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Sistema Tributário Brasileiro

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5
25
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
Ciências Econômicas – Noturno
SISTEMA TRIBUTÁRIO BRASILEIRO
FORTALEZA
2018
Antônio Teixeira Lima Júnior
Bruna Pereira de Souza
Bruno Allyson Viana de Souza
Júlio Moreira de Souza
Mateus Acacio Teixeira
Rebeca Silva de Oliveira Queiroz
Thomaz Vasconcelos Aragão
Prof. Dr. Rafael Barros Barbosa
FORTALEZA
2018
SUMÁRIO
1.	INTRODUÇÃO	5
2.	DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS TRIBUTOS	6
2.1.	Características dos Impostos	6
2.2.	Características das Taxas	6
2.3.	Características das Contribuições de Melhoria	7
2.4.	Características dos Empréstimos Compulsórios	7
2.5.	Características das Contribuições Especiais	7
2.5.1.	Contribuições Especiais Sociais	8
2.5.2.	Intervenção no Domínio Econômico	8
2.5.3.	Interesse de Categoria Profissional ou Econômica	8
3.	IMPOSTOS FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS	10
3.1.	Impostos Federais	10
3.1.1.	Imposto de Importação	10
3.1.2.	Imposto de Produto Industrializado (IPI)	10
3.1.3.	Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)	10
3.1.4.	Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ)	11
3.1.5.	Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)	12
3.1.6.	Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)	13
3.1.7.	Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS)	13
3.1.8.	Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE)	13
3.1.9.	Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)	15
3.1.10.	Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)	15
3.1.11.	Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)	16
3.1.12.	(PIS) ou (PASEP)	17
3.2.	Impostos Estaduais	18
3.2.1.	Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS)	18
3.2.2.	Imposto sobre Transmissão causa mortis e doação (ITCMD)	18
3.2.3.	Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)	19
3.3.	Impostos Municipais	20
3.3.1.	Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)	20
3.3.2.	Imposto Sobre Serviços (ISS)	20
3.3.3.	Imposto sobre a Propriedade predial e Territorial urbana (IPTU)	21
3.4.	Arrecadação por ente federativo	22
4.	COMPARAÇÃO: BRASIL EM RELAÇÃO AO MUNDO	23
5.	CONCLUSÃO	24
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	25
1. INTRODUÇÃO
Cada esfera governamental tem competências e responsabilidades para promover determinadas políticas públicas. Para realizar tais políticas o governo necessita arrecadar recursos, e os tributos são a principal fonte de recursos para a manutenção dos governos.
Então, o estudo realizado nesse trabalho mostra a classificação e as características do sistema tributário brasileiro, baseado nas leis vigentes no Brasil e do principal órgão responsável pela arrecadação dos tributos: a Receita Federal.
Os dados encontrados durante as pesquisas foram expostos para favorecer o entendimento, apresentando índices atuais no âmbito nacional. A pesquisa proporciona uma visão geral de acordo com a Teoria Quinquipartite que no Direito Tributário é a teoria da classificação dos tributos adotada pela jurisprudência brasileira.
DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS TRIBUTOS
Em linhas gerais, os tributos são pagamentos obrigatórios, previstos em lei. A classificação dos tributos no Direito Tributário leva em consideração o Fato Gerador (se é vinculado ou não a uma atividade estatal) e a Arrecadação/Destinação (se é previamente vinculada à lei que o institui ou não).
Atualmente adota-se a Teoria Quinquipartite, segundo entendimento mais recente do Supremo Tribunal Federal, embora a Constituição Federal defina taxativamente apenas 3 tipos de tributos em seu texto (impostos, taxas e contribuição de melhorias).
A Teoria Quinquipartite no Direito Tributário é a teoria da classificação dos tributos adotada atualmente pela jurisprudência brasileira. Ela divide os tributos em 5 espécies de acordo com o Fato Gerador e a Destinação/Arrecadação: Imposto, Taxa, Contribuição de Melhoria, Empréstimos Compulsórios e Contribuição Especial.
1. 
2. 
1. 
2. 
2.1. Características dos Impostos
Os impostos, via de regra, incidem sobre o patrimônio, a renda e o consumo. Vale lembrar que o fato gerador dos impostos não está ligado a uma contraprestação estatal, ou seja, não é vinculado a algo que o governo oferece em troca.
