lírico. 
b) A repetição do advérbio de modo “assim” (v. 2) reforça as 
características físicas do eu lírico no passado. 
c) Em “Tão simples, tão certa, tão fácil” (v. 10), o advérbio em 
destaque foi empregado para atenuar as mudanças 
sofridas pelo eu lírico ao longo da vida. 
d) A substituição da expressão “em que espelho” (v. 11) por 
“onde” poderia ocorrer sem provocar alteração no sentido e 
na sintaxe do verso original. 
 
4. (Espcex (Aman) 2016) Assinale a oração em que o termo 
ou expressão grifados exerce a função de Objeto Indireto. 
a) Cumprimentei-as respeitosamente. 
b) Perderam-na para sempre. 
c) Amava mais a ele que aos outros. 
d) Eu culpo a tudo e a todos. 
e) Obedeceu-lhe prontamente. 
 
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 
As questões a seguir tomam por base a crônica de Luís 
Fernando Veríssimo. 
 
A invasão 
 
A divisão ciência/humanismo se reflete na maneira 
como as pessoas, hoje, encaram o computador. Resiste-se ao 
computador, e a toda a cultura cibernética, como uma forma 
de ser fiel ao livro e à palavra impressa. Mas o computador 
não eliminará o papel. Ao contrário do que se pensava há 
alguns anos, o computador não salvará as florestas. 
Aumentou o uso do papel em todo o mundo, e não apenas 
porque a cada novidade eletrônica lançada no mercado 
corresponde um manual de instrução, sem falar numa 
embalagem de papelão e num embrulho para presente. O 
computador estimula as pessoas a escreverem e imprimirem o 
que escrevem. Como hoje qualquer um pode ser seu próprio 
editor, paginador e ilustrador sem largar o mouse, a tentação 
de passar sua obra para o papel é quase irresistível. 
Desconfio que o que salvará o livro será o supérfluo, 
o que não tem nada a ver com conteúdo ou conveniência. Até 
que lancem computadores com cheiro sintetizado, nada 
substituirá o cheiro de papel e tinta nas suas duas categorias 
inimitáveis, livro novo e livro velho. E nenhuma coleção de 
gravações ornamentará uma sala com o calor e a dignidade 
de uma estante de livros. A tudo que falta ao admirável mundo 
da informática, da cibernética, do virtual e do instantâneo 
acrescente-se isso: falta lombada. No fim, o livro deverá sua 
sobrevida à decoração de interiores. 
(O Estado de S. Paulo, 31.05.2015.) 
 
5. (Unesp 2016) Os termos “o uso do papel” e “um manual de 
instrução” (1º parágrafo) se identificam sintaticamente por 
exercerem nas respectivas orações a função de 
a) objeto direto. 
b) predicativo do sujeito. 
c) objeto indireto. 
d) complemento nominal. 
e) sujeito. 
 
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 
Leia o texto abaixo e responda à(s) questão(ões) a seguir. 
 
Onde há maior engajamento das pessoas no trabalho? Para 
responder essa pergunta, a consultoria Marcus Buckingham 
Company fez uma pesquisa em 13 países, entrevistando 
cerca de mil pessoas de várias empresas em cada um. Os 
Estados Unidos e a China estão empatados em primeiro lugar 
(com 19% de engajamento total cada), o que não chega a 
ser uma surpresa diante da potência de suas economias. Mas 
aí começam as novidades: em segundo lugar está a Índia, 
com 17%, e em terceiro, o Brasil, com 16% de engajamento, 
acima de países como a Inglaterra, o Canadá, a Alemanha, a 
Itália e a França. Solicitou-se aos entrevistados hierarquizar 
oito afirmações básicas, como “no trabalho, sei claramente o 
que esperam de mim” ou “serei reconhecido se fizer um bom 
trabalho”. Para os autores, a diferença de engajamento em 
cada país seria explicada de acordo com o grau de confiança 
que o entrevistado teria sobre a utilização de suas 
capacidades pessoais no trabalho. Mas há nuances: no Brasil, 
assim como na França, Canadá e Argentina, a afirmação 
“meus colegas me apoiam” recebeu também grande destaque, 
enquanto na Inglaterra e na Índia se valoriza mais o fato de ter 
colegas que compartilhem os mesmos valores. 
 
(Adaptado de: NOGUEIRA, P. E. A preguiça é mito? Época 
Negócios. ago. 2015. n.102. p. 21.) 
 
