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201) 202) Direito Civil para OAB Exame XL - 2024 https://www.tecconcursos.com.br/s/Q3DaIn Ordenação: Por Matéria e Assunto (data) www.tecconcursos.com.br/questoes/2478844 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2009 Direito Civil - Negócio Jurídico. Classificações. Disposições Gerais (arts. 104 a 114) Acerca do contrato de trespasse e negócios empresariais afins, assinale a opção correta. a) O trespasse equipara-se à cisão parcial para todos os efeitos legais. b) A cessão de todas as participações de uma sociedade, assim como ocorre com o trespasse, altera a titularidade nominal sobre o respectivo estabelecimento. c) O trespasse equipara-se à incorporação de sociedades para todos os efeitos legais. d) O trespasse pode ocorrer entre empresários individuais, assim como entre sociedades empresárias, ou entre estas e aqueles. www.tecconcursos.com.br/questoes/2477481 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2008 Direito Civil - Negócio Jurídico. Classificações. Disposições Gerais (arts. 104 a 114) Segundo a doutrina, são pressupostos de validade do negócio jurídico: a) manifestação de vontade; agente emissor de vontade; objeto; forma. https://www.tecconcursos.com.br/s/Q3DaIn https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2478844 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2477481 203) 204) b) agente emissor de vontade capaz e legitimado para o negócio; objeto lícito, possível e determinado, ou determinável; forma. c) manifestação de vontade livre; agente emissor de vontade capaz e legitimado para o negócio; objeto lícito, possível e determinado, ou determinável; forma legalmente prescrita ou não defesa em lei. d) manifestação de vontade de boa-fé; agente legitimado para o negócio; objeto lícito, possível e determinado, ou juridicamente determinável. www.tecconcursos.com.br/questoes/2478983 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2008 Direito Civil - Negócio Jurídico. Classificações. Disposições Gerais (arts. 104 a 114) São negócios jurídicos unilaterais a) a troca ou permuta e a doação. b) o comodato e o mútuo. c) a promessa de recompensa e a gestão de negócios. d) a fiança e a transação. www.tecconcursos.com.br/questoes/2338718 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2007 Direito Civil - Negócio Jurídico. Classificações. Disposições Gerais (arts. 104 a 114) Acerca do negócio jurídico, assinale a opção incorreta. a) Negócio jurídico unilateral não receptício é um ato de autonomia privada que se aperfeiçoa pela declaração do seu autor e produz seus efeitos sem a necessidade de aceitação e conhecimento por parte do seu destinatário. b) A validade do negócio jurídico requer capacidade do agente. Nesse sentido, tal requisito tipifica a um só tempo elementos de existência e pressupostos de validade do negócio jurídico. c) A reserva mental ilícita ou irregular torna nula a declaração da vontade, se desconhecida da outra parte ao tempo da consumação do negócio jurídico. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2478983 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2338718 205) 206) d) Representante legal é a pessoa munida de mandato, expresso ou tácito, outorgado pelo representado. www.tecconcursos.com.br/questoes/2476653 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2007 Direito Civil - Negócio Jurídico. Classificações. Disposições Gerais (arts. 104 a 114) Segundo a lei, o negócio jurídico, cujos efeitos estão aguardando a ocorrência do termo inicial, produz a) direito adquirido. b) anulabilidade. c) expectativa de direito. d) nulidade absoluta. www.tecconcursos.com.br/questoes/2479536 FCC - Sec OAB SP/OAB/2007 Direito Civil - Negócio Jurídico. Classificações. Disposições Gerais (arts. 104 a 114) Sobre a conversão do negócio jurídico, é CORRETO afirmar que se trata de instituto a) aplicável apenas aos negócios anuláveis. b) que visa converter o negócio nulo em outro válido, mas que não tem previsão no nosso ordenamento. c) aplicável à fraude contra credores. d) que visa converter o negócio nulo em outro válido e que tem previsão no Código Civil. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2476653 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479536 207) 208) www.tecconcursos.com.br/questoes/2476624 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2004 Direito Civil - Negócio Jurídico. Classificações. Disposições Gerais (arts. 104 a 114) Benedito, maior e capaz, firmou declaração de dívida em nome de sociedade civil de que é proprietário de 90% de seu capital, sem ser diretor ou representante dessa sociedade, tendo sido, todavia, eleito para o exercício desse único cargo da empresa, no mês seguinte ao ter firmado referida declaração. Nesse caso, a) a declaração é anulável, mas eficaz, ante o direito de propriedade de Benedito, que se elegeu diretor, ratificando, com isso, a declaração anterior. b) a declaração é válida e eficaz, tendo em vista que a sociedade manifestou sua vontade por seu verdadeiro proprietário. c) a declaração é nula e ineficaz, temporariamente, porque Benedito, mesmo proprietário, não pode manifestar a vontade societária, enquanto não for diretor da sociedade. d) a declaração é inexistente e ineficaz, sem poder ratificar-se, porque a sociedade não manifestou sua vontade. www.tecconcursos.com.br/questoes/2436586 VUNESP - Sec OAB NE/OAB/2003 Direito Civil - Negócio Jurídico. Classificações. Disposições Gerais (arts. 104 a 114) Assinale a alternativa correta. a) Algumas declarações de vontade são emitidas e dirigidas a determinado destinatário infungível, em razão do interesse deste, no conteúdo da declaração. São as declarações não receptícias. b) A boa fé negocial traduz-se no dever de cada parte agir de forma a não defraudar a confiança da outra parte, alcançando todos os participantes da relação jurídica, não importando o ponto de vista psicológico de uma das partes, servindo como norte e padrão de conduta a ser seguido. c) A condição de representante deve ser comprovada pelo título que lhe concede o dominus negotii e o poder de representar. O mandato não pode existir sem representação. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2476624 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2436586 209) 210) d) Existem casos em que a presença de um erro, por mais que seja relevante, não importa a possível anulação do negócio. O Código Civil não permite a retificação de declaração de vontade quando caracterizado o chamado erro de cálculo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2474467 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2003 Direito Civil - Negócio Jurídico. Classificações. Disposições Gerais (arts. 104 a 114) Se "A" deve pagar a "B" R$ 200.000.00 ou entregar-lhe o imóvel "X", que se tornou inalienável, a) o credor poderá exigir ou a prestação subsistente ou o valor da outra, com perdas e danos. b) o negócio será válido somente quanto à prestação restante, aplicando-se a tese da redução do objeto. c) a obrigação extinguir-se-á, liberando-se as partes. d) o devedor fica obrigado a pagar o valor da última prestação, que se impossibilitou, mais as perdas e danos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2479955 Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2006 Direito Civil - Da Representação (arts. 115 a 120) No que concerne ao instituto da representação, regulado pelos arts. 115 e seguintes do Código Civil em vigor, pode-se dizer: a) Os poderes de representação conferem-se por lei ou pelo interessado. b) A manifestação de vontade pelo representante, mesmo que fora dos limites dos seus poderes, produz plenos efeitos em relação ao representado. c) É sempre válido o negócio jurídico que o representante, no seu interesse ou por conta de outrem, celebrar consigo mesmo. d) É válido o negócio concluído pelo representante em conflito de interesses com o representado, mesmo que o conflito seja de conhecimento de quem com o representante tratou. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2474467 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479955 211) 212) www.tecconcursos.com.br/questoes/2266932 FGV - AFRE MG/SEF MG/Tributação/2023 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais Inês, viúva, sem herdeiros necessários,faz um testamento por meio de escritura pública deixando todo o seu patrimônio para Laura, sua melhor amiga, com o ônus de ser tutora e cuidadora de seu animal doméstico, Frajola. Sobre a hipótese, com base no ordenamento jurídico brasileiro, assinale a afirmativa correta. a) O testamento está sujeito a um encargo, não havendo suspensão da aquisição nem do exercício do direito, salvo quando expressamente imposto no testamento, pela testadora, como condição suspensiva. b) O encargo de tutela e cuidado do animal assemelha-se ao termo inicial, sendo considerado, por conseguinte, um evento futuro e certo. c) O caso é vedado pelo ordenamento jurídico brasileiro, por não haver previsão legal a respeito de encargo. d) O testamento sujeita-se a um encargo, sendo o motivo determinante da liberalidade, sendo considerado inexistente, caso seja impossível seu cumprimento. e) O testamento sujeita-se à transferência do patrimônio a um termo suspensivo, que vem a ser cuidar do animal; assim, em primeiro lugar, Laura deverá cuidar do animal e, após a morte natural dele, a propriedade tornar-se-á plena. www.tecconcursos.com.br/questoes/2336521 FGV - Cons Sub (TCE ES)/TCE ES/2023 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais Cândhido e Torsila celebram contrato preliminar que seria concluído, com a transferência dos bens e direitos envolvidos, assim que fosse do interesse da credora. Vinte anos depois, antes de Torsila manifestar interesse em levar a efeito o objeto do contrato, sobrevém alteração legislativa a https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2266932 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2336521 213) torná-lo ilícito. Nesse caso, é correto afirmar que: a) a condição estipulada (assim que fosse do interesse da credora), por ser meramente potestativa, é ilícita e se considera, por isso mesmo, não escrita; b) a condição estipulada (assim que fosse do interesse da credora), por ser puramente potestativa, é ilícita e se considera, por isso mesmo, não escrita; c) diante da superveniente ilicitude do objeto, o contrato fica resolvido e as partes devem ser repostas ao status quo ante; d) consumou-se o prazo decadencial para exercício do direito potestativo de concluir a transferência de bens e direitos envolvidos, cuja fluência não se suspende ou interrompe pelas demais causas que afetam a prescrição, notadamente a pendência de condição suspensiva; e) a lei não poderia retroagir para atingir o objeto de contrato subordinado à condição suspensiva, mesmo que não se reconheça às partes direito adquirido, mas meramente expectativo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2427875 FGV - JT (CSJT)/CSJT/2023 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais Por meio de manifestação de vontade expressa, Maria declara que será doado imóvel de sua propriedade a João “quando ele manifestar seu interesse”. Sobre a cláusula aposta à manifestação de vontade, é correto afirmar que é condição: a) puramente potestativa, vedada pelos Arts. 115 e 122 do Código Civil; b) simplesmente potestativa, portanto válida, pois estipulada em benefício do credor; c) puramente potestativa, pois confere ao devedor a prerrogativa de impedir a eficácia do negócio jurídico; d) defesa, pois priva de todo efeito o ato jurídico pretendido; e) ilícita, pois subordina a eficácia do negócio jurídico à vontade exclusiva de uma das partes. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2427875 214) 215) www.tecconcursos.com.br/questoes/2519174 FGV - Conc (TJ BA)/TJ BA/2023 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais Leonardo ofende Denise, famosa cantora, em suas redes sociais. Ela ajuíza, então, demanda no Juizado Especial Cível. Na sessão conciliatória, propõe a Leonardo a desistência do processo, desde que ele dirija suas ofensas a Adilson, principal rival de Denise. Sem que ele se dispusesse a isso, não seria possível o negócio jurídico. Nesse caso, a cláusula imposta é considerada: a) condição suspensiva nula; b) condição resolutiva nula; c) condição suspensiva anulável; d) condição resolutiva anulável; e) encargo invalidante do negócio jurídico. www.tecconcursos.com.br/questoes/2519175 FGV - Conc (TJ BA)/TJ BA/2023 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais No dia 29/02/2020, Maria da Penha compra um imóvel da Construtora Lar Paraíso Ltda. Os pagamentos são previstos da seguinte forma: entrada em quinze dias corridos, intermediária dali a um ano e parcela final em meados de fevereiro de 2023. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2519174 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2519175 216) Nesse caso, à luz do Código Civil, as parcelas têm vencimento, respectivamente, em: a) 14/03/2020; 28/02/2021 e 15/02/2023; b) 14/03/2020; 01/03/2021 e 15/02/2023; c) 15/03/2020; 28/02/2021 e 14/02/2023; d) 15/03/2020; 01/03/2021 e 14/02/2023; e) 15/03/2020; 01/03/2021 e 15/02/2023. www.tecconcursos.com.br/questoes/1865189 FGV - JE TJAP/TJ AP/2022 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais A Lig Suprimentos Ltda. firmou uma confissão de dívida perante a SMA Informática S/A, tendo por objeto a quantia de RS 150.000,00. Uma das cláusulas da confissão de dívida estabelecia que o pagamento da dívida se daria em data a ser definida por credor e devedor. Com o passar do tempo, a SMA Informática S/A tentou por diversas vezes fixar a data para pagamento, mas a Lig Suprimentos Ltda. nunca concordava. A mencionada cláusula contém uma condição: a) suspensiva simplesmente potestativa; b) resolutiva puramente potestativa; c) suspensiva contraditória; d) resolutiva simplesmente potestativa; e) suspensiva puramente potestativa. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1865189 217) 218) www.tecconcursos.com.br/questoes/2051960 FGV - AJ (TJDFT)/TJDFT/Judiciária/Oficial de Justiça Avaliador Federal/2022 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais Rosália efetuou a doação de um terreno para o Município de Euclidelândia, para que nele seja construída uma escola no prazo de um ano a contar da data da celebração do negócio jurídico. Os elementos acidentais presentes no contrato são: a) encargo e termo; b) condição suspensiva e encargo; c) condição resolutiva e termo; d) termo e condição inicial; e) encargo e condição final. www.tecconcursos.com.br/questoes/2219923 FGV - Adv (SEN)/SEN/2022 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais A sociedade empresária Transportes Ltda. celebrou contrato com a sociedade empresária Manutenções Ltda., por via do qual esta se obrigou perante aquela, mediante retribuição, a fornecer serviços de manutenção mecânica de ônibus intermunicipais. No instrumento contratual, dentre outras, estipularam as seguintes cláusulas: (1ª) a sociedade empresária Manutenções Ltda. deve manter uma equipe fixa de manutenção no galpão da sociedade empresária Transportes Ltda.; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2051960 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2219923 219) (2ª) a sociedade empresária Manutenções Ltda. deve fornecer serviços de reparos em regime de urgência, deslocando equipe para o local onde o veículo se encontrar, sempre que acionada; (3ª) o descumprimento de qualquer dessas obrigações importa pagamento de multa de 10% sobre o valor da remuneração por dia de desfalque nos serviços ou por chamado urgente não atendido; (4ª) se houver três infrações contratuais no mesmo mês ou cinco no intervalo de dois meses, o contrato é tido como extinto, devendo a sociedade empresária Manutenções Ltda. pagar multa em valor correspondente a três vezes a remuneração mensal paga pela sociedade empresária Transportes Ltda.; e (5ª) qualquer questão deve ser tratada no foro do Distrito Federal e as partes renunciam, previamente, ao direito de recorrer contra qualquer decisão do juízode primeira instância, que será a única instância a resolver qualquer controvérsia de maneira definitiva. Diante do caso acima, assinale a afirmativa correta. a) A cláusula primeira revela obrigação de execução continuada, não havendo elementos que permitam concluir que a superveniência de condição resolutiva gere efeitos quanto aos atos já praticados. b) A cláusula segunda denota regime de sobreaviso regulado pelas normas de Direito Trabalhista, que prevalecem sobre as normas de Direito Civil. c) A cláusula terceira prevê cláusula penal compensatória, cuja função é pré-fixar as perdas e os danos em face do inadimplemento. d) A cláusula quarta indica cláusula resolutiva expressa, produzindo efeitos a partir de simples interpelação judicial. e) É nula a cláusula de renúncia ao direito de recorrer das decisões de primeira instância, porque as normas e garantias processuais que envolvem o direito ao recurso são de ordem pública e de natureza indisponível. www.tecconcursos.com.br/questoes/1934655 FGV - Adv (IMBEL)/IMBEL/2021 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais A sociedade empresária M aliena onerosamente seu parque industrial para a sociedade empresária N. Estipula-se, no contrato de venda, que N receberá imediatamente a propriedade dos ativos de M, mas que o preço da compra somente será pago quando N alcançar uma determinada receita da produção advinda do parque industrial alienado. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1934655 220) Quanto à hipótese apresentada, é correto dizer que se previu, em relação ao pagamento, a) uma condição suspensiva. b) um encargo. c) uma condição resolutiva. d) um termo inicial. e) um termo final. www.tecconcursos.com.br/questoes/912689 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2019 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais Eva celebrou com sua neta Adriana um negócio jurídico, por meio do qual doava sua casa de praia para a neta caso esta viesse a se casar antes da morte da doadora. O ato foi levado a registro no cartório do Registro de Imóveis da circunscrição do bem. Pouco tempo depois, Adriana tem notícia de que Eva não utilizava a casa de praia há muitos anos e que o imóvel estava completamente abandonado, deteriorando-se a cada dia. Adriana fica preocupada com o risco de ruína completa da casa, mas não tem, por enquanto, nenhuma perspectiva de casar-se. De acordo com o caso narrado, assinale a afirmativa correta. a) Adriana pode exigir que Eva autorize a realização de obras urgentes no imóvel, de modo a evitar a ruína da casa. b) Adriana nada pode fazer para evitar a ruína da casa, pois, nos termos do contrato, é titular de mera expectativa de fato. c) Adriana pode exigir que Eva lhe transfira desde logo a propriedade da casa, mas perderá esse direito se Eva vier a falecer sem que Adriana tenha se casado. d) Adriana pode apressar-se para casar antes da morte de Eva, mas, se esta já tiver vendido a casa de praia para uma terceira pessoa ao tempo do casamento, a doação feita para Adriana não produzirá efeito. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/912689 221) 222) www.tecconcursos.com.br/questoes/557274 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2017 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais Eduardo comprometeu-se a transferir para Daniela um imóvel que possui no litoral, mas uma cláusula especial no contrato previa que a transferência somente ocorreria caso a cidade em que o imóvel se localiza viesse a sediar, nos próximos dez anos, um campeonato mundial de surfe. Depois de realizado o negócio, todavia, o advento de nova legislação ambiental impôs regras impeditivas para a realização do campeonato naquele local. Sobre a incidência de tais regras, assinale a afirmativa correta. a) Daniela tem direito adquirido à aquisição do imóvel, pois a cláusula especial configura um termo. b) Prevista uma condição na cláusula especial, Daniela tem direito adquirido à aquisição do imóvel. c) Há mera expectativa de direito à aquisição do imóvel por parte de Daniela, pois a cláusula especial tem natureza jurídica de termo. d) Daniela tem somente expectativa de direito à aquisição do imóvel, uma vez que há uma condição na cláusula especial. www.tecconcursos.com.br/questoes/239805 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2012 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais João prometeu doar seu imóvel em Búzios a José se o seu time de futebol do coração, o América/RJ, for campeão carioca em 2013. Assim sendo, sobre a condição imposta para a doação, assinale a afirmativa correta. a) Trata-se de condição puramente potestativa, sendo lícita por depender de manifestação da vontade de uma das partes. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/557274 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/239805 223) 224) b) Subordinando-se a eficácia do negócio jurídico à condição suspensiva, enquanto esta não se verificar, não terá Roberto adquirido o direito nele previsto. c) É defeso a Roberto, titular do direito eventual, praticar atos destinados à sua conservação. d) Trata-se de condição meramente potestativa, sendo, pois, ilícita, uma vez que sujeita ao puro arbítrio de uma das partes. www.tecconcursos.com.br/questoes/238797 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais A condição, o termo e o encargo são considerados elementos acidentais, facultativos ou acessórios do negócio jurídico, e têm o condão de modificar as consequências naturais deles esperadas. A esse respeito, é correto afirmar que a) se considera condição a cláusula que, derivando da vontade das partes ou de terceiros, subordina o efeito do negócio jurídico a evento futuro e incerto. b) se for resolutiva a condição, enquanto esta se não realizar, não vigorará o negócio jurídico, não se podendo exercer desde a conclusão deste o direito por ele estabelecido. c) o termo inicial suspende o exercício, mas não a aquisição do direito e, salvo disposição legal ou convencional em contrário, computam-se os prazos, incluindo o dia do começo e excluindo o do vencimento. d) se considera não escrito o encargo ilícito ou impossível, salvo se constituir o motivo determinante da liberalidade, caso em que se invalida o negócio jurídico. www.tecconcursos.com.br/questoes/2480559 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2008 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais Não comporta condição o ato a) mútuo. b) de compra e venda. c) de doação. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/238797 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2480559 225) 226) d) de aceitação ou de repúdio a herança. www.tecconcursos.com.br/questoes/2383370 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB RJ/OAB/2007 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais Termo inicial e condição suspensiva a) produzem idênticos efeitos jurídicos. b) se distinguem, quanto aos efeitos, pois o primeiro impede a aquisição do direito, enquanto a segunda suspende seu exercício. c) se distinguem, quanto aos efeitos, pois o primeiro suspende o exercício do direito, enquanto a segunda impede sua aquisição. d) impedem ambos a aquisição, mas não o exercício do direito, distinguindo-se apenas em que o primeiro é evento futuro e certo e a segunda, evento futuro e incerto. www.tecconcursos.com.br/questoes/2471661 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2001 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais Doação feita a um cantor de ópera, condicionada ao fato de desempenhar bem um determinado papel, é negócio jurídico sob condição a) puramente potestativa. b) suspensiva. c) resolutiva. d) simplesmente potestativa. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2383370 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2471661 227) 228) www.tecconcursos.com.br/questoes/2446900 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2000 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137)- Elementos Acidentais "A" se compromete a comprar de "B" a obra de arte "X", se ela for aceita numa exposição internacional. Cuida-se de ato negocial, continente de condição a) suspensiva. b) necessária. c) puramente potestativa. d) simplesmente potestativa. www.tecconcursos.com.br/questoes/2437692 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/1999 Direito Civil - Da Condição, Termo e Encargo (arts. 121 a 137) - Elementos Acidentais Reputa-se ocorrida a condição quando a) seu implemento for intencionalmente obstado pela parte a quem desfavorecer. b) seu implemento se tornar impossível por motivo alheio à vontade das partes. c) transcorrido o lapso de tempo inicialmente previsto para a sua ocorrência. d) seu implemento for maliciosamente levado a efeito pela parte a quem favorecer. www.tecconcursos.com.br/questoes/2295545 FGV - Aud Est (CGE SC)/CGE SC/Direito/2023 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2446900 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2437692 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2295545 229) 230) Manoela, 83 anos de idade, capaz e lúcida, adquiriu um vasto patrimônio em virtude do falecimento de seu marido, ocorrido no ano passado. Sem nenhuma experiência no mercado imobiliário, confiando em seu neto, adquiriu um terreno em sua cidade, pagando cinco vezes acima do preço real do bem. O imóvel era da propriedade da namorada do neto. Diante da situação narrada, assinale a afirmativa correta. a) O negócio jurídico é válido, pois Manoela é capaz e lúcida. b) O negócio jurídico é nulo, em virtude do dolo de terceiros. c) O negócio jurídico é anulável, pois o negócio jurídico descrito no enunciado é viciado devido à lesão. d) O negócio jurídico é nulo, pois o negócio jurídico realizado por Manoela foi simulado. e) O negócio jurídico é anulável, em virtude do erro essencial. www.tecconcursos.com.br/questoes/2336789 FGV - ACE (TCE ES)/TCE ES/Direito/2023 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Wangô, idoso de pouca instrução, celebra contrato de franquia com Edvardo, pelo qual deveria pagar, mensalmente, a título de contraprestação, 10% da receita bruta havida com a exploração do negócio. Sucede que, diante da crise econômica, os resultados da franquia começam a piorar muito, e Wangô pede para rescindir o contrato. Edvardo, então, propõe que Wangô pague uma multa rescisória de R$ 50.000,00, não prevista no instrumento original que sequer considerava a hipótese de resolução antecipada, além de quitar as parcelas de contraprestação em aberto. Adverte que, se Wangô não aceitar esses termos, terá que continuar tocando a franquia e poderá sofrer a negativação de seu nome ou até a execução judicial do saldo devedor. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2336789 231) Wangô, contrariado, adere à proposta, até porque precisava recuperar o capital investido para, secretamente, financiar o tratamento de uma filha havida fora do casamento. Nesse caso, o distrato foi: a) plenamente válido e eficaz; b) anulável por estado de perigo, diante da necessidade de salvar sua filha; c) ineficaz na parte em que cria novas obrigações pecuniárias não previstas no contrato original; d) anulável por coação, haja vista as ameaças feitas por Edvardo, no sentido de prender Wangô a um negócio prejudicial e de executá-lo judicialmente; e) anulável por lesão, considerada a inexperiência de Wangô e a premente necessidade de sair de um negócio ruinoso, para conservar seu patrimônio. www.tecconcursos.com.br/questoes/2519176 FGV - Conc (TJ BA)/TJ BA/2023 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Suponha que alguém, por inexperiência em determinada área de conhecimentos específicos, comprometa-se a uma prestação manifestamente desproporcional. Nesse caso, à luz do Código Civil, o negócio jurídico firmado é: a) válido e eficaz; b) anulável por lesão; c) anulável por erro; d) anulável por estado de perigo; e) anulável por coação. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2519176 232) 233) www.tecconcursos.com.br/questoes/2551525 FGV - Tec (DPE RS)/DPE RS/Administrativa/2023 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Zuleide vendeu para sua irmã Zuleica um pequeno apartamento de quarto e sala que recebera por herança do seu falecido marido. Como Zuleica passava por dificuldades financeiras, Zuleide comprometeu-se a transferir o imóvel imediatamente para a irmã, mas estabeleceu no contrato que esta última só começaria a pagar o preço do apartamento após dois anos da data de celebração. Imensamente agradecida pela generosidade da irmã, Zuleica sugeriu acrescentar ao contrato uma cláusula por meio da qual ela renunciava desde logo a qualquer prazo prescricional que pudesse prejudicar Zuleide. À luz do direito civil brasileiro, essa cláusula é: a) válida, desde que não prejudique terceiros; b) inválida, mas não vicia o negócio jurídico como um todo; c) anulável, mas pode ser confirmada tacitamente; d) ineficaz, pois a pretensão de Zuleide não se sujeita à prescrição; e) nula, mas pode convalescer depois de consumada a prescrição. www.tecconcursos.com.br/questoes/2597839 FGV - DP RJ/DPE RJ/2023 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Acerca dos negócios jurídicos, analise as afirmativas a seguir. I. Configura-se lesão quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2551525 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2597839 234) II. Os negócios jurídicos são anuláveis quando houver coação, sendo de quatro anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação, contados da data em que a coação cessar. Ademais, a anulabilidade não tem efeito antes de julgada por sentença. III. Será nulo o negócio jurídico que contiver objeto ilícito e, nesse caso, a nulidade deve ser pronunciada pelo juiz, quando conhecer do negócio jurídico, que não será suscetível de confirmação, nem passível de convalescimento pelo decurso do tempo. Está correto somente o que se afirma em: a) I; b) II; c) III; d) I e II; e) II e III. www.tecconcursos.com.br/questoes/2619487 FGV - TecGes Admin (ALEMA)/ALEMA/Advogado/2023 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Pedro Grilo, originário do município de Bonfim, RR, foi aprovado em concurso público tendo sido nomeado, empossado e lotado no município de Dom Pedro, MA. Como não conhece a cidade, pois pela primeira vez viajou para fora do Estado de Roraima, confia em seu colega de trabalho, Guilherme Estreito, que aluga um imóvel de propriedade de sua sogra para Pedro. Ocorre que três meses após a celebração do contrato, Pedro descobre que o aluguel está excessivamente oneroso, correspondendo a cerca de cinco vezes o preço de mercado. A respeito da hipótese narrada, assinale a afirmativa correta a) O negócio jurídico celebrado por Pedro Grilo é nulo, em virtude do dolo de terceiros cometido por Guilherme. