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TCCFINAL-LeonardoCezarMarquez - Corrigido

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA 
CENTRO CIÊNCIA DA SAÚDE 
DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA 
CURSO ODONTOLOGIA 
 
 
 
 
 
 
Leonardo Cezar Marquez 
 
 
 
 
 
Clareamento dental caseiro e de consultório. Eficácia, tempo de tratamento e 
sensibilidade. Revisão de literatura. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Florianópolis 
2023 
Leonardo Cezar Marquez 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Clareamento dental caseiro e de consultório. Eficácia, tempo de tratamento e 
sensibilidade. Revisão de literatura. 
 
 
 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso submetido ao 
curso de Odontologia do Centro Ciência da Saúde 
da Universidade Federal de Santa Catarina como 
requisito parcial para a obtenção do título de 
Cirurgião Dentista em Odontologia. 
 
Orientador(a): Prof. PHD. Sylvio Monteiro Junior 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Florianópolis 
2023
FICHA CATALOGRÁFICA BU 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Leonardo Cezar Marquez 
 
Clareamento dental caseiro e de consultório. Eficácia, tempo de tratamento e 
Sensibilidade 
 
Este Trabalho de Conclusão de Curso foi julgado adequado para obtenção do título de 
cirurgião dentista e aprovado em sua forma final pelo Curso de Odontologia. 
 
Local Florianópolis, 24 de outubro de 2023. 
 
 
 
 
___________________________ 
Coordenação do Curso 
 
Banca examinadora 
 
 
____________________________ 
Prof. Sylvio Monteiro Junior, Dr. 
Orientador 
 
 
 
 
Prof.(a) Renata Gondo Machado, Dr.(a) 
Instituição Universidade Federal de Santa Catarina 
 
 
 
 
Doutorando José Paulo Barbosa Soares, Dr.(a) 
Instituição Universidade Federal de Santa Catarina 
 
Florianópolis, 2023 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dedico esse trabalho aos meus pais, Cezar e Cristiane. 
 
 
AGRADECIMENTOS 
 
À minha família, meu porto seguro, meu pai Mario Cezar Marquez e minha 
mãe Cristiane Fernandes Marquez, cujo amor incondicional e apoio inabalável 
sempre foram minha inspiração. Sem o seu incentivo e confiança em mim, essa 
jornada não teria sido possível. 
 
Ao meu orientador, o Professor Sylvio Monteiro, pelo seu comprometimento 
incansável em orientar meu trabalho, sua orientação valiosa e seu incentivo constante. 
Suas contribuições foram cruciais para o sucesso deste TCC. 
 
Aos meus melhores amigos, Vicente Bayma, Giuliano Zorzo, Luiz Antônio, 
Vitor Cruz e Lorenzo Bicheski, por estarem ao meu lado durante todos esses anos, 
compartilhando risadas, desafios e conquistas. Vocês fizeram todos esses anos de 
UFSC muito melhores que poderia imaginar. 
 
A todos os professores e colegas que de alguma forma contribuíram para o 
meu crescimento acadêmico e pessoal, em especial: Renata Gondo, Sheila Stolf, 
Danny Marin, Thalisson Silva, Ricardo Garcez, Analucia Philippi e Daltro Ritter. 
 
Por último, mas não menos importante, agradeço a todos que acreditaram em 
mim e me apoiaram ao longo dessa jornada acadêmica. Este trabalho é dedicado a 
vocês. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESUMO 
 
Com a busca cada vez maior pela estética perfeita, o clareamento dental tem se 
mostrado uma forma muito segura e eficiente em alcançar esses resultados. Com isso 
o objetivo desse trabalho foi revisar a literatura sobre as técnicas de clareamento em 
dentes vitais, comparando a técnica caseira e técnica de consultório, quanto aos seus 
efeitos adversos, principalmente a sensibilidade, o tempo de tratamento e os 
resultados alcançados quanto a estética da cor. Para isso, foram utilizadas as bases 
de dados do PubMed e BVS com os descritores “tooth sensitivity, Tooth Whitening, 
teeth bleaching, at-home dental bleaching e in-office tooth bleaching”, nos últimos 10 
anos. Foram encontrados 265 artigos, e desses foram incluídos 36 artigos. Ambas as 
técnicas se apresentaram seguras e eficientes na entrega de resultados, contudo a 
técnica de clareamento em consultório mostrou maior incidência de sensibilidade, mas 
com o profissional tendo um maior controle do procedimento. 
 
Palavras-chave: Sensibilidade dentária; Clareamento dentário; Clareamento dental; 
Clareamento dental caseiro e clareamento dental em consultório; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ABSTRACT 
 
With the increasing search for perfect aesthetics, tooth whitening has proven to be a 
very safe and efficient way to achieve these results. Therefore, the objective of this 
work was to review the literature on whitening techniques in vital teeth, comparing 
the home technique and the in-office technique, regarding their adverse effects, 
mainly sensitivity, treatment time and the results achieved in terms of aesthetics. 
color. For this, the PubMed and VHL databases were used with the descriptors “tooth 
sensitivity, Tooth Whitening, teeth bleaching, at-home dental bleaching and in-office 
tooth bleaching”, in the last 10 years. 265 articles were found, and 36 articles were 
included. Both techniques were safe and efficient in delivering results, however the 
in-office whitening technique showed a higher incidence of sensitivity, but with the 
professional having greater control of the procedure. 
 
