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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFTC DE ITABUNA
CURSO DE PSICOLOGIA
ALUNO
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ESPECÍFICO III
ITABUNA - BAHIA
2022
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ESPECÍFICO III
Relatório entregue como pré-requisito à obtenção de crédito avaliativo na disciplina: Estágio supervisionado específico II, na turma do 10º semestre do curso de Psicologia da Faculdade de Tecnologia e Ciências - Itabuna (UniFTC).
 Profª. 
ITABUNA - BAHIA
2022
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO	3
2 DESCRIÇÃO DOS ENCONTROS E ATENDIMENTOS REALIZADOS	4
2.1 INÍCIO DAS AULAS PRÁTICAS	4
3 REFERENCIAL TEÓRICO	9
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES	12
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS	13
REFERÊNCIAS	15
ANEXO	16
CRONOGRAMA DAS AULAS	16
1 INTRODUÇÃO
A psicologia é uma a ciência ampla e de muitos campos de exploração, não podendo ser reduzida apenas como a ciência que tem como objeto de estudo o comportamento humano e a sua saúde mental. Apesar de ainda manter-se entre os campos das ciências sociais e da saúde, a explanação do conhecimento produzido pela Psicologia é tão extensa quanto à capacidade que o homem tem de crescer, adaptar-se e evoluir suas relações com o mundo, consigo e com o outro.
 	 Dessa forma a psicologia é atualmente a ciência que abarca outras ciências, que se contextualiza em cenários distintos, que está em todo o tempo buscando entender e compreender o homem diante de toda sua magnitude. As atitudes dos homens, suas organizações sociais, suas escolhas, seus processos de adoecimento individual ou coletivo, sua busca pela cura em variadas possibilidades de tratamentos, suas relações Inter e intrapessoais, suas atitudes diante dos códigos éticos, morais construído socialmente é o que norteia as pesquisas do campo psicológico.
O período de ensino e aprendizagem que é vivenciando pelo estudante durante o processo de sua formação é de extrema importância, pois, são esses momentos que será base para que o aluno torne-se um profissional de excelências. As disciplinas teóricas são importantes para que nelas o estudante aprenda a respeito das teorias e dos teóricos importantes para a sistematização do conhecimento.
 	 Entretanto, as disciplinas com carga horária prática é também de suma importância para a formação acadêmica, uma vez que são nas vivências das praticas e dos estágios que os alunos podem colocar em prova, os conhecimentos absorvidos em sala de aula. Dessa forma, as instituições superiores dispõem de disciplinas amplas de estágios e de praticas diversas em locais e circunstâncias diferentes o que propicia para o futuro profissional as experiências tão necessárias para o ingresso no mercado de trabalho.
 	 A prática do estágio ocorreu nas modalidades presenciais e on line, respeitando os protocolos de segurança, com atendimentos e supervisões referentes a conteúdos do âmbito jurídico e que é de interesse da psicologia.
2 DESCRIÇÃO DOS ENCONTROS E ATENDIMENTOS REALIZADOS
2.1 INÍCIO DAS AULAS PRÁTICAS:
	10/03/2022
Apresentação do plano de ensino da disciplina com os principais conteúdos que seriam abordados no semestre 
Análise do código de Ética do Psicólogo, abordando os principais temas referentes á prática do psicólogo, enfatizando nas questões éticas de sigilo e de como o profissional deve se portar diante do usuário do serviço. 
Discussão acerca do uso dos pontos fundamentais da DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS.
	15/03/2022
ASPECTOS HISTORICOS: UM BREVE HISTÓRICO DA PSICOLOGIA JURÍDICA NO BRASIL E SEUS CAMPOS DE ATUAÇÃO, traçando-se através de uma linha histórica a forma como a psicologia surge dentro do cenário do Direito.
	22/03/2022
PSICOLOGIA E AS SUAS INTERFACES COM O DIREITO, texto e explanação de como os objetos de estudo da psicologia e do direito se entrelaçam diante do mesmo ponto de partida o comportamento humano.
RESOLUÇÃO CFP06/2019. Resolução que trás como pauta a separação dos documentos que são provenientes de avaliação psicológica de outros relativos às diversas formas de atuação da (o) psicóloga (o).
ECA-ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, principais pontos abordados no estatuto e de que forma ele se aplica no contexto da psicologia jurídica, quando o mesmo atua no juizado da criança e do adolescente.
Questões baseadas a diferença entre a FAMILIA NATURAL E A FAMÍLIA SUBSTITUTA. O que há dentro da psicologia jurídica sobre a ADOÇÃO, HABILITAÇÃO PARA PRETENDENTES A ADOÇÃO E A GUARDA, e qual a função do psicólogo diante da intermediação dos interesses referentes aos conteúdos listados nesse tópico.
