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Relatorio de Estagio de Psicologia Juridica

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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFTC DE ITABUNA
CURSO DE PSICOLOGIA 
Aluno:
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ESPECÍFICO II
ITABUNA/ BAHIA
2022
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ESPECÍFICO II
Relatório entregue como pré-requisito à obtenção de crédito avaliativo na disciplina: Estágio supervisionado específico II, na turma do 9º semestre do curso de Psicologia da Faculdade de Tecnologia e Ciências - Itabuna (UniFTC).
 Profª. :
ITABUNA/ BAHIA
2022
SUMÀRIO
1 INTRODUÇÃO	3
2 DESCRIÇÃO DOS ENCONTROS E ATENDIMENTOS REALIZADOS	4
2.1 INÍCIO DAS AULAS PRÁTICAS	4
3 REFERENCIAL TEÓRICO	9
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES	12
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS	13
REFERÊNCIAS	15
ANEXO	16
CRONOGRAMA DAS AULAS	16
1 INTRODUÇÃO
A Psicologia Jurídica surgiu no século XIX , de forma velada, quando médicos eram chamados para auxiliar juízes a desvendar crimes enigmáticos. Em 1868 através de Depine ( fundador da Psicologia Criminal), ela se solidificou no que tange sua relação com o direito, e em 1875 passou a ser uma ciência ao dispor da justiça com a finalidade de estudar a personalidade do criminoso e o crime em si, objetivando auxiliar a justiça a solucionar os casos com mais objetividade e até mesmo auxiliar esses indivíduos a ressocialização.
Mas é no século XX aqui no Brasil após a promulgação da Lei n° 4.119 em 27 de agosto de 1962 que ela se solidifica como ciência. No Art. 13, 2° rege que é da competência do Psicólogo colaborar com assuntos psicológicos ligados a outras ciências, surgindo assim a ligação entre a Psicologia e o Direito, qua consolidou- se através da Resolução n° 014/00 do Conselho Federal de psicologia (CFP) ao instituir o título profissional de especialista em Psicologia Jurídica. 
A Psicologia Jurídica está em ascensão, é vasto o campo no Direito onde ela se aplica, além de atuar na área criminal, ela encontra seu espaço nas áreas sociais, nas Varas de Família , em todas as áreas que tem ligação com o estado, promovendo ações para melhorar as relações interpessoais e judiciárias. Com isso, o estágio em Psicologia Jurídica vem corroborar com a formação dos docentes que desejam desbravar tal área , que carece de profissionais qualificados. 
Desta forma este trabalho tem como objetivo demonstrar as áreas e campo de atuação da Psicologia Jurídica, analisar as demandas decorrentes da área e as ferramentas utilizadas pelo psicólogo jurídico. 
2 DESCRIÇÃO DOS ENCONTROS E ATENDIMENTOS REALIZADOS. 
2.1 INÍCIO DAS AULAS PRÁTICAS. 
1° encontro- 10/03/22
Avaliação em sala de aula p/ cobrir carga horária. 
2° encontro- 13/03/22
Avaliação em sala de aula p/ cobrir carga horária 
3° encontro- 22/03/22
Avaliação em sala de aula p/ cobrir carga horária. 
4° encontro- 29/03/22
Avaliação em sala de aula p/ cobrir carga horária. 
5° encontro- 05/04/22
Avaliação em sala de aula p/ cobrir carga horária. 
6° encontro- 12/04/22
Avaliação em sala de aula p/ cobrir carga horária. 
7° encontro- 19/04/22
Pela manhã foi realizada uma visita a Casa Amarela "abrigo infantil", onde conhecemos o funcionamento da instituição, o motivo pelo qual as crianças se encontram ali, os motivos que levam os pais a perderem a guarda dos filhos, ouvimos sobre a doação responsável, sobre adoção conhecemos as instalações da instituição. 
 À Tarde foram realizados 4 atendimentos pela professora e nós observamos praticando uma escuta flutuante. Após as avaliações a professora nos arguiu sobre o que percebemos, e fez uma síntese dos atendimentos. 
8° encontro- 26/04/22,
Pela manhã realizamos a apresentação do trabalho falando sobre tudo que foi ouvido na Casa da Criança.
 A tarde foram realizadas aulas práticas, observamos dois atendimentos realizados pela professora e praticamos escuta flutuante.
