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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 
CENTRO DE TECNOLOGIA 
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL 
LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO – ECIV 049 
 
 
1 
 
 RELATÓRIO DE ENSAIO 
 
AGREGADOS MIÚDOS 
 
Data do Ensaio: 15 de setembro de 2023 
 
1. INTEGRANTES DO GRUPO 
Equipe Executora: 
• Integrante 1, Arthur Vinícius Torres Feitosa 
• Integrante 2, Chayanne Lima Bernardo da Silva 
• Integrante 3, Cleydson Victor de Lima Puça 
• Integrante 4, Diego Souza Mendonça 
• Integrante 5, Jerferson Alves de França 
• Integrante 6, Samuel Richard da Silva 
 
2. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS 
 
Os materiais utilizados no ensaio com agregados foram: 
• Agitador mecânico; 
• Balões volumétricos de 100 mL e 1 000 mL; 
• Bastão de vidro; 
• Béqueres de 50 mL, 600 mL e 1 000 mL; 
• Provetas graduadas de 10 mL e 100 mL; 
• Frascos Erlenmeyer com rolha esmerilhada, de 250 mL; 
• Frascos de vidro escuro; 
• Funil de haste longa; 
• Papel filtro qualitativo; 
• Dois tubos Nessler ou tubos de ensaio, de mesma capacidade, 
• Água destilada; 
• Hidróxido de sódio; 
• Clororímetro; 
• Separador mecânico com 12 calhas de igual abertura; 
• Estufa capaz de manter a temperatura no intervalo de (105 ± 5) °C; 
 
 
 
 
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LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO – ECIV 049 
 
 
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3. NORMAS TÉCNICAS 
 
As normas técnicas desempenham um papel fundamental na construção civil e na engenharia de 
materiais, garantindo a qualidade dos agregados usados na produção de concreto e argamassa. Para 
atender a esses requisitos, várias normas estabelecem métodos de ensaio e procedimentos para a coleta de 
amostras de agregados. 
Uma das normas essenciais é a ABNT 17054, que descreve o método de determinação da 
composição granulométrica dos agregados. A granulometria é crucial para a preparação de concreto e 
argamassa, e esta norma oferece orientações precisas para essa avaliação. 
A ABNT NBR 16915 fornece diretrizes sobre como coletar amostras representativas dos 
agregados de um lote, assegurando a confiabilidade dos ensaios posteriores. Além disso, a norma ABNT 
NBR NM ISO 3310-1 especifica as características das peneiras de ensaio, que são usadas no processo de 
determinação da composição granulométrica. 
Outra norma importante é a ABNT NBR 17053, que descreve um método de ensaio para 
determinar a quantidade de impurezas orgânicas em agregados miúdos destinados à preparação de 
concreto. Isso é feito por meio de uma solução de hidróxido de sódio e análise colorimétrica. 
Por fim, A norma ABNT NBR 16972 descreve métodos para determinar a massa unitária e o índice 
de vazios em agregados, com diferentes abordagens dependendo das dimensões dos agregados. Essas 
propriedades são fundamentais para avaliar a compacidade dos materiais. 
 
4. CARACTERIZAÇÃO DO MATERIAL 
 
Os agregados são materiais granulares usados em pastas cimentícias e asfálticas na construção civil. 
Podem ser naturais (resultante de britagem de rochas estáveis) ou artificiais (criados ou modificados em 
processos industriais) e influenciar propriedades como resistência, durabilidade e trabalhabilidade das 
misturas. Dependendo do tamanho das partículas, eles são classificados como agregados miúdos e 
agregados graúdos. 
Agregados miúdos são materiais granulares com partículas menores, geralmente com diâmetro 
inferior a 4,75mm. Eles são extremamente usados na construção civil, principalmente na produção de 
concreto e argamassas. Os agregados miúdos, como a areia, desempenham um papel fundamental na 
trabalhabilidade e coesão das misturas, além de influenciarem propriedades como resistência, retração e 
durabilidade. Eles são essenciais na produção de elementos como lajes, vigas, pilares e revestimentos em 
construções. Alguns exemplos de agregados miúdos são: Areia natural, areia artificial, areia de escória, 
pó de pedra, areia reciclada, entre outros exemplos. 
 
