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PIM III - FINAL

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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP EaD
Projeto Integrado Multidisciplinar
Curso Superior de Tecnologia em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas
MÁRIO SÉRGIO LIMA CRAVEIRO - 2283999
MEZZOFANI PEREIRA DE OLIVEIRA - 0612201
PROJETO DE INTERCONEXÃO DE REDES:
CASO DA EMPRESA 2SHOW.IE
PICUÍ-PB
2022
RESUMO
Este trabalho preocupa-se em desenvolver uma solução para a demanda da
empresa 2SHOW.IE que, em poucas palavras, pode ser traduzida como a conexão entre
o seu Escritório Central e sua Sucursal. Sendo assim, mescla-se os conhecimentos
adquiridos nas disciplinas: Fundamentos de Redes de Dados e Comunicações,
Matemática para Computação, Metodologia Científica, Ética e Legislação Profissional e
Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores (LARC), para construir o melhor
tipo de interligação entre as duas áreas da empresa, sempre visando a segurança e a
eficiência no tratamento de dados. Além disso, preocupa-se em saber se os atuais
componentes físicos são capazes de atender às novas especificações exigidas no novo
projeto entre os dois espaços. Por fim, toda a construção lógica e uma parte da simulação
física será montada com o auxílio da ferramenta Cisco Packet Tracer, a fim de testar todo
o cabeamento, o link WAN e as conexões wireless.
Palavras-chave: Cisco Packet Tracer. WAN. Interconexão. 2SHOW.IE. Cabeamento.
Wireless.
ABSTRACT
This work is concerned with developing a solution for the demand of the 2SHOW.IE
company which, in a few words, can be translated as the connection between its Central
Office and its Branch. Therefore, the knowledge acquired in the subjects: Fundamentals of
Data and Communications Networks, Mathematics for Computing, Scientific Methodology,
Ethics and Professional Legislation and Laboratory of Architecture and Computer
Networks (LARC) is mixed to build the best type of interconnection between the two areas
of the company, always aiming at security and efficiency in data processing. In addition, it
is concerned with whether the current physical components are capable of meeting the
new specifications required in the new project between the two spaces. Finally, all the
logical construction and a part of the physical simulation will be assembled with the help of
the Cisco Packet Tracer tool, in order to test all the cabling, the WAN link and the wireless
connections.
Keywords: Cisco Packet Tracer. WAN. Interconnection. 2SHOW.IE. Cabling. Wireless.
SUMÁRIO
1. 1.0 INTRODUÇÃO…………………………………………………………………………5
2. 2.0 ETAPAS…………………………………………………………………………………5
3. 3.0 CONTEXTUALIZANDO……………………………………………………………….6
4. 4.0 LISTAGEM DE MAQUINÁRIO……………………………………………………….6
5. 5.0 REVISÃO DOS EQUIPAMENTOS…………………………………………………..7
6. 6.0 CONSTRUÇÃO DA WAN…………………………………………………………….8
7. 6.1 CABEAMENTO DO LINK WAN……………………………………………………...9
8. 6.2 MODEM X OPERADORA…………………………………………………………….9
9. 7.0 MODELO SIMPLIFICADO…………………………………………………………..10
10. 7.1 REDES DO MODELO SIMPLIFICADO…………………………………………...12
11. 7.2 ESPAÇO FÍSICO DO MODELO SIMPLIFICADO………………………………..13
12. 8.0 MODELO FINAL……………………………………………………………………..14
13. 8.1 PRÉ-CONSIDERAÇÕES………………………………………………………...…14
14. 8.2 ENDEREÇANDO ROTEADORES…………………………………………………15
15. 8.3 ESTRUTURA LÓGICA DO MODELO FINAL…………………………………….18
16. 8.4 ENDEREÇOS DOS EQUIPAMENTOS……………………………………………18
17. 8.5 APRESENTAÇÃO DO MODELO FINAL………………………………………….21
18. 9.0 CONCLUSÃO………………………………………………………………………..22
19. 10.0 REFERÊNCIAS…………………………………………………………………….23
1.0 INTRODUÇÃO
O objetivo primordial de qualquer empresa inserida dentro do mercado é, depois da
obtenção de lucro, a expansão. Dessa forma, a corporação 2SHOW.IE, organização
especializada em marketing digital e objeto de estudo deste trabalho, encontra um desafio
no caminho da sua meta de expansão, pois precisa interconectar dois dos seus prédios.
