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Manifestação externas das doenças iatrogenicas 2 (Hnaseniase)

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A hanseníase é causado por Mycobacterium leprae, tem um crescimento muito lento (muito mais lento que M. tuberculosys) dificilmente corado (não corado pro gram)o M. leprae se organiza em ‘ globias” (diferente da MTB, que se assemelham a cordoes), não é corado pelo gram, por que é um baciloscopia álcool acido resistente, para detecção deve ser feito baciloscopia (não pedir bacteriologia) 
· O acometimento neurológico esta sendo presenta na hanseníase, mesmo na hanseniase e paucibacilar, vai ter algum acometimento local, como espessamento nervoso, algum alteração da sensibilidade tátil. O bacilo tem predileção por nervos e pele
· Face leonina!
· É um doença endêmica do Brasil, nas Américas, o Brasil que mais tem hanseníase, na África, diversas países, e outros países com índia, Paquistão
Epidemiologicamente: alta infectividade e baixa patogenicidade – temos uma incubação muito longa, uma pessoas eu pega hanseníase demora muito anos para ficar sintomática, e nesse tempo tem contato com varias pessoas e pode transmitir para varias pessoas, isso faz com que a doença seja muito transmitida (infectividade) mas demora muito para se manifestar, não se manifesta do dia para noite (patogenicidade).. Pois isso a investigação epidemiológica da hasneniase é difícil, pois é necessário estima período de vida que pessoa adquiria a doença e vê as pessoas que tiveram contato próximo com essa caso. Existem algum caso que a doença fica incubada por ate 20 anos, mas normalmente cerca de 3 a 7 anos, com media de 5 anos. 
A transmissão ocorre pela inalação do ML (transmissão aérea), que faz invasão nasal e disseminação hematogênica e disseminado peal pele e nervos periférico, causando ativação dos sistema imune e causando infecção. Porem na hanseníase, não precisamos fazer cuidado com aerossóis (diferente da TB) pois a quantidade de ML que é lançada no ar é muito o pequena, por isso que é a transmissão é importante para pessoa que tem contato prolongado em ambientes fechados. A pele e nervos periféricos sãos os sitio principais de ações dele (mais o nervo periférico) após cai na corrente sanguínea, e o ML ir para seu sitio, ocorre ativação do sistema imune, e na maioria das vezes, consegue resolver e destruí o bacilo, porem, existe pessoas que por alteração de flutuação da imunidade celular, a doença vai fazer uma infecção mais agressiva. 90% dos caso que tem conta com ML cura espontânea, depende da reposta celular, logo temos 2 perfis de reposta celular
· TH1 – PAUCIBACILAR OU CURA: (imunidade celular) ocorrer produção de macrófagos que engloba ML que elimina, vai ter produção de IFN gama e IL2, que consegue matar bacilo na maioria dos casos, 90% das pessoas com essa resposta, consegue e cura espontânea, sem algumas pessoas, essa resposta não esta tão boa, mas ainda funciona, e mesmo assim tem doença, porem mais branda que o normal, tem pouca bacilo, pouca lesão e pouca alteração de pele e nervos, porem o diagnostica fica mais difícil, aqui, a quantidade de bacilo é muito pequena 
· TH2 – MULTIBACILAR, é imunidade humoral, a pessoa não esta com a imunidade adequada, ao entra em contato com ML, a micobacteria consegue se disseminar mais, pois aqui não tem ativação de macrófago, vai ter reposta predominante IL4, IL5, muita resposta de inflamação, mas pouca reposta efetiva para matar bactéria, que se prolifera em grande quantidade, e ataca nervos e pele com muito mais agressividade, com diagnostico mais fácil e caso fizemos procura de bacilo nesse aceitei, vamos achar muito bacilo 