 
 
 
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5. RESULTADOS 
5.1 AGREGADO MIÚDO 
5.1.2 DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA 
Para a realização do ensaio de granulometria, a princípio, as amostras, de aproximadamente 500 
gramas cada, foram colocadas por 24 horas na estufa e após esse período foram retiradas para resfriarem 
a temperatura ambiente. 
Após isso, as peneiras de série normal foram colocadas em um vibrador junto ao fundo. Nesta 
parte do procedimento ocorre a disposição das peneiras em ordem decrescente, com peneiras variando de 
4,75 milímetros até 0,15 milímetros com o agregado miúdo sendo colocado na peneira de maior dimensão. 
Ao final do processo mecânico de vibração, foram separadas as peneiras com o correspondente percentual 
retido da amostra, foi feita a devida pesagem e foram calculados os parâmetros como: massa retida, em 
massa e em percentual; variação percentual de massa retida; média percentual e percentual acumulado 
retido. Os dados se encontram na tabela 1. 
Tabela 1: Resultados do Ensaio de Granulometria do Agregado Miúdo 
Abertura 
das pe-
neiras 
[mm] 
Massa Retida [g] Massa Retida [%] Variação Per-
centual de Massa 
Retida [±4%] 
Média Per-
centual 
[%] 
Percentual 
Acumulado 
Retido [%] 
Amostra 
[1] 
Amostra 
[2] 
Amostra 
[1] 
Amostra 
[2] 
9,5 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0 
6,3 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0 
4,75 2,09 3,19 0,42 0,65 0,22 0,54 0,54 
2,36 20,40 19,93 4,13 4,05 0,08 4,09 4,63 
1,18 56,69 49,19 11,49 10,00 1,49 10,74 15,37 
0,6 129,09 130,29 26,16 26,47 0,32 26,32 41,69 
0,3 162,50 174,5 32,93 35,46 2,53 34,19 75,88 
0,15 94,40 94,02 19,13 19,10 0,02 19,12 95,00 
Fundo 28,37 21,01 5,75 4,27 1,48 5,01 100,00 
Módulo de Finura [MF] 2,33 
Diâmetro Máximo [Dmáx.] 2,36mm 
Classificação do Agregado [NBR 7211 - 2022 (Tabela 2)] Zona Ótima 
Fonte: Autores, 2023. 
 
 Obtidos os dados presentes na tabela 1, conseguiu-se estabelecer o módulo de finura realizando o 
somatório dos valores percentuais acumulado retido das peneiras de série normal, e dividindo o resultado 
do somatório por 100, é importante salientar que o módulo de finura é um parâmetro adimensional, 
portanto não há unidade de medida. Com relação ao parâmetro de dimensão máxima característica, o 
mesmo está associado a distribuição granulométrica do agregado, de acordo com sua abertura nominal 
(em mm) da malha da peneira de série normal, da qual o agregado apresenta um percentual retido 
acumulado menor ou igual a 5% com relação a massa. 
 De posse do módulo de finura, podemos de acordo com a tabela 2, da NBR 7211:2022, determinar 
a classificação do agregado, que se encontra na zona ótima. 
 Ainda, foi feito o gráfico da curva granulométrica atingida com os valores do ensaio, de modo a 
ser comparada com os valores das zonas: utilizável inferior, ótima inferior, ótima superior e utilizável 
 
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superior. Os parâmetros das curvas das zonas citadas acima foram retirados da mesma norma. Abaixo, 
encontra-se o gráfico. 
 
Gráfico 1: Curva Granulométrica do Agregado Miúdo 
 
Fonte: Autores, 2023. 
 
5.1.2 DETERMINAÇÃO DA MASSA UNITÁRIA 
5.1.2.1 MÉTODO A 
Este método em questão é aplicado para medir a densidade de um material compactado, desde que 
os agregados tenham uma dimensão máxima característica de 37,5 mm ou menos. Em conformidade com 
a ABNT NBR 16972, o procedimento começa registrando o peso do recipiente vazio. Em seguida, o 
recipiente é preenchido com o material até que atinja aproximadamente um terço de sua capacidade, e a 
superfície é nivelada cuidadosamente à mão. 
A compactação do leito de agregado é realizada aplicando 25 golpes uniformemente distribuídos 
por toda a superfíciedo material. Essa etapa é repetida quando o recipiente é preenchido até cerca de dois 
terços de sua capacidade. Na última camada de preenchimento do recipiente, também são aplicados 25 
golpes de compactação. É importante notar que, ao compactar a primeira camada de agregado, a haste de 
compactação não deve tocar o fundo do recipiente. Nas camadas subsequentes, deve-se evitar a penetração 
da haste na camada anterior. 
Finalmente, a camada superficial do agregado é nivelada usando uma espátula, de modo a alinhar-
se com a borda superior do recipiente. Após concluir todo o processo, determina-se o peso do recipiente 
junto com seu conteúdo. Posteriormente, a densidade do material (MU) é calculada com base na Equação 
1 e, em seguida, é calculada a média das densidades obtidas. Os resultados obtidos durante as etapas 
descritas são meticulosamente registrados e apresentados na Tabela 2. 
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
9,5 6,3 4,75 2,36 1,18 0,6 0,3 0,15 Fundo
P
er
ce
n
tu
al
 A
cu
m
u
la
d
o
 R
et
id
o
 [
%
] 
Abertura da Peneira [mm]
Material Estudado
ZU Inferior
ZO Inferior
ZO Superior
ZU Superior
MF = 2,33
Dmáx. = 2,36mm
 
