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PROJETO HORTA EDUCATIVA

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ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL JULIA FREIRE DE 
SOUZA 
 
 
 
 
JANETE ABREU 
ODILÉA BENTES DA SILVA 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROJETO: HORTA EDUCATIVA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MARITUBA - PA 
2021 
 
1 TEMA 
 
Estimulando práticas cidadãs por meio da educação ambiental. 
 
2 PROBLEMÁTICA 
 
As escolas têm cada vez mais incluindo e estimulado em suas práticas 
acadêmicas, o ensino e sobre o ambiente e sua importância, despertando nas 
crianças a valorização da natureza, dos seres vivos e do ambiente em que vivem. 
Entretanto muitas vezes o espaço interno da escola não permite a experimentação e 
a vivencia concreta com a natureza, tornando interessante a realização de aulas 
práticas envolvendo questões ambientais que possam ser postas em pratica tanto no 
âmbito escolar quanto serem promovidas na comunidade. 
Um dos principais enfoques da educação é a formação de cidadãos consciente 
que contribuam para o desenvolvimento da sociedade, por isso este projeto traz a 
prática da educação ambiental na escolar em uma atividade que trabalha a reciclagem 
de garrafas PET e a agricultura, complementando os conceitos passados e discutidos 
com os educadores no âmbito escolar. 
Despertar no aluno atos de cidadania, a compreensão e a importância destes 
atos é uma tarefa árdua pois os alunos trazem em seu currículo a vivencia com 
variados âmbitos, níveis e posicionamentos familiares e sociais. Por isso este projeto 
se trata de uma intervenção pedagógica, aplicada em âmbito escolar. 
A elaboração deste projeto com a proposta de intervenção, surgiu para 
proporcionar aos alunos o despertar de ações cidadãs voltadas ao cuidado com o 
meio ambiente e para minimizar os impactos ambientais negativos propiciados pelas 
ações antrópicas, pondo os conhecimentos adquiridos em prática. 
 
3 JUSTIFICATIVA 
 
A agricultura sendo um dos principais fatores da configuração do espaço 
geográfico brasileiro, tornam-se essenciais reflexões sobre esta temática, pois, 
sabendo-se que uso adequado do solo é um fator de extrema importância para o 
sucesso de muitas economias ao redor do mundo, faz-se necessário trazer esta 
questão para o âmbito escolar, visto que a Escola Municipal de Ensino Fundamental 
 
Julia Freire de Souza conta com uma área ociosa de terreno propício para o cultivo 
de várias culturas, o projeto de criação de uma horta permite a multidisciplinaridade 
como um fator de integração de conhecimentos e dos próprios alunos. 
Outro ponto fundamental, é que além de ocupar um espaço físico ocioso, os 
alimentos produzidos podem exercer um papel complementar na merenda escolar, 
caso a ela seja oferecida na escola. É possível, ainda, estimular hábitos alimentares 
mais saudáveis, e a preservação do meio ambiente. Desta forma, o “Projeto Horta 
Educativa”, surge no intuito de colaborar tanto para as reflexões e ações sobre o uso 
da terra, e da poluição gerada por garras PET, bem como para as atividades práticas 
nas diversas disciplinas das séries finais do ensino fundamental. 
A reflexão de muitos educadores em relação a essa temática tem buscado 
cumprir o importante papel de desenvolver o comprometimento das crianças e de 
adolescentes com o cuidado do ambiente escolar: cuidado do espaço externo e 
interno na sala ou da escola, cuidado das relações humanas que traduzem respeito e 
carinho consigo mesmo, com o outro e com o mundo. A reflexão sobre o ambiente 
que nos cerca e o repensar de responsabilidades e atitudes de cada um de nós, gera 
processos educativos ricos, contextualizados, significativos para cada um dos grupos 
envolvidos. 
A experiência com o contato com a terra no preparo dos canteiros, o encanto 
com as sementes que brotam, a prática diária do cuidado – regar, transplantar, tirar 
matinhos, o exercício da paciência e perseverança até que a natureza nos presentei 
com a transformação de pequenas sementes em verduras e legumes viçosos e 
coloridos, além da reciclagem com as garrafas PET. Estas vivências podem 
transformar pequenos espaços da escola em cantos de muito encanto e aprendizado 
para todas as idades enfatizando assim a consciência de cada um para o meio 
ambiente. 
 