 
6. (Uel 2016) Com base no trecho “Solicitou-se aos 
entrevistados hierarquizar oito afirmações básicas”, assinale a 
alternativa que apresenta a sua correta reescrita. 
 
a) A hierarquia de oito afirmações básicas foi solicitada aos 
entrevistados. 
b) Hierarquizar oito afirmações básicas foi a solicitação dos 
entrevistados. 
c) Oito afirmações básicas foram solicitadas aos entrevistados 
hierarquizados. 
d) Solicitaram a hierarquia dos entrevistados através de oito 
afirmações básicas. 
e) Solicitou-se hierarquizar os entrevistados com oito 
afirmações básicas. 
 
7. (Espcex (Aman) 2015) Assinale a alternativa cujo período 
está de acordo com a norma culta da Língua. 
a) Precisa-se vendedores. 
b) Cercou-se as cidades. 
c) Corrigiu-se o decreto. 
d) Dominou-se muitos. 
e) Aclamaram-se a rainha. 
 
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 
Leia o texto abaixo e responda à(s) questão(ões) a seguir. 
 
A cavalgada, que lenta 
8
subira a encosta, 
9
descia-
3
a 
rapidamente enquanto Atanagildo, visitando os muros, 
1
exortava os guerreiros da cruz a 
2
pelejarem esforçadamente. 
Quando 
4
estes souberam quais eram as intenções dos árabes 
acerca das virgens do mosteiro, a atrocidade do sacrilégio 
afugentou-
5
lhes dos corações a menor sombra de hesitação. 
Sobre as espadas juraram 
6
todos combater e morrer como 
godos. Então o quingentário, a 
6
quem parecia animar 
sobrenatural ousadia, correu ao templo. 
 
HERCULANO, A. Eurico, o presbítero. 2. ed. São Paulo: 
Martin Claret, 2014. p.107. 
 
 
8. (Uel 2015) Sobre os elementos linguísticos presentes no 
texto, assinale a alternativa correta. 
a) O pronome “a” (ref. 3) refere-se à “cavalgada”. 
b) O pronome “estes” (ref. 4) refere-se a “muros”. 
c) O pronome “lhes” (ref. 5) refere-se a “guerreiros”. 
d) O pronome “todos” (ref. 6) refere-se a “árabes”. 
e) O pronome “quem” (ref. 7) refere-se às “virgens do 
mosteiro”. 
 
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 
Quanto à organização social de nossos selvagens, é coisa 
quase incrível – e dizê-la envergonhará aqueles que têm leis 
divinas e humanas – que, 
1
apesar de serem conduzidos 
apenas pelo seu natural, ainda que um tanto degenerado, eles 
se deem tão bem e vivam em tanta paz uns com os outros. 
Mas com isso me refiro a cada nação em si ou às nações que 
sejam aliadas; pois quanto aos inimigos, já vimos em outra 
ocasião o tratamento terrível que lhes dispensam
2
. Porque, em 
ocorrendo alguma briga (o que se dá com tão pouca 
frequência que durante quase um ano em que com eles estive 
só os vi brigar duas vezes), os outros nem sequer 
3
pensam 
em separar ou pacificar os contendores; ao contrário, se estes 
tiveremde arrancar-se mutuamente os olhos, 
4
ninguém lhes 
dirá nada, e eles assim farão. 
5
Todavia, se alguém for ferido 
por seu próximo, e se o agressor for preso, ser-lhe-á 
6
infligido 
o mesmo ferimento no mesmo lugar do corpo, por parte dos 
parentes próximos do agredido, e caso este venha a morrer 
depois, ou caso morra na hora, os parentes do defunto tiram a 
vida ao assassino de um modo semelhante. De tal forma que, 
para dizer numa palavra, é vida por vida, olho por olho, dente 
por dente etc. Mas, como já disse, são coisas que raramente 
se veem entre eles. 
 
2 
O autor tratou do assunto no capítulo XIV, “Da guerra, 
combate e bravura dos selvagens”. 
 
Olivieri, Antonio Carlos e Villa, Marco Antonio. Cronistas do 
descobrimento. São Paulo: Ed. Ática,1999, p.69. 
 
 
9. (Udesc 2015) Analise as proposições em relação à obra 
Cronistas do descobrimento, Antonio Carlos Olivieri e Marco 
Antonio Villa, e trecho retirado da mesma, e assinale (V) para 
verdadeira e (F) para falsa. 
 
