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AVALIAÇÃO 01

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Questões resolvidas

Com base nos estudos acerca da natureza jurídica da arbitragem e suas três correntes doutrinárias, podemos dizer que:

O primeiro (contratual ou privado) acredita que a arbitragem é o resultado da vontade das partes, e as partes optam por submeter seus próprios interesses à decisão arbitral; a arbitragem tem a natureza de um contrato privado, pois as partes devem ser sua instituição Estabelecer contrato.
A segunda corrente – jurisdicional ou publicista – sustenta a natureza jurisdicional do processo arbitral, pois os árbitros são juízes de fato e de direito do conflito de interesses, por força da faculdade de escolha atribuída às partes, cuja decisão não está sujeita à homologação do Judiciário, faltando-lhe, apenas, o poder coercitivo para fazer valer as suas decisões em caso de descumprimento.
Corrente intermediária ou mista mescla conceitos das duas correntes anteriores, ou seja, admite o caráter contratual da arbitragem na medida em que se firma uma convenção entre as partes no momento de sua adoção, e destaca o caráter público no processo de solução e pacificação dos conflitos. Reúne os princípios básicos da cadeia da propriedade privada e da publicidade. Portanto, “mesmo que se baseie em negócios jurídicos entre as partes, o resultado é que a arbitragem não pode ser desenvolvida fora do sistema jurídico porque esta solução está sujeita às Ordem legal, embora não totalmente controlada pelo sistema”.
V, V, V
V, F, V
F, V, V
F, F, F

Quanto aos critérios de julgamento, a arbitragem pode ser dividida em duas espécies, sendo uma a arbitragem de direito e a outra arbitragem por equidade. Sempre será usado a arbitragem de direito quando?


Administração pública
As partes não possuem acordo prévio
As partes optam por submeter seus próprios interesses à decisão arbitral
As partes optam por submeter seus próprios interesses à decisão arbitral, exceto pelos direitos indisponíveis

A fim de permitir que as partes se submetam à arbitragem, o artigo 3º da Lei nº 9307/96 prevê a convenção arbitral (gênero). A convenção inclui dois tipos, quais são eles:


Cláusula compromissória: submeter à arbitragem qualquer litígio relacionado ao contrato “( Artigo 4); e a cláusula compromissória será inserida na minuta do edital e do contrato administrativo.
Compromisso de arbitragem: “Um acordo entre as partes para submeter uma controvérsia à arbitragem após o surgimento do litígio” (Artigo 9º); e a cláusula compromissória será inserida na minuta do edital e do contrato administrativo.
Cláusula compromissória: submeter à arbitragem qualquer litígio relacionado ao contrato “( Artigo 4); e compromisso de arbitragem: “Um acordo entre as partes para submeter uma controvérsia à arbitragem após o surgimento do litígio” (Artigo 9º).
Compromisso de arbitragem: “Um acordo entre as partes para submeter uma controvérsia à arbitragem após o surgimento do litígio” (Artigo 9º); e a cláusula compromissória será inserida na minuta do edital e do contrato administrativo.

Como funciona o dispute board?


Disputa será encaminhada a um árbitro que não integra ou acompanha a execução do contrato, enquanto no segundo caso a disputa será resolvida pela colegiado experts.
Disputa será resolvida por um árbitro escolhido pelas partes.
Disputa será resolvida por um juiz de direito.
Disputa será resolvida por um mediador.

Sobre a arbitragem subjetiva (ratione personae) e a objetiva (ratione materiae), podemos dizer que ambas tratam de:


A primeira refere-se às pessoas que podem se submeter à arbitragem e a segunda, às questões que podem ser decididas por meio da arbitragem.
A primeira refere-se às questões que podem ser decididas por meio da arbitragem e a segunda, às pessoas que podem se submeter à arbitragem.
A primeira refere-se às pessoas que podem se submeter à mediação e a segunda, às questões que podem ser decididas por meio da mediação.
A primeira refere-se às questões que podem ser decididas por meio da mediação e a segunda, às pessoas que podem se submeter à mediação.

Qual das alternativas abaixo está correta?