Keywords: tooth sensitivity, Tooth Whitening, teeth bleaching, at-home dental 
bleaching, in-office tooth bleaching
LISTA DE TABELAS 
 
Tabela 1 – Resultados............................................................................................... 24 
 
 
 
 
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS 
 
PC Peróxido de Carbamida 
PH Peróxido de Hidrogênio 
ADA American Dental Association 
 
SUMÁRIO 
 
 
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................ 12 
2 OBJETIVOS ................................................................................................ 14 
2.1 OBJETIVO GERAL ..................................................................................... 14 
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ....................................................................... 14 
3 DESENVOLVIMENTO ................................................................................ 15 
3.1 METODOLOGIA ......................................................................................... 15 
3.2 Revisão da Literatura ................................................................................ 16 
3.2.1 Cor .............................................................................................................. 16 
3.2.2 Indicações .................................................................................................. 18 
3.2.3 Técnica de Clareamento ........................................................................... 19 
3.2.3.1 Clareamento caseiro ................................................................................ 19 
3.2.3.2 Clareamento em consultório ................................................................... 20 
3.2.4 Mecanismos .............................................................................................. 21 
3.2.5 Sensibilidade ............................................................................................ 22 
4 RESULTADOS ........................................................................................... 24 
5 DISCUSSÃO .............................................................................................. 28 
6 CONCLUSÃO ............................................................................................. 30 
7 REFERÊNCIAS ........................................................................................... 31 
 
12 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
 
A cor dos dentes é definida pela combinação das diversas propriedades 
ópticas do esmalte, dentina e polpa dental(MONDELLI et al., 2012). Segundo Miranda 
et al. (2002), as alterações na coloração dos dentes são variadas. Optar por clarear 
ou deixar os dentes inalterados, assim com a eficiência deste procedimento, depende 
da causa do escurecimento, qual pode ser causado por fatores extrínsecos ou 
intrínsecos. 
O entendimento da estética varia de acordo com a época, idade e cultura no 
qual está inserida, a referencias de 4000 mil anos atras que no Japão tinham o 
costume de tingir os dentes para deixá-los mais escuros. Na Civilização Maia eles 
desgastavam os dentes para se assemelharem a esmeraldas (MIRANDA et al., 2002). 
Os gregos da civilização antiga já clareavam os dentes com vinagre e abrasivos, 
enquanto os romanos utilizavam urina humana e de animais, com a mesma finalidade 
(BISPO, 2006; MANDARINO, 2003; PAGANI et al., 2002). 
Os primeiros relatos sobre o uso de agentes clareadores são de 1860, usando 
hipoclirito de sódio a 2,5% por Woodnutt ou o dióxido de enxofre por McQuillen 
(PAGANI et al., 2004). Após isso foram introduzidos agentes clareadores como ácido 
oxálico, hipoclorito de cálcio e peróxido de hidrogênio (MANDARINO, 2003; PAGANI 
et al., 2004). Diferentes técnicas foram desenvolvidas, incluindo o uso de corrente 
elétrica, calor e luz para acelerar a reação de liberação do oxigênio. A utilização do 
perborato de sódio, que libera peróxido de hidrogênio em meio alcalino, também foi 
recomendada (MANDARINO, 2003; PAGANI et al., 2004). Ao longo dos anos, as 
técnicas de clareamento passaram por mais evoluções até chegar em 1989, quando 
HAYWOOD & HEYMANN publicaram um artigo científico sobre a técnica de 
clareamento caseiro ou supervisionada (MANDARINO, 2003; PAGANI et al., 2004). 
A respeito das várias possibilidades e técnicas para se clarear os dentes, as 
técnicas mais utilizadas atualmente para clareamento de dentes vitais são: o 
clareamento em consultório e o clareamento caseiro supervisionado. O clareamento 
de consultório geralmente é realizado em duas a três consultas, envolvendo a 
aplicação de altas concentrações de peróxidos de carbamida ou hidrogênio na 
superfície do esmalte (SOARES et al., 2008). 
13 
 
A técnica caseira supervisionada de clareamento dental envolve a aplicação 
de peróxido de carbamida ou peróxido de hidrogênio, em diferentes concentrações. 
Essa aplicação é feita utilizando moldeiras personalizadas, que se encaixam 
perfeitamente nos dentes. Essa técnica foi descrita pela primeira vez por Haywood e 
Heymann (Silva et al., 2012). Também é comum ter na literatura protocolos de 
clareamento que misturam essas duas técnicas (SOARES et al., 2008). 
Os produtos utilizados no clareamento dental, como peróxido de carbamida 
(PC) e peróxido de hidrogênio (PH), atuam de forma diferente no processo de 
clareamento. O PC se decompõe em PH e ureia, sendo que o PH é considerado o 
agente ativo responsável pelo clareamento, enquanto a ureia tem a função de elevar 
o pH da solução, contribuindo para a efetividade do clareamento e proteção da 
estrutura dentária (CHEMIN et al., 2018; LLENA et al., 2020). 
Já o PH em contato com os dentes, produz água, oxigênio e radicais livres, 
que são os subprodutos responsáveis pelo efeito clareador. É importante destacar que 
clinicamente o mecanismo de ação do PH é mais rápido do que o do PC, que precisa 
se dissociar em PH e ureia antes de começar o processo de clareamento. Portanto, 
quando o PH entra em contato com o dente, o processo de clareamento é iniciado 
imediatamente pela liberação de oxigênio. (CHEMIN et al., 2018; LLENA et al., 2020). 
É função do cirurgião dentista procurar a melhor evidencia que se seja 
adequada as necessidades do paciente e com isso realizar a tomada de decisão sobre 
qual a melhor técnica de clareamento para o paciente (SOSSAI et al., 2011). 
Neste estudo, serão compiladas as evidências encontradas na literatura 
cientifica para comparar as técnicas de clareamento caseiro e a técnica clareamento 
de consultório em relação aos efeitos adversos e sensibilidade dentária, duração de 
cada protocolo, resultados alcançados em termos de mudança de cor, a percepção 
dos pacientes, bem como o grau de satisfação com o tratamento. 
 