( ) A leitura do texto leva o leitor a inferir que, embora se 
trate de um relato sobre nossos selvagens, o autor 
procura desmistificar a imagem de selvageria, justificado 
pela organização e pelo respeito social. 
( ) O uso da próclise em “ninguém lhes dirá nada” (ref. 4) é 
justificado pela presença da palavra negativa ninguém. 
Se a palavra destacada for substituída por alguém, 
ocorrerá mesóclise: alguém dir-lhes-á nada. 
( ) A leitura do texto leva o leitor a inferir que os índios 
viviam dentro de um esquema de normalidade e 
respeito. 
( ) Da leitura do período “Todavia, se alguém for ferido por 
seu próximo” (ref. 5) infere-se que a palavra próximo 
está relacionada a outro selvagem e não ao homem 
branco. 
( ) No período “ninguém lhes dirá nada” (ref. 4) em relação 
às palavras destacadas, sequencialmente, na sintaxe, 
tem-se sujeito simples e objeto indireto. 
 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de 
cima para baixo. 
a) V - F - F - V - F 
b) V - V - F - V - V 
c) F - F - V - F - V 
d) V - F - V - V - F 
e) V - F - V - V - V 
 
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 
OS HUMANOS SÃO UMA PARTE IMPORTANTE 
DA BIOSFERA 
 
As maravilhas do mundo natural atraem a nossa 
curiosidade sobre a vida e tudo que nos cerca. Para muitos de 
nós, nossa curiosidade sobre a Natureza e os desafios de seu 
estudo são razões suficientes. 
1
Além disso, contudo, nossa 
necessidade de compreender a Natureza está se tornando 
mais e mais urgente, 
2
à medida que o crescimento da 
população humana estressa a capacidade dos sistemas 
naturais em manter sua estrutura e funcionamento. 
Os ambientes que as atividades humanas dominam 
ou criaram – incluindo nossas áreas de vida urbanas e 
suburbanas, nossas terras cultivadas, nossas áreas de 
recreação, plantações de árvore e pesqueiros – são também 
ecossistemas. O bem-estar da humanidade depende de 
manter o funcionamento desses sistemas, sejam eles naturais 
ou artificiais. Virtualmente toda a superfície da Terra é, ou em 
breve será, fortemente influenciada por pessoas, se não 
completamente sob seu controle. 
3
Os humanos já usurpam 
quase metade da produtividade biológica da biosfera. Não 
podemos assumir essa responsabilidade de forma negligente. 
4
A população humana se aproxima da marca de 7 
bilhões, e consome energia e recursos, e produz rejeitos muito 
 
além do necessário ditado pelo metabolismo biológico. Essas 
atividades causaram dois problemas relacionados de 
dimensões globais. O primeiro é o seu impacto nos sistemas 
naturais, incluindo a interrupção de processos ecológicos e a 
exterminação de espécies. O segundo é a firme e constante 
deterioração do próprio ambiente da espécie humana à 
medida que pressionamos os limites dentro dos quais os 
ecossistemas podem se sustentar. 
5
Compreender os 
princípios ecológicos é um passo necessário para lidar com 
esses problemas. 
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. p. 15. (Adaptado). 
10. (Ueg 2015) Comparando-se as frases “A população 
humana se aproxima da marca de 7 bilhões” (ref. 4) e 
“Compreender os princípios ecológicos é um passo necessário 
para lidar com esses problemas” (ref. 5), verifica-se que os 
trechos sublinhados desempenham a função sintática de 
a) sujeito em ambas as orações. 
b) objeto na primeira oração e sujeito na segunda. 
c) objeto em ambas as orações. 
d) sujeito na primeira oração e objeto na segunda. 
 
11. (Ufsm 2014) Leia o texto a seguir para responder à 
questão. 
 
 
 
Checkup x investigação 
Os médicos empregam o termo checkup para se referir a 
exames que avaliam a condição específica – o estado das 
mamas ou o perfil de colesterol – antes da presença de 
sintomas. Mas, quando as queixas já aparecem, fala-se de 
investigação diagnóstica – testes 
1
são solicitados para 
descobrir o que anda errado. Um exemplo é a endoscopia, 
que 
2
é prescrita diante de reclamações como queimação e 
dores de estômago. A seguir, apresenta-se uma seleção de 
testes indispensáveis em algum momento da vida. 
 