2.2. Características das Taxas
Diferentemente dos impostos, as taxas são vinculadas a uma contraprestação do estado, como os serviços públicos, por exemplo, recolhimento de lixo ou emissão de documentos de um veículo.
O código tributário nacional (lei nº 5.172/1966) estabelece que as taxas não podem ter a base de cálculo nem o fato gerador iguais aos de um imposto, nem ser cobradas em função do capital das empresas. Vale lembrar que o serviço público, sobre o qual incide uma taxa, pode ter uso efetivo ou potencial (estar à disposição) por parte do contribuinte.
As taxas podem ser criadas pelas três esferas de governo. Como exemplos temos a taxa de coleta de lixo, a taxa de coleta de esgoto, taxa judiciária, os emolumentos pagos a um cartório, entre outros que se encaixarem nos requisitos apresentados.
2.3. Características das Contribuições de Melhoria
As contribuições de melhoria, assim como as taxas, devem estar vinculadas a uma contraprestação estatal. A diferença é que, no caso dessas contribuições, o governo deve fazer uma obra pública que gere valorização imobiliária. O cálculo do pagamento é feito com base no valor que será agregado a cada imóvel. As contribuições de melhoria podem ser instituídas pela união, pelos estados e pelos municípios.
2.4. Características dos Empréstimos Compulsórios
Os empréstimos compulsórios são mais uma modalidade tributária prevista na constituição federal. Eles só podem ser criados pela união, por meio de lei complementar. Esse tipo de empréstimo tem como objetivo custear despesas extraordinárias, como calamidade pública ou guerra externa, ou para promover investimento público que possua urgência e benefício nacional.
Ao contrário dos impostos, em que a arrecadação não é destinada para um fim específico, os recursos provenientes dos empréstimos compulsórios só podem ser utilizados na finalidade para a qual foram criados. Em tese, por ser um empréstimo, há uma expectativa de que a união restitua os valores arrecadados.
2.5. Características das Contribuições Especiais
As contribuições especiais só podem ser instituídas pela união e, quando criadas, devem ter uma destinação ou finalidade específica. Nesse caso, a base de cálculo pode ser a mesma de um imposto, ou seja, o governo pode fazer uma dupla tributação.
A constituição federal prevê contribuições sociais (por exemplo, PIS/PASEP), profissionais, de intervenção no domínio econômico e de custo de serviço de iluminação pública. As contribuições especiais são criadas pela união, mas a cobrança pode ser delegada para terceiros, como no caso da contribuição sindical. São três as espécies de contribuições especiais:
2.5.1. Contribuições Especiais Sociais
São aquelas que financiam direitos sociais como educação, saúde, moradia, lazer, por exemplo. Dentro das contribuições especiais sociais ainda podemos subdividir em gerais e de seguridade. Esta última constitui em ações para promover a saúde, previdência ou assistência social. Como exemplo, podemos citar a extinta CPMF. Quanto às contribuições sociais gerais, define-se por exclusão, isto é, são as contribuições que financiam outros direitos sociais que não sejam saúde, previdência e assistência.
2.5.2. Intervenção no Domínio Econômico
São as chamadas CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Aqui não existe uma regra expressa para sua delimitação, mas sim regras a partir de uma construção doutrinária. Para haver uma CIDE, de acordo com a doutrina, a união deve delimitar o domínio econômico que vai atuar.
Além disso, deve-se ter um motivo para atuação e a partir desse motivo traçar uma finalidade bem como a destinação do dinheiro arrecadado; os sujeitos passivos da CIDE devem ser atrelados ao setor econômico atingido; e alguns autores ainda defendem que essa contribuição deve ser temporária (mas não é pacífico na doutrina). Como por exemplo, a CIDE combustíveis.
2.5.3. Interesse de Categoria Profissional ou EconômicaTemos as contribuições que são feitas para as categorias profissionais (CRM, CREA, CRP, etc). A União cria uma autarquia especial para atuar no interesse da categoria profissional e junto a isso cria um tributo para manter essa autarquia. Vale lembrar que a contribuição para OAB não é considerada um tributo, de acordo com o STF, com o objetivo de manter a sua independência perante o estado.