Por consequência, surge um momento de gastos, mas, ao mesmo tempo, sabe-se que “é
necessário constantemente realizar altos investimentos em renovação tecnológica para
atender às demandas de mercado” (BERNARDES, 2017 p. 4).
Contudo, além da preocupação com os gastos, também é necessário atentar-se
para outras questões como a segurança e a velocidade de transmissão. Este cuidado é
explicado quando analisa-se o texto de Terada (2011), pois torna evidente as duas
preocupações mais importantes em qualquer cenário de compartilhamento de dados, a
primeira se refere à seguinte questão: Como esconder informações sigilosas? A segunda,
por sua vez, também trata de uma indagação: Como evitar que um mal-intencionado leia
e altere as informações?
Além disso, também sabe-se que é importante balancear as medidas de
segurança, pois estas afetam na capacidade de desempenho e velocidade de
processamento e transmissão das informações. Por fim, tendo todas as preocupações
expostas, essa pesquisa irá além de simplesmente conectar as duas áreas da empresa
2SHOW.IE, mas se compromete em realizar toda a interconexão balanceando custos,
segurança e velocidade. Em outras palavras, buscará a forma mais eficiente de conectar
as diversas redes das duas áreas da corporação.
2.0 ETAPAS
O ponto de partida deste projeto inicia-se no momento em que se define as etapas
necessárias para a sua construção. Estes estágios podem ser descritos como:
a) Contextualização do caso;
b) Listagem de Maquinário;
c) Revisão dos Equipamentos;
d) Construção da WAN;
e) Montagem do modelo simplificado;
f) Adaptação para o modelo final
g) Apresentação do Modelo Fianl
3.0 CONTEXTUALIZANDO
O primeiro passo na elaboração de qualquer tipo de trabalho científico pode ser
traduzido como a revisão do contexto estudado e dos objetivos almejados. Sendo assim,
nesta pesquisa, o cenário hipotético que será aprofundado se refere a empresa
2SHOW.IE, organização especializada em marketing digital que, a partir do desejo e
demanda de expansão, deseja interconectar seu escritório central e sua sucursal
distanciados entre si em aproximadamente 60 quilômetros. O objetivo da conexão é
compartilhar as informações entre usuários e máquinas da forma mais eficiente e segura
possível.
4.0 LISTAGEM DE MAQUINÁRIO
Após a contextualização e o entendimento do caso, é fundamental a listagem dos
equipamentos que compõem as duas áreas: Escritório Central (Área 1) e a Sucursal (Área
2):
I. Área 1
A. 1 (um) servidor responsável por manter os serviços: DNS,
arquivos de usuários, serviço de diretórios (Microsoft Active
Directory: AD), servidor de impressão, Microsoft Project Server e
o antivírus Kaspersky Endpoint;
B. 1 (um) servidor responsável por manter softwares e aplicativos de
monitoramento de performance, rotinas e pesquisas através da
internet;
C. 1 (um) servidor de páginas de internet rodando sob o Microsoft
Internet Information Server (Microsoft IIS);
D. 35 (trinta e cinco) estações de trabalho (hosts) distribuídas entre
desktops e notebooks;
E. 5 (cinco) impressoras multifuncionais em rede;
F. 1 (um) access point (AP).
II. Área 2
A. 1 (um) servidor responsável por manter os serviços: arquivos dos
usuários de impressão;
B. 20 (vinte) estações de trabalho (hosts) distribuídas entre desktops
e notebooks;
C. 3 (três) impressoras multifuncionais em rede;
D. 1 (um) access point (AP).
5.0 REVISÃO DOS EQUIPAMENTOS
Feita listagem, é imprescindível que exista um esforço para visualizar como estes
equipamentos irão se comportar no novo cenário de interconexão. Além disso, nesse
momento também é fundamental que se perceba quais outros equipamentos serão
necessários para realizar a ligação.