Pressão arterial 
É a conferência da pressão do paciente por meio de um 
aparelho. O exame costuma ser feito a partir dos 18 anos – 
mas deveria ser requisitado ainda na infância. Precisa ser 
repetido, no mínimo, uma vez por ano. Detecta alterações na 
pressão arterial e diagnostica a hipertensão, fator de risco 
para infartos e derrames. 
 
Hemograma 
É o exame de sangue que registra o estoque de células 
vermelhas e brancas. É solicitado desde a infância. A menos 
que haja algum motivo, pode ser refeito anualmente. Sinaliza 
o estado do sangue e do sistema imunológico, acusando 
problemas como infecções. 
 
Coleste rol e glicemia 
São testes sanguíneos que avaliam a concentração de 
gorduras e de açúcar na circulação. Podem ser receitados 
desde a infância, mas depois dos 18 anos a indicação ganha 
ainda mais consistência. Depois dos 40 anos, recomenda-se 
repeti-los anualmente. Flagram altos níveis de colesterol e 
triglicérides, que favorecem as placas capazes de obstruir os 
vasos. Já a medida de glicose acusa a propensão ao diabete. 
SPONCHIATO, Diogo. “O que É um checkup inteligente”. 
Saúde! é vital, mar. 2011, p. 46-47. (adaptado) 
Com relação aos procedimentos linguísticos usados no texto e 
à estrutura composicional, a alternativa que apresenta uma 
análise INADEQUADA é a seguinte: 
a) As informações sobre os exames citados estão organizadas 
nesta sequência: definição, periodicidade e motivo. 
b) O emprego de verbos no presente do Indicativo corrobora a 
exposição de afirmações gerais que podem ser válidas para 
casos particulares. 
c) A ausência da primeira pessoa do singular neutraliza a 
figura do enunciador, indicando que o conteúdo do texto 
não é mera opinião. 
d) O uso das estruturas passivas “são solicitados” (ref. 1) e “é 
prescrita” (ref. 2) inclui os médicos como sujeito paciente. 
e) A apresentação dos motivos para a realização dos exames 
é Introduzida por verbos que pertencem ao mesmo padrão 
frasal. 
 
12. (Espcex (Aman) 2013) Assinale a alternativa correta 
quanto à classificação do sujeito, respectivamente, para cada 
uma das orações abaixo. 
— Choveu pedra por no mínimo 20 minutos. 
— Vende-se este imóvel. 
— Fazia um frio dos diabos naquele dia. 
a) indeterminado, inexistente, simples 
b) oculto, simples, inexistente 
c) inexistente, inexistente, inexistente 
d) oculto, inexistente, simples 
e) simples, simples, inexistente 
 
13. (Insper 2012) 
 
O que motivou o apito do juiz foi 
a) a necessidade de empregar a ênclise para seguir a norma 
padrão. 
b) o uso de um objeto direto no lugar de um objeto indireto. 
c) a opção pelo pronome pessoal oblíquo “o” em vez de “a”. 
d) a obrigatoriedade da mesóclise nessa construção 
linguística. 
e) a transgressão às regras de concordância nominal 
relacionadas ao pronome.TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 
A ameaça de uma bomba atômica está mais viva do 
que nunca. Os conflitos 
5
étnicos mataram quase 200 chineses 
só no mês de julho. Agora uma boa notícia: a paz mundial 
pode estar a caminho. Segundo estimativas de pesquisadores, 
o mundo está bem menos sangrento do que já foi. Cerca de 
250 mil pessoas morrem por ano em consequência de algum 
conflito armado. É bem menos do que no século 20, que teve 
 
800 mil mortes anuais em sua 2ª. metade e 3,8 milhões por 
ano até 1950. 
O que aconteceu? O psicólogo Steven Pinker 
6
diz 
que o aumento do número de democracias ajudou. Assim 
como a nossa saúde
1
: como a expectativa de vida subiu, 
temos mais medo de 
3
arriscar o pescoço. 
4
Até a globalização 
teria contribuído
2
: um mundo mais integrado é um mundo mais 
tolerante, diz Pinker.
 
Revista Superinteressante 
14. (Mackenzie 2010) Os conflitos étnicos mataram quase 
200 chineses só no mês de julho. 
De acordo com a norma padrão, passando-se essa frase para 
a voz passiva analítica, a forma verbal correspondente será: 
a) foram mortos. 
b) estavam sendo mortos. 
c) eram mortos. 
d) matou-se. 
e) morreram. 
 