Existem 2 tipos de lesões neurológicas, temos lesão de nervos periféricos (filetes de nervoso cutâneos ou tronco neurais- nervo ulnar, auricular e outro) – dependem de perfil de inflamação desse paciente, paciente multibacilar tem mais acometem de tronco neurais, já na paucibacialr pé mais comum filete de nervo cutâneos. Já o espessamento do nervo, pode ser simétrica ou assimétrico, (costuma ser assimétrico na multibcalar, mas pode ser qualquer um). As lesões cutâneo, pode ser diverso tipos, alteração de pigmentação, pode ser hiper ou hipocromicas, destruição de anexos cutâneos (rarefação de pelos, madarose -rarefação da sombracelha) , destruição de glândulas 4sebáceas sudoriparas (xerodermia- pele mais seca) a perda de sensibilidade por ser térmica, dolorosa e tatil, lesões pode ser delimitas ou infiltração difusa (assim que é formada a face leonina)
· Principais troncos acometidos: ulnar, radial, cutâneo radial, auricular, cervical, medindo, cutâneo radial, fibular comum, tibial posterior
· Retirar roupa do paciente ao fazer exame e exame nervo um por um com técnica adequada
As neurites normalmente faz nervo espessamento e fibrosados, fazendo intumescidos (endurecimento da dor espontânea ou ao toque, em grau varias neuralgia crônica), e esse intumescimento pode fazer compressão do nervo loca, podendo fazer alteração nervosa, com mãos em garra. As neurites ainda tem sinal de exacerbação local e/ou territorial ,comprometimento sensitivo motor e perda da função e pode ter paralisia súbita (quando o nervo fica muito intumescido ou edemaciado, e perda função) 
A classificação atual da OMS/MS: paucibacilares (pouca deformidade, difícil diagnostico e boa reposta imunológica celular, ate 5 lesões de pele, ou ate 1 tronbo nervos acometido) e temos as multibacialres (muita deformidade, baixa resposta imunológica celular, reposta TH2, mais de 5 lesões de pele, mais de 1 tronco nervoso acometido)
· Boderline também pode ser chamado de dimorfa
· Normalmente na forma tuberculoide normalmente é hipocrmica, placa eritematosa, bem delimitada, mas pode se apresenta de qualquer forma
· Já na fase virchowiana sãos mais placa eritematosa infiltrativas difusa, nódulos, face leonina
· Já a forma diforma (bordeline), placas eritematosas variadas, com bacilocopsia + 
· Aforam indeterminada (1° a surgir) costuma ser mancha hipoanestesica, hipocromica , sem pelos
· Normalmente a primeira lesão que surge é uma lesão indeterminada, uma lesão macula hipocromica, sem pelo com bacilocospia negativa, e muitas desse paciente evoluem para cura (90%) 
O diagnostico de acordo com a OMS/MS, é feito com 1 dos 3 achados (lesões de pele com alteração de sensibilidade, acometimento de fâneros com espessamento neural, bacilocospia positiva), e a necessidade de biopsia? geralmente fazemos em paciente paucibacilares, normalmente em paciente com diagnostico mais difícil/duvidoso, mas não é obrigatório
· A coleta do material para BAAR (bacilocospia) é geralmente feito pela coleta ade linfa no lóbulo da orelha ou cotovelo + raspagem da lesão para fazer identificação do BAAR, porem o DIAGNOSTICO É CLINICO, a BAAR não é fundamental, podemos fazer histopatologia, anti -PGL1, PCR como complementar
E OS ESTADOS REACIONAIS? É uma expressão da imunidade contra Mycbacterium lerpae, antes durante e apos o tratamento, paciente com baixa imunidade celular após começar faze tratamento, paciente pode evoluir com inflamação pode piorar um edema e nervo intumescidos, piora uma neuralgia
· TIPO 1- REAÇÃO REVERSA – acomete mais paciente paucibacilares, normalmente ao inicio do tratamento, levando a piora da lesão cutânea e piora da neuropatia (neurites) e hipersensibilidade (reação celular), o tratamento é corticoides (prednisona 1-2mg/kg/dia) em paciente com espessamento nevo com edema, fazendo de descompressão de nervo para evita paralisia súbita