IMPOSTOS FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS
O Brasil está entre os países que mais cobram tributos e impostos da população como um todo é algo em torno de 38% da economia nacional destinado ao pagamento de impostos. De acordo com governo federal “imposto” é todo tipo de tributo pago por pessoas físicas ou jurídicas aos municípios, estados ou a união.
O objetivo da cobrança destes impostos ou tributos é de contribuir para a gestão e investimentos governamentais (especialmente para infraestrutura). Os impostos são divididos em impostos federais, estatuais e municipais relacionados abaixo.
2.1. Impostos Federais
2.1.1. Imposto de Importação
É um tributo de responsabilidade da união e incide sobre os produtos comprados em território estrangeiro. O imposto sobre a importação de produtos estrangeiros incide sobre a importação de mercadorias estrangeiras e sobre a bagagem de viajante procedente do exterior. No caso de mercadorias estrangeiras, a base de cálculo é o valor aduaneiro e a alíquota está indicada na Tarifa Externa Comum (TEC). No caso da bagagem, a base de cálculo é o valor dos bens que ultrapassem a cota de isenção e a alíquota é de cinquenta por cento.
2.1.2. Imposto de Produto Industrializado (IPI)
O IPI é um tributo de competência da união. Os fatos geradores são na importação quando ocorre o desembaraço aduaneiro de produtos de procedência estrangeira e em operação interna quando na saída de produto de estabelecimento industrial, ou equiparado a industrial.
2.1.3. Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)
São contribuintes do IOF as pessoas físicas e as pessoas jurídicas que efetuarem operações de crédito, câmbio e seguro ou relativas a títulos ou valores mobiliários. A cobrança e o recolhimento do imposto são efetuados pelo responsável tributário: a pessoa jurídica que conceder o crédito; as instituições autorizadas a operar em câmbio; as seguradoras ou as instituições financeiras a quem estas encarregarem da cobrança do prêmio de seguro; as instituições autorizadas a operar na compra e venda de títulos ou valores mobiliários.
2.1.4. Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ)
São contribuintes e, portanto, estão sujeitos ao pagamento do IRPJ, as pessoas jurídicas e as pessoas físicas a elas equiparadas, domiciliadas no País. Elas devem apurar o IRPJ com base no lucro, que pode ser real, presumido ou arbitrado. A alíquota do IRPJ é de 15% (quinze por cento) sobre o lucro apurado, com adicional de 10% sobre a parcela do lucro que exceder R$ 20.000,00/mês. As alíquotas do imposto de renda em vigor desde o ano-calendário 1996 são as seguintes:
a) 15% (quinze por cento) sobre o lucro real, presumido ou arbitrado apurado pelas pessoas jurídicas em geral, seja comercial ou civil o seu objeto;
b) 6% (seis por cento) sobre o lucro inflacionário acumulado até 31/12/1987, das empresas concessionárias de serviços públicos de energia elétrica e telecomunicações, das empresas de saneamento básico e das empresas que exploram a atividade de transporte coletivo de passageiros, concedida ou autorizada pelo poder público e com tarifa por ele fixada, realizado no período de apuração (trimestral ou anual) do imposto.
A parcela do lucro real que exceder ao resultado da multiplicação de R$20.000,00 (vinte mil reais) pelo número dos meses do respectivo período de apuração se sujeita à incidência do adicional, à alíquota de 10% (dez por cento).
Também se encontra sujeita ao adicional à parcela da base de cálculo estimada mensal, no caso das pessoas jurídicas que optaram pela apuração do imposto de renda sobre o lucro real anual, presumido ou arbitrado, que exceder a R$ 20.000,00 (vinte mil reais).
Em relação às pessoas jurídicas que optarem pela apuração do lucro presumido ou arbitrado, o adicional incide sobre a parcela que exceder o valor resultante da multiplicação de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) pelo número de meses do respectivo período de apuração.
A alíquota do adicional é única para todas as pessoas jurídicas, inclusive instituições financeiras, sociedades seguradoras e assemelhadas. O adicional incide, inclusive, sobre os resultados tributáveis de pessoa jurídica que explore atividade rural (Lei nº 9.249, de 1995, art. 3º, § 3º).
No caso de atividades mistas, a base de cálculo do adicional será a soma do lucro real apurado nas atividades em geral com o lucro real apurado na atividade rural.