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 
Logo depois, transferiu-se para o trapiche [local destinado à 
guarda de mercadorias para importação ou exportação] o 
depósito dos objetos que o trabalho do dia lhes proporcionava. 
Estranhas coisas entraram então para o trapiche. 
Não mais estranhas, porém, que aqueles meninos, moleques 
de todas as cores e de idades, as mais variadas, desde os 9 
aos 16 anos, que à noite se estendiam pelo assoalho e por 
debaixo da ponte e dormiam, indiferentes ao vento que 
circundava o casarão uivando, indiferentes à chuva que 
muitas vezes os lavava, mas com os olhos puxados para as 
luzes dos navios, com os ouvidos presos às canções que 
vinham das embarcações. . . 
(AMADO, Jorge. O trapiche. Capitães de Areia. São Paulo: 
Livraria Martins Ed., 1937. Adaptado.) 
15. (Fatec 2010) Assinale a alternativa em que o verbo 
destacado tem como sujeito aquele apresentado entre 
colchetes. 
a) Logo depois transferiu-se para o trapiche o depósito dos 
objetos... [os objetos] 
b) ... o depósito dos objetos que o trabalho do dia lhes 
proporcionava. [o depósito dos objetos] 
c) Estranhas coisas entraram então para o trapiche. 
[estranhas coisas] 
d) ... indiferentes ao vento que circundava o casarão 
uivando... [o casarão] 
e) ... com os ouvidos presos às canções que vinham das 
embarcações. . . [as embarcações] 
 
16. (Ufpr 2006) Em que alternativa a forma passiva 
apresentada em 2 conserva as mesmas relações de sentido 
da forma ativa apresentada em 1? 
a) 1 - O diretor pretende demitir o funcionário suspeito de 
fraude. 
2 - O funcionário suspeito de fraude pretende ser demitido 
pelo diretor. 
b) 1 - O diretor gostaria de demitir o funcionário suspeito de 
fraude. 
2 - O funcionário suspeito de fraude gostaria de ser demitido 
pelo diretor. 
c) 1 - O diretor tentou demitir o funcionário suspeito de fraude. 
2 - O funcionário suspeito de fraude tentou ser demitido pelo 
diretor. 
d) 1 - O diretor custou a demitir o funcionário suspeito de 
fraude. 
2 - O funcionário suspeito de fraude custou a ser demitido pelo 
diretor. 
e) 1 - O diretor quer demitir o funcionário suspeito de fraude. 
2 - O funcionário suspeito de fraude quer ser demitido pelo 
diretor. 
 
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 
 
1
Dois passageiros em uma cabine de trem. 
Apossaram-se das mesinhas, cabines e bagageiros e 
6
se 
instalaram à vontade. 
11
Jornais, casacos e bolsas ocupam os 
assentos vazios. 
2
A porta 
7
se abre e 
8
entram dois outros 
viajantes. 
3
Não são vistos com bons olhos. Os dois primeiros 
passageiros, 
4
mesmo que não se conheçam, comportam-se 
com uma solidariedade notável. Há uma nítida relutância em 
desocuparem os assentos vazios 
12
e deixarem que os lançado 
recém-lançado-chegados também 
9
se acomodem. A cabine do 
trem tornou-se território seu, para disporem dele a seu bel-
prazer, 
13
e cada novo passageiro que entra é considerado um 
intruso. Esse comportamento 
10
não pode ser justificado 
racionalmente - está arraigado mais a fundo. 
 (...) 
 O próprio vagão do trem é um domicílio transitório, 
um lugar que serve apenas para mudar de lugar. O passageiro 
é a negação da pessoa sedentária. Trocou seu território real 
por um virtual. 
5
Apesar disso, ele defende sua moradia 
temporária com um carrancudo ressentimento. 
Hans Magnus Enzensberger. O vagão humano (fragmento). 
In: Veja 25 anos - reflexões para o futuro. 
17. (Pucrs 2005) Indique o tipo de relação estabelecida entre 
o sujeito (Coluna I) e a ação expressa pelo verbo (Coluna II). 
COLUNA I 
1. O sujeito é agente da ação verbal. 
2. O sujeito é paciente da ação verbal. 
3. O sujeito é, ao mesmo tempo, agente e paciente da ação 
verbal. 
COLUNA II 
( ) "se instalaram" (ref. 6) 
( ) "se abre" (ref. 7) 
( ) "entram" (ref. 8) 
( ) "se acomodem" (ref. 9) 
( ) "não pode ser justificado" (ref.10) 
A numeração correta dos parênteses, de cima para baixo, é 
a) 1 - 1 - 1 - 3 - 2 
b) 2 - 2 - 1 - 3 - 3 
c) 2 - 1 - 3 - 3 - 3 
d) 3 - 1 - 1 - 2 - 2 
e) 3 - 2 - 1 - 3 - 2 
 