Os procedimentos de arbitragem podem ser iniciados de três maneiras: por meio de arbitragem ad hoc, por meio arbitragem avulsa e por meio de arbitragem especializada, com base em um instituto especializado. A Lei de Arbitragem não considera a necessidade de arbitragem ad hoc ou institucional, o que dá ao administrador público a liberdade de escolher um dos seguintes métodos.
A cláusula arbitral não será inserida no edital e nem na minuta do contrato administrativo. Contudo, impede que, mesmo na ausência da cláusula arbitral (ou cláusula compromissória).
A mediação é a atividade técnica exercida por terceiro imparcial e sem poder decisório, que, escolhido ou aceito pelas partes, as auxilia e estimula a identificar ou desenvolver soluções consensuais para a controvérsia.
A cláusula compromissória é o acordo pelo qual as partes em um contrato comprometem-se a submeter à arbitragem os litígios que possam vir a surgir, relacionados com tal contrato. O compromisso arbitral é o acordo pelo qual as partes decidem submeter à arbitragem um litígio já existente.
1, 2 e 3 estão corretas.
2, 3 e 4 estão corretas.
1, 3 e 4 estão corretas.
Todas as alternativas estão corretas.

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Questões resolvidas

Com base nos estudos acerca da natureza jurídica da arbitragem e suas três correntes doutrinárias, podemos dizer que:

O primeiro (contratual ou privado) acredita que a arbitragem é o resultado da vontade das partes, e as partes optam por submeter seus próprios interesses à decisão arbitral; a arbitragem tem a natureza de um contrato privado, pois as partes devem ser sua instituição Estabelecer contrato.
A segunda corrente – jurisdicional ou publicista – sustenta a natureza jurisdicional do processo arbitral, pois os árbitros são juízes de fato e de direito do conflito de interesses, por força da faculdade de escolha atribuída às partes, cuja decisão não está sujeita à homologação do Judiciário, faltando-lhe, apenas, o poder coercitivo para fazer valer as suas decisões em caso de descumprimento.
Corrente intermediária ou mista mescla conceitos das duas correntes anteriores, ou seja, admite o caráter contratual da arbitragem na medida em que se firma uma convenção entre as partes no momento de sua adoção, e destaca o caráter público no processo de solução e pacificação dos conflitos. Reúne os princípios básicos da cadeia da propriedade privada e da publicidade. Portanto, “mesmo que se baseie em negócios jurídicos entre as partes, o resultado é que a arbitragem não pode ser desenvolvida fora do sistema jurídico porque esta solução está sujeita às Ordem legal, embora não totalmente controlada pelo sistema”.
V, V, V
V, F, V
F, V, V
F, F, F

Quanto aos critérios de julgamento, a arbitragem pode ser dividida em duas espécies, sendo uma a arbitragem de direito e a outra arbitragem por equidade. Sempre será usado a arbitragem de direito quando?


Administração pública
As partes não possuem acordo prévio
As partes optam por submeter seus próprios interesses à decisão arbitral
As partes optam por submeter seus próprios interesses à decisão arbitral, exceto pelos direitos indisponíveis

A fim de permitir que as partes se submetam à arbitragem, o artigo 3º da Lei nº 9307/96 prevê a convenção arbitral (gênero). A convenção inclui dois tipos, quais são eles:


Cláusula compromissória: submeter à arbitragem qualquer litígio relacionado ao contrato “( Artigo 4); e a cláusula compromissória será inserida na minuta do edital e do contrato administrativo.
Compromisso de arbitragem: “Um acordo entre as partes para submeter uma controvérsia à arbitragem após o surgimento do litígio” (Artigo 9º); e a cláusula compromissória será inserida na minuta do edital e do contrato administrativo.
Cláusula compromissória: submeter à arbitragem qualquer litígio relacionado ao contrato “( Artigo 4); e compromisso de arbitragem: “Um acordo entre as partes para submeter uma controvérsia à arbitragem após o surgimento do litígio” (Artigo 9º).
Compromisso de arbitragem: “Um acordo entre as partes para submeter uma controvérsia à arbitragem após o surgimento do litígio” (Artigo 9º); e a cláusula compromissória será inserida na minuta do edital e do contrato administrativo.

Como funciona o dispute board?


Disputa será encaminhada a um árbitro que não integra ou acompanha a execução do contrato, enquanto no segundo caso a disputa será resolvida pela colegiado experts.
Disputa será resolvida por um árbitro escolhido pelas partes.
Disputa será resolvida por um juiz de direito.
Disputa será resolvida por um mediador.