 
 
 
 
14 
 
2 OBJETIVOS 
 
2.1 OBJETIVO GERAL 
 
Revisar a literatura acerca do assunto de Clareamento dental caseiro e 
clareamento dental de consultório. 
 
 
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
 
• Avaliar os efeitos adversos e a sensibilidade dentária no clareamento 
dental caseiro e clareamento dental de consultório. 
• Avaliar os resultados obtidos com as técnicas de clareamento caseiro e 
de clareamento dental de consultório. 
• Comparar as técnicas de clareamento caseiro e clareamento dental de 
consultório. 
 
15 
 
3 DESENVOLVIMENTO 
 
3.1 METODOLOGIA 
 
A busca pelos artigos foi realizada nos meses de dezembro de 2022 e julho 
de 2023, nas Bases de dados do PUBMed e na Biblioteca Virtual em saúde (BVS), as 
palavras chaves utilizadas foram: tooth sensitivity, Tooth Whitening, teeth bleaching, 
at-home dental bleaching e in-office tooth bleaching. Como critérios de inclusão, foram 
utilizados os artigos achados nas bases nos últimos 10 anos, textos em inglês ou 
portugues que tinham o texto completo disponível. Foram achados no primeiro 
momento 265 artigos nas bases de dados, dentre os quais foram selecionados os 
artigos pelo título e posteriormente pelo resumo, obtendo um total de 36 artigos 
incluídos com essa pesquisa. 
 
16 
 
3.2 Revisão da Literatura 
 
 
 
Quando se fala em estética, a definição da beleza é subjetiva e pode variar 
de acordo com a cultura, idade e preferências individuais. A aparência é importante 
na sociedade ocidental, especialmente quando se trata do sorriso. As alterações na 
aparência dos dentes podem afetar a autoestima e o comportamento das pessoas. O 
clareamento dentário é uma opção de tratamento estético conservadora. Portanto, o 
tratamento pode ter um impacto significativo na aparência dos dentes. (MANDARINO, 
2003) 
O sorriso desempenha um papel fundamental na aparência e apresentação 
de uma pessoa na sociedade. O novo padrão estético exige dentes brancos, bem 
contornados e alinhados corretamente. Dentes escurecidos afetam negativamente a 
aparência do sorriso e podem levar à perda da autoestima (SOARES et al., 2008). 
Nos tempos atuais, a estética tem ganhado cada vez mais importância, e um sorriso 
bonito e saudável pode melhorar a confiança e autoestima das pessoas. Por essa 
razão, a busca por tratamentos odontológicos, como o clareamento dental, tem 
aumentado ao longo dos anos (SILVA et al., 2012). 
 
3.2.1 Cor 
 
A cor de um dente é determinada pela interação da luz com as características 
do dente, a luz pode ser refletida, transmitida, espalhada ou absorvida. A quantidade 
de pigmento presente no dente afeta a absorção de luz, e mais pigmento faz com que 
o dente absorva mais e escureça (CHU, 2003). 
A visão colorida é um fenômeno psicofísico influenciado pela interação da 
energia luminosa com os objetos e pela experiência subjetiva do observador. Três 
fatores principais afetam a percepção da cor: fonte de luz, objeto de visualização e 
observador (JOINER, 2003). 
A cor e a aparência dos dentes são afetadas por muitos fatores complexos, 
como condições de iluminação, translucidez, opacidade, dispersão de luz, brilho e 
percepção humana. A medição da cor do dente pode ser realizada usando métodos 
17 
 
como avaliação visual usando escalas de cores, espectrofotometria, colorimetria e 
análise computadorizada de imagens digitais (JOINER, 2003). 
O sistema espectrofotométrico CIELab* e CIEDE2000 é comumente utilizado 
para determinar a cor tridimensional dos dentes. O espaço de cor CIELAB é definido 
pela Comissão Internacional de Iluminação, onde L representa o Valor de claridade 
ou escuridão, a* representa o Valor avermelhado (positivo) ou esverdeado (negativo), 
eb* representa o Valor amarelado (positivo) ou azulado (negativo). Durante o 
clareamento dental, observa-se uma redução no amarelamento (menor Valor de b*) e 
um aumento no branqueamento (maior Valor de L*) como indicação de efetividade 
(MEIRELES et al., 2008). 
A cor dos dentes é influenciada pela combinação das colorações intrínsecas 
e extrínsecas. A cor intrínseca está relacionada à dispersão da luz e às propriedades 
de absorção do esmalte e da dentina. Por outro lado, a cor extrínseca está associada 
à adsorção de substâncias, como chá, vinho tinto, clorexidina e sais de ferro, na 
superfície do esmalte, especialmente no revestimento da película, resultando em 
manchas extrínsecas (JOINER, 2003; BARATIERI et al., 1996). 
As alterações na cor dos dentes podem ser atribuídas a diversos fatores, que 
incluem as condições do ambiente oral, como o acúmulo de placa bacteriana e tártaro, 
a influência da dieta com consumo de bebidas e alimentos com corantes, além da 
higiene bucal inadequada e hábitos prejudiciais, como o tabagismo. Esses fatores 
podem causar manchas extrínsecas, que estão localizadas superficialmente e podem 
ser removidas por meio de uma limpeza profissional. No entanto, existem também 
fatores intrínsecos, relacionados a mudanças na estrutura interna do dente, como a 
formação de dentina mais escura ou a presença de pigmentos incorporados durante 
o desenvolvimento dental. Esses casos geralmente exigem um procedimento de 
clareamento dental para reduzir a intensidade da coloração indesejada e melhorar a 
estética dos dentes (VIEIRA et al., 2018; BARATIERI et al., 1996). 
Além dos fatores mencionados anteriormente, a idade do paciente 
desempenha um papel importante na eficácia do clareamento dental. Conforme 
envelhecemos, é comum que o esmalte dos dentes se torne mais mineralizado, 
desgastado e menos permeável. Isso significa que o esmalte tem uma capacidade 
reduzida de absorver os agentes clareadores durante o processo de clareamento. 
Além disso, ocorre uma maior deposição de dentina esclerosada, que é naturalmente 
mais cromática, contribuindo para a cor mais escura dos dentes. Essas características 
18 
 
