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Questões de Concurso sobre Funções morfossintáticas da palavra SE em Português _ Qconcursos com - Página 49

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Ano: 2016 Banca: FUNRIO Órgão: Prefeitura de Mesquita - RJ
A frase em que o vocábulo SE exempli�ca um pronome apassivador é:
A
“O homem nunca poderá ser igual a um animal: ou se eleva e torna-SE melhor, ou se precipita e torna-se muito pior”.
(Soloviev)
B
“Nas grandes coisas, os homens se mostram como lhes convém SE mostrar; nas pequenas, mostram-se como são”.
(Chamfort)
C
“Pelas roupas rasgadas mostram-SE os vícios menores: as vestes de cerimônia e as peles escondem todos eles”.
(Shakespeare)
D “Se, como o rosto, SE mostrasse o coração”. (Ariosto)
E
“Não existe meio mais seguro para fugir do mundo do que a arte, e não há forma mais segura de SE unir a ele do que
a arte”. (Goethe)
Ano: 2016 Banca: FUNRIO Órgão: Prefeitura de Mesquita - RJ
Na frase de Robespierre “Não se faz omelete sem quebrar os ovos”, o vocábulo SE exempli�ca a função de pronome
apassivador; a frase abaixo em que o mesmo vocábulo desempenha a mesma função é:
A “Um homem que não se alimenta de seus sonhos, envelhece cedo”. (Shakespeare)
B “Um homem que se curva não endireita os outros”. (Aristóteles)
C
“Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada”. (Lya
Luft)
D “Todas as famílias felizes se parecem; cada família infeliz é infeliz à sua maneira”. (Liev Tolstói)
E
“Os criacionistas fazem com que uma teoria pareça uma coisa que se inventou depois de beber a noite inteira”. (Isaac
Asimov)
Ano: 2016 Banca: CONPASS Órgão: Prefeitura de Brejinho - RN
Assinale a alternativa em que a palavra “SE” apresenta a função sintática de sujeito de in�nitivo.
A Fuma-se muito aqui.
B Ergueu-se, passou a toalha no rosto.
C Capitu deixou-se �tar e examinar.
D Ele impôs-se uma disciplina rigorosa.
481 Q1218141 >Português Funções morfossintáticas da palavra SE
Prova: FUNRIO - 2016 - Prefeitura de Mesquita - RJ -
Professor I - Língua Portuguesa
482 Q1218122 >Português Funções morfossintáticas da palavra SE , Morfologia - Pronomes
Prova: FUNRIO - 2016 - Prefeitura de Mesquita - RJ -
Professor I - Língua Portuguesa
483 Q1209766 >Português Funções morfossintáticas da palavra SE , Sintaxe , Análise sintática
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https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/disciplinas/letras-portugues/morfologia-pronomes
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/funrio-2016-prefeitura-de-mesquita-rj-professor-i-lingua-portuguesa
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/funrio-2016-prefeitura-de-mesquita-rj-professor-i-lingua-portuguesa
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https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/disciplinas/letras-portugues/funcoes-morfossintaticas-da-palavra-se
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/disciplinas/letras-portugues/sintaxe
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/disciplinas/letras-portugues/analise-sintatica
E Estuda-se muito nas Universidades.
Ano: 2016 Banca: IBADE Órgão: Câmara de Santa Maria Madalena - RJ
Longe dos olhos, longe da consciência
Alguns anos atrás os jornais noticiaram, com destaque, que a praça da Sé estava voltando a ser um aprazível ponto turístico
de São Paulo. A providência higienizadora do nosso marco zero consistiu na retirada dos menores que por lá
perambulavam. Com a saneadora medida, a praça estava salva, voltava a ser nossa. À sua crônica sujeira não mais
incomodava. Os menores estavam fora, pouco importava a permanência dos marreteiros, pregadores da Bíblia, comedores
de faca e fogo, ciganos, repentistas e os saudáveis churrasquinhos e pastéis. Até os trombadões permaneceram. Aliás, é
compreensível; é bem mais fácil remover as crianças do que deter os trombadões. Anteriormente, competente e sensível
autoridade levou dezenas de menores para fora das fronteiras de nosso Estado. A operação expurgo foi também bastante
noticiada. No Rio de Janeiro a providência teve caráter de�nitivo. As crianças foram mortas na Candelária. Em Belo
Horizonte, também há algum tempo, uma operação militar foi montada para retirar das ruas cerca de 500 crianças. A
imprensa exibiu fotos de crianças de até quatro anos, várias com chupetas na boca, sendo colocadas em camburões pelos
amáveis e carinhosos soldados da milícia mineira, que souberam respeitar as crianças, deixando-as com suas chupetas.