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[𝑒𝑞. 1] 𝑀𝑢 = 
𝑀𝑎𝑠𝑠𝑎 𝐴𝑔𝑟𝑒𝑔𝑎𝑑𝑜
𝑉𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒 𝑅𝑒𝑐𝑖𝑝𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒
 
 
Tabela 2: Resultados do Ensaio de Massa Unitária pelo Método A 
Massa do recipiente + agregado (kg) 12,91 13 13,26 
Massa do recipiente (kg) 4,1 4,1 4,1 
Massa do agregado (kg) 8,81 8,9 9,16 
Volume do recipiente (dm³) 5,76 5,76 5,76 
Massa unitária do Agregado Miúdo (kg/dm³) 1,53 1,55 1,59 
Média dos Valores (kg/dm³) 1,55 
Fonte: Autores, 2023. 
 
Assim, seguindo as orientações definidas na norma NBR 16972, é estabelecido que a amostragem 
será considerada aceitável se a densidade do material miúdo estiver aproximadamente em torno de 1,5 
kg/dm³. Portanto, podemos concluir que a amostragem adotada atende com sucesso aos critérios de 
aceitação estabelecidos. 
 
5.1.2.2 MÉTODO C 
 
Este método atual é empregado para medir a densidade da matéria quando ela está no estado solto. 
A metodologia começa com a determinação e registro do peso do recipiente vazio. Em seguida, o 
recipiente é preenchido com o agregado até que este transborde, utilizando uma pá ou concha para esse 
fim. Importante destacar que o despejo do material não deve exceder uma altura de 50 mm acima da borda 
superior do recipiente, a fim de evitar a segregação dos agregados. 
A camada superficial do agregado é nivelada de acordo com as instruções prévias. Por último, o 
peso do recipiente junto com seu conteúdo é cuidadosamente medido e devidamente registrado. Após essa 
etapa, a densidade do material (MU) é calculada usando a equação 1, e em seguida, a média das densidades 
obtidas é computada. Os resultados obtidos durante as etapas delineadas são detalhadamente 
documentados e apresentados na Tabela 3. 
 
Tabela 3: Resultados do Ensaio de Massa Unitária pelo Método C 
Massa do recipiente + agregado (kg) 12,63 12,77 12,87 
Massa do recipiente (kg) 4,08 4,09 4,09 
Massa do agregado (kg) 8,55 8,69 8,79 
Volume do recipiente (dm³) 5,76 5,76 5,76 
Massa unitária do Agregado Miúdo (kg/dm³) 1,48 1,51 1,53 
Média dos Valores (kg/dm³) 1,51 
Fonte: Autores, 2023. 
 
 
 
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5.1.3 DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA 
 
Para a realização do ensaio de massa específica, a amostra foi coloca em um recipiente com água 
onde permaneceu submerso por 24 horas, no entanto para dar continuidade ao ensaio é preciso que a 
amostra esteja seca e por isso foi realizado a secagem do material com um secador. 
Logo a seguir, foram realizados testes para verificar se a amostra estava no estado esperado, esses 
testes consistiam em preencher um cone com o material e aplicar 25 golpes com um soquete. A amostra 
no estado ideal quando após a remoção do cone o agregado desmoronou. 
Dessa forma, 500 gramas desse agregado foram colocados dentro de um frasco com água e esse 
conjunto foi pesado. Após 1 hora de descanso, completou-se o frasco com água até que a marca de 500 
cm³ fosse atingida e, novamente, pesou-se o conjunto. Por fim, o agregado foi retirado do frasco e levado 
para secagem até que sua massa se estabilizasse e fosse obtida a sua massa seca. 
 
5.1.4 DETERMINAÇÃO DE IMPUREZAS 
 
No ensaio destinado à identificação de impurezas orgânicas no agregado fino, o procedimento teve 
início com a separação de amostras de 200 gramas do agregado. Em seguida, uma solução foi preparada 
utilizando água destilada e hidróxido de sódio da seguinte forma: 30,4 gramas de hidróxido de sódio foram 
pesados em um béquer, ao qual foram adicionados 400,7 mL de água. A solução foi agitada até que o 
hidróxido de sódio se dissolvesse completamente e, em seguida, foi transferida para um balão volumétrico 
de 1000 mL. O balão foi preenchido com água até atingir o volume desejado, e a solução foi 
homogeneizada. 
Após isso, os 200 gramas de agregado foram colocados em um frasco Erlenmeyer. Utilizando uma 
proveta de 100 mL, foi adicionado ao frasco um volume de 100 mL da solução de hidróxido de sódio. A 
mistura foi agitada vigorosamente e deixada em repouso por 24 horas em um ambiente escuro. Após o 
período de repouso, a solução foi filtrada utilizando papel de filtro, e as observações finais foram 
registradas. 
 