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 
Olhar para o céu noturno é quase um privilégio em nossa 
atribulada e iluminada vida moderna. (...) Companhias de 
turismo deveriam criar "excursões noturnas", em que grupos 
de pessoas são transportados até pontos estratégicos para 
serem instruídos por um astrônomo sobre as maravilhas do 
céu noturno. Seria o nascimento do "turismo astronômico", 
que complementaria perfeitamente o novo turismo ecológico. 
E por que não? 
Turismo astronômico ou não, talvez a primeira impressão ao 
observarmos o céu noturno seja uma enorme sensação de 
paz, de permanência, de profunda ausência de movimento, 
 
fora um eventual avião ou mesmo um satélite distante (uma 
estrela que se move!). Vemos incontáveis estrelas, emitindo 
sua radiação eletromagnética, perfeitamente indiferentes às 
atribulações humanas. 
Essa visão pacata dos céus é completamente diferente da 
visão de um astrofísico moderno. As inocentes estrelas são 
verdadeiras fornalhas nucleares, produzindo uma quantidade 
enorme de energia a cada segundo. A morte de uma estrela 
modesta como o Sol, por exemplo, virá acompanhada de uma 
explosão que chegará até a nossa vizinhança, transformando 
tudo o que encontrar pela frente em poeira cósmica. 
(O leitor não precisa se preocupar muito. O Sol ainda 
produzirá energia "docilmente" por mais uns 5 bilhões de 
anos.) 
(Marcelo Gleiser, Retalhos cósmicos) 
 18. (Fuvest 2004) Transpondo-se corretamente para a voz 
ativa a oração "para serem instruídos por um astrônomo (...)", 
obtém-se: 
a) para que sejam instruídos por um astrônomo (...). 
b) para um astrônomo os instruírem (...). 
c) para que um astrônomo lhes instruíssem (...). 
d) para um astrônomo instruí-los (...). 
e) para que fossem instruídos por um astrônomo (...). 
 
19. (Fgv 2003) Assinale a alternativa em que o pronome 
VOCÊ exerça a função de sujeito do verbo destacado. 
a) CABE a você alcançar aquela peça do maleiro. 
b) Não ENCHAS o balão de ar, pois ele pode ser levado pelo 
vento. 
c) Ao CHEGAR, vi você perambulando pelo shopping center 
da Mooca. 
d) Ei, você, posso ENTRAR por esta rua? 
e) Na Estação Trianon-Masp desceu a Angelina; na 
Consolação, DESCEU você. 
 
20. (Pucpr 2003) Assinale a alternativa que contém uma 
oração sem sujeito. 
a) No momento, doem-me muito os dentes. 
b) Para alguns, ainda havia esperança. 
c) Lentamente chegava a noite. 
d) Na repartição, existiam muitos documentos secretos. 
e) Nada se fazia de proveitoso. 
 
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 
Amava Simão uma sua vizinha, menina de quinze anos, rica 
herdeira, regularmente bonitae bem-nascida. Da janela do 
seu quarto é que ele a vira a primeira vez, para amá-la 
sempre. Não ficara ela incólume da ferida que fizera no 
coração do vizinho: amou-o também, e com mais seriedade 
que a usual nos seus anos. 
Os poetas cansam-nos a paciência a falarem do amor da 
mulher aos quinze anos, como paixão perigosa, única e 
inflexível. Alguns prosadores de romances dizem o mesmo. 
Enganam-se ambos. O amor dos quinze anos é uma 
brincadeira; é a última manifestação do amor às bonecas; é a 
tentativa da avezinha que ensaia o voo fora do ninho, sempre 
com os olhos fitos na ave-mãe, que a está da fronde próxima 
chamando; tanto sabe a primeira o que é amar muito, como a 
segunda o que é voar para longe. 
Teresa de Albuquerque devia ser, porventura, uma exceção 
no seu amor. 
Camilo Castelo Branco - Amor de perdição 
 21. (Mackenzie 2003) "Da janela do seu quarto é que ELE A 
VIRA PELA PRIMEIRA VEZ". Passando-se a oração em 
destaque para a voz passiva analítica, a forma verbal 
correspondente é 
a) foi vista. 
b) havia visto. 
c) estava sendo visto. 
d) seria vista. 
e) fora vista. 
 