2.1.5. Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)
O IRPF incide sobre a renda e os proventos de contribuintes residentes no País ou residentes no exterior que recebam rendimentos de fontes no Brasil. Apresenta alíquotas variáveis conforme a renda dos contribuintes, de forma que os de menor renda não sejam alcançados pela tributação (ver quadro 1 abaixo).
Quadro 1 – Incidência mensal do IRPF
	Base de cálculo (R$)
	Alíquota (%)
	Parcela a deduzir do IRPF (R$)
	Até 1.903,98
	–
	–
	De 1.903,99 até 2.826,65
	7,5
	142,80
	De 2.826,66 até 3.751,05
	15
	354,80
	De 3.751,06 até 4.664,68
	22,5
	636,13
	Acima de 4.664,68
	27,5
	869,36
Fonte: Receita federal.
Vários rendimentos são isentos, são eles, cadernetas de poupança, ajudas de custo, alienação de um imóvel ou de bens de até R$ 440 mil reais, cessão de imóveis gratuita, auxílio transporte ou alimentação, heranças, diárias, bolsas de estudo, doações, pensões para indivíduos com mais de 65 anos, letras hipotecárias e uma série de indenizações.
2.1.6. Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)
O ITR incide sobre os imóveis localizados fora das áreas urbanas dos municípios. A alíquota é maior para propriedades de maior área e baixo grau de utilização, de modo a desestimular os grandes latifúndios improdutivos. Quando não há pagamento da tributação há a cobrança de 1% de juros ao mês.
2.1.7. Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS)
O COFINS é um tributo cobrado de empresas brasileiras de todos os portes e segmentos do mercado, com exceção às micro e pequenas empresas registradas no regime do simples nacional que diminui as tributações para tais empresas com o objetivo de legalizá-las. Basicamente, as empresas devem pagar este imposto para auxiliarem o governo federal no financiamento de programas de seguridade social – como previdência social, assistência social e saúde pública, por exemplo. Essa contribuição é baseada nos rendimentos brutos anuais da empresa.
2.1.8. Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE)
O CIDE instituiu a CIDE-combustíveis, contribuição de intervenção no domínio econômico incidente sobre a importação e a comercialização de gasolina e suas correntes, diesel e suas correntes, querosene de aviação e outros querosenes, óleos combustíveis (fuel-oil), gás liquefeito de petróleo (GLP), inclusive o derivado de gás natural e de nafta, e álcool etílico combustível.
A CIDE-combustíveis incidirá no mercado interno, assim como na importação, com as seguintes alíquotas (Lei nº 10.336, de 2001, arts. 5º e 9º; Decreto nº 5.060, de 2004, art. 1º):
a) R$ 100,00 (cem reais) por metro cúbico de gasolinas e suas correntes;
b) R$ 50,00 (cinquenta reais) por metro cúbico de óleo diesel e suas correntes;
c) zero, para os seguintes produtos:
I – querosene de aviação;
II – demais querosenes;
III – óleos combustíveis com alto teor de enxofre;
IV – óleos combustíveis com baixo teor de enxofre;
V – gás liquefeito de petróleo, inclusive o derivado de gás natural e de nafta;
VI – álcool etílico combustível.
São isenta da CIDE-combustíveis a nafta petroquímica importada ou adquirida no mercado interno, destinada à elaboração, por central petroquímica, de produtos petroquímicos não referidos no item IV, acima, atendidos os termos e condiçõesestabelecidos pela ANP.
Observação: No entanto, presume-se que, destinada à produção de gasolina, a nafta cuja utilização (na elaboração daqueles produtos) não seja comprovada, hipótese em que a CIDE é devida desde a data de sua aquisição ou importação pela central petroquímica.
