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Flavio Galdino
	André Furquim Werneck
	Jordano Fernandes
	Monica Franco
	Daniel Araujo
	Sergio Coelho
	Isadora Almeida
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	Bruna Silveira
	Giovana Sosa Mello
	Isabel Picot França
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	Sávio Capra
	Ana Paula Barbato
	Gabriel Fernandes Dutra
A
	Marcelo Atherino
	Luciana Machado
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	Jorge Luis Costa
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	Marta Alves
	Vanessa F. F. Rodrigues
	Raianne Ramos
	Fernanda Weaver
	
	Filipe Guimarães
	Milene Moreno
	Ana Gasparine
	Ana Beatriz Carmello
	
	Cláudia Maziteli Trindade
	Julianne Zanconato
	Felipe Perretti
	Bettina Wermelinger
	
	Pedro Murgel
	Ivana Harter
	Yuri Athayde
	Lucas Amaral
	
	Gabriel Barreto
	Beatriz Capanema
	Adelaide Porfirio
	Thiago Merhy
	
	Felipe Brandão 
	Luan Gomes
	Lucas Ferreira
	Gabriela Bellido
	
	Adrianna Chambô Eiger
	Claudia Tiemi Ferreira
	Leonardo Mattia
	Gabriela Burmeister
	
	Mauro Teixeira de Faria 
	Bruno Duarte
	Isabela Augusta Xavier
	Fernanda Drugowich
	