Sobre a arbitragem subjetiva (ratione personae) e a objetiva (ratione materiae), podemos dizer que ambas tratam de:


A primeira refere-se às pessoas que podem se submeter à arbitragem e a segunda, às questões que podem ser decididas por meio da arbitragem.
A primeira refere-se às questões que podem ser decididas por meio da arbitragem e a segunda, às pessoas que podem se submeter à arbitragem.
A primeira refere-se às pessoas que podem se submeter à mediação e a segunda, às questões que podem ser decididas por meio da mediação.
A primeira refere-se às questões que podem ser decididas por meio da mediação e a segunda, às pessoas que podem se submeter à mediação.

Qual das alternativas abaixo está correta?

Os procedimentos de arbitragem podem ser iniciados de três maneiras: por meio de arbitragem ad hoc, por meio arbitragem avulsa e por meio de arbitragem especializada, com base em um instituto especializado. A Lei de Arbitragem não considera a necessidade de arbitragem ad hoc ou institucional, o que dá ao administrador público a liberdade de escolher um dos seguintes métodos.
A cláusula arbitral não será inserida no edital e nem na minuta do contrato administrativo. Contudo, impede que, mesmo na ausência da cláusula arbitral (ou cláusula compromissória).
A mediação é a atividade técnica exercida por terceiro imparcial e sem poder decisório, que, escolhido ou aceito pelas partes, as auxilia e estimula a identificar ou desenvolver soluções consensuais para a controvérsia.
A cláusula compromissória é o acordo pelo qual as partes em um contrato comprometem-se a submeter à arbitragem os litígios que possam vir a surgir, relacionados com tal contrato. O compromisso arbitral é o acordo pelo qual as partes decidem submeter à arbitragem um litígio já existente.
1, 2 e 3 estão corretas.
2, 3 e 4 estão corretas.
1, 3 e 4 estão corretas.
Todas as alternativas estão corretas.

Prévia do material em texto

AVALIAÇÃO – MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM EM CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
· No que se refere a tarefa do conciliador?
 
Resposta Marcada :
A tarefa do conciliador é levar as partes a negociar e fornecer-lhes alternativas, mas isso exige esforço e não o resultado.
TOTAL DE PONTOS: 1PONTOS RECEBIDOS  1
· Texto 01:
As informações relacionadas ao processo de mediação são confidenciais a terceiros e não podem ser divulgadas nem mesmo em arbitragem ou processo judicial, a menos que as partes tomem expressamente outras decisões ou exijam a divulgação por lei ou regulamento, de acordo com as exceções previstas na lei,  necessário para cumprir o acordo obtido por mediação.
Texto 02:
Já no Brasil, seja no direito material ou no direito processual, a arbitragem é regulamentada pela Lei Federal nº 9.307, nº 9.29.96 (revisada pela Lei nº 13.129, Lei nº 26/05/2015). Simplificar e dar credibilidade à arbitragem, método amigável de resolução de conflitos patrimonial, exceto pelos direitos indisponíveis (ou seja, o direito por sua natureza e características jurídicas não pode ser objeto da operação), não há outras restrições à sua exequibilidade.
 
Resposta Marcada :
O texto 1 é propositalmente falso e o texto 2 é verdadeiro
TOTAL DE PONTOS: 1PONTOS RECEBIDOS  0
· Marque V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas:
Com base nos estudos acerca da natureza jurídica da arbitragem e suas três correntes doutrinárias, podemos dizer que:
(  ) O primeiro (contratual ou privado) acredita que a arbitragem é o resultado da vontade das partes, e as partes optam por submeter seus próprios interesses à decisão arbitral; a arbitragem tem a natureza de um contrato privado, pois as partes devem ser sua instituição Estabelecer contrato.
(  ) A segunda corrente – jurisdicional ou publicista – sustenta a natureza jurisdicional do processo arbitral, pois os árbitros são juízes de fato e de direito do conflito de interesses, por força da faculdade de escolha atribuída às partes, cuja decisão não está sujeita à homologação do Judiciário, faltando-lhe, apenas, o poder coercitivo para fazer valer as suas decisões em caso de descumprimento.
(   ) corrente intermediária ou mista mescla conceitos das duas correntes anteriores, ou seja, admite o caráter contratual da arbitragem na medida em que se firma uma convenção entre as partes no momento de sua adoção, e destaca o caráter público no processo de solução e pacificação dos conflitos. Reúne os princípios básicos da cadeia da propriedade privada e da publicidade. Portanto, “mesmo que se baseie em negócios jurídicos entre as partes, o resultado é que a arbitragem não pode ser desenvolvida fora do sistema jurídico porque esta solução está sujeita às Ordem legal, embora não totalmente controlada pelo sistema”.
 