3.1 EMBASAMENTO TEÓRICO 
 
A agricultura têm sido um dos pilares da economia Brasileira, apresentando-se 
desde o modelo de agricultura familiar ao de agroindústrias. Reifschneider (2010) 
ressalta, que a o Brasil apresenta uma vocação agrícola desde 1500, desenvolvendo-
se com a ação dos colonizadores juntamente com o s povos nativos. Guilhoto et al. 
(2005) afirmam que a importância social da agricultura se apresenta na geração de 
 
emprego e ocupação, na fabricação de produtos e no consumo alimentar além de 
contribuir com a movimentação da economia. 
O crescimento econômico é necessário para o desenvolvimento social, pois 
revertido em serviço tende a suprir necessidades básicas como alimentação e saúde, 
além de impulsionar maiores avanços científicos e tecnológicos, que resulta em 
progresso para toda a humanidade, porém, o respeito a natureza quanto a extração e 
exploração de recurso naturais tem sido tema muito recorrente nas escolas, no ensino 
da educação ambiental. 
O modelo de desenvolvimento econômico e social empregado no Brasil, entre 
outros aspectos, contribui fortemente para o esgotamento dos recursos naturais, a 
redução da biodiversidade e degradação da natureza. Em contrapartida a esta 
realidade, a educação ambiental quer despertar nos alunos e nas demais pessoas 
envolvidas, um sendo de cidadania ambiental, Grubba, Rodrigues e Wandersleben 
(2002, p. 3) afirmam que “A construção de um moderno e complexo conceito de 
cidadania pressupõe a consideração das questões ambientais, visto que o ser 
humano é contextual ao meio ambiente no qual está inserido”. 
 
 [...] uma das ferramentas existentes para a sensibilização e capacitação da 
população em geral sobre os problemas ambientais. Com ela, busca-se 
desenvolver técnicas e métodos que facilitem o processo de tomada de 
consciência sobre a gravidade dos problemas ambientais e a necessidade 
urgente de nos debruçarmos seriamente sobre eles (MARCATTO, 2002, p. 
12). 
 
E educação ambiental, busca trabalhar na formação de cidadãos que tenham 
uma postura sustentável reduzindo poluição, o desperdício, evitando a extinção da 
flora e da fauna, e manuseando bem os recursos naturais para que as gerações 
posteriores desfrutem desses bens. A proposta por um mundo sustentável há tempos 
vem sendo discutida, trazendo alternativas e sugestões para os diversos setores da 
sociedade e firmando acordos entre diferentes nações. 
 
A Educação Ambiental deve ser trabalhada na escola não por ser uma 
exigência do Ministério da Educação, mas porque acreditamos ser a única 
forma de aprendermos e ensinarmos que nós, seres humanos, não somos os 
únicos habitantes deste planeta, que não temos o direito de destruí-lo, pois 
da mesma forma que herdamos a terra de nossos pais, deveremos deixá-la 
para nossos filhos (NARCIZO, 2009). 
 
 
A escola em virtude da responsabilidade quanto à formação de hábitos 
saudáveis e cidadãos conscientes tem desenvolvido atividades que envolvam e 
melhorem as condições ambientais da comunidade escolar e ampliem a capacidade 
crítica, investigativa e possibilite o exercício do bom senso, da responsabilidade social 
e ecológica dos alunos, para caminhar na busca de ações que garantam o 
desenvolvimento sustentável, através do uso racional e coletivo dos recursos que a 
natureza oferece, considerando as gerações futuras. Neste sentido, é importante 
ressaltar a necessidade de universalização da Educação Ambiental como prática 
educativa em nossa sociedade, tornando-se assim o ser humano mais consciente e 
preocupado com o meio em que vive. Conforme a Constituição Federal de 1988 no 
artigo 225 sobre o direito a Educação Ambiental: 
 
Todostêm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso 
comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder 
público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes 
e futuras gerações. (BRASIL,1988). 
 