	Wallace Corbo
	Fernanda David
	Letícia Campanelli
	Gabrielle Mussauer
	
EXMO. SR. DR. JUIZ DA 1ª VARA DO TRABALHO DE CANOAS - 4ª REGIÃO
RT nº 0020677-62.2021.5.04.0201
	CONSTRUTORA TENDA S.A, já devidamente qualificada nos autos da Reclamação Trabalhista que lhe move FRANCO ITAMAR SILVA MOREIRA, vem à presença de V. Exa., por sua advogada abaixo assinada, manifestar-se acerca dos esclarecimentos periciais de id b4e82f7, pelas razões expostas abaixo:
1. Note-se que nos esclarecimentos complementares o I. Perito mantém a afirmativa de que o Reclamante laborava exposto a agentes insalubres.
2. Em que pese o parecer do Sr. Perito, a Reclamada não pode concordar com o seu entendimento, posto que equivocado.
3. Dessa forma, a Ré impugna severamente a conclusão do expert, uma vez que o Autor não laborava em ambiente insalubre quando da prestação de serviços a seu favor.
4. Reitera-se que todos os funcionários e colaboradores da Cia recebem orientações diárias e treinamentos acerca da utilização dos equipamentos de segurança, bem como recebem corretamente os EPIS necessários para neutralização ou a eliminação, de fato, do agente insalubre, o que resta confirmado com depoimento do Autor quando da perícia. Vejamos:
ID. eed1873 - Pág. 3
Com relação aos EPIs, afirma o Reclamante que recebia e utilizava:
· Capacete;
· Luva de vaqueta; 
· Óculos; 
· Botina; 
· Protetor auricular; 
· Uniforme e 
· Bota de borracha (utilização eventual).
Relata o Reclamante que recebia protetor solar, porém não o utilizava. Para a proteção do rosto, fazia-se uso de camisa para tampar o mesmo. 
Segundo o Reclamante, o mesmo recebeu treinamento sobre a correta utilização de EPIs.
5. Aliado a isso, vejamos o que preceitua o artigo 191, incisos I e II, da CLT, acerca do agente insalubre:
“Art. 191 – A eliminação ou a neutralização da insalubridade ocorrerá: I – com a adoção de medidas que conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância; 
II – com a utilização de equipamentos de proteção individual ao trabalhador, que diminuam a intensidade do agente agressivo a limites de tolerância. (...)”
6. Considerando o exposto acima, ao contrário do entendimento pericial, o Autor NÃO esteve exposto à agentes biológicos, ante a eliminação/neutralização destes com o uso correto dos equipamentos de segurança fornecidos pela Ré.
7. Quanto ao Desmoldante e Impermeabilizante, reitera que todos os produtos utilizados na Cia são à BASE DE ÁGUA e que eventual aplicação era realizada com auxílio de trinchas e rolo, conforme, inclusive, confirmado pelo Autor e informado em laudo pericial. Portanto, considerando que o Autor recebia regularmente uniforme e luvas, não há que se falar em contato com a pele.
8. Não obstante, com relação ao álcali cáustico, informa que a TENDA, por sua vez, não é empresa destinada à fabricação de cimento. Esse mister é desempenhado por terceirizadas, que disponibilizam tal produto, a ser aplicado por seus colaboradores na edificação dos condomínios.
9. A jurisprudência, nesse aspecto, entende que a aplicação de cimento, na construção civil, não enseja o pagamento do adicional de insalubridade, senão vejamos:
CONTATO COM CIMENTO NA CONSTRUÇÃO CIVIL. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE INDEVIDO. Por questão de política judiciária e celeridade processual, curvo-me ao entendimento do E.TST para reconhecer que a insalubridade regulamentada no anexo 13 da NR 15 do Ministério do Trabalho e Emprego se restringe ao manuseio na fabricação do agente químico e não no emprego do cimento na construção civil. (TRT-12 - RO: 00040427420155120045 SC 0004042-74.2015.5.12.0045, Relator: JOSE ERNESTO MANZI, SECRETARIA DA 1A TURMA, Data de Publicação: 08/02/2018) RECURSO ORDINÁRIO. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. SERVENTE DE OBRA. ATIVIDADE NÃO CLASSIFICADA COMO INSALUBRE PELO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. SÚMULA 448, I, DO TST. VIOLAÇÃO AO ART. 190 DA CLT. Indevido o adicional de insalubridade quando a atividade do trabalhador não está classificada como insalubre na relação oficial elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, conforme determina o art. 190 da CLT, haja vista que a Norma Regulamentadora nº 15, em seu Anexo 13, considera insalubre, em grau médio, a atividade de fabricação e manuseio de álcalis cáusticos, todavia não de manipulação de cimento, mesmo que contenha a referida substância. Outrossim, considera insalubre, desta feita, em grau mínimo, a fabricação e transporte de cal e cimento, nas fases de grande exposição a poeiras, hipótese diversa da demanda. Mantida a sentença de origem, embora por fundamentos outros. Recurso não provido. (Processo: RO - 0001674-05.2014.5.06.0010, Redator: Virginia Malta Canavarro, Data de julgamento: 08/10/2018, Terceira Turma, Data da assinatura: 11/10/2018)
10. Em todo caso, ressalta a Ré que sempre foi disponibilizado ao Autor todos os EPIs necessários para a segurança do mesmo e dos demais empregados, conforme comprovante de entrega constante nos autos, cuja utilização era diariamente fiscalizada.
11. Pelo exposto, impugna e espera seja desconsiderada a conclusão pericial, reiterando a Ré os termos da impugnação de id ae2f7f3, bem como afirmação de que o reclamante NÃO laborava em condições Insalubres.
Nestes termos,
P. Deferimento.
São Paulo, 23 de setembro de 2022.
MARTA ALVES
OAB/RJ 150.162
Rio de Janeiro – Sede			Rio de Janeiro 			São Paulo		
Rua João Lira, 144			Av. Rio Branco, 138 – 10º andar		Av. Brigadeiro Faria Lima, 3900 / 11º andar / Conjunto 1102
22430-210 / Leblon			20040-002 / Centro			04538-132 / Itaim Bibi
Rio de Janeiro / RJ			Rio de Janeiro / RJ			São Paulo / SP
Tel.: + 55 21 3195-0240			Tel.: + 55 21 3195-0240			Tel.: + 55 11 3041-1500
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