Por conseguinte, substitui-se os Access Points (APs) por roteadores wireless, pois,
embasado em Tonin et al. (2008, p. 2 ), a maioria dos “Access Points não possuem quase
nenhuma inteligência, contendo apenas o transmissor/receptor de RF e um software que
faz VPN para o controlador central”. A exigência da substituição também justifica-se pelo
fato do não fornecimento sobre qualquer detalhe dos APs utilizados na empresa. Além
disso, visando a segurança, os roteadoreswireless possuem a tecnologia gateway, ou
seja, agem como intermediadores no compartilhamento de informações, fornecendo um
ponto de controle do tráfego.
Ademais, é importante que se estabeleça o tipo de Fibra Ótica (FO) que será
utilizada na construção desta conexão. Sendo assim, a partir da análise minuciosa dos
detalhes, do contexto, maquinários já listados e das observações de Filippetti (2017), a
FO com o padrão 10GBase-SR é a ideal para se operar neste cenário, pois pode alcançar
distância máxima de até 80 quilômetros e velocidade teórica de 10 Gbps (Gigabytes por
segundo).
E, apesar de evidente, é nessa etapa que deve ser escolhido o tipo de cabo par
trançado e suas especificidades. Dessa forma, como não se possui informações
suficientes para determinar as dimensões da Área 1 ou da Área 2, o tipo de par trançado
definido foi o cabo sem blindagem mesclando-se as categorias 5e e 6, pois não haverá
zonas com interferência eletromagnética e imagina-se uma distância curta entre os
switches e os dispositivos finais (hosts) e, ainda, espera-se uma transmissão rápida de
dados. Por fim, também é necessário a aquisição de modems para a emulação de um link
WAN.
6.0 CONSTRUÇÃO DA WAN
Consoante França (2010, p. 16), as redes WANs surgem para compartilhar
“recursos por uma comunidade de usuários geograficamente dispersos”. Ao compreender
este pensamento, imagina-se o tipo de link WAN que será implementado no cenário da
empresa 2SHOW.IE conforme a imagem:
Como observado, optou-se por realizar o link com o cabeamento de dois modems
porque, tendo em vista questões como segurança e monitoramento de transações, cada
Área será considerada como um cliente diferente da operadora que, por sua vez, está
sendo representada pelo desenho da Cloud-PT. Além disso, ao contrário da maioria dos
padrões de facto, a concentração da rede e distribuição inicial ficaram a cargo dos
switches e não de roteadores.
6.1 CABEAMENTO DO LINK WAN
Assim como a prática orienta, as conexões entre os concentradores de redes e os
modems e, também, entre estes e a operadora, serão feitas via cabo telefônico. Desta
maneira, aproveita-se a arquitetura urbana para a interligação dos dois ambientes da
empresa situados a uma distância considerável. No entanto, o cabeamento entre os
modems e os switches será construído a partir do cabo crossover que, apesar de estar
caindo em desuso, possui baixo custo e é eficiente para a função desejada.
6.2 MODEM X OPERADORA
Na ferramenta Cisco Packet Tracer, é necessário que se confirme a ligação dos
modems na Cloud-PT de maneira lógica, assim como observado na figura:
Conforme demonstrado na imagem, é necessário escolher a porta modem na qual
o equipamento foi ligado via cabo telefônico e só depois adicioná-lo na aba DSL.
7.0 MODELO SIMPLIFICADO
Após a construção do link WAN com velocidade de 10Gbps, é fundamental a
montagem de um modelo simplificado de todo o projeto de interconexão na ferramenta
Cisco Packet Tracer, assim como detalhado na figura a seguir:
A criação do modelo simplificado, além de facilitar a visualização do cenário
finalizado, diminui o retrabalho, pois não será necessário configurar uma grande
quantidade de equipamentos antes de verificar as conexões. Aliás, a partir deste modelo,
também é possível observar a tipologia física de barramento em alguns momentos e em
estrela em outros. No entanto, a tipologia lógica sempre permanece a de barramento.