· TIPO 2 -ERITEMA NODOSO HANSENICO – Normalmente em paciente multibacialres, pode fazer como 1° manifestação da doença, antes, durante ou após o tratamento, esse paciente faz eritema nodoso SC doloroso, devido a formação de imunocomplexos, (resposta inespecífica com muito inflamação) o tratamento é com talidomina (não pode ser usado em gestante) quando não podemos usar talidomida (gestação, idade fértil, é necessário pedir B-HCG em mulheres jovens), podemos usar predisona (podemos associada a talidomida, raramente, mas podemos associar pentoxifilina). Obs: pode se apresentar como orquite, glomeurlite 
· Não precisa interromper ou reiniciar tratamentofrente as reações 
TRATAMENTO – é obrigatoriamente com dose supervisado 1x mês, tempo de tratamento depende, paucibacialres fazer 6 meses (podendo ir ate 09 meses) , multibacilar faz 12 meses (ate 18 meses). A paucibacilar temos a Dapsona (100mg 1x mês+ 100mg/dia), Rifampicina (600 mg 1x mês) e a multibacilar faz uso de Dapsona, Rifampicina, clofazimina (300 mg/mês + 50mg/dia). A Rifampicina é somente usado como dose supervisionada. Prevenção – efeito com BCG, para paciente contacte de paciente com hanseniase, vai avalia sua cicatriz no braço direto, a BCG evita formas grave da doença 
· CASO A BACILOSCOPIA SEJA POSITIVA JÁ É AUTOMATICAMENTE CONSIDERA MULTIBACILAR e faz tratamento com 3 provas. Nem a gravidez e HIV não altera o tratamento, lembra que Rifampicina alterar anticoncepcional
· Lembra sempre de fazer dermatoneurologico no paciente constantes (caso suspeita de hanseníase, fazer BAAR), e fazer uso BCG, mesmo assintomáticos (podendo reforça dose do BCG em 6 meses, mas jamais vacina caso tenha 2 cicatrizes de BCG) 
· Não se faz mais profilaxia com Rifampicina 
 
COMPLICAÇÕES: paciente que não faz tratamento de forma adequada ou não responde, em forma mas avançado, paciente vai lesando nervo, tendo incapacidade motora, deformidade importante, infiltração cutânea no nariz, desabamento nasal, perda da sensibilidade ocular, lesão grave oftalmológica
FONTE 2
A hanseníase é causado pro infecção de mycobacterium leprae, no Brasil tem uma lei que impede as pessoas que tem hanseniase seja chamados e leprosos, tem um crescimento mais lento que MTB, não é corado em método gram, pois são bacilos muito pequenos, precisa de métodos direcionados, se organiza em rodonas, as “globias” diferente da M. tuebrculosis (organiza em fator corda- fila indiana) é uma BAAR tambem, (não pedir bacteriscopia, e sim bacilocospia, pois a bacteriscopia é feita com coloração gram)
· O acometimento neurologico está sempre presente na hanseníase, porque o bacilo tem predileção para pele e nervos, 
É uma doença toa estigamtizante, é uma doença endêmica no brasil (países cna américa com ais caso de hanseníase, e um dos principais do mundo) 
· Epidemiologicamente, a hanseníase sempre é comprado em provas de residencia, por ter alta infectividade e baixa patogenicidade (poucos indivíduos infectados adoecem), e isso vem ser cobrado medicina social, infecto ou epidemiologia
Incubação muito longa do bacilo: 3 7 anos (média de 5) pode ficar incubada até 20 anos, nesse período pode ser transmissores, causando transmissão muito rápido, mas é uma doença que se desenvolvem lentamente, ou seja, transmite rápido mas não causa doença rapidamente, e ao fazer o diagnóstico há risco de ter transmitindo hanseníase para outros, a investigação epidemiológica de um paciente com hanseníase e extremamente complexa, é necessário procurar saber tempo que essa pessoa esta infectada, e ir trás “caminhão” de pessoa, para avaliação, sua transmissão ocorre a partir de inalação de leprae que invade a mucosa nasal, (profissionais de saúde, não é necessário deixa paciente em precaução de aerossóis em ambiente hospitalar- porque essa inação (diferente da tuberculose, que joga bacilos a longa distância), que necessita protege paciente com M95, e isolamento respiratório), a quantidade de leprae que é lançado no ar é pequeno, sua transmissão é importante para pessoa que tem contato prolongada em ambientes fechados, não é tão facilmente transitive como a tuberculose