São ainda isentos da CIDE-combustíveis os produtos referidos no item IV vendidos a empresa comercial exportadora, conforme definição da ANP, com o fim específico de exportação para o exterior, observado o seguinte:
a) A empresa comercial exportadora que no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da data de aquisição, não houver efetuado a exportação dos produtos para o exterior fica obrigada ao pagamento da CIDE, até o décimo dia subsequente ao vencimento desse prazo (para a empresa efetivar a exportação), mediante a aplicação das alíquotas específicas aos produtos adquiridos com essa finalidade, mas não exportados;
b) A empresa comercial exportadora que alterar a destinação do produto adquirido com o fim específico de exportação ficará sujeita ao pagamento da CIDE objeto da isenção na aquisição até o último dia útil da primeira quinzena do mês subsequente ao de ocorrência da revenda no mercado interno;
c) Nos casos previstos nas letras a e b, acima, os valores serão acrescidos de:
c.1) multa de mora (apurada na forma do caput e do § 2º do art. 61 da Lei nº 9.430, de 1996), calculada a partir do primeiro dia do mês subsequente ao de aquisição dos produtos;
c.2) juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic), para títulos federais, acumulada mensalmente, calculados a partir do primeiro dia do mês subsequente ao de aquisição dos produtos, até o último dia do mês anterior ao do pagamento, e de 1% (um por cento) no mês do pagamento.
No caso de comercialização no mercado interno, a CIDE-combustíveis devida será apurada mensalmente e deverá ser paga até o último dia útil da primeira quinzena do mês subsequente ao de ocorrência do fato gerador. Na importação, a CIDE-combustíveis deverá ser paga na data do registro da Declaração de Importação (DI).
2.1.9. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
Estão sujeitas ao pagamento da CSLL as pessoas jurídicas e as pessoas físicas a elas equiparadas, domiciliadas no País. A alíquota da CSLL é de 9% (nove por cento) para as pessoas jurídicas em geral, e de 15% (quinze por cento), no caso das pessoas jurídicas consideradas instituições financeiras, de seguros privados e de capitalização. A apuração da CSLL deve acompanhar a forma de tributação do lucro adotada para o IRPJ.
1) As entidades sem fins lucrativos de que trata o inciso I do art. 12 do Decreto nº 3.048, de 06 de maio de 1999, que não se enquadrem na imunidade ou isenção da Lei nº 9.532, de 1997, devem apurar a base de cálculo e a CSLL devida nos termos da legislação comercial e fiscal.
2) As associações de poupança e empréstimo estão isentas do imposto sobre a renda, mas são contribuintes da contribuição social sobre o lucro líquido.
3) São isentas da CSLL as entidades fechadas de previdência complementar, relativamente aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2002.
4) As entidades sujeitas à CSLL deverão ajustar o resultado do período com as adições determinadas e exclusões admitidas, conforme legislação vigente, para fins de determinação da base de cálculo da contribuição.
5) As entidades sujeitas a planificação contábil própria apuram a CSLL de acordo com essa planificação.
2.1.10. Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
O INSS é um órgão do Ministério da Previdência Social, ligado diretamente ao Governo, criado em 1988. O órgão tem diversas funções, em especial as contribuições de aposentadoria dos cidadãos.
É responsável por receber as contribuições dos indivíduos, e tem como função fazer os pagamentos de aposentadorias, auxílio-doença, pensão por morte, auxílio-acidente, e outros vários benefícios previstos por lei. Cada estado brasileiro tem a capacidade de instituir suas próprias regras, em relação à previdência social, criando contribuições específicas para cada um.
A previdência social é um seguro que as pessoas contribuem durante o período trabalhado, e é o INSS que repassa a renda a pessoas que não tem outras fontes de renda no momento, independente do motivo. Os funcionários tem o valor do INSS descontados diretamente na sua folha de pagamento, e os valores a serem descontados vão depender do salário de cada um, e podem variar de 8% a 11%, quanto maior o salário, maior é o desconto.
2.1.11. Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)
O FGTS foi criado com o objetivo de proteger o trabalhador demitido sem justa causa, mediante a abertura de uma conta vinculada ao contrato de trabalho. No início de cada mês, os empregadores depositam em contas abertas na Caixa, em nome dos empregados, o valor correspondente a 8% do salário de cada funcionário.
O FGTS é constituído pelo total desses depósitos mensais e os valores pertencem aos empregados que, em algumas situações, podem dispor do total depositado em seus nomes. Com o FGTS, o trabalhador tem a oportunidade de formar um patrimônio, que pode ser sacado em momentos especiais, como o da aquisição da casa própria ou da aposentadoria e em situações de dificuldades, que podem ocorrer com a demissão sem justa causa ou em caso de algumas doenças graves.
O trabalhador pode utilizar os recursos do FGTS para a moradia nos casos de aquisição de imóvel novo ou usado, construção, liquidação ou amortização de dívida vinculada a contrato de financiamento habitacional.