do esmalte e da dentina em pacientes mais velhos podem resultar em uma resposta 
menos intensa ao clareamento dental, tornando os resultados menos pronunciados 
(JOINER, 2006). 
Além disso, certos medicamentos, como a tetraciclina, quando utilizados 
durante a formação dos dentes, podem causar manchas intrínsecas severas e tornar 
o clareamento dental mais desafiador. Procedimentos odontológicos iatrogênicos, 
como o uso inadequado de materiais restauradores ou substâncias químicas, também 
podem resultar em alterações de cor indesejadas. Traumas dentais, que envolvem a 
ruptura de vasos sanguíneos da polpa coronária, podem levar a alterações de cor 
devido a formação dental (DALE, 1993; JORDAN et al., 1994). 
 
3.2.2 Indicações 
 
A indicação para o tratamento de clareamento dental para dentes vitais e para 
as descolorações dentárias que podem ocorrer ao longo da vida de um indivíduo. 
Sendo que essas alterações de cor podem ser mais superficiais, causadas pela dieta 
e hábitos do indivíduo, podem ter origem mais profunda como ingestão de alguns tipos 
de drogas, e também podem ser decorrentes do envelhecimento. (FIORILLO et al., 
2019) 
Antes da realização do procedimento clareador, é necessário se atentar a 
alguns aspectos, como realizar uma avaliação antes, para verificar se o paciente tem 
cárie, tártaro ou doenças nos tecidos moles, sendo indicado antes a resolução desses 
problemas para iniciar o tratamento. (FIORILLO et al., 2019) 
Além desses aspectos, segundo Riehl et al. (2008) deve-se ser feito um 
correto planejamento do caso quando há presença de restaurações ou próteses fixas, 
pois as estas não alteram a sua cor com o procedimento, sendo necessário a 
realização da troca desses materiais após finalização do tratamento, sendo o mais 
indicado aguardar um período de 2 semanas para estabilização da cor e para se ter 
uma melhor adesão. 
Segundo Fiorillo et al. (2019), o procedimento também não é recomendado 
para pacientes menores do que 18 anos, mulheres gravidas ou que estejam 
amamentando e pacientes que sofrem de hipersensibilidade dentária. 
 
19 
 
3.2.3 Técnica de Clareamento 
 
Segundo Fiorillo et al. (2019) O primeiro passo a ser realizado antes de 
qualquer técnica de clareamento, é a avaliação da saúde bucal portanto, algumas 
vezes é necessário a realização de uma limpeza dental, com o intuito de remover o 
tártaro, a placa bacteriana e possíveis pigmentações externas. 
 
3.2.3.1 Clareamento caseiro 
 
O procedimento tem início com o registro da cor inicial dos dentes com auxílio 
de uma escala de cor (SOARES et al., 2008). Após o registro da cor, segundo Marson 
et al. (2006) é realizada a moldagem com alginato, seguido do vazamento com gesso 
para a obtenção do modelo das arcadas dentais do paciente. As moldeiras para 
clareamento caseiro são confeccionadas utilizando placas, que são moldadas através 
do processo de termoplastificação. Esse procedimento é realizado com o auxílio de 
uma plastificadora a vácuo. 
Após obter a moldeira é necessário recortá-la na linha entre a gengiva e o 
dente, ou até 1mm acima desta linha, para deixar a moldeira com a melhor adaptação 
possível. Assim diminuindo a contaminação pela saliva e o extravasamento do gel 
para o meio bucal, trazendo assim mais segurança para o procedimento. Com a 
moldeira pronta, é necessário orientar ao paciente sobre o uso da placa, que deve ser 
colocado uma gota dentro de cada espaço da placa onde equivale ao dente, 
orientação sobre higienização bucal antes de realizar o clareamento e orientar sobre 
o cuidado das mucosas com o gel clareador. (SOARES et al., 2008; MARSON et al., 
2006). 
O tempo de aplicação do gel varia de fabricante para fabricante, sendo 
necessário se atentar a estas orientações do produto de escolha. O PC normalmente 
é encontrado nas concentrações de 10% ou 16%, e pode ser aplicado durante o dia 
(de 1 a 2 horas), não sendo recomendado a aplicação do gel mais de uma vez ao dia 
para evitar efeitos adversos. O PH, normalmente varia de 5,5% a 7,5%, e pode ser 
usado de 30 minutos a 1 hora, lembrando sempre de seguir as orientações do 
fabricante. Além dessas orientações, é necessário a higienização das moldeiras após 
o uso e enxaguar a boca com água para remover os resíduos do agente clareador 
(SOARES et al., 2008). 
 