Riscar as crianças dos mapas urbanos já não está mais nos planos dos zelosos defensores das nossas urbes e da nossa
incolumidade física. Viram ser essa uma missão inócua. Retiradas daqui ou dali, passam a habitar lá ou acolá. Saem da
praça da Sé, vão para a praça Ramos ou para as praças da zona Leste, Oeste, Norte ou Sul. Saem de uma capital e vão para
outra, de um extremo ao outro do país. lronias à parte, cuidar dos menores para evitar o abandono, para suprir as suas
carências e para protegê-los da violência que os atinge é obrigação humanitária de todos nós. E, para quem não tem a
solidariedade como móvel de sua conduta, que aja ao menos impulsionado pelo egoísmo em nome da autopreservação. No
entanto novamente se assiste ao retumbante coral repressivo, que entoa a surrada, falsa e enganosa solução da cadeia
para os que já cometeram infrações e, para os demais, esperar que as cometam, para irem fazer companhia aos outros. A
verdade é que sempre quisemos distância das nossas crianças carentes. Longe dos olhos, longe da consciência. A sociedade
só se preocupa com os menores porque eles estão assaltando. Estivessem quietos, amargando inertes as suas carências,
continuariam esquecidos e excluídos. Esse problema, reduzido à fórmula simplista de solução — diminuição da idade -, bem
mostra como a questão criminal no país é tratada de forma leviana, demagógica e irresponsável. Colocam-se nas
penitenciárias ou nas delegacias os maiores de 16 anos e ponto �nal. Tudo resolvido. A indagação pertinente é por que
diminuir a responsabilidade penal só para 16 anos. Há crianças com dez ou oito anos assaltando? Vamos encarcerá-las.
Melhor, nascituros também poderiam ser isolados. Dependendo das condições em que irão viver, poderão estar fadados a
nos agredir futuramente. Não será melhor criá-los longe dos centros urbanos, isolá-los em rincões distantes para que não
nos ponham em risco? Parece estar na hora — tardia, diga-se de passagem — de encararmos com honestidade e com olhos
de ver a questão do crime no país, especialmente do menor infrator e do menor carente. Chega de demagogia e de
hipocrisia. Vamos cuidar da criança e do adolescente. Aliás, não só do carente e do abandonado, mas também daqueles
poucos bem nascidos, pois também estavam cometendo crimes. Destes esperamos que os pais acordem e imponham
regras e limites, deem menos liberdade, facilidadese dinheiro e mais educação, respeito pelo próximo e conhecimento da
trágica realidade do país. Em relação aos outros, esperamos que a sociedade e o Estado, em vez de os porem na cadeia,
eduquem-nos, deem-lhes afeto e os ajudem a adquirir autoestima, única maneira de os proteger do crime de abandono.
OLIVEIRA, Antônio Cláudio Mariz de. Longe dos olhos, longe da consciência. Folha de S. Paulo, São Paulo, 11 ago. 2004.
Brasil, Opinião, p. AS. Considere as seguintes a�rmações sobre aspectos da construção do texto: | Na frase “A sociedade só
se preocupa com os menores porque eles estão assaltando.”, o SE é partícula apassivadora. II. Em “a praça da Sé estava
voltando a ser um aprazível ponto turístico de São Paulo.”, o autor cometeu um equívoco ao não usar o sinal indicativo de
crase na segunda ocorrência do A. III. Na frase “é obrigação humanitária de todos NOS.”, o elemento destacado é pronome
pessoal oblíquo. Está correto apenas o que se a�rma em:
A III.
B II e III.
C II.
D I e II.
E I.
Ano: 2016 Banca: INSTITUTO AOCP Órgão: UFFS
Bons dias!