Esse direito a Educação Ambiental é enfatizado no artigo 225, inciso VI no que 
diz respeito a conscientização na preservação do meio ambiente: “promover a 
educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a 
preservação do meio ambiente”. Neste projeto, as pessoas devem atuar sempre com 
muita responsabilidade e compromisso visando o cuidado com o meio ambiente. 
Higuchi, Zattoni e Bueno (2012) ressaltam que o Programa Nacional de 
Educação (PNEA) apoia o desenvolvimento deste processo educativo, uma vez que 
esta prática, desperta a emoção e a motivação modificando a relação entre os alunos 
e ambiente possibilitando o incentivo a proteção e ao cuidado. Para que haja como 
consequência, a transformação da comunidade e sociedade pertinente a educação 
ambiental. 
Para Pontalti (2005) a Educação ambiental é um processo participativo, onde o 
possibilitará ao aprendiz diagnosticar e buscar soluções, formar atitudes através de 
uma conduta ética que permita o exercício da cidadania. A base para ação é a 
compreensão das coisas como um todo e a Educação Ambiental surge a fim de 
esclarecer e atiçar o pensamento crítico dos agentes sociais. Desse modo, seu 
desenvolvimento nas séries iniciais trabalha a sensibilização com a percepção, 
 
interação, cuidado e respeito das crianças com a natureza, e anos finais do ensino 
fundamental desenvolve-se o raciocínio crítico sobre as questões socioambientais. 
Nas atribuições de um educador está o papel de estimular o educando a se 
relacionar, interagir com o ambiente de forma positiva e benéfica a sociedade e ao 
ambiente, por isso a educação ambiental é um quesito de extrema importância nos 
currículos escolares. 
Sabe-se que a produção do plástico trouxe para a sociedade várias 
possibilidades de utilização no mercado consumidor, no entanto a destinação deste 
material após o seu uso se tornou um dos grandes problemas socioambientais. As 
famosas garrafas PET (Polietileno Tereftalado), que conforme Rossini et al. (2005, p. 
935) é compostas por poli _ tereftalato de etileno (PET), polipropileno (PP), polietileno 
(PE) e poli _ etileno-co-acetato de vinila (EVA), apesar de seu tempo 
consideravelmente longo para sua total decomposição na natureza e o alto nível de 
prejuízos ambientais proporcionado pelo seu descarte indevido, tem alto poder de 
reciclagem. 
 
O plástico é um dos principais materiais utilizados pela indústria, 
principalmente o PET (Polietileno Tereftalado), que possui grande utilidade 
para o mercado, proporcionando conservação e proteção aos alimentos e 
objetos. Em virtude dessas qualidades, o consumo desse material tem 
aumentado em larga escala e o seu crescente volume e descarte incorreto 
têm contribuído para o aumento desenfreado de lixões, aterros sanitários e 
poluição dos recursos naturais. A forma de amenizar esse impacto ambiental 
é através do reaproveitamento das embalagens, dando uma nova utilidade a 
esse recurso que é “100% reciclável. ” (CARDOSO et al., 2013 apud MIGUEL 
E CRUZ, 2020, p. 2). 
 
Para contornar esta problemática ambiental, este projeto trouxe em sua 
proposta a utilização de garrafas PET, utilizando-se dos conceitos trabalhados em 
educação ambiental para minimizar os impactos ambientais com a má destinação 
destes resíduos. A reutilização e a reciclagem desses produtos serão concretizadas 
com a produção de vasos para o cultivo de hortaliças, pelos alunos no âmbito escolar, 
preparando-os para reproduzir a atividade em suas comunidades. 
 
Um dos maiores problemas da atualidade, com certeza, é a poluição 
ambiental. Entre os agentes de poluição, as “garrafas PET” (designação pela 
qual são conhecidas às embalagens de refrigerantes, isotônicos, sucos, 
águas entre outros) representam uma grande ameaça para o meio ambiente 
(ROSSINI et al. 2005, p. 935). 
 
