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AO JUÍZO DA 200º VARA DO TRABALHO DE SÃO PAULO
PROCESSO Nº 0101010502020.05.02.0200
RECLAMANTE:SOCIEDADE EMPRESÁRIA AUDITORIA PENTE FINO S/A
RECLAMADA: ÉRICA GAMA
SOCIEDADE EMPRESÁRIA AUDITORIA PENTE FINO S/A ,já devidamente qualificada nos autos da ação principal da reclamatória, por seu advogado onde recebe suas devidas comunicações no seu respectivo endereço, rua,bairro, cidade, estado, CEP, vem a presença de vossa Excelência oferecer a
CONTESTAÇÃO
Nos termos do art. 847 da CLT, em face de Érica Gama, também qualificada, nas seguintes razões de fato e de direito que passo elucidar.
1- DAS PRELIMINAR DE INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO
A obreira que trabalhava na referida Empresa ré, precipitadamente, afirma que a empresa não fez o recolhimento do depósito do INSS. E assim fez constar na inicial reclamatória.
Vale dizer que a justiça do trabalho é incompetência material quanto ao recolhimento do INSS . Indicação Art. 114, VIII, CF/88 ou Súmula Vinculante 53 STF ou Súmula 368, I, TST ou art. 876, p. único, CLT.
Requer a Vossa Excelência, a renovação da preliminar de incompetência da justiça do trabalho para julgamento do INSS.
2- PRELIMINAR INÉPCIA
Neste sentido, há de entender que a reclamada tem razão, não houve equiparação salarial porque não exerciam as mesmas atividades juntas, no mesmo ambiente de trabalho.
Conclui se que a nova redação plausível a questão preliminar de inépcia em relação à equiparação salarial porque há causa de pedir sem pedido, conforme Art. 330, § 1º, II, do CPC
Resta saber, conforme a Vossa sabedoria, aconteça um nobre julgamento da não aceitação da equiparação salarial.
3- PREJUDICIAL DE MÉRITO
Concernente a prescrição, a reclamante na inicial não deve prosperar em face da unidade empregadora, pelos motivos que ensejam.
Prescrição das pretensões anteriores a 30/01/2015 ou prescrição das pretensões anteriores a cinco anos do ajuizamento da ação . Indicação Art. 7º, XXIX, CF/88, ou Art. 11, CLT ou Súmula 308, I, TST 
Requer a Vossa Excelência, o reconhecimento da prescrição quinquenal.
4- DO MÉRITO
A- HORAS EXTRAS
Érica postula o pagamento de horas extras após tempo extrapolado constantemente, todos os dias da duração da jornada de trabalho.
Deverá ser contestado o pedido de horas extras porque sendo a autora gerente e, efetivamente, tendo poder de gestão e salário diferenciado, com gratificação de função superior a 40%, ocupa cargo de confiança e, assim, não tem direito a limite de jornada. Consequentemente, não tem direito ao pagamento de horas extras, conforme o Art. 62, inciso II, da CLT. 
Outrossim, Excelência conceda a inadmissão completa destas horas extras.
B- DO FGTS
Na verdade a referida empresa empregadora sabe de suas responsabilidades, como deveres e obrigações, e reconhece os limites da lei.
Jamais em qualquer hipótese, neste caso, que não há direito à indemnização de 40% sobre o FGTS porque a autora pediu demissão, o que impede a pretensão, porque essa hipótese não é prevista na norma cogente, na forma do Art. 18, § 1º, da Lei nº 8.036/90 e Art. 9º, § 1º, do Decreto 99.684/90.
Não tem Excelência, deste descabidos na multa de 40% do FGTS, totalmente equivocada.
C. DA REINTEGRAÇÃO
É cumulo do absurdo, além de pediu demissão vem pedir novamente reintegração.
Deverá ser contestado o pedido de integração dos prêmios porque, ainda que habituais, eles não integram a remuneração conforme previsão legal expressa no Art. 457, § 2º, da CLT.
Em sua notórias palavras, julgue o melhor não existe procedência.
D- DA EQUIPAÇÃO SALARIAL
Vale lembra Excelência, reforçando a analise da equiparação.
As providencia, em razão princípio da eventualidade, o pedido de equiparação salarial porque a modelo tem mais de 2 anos na função, não implementando uma das condições legais, na forma do Art. 461, § 1º, da CLT.
Não tem com discutir o mérito de direito na legislação vigente, de praxe a sustentação da verdade.
E- DO ADICIONAL DE PERICULOSIDADE
Não existe relevância atinente ao trabalho da empresa com as circunstancias socais de violência urbana.
Há de entender que o pedido de periculosidade porque a situação retratada na petição inicial não autoriza tecnicamente o pagamento do adicional, pois a empregada não laborava em atividade ou operações perigosas segundo o Art. 193 da CLT.
A Vossa Excelência sabe com clareza, requer a extinção do feito.
F- DOS HONORÁRIOS ADVOCATÓRIOS
Conforme o entendimento supracitado na legislação pertinente os honorários advocaticios são tratados com dignidade, sem exacerbação.
Vale lembrar que o pedido de honorários advocatícios porque limitam-se a 15%, além de postulados honorários sucumbenciais, na forma do Art. 791-A da CLT.
Requer a mantença dos honorários advocaticios não de 20%, sim conforme rege a lei 15%
Nestes termos, esperando pelo acolhimento e juntada da presente peça defensiva com os documentos que a acompanha,
Respeitosamente,
Nesses Termos,
Pede Deferimento.
São Paulo SP
[dia] de [mês] de [ano].
[Assinatura do Advogado]
[Número de Inscrição na OAB]

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