Resposta Marcada :
V, V, V
TOTAL DE PONTOS: 1PONTOS RECEBIDOS  1
· Com base nos estudos acerca da confidencialidade e o princípio constitucional da publicidade, assinale as alternativas VERDADEIRAS:
1 –  a confidencialidade é comum na arbitragem, ela não é uma característica obrigatória e impositiva dos procedimentos arbitrais
2 – o uso da arbitragem em si depende do consenso prévio das partes, mesmo que o procedimento tenha sido divulgado, as partes estão mais inclinadas a escolher a via arbitral, em qualquer caso, isso acontecerá na via judicial
3 – o princípio constitucional da publicidade impede o sigilo de documentos ou procedimentos em casos excepcionais.
4 – os anúncios de arbitragem envolvendo departamentos da administração pública eliminam a confidencialidade de comportamentos e documentos que possam colocar em perigo a segurança social ou envolver informações pessoais relacionadas à privacidade, honra e imagem.
 
Resposta Marcada :
1 e 2 
TOTAL DE PONTOS: 1PONTOS RECEBIDOS  1
· Quanto aos critérios de julgamento, a arbitragem pode ser dividida em duas espécies, sendo uma a arbitragem de direito e a outra arbitragem por equidade. Sempre será usado a arbitragem de direito quando?
 
Resposta Marcada :
Administração pública 
TOTAL DE PONTOS: 1PONTOS RECEBIDOS  1
· A fim de permitir que as partes se submetam à arbitragem, o artigo 3º da Lei nº 9307/96 prevê a convenção arbitral (gênero). A convenção inclui dois tipos, quais são eles:
1) Cláusula compromissória: submeter à arbitragem qualquer litígio relacionado ao contrato “( Artigo 4);
2) a cláusula compromissória será inserida na minuta do edital e do contrato administrativo.
3) Compromisso de arbitragem: “Um acordo entre as partes para submeter uma controvérsia a uma ou mais pessoas para arbitragem. O acordo pode ser judicial ou extrajudicial” (artigo 9).
4) a cláusula arbitral não será inserida no edital e nem na minuta do contrato administrativo. Contudo, impede que, mesmo na ausência da cláusula arbitral (ou cláusula compromissória).
 
 
 
 
Resposta Marcada :
1, 2 e 3 estão corretas.
TOTAL DE PONTOS: 1PONTOS RECEBIDOS  1
· Os procedimentos de arbitragem podem ser iniciados de três maneiras: por meio de arbitragem ad hoc, por meio arbitragem avulsa e por meio de arbitragem especializada, com base em um instituto especializado. A Lei de Arbitragem não considera a necessidade de arbitragem ad hoc ou institucional, o que dá ao administrador público a liberdade de escolher um dos seguintes métodos.
Com base no trecho da apostila, estamos diante de um trecho verdadeiro ou falso:
Resposta Marcada :
Falso
TOTAL DE PONTOS: 1PONTOS RECEBIDOS  1
· “a mediação é a atividade técnica exercida por terceiro imparcial e sem poder decisório, que, escolhido ou aceito pelas partes, as auxilia e estimula a identificar ou desenvolver soluções consensuais para a controvérsia”
O texto acima refere-se a qual lei :
 
 
 
 
Resposta Marcada :
Lei nº 13.140, de 2015
TOTAL DE PONTOS: 1PONTOS RECEBIDOS  1
· Como funciona o dispute board?
 
 
 
 
Resposta Marcada :
Disputa será encaminhada a um árbitro que não integra ou acompanha a execução do contrato, enquanto no segundo caso a disputa será resolvida pela colegiado experts.
TOTAL DE PONTOS: 1PONTOS RECEBIDOS  0
· Sobre a arbitragem  subjetiva (ratione personae) e a objetiva (ratione materiae), podemos dizer que ambas tratam de:
 
 
 
 
 
Resposta Marcada :
A primeira refere-se às pessoas que podem se submeter à arbitragem e a segunda, às questões que podem ser decididas por meio da arbitragem.
TOTAL DE PONTOS: 1PONTOS RECEBIDOS  1
Total

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