 A agricultura tradicional traz também grandes impactos em virtude da 
 
devastação de áreas florestais, retirada de vegetação nativa, poluição de solo e 
lenções freáticos em virtude de produtos químicos usados para melhoramento de 
plantio e contenção de pragas, desequilíbrio em cadeias alimentares, impactos na vida 
de animais nativos entre outros desequilíbrios trazidos por esta, tem-se buscado pela 
pratica da agricultura com o uso da sustentabilidade minimizando os impactos 
proporcionado por esta atividade antrópicas ao ambiente e a própria saúde humana. 
 
Os ganhos em produtividade que nortearam as pesquisas e os processos de 
produção que até hoje caracterizam a agricultura convencional atenderam 
aos anseios da sociedade por garantias no abastecimento de alimentos, uma 
das principais prioridades dos governos logo após a Segunda Grande Guerra. 
Entretanto, em muitas circunstâncias, isso foi alcançado com graves 
prejuízos para o meio ambiente e para a saúde dos produtores e dos 
consumidores (EHLERS, 1999, apud. NEVES e NEVES, 2006, p.292) 
 
Para evitar os impactos da agricultura tradicional, tem se desenvolvido técnicas 
de agricultura orgânica no Brasil e no mundo, as quais serão trabalhadas com os 
alunos. Estas técnicas são de grande valor para o ambiente pois, segundo Neves e 
Neves (2006) as práticas de cuidados ambientais desenvolvidos na agricultura 
orgânica, compõem a essência do sistema de produção. 
E no intuito de solucionar duas das problemáticas ambientais que são a 
destinação adequada de resíduos plásticos de garrafas pet e de redução de impactos 
ambientais pela agricultura tradicional, este projeto propõe-se a trabalhar com alunos 
do ensino fundamental maior, em aulas práticas que ajudem na minimização dos 
impactos trazidos por estes. Sendo assim, os alunos participarão das etapas e 
atividades desenvolvidas na horta, tais como: seleção das espécies a serem 
cultivadas, plantio, cuidados com a horta e colheita. 
Neste sentido, é importante ressaltar a pratica da reciclagem neste projeto, pois 
serão utilizadas garrafas plásticas para a construção dos canteiros da horta e a pratica 
da agricultura proporcionando a saúde ambiental, na formação de cidadãos 
conscientes e preocupados com os impactos de suas ações. Dessa forma, os 
professores deverão auxiliar os alunos no desenvolvimento e manutenção da horta e 
na supervisão dos trabalhos, podendo também elaborar estratégias que permitam 
trabalhar os conteúdos numa visão interdisciplinar. 
 
 
 
 
 4 PÚBLICO ALVO 
 
Destinado a alunos do 5º ao 9ºAno do Ensino Fundamental Maior 
 
5 OBJETIVO 
 
5.1 Objetivo Geral 
 
Contribuir para a minimização de impactos ambientais com a prática da 
educação ambiental no desenvolvimento de cultivos de hortaliças em garrafas PET, 
colaborando para o enriquecimento do conhecimento de conceitos científicos, com a 
manutenção da saúde e vida no planeta, além da conscientização e prática da 
cidadania voltada aos conceitos de sustentabilidade, preservação, conservação, 
restauração ambiental e dos processos de cultivo na agricultura orgânica, pertinentes 
a educação ambiental. 
 
5.2 Objetivos Específicos 
 
• Dar oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como 
alimentos; 
• Sensibilizar e conscientizar as crianças e adolescentes de que a vida depende do 
ambiente e o ambiente depende de cada cidadão deste planeta; 
• Despertar o pensamento crítico no aluno para que ele se reconheça enquanto parte 
do meio ambiente, e também por isso, é necessário preservá-lo; 
• Criar, na escola, uma área verde produtiva pela qual, todos se sintam responsáveis; 
• Cooperar com uma merenda escolar de qualidade; 
• Despertar o interesse das crianças para o cultivo de horta e conhecimento do 
processo de germinação; 
• Percebera importância da educação ambiental e seus conceitos; 
• Conscientizar da importância de estar saboreando um alimento saudável e nutritivo; 
• Construir a noção de que o equilíbrio do ambiente é fundamental para a 
sustentação da vida em nosso planeta; 
• Compreender a relação entre solo, água e nutrientes; 
 
• Identificar processos de semeadura, adubação e colheita; 
• Conscientizar toda Comunidade Escolar no sentido de envolvê-la na implantação; 
• Minimizar os impactos ambientais com a reciclagem e reutilização de garrafas PET 
nos canteiros. 
 