	29/03/2022
Casos de abuso sexual infância adolescência - vítima e agressor. Escuta especializada e depoimento especial.
	05/04/2022
Alienação Parental: do que se trata? Como ocorre e de que forma o psicólogo pode atuar diante dessas situações.
	12/04/2022
Nome próprio e constituição do sujeito. visão da psicologia sobre a construção do ideal de ser e do eu, a partir do nome próprio dado á e internalizado pela criança.
	19/04/2022
Visita técnica à Casa de acolhimento e apoio a criança e adolescente.
	26/04/2022
Prática - atendimentos / discussão de caso e produção de relatório.
	03/05/2022
Prática - atendimentos / discussão de caso e produção de relatório.
	10/05/2022
Habilitação para adoção.
	17/05/2022
Prática - atendimentos / discussão de caso e produção de relatório.
	24/05/2022
Prática - atendimentos / discussão de caso e produção de relatório.
	02/06/2022
Prática - atendimentos / discussão de caso e produção de relatório.
	07/06/2022
Síntese do estágio apresentação.
	14/06/2022
Entrega final de relatório.
3 REFERENCIAL TEÓRICO
3.1 A TEORIA E O FAZER PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO JURÍDICO
Vale ressaltar que a proximidade da Psicologia e do Direito se dá, segundo Mattos (2013) em razão com a preocupação com a conduta humana. Destacando a importância de perceber o indivíduo em sua universalidade e subjetividade, também. Portanto, denomina-se como Psicologia Jurídica toda a aplicação do saber psicológico às questões relacionadas ao campo do Direito (Leal, 2008).
O profissional da área da Psicologia Jurídica é aquele que trabalha com o campo da prática judicial, que constitui área de estudo resultante das relações entre a psicologia e a Lei (Rovinski, 2000). Porém, não entende-se somente como aqueles profissionais atuantes nos tribunais, como em todas as outras questões relacionadas as diversas interfaces do Direito, seja em Varas de Família, com Direito da Infância e Juventude, nos programas voltados para aplicação e desenvolvimento de práticas e medidas sócio educativas, entre tantas outras áreas e campos que possibilitam a atuação do psicólogo auxiliando o Direito.
Do ponto de vista social, a atuação do psicólogo no judiciário contribui tanto para a agilização processual quanto para o entendimento de singularidades a partir dos atendimentos prestados (Assis apud Brito, 2002). O profissional da área precisa saber os métodos de intervenção para cada tipo de situação e contexto, visto que cada caso é diferente do outro, possuindo suas diferenças, subjetividades e variabilidades. O trabalho desse profissional, conforme destaca Cezar-Ferreira (2004), envolve investigação da subjetividade em diferentes níveis de complexidade; Assim sendo, precisam se utilizar de diferentes recursos teórico-metodológicos em suas abordagens, que podem partir de diversas perspectivas teóricas, além de realizar observações, entrevistas, estudo psicossocial, testes psicológicos trabalhos em grupos e visitas a diferentes ambientes frequentados pelo indivíduo ou ínvidos em questão, como residência, escola, etc.
Um campo que está em destaque por se mostrar em grande evolução é o Direito da Família, aonde as atividades do psicólogo vêm se estendendo para além da avaliação psicológica, ultrapassando a tradicional atuação pericial, e buscando uma atuação que considera a subjetividade humana em sua complexidade e dinamicidade, compreendendo as particularidadeshumanas que envolvem as relações entre as pessoas e os contextos em que estão inseridas (Rovinski, 2009). Trata-se então de um novo paradigma como forma de atuação, que envolve não somente o acompanhamento e aconselhamento, como também o encaminhamento, assessoramento e também a prevenção.
Nesse ambiente destaca-se cada vez mais a problemática da alienação parental, por exemplo, que ocorre nos casos mais conflituosos de divórcio. Trata-se de uma disputa entre os ex-parceiros que pode acarretar a promover uma imagem destrutiva do outro frente ao(s) filho(s), de forma a denegrir, desmoralizar e desacreditar do mesmo, induzindo a criança a odiar o ouro genitor por base de demonstração verbal e/ou psicológica de agressividade contra o ex-parceiro. É um processo extremamente prejudicial para a criança.
Outro caso em que se destaca o papel do psicólogo é na atuação da promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, onde atua junto aos processos de adoção destituição de poder familiar, e também o desenvolvimento e aplicação de medidas socioeducativas dos adolescentes autores de ato infracional (Mattos, 2013).