· As vias aéreas superiores provavelmente constituem a principal via de involução e eliminação de bacilo; soluções de continuidade na pele podem ser porta de entra para infecção, secreções orgânicas como leite, esperma, suor e secreção pode eliminar bacilos, mas não tem importância clinica na disseminação
Se um paciente tem hanseníase e já está tratando, em um único dia, já se mata 99% das leprae e já diminuir muito chance de transmissão, após invasão de mucosa nasal, há disseminação teratogênica, ele tem 2 sítios de preferência,: pele, nervos periféricos(célula de schawn) e da mucosa nasal (principal sitio de ação para causar doença) no corpo, corre ativação do sistema imune, que na grande maioria das pessoa revolve a infecção, existe pessoas que por alteração da flutuação da imune, ai leprae causa infecção ativa grave; 90% dos caso tem cura espontânea, doença depende da resposta celular. Essa doença via depende da resposta celular, quanto é a resposta TH1 (paucibacilar) (paucibacilar ou cura) – ativação de macrófagos que engloba a leprea, produção de IFN gama e IL2, que é responsável por destruí o bacilo na maioria dos casos, porém alguma podem ter a doença, que vai ser mais branda que o normal, vamos ter pouca bacilo e pouca lesão , pouca alteração de pele nervos, mas tem mais dificuldade e fazer diagnostico, pois nem sempre lesão é vista ou fácil de identificar; aqui a quantidade bacilo é muito pequena, já a reposta Th2 (multibacilar) , A reposta humoral, normalmente quanto não se esta com imunidade e boa, esse paciente quando entra em contato com leprae, tem mais facilidade para bactéria se dissemina, poia não há ativação de macrófago, e vamos ter resposta imune com produção de IL4,e IL5 (muita reposta de inflamação ,mas pouca reposta efetiva para matar leprae)normalmente não consegue matar leprea, que prolifera em grande quantidade, que ataca pele e nervos de forma mais agressiva , com muito mais infiltra e lesão nervosa, com um diagnóstico mais fácil, com lesão muitas perceptíveis, e procura do bacilo nesse paciente vai evidencia muito bacilo
· A imunidade humoral é ineficaz contra mycobacterium, sendo a imunidade celular a mas inativa . Normalmente atinge pele e nervos, em suas formas graves poema cometer testículos, olhos fígado, linfonodos
· Apresente como diagnostico diferencial: pitiriase alba e versicolor, vitiligo, pinta, hipomelanose, leucodermia gutata, nervo acrômio – a principal diferente entre lesão de hanseníase e de outros doença dermatológicas, é alteração da sensibilidade, já que hanseníase é uma doença dermtonerulogica 
· Temos a hanseníase indeterminada (é caracterizada com subtipo da paucibacilar) – caracterizada por manchas hipocromica, anestesica e anidrotica, com bordas imprecisas, e considerada primaria manifestação clínica da hanseníase (baciclocposia negativa) pode evolui par paucibacilar ou multibacilar – mas pode ir para essa forma diretamente
· A emersão da placa o espessamento neural é chamada de sinal de raquete
As lesões neurológicas, as principais lesões estão relacionadas com nervos periféricos, como filetes nervoso cutâneos e troncos neuronais, depende do perfil de inflamação dessa pessoa, paciente com perfil de Th2 soa mais agressiva e acomete troncos neurais, e em pacientes com reposta Th1 paucibacialr é mais comum nervos cutâneos, os espessamento de nervos não precisam ser simétrico, já as lesões cutâneas, todos os anexos cutâneos são acometidos, alteração de pigmentação (hipertrofias ou podem ser pouco coradas) destruição de anexos cutâneos (rarefação de pelos- que pode acometer sobrancelha parcialmente- queda: madarose) pode ter alteração ode glândulas sebáceas e sudoríparas (pele fica mais seca: xerodermia), e