7.1 REDES DO MODELO SIMPLIFICADO
No modelo simplificado, foram estabelecidas as seguintes redes com objetivo de
utilizá-las no modelo final:
Nº Endereço IP Máscara
1 202.192.0.0 /24
2 197.158.0.0 /24
3 15.0.0.0 /30
4 196.155.0.0 /24
5 200.156.00.0 /24
6 172.167.0.0 /16
7 192.168.0.0 /24
8 10.0.0.0 /30
9 192.170.0.0 /24
Como observado, julgou-se como a melhor opção endereçar a maioria das redes
na Camada C de endereços IPs, pois é a que possui a maior quantidade de bits voltados
para a parte de rede ou Network e, mesmo assim, ainda contém capacidade para 252
(duzentos e cinquenta e dois) hosts. Isso explica-se porque o número de hosts é definido
pela seguinte função exponencial em que y ou f(x) é o número final de hosts e x
corresponde ao número de bits não utilizados na parte Network: f(x) = - 2. Em outras2𝑥
palavras, endereços IPs de camada C possuem 24 bits destinados a rede e oito bits
destinados a dispositivos finais. Contudo, é preferível utilizar endereços de camada A e
máscara /30 (trinta) para redes de enlace entre roteadores, pois não terão nenhum host
extra conectado, garantindo uma conexão mais limpa e segura.
Ainda atentando-se a tabela, também está evidente o uso de um endereço IP de
camada B com máscara /16. Na verdade, este fato justifica-se porque, apesar de um
endereço IP de camada C ser capaz de sobrescrever 252 hosts, o seu uso será na rede
wireless da Área 1, local com grande movimentação e inúmeros dispositivos com
capacidade Wi-Fi.
7.2 ESPAÇO FÍSICO DO MODELO SIMPLIFICADO
Com a carência de informações não fornecidas sobre as reais dimensões da Área
1 e Área 2 e sobre o detalhamento de como estão distribuídos os equipamentos descritos
como “desktops e notebooks”, é imprescindível a construção de um desenho para
entender a distribuição física desses locais.
Como demonstrado na imagem, decidiu-se separar os ambientes da Área 1 em
três espaços diferentes. O primeiro corresponde ao espaço principal, onde estarão
localizados os servidores do Escritório e uma impressora, ou seja, a sala dos servidores.
No segundo, os desktops que funcionam com conexão cabeada irão operar, esses
equipamentos também serão responsáveis pelo uso de softwares que necessitam de uma
maior velocidade de rede, além disso, também irá comportar outras três impressoras. Por
fim, no terceiro espaço, ocorrerá às ligações sem fio com os laptops e a última
impressora.
Assim como evidencia a figura, na Sucursal ocorrerá o mesmo tipo de distribuição
em três espaços que ocorreu no Escritório Central.
8.0 MODELO FINAL
8.1 PRÉ-CONSIDERAÇÕES
Antes de partir efetivamente para a construção do modelo final, é importante deixar
disposto duas considerações codependentes:
I. Entende-se que equipamentos como servidores, desktops, laptops e
impressoras já estejam configurados, pois já eram utilizados com
normalidade antes da conexão;
II. Apesar de já configurados, será necessário atribuir-lhes um novo
endereço de IP e um novo endereço de gateway.
8.2 ENDEREÇANDO ROTEADORES
Na ferramenta Cisco Packet Tracer existem duas maneiras de atribuir um endereço
IP a uma porta de um roteador. Sendo assim, a primeira ocorre da seguinte forma:
Ao clicar na aba “Config”, a guia possibilitará configurar as informações gerais do
roteador, o tipo de roteamento e cada uma das portas inseridas no equipamento na aba
“Physical”.
Faz-se necessário lembrar que, mesmo que no roteador de exemplo demonstra-se
o endereçamento na porta FastEthernet, no cenário final as ligações serão feitas em
portas GigabitEthernet, pois prioriza-se a eficiência e velocidade na troca de dados.
Ao inserir o endereço IP e a máscara de rede, também é necessário adicionar as
redes que o roteador trabalhará na aba “RIP”. Além disso, as conexões entre roteadores
devem ser feitas com cabo serial na porta serial. Por outro lado, todo o processo de
configuração do roteador pode ser feito também de outra forma:
Ao clicar na terceira aba nomeada como “CLI”, é possível considerar os roteadores
na linha de comando. No entanto, devido à quantidade de equipamentos, neste projeto
optou-se por configurar os roteadores através da primeira maneira.
8.3 ESTRUTURA LÓGICA DO MODELO FINAL
Com as informações anteriores organizadas, é possível a construção da estrutura
lógica do modelo final que pode ser traduzida na seguinte figura:
8.4 ENDEREÇOS DOS EQUIPAMENTOS
Após endereçar as portas dos roteadores, torna-se relevante atribuir endereços IPs
aos outros equipamentos que atuam em camada igual ou superiora camada de rede.