484 Q1202484
>Português Interpretação de Textos , Funções morfossintáticas da palavra SE , Morfologia - Pronomes
Pronomes pessoais oblíquos , Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
485 Q1156517 >Português Funções morfossintáticas da palavra SE
Provas: INSTITUTO AOCP - 2016 - UFFS - Assistente em Administração
...
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(Machado de Assis - publicada em 21 de janeiro de 1889)
            Vi não me lembra onde...
           É meu costume; quando não tenho que fazer em casa, ir por esse mundo de Cristo, se assim se pode chamar à
cidade de São Sebastião, matar o tempo. Não conheço melhor ofício, mormente se a gente se mete por bairros
excêntricos; um homem, uma tabuleta, qualquer coisa basta a entreter o espírito, e a gente volta para casa “lesta e
aguda”, como se dizia em não sei que comédia antiga.
            Naturalmente, cansadas as pernas, meto-me no primeiro Bond que pode trazer-me a casa ou à Rua do Ouvidor,
que é onde todos moramos. Se o Bond é dos que têm de ir por vias estreitas e atravancadas, torna-se um verdadeiro
obséquio do céu. De quando em quando, para diante de uma carroça que despeja ou recolhe fardos. O cocheiro trava o
carro, ata as rédeas, desce e acende um cigarro: o condutor desce também e vai dar uma vista de olhos ao obstáculo.
Eu, e todos os veneráveis camelos da Arábia, vulgo passageiros, se estamos dizendo alguma coisa, calamo-nos para
ruminar e esperar.
           Ninguém sabe o que sou quando rumino. Posso dizer, sem medo de errar, que rumino muito melhor do que falo.
A palestra é uma espécie de peneira, por onde a ideia sai com di�culdade, creio que mais �na, mas muito menos
sincera. Ruminando, a ideia �ca íntegra e livre. Sou mais profundo ruminando; e mais elevado também.
           Ainda anteontem, aproveitando uma meia hora de Bond parado, lembrei-me não sei como o incêndio do club dos
Tenentes do Diabo. Ruminei os episódios todos. Entre eles, os atos de generosidade tinham parte das sociedades
congêneres; e �quei triste de não estar naquela primeira juventude, em que a alma se mostra capaz de sacrifícios e de
bravura. Todas essas dedicações dão prova de uma solidariedade rara, grata ao coração.
           Dois episódios, porém, me deram a medida do que valho, quando rumino. Toda a gente os leu separadamente; o
leitor e eu fomos os únicos que os comparamos.
        Re�ro-me, primeiramente, à ação daqueles sócios de outro club, que correram à casa que ardia, e, acudindo-lhes à
lembrança os estandartes, bradaram que era preciso salvá-los. “Salvemos os estandartes!”, e tê-lo-iam feito, a troco da
vida de alguns, se não fossem impedidos a tempo. Era loucura, mas loucura sublime. Os estandartes são para eles o
símbolo da associação, representam a honra comum, as glórias comuns, o espírito que os liga e perpetua.
         Esse foi o primeiro episódio. Ao pé dele, temos o do empregado que dormia na sala. Acordou este, cercado de
fumo, que o ia sufocando e matando. Ergueu-se, compreendeu tudo, estava perdido, era preciso fugir. Pegou em si e no
livro da escrituração e correu pela escada abaixo.                  Comparai esses dois atos, a salvação dos estandartes e a
salvação do livro, e tereis uma imagem completa do homem. Vós mesmos que me ledes sois outros tantos exemplos de
conclusão. Uns dirão que o empregado, salvando o livro, salvou o sólido; o resto é obra de sirgueiro. Outros replicarão
que a contabilidade pode ser reconstituída, mas que o estandarte, símbolo da associação, é também a sua alma; velho
e chamuscado, valeria muito mais que o que possa sair agora’ novo, de uma loja. Compará-lo-ão à bandeira de uma
nação, que os soldados perdem no combate, ou trazem esfarrapada e gloriosa.
        E todos vós tereis razão; sois as duas metades do homem, formais o homem todo... Entretanto, isso que aí �ca dito
está longe da sublimidade com que o ruminei. Oh! Se todos �cássemos calados! Que imensidade de belas e grandes
ideias! Que saraus excelentes! Que sessões de Câmara! Que magní�cas viagens de Bond! Boas noites!
(Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro http://www.bibvirt.futuro. usp.br.)
Na oração, “Não conheço melhor ofício, mormente se a gente se mete por bairros excêntricos”, a palavra SE pode ser
corretamente classi�cada, na ordem em que aparece, como
A conjunção subordinativa e parte integrante do verbo.
B pronome re�exivo e partícula apassivadora.
C conjunção subordinativa e índice de indeterminação do sujeito.
D partícula expletiva e conjunção coordenativa.
E conjunção subordinativa e conjunção integrante.
Ano: 2016 Banca: AOCP Órgão: Prefeitura de Juiz de Fora - MG
Considerações sobre a loucura
                                                                                                            Ferreira Gullar
      Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o problema. É
bacana ser contra internação. Por isso mesmo traçam um retrato equivocado de como os pacientes eram tratados no
passado em manicômios infernais por médicos que só pensavam em torturá-los com choques elétricos, camisas de
486 Q1132011 >Português Funções morfossintáticas da palavra SE
Prova: AOCP - 2016 - Prefeitura de Juiz de Fora - MG -
Agente de Transporte e Trânsito
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/bancas/aocp
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/institutos/prefeitura-de-juiz-de-fora-mg
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/questoes/a58927f0-4f
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/disciplinas/letras-portugues
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/disciplinas/letras-portugues/funcoes-morfossintaticas-da-palavra-sehttps://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/aocp-2016-prefeitura-de-juiz-de-fora-mg-agente-de-transporte-e-transito
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/aocp-2016-prefeitura-de-juiz-de-fora-mg-agente-de-transporte-e-transito
força e metê-los em solitárias.
      Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo
eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal
a�rmação quem nunca teve que conviver com um doente mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação pode
implicar.
      Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que ter de admitir que seu �lho é esquizofrênico e ser, por isso,
obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por �m
à própria vida, jogando-se da janela do apartamento.
      Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são locais
de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos
manicômios do passado.
      Recentemente, num desses programas de televisão, ouvi pessoas a�rmarem que o verdadeiro tratamento
psiquiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de um
equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, jamais curou algum doente.
      Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psíquicas.
Quando o doente é, apesar de louco, um artista talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Rosário, realiza-
se artisticamente e encontra assim um modo de ser feliz.
      Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiátrico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, criou-se
o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos artistas
doentes mentais. Mas é bom entender que não é a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico apesar de
louco.
      Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas quatro
ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhecer, também, que conforme a personalidade de cada um seu estado
mental compõe a expressão estética que produz.
      No tal programa de TV, alguém a�rmou que, graças a Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que é
hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remédios neurolépticos que possibilitam o controle do surto psíquico.
      É também graças a essa medicação que as internações se tornaram menos frequentes e, quando necessárias,
duram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do surto por medicação mais forte. Superada a crise, o paciente
volta para casa e continua tomando as doses necessárias à manutenção da estabilidade mental.
      Não pretendo com esses argumentos diminuir a extraordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira ao
tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pedrosa, o
seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional. 
      Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo:
como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guarda-
chuva.
      Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela
providenciou para que levasse consigo tinta e tela, a �m de que não parasse de pintar.
      Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o
Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E �cou
pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, onde
morreu anos depois.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2016/02/174 1258-consideracoes-sobre-a-
loucura.shtml)
Em “Trata-se de um equívoco.”, o termo destacado é
A um pronome re�exivo.
B uma partícula de realce.
C um índice de indeterminação do sujeito.
D uma conjunção integrante.
E um pronome apassivador.
487 Q1125184
>Português Morfologia , Preposições , Funções morfossintáticas da palavra SE
Conjunções: Relação de causa e consequência , Morfologia - Pronomes
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/questoes/f7ee3701-48
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/disciplinas/letras-portugues
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/disciplinas/letras-portugues/morfologia
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/disciplinas/letras-portugues/preposicoes
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/disciplinas/letras-portugues/funcoes-morfossintaticas-da-palavra-se
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/disciplinas/letras-portugues/conjuncoes-relacao-de-causa-e-consequencia
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/disciplinas/letras-portugues/morfologia-pronomes
Ano: 2016 Banca: IBADE Órgão: IABAS
Solidariedade: gesto plural
       Eu estava aqui pensando um pouco na expressão da solidariedade, do amor fraternal... Eu gostaria muito de acreditar
que as organizações do Terceiro Setor, as ONGs e similares são espaços contemporâneos para esse �m. Não gosto de
generalizar, deve haver alguns casos em que isso seja verdade, sempre existiram na história da humanidade, mas penso
que na maioria das vezes não é assim.