perda de sensibilidade termina, tátil ou dolosa (normalmente nessa sequencia), essa tipo de perda é mais comum em lesões mas graves, com alteração de pigmentação; lesões pode ser delimitadas (normalmente com poucos bacilos, pode ser pequena) ou infiltração difusa (normalmente quanto tem muito bacilo, pode surgir a face leonina, quando tem muita infiltração e afeta o rosto, roto fica edemaciado) os nervos mais acometidos: supraorbital, auricular, cervical, mediano, lunar, cutâneo radial, radial, tibial posterior, fibular comum(quando vamos investigar paciente com suspeita de hanseniase, é importante que a gente tire a roupa do paciente, para avaliar conjunto de nervos, simétrica ou espessamento) – sãos só troncos periférico mais cometidos, em algum ponto, em alguns pontos sãos doloroso a palpação, pode esta apresenta com perda adamotricidade, parestesia, mas pode se achar espessamento antes de aparecimento de sintomas; as neurites normalmente faze nervos espessados e fibrosados, intumescimento, e dor espontâneo ou ao toque, em grau variáveis (neuralgia, que pode ser crônica) * mãos em garars – em caso de graves, tem compressão de nervos e intumescimento e perda da motricidade, normalmente tem lesões e, e tem transmissão de hanseníase para família interina, em alguns paciente com tratamento, isso pode acontecer (tratamento pode desencadear reposta inflamatória importante, que pode piorar neurites, e é necessário fazer medida para evitar sequela e melhora dor). O diagnóstico é essencialmente clínica e epidemiologico, deve se fazer exames do nervos perifericos apurado, plapando com as polpa digitais do segundo e terceiro dedo, no trajeto do nervo, de cima para baixo, sempre compraando, realizar teste do monofilamento, realize teste de sensibilidade ocular com fio dental. A bacilocospia é o exame complementar mais útil no diagnostico – deve ser obtido com linfa das orelhas dieta e esquerda, cotovelos direto e esquerdo, e em leso suspeita
· Na hanseníase virchowiana – são sinas precoces: obstrução nasal, rinorreia serrosanguinolenta, edema de MMII, , um subtipo sem infiltração difusa da pele, sem nódulos ou placas, denomina lepromatose difusa ou lepra bonita
· O acometimento dos testículos pode levar a queda de FSH LH e ginecosmatia, pode causar catarata
· As hanseníase dimorfa e bodelina temos como característica infiltração assimétrica, de face , olhos e pavilhões auriculares, bem como lesões na nuca e pescoço é sugestivo dessa forma- as lesões neurais são precoces, assimétricas e com frequência levam a incapacidade física a diferença é que na bordeline temos lesões bizarras, mais numerosas, semelhante a queijo suíços, descrita tabe como fovelares,
· Pode ter orquite, epidemite, irite, iridocilite, atralgia, linfadenopatia, proteinuria e dano hepático. edema de MMII, e febre alta (essa manifestação são mais comum na hanseníase lepromatossa) exames laboratoriais leucocitose com reação leucemoide com desvio a esquerda, anemia normo-normo; VHS muito elevado e proteína C aumentada, pode aumentar FAN e FR
· Os sintomas oculares na lepra normalmente sãos pro causa da uveite ou ulcera de cornea
As neurites tem exacerbação da sensibilidade local ou territorial, com comprometimento sensitivo motor e perda de função, e em paciente com edema importante rápido, pode ter paralisia súbita, quando já se passa do momento de fazer alguma coisa, devido a compressão excessiva do nervo (é possível ver nervos bem espessados sobre a pele) – . A classificação da OMS (classificação imunológica) – dividem em paucibacialres – tem pouca deformidade, difícil diagnóstico, boa resposta imunológica celular; porque quase não vai ter lesão e alteração do nervo, normalmente lesão não ´é muito grande, normalmente menos de 5 lesões, até 1 tronco nervos acometido; (as lesões pode ser hipocromicas, avermelhadas) , já