Nº Equipamento Endereço IP Endereço MAC
1 RoteadorA11FGE5/0 200.156.0.1 0001.6403.44ED
2 RoteadorA11FGE4/0 192.168.0.1 00E0.8F4E.9DBB
3 RoteadorA111S2/0 10.0.0.1 -
4 IMPRESSORAA11 192.168.0.2 0060.5C02.CBBA
5 SEVIDORA11 192.168.0.4 0090.0CBC.E165
6 SERVIDORA12 192.168.0.5 000B.BE96.A10A
7 SERVIDORA13 192.168.0.3 0060.3E73.6619
8 SWITCHA11 - -
9 RoteadorA121S 10.0.0.2 -
10 RoteadorA12CGE 192.170.0.1 0030.A332.81A8
11 SWITCHA12 - -
12 IMPRESSORAA12 192.170.0.2 000D.BDC9.3A47
13 DESKTOPA11 192.170.0.3 00D0.58C2.399E
14 DESKTOPA12 192.170.0.4 0090.0CA1.51BC
15 DESKTOPA13 192.170.0.5 0007.EC4A.A03C
16 DESKTOPA14 192.170.0.6 000B.BEC1.10A1
17 DESKTOPA15 192.170.0.7 0002.4AAA.C627
18 DESKTOPA16 192.170.0.8 0004.9AEE.035C
19 DESKTOPA17 192.170.0.9 00D0.D323.2329
20 DESKTOPA18 192.170.0.10 0060.7006.77A0
21 DESKTOPA19 192.170.0.11 0060.2FAD.14E1
22 DESKTOPA110 192.170.0.12 0050.0F33.279A
23 DESKTOPA111 192.170.0.13 0090.0C08.6808
24 DESKTOPA112 192.170.0.14 0001.C774.6CEE
25 DESKTOPA113 192.170.0.15 0001.43C4.D973
26 DESKTOPA114 192.170.0.16 0006.2AE8.EBEC
27 DESKTOPA115 192.170.0.17 0001.C9CE.1528
28 DESKTOPA116 192.170.0.18 000D.BDCA.0ABC
29 DESKTOPA117 192.170.0.19 0040.0B52.D686
30 DESKTOPA118 192.170.0.20 0001.63C7.E121
31 RoteadorA13LW 172.167.0.1 -
32 LAPTOPA11 172.167.0.110 000D.BD0A.479C
33 LAPTOPA12 172.167.0.109 0090.210A.390B
34 LAPTOPA13 172.167.0.108 0001.9661.46CC
35 LAPTOPA14 172.167.0.111 0003.E471.5835
36 LAPTOPA15 172.167.0.112 000D.BDE4.287E
37 LAPTOPA16 172.167.0.113 00E0.8F9E.E621
38 LAPTOPA17 172.167.0.114 000C.CFB9.3950
39 LAPTOPA18 172.167.0.115 00E0.F914.A07A
40 LAPTOPA19 172.167.0.116 00E0.F981.6997
41 LAPTOPA110 172.167.0.101 0040.0B51.5B50
42 LAPTOPA112 172.167.0.2 0001.6344.E6EC
43 LAPTOPA113 172.167.0.102 0090.2B95.A648
44 LAPTOPA114 172.167.0.104 0060.7029.A881
45 LAPTOPA115 172.167.0.105 0001.9770.EA11
46 LAPTOPA116 172.167.0.103 0050.0FAE.2EDE
47 LAPTOPA117 172.167.0.106 0001.43C2.07DA
48 LAPTOPA118 172.167.0.107 0090.2143.1577
49 RoteadorA21FGE4/0 200.156.0.3 0060.4780.1060
50 RoteadorA21FGE5/0 197.158.0.1 0030.A33D.AA12
51 RoteadorA211S2/0 15.0.0.1 -
52 RoteadorA22CGE4/0 196.155.0.1 000B.BE89.40C9
53 RoteadorA221S2/0 15.0.0.2 -
54 DESKTOPA21 196.155.0.2 00D0.D364.182D
55 DESKTOPA22 196.155.0.3 0002.16ED.1AA6
56 DESKTOPA23 196.155.0.4 00D0.FF97.EE88
57 DESKTOPA24 196.155.0.5 0060.7003.6C32
58 DESKTOPA25 196.155.0.6 0040.0B0E.7667
59 DESKTOPA26 196.155.0.7 0001.6393.59C2
60 DESKTOPA27 196.155.0.8 0001.C97C.84A9
61 DESKTOPA28 196.155.0.9 00D0.5894.AD26
62 DESKTOPA29 196.155.0.10 0060.4769.85DB
63 DESKTOPA210 196.155.0.11 0050.0F23.EAD9
64 IMPRESSORAA21 196.155.0.12 0060.3E5D.9A9E
65 IMPRESSORAA22 197.158.0.3 0006.2A86.8445
