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Resumo dos Capítulos 1 e 2 do Livro Sapiens, Uma Breve História da Humanidade

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Resumo dos capítulos 1 e 2 da obra Sapiens – Uma Breve História da Humanidade de Yuval Noah Harari.
	Os 2 primeiros capítulos da obra Sapiens, de Harari, descrevem pontos que foram importantes para o desenvolvimento do homem enquanto espécie. A sobrevivência de uma espécie diz respeito a sua adaptação ao ambiente em que se encontra, ganhando ou perdendo características. As espécies humanas evoluíram em direções diferentes, o resultado disso, foram o surgimento de várias espécies distintas, por conta de suas adaptações evolutiva, como por exemplo, O Homo ergaster, Homo floresiensis, Homo erectus, Homo neanderthalensis, e finalmente, nossa própria espécie, Homo sapiens. 
As situações ambientais como clima, disponibilidade de alimentos, terreno etc. ditava quais características permaneceriam e quais seriam extintas. Os neandertais eram homens robustos e musculosos que se adaptaram para viver no clima frio da Eurásia Ocidental da era do gelo. Já os floresiensis desenvolveram nanismo porque o nível da água na ilha em que viviam subiu, fazendo com que algumas pessoas acabassem ficando presas nesta ilha que possuía poucos recursos para manterem seus organismos, sobrevivendo os indivíduos menores, pois precisavam de menos energia para se manterem e com o passar das gerações, os habitantes da ilha se tornaram anões.
Apesar de suas muitas diferenças, todas as espécies humanas têm em comum várias características: um cérebro grande, o uso de ferramentas, uma capacidade superior de aprender e estruturas sociais complexas, são algumas delas. O mundo foi habitado por várias espécies humanas ao mesmo tempo, mas hoje, é habitado somente pelos sapiens.
	O homem é uma espécie fisiologicamente fraca, sua sobrevivência no começo era essencialmente de colher frutos, caçar pequenos animais e quando tinham a oportunidade, se alimentavam dos restos deixados por outros predadores. Poucas mudanças tiveram a fisiologia humana, o homem continua sendo um ser fraco para papeis como caça e reprodução, obrigando a espécie evoluir para que fosse capaz de formar fortes laços sociais, é necessária uma tribo para criar um ser humano.
	O homem passou a ter controle sobre a natureza quando ele domesticou o fogo. A importância que o fogo trouxe para a espécie, foi de ele teria uma fonte de calor e proteção constante, mas talvez a mais importante foi que agora ele tinha acesso a mais fontes de alimentos e gastaria menos tempo de energia indo atrás deles. Com o hábito de cozinhar, o homem passou a consumir trigo, arroz e batata, além de matar os germes e parasitas, tornando os alimentos mais seguros para consumo. A domesticação do fogo foi um sinal do que o ser humano seria capaz ao conseguir controlar a natureza.
	Se pelo planeta Terra passaram tantas espécies humanas, por que somente a sapiens vingou? É possível que os sapiens tenham miscigenado com outras espécies, ou que eles tenham as substituído. A tolerância não é uma marca registrada dos sapiens, é bem possível que, quando os sapiens encontraram os neandertais, o resultado tenha sido a 1ª e mais significativa campanha de limpeza étnica na história. Se a culpa é dos sapiens ou não, o fato é que, tão logo eles chegavam a um novo local, a população nativa era extinta.
	A capacidade de adaptação dos sapiens a novos ambientes em um curto período chama a atenção, porque não precisaram esperar por milhares de anos para que seus corpos se adaptassem, como os neandertais, por exemplo, o Homo sapiens conquistou o mundo graças a sua linguagem única.
	O que torna a linguagem dos sapiens especial comparado com a das outros espécies humanas? Evoluímos a linguagem da nossa espécie para ampliar a nossa rede de informações, tanto sobre o ambiente quanto sobre Outros humanos, nossa linguagem evoluiu como uma forma de fofoca, porém, A característica verdadeiramente única do sapiens não é sua capacidade de transmitir informações sobre o ambiente e sim a capacidade de transmitir informações sobre coisas que não existem, causando uma revolução cognitiva.
	Ao falar sobre coisas fictícias e que não tinham conexão alguma com o mundo físico, permitimos evoluir a nossa cognição para pensar não somente no aqui e agora, adquirindo a capacidade de planejamento. Com o tempo a capacidade de imaginação passou para o coletivo, os sapiens conseguiram realizar atividades com muito mais pessoas do que as outras espécies porque a capacidade de criar uma realidade imaginada com palavras possibilitou que indivíduos com pensamentos ou realidades imaginadas parecidas se unissem de maneira eficaz para concluírem seus objetivos. É muito mais fácil você realizar ações complexas quando se tem mais pessoas que compartilham do mesmo desejo, a comunicação e a criação de sinais e significados conseguiu deixar isso claro, por exemplo, pessoas completamente desconhecidas saem as ruas para manifestarem contra governos por possuírem as mesmas ideias, por isso os sapiens conseguem se organizar com milhares de pessoas.
	A revolução cognitiva é, portanto, o ponto em que a história declarou independência da biologia. Até a revolução cognitiva, os efeitos de todas as espécies humanas pertenciam ao reino da biologia. Isso não significa que o Homo sapiens e a cultura humana tenham se tornado isentos de leis biológicas. Ainda somos animais, e nossas capacidades físicas, emocionais e cognitivas continuam sendo moldadas por nosso DNA.

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