20 
 
3.2.3.2 Clareamento em consultório 
 
 
O procedimento de clareamento dental de consultório inicia-se com o registro 
da cor inicial dos dentes, ainda com eles hidratados. Para garantir uma exposição 
adequada dos dentes, é utilizado um afastador de lábio e língua, proporcionando uma 
melhor visualização da região a ser tratada. Uma etapa importante é a aplicação da 
barreira gengival fotopolimerizável. Essa barreira é cuidadosamente colocada, 
recobrindo de 1 a 2 mm do esmalte cervical e toda a área gengival que possa entrar 
em contato com o gel clareador. Essa proteção tem como objetivo evitar possíveis 
irritações ou sensibilidade nas gengivas durante o processo de clareamento. (RIEHL 
e NUNES, 2007) 
 
Em seguida, é feita a aplicação do gel clareador, respeitando as 
recomendações do fabricante quanto à quantidade e tempo de exposição. O gel é 
cuidadosamente aplicado nas superfícies dentárias, garantindo uma cobertura 
uniforme e completa. Após o tempo de atuação do gel, é realizada a remoção do 
mesmo com o auxílio de uma cânula suctora, aspirando o produto de forma segura e 
eficiente. A barreira gengival é então removida com o uso de uma sonda exploradora, 
garantindo a completa retirada do material protetor. (SOARES et al., 2008). 
Por fim, é realizada uma lavagem cuidadosa para a remoção total do produto 
clareador. Essa lavagem garante a eliminação de resíduos e a limpeza adequada dos 
dentes.Vale ressaltar que esse procedimento é realizado com géis de maior 
concentração, sendo o mais comum o PH a 35%. (SOARES et al., 2008). 
 
De acordo com Marson et al. (2006), o clareamento dental caseiro apresenta 
diversas vantagens. Em primeiro lugar, o gel clareador utilizado é considerado pouco 
agressivo aos tecidos bucais, o que contribui para minimizar possíveis desconfortos 
durante o tratamento. Além disso, essa técnica geralmente possui um custo mais 
acessível em comparação com o clareamento em consultório. A recidiva da cor, ou 
seja, o escurecimento dos dentes após o tratamento, tende a ser menor a longo prazo. 
Outra vantagem é que, em geral, são necessárias poucas e rápidas consultas para a 
realização do procedimento caseiro. No entanto, a técnica de clareamento caseiro 
também apresenta algumas desvantagens. Uma delas é a necessidade da 
21 
 
colaboração ativa do paciente. Nem todos os pacientes se adaptam bem ao uso das 
moldeiras, o que pode dificultar a realização do tratamento. 
Por outro lado, a técnica de clareamento em consultório oferece resultados 
mais rápidos quando realizado em uma ou duas sessões clínicas. Além disso, o 
processo é controlado pelo profissional dentista, o que permite um monitoramento 
mais preciso do tratamento. No entanto, o gel clareador utilizado nessa técnica é mais 
agressivo aos tecidos bucais, o que pode causar maior sensibilidade e desconforto 
durante o procedimento. Além disso, o custo do clareamento em consultório costuma 
ser mais elevado. A recidiva da cor após o tratamento tende a ser mais rápida a longo 
prazo. Além disso, o tempo necessário para uma consulta clínica de clareamento em 
consultório pode ser mais longo. (MARSON et al. 2006). 
 
 
3.2.4 Mecanismos 
 
O peróxido de hidrogênio é encontrado em várias apresentações. Em sua 
forma mais simples, pode ser encontrado em concentrações que variam de 4% a 
9,5%, sendo utilizado em géis para que o paciente possa aplicá-lo por conta própria. 
Outra forma disponível é o gel de peróxido de hidrogênio, com concentrações mais 
altas, entre 15% e 38%. Esses géis, são destinados exclusivamente para aplicação 
no consultório odontológico, sob a supervisão do cirurgião-dentista, devido ao seu 
potencial risco para os tecidos moles da boca. (RIEHL et al., 2008) 
 
O peróxido de hidrogênio age como um agente oxidante produzindo radicais 
livres (oxigênio) que devido ao seu baixo peso molecular e à permeabilidade das 
estruturas dentais se difundem pelo esmalte e dentina (VELOSO, 2020). Assim, 
ocorrem reações de oxidação-redução dentro do dente, as quais fragmentam as 
moléculas responsáveis pelas manchas em compostos menores, que são incolores e 
podem ser facilmente removidos (FIORILLO et al., 2019). 
 
A primeira apresentação do peróxido de carbamida como agente clareador 
ocorreu em 1989, quando Haywood e Heymann o utilizaram como precursor do 
peróxido de hidrogênio. O peróxido de carbamida, quando em contato com água, se 
transforma em ureia e peróxido de hidrogênio. A cada 10% de peróxido de carbamida, 
22 
 
aproximadamente 3,6% de peróxido de hidrogênio são formados. A ureia se 
decompõe em amônia e dióxido de carbono, o que ajuda a manter um pH alcalino e 
potencializa a ação do clareador. Para que o peróxido de carbamida seja apresentado 
na forma de gel, geralmente é adicionado carbopol como espessante. O carbopol é 
um polímero acrílico com propriedades de tamponamento. Além de espessar o gel, o 
carbopol também retarda a degradação do peróxido de carbamida, permitindo uma 
liberação mais gradual do peróxido de hidrogênio, o que torna o gel eficiente por um 
período mais prolongado. (RIEHL et al., 2008) 
 
É essencial destacar que a reação de decomposição do peróxido de 
hidrogênio em radicais livres é influenciada pelo pH no qual o clareador está atuando. 
Em um ambiente ácido, ocorre a formação de radicais livres mais fracos, com menor 
capacidade de clareamento, enquanto que em um pH básico, há uma maior formação 
de radicais com poder de clareamento mais intenso (RIEHL et al., 2008). Do ponto de 
vista clínico, esse mecanismo é importante, pois o pH penetra nos tecidos dentários 
mais rapidamente do que o peróxido de carbamida, que precisa se decompor em pH 
e ureia. Assim, quando o pH entra em contato com o dente, o processo de clareamento 
é iniciado imediatamente pela liberação de oxigênio (CHEMIN et al., 2018). 
 