6 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 
 
• Busca de ajuda, orientações e esclarecimentos sobre a organização da horta em 
instituições que tenham cursos de Agronomia ou Técnicas Agrícolas (Ufra), Emater 
e Secretaria da Agricultura; 
• Reunião com pais, alunos, professores e funcionários para esclarecimento e 
informações sobre o Projeto da Horta. 
• Palestra sobre o tema; 
• Realização de pesquisa sobre: organização da horta, o solo, período e o clima, os 
alimentos e seu valor nutricional a importância do solo na reprodução de alimentos; 
os cuidados com a preparação do solo; tipos de verduras e leguminosas serem 
plantados; reciclagem de garrafas PET; educação ambiental e seus conceitos. 
• Viabilização de recursos como arames, garrafas pets, adubos, sementes e 
ferramentas necessárias ao cultivo de hortaliças- parceria com pais. 
• Organização do Mutirão de limpeza com a participação dos pais; 
• Organização dos canteiros juntamente com pais, alunos e professores; 
• Distribuição das tarefas/responsabilidades para cada turma; 
• Acompanhamento das atividades desenvolvidas na horta pela direção, professores 
e pais voluntários; 
• Registro das etapas do evento para divulgação do projeto no âmbito escolar e para 
a avaliação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 TAREFAS E RESPONSABILIDADES PARA CADA TURMA 
 
TURMAS TAREFAS E RESPONSABILIDADES 
5º/6ºANO 
 
* Plantio do canteiro, limpeza, e cuidar= Temperos 
* Durante o Ano 
* Alunos e professores a serem escolhidos no início deste ano. 
7ºANO 
 
* Plantio do canteiro, limpeza, regar e cuidar=Plantas Medicinais 
* Durante o ano 
* Alunos e professor coordenador a serem escolhidos no início deste ano 
8ºANO 
 
* Plantio do canteiro, plantio, regar e cuidar = Verduras 
* Durante o Ano 
* Alunos e professor coordenador a serem escolhidos no início deste ano 
9ºANO 
 
* Plantio do canteiro, limpeza, regar e cuidar= Legumes 
* Durante o Ano 
* Alunos e professor coordenador a serem escolhidos no início deste ano 
 
 
8 CRONOGRAMA 
 
 
 
 
 
 Período 
Atividade 
JA FE MAR ABR MAI JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Busca de orientações. 
 
X X 
Reunião sobre o Projeto 
da Horta 
 X 
Palestra sobre o tema 
 
 X 
Realização de 
pesquisas 
 X 
Viabilização de recursos 
 
 X 
Organização do Mutirão 
 
 X X 
Organização dos 
canteiros 
 X X 
Distribuição das tarefas 
/responsabilidades 
 X X 
Acompanhamento das 
atividades 
 X X X X X X X X X X 
Registro das etapas do 
evento 
 X X X X X X X X X X 
 
9 RECURSOS MATERIAIS 
 
• Projetor 
• Microfone 
• Caixa de som 
• Ferramentas de plantio (Trena; Régua; Enxada; Enxadão; Forcado; Pá reta; Ancinho; 
Sacho; Compressor; Colher de muda; Plantador; Regador; Mangueira; Tesoura de 
poda; Cordel) 
• Equipamentos de proteção de agricultura (luvas, chapéu, óculos de proteção, 
protetor solar, botas ou sapatos fechados) 
• Adubos 
• Sementes e mudas 
• Tábuas, pregos, martelo, cerrote, tinta e pincéis - Cercar os canteiros. 
• Lona para cobrir as leiras 
• Tesouras 
• Garrafas pets 
 
10 RESULTADOS ESPERADOS 
 
Além de cooperar com uma merenda escolar de qualidade, pretende-se formar 
cidadãos conscientes, responsáveis em relação ao meio ambiente e atuantes na 
comunidade em que vivem, e ao mesmo tempo difundindo, incentivando o trabalho 
voluntário. 
 