3.2 CAMPOS DE ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO JURÍDICO
Psicologia Jurídica, Psicologia Forense e Psicologia e lei são nomenclaturas possíveis no que tange às vinculações da Psicologia com o Direito. Segundo Leal (2008), conceitualmente a Psicologia Jurídica corresponde a toda aplicação do saber psicológico às questões relacionadas ao saber do Direito. A Psicologia Criminal, a Psicologia Forense e, por conseguinte, a Psicologia Judiciária, estão nela contidas. Toda e qualquer prática da Psicologia relacionada às práticas jurídicas pode ser nomeada como Psicologia Jurídica. Segundo Silva, a:
Psicologia Jurídica surge nesse contexto, em que o psicólogo coloca seus conhecimentos à disposição do juiz (que irá exercer a função julgadora), assessorando em aspectos relevantes para determinadas ações judiciais, trazendo aos autos uma realidade psicológica dos agentes envolvidos que ultrapassa a literalidade da lei, e que de outra forma não chegaria ao conhecimento do julgador por se tratar de um trabalho que vai além da mera exposição dos fatos; trata-se de uma análise aprofundada do contexto em que essas pessoas que acorreram ao Judiciário (agentes) estão inseridas. Essa análise inclui aspectos conscientes e inconscientes, verbais e não-verbais, autênticos e não-autênticos, individualizados e grupais, que mobilizam os indivíduos às condutas humanas (2007, p. 6).
No que respeita ao objeto de estudo, Popolo (1996) afirma que o objeto de estudo da Psicologia Jurídica são os comportamentos complexos na sua interseção com o jurídico. França (2004) complementa, ampliando os objetos possíveis da Psicologia Jurídica, pois a Psicologia propriamente dita apresenta uma diversidade de objetos, dentre os quais situam-se o inconsciente, a personalidade, a identidade, o sujeito social, a cognição, entre outros.
 No que se relaciona às áreas de atuação no Brasil, Leal (2008) elenca: Psicologia Criminal, Psicologia Penitenciária ou Carcerária, Psicologia, Psicologia Jurídica e as questões da infância e juventude, Psicologia Jurídica visando à investigação, formação e ética, Psicologia Jurídica e Direito de Família, Psicologia do Testemunho, Psicologia Jurídica e Direito Civil e Psicologia Policial/Militar.
O psicólogo jurídico que atua junto ao Direito de Família tem sua atuação delineada pela participação nos processos de separação e divórcio, disputa de guarda e regulamentação de visitas. Nos processos de separação de cunho litigioso o psicólogo opera como mediador, ou ainda, caso o juiz verificar a inviabilidade da mediação ou conciliação, pode ser solicitada uma avaliação de uma das partes ou do casal, podendo o psicólogo sugerir encaminhamento psicológico se julgar necessário. No que tange à regulamentação das visitas o psicólogo contribui com avaliações, esclarecendo conflitos por meio da compreensão da dinâmica familiar, sugerindo medidas que poderiam ser tomadas. 
Já o psicólogo que atua com o direito da criança e do adolescente aborda questões referentes à adoção, destituição do poder familiar e adolescentes autores de atos infracionais. Os profissionais que trabalham com a adoção em um primeiro momento avaliam se os candidatos estão dentro das exigências legais, logo busca-se assessorar os avaliados e verificar os mais aptos, objetivando prevenir a negligência, o abuso, a rejeição ou a devolução.
 No que se refere à destituição do poder familiar o processo de separar a criança de sua família exige muita atenção e cuidado, pois, independentemente da causa da remoção, a transferência da responsabilidade para estranhos jamais deve ser feita sem muita reflexão. Já os adolescentes autores de atos infracionais são submetidos a medidas socioeducativas que objetivam a responsabilidade dos autores e focalizam aspectos educativos, com o trabalho do psicólogo devendo convergir com estes objetivos, possibilitando uma reintegração social.
Cada campo de atuação reserva suas especificidades e delimitações. Cabe ao profissional que se encarrega da possível articulação entre Psicologia e Direito produzir experiências, assim como a escrita e publicação. São necessários o fortalecimento teórico e a formação contínua, assim como uma maior produção acadêmica na área para que tais especificidades se tornem reconhecidas e os campos se fortaleçam. 
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES
O Art. 11 do conselho Federal de Psicologia infere que:
O relatório psicológico consiste em um documento que, por meio de uma exposição escrita, descritiva e circunstanciada, considera os condicionantes históricos e sociais da pessoa, grupo ou instituição atendida, podendo também ter caráter informativo. Visa a comunicar a atuação profissional da (do) psicóloga (o), em diferentes processos de trabalho já desenvolvidos ou em desenvolvimento, podendo gerar orientações, recomendações, encaminhamentos e intervenções pertinentes à situação descrita no documento, não tendo como finalidade produzir diagnóstico psicológico.