    Acho que há duas vertentes dignas de nota sobre o tema. Uma é o fato de que é considerado politicamente correto fazer
parte dessas organizações e todo mundo quer sair bem na foto. Hoje em dia, quando alguém vai a uma entrevista de
emprego ou solicita uma bolsa de estudos, sempre é perguntado se a pessoa trabalha como voluntária. Portanto, esse é um
dado entendido como positivo no currículo. Essa talvez seja uma resposta cínica, mas acho que acontece sim, e muito. [...]
        Por outro lado, na segunda vertente, há uma realidade que me impressiona muito. Conto um pouco de minha
experiência para exempli�car. Atualmente, há pouco convívio da família estendida, dos primos, entre outros familiares. No
entanto, minha família é muito grudada. [...].
    Houve uma época, por exemplo, em que três deles - uma �lha e dois sobrinhos - davam aula num curso pré-vestibular
comunitário na Rocinha. Não sei detalhes sobre os horários dos outros, mas minha �lha, todas as sextas-feiras á noite,
durante dois anos, ia dar aula sem ganhar nada, ou melhor, sem remuneração. [...]
    Entre meus outros sobrinhos, há um que fez medicina e, quando se formou, disse que não poderia se considerar médico
se não �zesse alguma coisa pelos outros, num lugar que precisasse muito de assistência. Não foi nada fácil viabilizar seu
projeto, mas ele acabou indo como voluntário, pelo exército, para a Amazônia. [...]
    Então, acho que existem, sim, histórias muito bonitas de diferentes formas de solidariedade. Estou dando apenas alguns
exemplos próximos, mas acho que, atualmente, isso, de alguma forma, substitui a militância partidária que caracterizou a
geração anterior, dos pais deles. Todos os meus irmãos tiveram algum tipo de engajamento, participaram do movimento
estudantil ou coisa parecida. Hoje, não é mais essa a via de atuação social, mas fomos criados desse modo e criamos nossos
�lhos assim. [...] No caso das novas gerações, os jovens estão trabalhando pelo outro, pela coletividade, enquanto seus
pares estão na balada de sexta-feira à noite - en�m, é mais invisível. Acho que isso é umaexpressão genuína de algo que
podemos chamar de fraternidade.
Ana Maria Machado e Moacyr Scliar. Amor em texto, amor em contexto - Um diálogo entre escritores. Campinas São Paulo:
Papirus 7 Mares, 2009.P.62-66 Fragmento.
Assinale a opção que apresentaas classes gramaticais a que pertencem, respectivamente, as palavras destacadas em “Hoje
em dia, quando ALGUÉM vai A uma entrevista de emprego OU solicita uma bolsa de estudos, sempre é perguntado SE a
pessoa trabalha como voluntária.".
A pronome - ariigo - conjunção - pronome
B substantivo - preposição - conjunção - pronome
C pronome - artigo - preposição - preposição
D pronome - preposição - conjunção - conjunção
E substantivo - artigo - preposição - pronome
Ano: 2016 Banca: IBADE Órgão: IABAS
A oração introduzida peia conjunção destacada em: "disse que não poderia se considerar médico SE não �zesse alguma
coisa pelos outros" expressa ideia de:
A condição
B causa.
C tempo.
D concessão.
Prova: IBADE - 2016 - IABAS - O�cial de Farmácia
488 Q1125179 >Português Funções morfossintáticas da palavra SE
Prova: IBADE - 2016 - IABAS - O�cial de Farmácia
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/bancas/ibade
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E consequência.