9° encontro- 03/05/22
Tivemos aula prática, ouvimos sobre a resolução 6 do Conselho de Psicologia, e observamos um atendimento no qual foi avaliada a mãe de uma criança que supostamente sofrera abuso sexual, praticando assim uma escuta flutuante.
À tarde participamos da Avaliação da suposta criança abusada, através de observação e praticando uma escuta flutuante. Após recebemos orientações da professora e discutimos o caso.
10° encontro- Aula prática, Atendimentos, discussão de caso e produção de relatório. 
11°encontro- 17/05/22
Pela Manhã tivemos aula prática, onde foi possível observar o atendimento realizado pela professora, a avaliada foi a mãe da criança de 2 anos com suspeita de abuso sexual. A criança estava junto, mas não aceitou ser avaliada. Não permitindo qualquer tipo de intervenção. 
À tarde podemos observar a aplicação do TAT, um teste psicológico a um casal que estão na fila de adoção, com a finalidade de observar o comportamento dos mesmos, e poder avaliar se estão aptos ou não para esse processo. Antes a professora nos mostrou os desenhos e explicou a finalidade do teste.
12° encontro- 24/05/22.
Pela manhã foi realizada uma visita ao Fórum, onde podemos assim participar de duas audiências na Vara da Criança e do Adolescente, e de uma audiência na sala do Júri, ali podemos observar a competência do Ministério Público, da Defensoria Pública, do Defensor Público e do Promotor de Justiça. 
13° encontro- 02/06/22
Pela manhã foi realizada uma visita à Casa de Acolhimento do Adolescente, foi realizado um momento recreativo, através de um café da manhã, depois seguiu- se a apresentação das instalações, conhecermos a história de vida de alguns adolescentes e depois retornamos para a FTC para recebermos algumas orientações. 
À tarde tivemos aula, onde em uma roda de conversa podemos expressar tudo que foi ouvido nas audiências no fórum e na Casa de Acolhimento ao Adolescente .
14° encontro- 07/06/22
 Pela manhã foi apresentado uma síntese por equipe de tudo o que vivenciamos no estágio e sobre as visitas realizadas ao Fórum e a Casa de Acolhimento do Adolescente. 
Nesse mesmo momento, eu e a colega Hellen apresentamos um trabalho sobre a competência do Ministério Público, da Defensoria Pública, do Defensor Público e do Promotor de Justiça , como complementação da nossa carga horária. 
À tarde ficamos livres para desenvolver nosso relatório de estágio.
15° encontro- 14/06/22
Entrega do Relatório Final.
3 REFERENCIAL TEÓRICO
3.1 História da Psicologia Jurídica 
Segundo França (2004), o termo Psicologia Jurídica é usado para nomear a área da Psicologia que se relaciona com o jurídico. No Brasil esse é o termo mais adotado, porém alguns profissionais preferem mais o termo Psicologia Forense. Conforme a autora o termo Psicologia Jurídica foi escolhido por ser mais abrangente, concernente ao Direito, às Ciências do Direito e aos seus preceitos. A palavra Jurídica torna- se mais abrangente por referir-se aos procedimentos ocorridos nos tribunais, consequentemente às decisões Judiciais ou de interesse do Judiciário ou do Direito.
Goulart (2018) citando França (2004), diz ser o objetivo da Psicologia Jurídica o mesmo da Psicologia, o estudo do homem na sua subjetividade, seu comportamento e sua relação com o meio, sua personalidade, seu inconsciente e seus afetos, etc.., entretanto a atuação da Psicologia Jurídica se dará na abordagem desse(s) objeto(s) enquanto inter relacionados com o direito.
Conforme o autor, o Psicólogo Jurídico não deve ser apenas um produtor de laudo, mas, compreender a relação entre o ser humano e as leis, pensando também nas consequências das ações judiciais sobre os indivíduos, buscando- se o bem estar daqueles que se relacionam com a justiça (França 2004).
Leal (2018) relata que a Psicologia e o Direito tiveram suas primeiras inter relações no início do século XIX na França, quando os juízes solicitaram o auxílio de médicos alienistas para auxiliar nos esclarecimentos de crimes enigmáticos. O autor também relata que a Psicologia surgiu entre as ciências que auxiliaram a Justiça em 1868, através de Prosper Depiné, que foi considerado o fundador da Psicologia Criminalapós publicação de estudos de casos dos grandes criminosos de seu tempo. 
