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AD2 Empreendedorismo 2023 2

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Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro 
Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro 
 
Avaliação a Distância – AD2 2023/2º 
Disciplina: Empreendedorismo e Oficina de Negócios - EON 
Coordenadora: Andreia Cristina Resende de Almeida 
 
Aluno (a): Isabela Alves dos Santos 
Matricula: 20215060350 
Polo: Mesquita 
 
 
AD 2 / EMPREENDEDORISMO E OFICINA DE NEGÓCIOS 2023-2 
 
 
Leia o texto a seguir e responda a questão 1 na sequência: 
Ao tratar a globalização e a formação da economia mundo, o geógrafo Milton Santos 
considera a existência de pelo menos três mundos num só. O entendimento de como 
seriam esses mundos passa pela compreensão do que é globalização, e, por isso, 
identifica os mundos de acordo com a percepção, com a realidade e com a possibilidade. 
O mundo que percebemos: a globalização como fábula 
Esse mundo globalizado, visto com fábula, exige um certo número de fantasias. A 
máquina ideológica faz crer que a difusão instantânea de notícias realmente informa as 
pessoas. Um mercado avassalador dito global é apresentado como capaz de 
homogeneizar o planeta através da disposição, cada vez maior, de mercadoria para o 
consumo quando, na verdade, as diferenças locais são aprofundadas. Podemos indagar 
se não estamos diante de uma ideologização maciça, na qual a realização do mundo 
atual exige como condição essencial o exercício de fabulações. 
O mundo real: a globalização como perversidade. 
Para a maior parte da humanidade, a globalização está se impondo como uma fábrica de 
perversidades. O desemprego se torna crônico, a pobreza aumenta, novas enfermidades 
se instalam, a mortalidade infantil permanece, a educação de qualidade é cada vez mais 
inacessível e o consumo é cada vez mais representado como fonte de felicidade. A 
perversidade sistêmica está relacionada à adesão desenfreada aos comportamentos 
competitivos que, atualmente, caracterizam as ações hegemônicas. 
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Lápis
O mundo como possibilidade: uma outra globalização. 
As bases materiais do período atual são, dentre outras, a unicidade da técnica, a 
convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o 
grande capital se apoia para construir a globalização perversa. No entanto, essas 
mesmas bases poderão servir a outros objetivos, se forem postas ao serviço de outros 
objetivos, se forem postas ao serviço de outros fundamentos sociais e políticos. 
 
QUESTÃO 1: Considerando seus estudos de Empreendedorismo Aulas 1 e 2 e 
considerando os fragmentos de textos do geógrafo Milton Santos, extraídos e adaptados 
de seu livro “Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência 
universal”, 10ª ed., Rio de Janeiro: Record 2003, identifique cinco características 
positivas e cinco características negativas da globalização. A seguir, discorra como seria 
possível para o empreendedor estabelecer uma outra globalização menos perversa. 
Positivos: Avanços das tecnologias de informação e comunicação; desenvolvimento de 
países; maior circulação de mercadorias e de pessoas; interculturalidade; fortalecimento 
da ideia de pertencimento global. 
Negativos: Aumento do capital especulativo; monopólio das grandes empresas; redução 
de salários; aumento do desemprego; crises econômicas globais. 
O combate à desigualdade pode ser o inicio de uma nova forma de globalização. 
Combater o desemprego, a pobreza, as doenças, a mortalidade infantil, lutar contra a 
educação de baixa qualidade, tudo isso é um mecanismo contra a globalização perversa. 
Usar a educação como uma arma para romper esse quadro crítico, com o emprego das 
técnicas e do conhecimento em prol da coletividade e não de grupos hegemônicos 
específicos. 
 
QUESTÃO 2: Qual é a importância do Empreendedorismo para o mundo globalizado? 
O empreendedorismo é uma atividade que contribui de inúmeras formas para o 
desenvolvimento de um país. Desde inovações tecnológicas até produtos que facilitam a 
vida das pessoas, gerando empregos e movimentando o mercado de consumo. 
 
QUESTÃO 3: Se pensarmos as organizações como se fossem organismos, podemos 
imaginar que as organizações são concebidas como sistemas vivos, que existem em um 
ambiente mais amplo do qual dependem, em termos, da satisfação das suas várias 
necessidades (MORGAN,1996). Neste sentido, demonstra-se uma interface entre o 
empreendedorismo e a cultura organizacional, tendo como pano de fundo o ambiente da 
globalização econômica. A luz dessa afirmação e conforme o que você estudou na aula 
4 sobre a visão de Moggi e Burkhard disserte o ciclo de desenvolvimento das empresas 
em comparação com os organismos vivos. 
Assim como os seres humanos possuem fases em sua vida, as empresas também possuem seus 
ciclos. O empreendedor deve identificar a fase em que a organização se encontra e, assim, ter a 
capacidade de resolver os problemas comuns a essa fase, para atingir a maturidade e ali 
permanecer. Em cada estágio do ciclo de vida, tanto empresas quanto pessoas enfrentam 
diversos problemas, e não é correto pensar que esses problemas acabarão. À medida que uns 
são resolvidos, outros são gerados. As organizações enfrentam os embates e as dificuldades 
normais que existem em cada estágio do ciclo de vida organizacional, e também os problemas 
usuais de transição ao ingressarem numa nova fase do seu desenvolvimento. O fato de ser feita 
uma analogia entre a vida humana e as organizações facilita o entendimento das fases de 
desenvolvimento da empresa por parte do empreendedor, que passa a compreender desde 
elementos internos, como estilo de gestão, até questões relacionadas ao mercado externo.

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