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Alice Santos de Lima 5º período 2022/2 Esse resumo não está isento de erros Crise asmática A exacerbação pode incluir qualquer um dos seguintes sintomas: - Aumento agudo ou subagudo do sibilo e falta de ar - Aumento da tosse, especialmente quando o paciente está dormindo - Letargia ou tolerância reduzida ao exercício - Deterioração das atividades diárias, incluindo alimentação - Resposta fraca para a medicação de alívio - Taquipneia e/ou esforço respiratório Ocorrem de forma gradual, com deterioração clínica progressiva em um período de 5-7 dias Aumento gradual ou de forma aguda ETIOLOGIA Infecções virais Exposição a alérgenos ambientais Poluição ambiental Exposição ocupacional Drogas (anti-inflamatórios não esteroidais) → propanol contraindicado para asmáticos GRAVIDADE Asma exacerbada grau 1, 2 ou 3 (leve, moderada e grave) → classificação da crise que chega no hospital Basta ter 1 item da asma grave para ter essa classificação, assim como na moderada Para ser leve, deve ter apenas item de leve FR normal no adulto: até 20irpm Não precisa preencher todas as lacunas para ser classificado como leve, moderada ou grave Alice Santos de Lima 5º período 2022/2 Esse resumo não está isento de erros A tabela estará na prova! FLUXOGRAMA DA CRISE Alice Santos de Lima 5º período 2022/2 Esse resumo não está isento de erros Crise leve 1ª coisa a ser feita no PS: oxigenioterapia Após isso, realizar resgate com Aerolin → 4 a 6 jatos, podendo chegar até 10 - Observar resposta dentro de 10 minutos - Pode ser repetido de 20 em 20 minutos se necessário, durante a primeira hora Se após 1 hora não houver melhora, utiliza-se a prednisona (corticoide) → de 20 a 40mg para o adulto Se com o oxigênio e com as 2 medicações não houver melhora, paciente será classificado como moderado Crise moderada 1ª coisa a ser feita: oxigenioterapia + salbutamol + prednisona Se dentro de 1 hora não houver melhora, usa o ipratrópio (Atrovent) Alice Santos de Lima 5º período 2022/2 Esse resumo não está isento de erros Crise grave 1ª coisa a ser feita: oxigenioterapia + salbutamol + hidrocortisona + ipratróprio Se não houver melhora em 1 hora, paciente é levado ao CTI e é feito sulfato de magnésio e realização de monitoração constante, com avaliação se a oxigenioterapia precisa ser mais profunda O corticoide usado nessa etapa é o venoso Podem ser feitas coisas adicionais como: - Adição de 1ml de adrenalina com o ipratrópio na inalação → ajuda a broncodilatar O uso de corticoide e de sulfato de magnésio é de apenas 1 dose, mas os broncodilatadores (Aerolin ou ipratrópio) podem ser repetidos de 20 em 20 minutos na 1 hora CONDUTA NA ALTA Prescrição de prednisolona ou prednisona oral, 40 a 60 mg/dia, por 5 a 10 dias para adultos - 1 a 3 mg/kg/ dia, máximo de 40mg, por 3 a 5 dias para crianças Beta-2 agonista de ação rápida por até 72 horas Orientar sobre a continuidade do tratamento anti-inflamatório de manutenção, uso correto de dispositivos, desencadeantes das crises Escolher, verificar, corrigir, confirmar Corticosteroide inalatório Baixa Média Alta Diproprionato de beclometasona (CFC) 200-500 > 500-1000 > 1000 Diproprionato de beclometasona (HFA) 100-200 > 200-400 > 400 Budesonida (IPO) 200-400 > 400-800 > 800 Ciclesonida (HFA) 80-160 > 160-320 > 320 Proprionato de fluticasona (IPO ou HFA) 100 - 200 Proprionato de fluticasona 100-250 > 250-500 > 500 Fluroato de mometasona 110-220 > 220-440 > 440 Acetonida de triancinolona 400-1000 > 1000-2000 > 2000 Doses não caem na prova!