Goulart (2018) narra que os positivistas adeptos do Positivismo, corrente científica dominante na época, sugeriram que para uma aplicação adequada da pena, as punições deveriam ser individualizadas, requerendo assim um estudo mais aprofundado do indivíduo, agregando uma nova modalidade de técnica ao tribunal, nascendo com isso a perícia técnica. Dessa forma o trabalho do psicólogo nas prisões e tribunais passa a ser realização de exames, avaliações e diagnósticos. 
Conforme Sacramento (2019), é competência da Psicologia Jurídica a confecção de laudos, pareceres e relatórios com cunho avaliativo e de subsídio aos magistrados. A autora ressalta que ao Psicólogo concluir um processo de avaliação, pode e deve recomendar soluções para os conflitos apresentados, jamais determinando os procedimentos jurídicos que deverão ser tomados. Salientando que é competência do juiz a decisão judicial e não do psicólogo, fazendo- se necessário esclarecer esta distinção, reforçando a ideia de que o Psicólogo decide, apenas conclui a partir dos dados levantados mediante a avaliação e pode, sugerir e ou indicar possibilidades de solução da questão apresentada pelo litígio judicial. 
. 
3.2 Campo de atuação da Psicologia Jurídica .
O campo de atuação da Psicologia Jurídica é vasto: 
 Segundo Huss(2011), o psicólogo forense pode atuar em várias áreas ligadas ao Estado, tais como: cadeias e prisões, hospitais estaduais, agências de polícia,agência do governo Estadual e Federal e até mesmo nas faculdades e universidades, podendo trabalhar como administrador, terapeuta, pesquisador ou avaliador de políticas. 
 Sacramento ressalta que no campo da Psicologia Jurídica as práticas desenvolvidas por Psicólogos podem ser de: 
"avaliação psicológica, perícia, assessoramento, orientação, aconselhamento, encaminhamento, práticas alternativas de resolução de atendimento em rede, atendimento psicológico individual, atendimento com a família e/ ou com algum de seus membros, formulação de quesitos, elaboração de laudos, pareceres, informes e relatórios, trabalho com grupo, entre outros , (2019,pág. 26)".
Pelisoli et al (2011) salienta a Ascensão da Psicologia e do Direito no Brasil, ressaltando a existência de importantes falhas na formação dos profissionais, havendo assim a necessidade do profissional fazer especializações após o curso. A autora cita que com o crescimento da Psicologia Jurídica, cresce também a necessidade de qualificação desses profissionais para auxiliar a justiça, contribuindo efetivamente para os casos que envolvem crianças vítimas e família. 
Dessa mesma forma Rovinski (2009) afirma que a Psicologia jurídica é uma das áreas mais promissoras do Brasil e a falta de formação repercute na realização das avaliações forenses quanto à proposição de novas intervenções. A autora afirma ser evidente a falta de preparação desses profissionais durante a formação acadêmica no nosso país, pelo fato da escassez da oferta de cursos de graduação que oferecem disciplinas curriculares ou eletivas.
Para Pelisoli et al (2011) um dos principais papéis que o Psicólogo pode atuar nessa área é a de perito. Sendo que os psicólogos peritos que atuam em casos de abuso sexual apresentam falta de qualificação para tal atividade e que geralmente a formação é diversificada, tendo apenas uma graduação universitária até o nível de doutorado.
Goulart(2018) diz que o psicólogo jurídico que trabalha na Vara da Infância e Juventude deve realizar as avaliações dos casos através da perícia psicológica, salientando ser um procedimento diferente dos desenvolvidos nas Varas de Família e Sucessões. Por fazer parte do SGDCA- Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente), os técnicos ( psicólogos e assistentes sociais), desempenham papel mais abrangente que apenas produção de laudos escritos. O autor explica que em caso de adoção o psicólogo realizará um psicodiagnóstico das partes interessadas e emite um laudo se manifestando contra ou a favor da inclusão deles no cadastro.
Lago et ai (2008) ressalta que nos anos de 1990 com a implantação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o juizado de menores passou a se chamar Juizado da Infância e da juventude e que a tarefa outrora dos psicólogos era a perícia psicológica nos processos cíveis e de crime, e raramente nos processos de adoção, havendo agora porém, uma ampliação nas atividades na área pericial, acompanhamento e aplicação das medidas de proteção ou medidas socioeducativas. 