3.2.5 Sensibilidade 
 
A sensibilidade dentária é o efeito adverso mais comum relatado pelos 
pacientes durante o clareamento dental. Acredita-se que a porosidade aumentada 
causada pelos agentes clareadores permita a penetração de íons e alterações nos 
túbulos dentinários, levando à sensibilidade (DONASSOLLO, 2021). O peróxido de 
hidrogênio utilizado no clareamento pode difundir-se através do esmalte e da dentina, 
chegando à polpa e causando efeitos negativos, como inflamação e necrose parcial 
do tecido pulpar (RODERJAN et al., 2023). 
Estudos in vitro mostraram danos às células pulpares devido à difusão de altas 
concentrações de peróxido de hidrogênio. A quantidade de peróxido de hidrogênio 
que atinge a polpa é diretamente proporcional à concentração e ao tempo de contato 
do produto com o esmalte (RODERJAN et al., 2023). 
A sensibilidade dentária tende a atingir o pico durante a primeira semana do 
tratamento clareador e é geralmente leve e transitória. O clareamento de consultório 
23 
 
pode causar maior intensidade de sensibilidade em comparação com o tratamento 
clareador caseiro (DONASSOLLO, 2021). 
 A sensibilidade tende a afetar principalmente os dentes menores, como os 
laterais superiores e os incisivos inferiores (COSTA et al., 2010). A velocidade de 
difusão do peróxido de hidrogênio pode ser reduzida nos incisivos inferiores devido às 
camadas mais finas de esmalte e dentina em comparação com os pré-molares 
(COSTA et al., 2010). Em geral, os géis clareadores podem causar um grau de dano 
pulpar semelhante, caracterizado por necrose parcial do tecido pulpar coronário, 
deposição reacionária de dentina, leve resposta inflamatória e alterações de cor 
(DONASSOLLO, 2021). 
A Escala Visual Analógica (EVA) é um método amplamente utilizado para 
avaliar a intensidade da dor percebida pelo paciente. Consiste em uma linha reta de 
10 centímetros, na qual uma extremidade representa ausência de dor e a outra 
extremidade representa dor máxima. O paciente é solicitado a marcar um ponto na 
linha que corresponda à intensidade da sua dor no momento. A medida obtida é um 
valor numérico que varia de 0 a 10, sendo 0 a ausência de dor e 10 a dor máxima. A 
EVA é uma ferramenta simples, de fácil compreensão e aplicação, permitindo uma 
avaliação subjetiva da dor que pode ser comparada ao longo do tempo ou entre 
diferentes pacientes. (DOWNIE et al., 1978) 
Uma boa opção para o controle da sensibilidade é o uso de dessensibilizantes, 
eles agem penetrando os túbulos dentários e quando chegam a polpa bloqueiam o 
estimulo nervoso. Os dessensibilizantes que demonstram melhor efeito são a base de 
fluoretos e nitrato de potássio, utilizados antes do inicio do procedimento 
(FRANCISCO, 2012). 
 
 
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Downie+WW&cauthor_id=686873
24 
 
 
4 RESULTADOS 
 
 
Letícia C.A.G. de Almeida, 2012 Autores Rafael Francisco Lia Mondelli, 
2012 
Avaliaram o efeito do clareamento 
dental com peróxido de carbamida 
10% (CP) ou peróxido de 
hidrogênio 35% (HP) com ou sem 
luz de quartzo-tungstênio-
halógena ou fonte híbrida 
LED/laser infravermelho 
Objetivos Estudo comparou 4 produtos 
para clareamento de consultório 
com método de boca dividida, 
Fotoativando uma hemiarcada, e 
1 grupo com PC a 16% para 
tratamento caseiro. Avaliaram a 
sensibilidade após 24H e 1 
semana. Avaliaram a mudança 
de cor antes de iniciar o 
tratamento, e após 24H, 1 
semana, 1 mês, 6, 12, 18, 24 
meses. 
40 Pacientes foram divididos em 4grupos, 1 grupo com protocolo de 
clareamento caseiro com CP 10%, 
e os outros 3 grupos com HP 35%, 
sendo 1 grupo sem utilização de 
laser e os outros dois com laser. 
Métodos Foram 48 participantes, sendo 
divididos em 5 grupos, sendo 
nos 4 primeiros grupos feito uma 
sessão de clareamento com o 
gel aplicado por 15 minutos por 
3 vezes, e um grupo foi 
realizado o clareamento caseiro 
durante 2 horas por dia durante 
10 dias. 
O protocolo com CP gerou menos 
sensibilidade do que os outros. 
Todos os grupos obtiveram os 
mesmos resultados quanto a cor, 
não houve diferença quanto a 
resultado ou sensibilidade 
independente do uso da luz ou 
laser. 
 
Resultados Todas as técnicas obtiveram 
bons resultados. Nos 4 grupos 
em consultório a sensibilidade 
foi semelhante e maior quando 
comparado ao clareamento 
caseiro. 
João Lima Rodrigues, 2018 Autores Kaprice Chemin, 2018 
avaliaram o efeito da associação 
de procedimentos de clareamento 
caseiro e de consultório na 
sensibilidade dental e efetividade 
clareadora. 
Objetivos Compara a técnica caseira com 
duas diferentes concentrações 
de peróxido de hidrogênio a 4% 
e a 10%. 
25 
 