11 AVALIAÇÃO 
 
A avaliação qualitativa ocorrerá pela observação da participação, envolvimento 
e empenho dos educandos, também será avaliada a frequência nas aulas para critério 
de recebimento da avaliação quantitativa. Esta avaliação requer que o professor 
ministrante observe o desempenho e a aprendizagem dos alunos, pois é a partir dela 
que será possível mensurar se o projeto em ação realmente terá uma contribuição 
válida para o processo de aprendizagem utilizando se da exploração do espaço 
 
utilizado para a produção das hortaliças e no enriquecimento teórico e prático dos 
alunos, estimulando a prática cidadã, por meio da educação ambiental. 
Também será levado em consideração a participação dos responsáveis 
pedagógico das crianças e os relatos das experiências registrados por fotos e vídeos 
sobre as ações desenvolvida para minimizar os impactos ambientais de origem 
antrópica que degradam o ambiente e os recursos naturais das gerações posteriores 
e da atual. 
Esta avaliação propiciará à direção, coordenação e professores uma percepção 
do nível de contribuição dos responsáveis na vida escolar e no desenvolvimento do 
senso de cidadania, de seus filhos ou tutelados. Desse modo escola poderá 
desenvolver um novo olhar para trazer alunos e responsáveis à educação fora do 
âmbito escolar dando continuidade ao processo iniciado na escola, trazendo uma 
mudança social. 
A culminância desse projeto se dará com a colheita dos frutos gerados na horta, 
contribuindo com a produção de alimento saudáveis na escola, complementando a 
merenda escolar. O envolvimento dos responsáveis no processo da execução deste 
projeto e as ações desenvolvidas pelos alunos em suas residências e comunidades, 
certamente trarão mudanças de hábitos significativos as suas vidas. Este projeto além 
de estimular o senso e o ato de cidadania, contribui fortemente para o 
desenvolvimento dos alunos como agentes transformadores da sociedade trazendo 
benefícios ao ambiente e as gerações futuras e com seus saberes científicos por meio 
das palestras, pesquisas e pratica dos conceitos trabalhados. 
 
 
REFERÊNCIA 
 
ACHARAM, Y.M. - As Plantas que curam. Vol. I - 1a edição - Ed. Li Bra. - São 
Paulo. 
 
BRASIL. Constituição Federal de 1988. Artigo 225. Disponível em: 
www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm. Acesso em: 
03/04/2021. 
 
COSTA, R. - Notas de Fitoterapia. – 2ª Edição - Rio de Janeiro, 1958. Guia Rural - 
Ervas e Temperos. Ed. Abril - São Paulo, 1991. 
 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm
 
GRUBBA, L. S.; RODRIGUES, H. W.; WANDERSLEBEN, M. Caminhos para uma 
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3, p. 1-14, 2012. 
 
GUILHOTO, J. J. M., et, al. Agricultura familiar na economia: Brasil e Rio Grande 
do Sul. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário, 44 p., 2005. 
 
HIGUCHI, M. I. G; ZATTONI, M.; BUENO, F. P. Educação Ambiental em 
contextos não escolares: definindo, problematizando e exemplificando. 
Pesquisa em Educação Ambiental, vol. 7, n. 2 – pp. 119-132, 2012. 
 
MARCATTO, C. Educação ambiental: conceitos e princípios. Belo Horizonte: 
FEAM, 64 p., 2002. 
 
MIGUEL, V.; CRUZ, J. A. Educação ambiental aplicada na reutilização de 
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NEVES, M.C. P.; NEVES, J. F. Agricultura Orgânica e Produção Integrada: 
Diferenças e Semelhanças. Cadernos de Ciência & Tecnologia, Brasília, v. 23, n. 
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REIFSCHNEIDER, F. J. B.; et al. Novos ângulos da história da agricultura no 
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ROSSINI, G.; et al. Preparação da Blenda Polimérica PET/PP/PE/EVA e Estudo 
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TEIXEIRA, A.S. Dicas de Alimentos e Plantas para a Saúde. Ed. Tecnoprint S.A. - 
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