as lesões multibacilares – muita deformidade e baixa reposta imunológica celular, reposta mediada de Th2 – normalmente mais de 5 lesões de pele e mais de 1 tronco nervos acometido. A reação de mitusda (normalmente o contrário da bacilocospia)– da mesma maneira quando se tem na tuberculose (a intradermo reação com tuberculina, paciente fez uma inoculação no braço com preparado de de m. tubercolisis para ver reposta imunológica a tubercolisis para sabre se haverá reposta imune, para saber se já teve conto ou não com a doença) na hanseníase, existe um teste semelhante com objeto diferente, o exame de mitsuda, um teste que avaliai uma inoculação de um preparar bem mais rareado para saber como é a reposta imunológica da pessoa – mede a hipersensibilidade tardia – ele pode ser positiva (resposta exacerbada) ou negativa.. O polo tuberculoide vai ter reação forte, e a baciloscopia negativa o polo virchowiana (multibacilar) – não tem reposta imune boa (mitsuda negativa), com bacilocospia – e entre eles temos o polo intermediario (pode ter mitsuda positiva e ou negativa com baciloscopia negativa)e boderline ou dimorfo (tem reação de fraca ou negativa a mitsuda, e bacilocopsia com poucos bacilos) 
· A leitura do teste de mitsuda e tardia, após 28-30, surge pápula ou nódulo, se tiver mais de 5mm, é mitsuda positivo
· O problema é que as questões de prova, gostam e usar classificações antigas, a classificação de Ridley e Jopling – Temos a hanseníase virchwiana – virchowiiana (predomina imunidade humoral e lesões cutâneas e presença de bacilos), mitsuda negativa,) e hanseníase tuberculoide-tuberculoide (predomina imunidade celular, reação de imunidade alta)e temos entre eles hanseníase – tuberculoide dirmofa, hanseníase dirmofa-dimorfa; hanseníase dimorfa virchowiana
· Temo o antígeno glicolipide fenólico- especifico para leprae eleva a formação de anticorpos classe IgG e IgM. Níveis aumentados o desse antígeno são descrito na hanseniase virchowiana e tendem a decrescer com tratamento, na forma tuberculoide mão há reposta desse anticorpos. PCR não é realizado rotineiramente, serve detecta quantidade mínima da micobacterias
O diagnóstico é necessário 1 dos 3 achados – lesões de pele com alteração de sensibilidade acometimento de nervos cm espessamento neural, bacilocospia positiva- e a biopsia? So é feita quando paciente tem boa reposta imune, porque dificilmente acometimento ou lesões vista, além de baciloscopia negativa
· Os estado reacionais, é uma expressão da imunidade contra a leprae, e pode acontecer antes, durante ou apos tratamento, - se temos um paciente com boa imunidade celular, quando começamos fazer tratamento, muitas vezes, ele evolui com inflamação por contato com tratamento, que podo piro edema de um nervo, ou intumescência início nesse nervo, as reações reserva tipo 1 – ocorre mais em paciente paucibacilares, no início do tratamento, levando a neurites e reações de hipersensibilidade (aumento de inflamação em áreas já danificadas) tratamento é feito com corticoides, e descompressão de nervos se necessário; temos o tipo 2- eritema nodoso hastenico (muito doloroso) pode ocorre antes de tratar no começo ou após o tratamento- corre em aceite multibacilares, com leso de pele e neurite, formação de imunocomplexos, pode ser a 1° manifestação da doença durante ou pos tratamento – tratamento com talidomida (com poder anti-inflamatório com poder humoral) mas não pode ser usados pro mulheres, (contra indicação) ; quando não se pode usar tal tolda ou se tiver lesão neurológica, pode usar prednisona (junta ou sozinha)