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES
Esta pesquisa foi realizada de forma bibliográfica, onde foram utilizados livros e artigos, sendo usado o método qualitativo, onde a princípio foram encontrados 20 artigos, 12 foram descartados após análise, por não suprir minhas expectativas, sendo utilizados 8, 3 livros e 5 artigos.
Conforme pesquisa realizada, Tartari e Sacramento (2019), vem dizer que a Psicologia e o Direito estão interligados devido ambos se preocuparem com a conduta humana, relatando serem complexas as questões humanas tratadas no âmbito do Direito e do judiciário. Salientando que até para quem tem experiência na área, as demandas não são apenas burocráticas ou processuais, mas são delicadas, difíceis e dolorosas.
Nesse mesmo contexto Maia (2015) afirma que as primeiras atividades do Psicólogo na área do Poder Judiciário, apontam que as organizações de justiça são propícias para a atuação do Psicólogo devido ao volume de conflitos que para eles convergem. Afirmando ainda que o Direito em partes está impregnado de componentes psicológicos, justificando a contribuição da Psicologia na obtenção da eficácia jurídica. 
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este relatório buscou evidenciar o contexto histórico da Psicologia Jurídica no Brasil, suas áreas e campos de atuação, suas atribuições e competências, informando o meio correto para acessar esta nova área de interface entre a Psicologia e o Direito. Demonstrando que apesar de ser emergente tem crescido de uma forma abrupta, valendo salientar que nem todos os profissionais que atuam nessa área estão bem preparados para atuar, e uma das áreas que sofre por esta falta de qualificação é a Vara da Infância e do Adolescente no que tange as crianças que sofrem abuso sexual. 
Pode-se perceber a dimensão das áreas que competem ao Psicólogo jurídico atuar, sendo seus instrumentos de atuação os testes psicológicos, os psicodiagnósticos, avaliações e confecções de laudos. Porém, salientando que apesar do Psicólogo utilizar todo seu conhecimento e métodos inerentes a sua profissão, a forma de aplicação nesta área é diferente, não tendo o mesmo objetivo que na clínica, a intenção é focar mais no comportamento do que no problema em si.
Apesar de ser uma área muito interessante de se explanar, o acesso a materiais como: artigos, livros e sites sobre a Psicologia Jurídica ainda é muito escasso, faz-se necessário a produção de mais conteúdos abrangendo de forma mais profunda sobre esse tema. Entendendo que, por ser um campo ainda emergente, a escassez de profissionais qualificados nesta área seja notória, precisando assim mover moções para às faculdades e universidades a fim de que possam incluir em suas grades curriculares esta matéria de Psicologia Jurídica, e manter uma rede de ligação com o judiciário proporcionando assim ao estagiário participar de audiências em todas as varas, do Júri, da Família, da Criança e do Adolescente, a fim de preparar os futuros psicólogos nessa área de forma excelente, assim como é permitido aos estagiários do Direito.
REFERÊNCIAS
ANEXO
CRONOGRAMA DAS AULAS
	Dia / Mês
	ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
	Carga Horária
	13/03/22
	Atividade em sala de aula p/ cobrir carga horária. 
	8h
	22/03/22
	Atividade em sala de aula p/ cobrir carga horária. 
	8h
	29/03/33
	Atividade em sala de aula p/ cobrir carga horária. 
	8h
	05/04/22
	,Atividade em sala de aula p/ cobrir carga horária 
	8h
	12/04/22atividade em sala de aula p/ cobrir carga horária. 
	8h
	19/04/22
	Visita a Casa de Acolhimento à Criança / aula prática/ atendimentos/ discussão de caso/ produção de relatório. 
	8h
	26/04/22
	Apresentação de trabalho/ aula prática/ atendimentos/ discussão de caso/ produção de relatório. 
	8h
	03/05/22
	aula prática/ atendimentos/ discussão de caso/ produção de relatório. 
	8h
	17/05/22
	Aula prática/ atendimentos/ discussão de caso/ produção de relatório. 
	8h
	24/05/22
	Visita ao Fórum/ participação em audiências/ aula prática/ produção de relatório. 
	8h
	02/06/22
	Visita a Casa de Acolhimento ao Adolescente/ aula prática/ produção de relatório. 
	8h
	07/06/22
	Apresentação de trabalho/aula prática/ discussão de relatório. 
	8h
	14/06/22
	Entrega do Relatório 
	8h

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