Tabela 4: Determinação da matéria orgânica Agregado Miúdo 
 Amostra 1 Amostra 2 Amostra 3 Amostra 4 
Massa do agregado úmido ao ar (g) 247,06 225,72 253,99 399,29 
Massa de água destilada (g) 100,18 100,18 100,18 100,18 
Massa de hidróxido de sódio (g) 7,60 7,60 7,60 7,60 
Teor de matéria orgânica (ppm) 300,00 300,00 300,00 300,00 
Fonte: Autores, 2023. 
 
Os teores de matéria orgânica, expressos em partes por milhão (ppm), foram avaliados por meio 
de uma análise visual da solução utilizando um colorímetro. Foi observado que a solução apresentava uma 
 
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tonalidade correspondente ao nível 3 no colorímetro, o que sinaliza que ambas as amostras continham 
uma concentração de matéria orgânica de 300 ppm. Abaixo, podemos ver o colorímetro com a coloração 
que foi a mesma para as quatro amostras. 
Figura 1: colorímetro 
 
Fonte: Autores, 2023. 
5.1.5 AMOSTRAGEM 
Primeiramente, foi preciso isolar e medir uma quantidade inicial de agregado miúdo para conduzir 
o ensaio. Em seguida, a amostra foi depositada em um recipiente e alimentada em um dispositivo de 
separação mecânica com a velocidade ideal para permitir que o agregado passasse livremente pelas calhas 
do equipamento, sem qualquer obstrução. Esse processo foi repetido várias vezes até obter quatro 
amostras, cada uma com 250 gramas. Consequentemente, apresentamos a seguir os resultados obtidos: 
 
Tabela 4: Resultados do ensaio de amostragem 
Massa 1(kg) 10,00 
Massa 2(kg) 5,00 
Massa 3(kg) 2,50 
Massa 4(kg) 1,25 
Massa 5(kg) 0,63 
Massa 6(kg) 0,31 
Fonte: Autores, 2023. 
 
 
 
 
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6. CONCLUSÃO 
 
Em resumo, o ensaio dos agregados miúdos revelou informações cruciais para a qualidade e o 
desempenho de futuros projetos de construção que dependem desses materiais. Os resultados obtidos 
através dos ensaios de composição granulométrica, massa unitária, massa específica, impurezas e 
amostragem são de importância fundamental. 
A análise da composição granulométrica permitiu-nos compreender a distribuição das partículas 
em diferentes tamanhos de peneira, o que é essencialpara a formulação de concretos e argamassas. Além 
disso, o cálculo do módulo de finura nos forneceu uma métrica precisa dessa distribuição, facilitando a 
otimização das misturas. 
Os ensaios de massa unitária, conduzidos por meio dos Métodos A e C, forneceram insights sobre 
o comportamento dos agregados miúdos sob diferentes condições de compactação. Esses resultados têm 
implicações diretas na densidade e resistência do concreto, bem como na eficiência no uso de material 
durante a construção. 
A determinação da massa específica permitiu-nos avaliar a densidade dos agregados miúdos, o 
que é fundamental para garantir que nossas misturas de concreto tenham o volume e a massa desejados. 
Além disso, a análise de impurezas orgânicas foi fundamental para verificar a qualidade do material, já 
que impurezas excessivas podem comprometer a durabilidade e resistência do concreto. 
A amostragem, realizada com o auxílio de separadores de calhas múltiplas, assegurou que nossos 
ensaios representassem de forma precisa as características dos agregados miúdos em nosso lote. A 
qualidade da amostragem é a base para a validade de todos os ensaios subsequentes. 
Em conclusão, os dados obtidos nesses ensaios são de extrema importância para garantir que 
nossas futuras construções atendam aos rigorosos padrões de qualidade e durabilidade. A equipe executora 
demonstrou habilidade na realização dos ensaios, garantindo que todos os procedimentos fossem seguidos 
de acordo com as normas técnicas aplicáveis. 
Recomenda-se que esses resultados sejam aplicados criteriosamente na fase de formulação de 
misturas de concreto, assegurando que nossas construções sejam seguras, duráveis e atendam aos mais 
altos padrões de qualidade. A qualidade dos agregados miúdos é um pilar fundamental para o sucesso de 
nossos projetos futuros na engenharia civil. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Assinaturas dos responsáveis 
 
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