40 pacientes, todos receberam a 
primeira consulta com peróxido de 
hidrogênio a 38% e depois foram 
divididos em dois grupos, um 
grupo continua com o peróxido de 
hidrogênio e outro com peróxido 
de carbamida a 10% por 4 horas 
durante 7 dias. 
Métodos Foram selecionados 78 
pacientes e separados em dois 
grupos, cada grupo recebeu 
uma moldeira e aplicou o gel 
clareador por 30 minutos duas 
vezes ao dia durante 14 dias. 
Os resultados foram analisados 
em 7 dias, 14 dias e 6 meses após 
a primeira consulta, sendo que não 
foi encontrada diferença 
significante quanto ao resultado 
das cores, enquanto a prevalência 
e sensibilidade foi maior no grupo 
do clareamento em consultório. 
Resultados Quanto aos resultados, não teve 
diferença quanto a cor, mas a 
prevalência e a intensidade da 
sensibilidade foram maiores no 
grupo com peróxido de 
hidrogênio a 10%. 
Nayara Kelly Lyrio Ferraz, 2018 Autores Athaluri Mounika, 2018 
avaliaram a longevidade, 
efetividade, segurança e o impacto 
na qualidade de vida relacionada à 
saúde bucal das técnicas de 
clareamento dentário utilizando 
baixas concentrações de 
peróxidos. 
Objetivos Avaliou a eficácia das técnicas 
de clareamento caseira e de 
consultório, com PH a 35% em 
consultório e PC a 16% em casa 
e feito acompanhamento 3 e 6 
meses após a conclusão do 
tratamento. 
Foram 81 participantes separados 
em 3 grupos, PC a 10% na técnica 
caseira, 2 horas por dia durante 21 
dias. PH a 6% e 15%, 30 minutos 
por seção sendo 3 seções. 
Métodos Foram 30 participantes da 
pesquisa, sendo uma 
hemiarcada com 3 sessões de 
clareamento de consultório e a 
outra hemiarcada foi feito o 
clareamento caseiro durante 3 
semanas por 8 horas por dia. 
 
Todas as técnicas alcançaram 
bons resultados. A técnica caseira 
apresentou maior efeitos 
negativos, mas não impactou 
significativamente a qualidade de 
vida relacionada à saúde bucal. 
Resultados Os resultados quanto à 
obtenção de cor foram muito 
semelhantes, a sensibilidade no 
tratamento em consultório era 
levemente maior, nos 
acompanhamentos o 
clareamento de consultório teve 
maior regressão de cor. 
 
Luca Fiorillo, 2019 Autores Sheyla Mamede Veloso, 2020 
26 
 
Revisão de literatura que avaliou a 
sensibilidade dental em seus 
achados. 
Objetivos Avaliação da sensibilidade 
dental pelo clareamento com 
peróxido de hidrogênio 10% e 
peróxido de carbamida 38%. 
Foram encontrados 263 estudos e 
selecionados 14 estudos para a 
revisão. 
Métodos 40 pacientes jovens de 14 a 20 
anos e 40 pacientes adultos de 
40 a 60 anos. Foram divididos 
em dois grupos, de acordo com 
as técnicas de clareamento 
caseiro e de consultório. 
Os autores concluíram que os 
procedimentos de clareamento 
devem ser evitados em pacientes 
com hipersensibilidade, mas 
sempre com bons resultados. 
Resultados O grupo de jovens obteve uma 
maior eficácia clareadora, os 
grupos de clareamento em 
consultório apresentaram maior 
incidência de sensibilidade. 
Elisama Sutil, 2020 Autores Amar Piknjač, 2021 
Avaliaram a eficácia do 
clareamento, sensibilidade 
dentária e irritação gengival de 
pacientes clareadores com 10% 
versus 37% de peróxido de 
carbamida. 
Objetivos Avaliação das Técnicas de 
clareamento em consultório com 
PH a 40% e de clareamento 
caseiro com PC a 16% e 10% 
por 14 dias, foi avaliado a 
sensibilidade e a eficácia do 
tratamento 1 dia após a 
intervenção. 
Oitenta pacientes foram 
selecionados e alocados 
aleatoriamente em dois grupos: 
37% CP e 10% CP. Em ambos os 
grupos, os pacientes realizaram 
clareamento por 3 semanas, 4 
h/dia para o grupo 10% e 30 
min/dia para o grupo 37%. 
Métodos O tamanho da amostra foi de 60 
pacientes divididos em 3 grupos 
parcialmente randomizados, 
sendo os 20 pacientes que 
relataram menor sensibilidade 
no último ano foram alocados no 
grupo do PH a 40%. 
O grupo 37% CP apresentou 
clareamento mais rápido do que o 
grupo 10%. No entanto, 1 mês 
após a conclusão, ambos os 
grupos apresentaram clareamento 
equivalente. Com relação à 
sensibilidade e irritação gengival, 
os grupos 10% e 37% não 
encontraram diferenças 
significativas. 
Resultados O grupo tratado com peróxido 
de hidrogênio teve um resultado 
referente a cor 
significativamente maior que os 
demais grupos, mas também 
obteve maior incidência e 
severidade para sensibilidade, 
sendo o PC a 10% o grupo que 
teve menores relatos de 
sensibilidade, e um resultado 
estético semelhante ao de 16%. 
27 
 
Donassollo, Sandrina Henn et. 
Al, 2021 
Autores Gabriella Antonietti Cortez, 
2022 
Ensaio clínico comparando as 
técnicas de clareamento caseira 
com PC a 10% e de consultório 
com PH a 35% precedidas de um 
dessensibilizante nitrato de 
potássio. 
Objetivos Revisão de literatura, que 
comparou diferentes artigos 
sobre seus achados das 
técnicas de clareamento de 
consultório e clareamento 
caseiro 
130 participantes separados em 
dois grupos aleatoriamente. 
Métodos Foram encontrados 369 artigos 
pelos critérios estabelecidos e 
selecionados 20 artigos para a 
revisão 
As duas técnicas apresentaram 
resultados quanto a cor 
satisfatória, com o clareamento 
caseiro tendo alcançado 
levemente um resultado melhor. 
Quanto a sensibilidade, a técnica 
com PH 35% apresentaram maior 
incidência, mas apenas no 
primeiro dia. 
Resultados Concluíram que ambas as 
técnicas são eficientes e 
seguras, mas que apresentaram 
seus riscos que podem ser 
minimizados com o operador 
conhecendo bem as técnicas, 
materiais e fazendo um correto 
diagnóstico. 
 