Assim, o FGTS tornou-se uma das mais importantes fontes de financiamento habitacional, beneficiando o cidadão brasileiro, principalmente o de menor renda. A importância dos recursos do Fundo para o desenvolvimento do país ultrapassa os benefícios da moradia digna, pois financiam, também, obras de saneamento e infraestrutura, gerando melhorias na qualidade de vida, ao proporcionar água de qualidade, coleta e tratamento do esgoto sanitário. O FGTS tem sido a maior fonte de recursos para a Habitação Popular e o Saneamento Básico.
2.1.12. (PIS) ou (PASEP)
O Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) são contribuições sociais de natureza tributária, devidas pelas pessoas jurídicas, com objetivo de financiar o pagamento do seguro-desemprego, abono e participação na receita dos órgãos e entidades para os trabalhadores públicos e privados. Foram criados em 1970, pelos militares brasileiros durante o regime civil-militar, mais precisamente, pelo Emílio Garrastazu Médici, em 7 de setembro de 1970, pela Lei Complementar 7/70, nº 7.
O PIS é destinado aos funcionários de empresas privadas regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sendo administrado pela Caixa Econômica Federal. Já o PASEP é destinado aos servidores públicos regidos pelo Regime Jurídico Estatutário Federal, sendo administrado pelo Banco do Brasil.
O PIS foi instituído com a justificativa de promover a integração do empregado na vida e no desenvolvimento das empresas. Na prática consiste em um programa de transferência de renda, possibilitando melhor distribuição da renda nacional.
Alguns trabalhadores não se enquadram nos requisitos para receber os pagamentos do abono salarial e, por isso, não possuem direito a receber o Abono Salarial como: funcionários rurais e urbanos contratados por Pessoa Física, empregados domésticos, trabalhadores autônomos, funcionários com salários mensais superiores a 2 salários mínimos, trabalhadores do programa Menores Aprendizes, diretores que não tenham vínculo empregatício, mesmo que as empresas façam recolhimentos do FGTS.
2.2. Impostos Estaduais
2.2.1. Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS)
O ICMS é um imposto instituído em todo brasil. Cada estado, por sua vez, pode alterar a tabela de valores a serem tributados por conta própria. O ICMS é um tributo que incide sobre os mais variados tipos de serviços prestados em âmbito nacional como serviços de importação, telecomunicações,transportes interestaduais ou intermunicipais, prestação de serviços e assim por diante.
Ele também incide na circulação de alimentos, eletrodomésticos, roupas, veículos e outros. Os contribuintes do ICMS são pessoas jurídicas, ou seja, empresas cadastradas na secretaria de estado da fazenda. A inscrição do estabelecimento é obrigatória antes mesmo do início de suas atividades.
Basicamente, qualquer empresa que atue na transferência, venda, transporte ou qualquer outra operação comercial ou de circulação de mercadorias deve contribuir para o ICMS.
2.2.2. Imposto sobre Transmissão causa mortis e doação (ITCMD)
O ITCMD é um tributo de competência dos Estados e do Distrito Federal, cujo fato gerador é a transmissão causa mortis de imóveis e a doação de quaisquer bens ou direitos, conforme Constituição Federal - artigo 155, I e § 1º; CTN: artigos 35 a 42. O imposto incide sobre o valor venal (de venda) da transmissão de qualquer bem ou direito havido:
I – por sucessão legítima ou testamentária, inclusive a sucessão provisória;
II – por doação.
Estão compreendidos na incidência do imposto os bens que, na divisão de patrimônio comum, na partilha ou adjudicação, forem atribuídos a um dos cônjuges, a um dos conviventes, ou a qualquer herdeiro, acima da respectiva meação ou quinhão. São contribuintes do imposto:
I – na transmissão "causa mortis": o herdeiro ou o legatário;
II – no fideicomisso: o fiduciário;
III – na doação: o donatário;
IV – na cessão de herança ou de bem ou direito a título não oneroso: o cessionário.