Nos casos que foram atendidos se trataram de Habilitação, Providencia-Direito da Criança e do Adolescente, onde o psicólogo faz o atendimento e depois envia o relatório para o Juiz. No caso do atendimento da Habilitação foi realizado a aplicação do Teste de Apercepção Temática (TAT), é um teste projetivo que avalia a personalidade e é aprovado pelo sistema de avaliação de testes psicológicos (SATEPSI), desenvolvido pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). Assim, durante o estágio pode se perceber a importância do psicólogo perito e que sempre seu trabalho sempre deve ser fundamentado no código de ética do psicólogo e sempre que surge duvidas de algum procedimento deve-se procurar o Conselho Federal de Psicologia para poder retirar suas dúvidas existentes.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
No estágio específico do corrente ano houve necessidade e o interesse de estagiar dentro da psicologia jurídica com acompanhamento de alguns casos ao qual a estagiária trabalhou, como casos de adoção, visitas técnicas, casos de suspeitas de abuso sexual infantil e confecção de relatórios. Este tipo de trabalho faz parte do estágio, o que aumenta o conhecimento acerca desta área de atuação. Todo aluno de psicologia que busca se profissionalizar na área profissional da psicologia jurídica entende que é necessário, mesmo que superficialmente, suprir essa carência de observar na prática como um psicólogo jurídico atua.
 Com a professora supervisora fazendo parte do grupo, foi efetuado aconselhamento durante todo o semestre assim como encaminhamento ao que os estagiários deveriam estudar ou desenvolver a cada semana, pois sem este apoio profissional ainda que diante da prática, sem os debates e produção dos materiais, não haveria entendimento por parte dos alunos diante de cada caso estudado e acompanhado. 
Todos os temas trabalhados com os estagiários foram discutidos com eles no decorrer das aulas, o que se mostrou benéfico no sentido de propiciar a eles um espaço de entendimentoe de debates. A experiência de estágio nesta área, em especial no enfoque dado aos casos infantis, faz com que o uso de materiais lúdicos e diferentes daqueles que eles estão habituados seja uma ótima ferramenta de trabalho. A imensa vontade em trabalhar com crianças foi concretizada através deste estágio de intervenção de maneira extremamente benéfica não só para a autora deste relatório como também para os colegas, pois os mesmos expressaram durante as sessões o quanto estes encontros lhes fizeram bem.
REFERÊNCIAS
BRITO, Leila Maria Torraca de; (Org.). Temas de psicologia jurídica. 3ª. ed. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002.
BRITO, Leila Maria Torraca de. Anotações sobre a Psicologia Jurídica. Psicol. cienc. prof., Brasília, v. 32, n.spe, p.194-205, 2012. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932012000500014&Ing=pt&nrm=iso>. Acesso: 10.06.2022
CÉZAR-FERREIRA, V. A da M. Família, separação e mediação. Uma visão psicojurídica. São Paulo: Método, 2004.
LEAL, Liene Marta. Psicologia Jurídica: história, ramificações e áreas de atuação. In: Diversa, ano 01, n. 2, jul./dez. 2008, p. 171-185.
MATTOS, Elsa de. Psicologia Jurídica: Uma interface entre a psicologia e o direito. Bahia: Juruá Editora, 2013.
ROVINSKI, Sonia Liane Reichert. Psicologia Jurídica no Brasil e na América Latina: dados históricos e suas repercussões quanto à avaliação psicológica. In: ROVINSKI, Sonia Liane Reichert; CRUZ, Roberto Moraes. (Org.) Psicologia Jurídica: perspectivas teóricas e processos de intervenção. 1.ed. São Paulo: Vetor, 2009. 315 p.
ANEXO
CRONOGRAMA DAS AULAS
	Dia / Mês
	ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
	Carga Horária
	08/03/2022
	Apresentação do plano de ensino e código de ética do psicólogo e Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH)
	8h
	15/03/2022
	Aspectos Históricos: Um breve histórico da psicologia jurídica no Brasil e seus campos de atuação
	8h
	22/03/2022
	Psicologia e as suas interfaces com o direito. Resolução CFP 06/2019. Eca-estatuto da criança e do adolescente.
	8h
	29/03/2022
	Casos de abuso sexual infância adolescência - vítima e agressor. Escuta especializada e depoimento especial
	8h 
	05/04/2022
	Alienação Parental
	8h
	12/04/2022
	Nome próprio e constituição do sujeito
	8h
	19/04/2022
	Visita à casa de acolhimento apoio a criança e adolescente
	8h
	26/04/2022
	Prática - atendimentos / discussão de caso e produção de relatório.
	8h
	03/05/2022
	Prática - atendimentos / discussão de caso e produção de relatório.
	8h
	10/05/2022
	
Habilitação para adoção
	8h
	17/05/2022
	Prática - atendimentos /discussão de caso e produção de relatório.
	8h
	24/05/2022
	Prática - atendimentos / discussão de caso e produção de relatório.
	8h
	02/06/2022
	Visita à casa de acolhimento ao adolescente
	8h
	07/06/2022
	Síntese do estágio - apresentação
	8h
	14/06/2022
	Confecção e Entrega final de relatório
	8h

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