· A hanseníase reacional sãos surtos reacionais como episódio inflamatórios que s intercalam no curso crônica da doença, muitas vezes põe chamar mais atenção do que as próprias lesões primaria da hanseníase, pela riqueza de sinas e sintomas, possuem evolução aguda do tipo 1 – caracterizada por exacerbação das lesões pre-existentes que se tornam edemaciada, eritematosas,, brilhantes, já tipo 2- temos uma paniculite lobular, acompanhamento de vasculite, aqui o nervo ulnar é mais acometido, , aqui tem comportamento sistêmico mais frequente, leucocitose mais presente ,evolução mais rápida, as lesões pré-existentes permanece inalterada, há aparecimento brusco de eritema nodosos, e ode evolui para neurite, orquite e outras manifestações sistêmica já citadas. O tratamento das efeitos reacionsi sãso de importnaica par prevenção de incapacidades, principalmente para evitar dano neural
· O fenômeno de lucio- ocorre antes do tratamento, em poucos paciente com hanseníase virchowiana, especialmente naqueles com a forma bonita , lesões maculares equimoticas (necróticas) que se ulceram podem ocorre em pequeno número ou por uma area mais extensa da pele, mas comum em MMII
O tratamento –é poliquimioterapia - dose supervisionada, 1 vez por mês, tempo de tratamento -no tratamento supervisionado- pro paucibacilar (6 meses) multibacilar (12 meses), no paucibacilar é feito dapsona e rifampicina; e feito com dapsona, Rifampicina e Clofazimina) – j as dosesdiárias administrada em casa sem supervisão, não se usa a rifamcipina . A prevenção em compactuastes de hanseníase – a vacina BGC é utilizada para paciente com risco aumentado par hanseníase, pacientes comunicantes que não tem cicatriz de BCG, faz uma dose de BCG; se tiver 1 cicatrizes administrada um dose, com2 cicatrizes, não prescreve de qualquer dose 
· A gravidez e o aleitamento materno não contraindicam a admisntração dos esquema de tratamento poliquimioterapicos da hanseníase que são seguros tanto para a mãe como para a criança, algumas drogas sãos excretadas no leite, porém não causam efeitos adversos
A recidiva ocorre quando ao tratamento poliquimioterapico foi concluído, a doença ainda persiste, seja na paucibacilar (volta da dor, nova áreas com alteração de sensibilidade, lesões novas, que não respondem ao corticoide ou multibacilar(novas lesões ou exacerbação das atuais, não respondem a talidomida, baciloscopia positiva, ou quadro semelhante só virgens de tratamento)- isso pode ser causados por tratamento irregulares persistência bacilar, resistência bacilar e reinfecção; temos sequelas neuronais caso 1/3 do nervo sofre dano; para trata as neuralgia pode se encaminhados pra serviços especializados, fazer uso de antidepressivos ou anticonvulsivantes, em caso mais graves, pulsoterapia com metilprednisolona EV ,o tratamento cirúrgico é de exceção, em caso de abscesso de nervo, neurite sem respostas a tratamento, neurite subintrantes. Já as incapacidades por hanseníase- o grau pode ser avaliado de 0 a 2 (sendo 0- nada 1- diminuição ou perda de senilidade nos olhos, mãos ou pês; e 2 – alteração osculares, na mãos temo lesões tróficas, traumáticas, em garras, mão caídas, e nos pés temos lesões trica e traumáticas, reabsorção, pé caído , contratura do tornozelo, pe em garras). O prevenção é por meio dos cuidados, e dede ter diagnóstico precoce pra encaminhamento, controle e tratamento precoce. O SUS devera dispensar para os pacientes os seguintes insumos: coloria para reposição de lagrimas, soro fisiológica para nariz, óleo coma ácidos graxos essenciais e creme com ureia (10%) para lubrificar a pele – isso é para prevenção