Nos casos de impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação principal pelo contribuinte, respondem solidariamente com este nos atos em que intervierem ou pelas omissões de que forem responsáveis:
I – o tabelião, escrivão e demais serventuários de ofício, em relação aos atos tributáveis praticados por eles ou perante eles, em razão de seu ofício;
II – a empresa, instituição financeira e bancária e todo aquele a quem couber a responsabilidade do registro ou a prática de ato que implique na transmissão de bem móvel ou imóvel e respectivo direito ou ação;
III – o doador, o cedente de bem ou direito, e, no caso do parágrafo único do artigo anterior, o donatário;
IV – qualquer pessoa física ou jurídica que detiver o bem transmitido ou estiver na sua posse, na forma desta lei;
V – os pais, pelos tributos devidos pelos seus filhos menores;
VI – os tutores e curadores, pelos tributos devidos pelos seus tutelados ou curatelados;
VII – os administradores de bens de terceiros, pelos tributos devidos por estes;
VIII – o inventariante, pelos tributos devidos pelo espólio.
2.2.3. Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
O IPVA é um imposto brasileiro que incide sobre a propriedade de veículos. É um imposto estadual, ou seja, somente os Estados e o Distrito Federal têm competência para instituí-lo de acordo com o art.º 155, inciso III da Constituição Federal.
O IPVA tem como fato gerador a propriedade do veículo automotor, não incidindo sobre embarcações e aeronaves. Os contribuintes deste imposto são os proprietários de veículos automotores. A alíquota utilizada como referência é determinada por cada governo estadual, com base em critério próprio. A base de cálculo é o valor venal do veículo, estabelecido pelo Estado que cobra o referido imposto.
Deve-se referir que a função do IPVA é exclusivamente fiscal. Em 2017, os estados que cobravam as maiores alíquotas eram São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com 4% sobre o valor venal do veículo sendo que outros estados têm sua alíquota variando entre 1% e 3%.
Sendo o IPVA um imposto, é por padrão uma prestação pecuniária compulsória. Depois de arrecadado, 50% do valor são de domínio do estado e os outros 50% da cidade onde o veículo foi registrado. A alíquota do IPVA varia de estado para estado e incide sobre o valor do veículo na tabela FIPE.
Sendo assim, um carro mais novo ou de um modelo mais caro terá o IPVA mais alto do que quando em comparação a um veículo velho e básico. O IPVA foi criado em 1985 em substituição a TRU – taxa rodoviária única. Ele não tem nenhum tipo de relação com a situação das ruas ou estradas do estado, sendo o seu objetivo exclusivamente fiscal. O imposto deve ser pago anualmente em parcela única ou em até cinco mensalidades.
2.3. Impostos Municipais
2.3.1. Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)
O ITBI é um tributo municipal de competência do distrito federal e dos municípios. Em algumas cidades ele também pode ser conhecido pela sigla SISA. Esse tipo de imposto incide sobre a transferência da propriedade de casas, prédios e imóveis de modo geral.
Sendo assim, o processo de compra e venda de uma residência, por exemplo, só é oficializado após o pagamento deste tributo. Na grande maioria dos casos o ITBI é pago pelo próprio comprador do imóvel. Porém, tudo vai depender do tipo de negociação.
A alíquota do ITBI varia de cidade para cidade, porém, é de em média 2% sob o valor de mercado do imóvel. Essa é uma média das capitais e cidades maiores de todo o brasil.
2.3.2. Imposto Sobre Serviços (ISS)
O ISS é um tributo que incide sobre empresas de todos os portes e segmentos instalados na cidade em questão. O ISS foi criado em substituição do ISSQN (Imposto sobre serviços de qualquer natureza). Basicamente o ISS é um tributo de competência do distrito federal e dos municípios regido pela lei complementar nº 116, implementada em agosto de 2003.
De acordo com a constituição federal, a alíquota mínima de cobrança é de 2% com base nos rendimentos brutos da empresa. Não só as empresas de todos os portes prestadores de serviços devem pagar esse imposto, como também, profissionais autônomos deste segmento. Geralmente, a alíquota é de 5% em cima do valor da nota fiscal de cada serviço prestado.
Em alguns municípios brasileiros a alíquota é de apenas 2% (alíquota mínima, de acordo com a emenda constitucional) para estimular a prestação de determinados serviços, como é o caso de serviços na área de informática, por exemplo.
Todos os profissionais com ensino superior completo – como é o caso de médicos, advogados, administradores, engenheiros, cientistas políticos, arquitetos, comunicadores e outros – que atuam sem vínculo empregatício (ou seja, sem carteira assinada) também devem contribuir com o pagamento do ISS.