66 SERVIDORA21 197.158.0.2 0030.F202.764D
67 RoteadorA23LW 202.192.0.1 -
68 LAPTOPA21 202.192.0.108 0060.2FE7.7DCA
69 LAPTOPA22 202.192.0.102 000C.CF88.D25D
70 LAPTOPA23 202.192.0.118 000B.BE94.769B
71 LAPTOPA24 202.192.0.113 0030.A3CB.2EAE
72 LAPTOPA25 202.192.0.112 000B.BE7A.CB8D
73 LAPTOPA26 202.192.0.100 00E0.F79A.48C0
74 LAPTOPA27 202.192.0.114 0002.177E.1115
75 LAPTOPA28 202.192.0.120 00E0.F7E2.20A3
76 LAPTOPA29 202.192.0.104 0001.4361.A407
77 LAPTOPA210 202.192.0.110 0001.4227.C09D
78 IMPRESSORAA23 202.192.0.103 00D0.BAEA.241E
79 SWITCHC1 - -
80 SWITCHC2 - -
81 MODEMC1 - -
81 MODEMC2 - -
82 SWITCHA21 - -
83 SWITCHA23 - -
84 IMPRESSORAA13 172.167.0.110 0090.2B18.3CE9
85 IMPRESSORAA14 192.170.0.100 000A.F3B3.3360
86 IMPRESSORAA15 192.170.0.101 0002.1641.2646
Além disso, também foi colocado na tabela de equipamentos seus endereços
MACs para que facilite sua localização.
8.5 APRESENTAÇÃO DO MODELO FINAL
Após o endereçamento de todos os equipamentos, além verificação da
conectividade e transmissão de dados através da ferramenta de simulação do aplicativo
Cisco Packet Tracer, é possível obter o seguinte modelo final com todos os equipamentos
nomeados e prontos para a instalação física, ou seja, na empresa 2SHOW.IE:
9.0 CONCLUSÃO
Com a conclusão e apresentação do modelo final esta pesquisa e projeto
encerram-se. Entretanto, sabe-se que a construção de um modelo de conexão de
equipamentos, seja via cabo ou sem fio, é extremamente específico para um determinado
caso e sempre está sujeito a mudanças e adaptações. Sendo assim, recomenda-se a
empresa 2SHOW.IE que verifique o novo sistema tentando perceber suas possíveis
falhas ou pontos de melhoria para futuros momentos de ajustes. E, ainda, que se
monitore também os servidores, pois os mesmos, na avaliação feita neste estudo,
continuam aptos e suficientes para operar no cenário, mas é necessário que se esteja
sempre acompanhando seus desempenhos, visto que são, de certa forma, o coração de
todo o sistema de informação da empresa.
10.0 REFERÊNCIAS
TONIN, Rafael. et al. Sistema de Gerenciamento de Redes Wireless na UFRGS. Porto
Alegre, 2008.
RESENDE, GABRIELA. O que é e como funciona um Gateway?. Portal de Planos,
2022. Disponível em: https://portaldeplanos.com.br/artigos/gateway/#pop-up-claro. Acesso
em 11 de out. de 2022.
FILIPPETTI, M. A. CCNA 6.0: guia completo de estudo. Florianópolis: Visual Books, 2017.
p. 84. Adaptado.
FRANÇA, Milena. Redes de Computadores. Florianópolis, 2010.
BERNARDES, Inaiá. Viabilidade de Expansão Empresarial baseado em Projeções
Orçamentárias. São Leopoldo, 2017.
TERADA, Routo. Segurança de Dados: Criptografia em Redes de Computadores. São
Paulos, 2011
https://portaldeplanos.com.br/artigos/gateway/#pop-up-claro