As principais medidas da vigilância: notificação: a hanseníase é uma doença de notificação compulsória em todo território nacional e de investigação obrigatória; a descoberta de novos casos: por meio da detecção ativa e passiva (demanda espontâneo e encaminhamento) a detecção ativa de caso de hanseníase prevê a busca sistêmica e doentes, pela equipe da unidades e de saúde, por meio dos meio das seguintes atividades : investigação epidemiológica de contato, exame de coletividade, com inquéritos e campanhas, exame das pessoas que demanda espontaneamente os serviços gerais da unidade de saúde, por outros motivo que não são sinais e sintomas dermatológicos, ou neurológicos; exame de grupos específicos, em prisões, quartéis ,escolas, de pessoas que se submetem a exame periódicos, entre outros, mobilização da comunidade adstrita a unidade, principalmente em area de alta magnitude da doença, para que as pessoa demandem os serviços sempre que apresentem sinais e sintomas suspeito. O tratamento da hanseníase é eminentemente ambulatorial e os medica devem estar disponíveis e todas as unidade de saúde dos municípios endêmicos; vigilância de casos em menores de 15 anos: diante de um caso suspeito de hanseníase em menores de 15 anos, deve ser preenchido protocolo complementar de investigação diagnostico de casos de hanseníase em menores de 15 anos, se confirmado, remeter esse protocolo a SMS com ficha de notificação do SINAN, anexando cópia do pontuaria do paciente,; vigilância e recidivas – as unidades de saúde do municípios, diante de um caso suspeito de recidiva, devem preencher a ficha de intercorrências pos- alta e pos cura , e encaminha ocas para unidade de referência mais próximas, uma vez confirmado ocaso, remeter ficha para secretaria municipal de saúde, junto com ficha do SINAN, e cópia do prontuário do paciente; atenção a area de ex colônias de hanseníase apesar do isolamento compulsório ter sido abolido, muitas pessoas permaneceram em residência em ex-colônias ou seus arredores, outra foram internadas, recomendam-se portanto, que essas populações sejam alvo de vigilância e controle de hanseníase prevenção e tratamento de incapacidade física – todos os caso de hanseníase, independentemente da forma clínica, deverão ser avaliado quanto ao grau de incapacidade, uma vez por ano, inclusive alta pro cura, vacinação BCG- a vacina dever a ser aplicada em contactantes intradomicilaires, (recomendações acima) (menos e 1 ano e vacinados , não precisa vacina para prevenção)
Apesar dos grandes desafios inerente aos controles, do diagnóstico e o tratamento da hanseníase sãos factíveis na maioria dos países endêmicos, para dar conta desses de desafios, as coes do programa nacional de controle da hanseníase se baseiam em cinco componentes e seus respetivos subcomponentes. Vigilância epidemiológica (monitoramento e a análise de informações) gesto (planejamento, monitoramento e analise de informações) gestão (planejamento, monitoramento e avaliação, descentralização) atenção integral (diagnostico, tratamento e vigilância de contatos, prevenção de incapacidades e reabilitação, resgate social)comunicação de educação (comunicação, educação permanente, mobilização social) pesquisa (centro de referência, pesquisa operacional) ; o diagnóstico e o tratamento precoce da doença e o estados reacionais estão relacionados ao componentes de atenção integral ao portadores hanseníase, suas ações estratégicas voltadas para redução de transmissão a prevenção de incapacidades físicas e seu efeitos, como o estigma. No sus o diagnóstico deve ser prioritariamente realizado na atenção básica, pode ocorre estado reacionais, e incapacidades , que devem ser acompanhada e tratada na atenção básica do SUS, o SUS deve assegura os sintomas para proteção de olhos, mãos e pês e formação de grupo de autocuidados e uso de formulários padronizados para monitoramento das incapacidades físicas, por meio da avaliação neurológica e utilização de escala SALDA que mede limitação de atividades, sua aplicação é recomendada pela PNCH, a PNCH incluem atividade de diagnósticos e tratamento precoce da doença, das reações neurites, prevenção de incapacidades e autocuidado, reabilitação física e psicossocial, vigilância epidemiológica, informação educação e comunicação

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