22. (Fgv) Assinale a alternativa que completa corretamente as 
lacunas da frase: 
"Eu ____ encontrei ontem, mas não ____ reconheci porque 
____ anos que não ____ via." 
a) lhe, lhe, há, lhe. 
b) o, o, haviam, o. 
c) lhe, o, havia, lhe. 
d) o, lhe, haviam, o. 
e) o, o, havia, o. 
 
23. (Fgv 2002) Assinale a alternativa em que ESTRELAS tem 
a mesma função sintática que em: 
"Brilham no alto as estrelas." 
a) Querem erguer-se às estrelas. 
b) Gostavam de contemplar as estrelas. 
c) Seus olhos tinham o brilho das estrelas. 
d) Fui passear com as estrelas do tênis. 
e) As estrelas começavam a surgir. 
 
24. (Ufpe) Assinale a alternativa em que se faz uma 
afirmação inaceitável em relação aos recursos gramaticais 
destacados no texto. 
a) Na expressão 'OUTRO esporte', a palavra destacada 
constitui um recurso de coesão que relaciona o núcleo da 
expressão a 'futebol', referido anteriormente. 
b) Nesse trecho, o pronome de 1a pessoa do plural, 'nós', tem 
como referente os brasileiros em geral. 
c) Em "Seria um caso incurável de carência de colonizador", o 
verbo ser, no futuro do pretérito, indica que o autor preferiu 
não ser taxativo em sua apreciação. 
d) O verbo 'chamar' encontra-se no modo subjuntivo, 
indicando que o autor não tem certeza de que a ação possa 
realizar-se. 
e) Na última oração do texto, 'mesmo' foi aí inserido para 
reforçar a avaliação do autor. 
 
25. (Pucpr) Observe a frase que segue: 
"Não posso lhe garantir QUE TODOS ESTARÃO 
PRESENTES À SUA FESTA DE FORMATURA". 
Do enunciado acima, pode-se afirmar que a parte destacada 
desempenha a função de: 
a) sujeito de POSSO, 
b) objeto direto de POSSO, 
c) objeto indireto de POSSO, 
d) objeto direto de GARANTIR, 
e) objeto indireto de GARANTIR. 
 