28 
 
5 DISCUSSÃO 
 
Com a análise das evidencias, foi possível observar quanto aos resultados 
obtidos, que os artigos selecionados para o estudo em sua maioria concordam que as 
técnicas de clareamento dental caseira e clareamento dental de consultório 
conseguem atingir os mesmos valores de cor (CHEMIN et al., 2018; CORTEZ et al., 
2022; ALMEIDA et al., 2012; DONASSOLLO et al., 2021; FERRAZ, 2018; FIORILLO 
et al., 2019; MONDELLI et al., 2012; MOUNIKA et al., 2018; PIKNJAČ et al., 2021; 
RODRIGUES et al., 2018; SUTIL et al., 2020; VELOSO, 2020). Porém os dados 
levantados por Veloso (2020), mostraram a diferença na obtenção da cor entre os 
jovens e os adultos, segundo a autora os jovens (14 a 20 anos) obtiveram resultados 
melhores do que o grupo de adultos (40 a 60 anos), o que está de acordo com outros 
achados na literatura (Mandarino, 2003; Rodrigues, 2018). 
Em relação a recidiva da cor, existe uma discordância entre os trabalhos 
avaliados. Mounika et al. (2018) sugere que o tratamento clareador de consultório com 
géis de alta concentração, tem uma maior recidiva da cor. Já Mondeli et al. (2012) 
relataram que não teve diferença na recidiva entre as técnicas e géis utilizados. Há 
também relatos na literatura que hábitos deletérios potencializam ainda mais a 
recidivade cor (PAGANI, 2004). 
Quanto a incidência e intensidade da sensibilidade, há relatos em todos os 
trabalhos analisados por esta revisão, sendo a técnica de clareamento de consultório 
com peróxidos de alta concentração a que teve maior números de relatos, 
apresentando assim, um maior risco de sensibilidade (CHEMIN et al., 2018; CORTEZ 
et al., 2022; ALMEIDA et al., 2012; DONASSOLLO et al., 2021; FERRAZ, 2018; 
FIORILLO et al., 2019; MONDELLI et al., 2012; MOUNIKA et al., 2018; PIKNJAČ et 
al., 2021; RODRIGUES et al., 2018; SUTIL et al., 2020; VELOSO, 2020). Contudo a 
técnica caseira ainda apresenta relatos de sensibilidade, porém em menor frequência 
e intensidade do que a técnica em consultório, sendo o PC 10% considerado o produto 
que apresenta menor incidência e intensidade de sensibilidade (CORTEZ et al., 2022; 
ALMEIDA et al., 2012; DONASSOLLO et al., 2021; FERRAZ, 2018; FIORILLO et al., 
2019; PIKNJAČ et al., 2021; RODRIGUES et al., 2018; SUTIL et al., 2020) que 
corrobora com o padrão ouro indicado pela Associação americana de dentistas (ADA). 
O trabalho publicado por Chemin et al. (2018) relata que, géis com maior concentração 
de peróxidos tendem a provocar maior sensibilidade dentária. 
29 
 
Todos os trabalhos desta revisão também relatam a sensibilidade apenas 
como transitória, com maior incidência no primeiro dia de tratamento e regressão sem 
nenhuma intervenção (CHEMIN et al., 2018; CORTEZ et al., 2022; ALMEIDA et al., 
2012; DONASSOLLO et al., 2021; FERRAZ, 2018; FIORILLO et al., 2019; MONDELLI 
et al., 2012; MOUNIKA et al., 2018; PIKNJAČ et al., 2021; RODRIGUES et al., 2018; 
SUTIL et al., 2020; VELOSO, 2020). Sendo em raros os casos no qual há alguma 
complicação maior que necessitem de algum tipo de intervenção (MIRANDA, 2002; 
PAGANI, 2004). 
Com a análise dos artigos selecionados, é possível confirmar que ambas as 
técnicas avaliadas nesse trabalho são seguras, e conseguem atingir bons resultados 
(CHEMIN et al., 2018; CORTEZ et al., 2022; ALMEIDA et al., 2012; DONASSOLLO et 
al., 2021; FERRAZ, 2018; FIORILLO et al., 2019; MONDELLI et al., 2012; MOUNIKA 
et al., 2018; PIKNJAČ et al., 2021; RODRIGUES et al., 2018; SUTIL et al., 2020; 
VELOSO, 2020), sendo necessário que o profissional realize um correto diagnóstico 
das necessidades do paciente e escolher qual técnica será mais adequada para o 
caso e qual peróxido e sua concentração deve ser utilizado, visando assim, atingir o 
melhor resultado possível com o mínimo de efeitos adversos (FIORILLO, 2019). 
 
30 
 
6 CONCLUSÃO 
 
No presente estudo foi possível concluir que, tanto o clareamento dental 
caseiro supervisionado quanto o clareamento dental de consultório, são técnicas 
seguras para serem executadas. Ambas apresentam bons resultados. Contudo o 
clareamento dental de consultório, apresenta maior incidência e maior intensidade 
quanto a sensibilidade. A técnica de clareamento dental de consultório, consegue 
trazer resultados mais rápidos do que a técnica do clareamento dental caseiro 
supervisionado. Segundo as evidencias encontradas neste trabalho, isso está 
relacionado às altas concentrações de peróxidos encontrados nos géis utilizados na 
técnica do clareamento dental de consultório.
31 
 
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34 
 
 
Anexos 
 
Anexo 1 – Ata de apresentação.

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