Ano: 2016 Banca: IBADE Órgão: IABAS
Solidariedade: gesto plural
       Eu estava aqui pensando um pouco na expressão da solidariedade, do amor fraternal... Eu gostaria muito de acreditar
que as organizações do Terceiro Setor, as ONGs e similares são espaços contemporâneos para esse �m. Não gosto de
generalizar, deve haver alguns casos em que isso seja verdade, sempre existiram na história da humanidade, mas penso
que na maioria das vezes não é assim.
    Acho que há duas vertentes dignas de nota sobre o tema. Uma é o fato de que é considerado politicamente correto fazer
parte dessas organizações e todo mundo quer sair bem na foto. Hoje em dia, quando alguém vai a uma entrevista de
emprego ou solicita uma bolsa de estudos, sempre é perguntado se a pessoa trabalha como voluntária. Portanto, esse é um
dado entendido como positivo no currículo. Essa talvez seja uma resposta cínica, mas acho que acontece sim, e muito. [...]
        Por outro lado, na segunda vertente, há uma realidade que me impressiona muito. Conto um pouco de minha
experiência para exempli�car. Atualmente, há pouco convívio da família estendida, dos primos, entre outros familiares. No
entanto, minha família é muito grudada. [...].
    Houve uma época, por exemplo, em que três deles - uma �lha e dois sobrinhos - davam aula num curso pré-vestibular
comunitário na Rocinha. Não sei detalhes sobre os horários dos outros, mas minha �lha, todas as sextas-feiras á noite,
durante dois anos, ia dar aula sem ganhar nada, ou melhor, sem remuneração. [...]
    Entre meus outros sobrinhos, há um que fez medicina e, quando se formou, disse que não poderia se considerar médico
se não �zesse alguma coisa pelos outros, num lugar que precisasse muito de assistência. Não foi nada fácil viabilizar seu
projeto, mas ele acabou indo como voluntário, pelo exército, para a Amazônia. [...]
    Então, acho que existem, sim, histórias muito bonitas de diferentes formas de solidariedade. Estou dando apenas alguns
exemplos próximos, mas acho que, atualmente, isso, de alguma forma, substitui a militância partidária que caracterizou a
geração anterior, dos pais deles. Todos os meus irmãos tiveram algum tipo de engajamento, participaram do movimento
estudantil ou coisa parecida. Hoje, não é mais essa a via de atuação social, mas fomos criados desse modo e criamos nossos
�lhos assim. [...] No caso das novas gerações, os jovens estão trabalhando pelo outro, pela coletividade, enquanto seus
pares estão na balada de sexta-feira à noite - en�m, é mais invisível. Acho que isso é uma expressão genuína de algo que
podemos chamar de fraternidade.
Ana Maria Machado e Moacyr Scliar. Amor em texto, amor em contexto - Um diálogo entre escritores. Campinas São Paulo:
Papirus 7 Mares, 2009.P.62-66 Fragmento.
Assinale a opção que apresenta as classes gramaticais a que pertencem, respectivamente, as palavras destacadas em “Hoje
em dia, quando ALGUÉM vai A uma entrevista de emprego OU solicita uma bolsa de estudos, sempre é perguntado SE a
pessoa trabalha como voluntária.".
A pronome - preposição conjunção - conjunção
B pronome - artigo - conjunção - pronome
C substantivo preposição - conjunção - pronome
D pronome - artigo - preposição - preposição
E substantivo - artigo - preposição - pronome
Ano: 2016 Banca: IBADE Órgão: IABAS
A oração introduzida peia conjunção destacada em: "disse que não poderia se considerar médico SE não �zesse alguma
coisa pelos outros” expressa ideia de:
A concessão.
489 Q1125074
>Português Morfologia , Preposições , Artigos Funções morfossintáticas da palavra SE ,
Conjunções: Relação de causa e consequência , Morfologia - Pronomes
Prova: IBADE - 2016 - IABAS - Auxiliar de Saúde Bucal
490 Q1125069
>Português Morfologia , Funções morfossintáticas da palavra SE ,
Conjunções: Relação de causa e consequência
Prova: IBADE - 2016 - IABAS - Auxiliar de Saúde Bucal
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B tempo.
C condição,
D causa.
E consequência.
Respostas
481: D 482: E 483: C 484: A 485: A 486: C 487: D 488: A 489: A 490: C
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