 
Gabarito: 
Resposta da questão 1: 
 [B] 
O verbo “informou” está na voz passiva sintética e é seguido pela 
partícula apassivadora “se” e pelo sujeito paciente (“a novidade”). 
Resposta da questão 2: 
 [C] 
Nas alternativas [A], [B] e [D], os verbos (“ouvia-se”, “perdeu-se”, 
“construíram-se”) estão na voz passiva sintética e são acompanhados 
de sujeitos pacientes (“o barulho”, “um gato de estimação” e “casas e 
apartamentos”). O mesmo não ocorre na [C], em que o verbo 
“precisar” é transitivo indireto, “de novos candidatos militares” é objeto 
direto e o “se” é o índice de indeterminação do sujeito. 
Assim, a única alternativa correta é a [C]. 
Resposta da questão 3: 
 [A] 
A repetição do advérbio “assim” reforça as características do eu lírico 
no presente e não no passado. Desse modo, a alternativa [B] está 
incorreta. 
Quanto à alternativa [C], ela está incorreta porque o advérbio 
intensifica as mudanças sofridas pelo eu lírico. 
Por fim, não está correta a alternativa [D]. A substituição mencionada, 
embora possível em termos de sintaxe, provoca alteração de sentido, 
já que “espelho” é um objeto específico e dialoga com o contexto do 
poema enquanto “onde” é por demais abrangente. 
Resposta da questão 4: 
 [E] 
Em todas as opções, os termos grifados exercem função de objeto 
direto, sendo que em [C] e [D] esse objeto direto se apresenta 
preposicionado. Apenas em [E], o termo “lhe” exerce função sintática 
de objeto indireto. 
Resposta da questão 5: 
 [E] 
É correta a alternativa [E], pois os termos “o uso do papel” e “um 
manual de instrução” exercem função de sujeito em orações em 
ordem inversa, ou seja, em orações em que aparecem depois do 
predicado. 
Resposta da questão 6: 
 [A] 
A frase original apresenta-se na voz passiva sintética (SUJEITO 
PACIENTE – “hierarquizar oito afirmações básicas” + PREDICADO – 
“solicitou”, verbo no pretérito perfeito indicativo, concordando com o 
sujeito + pronome apassivador “se” + “aos entrevistados”, objeto 
indireto). A transposição equivalente para a voz passiva analítica é 
corretamente assinalada em [A]: “A hierarquia de oito afirmações 
básicas foi solicitada aos entrevistados”. 
Resposta da questão 7: 
 [C] 
Estão incorretas as alternativas [A], [B], [D] e [E]. O correto seria: 
[A] Precisa-se de vendedores. 
O sujeito é indeterminado, por isso está correta a flexão do verbo 
no singular (“precisa”); porém “precisar” é verbo transitivo indireto, 
assim é necessária a preposição “de”. 
[B] Cercaram-se as cidades. 
[D] Dominaram-se muitos. 
Nos dois casos, [B] e [D], os verbos estão na voz passiva 
sintética, assim deve ser feita a concordância com o sujeito: “as 
cidades” e “muitos”. 
[E] Aclamou-se a rainha. 
O verbo está na voz passiva sintética, assim deve ser feita a 
concordância com o sujeito: “a rainha”. 
Resposta da questão 8: 
 [C] 
As alternativas [B] e [D] estão incorretas porque, assim como na 
alternativa [C], os pronomes referem-se a “guerreiros”. Também está 
incorreta a alternativa [A], porque o pronome “a” refere-se à “encosta”. 
Igualmente errada é a alternativa [E], já que o pronome “quem” se 
refere à palavra “quingentário”. 
Resposta da questão 9: 
 [D] 
[V] O texto leva-nos crer que os índios vivem bastante felizes e 
convivem muito bem uns com os outros. 
[F] Tanto o pronome ninguém como alguém atraem o pronome 
oblíquo para si, logo, não haverá alteração no que concerne à 
colocação pronominal no caso de uma suposta mudança. 
[V] Segundo os autores, os índios vivam em um clima de normalidade 
e respeito: (...) apesar de serem conduzidos apenas pelo seu 
natural, ainda que um tanto degenerado, eles se deem tão bem e 
vivam em tanta paz uns com os outros. 
[V] A referência ao próximo tem a ver com outro índio, faz parte da 
cultura silvícola. 
[F] As palavras destacadas são sujeito simples e objeto direto 
respectivamente. 
Resposta da questão 10: 
 [A] 
No primeiro trecho, a expressão sublinhada exerce função de sujeito 
simples da oração coordenada assindética. No segundo, o item 
destacado também exerce função de sujeito na oração principal do 
período. 
Resposta da questão 11: 
 [D] 
A alternativa [D] é incorreta, pois em nenhuma das duas estruturas 
está expresso o agente da voz passiva. 
Resposta da questão 12: 
 [E] 
Na primeira oração, existe sujeito simples (“pedra”), pois o verbo 
“chover” usado em sentido figurado deixa de ser impessoal e passa a 
ser pessoal. Na segunda, a construção da oração na voz passiva 
sintética apresenta sujeito simples (“este imóvel”). Na terceira, o verbo 
“fazer” é usado com o sentido de tempo, portanto impessoal, 
constituindo oração com sujeito inexistente. 
Resposta da questão 13: 
 [B] 
No primeiro quadro, observa-se falha gramatical na fala da cobra que 
usa o pronome oblíquo “o” em vez de “lhe”. O verbo “escapar” é 
transitivo indireto, exigindo assim o pronome com essa função, o que 
valida a opção [B]. 
Resposta da questão 14: 
 [A] 
A frase na voz ativa tem o verbo “matar” conjugado no pretéritoperfeito. Na passagem para a voz passiva analítica, forma-se uma 
locução verbal na qual o verbo “matar” (no particípio irregular) recebe 
um auxiliar (foram) também conjugado no pretérito perfeito do 
indicativo. 
Resposta da questão 15: 
 [C] 
“Estranhas coisas” praticam a ação verbal de entrar para o trapiche, 
por isso o verbo estar conjugado no plural, concordando com o seu 
sujeito. 
Resposta da questão 16: 
 [D] 
Resposta da questão 17: 
 [E] 
Resposta da questão 18: 
 [D] 
Resposta da questão 19: 
 [E] 
Resposta da questão 20: 
 [B] 
Resposta da questão 21: 
 [E] 
Resposta da questão 22: 
 [E] 
Resposta da questão 23: 
 [E] 
Resposta da questão 24: 
 [D] 
Resposta da questão 25: 
 [D]

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