2.3.3. Imposto sobre a Propriedade predial e Territorial urbana (IPTU)
O IPTU é o imposto que incide sobre a propriedade de qualquer tipo de imóvel, o que inclui: residências, galpões industriais, prédios comerciais ou residenciais, chácaras de recreio, terrenos e quaisquer outros espaços.
A base de cálculo deste imposto depende do valor venal do imóvel (ou seja, valor de mercado pelo qual ele deve ser comercializado). Para cálculo do valor venal do imóvel, por sua vez, levam-se em consideração os seguintes fatores: tamanho do terreno, total de área construída e não construída, localização do terreno na planta da cidade e qualificação (o que irá depender do acabamento da obra).
Depois de calculado o valor venal do imóvel, multiplica-se este valor pela alíquota de seu município. Geralmente, a alíquota é de 1,0% para casas e comércios ou de até 3% para prédios e terrenos.
2.4. Arrecadação por ente federativo
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Conforme explicado nos tópicos anteriores, a arrecadação dos tributos tem participação dos três âmbitos: municipal, estadual e federal. Cada um com suas arrecadações geram participação no montante final. Pode-se observar no gráfico a taxa de participação de cada um, e de como ela teve oscilações de 2006 a 2015, com os municípios obtendo uma menor participação na arrecadação de tributos (ver figura 1 abaixo).
Figura 1 – Gráfico do percentual de arrecadação tributária no Brasil.
Fonte: Receita Federal.
COMPARAÇÃO: BRASIL EM RELAÇÃO AO MUNDO
De acordo com a figura 2, o Brasil está classificado entre os países que mais arrecadam tributos, ficando em oitavo lugar no ranking mundial. Em relação aos principais países da América Latina, no entanto, o Brasil lidera o indicador.A principal diferença na arrecadação de tributos entre, por exemplo, os Estados Unidos e o Brasil é que a maior parte dos tributos brasileiros arrecadados é proveniente de bens e serviços de necessidade básica.
Tal situação acaba assolando o poder de compra e prejudicando os mais pobres, visto que esse imposto não taxa o cidadão de acordo com a capacidade que ele tem de contribuir, pois ele é igual independente da renda.
Essa não distinção na cobrança de impostos acaba aumentando a desigualdade. A ineficiência do estado em administrar esses tributos acaba nos deixando entre os países com menores retornos de benefícios oferecidos com esses recursos. Além disso, o Brasil é um dos países que menos cobra impostos sobre lucro de pessoas e empresas, em 2015, Brasil cobrava apenas 5,85%, já os Estados Unidos cobravam 11,4%.
Figura 2 – Carga tributária por país em 2014.
Fonte: OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).
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CONCLUSÃO
Ao longo do trabalho foram apresentados os conceitos e as características da carga tributária brasileira, assim como suas classificações e atribuições. Vimos também, a importância do tributo para o funcionamento da máquina publica e uma breve comparação da carga tributária do Brasil com outros países.
É importante lembrar que excesso de carga tributária não significa em mais arrecadação como já demonstrada pela curva de Leffer, e que é necessário sempre buscar equilibrar a carga tributária para maximizar a arrecadação, tornando o sistema tributário brasileiro mais eficiente.
Contudo podemos concluir que a carga tributária brasileira é alta, sendo o país com a maior porcentagem de carga tributária em relação ao PIB da América Latina, e que políticas devem ser tomadas com o intuito de reduzi-la.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Disponível em: <http://idg.receita.fazenda.gov.br/>. Acesso em: 01 nov. 2018.
Disponível em: <https://www.inss.gov.br/>. Acesso em: 01 nov. 2018.
Disponível em: <https://asseinfo.com.br/>. Acesso em: 01 nov. 2018.
Disponível em: <https://blog.egestor.com.br/>. Acesso em: 02 nov. 2018.
Disponível em: <https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/09/20/A-carga-tribut%C3%A1ria-brasileira-em-4-gr%C3%A1ficos>. Acesso em: 22 nov. 2018.
Disponível em: <https://eutenhodireito.com.br/classificacao-tributos-tributario-esquematizado/>. Acesso em: 26 nov. 2018.

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