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2619487 235) b) O contrato de locação é válido, salvo se Pedro demonstre a má-fé da sogra de Guilherme. c) No caso narrado, ocorre a lesão, visto que, por inexperiência, Pedro se obrigou a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. d) A relação jurídica entre Pedro e a sogra de Guilherme deve ser anulada em virtude do estado de perigo. e) Caso Pedro demonstre o seu erro essencial, haverá a anulabilidade do negócio jurídico. www.tecconcursos.com.br/questoes/2675757 FGV - JE TJPR/TJ PR/2023 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Mévio, 19 anos, filho mimado de Tício, encantou-se por um apartamento em frente à praia da cidade em que morava. Fez então uma proposta de compra ao proprietário, Oswaldo, que recusou, alegando queo imóvel havia pertencido a seu amado pai e, por isso, não tinha intenção de aliená-lo. Tício, percebendo a frustração do filho, procurou Oswaldo e disse a ele que, se não vendesse o apartamento a Mévio, sua filha amanheceria morta. Diante disso, Oswaldo vendeu o apartamento a Mévio, que sabia que a venda ocorreu sob a ameaça de seu pai. Nesse caso, Tício: a) deve indenizar Oswaldo por perdas e danos, mas a venda permanece válida; b) responderá solidariamente com Mévio perante Oswaldo por perdas e danos e a coação moral de terceiro vicia o negócio; c) juntamente com Mévio, deve indenizar Oswaldo por perdas e danos, mas a venda permanece válida; d) responderá perante Oswaldo por perdas e danos e a coação moral de terceiro vicia o negócio; e) agiu além do simples temor reverencial, mas Mévio não responde, de modo que a venda permanece válida. www.tecconcursos.com.br/questoes/2675759 FGV - JE TJPR/TJ PR/2023 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2675757 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2675759 236) 237) Marcos estava passeando com sua mãe quando ela começa a se sentir mal. Atônito, adentra o hospital mais próximo, clamando por ajuda. Enquanto o médico realiza o primeiro atendimento, Marcos é convidado a resolver as questões burocráticas. Nesse momento, solicitam-lhe um cheque caução no valor de R$ 500.000,00. Marcos argumenta que não possui tal quantia. Em contrapartida, dizem-lhe que, sem o cheque, não haverá atendimento a sua mãe. Marcos faz o cheque e o entrega ao administrador do hospital. De acordo com o Código Civil, a situação narrada caracteriza um defeito do negócio jurídico, qual seja: a) simulação; b) estado de perigo; c) dolo; d) coação; e) lesão. www.tecconcursos.com.br/questoes/2708973 FGV - N e R (TJ SE)/TJ SE/Provimento/2023 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Deodato vendeu um de seus apartamentos para Lara pelo valor de R$ 800.000,00. Os dois, com o objetivo de pagar menos imposto, declararam em escritura pública que o apartamento fora vendido por R$ 600.000,00. De acordo com o Código Civil, houve: a) dolo; b) simulação; c) lesão; d) fraude contra credores; e) abuso do direito. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2708973 238) www.tecconcursos.com.br/questoes/1924987 FGV - AFFC (CGU)/CGU/Correição e Combate à Corrupção/2022 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Renato, filho do diretor-geral da D.U., procura Romualdo, senhor idoso e com problemas de saúde, sócio-gerente da Fruve Ltda., para convencê-lo a desistir da concorrência que a Fruve vinha mantendo com a D.U. em determinado certame licitatório. Para isso, ameaçou revelar para a esposa de Romualdo que ele mantivera um relacionamento extraconjugal. Amedrontado, já que sempre foi muito cioso com relação à sua reputação como marido, Romualdo cedeu e formalizou a renúncia da Fruve à concorrência. Nesse caso, é correto afirmar que: a) a ação de nulidade da renúncia pode ser proposta em face de Renato e de seu pai, se este tivesse ou devesse ter conhecimento da coação; b) proposta a ação de anulação da renúncia, a coação deve ser apreciada subjetivamente, de acordo com as características de Romualdo e as circunstâncias capazes de agravar a coação; c) se o pai de Renato tivesse ou devesse ter conhecimento da coação, o negócio jurídico de renúncia será anulado e somente ele deverá indenizar Romualdo em perdas e danos; d) a renúncia formalizada por Romualdo é nula, pois foi concluída com o emprego de exercício abusivo de direito; e) Romualdo tem o prazo de quatro anos para pleitear a anulação da renúncia, prazo que começa a correr a partir da data da celebração do negócio jurídico. www.tecconcursos.com.br/questoes/1925539 FGV - Estag (MPE BA)/MPE BA/Direito/2022 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1924987 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1925539 239) 240) Quando sua mãe passou muito mal, Bruno a levou à emergência mais próxima, onde foi indicada a necessidade de sua internação imediata numa Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), sob risco de morte. Bruno encontrou vaga em um hospital na região, mas não tendo conseguido a autorização do plano de saúde para a transferência da mãe, celebrou contrato com o hospital pelo qual se comprometeu a pagar pelo serviço preço bastante superior ao seu valor de mercado. Diante disso, o contrato entre Bruno e o hospital é viciado por: a) estado de necessidade; b) dolo; c) coação; d) fraude; e) estado de perigo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2051193 FGV - AJ (TJ MS)/TJ MS/Fim/Bacharel em Direito/2022 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Pedro, com o objetivo de vender a cobertura de sua propriedade, ao ser perguntado por Fábio, possível comprador, se a fiação elétrica havia sido trocada nos últimos cinco anos, disse que sim, embora soubesse que esse fato não era verdadeiro, agindo com intuito malicioso para que Fábio adquirisse o imóvel. Celebrado o negócio, com o passar dos meses da data da compra, Fábio percebe o problema quando alguns eletrodomésticos começam a dar defeito sem explicação. Um especialista lhe revela que a fiação data de quatro décadas atrás. Fábio gosta do imóvel, por ser bem localizado, bonito e confortável e quer mantê-lo, mas se sente injustiçado, pois, se conhecesse a verdade, não teria pagado o valor que desembolsou pelo imóvel. Nesse caso, pode Fábio alegar: a) erro substancial e anular o negócio; b) dolo acidental e receber perdas e danos; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2051193 241) c) lesão e anular o negócio; d) erro acidental e receber perdas e danos; e) dolo principal, anular o negócio e receber perdas e danos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2064849 FGV - ES (SEMSA Manaus)/Pref Manaus/Advogado/2022 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) XYZ Materiais Odontológicos Ltda. fornece peças e realiza manutenção de equipamentos para a Policlínica ABC S/A. Em uma de suas visitas à Policlínica, XYZ comunicou que a cadeira odontológica usada pela Policlínica não será mais fabricada, razão pela qual a Policlínica adquiriu estoque de peças para a eventual e futura manutenção do equipamento. Porém, uma semana após a celebração do negócio jurídico, a Policlínica descobriu não ser verdadeira a notícia de interrupção da produção da cadeira e tomou ciência de que XYZ utilizava desse expediente com a concorrência, a fim de aumentar suas vendas. A respeito da situação apresentada, é correto afirmar que o negócio jurídico celebrado entre as partes é a) nulo por simulação. b) anulável por erro. c) nulo por dolo. d) anulável por dolo. e) anulável por coação. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2064849 242) 243) www.tecconcursos.com.br/questoes/2101090 FGV - TJ (TJ TO)/TJ TO/Apoio Judiciário e Administrativo/2022 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Vitória é uma jovem universitária de origens humildes. Suas condições financeiras sempre a privaram de qualquer luxo ou de adquirir produtos supérfluos. Alguns meses após ser contratada em seu primeiro estágio e economizar os valores que restaram dos seus primeiros salários, ela considerou que merecia finalmente fazer uma pequena despesa pessoal. Procurou, assim, uma loja de bijuterias e comprou o primeiro par de brincos de sua vida, pelos quais pagou praticamente todo o valor que conseguira economizar até então. Dias depois, conversando com uma amiga, Vitória descobriu que havia pagado um valor trinta vezes mais elevado do que o custo normal de uma bijuteria daquele padrão e que, com aquele montante, teria conseguido comprar um par de brincos folheados a ouro, muito mais valiosos. Como aquela era a primeira vez que ela adquirira uma bijuteria, Vitória não podia supor, no momentoda contratação, que o preço cobrado era tão desproporcional. Nesse caso, a compra e venda dos brincos: a) foi plenamente válida, pois o erro em que incorreu Vitória classifica-se como inescusável; b) foi plenamente válida, pois o erro em que incorreu Vitória não dizia respeito à substância do objeto adquirido; c) foi ineficaz, mas depende da concordância do vendedor para ser anulada judicialmente; d) pode ser anulada a pedido de Vitória, mesmo se o vendedor se oferecer para reduzir o preço a um montante justo; e) pode ser anulada a pedido de Vitória, ainda que o vendedor não tivesse conhecimento da inexperiência dela. www.tecconcursos.com.br/questoes/2101108 FGV - TJ (TJ TO)/TJ TO/Apoio Judiciário e Administrativo/2022 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Adamastor procurou seu amigo Ricardo, técnico em informática, para consultá-lo sobre a aquisição de um computador. Adamastor explicou para quais finalidades precisava do equipamento e Ricardo afirmou que tinha um computador seminovo cujas https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2101090 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2101108 244) especificações seriam ideais e atenderiam perfeitamente às necessidades do amigo. Satisfeito, Adamastor aceitou comprar o computador oferecido por Ricardo. Semanas depois, porém, Adamastor descobriu que havia sido induzido a erro por Ricardo, pois as especificações do aparelho adquirido eram totalmente insuficientes para o uso pretendido. A respeito desse contrato, é correto afirmar que se trata de negócio: a) inválido, cujo vício não pode ser sanado pelo decurso do tempo; b) inválido, mas que pode ser confirmado por Adamastor se ele quiser; c) ineficaz, que pode ser impugnado judicialmente por qualquer interessado; d) ineficaz, cujo vício pode ser conhecido de ofício pelo juiz que vier a analisar o caso; e) apenas parcialmente nulo, por aplicação do princípio da conservação dos negócios jurídicos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2211876 FGV - JL (TJ GO)/TJ GO/2022 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Por meio de um aplicativo de locação de veículos entre particulares e pretendendo usá-lo para uma viagem para uma remota unidade de conservação (parque nacional), Leandro alugou um automóvel de Terêncio, depositando de imediato o preço do aluguel, correspondente a um mês. Na véspera da viagem, após ter resolvido pesquisar sobre o parque, Leandro descobriu que precisaria de um veículo com tração nas quatro rodas, o que o veículo alugado de Terêncio não tinha. Assim, pleiteou o dinheiro de volta alegando erro. Sabendo-se que Leandro não especificou a Terêncio a razão pela qual alugara o veículo, é correto afirmar que Leandro: a) pode reaver o dinheiro do aluguel com base na nulidade do contrato; b) pode reaver o dinheiro do aluguel após anular o contrato com base no erro substancial; c) não pode reaver o dinheiro do aluguel, pois o erro é acidental; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2211876 245) d) pode reaver o dinheiro do aluguel, pois o motivo era determinante para o contrato; e) não pode reaver o dinheiro do aluguel, pois o motivo não foi expressado como razão determinante do contrato. www.tecconcursos.com.br/questoes/2219052 FGV - ACE (TCE TO)/TCE TO/Direito/2022 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Zelinda e Cláudio compareceram ao cartório para celebrar contrato de compra e venda de imóvel, tendo declarado, para fins de lavratura da escritura pública, que o preço pago por Zelinda seria de R$ 1.200.000,00 em troca da transferência da propriedade do apartamento de Cláudio. Entretanto, o que seria efetivamente pago, conforme avençado entre os dois, era o valor de R$ 2.000.000,00, que foi o montante efetivamente recebido por Cláudio de Zelinda: o acordo entre as partes para a declaração de valor menor tinha por objetivo pagar menos impostos. Nesse caso, ocorreu: a) fraude contra credores; b) dolo; c) lesão; d) simulação; e) estado de perigo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2223185 FGV - CL (SEN)/SEN/Assessoramento Legislativo/Direito Civil, Processual Civil e Agrário/2022 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2219052 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2223185 246) 247) Mini Mercado BC Ltda. é devedor da Granja FG S/A em razão contrato de fornecimento de proteína animal produzida por FG, bem como de contrato de mútuo do saldo devedor. Passando por dificuldades financeiras no giro mensal, Mini Mercado BC Ltda. resolve vender o automóvel de entregas, que representava o bem maior do seu patrimônio, para permitir o pagamento de salários atrasados dos atuais empregados, bem como as contas de luz e água. Apesar da venda, nenhum valor sobrou para amortizar o saldo devido à FG, que anteviu a possibilidade de não reaver o crédito, ante a provável queda das vendas de BC sem a entrega em domicílio. Diante deste quadro, é correto afirmar que a venda do automóvel sem anuência de FG configura negócio jurídico a) nulo, por caracterizar fraude contra credores. b) válido, pois voltado à manutenção do estabelecimento. c) anulável, ante a ocorrência de fraude contra credores. d) nulo, pois realizado em fraude à lei. e) ineficaz, ante a ausência do consentimento de FG. www.tecconcursos.com.br/questoes/2230011 FGV - AJ TRT13/TRT 13/Judiciária/"Sem Especialidade"/2022 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Doralice adquiriu um apartamento de Tereza no trimestre passado. A aquisição ocorreu devido à intervenção direta de Sérgio, amigo de Doralice e namorado de Tereza, pois garantiu para a compradora, por meio de documentos e imagens falsas, que a região era agradável e muito tranquila e que o bem estava em excelente estado de conservação. Doralice tem alguns transtornos psiquiátricos e necessita de um lugar calmo para viver. Contudo, após a imissão da posse, a compradora verificou que a região era muito barulhenta, devido à existência de um bar que realiza shows de terça-feira a domingo, tornando impossível um sono tranquilo. Vizinhos informaram que tais shows já ocorrem desde 2021, sendo que já fizeram várias reclamações, mas nada foi feito. Ao contrário, o problema só aumenta. O porteiro informou que Tereza estava tentando vender o apartamento fazia muito tempo, contudo, ninguém queria comprar devido ao barulho. Ademais, Doralice verificou que há diversas infiltrações no bem, camufladas por Sérgio. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2230011 248) Diante da situação narrada, assinale a afirmativa correta. a) O dolo de terceiro não gera anulabilidade do negócio, mas, apenas, responsabilidade civil por dano material. b) Na situação narrada, devido a gravidade da situação e das condições subjetivas da vendedora, haverá a nulidade absoluta da venda. c) A venda é válida, pois as infiltrações e o barulho são percalços normais e previsíveis do cotidiano, não gerando a invalidade do negócio jurídico. d) O negócio jurídico celebrado entre Doralice e Tereza só seria anulável, se comprovado o dolo comissivo da vendedora. e) Na situação narrada, o ato foi praticado por terceiro, portanto, para que haja a anulabilidade do negócio jurídico, é imprescindível que Tereza, a favorecida, tivesse ou devesse ter conhecimento do dolo de Sérgio. www.tecconcursos.com.br/questoes/1630817 FGV - DP RJ/DPE RJ/2021 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Ângelo, médico, pai de Fernando, vê-se em uma emergência médica com seu filho, que sofreu grave acidente doméstico. Imediatamente leva seu filho ao pronto-atendimento de unidade hospitalar particular. Fernando não possui plano de saúde e Ângelo vai arcar diretamente com as despesas do tratamento. Diagnosticou-se, na triagem, que o paciente deveria ser imediatamente internado, pois corre risco de morte. Na recepção do hospital, Ângelo é surpreendidocom a cobrança da diária de internação em altíssimo valor, mas, para salvar seu filho, não hesita e assina autorização de internação, obrigando-se ao pagamento. Posteriormente, Ângelo descobre que a diária cobrada, na ocasião, estava dez vezes superior à média dos hospitais daquele porte e naquela época. A respeito dos direitos de Ângelo, é correto afirmar que: a) por ter sido praticado sob premente necessidade, o negócio jurídico é nulo, desde seu nascedouro, podendo a nulidade ser suscitada por qualquer interessado ou pelo Ministério Público, quando lhe couber intervir; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1630817 249) b) Ângelo, em situação imprevisível e inevitável, obrigou-se a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta, podendo suscitar a anulabilidade do negócio em até cinco anos a contar de sua celebração; c) Ângelo, sob premente necessidade, obrigou-se a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta, podendo suscitar a anulabilidade do negócio em até quatro anos a contar de sua celebração; d) Ângelo, por ser médico, tem experiência e conhecimento das regras de mercado e teria condições plenas de avaliar, consciente e livremente, as condições no momento da contratação, não podendo reclamar indenização posterior; e) Ângelo e o hospital não podem, em razão da anulabilidade que recai sobre o negócio, celebrar acordo posterior para confirmar o conteúdo do negócio, nos seus termos iniciais, limitando-se a autonomia privada das partes para essa transação, em razão de norma de ordem pública. www.tecconcursos.com.br/questoes/1692375 FGV - ATCE (TCE-AM)/TCE AM/Ministério Público de Contas/2021 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Nestor, filho de 30 anos de Ernesto e Clara, disse que divulgaria imagens íntimas dos pais se eles não aceitassem figurar como seus fiadores em contrato em que ele seria locatário. Apavorados, Ernesto e Clara assinaram o instrumento do contrato. Nesse caso, o contrato é: a) anulável por coação moral; b) nulo por dolo; c) nulo por coação moral; d) anulável por dolo; e) nulo por estado de perigo. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1692375 250) 251) www.tecconcursos.com.br/questoes/1786536 FGV - NeR (TJ SC)/TJ SC/Remoção/2021 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Célio deseja vender uma sala comercial na cidade de Florianópolis. Clara se interessou pelo imóvel e foi visitá-lo. Com receio de que Clara não fizesse uma proposta de compra, Célio omitiu o fato de que o imóvel não tinha a instalação elétrica adequada para a atividade comercial que sabia que Clara pretendia exercer naquele local. Celebrada a compra e venda, posteriormente Clara descobre a verdade. Nesse caso, é possível invalidar o negócio com base em: a) erro; b) lesão; c) simulação; d) dolo; e) estado de perigo. www.tecconcursos.com.br/questoes/1791411 FGV - TJ (TJ RO)/TJ RO/Apoio Técnico/2021 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) A pequena cidade de Salgueiro recebeu, de repente, uma enorme quantidade de pessoas, que estavam desabrigadas em razão de desastre ambiental que devastara um vilarejo próximo. Percebendo que precisavam de hospedagem e não existiam mais acomodações na localidade, Gilberto decidiu se aproveitar da situação e ofereceu quartos de sua grande casa para hospedar algumas pessoas, cobrando o triplo do que as pousadas da região cobravam. Nesse caso, o contrato celebrado por Gilberto com os vizinhos está viciado por: a) fraude contra credores; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1786536 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1791411 252) b) estado de perigo; c) erro; d) dolo; e) lesão. www.tecconcursos.com.br/questoes/1130816 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2020 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) João, único herdeiro de seu avô Leonardo, recebeu, por ocasião da abertura da sucessão deste último, todos os seus bens, inclusive uma casa repleta de antiguidades. Necessitando de dinheiro para quitar suas dívidas, uma das primeiras providências de João foi alienar uma pintura antiga que sempre estivera exposta na sala da casa, por um valor módico, ao primeiro comprador que encontrou. João, semanas depois, leu nos jornais a notícia de que reaparecera no mercado de arte uma pintura valiosíssima de um célebre artista plástico. Sua surpresa foi enorme ao descobrir que se tratava da pintura que ele alienara, com valor milhares de vezes maior do que o por ela cobrado. Por isso, pretende pleitear a invalidação da alienação. A respeito do caso narrado, assinale a afirmativa correta. a) O negócio jurídico de alienação da pintura celebrado por João está viciado por lesão e chegou a produzir seus efeitos regulares, no momento de sua celebração. b) O direito de João a obter a invalidação do negócio jurídico, por erro, de alienação da pintura, não se sujeita a nenhum prazo prescricional c) A validade do negócio jurídico de alienação da pintura subordina-se necessariamente à prova de que o comprador desejava se aproveitar de sua necessidade de obter dinheiro rapidamente. d) Se o comprador da pintura oferecer suplemento do preço pago de acordo com o valor de mercado da obra, João poderá optar entre aceitar a oferta ou invalidar o negócio. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1130816 253) 254) www.tecconcursos.com.br/questoes/1471901 FGV - Est For (MPE RJ)/MPE RJ/2020 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Cristina vendeu um anel para sua vizinha Márcia, garantindo-lhe ser de ouro, mesmo sabendo que não era. Meses após a compra, Márcia percebeu que o anel começou a descascar, constatando assim que não era de ouro. Nesse caso, Márcia poderá pleitear a anulação do negócio jurídico com fundamento em: a) erro; b) dolo; c) fraude contra credores; d) lesão; e) simulação. www.tecconcursos.com.br/questoes/1067289 FGV - Ana (MPE RJ)/MPE RJ/Processual/2019 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Rejane mora com seu filho menor na comunidade do Milharal, onde vem disputando com seu vizinho parte de um terreno. O vizinho, contudo, ameaçou a integridade de seu filho para que ela assinasse acordo de transação, pelo qual renunciava a direitos sobre o terreno. Diante disso, o referido acordo é: a) nulo, em razão do objeto ilícito; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1471901 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1067289 255) b) nulo, em razão da ausência de vontade; c) anulável, em razão de estado de perigo; d) anulável, em razão de coação; e) anulável, em razão de dolo. www.tecconcursos.com.br/questoes/572292 FGV - AFTE (SEFIN RO)/SEFIN RO/2018 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Bueno, servidor público, está com graves problemas financeiros diante da falta de pagamento regular de seus salários. Com débitos em atraso no cartão de crédito e tendo sido negativado no sistema de proteção ao crédito, ele precisa de empréstimos para saldar suas dívidas mais prementes. Para isso, procura uma instituição financeira que aceita conceder empréstimos a pessoas na sua condição e assina contrato de mútuo de fins econômicos, cuja prestação em favor da mutuante é manifestamente desproporcional à prestação conferida ao mutuário. Em face dessa situação, quanto ao negócio jurídico celebrado por Bueno, é correto afirmar que ele é a) nulo por coação por parte da mutuante e o receio de dano iminente e considerável à pessoa do mutuário e aos seus bens. b) plenamente válido, por se tratar de contrato de adesão, quando não é dado ao aderente discutir ou modificar o conteúdo das estipulações. c) anulável por ocorrência de lesão, diante da premente necessidade do devedor, que se obrigou a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. d) plenamente válido, por se tratar de exercício da liberdade contratuale da força obrigatória dos contratos (pacta sunt servanda). e) anulável por ocorrência de estado de perigo, diante da necessidade de o devedor quitar seus débitos e eliminar a negativação de seu nome. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/572292 256) 257) www.tecconcursos.com.br/questoes/611584 FGV - AnaLM (CM Salvador)/CM Salvador/Licitação, Contratos e Convênios/Licitação, Contratos e Convênios/2018 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) A Construtora Imóveis Novos Ltda. (CIN) contrata com Loteamentos Urbanos Ltda. (LU) a permuta de determinado lote de propriedade da LU com o direito de quatro unidades no prédio de dez andares que CIN incorporará no local. Antes de iniciar a obra, CIN solicita autorização para construção junto à municipalidade, que, no entanto, nega, sob o fundamento de que naquela área apenas é possível realizar a construção de edificação de até três andares com três unidades imobiliárias, conforme legislação vigente antes mesmo da permuta. Diante da negativa administrativa, o negócio jurídico é: a) eficaz, mas poderá ser anulado por erro de direito; b) inválido, pois viciada a vontade das partes; c) eficaz, não sendo possível o desfazimento, tendo em vista que a ninguém é dado desconhecer a lei; d) inexistente, por ausente o motivo; e) válido, porém ineficaz, ante o vício sobre o motivo. www.tecconcursos.com.br/questoes/661917 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2018 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) A cidade de Asa Branca foi atingida por uma tempestade de grandes proporções. As ruas ficaram alagadas e a população sofreu com a inundação de suas casas e seus locais de trabalho. Antônio, que tinha uma pequena barcaça, aproveitou a ocasião para realizar o transporte dos moradores pelo triplo do preço que normalmente seria cobrado, tendo em vista a premente necessidade dos moradores de recorrer a esse tipo de transporte. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/611584 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/661917 258) Nesse caso, em relação ao citado negócio jurídico, ocorreu a) estado de perigo. b) dolo. c) lesão. d) erro. www.tecconcursos.com.br/questoes/667382 FGV - Est For (MPE RJ)/MPE RJ/2018 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Durante a greve dos caminhoneiros, que atingiu as principais rodovias brasileiras, com duração de quase duas semanas e com diversos bloqueios, impedindo o abastecimento, o Posto Brazil, em Magalhães Bastos, Rio de Janeiro, negociou seus estoques de óleo diesel a R$ 20,00 o litro, mais de 15 vezes o valor cobrado no dia anterior, o que tornaria o negócio jurídico de compra do mencionado combustível eivado de: a) erro; b) dolo; c) coação; d) fraude contra credores; e) lesão. www.tecconcursos.com.br/questoes/688835 FGV - Adv (ALERO)/ALERO/2018 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/667382 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/688835 259) 260) Sobre o negócio jurídico, assinale a afirmativa correta. a) O Código Civil apresenta os requisitos do negócio jurídico, dentre os quais é incluída a causa. b) O falso motivo em um contrato será, em regra, irrelevante para a perfeição do negócio jurídico. c) O direito brasileiro não admite a ocorrência de dolo por omissão, pois não há possibilidade de indução em erro quando a pessoa não manifesta a vontade de modo explícito. d) O silêncio não pode significar anuência, pois juridicamente quem cala não consente. e) Se a lesão ficar caracterizada em um negócio jurídico, não poderá o juiz reconhecer a sanatória do ato. www.tecconcursos.com.br/questoes/505530 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2017 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Em um bazar beneficente, promovido por Júlia, Marta adquiriu um antigo faqueiro, praticamente sem uso. Acreditando que o faqueiro era feito de prata, Marta ofereceu um preço elevado sem nada perguntar sobre o produto. Júlia, acreditando no espírito benevolente de sua vizinha, prontamente aceitou o preço oferecido. Após dois anos de uso constante, Marta percebeu que os talheres começaram a ficar manchados e a se dobrarem com facilidade. Consultando um especialista, ela descobre que o faqueiro era feito de uma liga metálica barata, de vida útil curta, e que, com o uso reiterado, ele se deterioraria. De acordo com o caso narrado, assinale a afirmativa correta. a) A compra e venda firmada entre Marta e Júlia é nula, por conter vício em seu objeto, um dos elementos essenciais do negócio jurídico. b) O negócio foi plenamente válido, considerando ter restado comprovado que Júlia não tinha qualquer motivo para suspeitar do engano de Marta. c) O prazo decadencial a ser observado para que Marta pretenda judicialmente o desfazimento do negócio deve ser contado da data de descoberta do vício. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/505530 261) 262) d) De acordo com a disciplina do Código Civil, Júlia poderá evitar que o negócio seja desfeito se oferecer um abatimento no preço de venda proporcional à baixa qualidade do faqueiro. www.tecconcursos.com.br/questoes/341219 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2016 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Juliana foi avisada que seu filho Marcos sofreu um terrível acidente de carro em uma cidade com poucos recursos no interior do Ceará e que ele está correndo risco de morte devido a um grave traumatismo craniano. Diante dessa notícia, Juliana celebra um contrato de prestação de serviços médicos em valores exorbitantes, muito superiores aos praticados habitualmente, para que a única equipe de médicos especializados da cidade assuma o tratamento de seu filho. Tendo em vista a hipótese apresentada, assinale a afirmativa correta. a) O negócio jurídico pode ser anulado por vício de consentimento denominado estado de perigo, no prazo prescricional de quatro anos, a contar da data da celebração do contrato. b) O negócio jurídico celebrado por Juliana é nulo, por vício resultante de dolo, tendo em vista o fato de que a equipe médica tinha ciência da situação de Marcos e se valeu de tal condição para fixar honorários em valores excessivos. c) O contrato de prestação de serviços médicos é anulável por vício resultante de estado de perigo, no prazo decadencial de quatro anos, contados da data da celebração do contrato. d) O contrato celebrado por Juliana é nulo, por vício resultante de lesão, e por tal razão não será suscetível de confirmação e nem convalescerá pelo decurso do tempo. www.tecconcursos.com.br/questoes/383518 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2016 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Bernardo, nascido e criado no interior da Bahia, decide mudar-se para o Rio de Janeiro. Ao chegar ao Rio, procurou um local para morar. José, percebendo o desconhecimento de Bernardo sobre o valor dos aluguéis no Rio de Janeiro, lhe oferece um https://www.tecconcursos.com.br/questoes/341219 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/383518 263) quarto por R$ 500,00 (quinhentos reais). Pagando com dificuldade o aluguel do quarto, ao conversar com vizinhos, Bernardo descobre que ninguém paga mais do que R$ 200,00 (duzentos reais) por um quarto naquela região. Sentindo-se injustiçado, procura um advogado. Sobre o caso narrado, com base no Código Civil, assinale a afirmativa correta. a) O negócio jurídico poderá ser anulado por lesão, se José não concordar com a redução do proveito ou com a oferta de suplemento suficiente. b) O negócio jurídico será nulo em virtude da ilicitude do objeto. c) O negócio jurídico poderá ser anulado por coação em razão da indução de Bernardo a erro. d) O negócio jurídico poderá ser anulado por erro, eis que este foi causa determinante do negócio. www.tecconcursos.com.br/questoes/423704 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2016 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Durante uma viagem aérea,Eliseu foi acometido de um mal súbito, que demandava atendimento imediato. O piloto dirigiu o avião para o aeroporto mais próximo, mas a aterrissagem não ocorreria a tempo de salvar Eliseu. Um passageiro ofereceu seus conhecimentos médicos para atender Eliseu, mas demandou pagamento bastante superior ao valor de mercado, sob a alegação de que se encontrava de férias. Os termos do passageiro foram prontamente aceitos por Eliseu. Recuperado do mal que o atingiu, para evitar a cobrança dos valores avençados, Eliseu pode pretender a anulação do acordo firmado com o outro passageiro, alegando a) erro. b) dolo. c) coação. d) estado de perigo. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/423704 264) www.tecconcursos.com.br/questoes/236573 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2014 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Maria Clara, então com dezoito anos, animada com a conquista da carteira de habilitação, decide retirar suas economias da poupança para adquirir um automóvel. Por saber que estava no início da sua carreira de motorista, resolveu comprar um carro usado e pesquisou nos jornais até encontrar um modelo adequado. Durante a visita de Maria Clara para verificar o estado de conservação do carro, o proprietário, ao perceber que Maria Clara não era conhecedora de automóveis, informou que o preço que constava no jornal não era o que ele estava pedindo, pois o carro havia sofrido manutenção recentemente, além de melhorias que faziam com que o preço fosse aumentado em setenta por cento. Com esse aumento, o valor do carro passou a ser maior do que um modelo novo, zero quilômetro. Contudo, após as explicações do proprietário, Maria Clara fechou o negócio. Sobre a situação apresentada no enunciado, assinale a opção correta. a) Maria Clara sofreu coação para fechar o negócio, diante da insistência do antigo proprietário e, por isso, pode ser proposta a anulação do negócio jurídico no prazo máximo de três anos. b) O negócio efetuado por Maria Clara não poderá ser anulado porque decorreu de manifestação de vontade por parte da adquirente. Dessa forma, como não se trata de relação de consumo, Maria Clara não possui essa garantia. c) O pai de Maria Clara, inconformado com a situação, pretende anular o negócio efetuado pela filha, porém, como já se passaram três anos, isso não será mais possível, pois já decaiu seu direito. d) O negócio jurídico efetuado por Maria Clara pode ser anulado; porém, se o antigo proprietário concordar com a diminuição no preço, o vício no contrato estará sanado. www.tecconcursos.com.br/questoes/237275 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2014 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/236573 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/237275 265) 266) Lúcia, pessoa doente, idosa, com baixo grau de escolaridade, foi obrigada a celebrar contrato particular de assunção de dívida com o Banco FDC S.A., reconhecendo e confessando dívidas firmadas pelo seu marido, esse já falecido, e que não deixara bens ou patrimônio a inventariar. O gerente do banco ameaçou Lúcia de não efetuar o pagamento da pensão deixada pelo seu falecido marido, caso não fosse assinado o contrato de assunção de dívida. Considerando a hipótese acima e as regras de Direito Civil, assinale a afirmativa correta. a) O contrato particular de assunção de dívida assinado por Lúcia é anulável por erro substancial, pois Lúcia manifestou sua vontade de forma distorcida da realidade, por entendimento equivocado do negócio praticado. b) O ato negocial celebrado entre Lúcia e o Banco FDC S.A. é anulável por vício de consentimento, em razão de conduta dolosa praticada pelo banco, que ardilosamente falseou a realidade e forjou uma situação inexistente, induzindo Lúcia à prática do ato. c) O instrumento particular firmado entre Lúcia e o Banco FDC S.A. pode ser anulado sob fundamento de lesão, uma vez que Lúcia assumiu obrigação excessiva sobre premente necessidade. d) O negócio jurídico celebrado entre Lúcia e o Banco FDC S.A. é anulável pelo vício da coação, uma vez que a ameaça praticada pelo banco foi iminente e atual, grave, séria e determinante para a celebração da avença. www.tecconcursos.com.br/questoes/239084 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2013 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) João, credor quirografário de Marcos em R$ 150.000,00, ingressou com Ação Pauliana, com a finalidade de anular ato praticado por Marcos, que o reduziu à insolvência. João alega que Marcos transmitiu gratuitamente para seu filho, por contrato de doação, propriedade rural avaliada em R$ 200.000,00. Considerando a hipótese acima, assinale a afirmativa correta. a) Caso o pedido da Ação Pauliana seja julgado procedente e seja anulado o contrato de doação, o benefício da anulação aproveitará somente a João, cabendo aos demais credores, caso existam, ingressarem com ação individual própria. b) O caso narrado traz hipótese de fraude de execução, que constitui defeito no negócio jurídico por vício de consentimento. c) Na hipótese de João receber de Marcos, já insolvente, o pagamento da dívida ainda não vencida, ficará João obrigado a repor, em proveito do acervo sobre que se tenha de efetuar o concurso de credores, aquilo que recebeu. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/239084 267) 268) d) João tem o prazo prescricional de dois anos para pleitear a anulação do negócio jurídico fraudulento, contado do dia em que tomar conhecimento da doação feita por Marcos. www.tecconcursos.com.br/questoes/238301 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2012 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Em relação aos defeitos dos negócios jurídicos, assinale a afirmativa incorreta. a) A emissão de vontade livre e consciente, que corresponda efetivamente ao que almeja o agente, é requisito de validade dos negócios jurídicos. b) O erro acidental é o que recai sobre características secundárias do objeto, não sendo passível de levar à anulação do negócio. c) A simulação é causa de anulação do negócio, e só poderá ocorrer se a parte prejudicada demonstrar cabalmente ter sido prejudicada por essa prática. d) O objetivo da ação pauliana é anular o negócio praticado em fraude contra credores. www.tecconcursos.com.br/questoes/2415010 IADES - Adv (OAB DF)/OAB DF/2012 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Em relação aos defeitos do negócio jurídico e à luz da doutrina de GONÇALVES (2006), assinale a alternativa correta. GONÇALVES, Carlos Roberto, Direito Civil, Parte Geral, Volume 1- 13ª edição- São Paulo: Saraiva, 2006. a) O Código Civil menciona e regula apenas 5 defeitos do negócio jurídico, quais sejam: erro, dolo coação, estado de perigo e lesão. b) A fraude contra credores não se traduz em defeito do negócio jurídico, representando apenas um vício social. c) O erro, o dolo, a coação, o estado de perigo e a lesão, defeitos do negócio jurídico, são chamados de vício de consentimento porque provocam uma manifestação de vontade não correspondente com o íntimo e o verdadeiro querer do https://www.tecconcursos.com.br/questoes/238301 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2415010 269) 270) agente. d) Ocorre o estado de perigo quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. e) A lesão configura-se quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou pessoa de sua família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa. www.tecconcursos.com.br/questoes/238881 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Considerando o instituto da lesão, é correto afirmar que a) a desproporção entre as prestações deve se configurar somente no curso de contrato. b) os efeitos da lesão podem se manifestar no curso do contrato, desde que sejam provenientes de desproporção entre as prestações existente nomomento da celebração do contrato. c) a desproporção entre as prestações surge em razão de fato superveniente à celebração do contrato. d) os efeitos da lesão decorrem de um fato imprevisto. www.tecconcursos.com.br/questoes/241286 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) O negócio jurídico depende da regular manifestação de vontade do agente envolvido. Nesse sentido, o art. 138 do Código Civil dispõe que “são anuláveis os negócios jurídicos quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio”. Relativamente aos defeitos dos negócios jurídicos, assinale a alternativa correta. a) O falso motivo, por sua gravidade, viciará a declaração de vontade em todas as situações e, por consequência, gerará a anulação do negócio jurídico. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/238881 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/241286 271) 272) b) O erro não prejudica a validade do negócio jurídico quando a pessoa, a quem a manifestação de vontade se dirige, se oferecer para executá-la na conformidade da vontade real do manifestante. c) O erro é substancial quando concerne à identidade ou à qualidade essencial da pessoa a quem se refira a declaração de vontade, ainda que tenha influído nesta de modo superficial. d) O erro de cálculo gera a anulação do negócio jurídico, uma vez que restou viciada a declaração de vontade nele baseada. www.tecconcursos.com.br/questoes/243307 CEBRASPE (CESPE) - NAC UNI OAB/OAB/2010 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) A respeito dos defeitos dos negócios jurídicos, assinale a opção correta. a) A lesão é um defeito que surge concomitantemente à realização do negócio e enseja a sua anulabilidade. Entretanto, permite-se a revisão contratual para evitar a anulação, aproveitando-se, assim, o negócio. b) Se, na celebração do negócio, uma das partes induzir a erro a outra, levando-a a concluir o negócio e a assumir uma obrigação desproporcional à vantagem obtida pelo outro, esse negócio será nulo porque a manifestação de vontade emana de erro essencial e escusável. c) O dolo acidental, a despeito do qual o negócio seria realizado, embora por outro modo, acarreta a anulação do negócio jurídico. d) Tratando-se de negócio jurídico a título gratuito, somente se configura fraude quando a insolvência do devedor seja notória ou haja motivo para ser conhecida, admitindo-se a anulação do negócio pelo credor. www.tecconcursos.com.br/questoes/1643310 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2008 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Com relação aos defeitos dos negócios jurídicos, assinale a opção correta. a) Configura-se vício da vontade de estado de perigo o fato de uma pessoa emitir declaração de vontade premida pela necessidade de salvar-se, ou a seu cônjuge, descendente, ascendente, ou mesmo alguém a ela ligada por laços de extrema https://www.tecconcursos.com.br/questoes/243307 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1643310 273) 274) afetividade, assumindo obrigação excessivamente onerosa, ciente a outra parte. b) A desconformidade da declaração de vontade do agente com o ordenamento jurídico ou com a vontade real produz negócio jurídico inexistente. c) A declaração da vontade eivada por erro substancial e determinante implica a nulidade do negócio jurídico. d) Na simulação relativa, ou dissimulação, a declaração de vontade do agente deveria produzir um resultado, mas o agente não pretende resultado algum. www.tecconcursos.com.br/questoes/1644758 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2008 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Acerca dos fatos jurídicos, assinale a opção correta. a) A nulidade absoluta, por ser de ordem pública, não se convalesce pelo decurso do tempo nem pode ser suprida pelo juiz, ainda que a requerimento dos interessados, sendo insuscetível de confirmação. b) O negócio jurídico concluído pelo representante legal em conflito com interesses do representado é anulável, ainda que o terceiro, pessoa com a qual o representante celebra o negócio, não tenha conhecimento de tal conflito. Se restar caracterizada a má-fé desse terceiro, o negócio jurídico é eivado de nulidade absoluta. c) Quando a lei não exigir forma expressa, o silêncio indica consentimento ou anuência quanto à manifestação de vontade na interpretação dos negócios jurídicos. d) Para que o dolo de terceiro acarrete anulabilidade do negócio jurídico, é exigido que as partes envolvidas no negócio conheçam, de antemão, a existência do dolo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2477482 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2008 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) João, ao celebrar um contrato de seguro, omitiu intencionalmente que era portador de moléstia grave para assegurar a celebração do negócio jurídico, que não teria sido realizado não fosse a omissão do fato. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1644758 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2477482 275) Na situação hipotética apresentada, a conduta de João caracteriza a) dolo positivo. b) dolo negativo. c) lesão absoluta. d) lesão relativa. www.tecconcursos.com.br/questoes/1645389 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2007 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) No que concerne aos defeitos do negócio jurídico, assinale a opção correta. a) Para caracterizar a simulação, defeito sujeito à anulabilidade do negócio jurídico, exige-se que, na conduta do agente, além da intenção de violar dispositivo de lei, haja o desejo de prejudicar terceiros. b) Podem demandar a anulabilidade do negócio simulado o terceiro juridicamente interessado e o Ministério Público, sendo vedada aos simuladores a faculdade de alegar a simulação ou requerer em juízo a sua anulação, em litígio comum ou contra terceiros. c) A lesão é vício de consentimento que surge concomitantemente com o negócio e acarreta a sua anulabilidade, permitindo- se a revisão contratual para evitar a anulação, aproveitando-se, assim, o negócio. d) Se, na celebração do negócio, uma das partes induzir a erro a outra, levando-a a concluir a avença e assumir uma obrigação desproporcional à vantagem obtida pelo outro, esse negócio será nulo porque a manifestação de vontade emana de erro essencial e escusável. www.tecconcursos.com.br/questoes/2338720 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2007 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1645389 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2338720 276) 277) No que se refere ao termo ou condição e aos defeitos do negócio jurídico, julgue os itens abaixo. I A condição é a cláusula que subordina o efeito do negócio jurídico, oneroso ou gratuito, a evento futuro e incerto, e tem aceitação voluntária. II Em face da condição resolutiva, tem-se mera expectativa de direito ou direito eventual pendente. III O vício resultante da coação causa a anulabilidade do negócio jurídico, mas é passível de ratificação pelas partes, ressalvado direito de terceiro. IV Na fraude contra credores, o ato de alienação de bens praticado pelo devedor é nulo de pleno direito e dispensa a propositura de ação própria para anulação do negócio jurídico. Estão certos apenas os itens a) I e II. b) I e III. c) II e IV. d) III e IV. www.tecconcursos.com.br/questoes/2479538 FCC - Sec OAB SP/OAB/2007 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Sobre a fraude contra credores, é ERRADO afirmar que a) o credor deverá provar o consilium fraudis e o eventus damni a fim de anular a venda praticada pelo devedor insolvente. b) se diferencia da fraude de execução, visto que esta só se configura caso o negócio seja praticado no decorrer de um processo de execução movido em face do devedor. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479538278) 279) c) o prazo decadencial para anular o negócio fraudulento é de quatro anos. d) o credor quirografário que receber do devedor insolvente o pagamento da dívida ainda não vencida, ficará obrigado a repor, em proveito do acervo sobre que se tenha de efetuar o concurso de credores, aquilo que recebeu. 6 OABSP/V-1 www.tecconcursos.com.br/questoes/2339435 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2006 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) A respeito dos defeitos dos negócios jurídicos, assinale a opção correta. a) Reputa-se em fraude contra credores a alienação efetuada pelo devedor dos direitos sobre imóvel penhorado em ação de execução, em detrimento da garantia de que este representa a satisfação do crédito alheio. Nessa situação, caracterizam-se má-fé e prejuízo, impondo-se o reconhecimento da nulidade do negócio jurídico. b) Os atos simulados são nulos, insuscetíveis de confirmação pelas partes ou de convalidação pelo decurso do prazo. Entretanto, apesar de nulo o negócio, subsiste o ato dissimulado se válido na substância e na forma. c) O negócio jurídico apresenta-se defeituoso quando ambas as partes agem reciprocamente com dolo e com errônea transmissão de vontade. Nessa situação, qualquer um dos contratantes pode requerer a anulação do negócio, desde que se responsabilize pelos danos experimentados pelo outro contratante e por aquele causado a terceiro de boa-fé. d) A lesão inclui-se entre os vícios de consentimento, ensejando a nulidade absoluta do negócio. Para caracterização da lesão, é necessário que, na conduta do agente, ocorra intenção de lesar terceiro e demonstração da exagerada vantagem auferida por esse na conclusão do negócio. www.tecconcursos.com.br/questoes/2397073 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2006 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Acerca dos fatos jurídicos, assinale a opção correta. a) Configura-se o estado de perigo quando uma pessoa, por inexperiência ou sob premente necessidade, obriga-se a prestação desproporcional entre as prestações recíprocas, gerando lucro exagerado ao outro contratante. Nessa situação, a pessoa pode demandar a nulidade do negócio jurídico, dispensando-se a verificação do dolo, ou má-fé, da parte adversa. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2339435 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2397073 280) 281) b) É válido o ato negocial em que ambas as partes houverem reciprocamente agido com dolo. A nenhuma delas é permitido reclamar indenização, devendo cada uma suportar o prejuízo experimentado. c) A simulação relativa é um vício social que acarreta a nulidade do negócio jurídico, não subsistindo o ato negocial, mesmo que seja válido na substância e na forma, por representar declaração enganosa da vontade. d) A lesão consiste em declaração enganosa da vontade de um dos participantes do negócio jurídico e inclui-se entre os vícios de consentimento, acarretando a nulidade absoluta do negócio jurídico. www.tecconcursos.com.br/questoes/2477785 FCC - Sec OAB SP/OAB/2006 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Sobre a boa-fé objetiva, é INCORRETO afirmar: a) implica o dever de conduta probo e íntegro entre as partes contratantes. b) significa a ignorância de vício que macula o negócio jurídico. c) implica a observância de deveres anexos ao contrato, tais como informação e segurança. d) aplica-se aos contratos do Código Civil e do Código de Defesa do Consumidor. www.tecconcursos.com.br/questoes/2406714 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB ES/OAB/2004 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) No tocante aos defeitos do ato e do negócio jurídico, assinale a opção correta. a) Para caracterização do vício da simulação, com a conseqüente nulidade do negócio jurídico, é necessário que, na conduta do agente, ocorra a intenção de lesar terceiro. b) Constatada a ocorrência de vício da simulação no negócio jurídico, admite-se a subsistência do ato dissimulado se este for válido na forma e na substância. Assim, na simulação, sobrevive o negócio jurídico dissimulado, que consistia na verdadeira intenção das partes, e aniquila-se o negócio jurídico simulado, que se apresenta no mundo real, mas veicula vontade enganosa. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2477785 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2406714 282) 283) c) O negócio jurídico é anulável, se atingido por erro de direito que recaia sobre norma cogente, bem como sobre norma dispositiva, ambas sujeitas ao livre acordo das partes, mesmo se tal transação fosse considerada legal por uma das partes. d) O pagamento de dívida vencida efetuado pelo devedor insolvente a um de seus credores quirografários presume-se em fraude ao concurso de credores, o que obriga o beneficiado a devolver o que recebeu em proveito do acervo do devedor. www.tecconcursos.com.br/questoes/2436589 VUNESP - Sec OAB NE/OAB/2003 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) Assinale a alternativa correta. a) O estado de perigo caracteriza-se como uma situação de desequilíbrio entre a prestação e a contra-prestação, grave, que autoriza o prejudicado a anular o negócio. b) No estado de necessidade, exige-se que o perigo tenha sido causado voluntariamente pelo autor do dano e que este seja inevitável. c) Na coação, a parte possui violento temor de dano, que dela toma conta, e a faz participar de negócio excessivamente oneroso. d) A coação exercida por terceiro, quando insciente a parte que dela se aproveita, não vicia o negócio jurídico, mas subsistirá, devendo tão somente o terceiro coator responder civilmente pelos prejuízos causados à vítima da coação. www.tecconcursos.com.br/questoes/2475324 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2003 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) A emissão de titulo de crédito que não representa qualquer negócio, feita pelo marido, em favor de amigo, antes da separação judicial, para prejudicar a mulher na partilha de bens, é passível de nulidade absoluta, por estar configurada a a) simulação relativa objetiva. b) simulação absoluta. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2436589 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2475324 284) 285) c) reserva mental. d) simulação relativa subjetiva. www.tecconcursos.com.br/questoes/2446898 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2000 Direito Civil - Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (arts. 138 a 165) O dolo que conduz a vítima a realizar um negócio em condições mais onerosas ou menos vantajosas, não afetando sua declaração de vontade, nem influindo, diretamente, na realização daquele ato negocial, que seria praticado independentemente do emprego do artifício astucioso, designa-se a) dolo principal. b) dolus bonus. c) dolus malus. d) dolo acidental. www.tecconcursos.com.br/questoes/2362031 FGV - Proc (Niterói)/Pref Niterói/2023 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Renato, solteiro, vende, em 2010, imóvel de sua propriedade para seu filho Felipe, sem anuência de seu outro filho, Paulo, por preço muito abaixo do mercado. Para evitar questionamentos jurídicos, as partes convencionam que o negócio seria realizado em nome de Marília, esposa de Felipe. À época da venda, Paulo, que é diplomata, estava lotado na embaixada de Paris. Por isso, somente quando retornou ao Brasil, em 2021, ajuizou demanda impugnando a compra e venda. Nesse caso, o juiz deverá: a) afastar a prescrição, considerando que o prazo não corre contra os ausentes do país em serviço público da União; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2446898 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2362031 286) b) reconhecer a extinção do direito de anular o negócio jurídico, ainda que a matéria não seja suscitada pelas partes; c) afirmar a subsistência do fundo de direito, diante de negócio jurídico simulado, em que a nulidade é absoluta e não se convalida pelo decurso do tempo; d) reconhecer a validade do negócio jurídico, ressalvandoa necessidade de trazer o bem à colação no inventário de Renato, já que o objetivo fora o de dissimular uma doação; e) abster-se de declarar a invalidade antes da abertura da sucessão de Renato, quando se vai apurar a legítima e verificar se a compra e venda ultrapassou o limite de disponibilidade. www.tecconcursos.com.br/questoes/2412284 FGV - JE TJMS/TJ MS/2023 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Após a morte de seu pai, Alessandro cedeu para Dejair, por instrumento particular, os quadros que eventualmente herdaria na divisão da herança. Nesse caso, é correto afirmar que o negócio jurídico: a) que versa sobre a alienação de bens móveis, é existente, válido e eficaz; b) é nulo, por violação de forma prescrita em lei, de modo que não admite qualquer aproveitamento ou convalidação; c) é anulável, por violação de forma prescrita em lei, mas admite sua conversão em promessa de cessão; d) é nulo, por violação de forma prescrita em lei, mas admite sua conversão em promessa de cessão; e) que versa sobre a alienação de bens móveis, é existente, válido e tem eficácia subordinada a fato futuro e incerto, qual seja, Alessandro ser aquinhoado, na divisão, com os quadros que alienou a Dejair. www.tecconcursos.com.br/questoes/2424792 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2412284 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2424792 287) 288) FGV - Ana (PGM Niterói)/Pref Niterói/Processual/2023 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Esmeralda, professora de artes plásticas, está enfrentando problemas de relacionamento com seu marido Adalberto. Tudo indica que o divórcio do casal é iminente. Casada sob o regime de comunhão parcial de bens, Esmeralda teme que, caso venha efetivamente a se divorciar, acabe perdendo para Adalberto, na partilha do patrimônio comum do casal, a propriedade de uma pintura valiosa que adquiriu recentemente. Por isso, propôs à sua irmã Ludmila que guardasse temporariamente a obra de arte para ela em sua casa e que formalizasse com ela um contrato de compra e venda da pintura, por um preço irrisório, que Esmeralda lhe restituiria posteriormente. As irmãs assim procederam, tendo Esmeralda transferido a pintura para Ludmila, que, por sua vez, pagou à irmã o valor avençado. Considerando que todos esses fatos encontrem-se comprovados, é correto afirmar que o contrato de compra e venda firmado entre Esmeralda e Ludmila: a) é anulável, podendo Adalberto, caso se sinta prejudicado, pedir a sustação de seus efeitos; b) é válido, mas inoponível a Adalberto, que pode desconsiderar seus efeitos em eventual partilha de bens; c) era anulável, mas foi convalidado pelo cumprimento espontâneo das prestações pelas partes; d) é nulo, mas pode ser convertido em doação pura e simples por força do princípio de conservação do negócio jurídico; e) pode ser declarado nulo de ofício pelo juiz que venha a apreciar seus efeitos, ainda que contra a vontade das partes. www.tecconcursos.com.br/questoes/2460671 FGV - AJ (TJ RN)/TJ RN/Judiciária/Direito/2023 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Joãozinho pede emprestado dez reais a seu colega de turma Pedrinho para comprar balas na cantina da escola. Na hora do recreio, Joãozinho compra as balas e as divide com Pedrinho. No dia seguinte, os pais de Pedrinho vão à escola reclamar do ocorrido e exigem a devolução integral da quantia emprestada. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2460671 289) Nesse sentido, é correto afirmar que: a) ocorreu um negócio jurídico nulo que deve, por isso mesmo, ser desfeito, sem possibilidade de convalidação; b) verifica-se um negócio jurídico anulável que pode ser desfeito apenas judicialmente, sem possibilidade de convalidação; c) apesar de o negócio jurídico ter sido nulo, como reverteu em favor do incapaz lesado (Pedrinho) pela divisão das balas, pode ser convalidado; d) apesar de o negócio jurídico ter sido anulável, como reverteu em favor do incapaz lesado (Pedrinho) pela divisão das balas, pode ser convalidado; e) concretizou-se um ato-fato jurídico que deverá subsistir. www.tecconcursos.com.br/questoes/1865186 FGV - JE TJAP/TJ AP/2022 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) O Banco BPF S/A ajuizou execução por título extrajudicial em face de João Pedro para satisfação de sua dívida. No momento da penhora de um automóvel que cobriria o valor devido, o executado informou que este fora vendido para seu filho, Bernardo. O automóvel se encontra efetivamente na posse de Bernardo, que dele vem se utilizando, e a transferência da propriedade foi registrada administrativamente junto ao Detran. No entanto, o executado não obteve êxito em comprovar o valor supostamente pago pela venda do carro, ficando claro que o negócio jurídico efetivamente celebrado fora uma doação. Diante disso, deve ser reconhecida a: a) nulidade do contrato de compra e venda do carro por simulação relativa objetiva; b) anulabilidade do contrato de compra e venda do carro por simulação absoluta; c) inexistência do contrato de compra e venda do carro por simulação relativa subjetiva; d) nulidade do contrato de compra e venda do carro por simulação absoluta; e) anulabilidade do contrato de compra e venda do carro por simulação relativa objetiva. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1865186 290) 291) www.tecconcursos.com.br/questoes/2121857 FGV - JE TJSC/TJ SC/2022 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Geraldo, pai de Mévio, seu primogênito, deseja vender a ele um de seus apartamentos em Florianópolis. No entanto, ambos sabem que os filhos de Geraldo de seu outro casamento, Caio e Tício, jamais concordariam. Sendo assim, Geraldo pediu aseu amigo Júlio que recebesse o apartamento em doação para, após um tempo, vendê-lo a Mévio, pois entre eles não há impedimento. Nesse caso, ocorreu: a) fraude contra credores; b) simulação; c) dolo; d) lesão; e) erro. www.tecconcursos.com.br/questoes/1692373 FGV - ATCE (TCE-AM)/TCE AM/Ministério Público de Contas/2021 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Magda deseja vender um imóvel para um de seus filhos, Bruno. Para não ter problemas com seus outros filhos que não concordarão com a venda, ela combina com Jorge, seu melhor amigo, de vender o imóvel para ele, mas com a incumbência de ele revendê-lo, em seguida, para Bruno, o que efetivamente ocorre. Quando os outros filhos de Magda descobrirem, eles poderão alegar: https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2121857 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1692373 292) a) confirmação; b) conversão; c) simulação; d) redução; e) ratificação. www.tecconcursos.com.br/questoes/1786516 FGV - NeR (TJ SC)/TJ SC/Remoção/2021 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) A ZW Empreendimentos Ltda. comprou da ZTC Ltda. um apartamento na cidade de Londrina pelo preço de R$ 800.000,00. O contrato foi celebrado mediante instrumento particular. Perante o Registro de Imóveis, houve a exigência do instrumento público. Diante disso: a) o Cartório do Registro de Imóveis deve aceitar o instrumento particular porque no ordenamento jurídico brasileiro vige o princípio da liberdade de forma; b) é possível ao Poder Judiciário converter o contrato em promessa de compra e venda, pelo princípio da conservação dos negócios jurídicos; c) o negócio jurídico não produzirá efeitos por se tratar de imóvel de valor superior a dez salários mínimos, configurando exceção ao princípio da liberdade de forma; d) o contrato poderá produzir efeitos se ultrapassado o prazo para arguição de seu vício, operando-se a decadência do direito à sua impugnação; e) a compra e venda de imóvel no valor estipulado é reputada inexistente ante à violação da forma prescrita em lei para transferência de direitos reais sobre imóveis. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1786516 293) 294) www.tecconcursos.com.br/questoes/1788001 FGV - NeR (TJ SC)/TJSC/Provimento/2021 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Ademir queria doar um de seus terrenos a seu sobrinho João, mas sabia que sua esposa Delma não concordaria com isso. Assim, doou o terreno para seu amigo Cleber que, após alguns meses, repassou o imóvel a João, conforme previamente acertado entre Ademir e Cleber. Nesse caso, ocorreu: a) dolo; b) fraude contra credores; c) lesão; d) simulação; e) erro. www.tecconcursos.com.br/questoes/1788006 FGV - NeR (TJ SC)/TJ SC/Provimento/2021 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Silvio vendeu dois automóveis no mesmo dia: o primeiro foi comprado por Cláudia, 15 anos, estudante; e o segundo por José, 17 anos, casado civilmente com autorização dos pais. Tais atos serão considerados, respectivamente: a) nulo e válido; b) nulo e anulável; c) anulável e válido; d) anulável e anulável; e) válido e válido. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1788001 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1788006 295) 296) www.tecconcursos.com.br/questoes/616489 FGV - AJ (TJ AL)/TJ AL/Judiciária/2018 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Por meio de instrumento particular, Maria e Carlos pactuaram a venda de um imóvel pelo preço de R$ 200.000,00. Na ocasião da assinatura do contrato, Carlos, comprador, imitiu-se na posse do bem. Ao levar o pacto para registro no ofício de imóveis, o tabelionato comunicou a Carlos que se recusaria a praticar o ato, visto que o negócio jurídico padecia de invalidade. Diante dessa situação, é correto afirmar que: a) a recusa do tabelionato é indevida, visto que a eventual irregularidade pode ser sanada e o negócio confirmado pelas partes; b) o negócio jurídico é inexistente e, portanto, Carlos deverá devolver o imóvel a Maria, contra o reembolso das benfeitorias úteis; c) a recusa do cartório é devida e as disposições do instrumento subscrito pelas partes são inválidas; d) a compra e venda desejada pelas partes é válida, apesar da nulidade do instrumento que a previu; e) o negócio jurídico produz efeitos de promessa de compra e venda e deve ser assim registrado, ainda que as partes não tenham previsto eventual irregularidade no pacto. www.tecconcursos.com.br/questoes/667389 FGV - Est For (MPE RJ)/MPE RJ/2018 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Em face das normas do Código Civil sobre a teoria das nulidades, considerando a situação de fato em que seja celebrado ato nulo ou anulável, assinale a afirmativa correta. a) O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, nem convalesce pelo decurso do tempo. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/616489 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/667389 297) 298) b) O negócio jurídico anulável não pode ser confirmado pelas partes. c) É nulo o ato praticado por pessoa que, por enfermidade ou doença mental, não tenha o necessário discernimento para a prática desse ato. d) É anulável o ato jurídico praticado mediante simulação. e) Mesmo que o negócio nulo contenha os requisitos de outro, este não subsistirá em hipótese alguma, ainda que o fim a que visavam as partes permitisse supor que o teriam querido. www.tecconcursos.com.br/questoes/718377 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2018 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Arnaldo foi procurado por sua irmã Zulmira, que lhe ofereceu R$ 1 milhão para adquirir o apartamento que ele possui na orla da praia. Receoso, no entanto, que João, o locatário que atualmente ocupa o imóvel e por quem Arnaldo nutre profunda antipatia, viesse a cobrir a oferta, exercendo seu direito de preferência, propôs a Zulmira que constasse da escritura o valor de R$ 2 milhões, ainda que a totalidade do preço não fosse totalmente paga. Realizado nesses termos, o negócio a) pode ser anulado no prazo decadencial de dois anos, em virtude de dolo. b) é viciado por erro, que somente pode ser alegado por João. c) é nulo em virtude de simulação, o que pode ser suscitado por qualquer interessado. d) é ineficaz, em razão de fraude contra credores, inoponíveis seus efeitos perante João. www.tecconcursos.com.br/questoes/1643460 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2009 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) A respeito dos defeitos e da invalidade do negócio jurídico, assinale a opção correta. a) São anuláveis os negócios jurídicos por vício de erro. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/718377 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1643460 299) 300) b) São nulos os negócios jurídicos por vício de dolo. c) O negócio jurídico resultante do vício de coação não é passível de confirmação, por ser nulo de pleno direito. d) Configura-se o vício de lesão quando alguém, premido pela necessidade de salvar a si mesmo, ou a pessoa de sua família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação onerosa. www.tecconcursos.com.br/questoes/2478996 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2008 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) É nulo o negócio jurídico quando a) viciado por erro, dolo, coação, estado de perigo ou lesão. b) praticado por pessoa relativamente incapaz, sem a devida assistência legal. c) praticado para fraudar credores. d) tiver por objetivo fraudar lei imperativa. www.tecconcursos.com.br/questoes/108371 Com. Exam. (TRT 8) - JT TRT8/TRT 8/2007 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Assinale a alternativa incorreta: a) O Direito Civil Brasileiro adota a teoria da responsabilidade civil objetiva, ou seja, independentemente de culpa, quando a lei assim prever ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano, por sua natureza, causar risco para o direito de outrem. b) Embora a pessoa jurídica possua personalidade jurídica própria, distinta dos seus membros, o Código Civil Brasileiro adota o princípio da desconsideração da personalidade jurídica quando ficar caracterizado o abuso pelo desvio de finalidade ou pela confusão patrimonial, para que seja estendida a responsabilidade patrimonial aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2478996 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/108371 301) c) Os negócios jurídicos praticados por pessoas absoluta e relativamente incapazes, sem a devida representação ou assistência de seus representantes legais, são nulos de pleno direito, nos termos da lei, não produzindo qualquer efeito e, por prevalecer o interesse público, são insuscetíveis de confirmação. d) Dentre as hipóteses de cabimento do pagamento em consignação está aquela em que o credor não puder ou, sem justa causa, recusar receber o pagamento, ou dar a quitação na forma devida. e) Os contratantes têm liberdade para estabelecer a cláusula penal, desde que o valor da cominação imposta não exceda o da obrigação principal. www.tecconcursos.com.br/questoes/2339228 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2006 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) A propósito dos fatos jurídicos, assinale a opção correta. a) O negócio jurídico é nulo quando tiver por objetivo fraudar lei imperativa. Essa nulidade é fixada no interesse de toda a coletividade, tendo alcance geral e eficácia erga omnes. Com a declaração da nulidade, o negócio não produzirá qualquer efeito por ofender princípios de ordem pública e conter vícios essenciais. b) Configura-se o estado de perigo quando uma pessoa, sob premente necessidade, obriga-se a prestação desproporcional ao valor da prestação oposta, gerando um lucro exagerado ao outro contratante. c) É nulo o negócio jurídico celebrado pelo representante legal em conflito com interesses com o representado, por se tratar de vício insanável em face da incapacidade de um dos participantes do negócio, não gerando, por isso, qualquer efeito jurídico, ainda que o terceiro, com o qual o representante celebrou o negócio, não tenha conhecimento da incapacidade do outro contratante. d) A transaçãoé um modo de extinção das obrigações oriundas de direitos patrimoniais contestados e tem como condição necessária a existência de ação judicial, por ser a sua finalidade terminar um litígio instaurado entre as partes. Os efeitos da transação começam a partir do trânsito em julgado da sentença homologatória. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2339228 302) 303) www.tecconcursos.com.br/questoes/2475571 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2006 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Sobre a teoria das nulidades, é errado afirmar: a) negócio nulo pode ser objeto de conversão, a fim de que o novo negócio ganhe validade e eficácia. b) são nulos os negócios em que a lei proíbe sua prática sem cominar sanção. c) em regra, é de 4 anos o prazo para pleitear-se a nulidade absoluta do negócio jurídico. d) negócio anulável admite ratificação tácita. www.tecconcursos.com.br/questoes/2477775 FCC - Sec OAB SP/OAB/2006 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Sob premente necessidade, Fernando adquire à vista um bem móvel de Guilherme com preço manifestamente superior ao seu real valor de mercado. Nesse caso, é correto afirmar que esse negócio a) pode ser anulado por conter vício do consentimento denominado dolo. b) não pode ser anulado apenas por este fato. c) pode ser anulado por conter vício do consentimento denominado lesão. d) pode ser anulado por conter vício do consentimento denominado erro. www.tecconcursos.com.br/questoes/2449838 VUNESP - Sec OAB NE/OAB/2005 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2475571 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2477775 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2449838 304) 305) 306) É nulo a) o negócio jurídico quando a sua causa for o dolo. b) o disposto na cláusula que autoriza o credor hipotecário a ficar com o objeto da garantia, se a dívida não for paga no vencimento. c) o negócio concluído pelo representante em conflito de interesses com o representado, se tal fato era ou deveria ser do conhecimento de quem com aquele tratou. d) o negócio jurídico resultante de fraude contra credores. www.tecconcursos.com.br/questoes/362486 COPERVE UFSC - Sec OAB SC/OAB/2003 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Assinale a alternativa INCORRETA, de acordo com o Código Civil (Lei 10.406/2002). a) O menor, com idade entre dezesseis e de dezoito anos de idade, poderá ser emancipado, fazendo-se necessária a homologação judicial da concessão feita pelos pais. b) O negócio anulável pode ser confirmado pelas partes. c) Quando a lei dispuser que determinado ato é anulável, sem estabelecer prazo para pleitear-se a anulação, será este de dois anos, a contar da data da conclusão do ato. d) O menor, entre dezesseis e dezoito anos, não pode, para eximir-se de uma obrigação, invocar a sua idade, se dolosamente a ocultou, quando inquirido pela outra parte, ou se, no ato de obrigar-se, declarou-se maior. www.tecconcursos.com.br/questoes/2437689 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/1999 Direito Civil - Invalidade do Negócio Jurídico (arts. 166 a 184) Ainda que tenha sido praticado mediante dolo, o ato jurídico NÃO é anulável quando a) o vício consistir na indução deliberada da parte contrária a erro substancial. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/362486 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2437689 307) b) o vício consistir na omissão intencional de fato, cujo conhecimento implicaria a não celebração do ato. c) for celebrado de qualquer maneira, a despeito do vício de vontade. d) a sua celebração teve como causa exclusiva e imediata a indução da parte contrária a erro. www.tecconcursos.com.br/questoes/2519178 FGV - Conc (TJ BA)/TJ BA/2023 Direito Civil - Dos Atos Ilícitos (arts. 186 a 188) Após formalizar acordo em Juizado Especial Cível, Teresa procede ao pagamento da dívida reconhecida, no valor de trinta e oito mil reais, em moedas de cinco centavos. Glauce, a credora, é obrigada a contratar uma carreta que realiza frete para levar a quantia, em segurança, ao banco. Além disso, sofre diversos transtornos. Nesse caso, a conduta de Teresa caracteriza: a) exercício regular de direito que, diante dos prejuízos provocados, pode, excepcionalmente, gerar responsabilidade civil; b) cumprimento de dever legal, impassível de gerar responsabilidade civil; c) exercício regular de direito, impassível de gerar responsabilidade civil; d) abuso de direito, impassível de gerar responsabilidade civil; e) abuso de direito, a gerar responsabilidade civil. www.tecconcursos.com.br/questoes/1749037 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2021 Direito Civil - Dos Atos Ilícitos (arts. 186 a 188) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2519178 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1749037 308) 309) Daniel, habilitado e dentro do limite de velocidade, dirigia seu carro na BR 101 quando uma criança atravessou a pista, à sua frente. Daniel, para evitar o atropelamento da criança, saiu de sua faixa de rolamento e colidiu com o carro de Mário, taxista, que estava a serviço e não teve nenhuma culpa no acidente. Daniel se nega ao pagamento de qualquer valor a Mário por alegar que a responsabilidade, em verdade, seria de José, pai da criança. A respeito da responsabilidade de Daniel pelos danos causados no acidente em análise, assinale a afirmativa correta. a) Ele não praticou ato ilícito mas, ainda assim, terá que indenizar Mário. b) Ele praticou ato ilícito ao causar danos a Mario, violando o princípio do neminem laedere. c) Ele não praticou ato ilícito e não terá que indenizar Mario por atuar em estado de necessidade. d) Ele praticou ato ilícito ao causar danos a Mário e responderá objetivamente pelos danos a que der causa. www.tecconcursos.com.br/questoes/238583 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2013 Direito Civil - Dos Atos Ilícitos (arts. 186 a 188) Pedro, engenheiro elétrico, mora na cidade do Rio de Janeiro e trabalha na Concessionária Iluminação S.A.. Ele é viúvo e pai de Bruno, de sete anos de idade, que estuda no colégio particular Amarelinho. Há três meses, Pedro celebrou contrato de financiamento para aquisição de um veículo importado, o que comprometeu bastante seu orçamento e, a partir de então, deixou de arcar com o pagamento das mensalidades escolares de Bruno. Por razões de trabalho, Pedro será transferido para uma cidade serrana, no interior do Estado e solicitou ao estabelecimento de ensino o histórico escolar de seu filho, a fim de transferi-lo para outra escola. Contudo, teve seu pedido negado pelo Colégio Amarelinho, sendo a negativa justificada pelo colégio como consequência da sua inadimplência com o pagamento das mensalidades escolares. Para surpresa de Pedro, na mesma semana da negativa, é informado pela diretora do Colégio Amarelinho que seu filho não mais participaria das atividades recreativas diuturnas do colégio, enquanto Pedro não quitar o débito das mensalidades vencidas e não pagas. Com base no caso narrado, assinale a afirmativa correta. a) O Colégio Amarelinho atua no exercício regular do seu direito de cobrança e, portanto, não age com abuso de direito ao reter o histórico escolar de Bruno, haja vista a comprovada e imotivada inadimplência de Pedro. b) As condutas adotadas pelo Colégio Amarelinho configuram abuso de direito, pois são eticamente reprováveis, mas não configuram atos ilícitos indenizáveis. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/238583 310) 311) c) Tanto a retenção do histórico escolar de Bruno, quanto a negativa de participação do aluno nas atividades recreativas do colégio, configuram atos ilícitos objetivos e abusivos, independente da necessidade de provar a intenção dolosa ou culposa na conduta adotada pela diretora do Colégio Amarelinho. d) Para existir obrigação de indenizar do Colégio Amarelinho, com fundamento no abuso de direito, é imprescindível a presença de dolo ou culpa, requisito necessário para caracterizar o comportamento abusivo e o ilícito indenizável. www.tecconcursos.com.br/questoes/243002FGV - NAC UNI OAB/OAB/2010 Direito Civil - Dos Atos Ilícitos (arts. 186 a 188) Ricardo, buscando evitar um atropelamento, realiza uma manobra e atinge o muro de uma casa, causando um grave prejuízo. Em relação à situação acima, é correto afirmar que Ricardo a) não responderá pela reparação do dano, pois agiu em estado de necessidade. b) responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em estado de necessidade. c) responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em legítima defesa. d) praticou um ato ilícito e deverá reparar o dano. www.tecconcursos.com.br/questoes/2478814 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2009 Direito Civil - Dos Atos Ilícitos (arts. 186 a 188) A respeito do ato ilícito, assinale a opção correta. a) Ato ilícito é o que se pratica de acordo com a ordem jurídica, mas que viola direito subjetivo individual, apto a causar dano material ou moral a outrem. b) Todo ato lesivo é classificado como ato ilícito. c) Na seara da culpa extracontratual, o ofendido não precisa constituir o devedor em mora. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/243002 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2478814 312) 313) d) A ilicitude do ato praticado com abuso de direito possui sempre natureza subjetiva, somente aferível a partir da comprovação da existência de culpa ou dolo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2479958 Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2006 Direito Civil - Dos Atos Ilícitos (arts. 186 a 188) Em tema de ato ilícito, segundo as regras ditadas pelo vigente Código Civil, é correto afirmar: a) Não comete ato ilícito aquele que, por sua culpa, causa dano exclusivamente moral a outrem. b) Não comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelos bons costumes. c) Constitui ato ilícito a deterioração ou destruição de coisa alheia, ou a lesão a pessoa, mesmo que resulte da remoção de perigo iminente. d) Não constituem atos ilícitos os praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito reconhecido. www.tecconcursos.com.br/questoes/2474174 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2002 Direito Civil - Dos Atos Ilícitos (arts. 186 a 188) Na liqüidação de obrigações resultantes de ato ilícito, prevista pelo Código Civil, as indenizações compreendem a) despesas de tratamento e lucros cessantes, se da ofensa resultar defeito da vítima. b) despesas de tratamento, lucros cessantes e dano moral. c) despesas de tratamento, lucros cessantes até o fim da convalescença e pensão, se da ofensa resultar defeito da vítima. d) despesas de tratamento, pensão substitutiva de lucros cessantes e, também, dano moral, em caso de falecimento da vítima. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479958 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2474174 314) 315) www.tecconcursos.com.br/questoes/2295550 FGV - Aud Est (CGE SC)/CGE SC/Direito/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) J.M., 7 anos, reside com a sua mãe, que tem a sua guarda. Nos últimos três meses, seu pai, que detém o poder familiar, deixou de pagar voluntariamente a pensão alimentícia. A respeito do tema prescrição e decadência, assinale a afirmativa correta. a) O direito de reclamar alimentos familiares é imprescritível, portanto, poderá J.M. a qualquer tempo exigir de seu pai os alimentos devidos nos últimos três meses. b) No caso narrado, os alimentos devidos vencidos e não pagos prescrevem em dois anos a contar da inadimplência. c) No caso narrado, corre a prescrição pois, inobstante a menoridade de J.M., ele é representado por sua genitora. d) No caso narrado, os alimentos devidos, vencidos e não pagos prescrevem em cinco anos a contar da inadimplência. e) Não corre prescrição entre ascendentes e descendentes, durante o poder familiar e também não corre a prescrição contra os absolutamente incapazes, portanto, no caso de J.M, a contagem do prazo inicial ainda não se iniciou. www.tecconcursos.com.br/questoes/2336519 FGV - Cons Sub (TCE ES)/TCE ES/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A empresa X contratou a construção de uma ponte com a empreiteira Y. Sucede que, na semana anterior à comemoração do quinto aniversário da entrega da ponte, relatório de fiscalização constata, na estrutura, diversas fissuras que comprometem sobremaneira sua solidez. A empresa X, então, ingressa com ação indenizatória por perdas e danos dois meses depois. A sociedade empresária Y suscita prejudicial de prescrição. O processo tem curso regular, as partes dispensam provas e pedem o julgamento antecipado. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2295550 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2336519 316) Nesse caso, o juiz deverá: a) reconhecer a prescrição do fundo de direito, considerando o prazo trienal que rege as pretensões relativas à responsabilidade contratual; b) rejeitar a prejudicial, aplicando ao caso a prescrição decenal geral do Código Civil, e julgar improcedentes os pedidos, porque, no caso, era essencial a comprovação de responsabilidade subjetiva do empreiteiro, regra no regime cível, a cargo da empresa X, que dispensou provas; c) reconhecer a prescrição do fundo de direito, por aplicação do prazo quinquenal previsto pelo Código Civil para a responsabilização do empreiteiro por vícios de construção que afetem a solidez da edificação; d) rejeitar a prejudicial, aplicando ao caso a prescrição decenal geral do Código Civil, e julgar procedentes os pedidos, porque, no caso, a demanda foi ajuizada no prazo de garantia, durante o qual cumpre ao empreiteiro demonstrar que não tem responsabilidade pelo vício; e) rejeitar a prejudicial, porque o prazo de cinco anos de responsabilidade pelo contrato de empreitada surge a partir do aparecimento do vício, e julgar improcedentes os pedidos, porque, no caso, era essencial a comprovação de responsabilidade subjetiva do empreiteiro, regra no regime cível, a cargo da empresa X, que dispensou provas. www.tecconcursos.com.br/questoes/2412301 FGV - JE TJMS/TJ MS/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Marcos nunca soube quem era seu pai. Entretanto, a mãe, antes de falecer, decidiu lhe revelar o nome. Ao sabê-lo, descobriu que o apontado homem teria morrido há alguns anos, em 10/07/2006. Havia sido um homem muito rico e teria deixado uma volumosa herança. Como havia muitos bens a partilhar e discussão entre os herdeiros conhecidos à época, o inventário arrastou-se por muitos anos, tendo transitado em julgado em 10/05/2015. Em 07/06/2015, Marcos ajuíza demanda de investigação de paternidade a fim de provar sua condição de filho. Foi julgada procedente e transitou em julgado em 07/12/2017. Em 12/12/2022, Marcos propõe ação de petição de herança. Segundo a jurisprudência, a ação de petição de herança: https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2412301 317) a) está prescrita, já que o prazo para ajuizá-la é de dez anos, contado a partir da abertura da sucessão; b) não está prescrita, já que o prazo para ajuizá-la é de dez anos, contado a partir do trânsito em julgado da demanda de investigação de paternidade; c) está prescrita, já que o prazo para ajuizá-la é de cinco anos, contado da abertura da sucessão; d) está prescrita, já que o prazo para ajuizá-la é de cinco anos, contado a partir do trânsito em julgado da demanda de investigação de paternidade; e) não está prescrita, já que, assim como a ação de investigação de paternidade, é imprescritível. www.tecconcursos.com.br/questoes/2424933 FGV - TecPro (PGM Niterói)/Pref Niterói/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Alguns anos atrás, Murilo comprou um veículo que pertencia a Vilma, uma senhora muito amiga de sua família. O automóvel foi transferido a Murilo imediatamente, mas ele, que deveria pagar o preço à vista, nada pagou à vendedora. Vilma, por sua vez, em respeito à família de Murilo, nunca cobrou a dívida, não tendo nenhuma das partes jamais voltado a tocar no assunto desde então. Recentemente, Vilma, que já tinha uma idade avançada, faleceue deixou como única herdeira Viviane, sua filha. Como sucessora legítima da mãe, Viviane adquiriu, por força de lei, entre outros direitos de Vilma, o direito de cobrar o preço do veículo vendido para Murilo. Considerando como verdadeiro que a lei impunha a Vilma um prazo prescricional de cinco anos para a cobrança da dívida em face de Murilo e que já haviam decorrido exatos quatro anos desse prazo quando Vilma faleceu, é correto afirmar que: a) com a morte de Vilma, a prescrição iniciada contra ela continua a correr pelo tempo restante contra Viviane; b) com a morte de Vilma, a prescrição iniciada contra ela cessa e começa a correr novo prazo de cinco anos contra Viviane; c) com a morte de Vilma, a prescrição da pretensão em questão deixa de correr permanentemente em favor de Viviane; d) com a morte de Vilma, a prescrição da pretensão em questão reputa-se automaticamente consumada contra Viviane; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2424933 318) 319) e) a prescrição da pretensão de Vilma já estava consumada antes da sua morte, por efeito da sua inércia injustificada. www.tecconcursos.com.br/questoes/2424937 FGV - TecPro (PGM Niterói)/Pref Niterói/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Tatiana, uma adolescente de 16 anos, passava férias no litoral com sua família quando foi abordada por Douglas, um comerciante local, que lhe ofereceu o que parecia ser um colar ornado por uma pérola. Encantada com o objeto, a jovem desembolsou um valor significativo para comprá-lo, com a assistência dos seus pais, que a acompanhavam naquele momento. Dias depois, uma amiga lhe contou que aquele comerciante era conhecido por enganar turistas e que o objeto adquirido por Tatiana dificilmente continha uma pérola verdadeira, o que a jovem depois verificou ser realmente o caso. Considerando como correto que a ordem jurídica assegura a Tatiana, nesse caso, o direito de pedir a anulação da compra do colar e que esse direito deve ser exercido dentro do prazo decadencial previsto em lei de quatro anos, é correto afirmar que: a) o direito de Tatiana à anulação não se sujeitará à decadência enquanto ela não completar 18 anos de idade; b) ainda que Tatiana venha a decair do direito à anulação, pode Douglas, se quiser, renunciar à decadência em seu favor; c) o prazo para exercício do direito à anulação de Tatiana não é interrompido pelas causas que interrompem a prescrição; d) caso Tatiana venha a decair de seu direito à anulação, essa decadência não poderia ser conhecida de ofício pelo juiz; e) o não exercício por Tatiana do direito à anulação dentro do prazo legal torna esse direito inexigível, mas não o extingue. www.tecconcursos.com.br/questoes/2424940 FGV - TecPro (PGM Niterói)/Pref Niterói/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Ana Carolina é uma artista plástica que atualmente passa por diversas dificuldades profissionais, não dispondo de quaisquer bens nem de recursos financeiros suficientes para pagar a maior parte de suas dívidas, inclusive aquelas contraídas com fornecedores de tintas, telas, pincéis e outros materiais necessários à sua atividade. Embora muitas dessas dívidas já estejam https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2424937 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2424940 320) vencidas, sejam plenamente exigíveis e permaneçam sem pagamento, Ana Carolina, muito honesta, tem convicção de que um dia conseguirá pagar todos os seus débitos, sem exceção, não importa quanto tempo demore para fazê-lo. Com essa determinação em mente, a artista utilizou os últimos valores em dinheiro de que dispunha para pagar a dívida mais antiga de todas, vencida há mais de cinco anos, com o fornecedor Tintas Todas Ltda., apesar de ter o correto conhecimento de que, após tanto tempo sem pagamento, a pretensão daquele fornecedor já se encontrava juridicamente prescrita. Nesse contexto, é correto afirmar que: a) Ana Carolina renunciou tacitamente e de forma plenamente válida à prescrição da pretensão em favor do fornecedor Tintas Todas Ltda.; b) as partes acordaram tacitamente, de forma plenamente válida, a alteração do prazo prescricional em favor do fornecedor Tintas Todas Ltda.; c) a renúncia à prescrição pretendida por Ana Carolina em favor do fornecedor Tintas Todas Ltda. é nula, pois, em casos como este, apenas se admite a renúncia de forma expressa; d) Ana Carolina renunciou tacitamente à prescrição em favor de Tintas Todas Ltda., mas essa renúncia não tem validade jurídica nas circunstâncias em que foi feita; e) a alteração do prazo prescricional em favor de Tintas Todas Ltda. pretendida pelas partes foi nula, pois apenas se admite essa alteração depois de consumada a prescrição. www.tecconcursos.com.br/questoes/2424944 FGV - TecPro (PGM Niterói)/Pref Niterói/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Gustavo celebrou um contrato com Juliana por meio do qual o primeiro prometia vender para a segunda uma obra de arte que integrava sua pinacoteca particular após o prazo de doze meses. O contrato previa a cobrança de multa em valor elevado no caso de descumprimento por qualquer das partes. No acordo, porém, também ficou estabelecido que Gustavo se reservava o direito potestativo de, caso julgasse conveniente, arrepender-se da promessa e pedir o desfazimento do contrato, dentro do prazo máximo de seis meses contados da data de celebração. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2424944 321) Considerando que o contrato firmado entre as partes é plenamente válido e eficaz, bem como que já se passaram sete meses desde a data de celebração da promessa de compra e venda da obra de arte sem que Gustavo tenha exercido o seu direito ao arrependimento, é correto afirmar que: a) se quiser, Juliana pode renunciar à decadência do direito ao arrependimento de Gustavo, em favor dele; b) eventual renúncia por parte de Juliana à decadência do direito ao arrependimento de Gustavo seria nula; c) se quiser, Juliana ainda pode renunciar à prescrição da pretensão de Gustavo ao arrependimento, em favor dele; d) eventual renúncia por parte de Juliana à prescrição da pretensão de Gustavo ao arrependimento seria nula; e) eventual renúncia por parte de Juliana à prescrição da pretensão de Gustavo ao arrependimento seria válida, desde que não seja prévia. www.tecconcursos.com.br/questoes/2427868 FGV - JT (CSJT)/CSJT/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) João, que contratou o seguro de seu carro com a seguradora X, sofre acidente automobilístico cujo sinistro estava coberto pela apólice securitária. João acionou a seguradora em seguida, requerendo o pagamento do prêmio, o que foi prontamente concedido. Considerando que João é qualificado como consumidor para fins da relação jurídica constituída com a seguradora, o prazo prescricional para que a seguradora X possa exercitar sua pretensão frente ao causador do dano é de: a) cinco anos, com base no Código Civil, pois seria o prazo para o exercício do direito de regresso da seguradora frente ao causador direto do dano; b) cinco anos, com base no Código de Defesa do Consumidor, pois o contrato de seguro se constitui como uma relação de consumo; c) três anos, com base no Código Civil, pois o segurador sub-roga-se nos direitos do segurado, podendo buscar o ressarcimento frente ao terceiro causador do dano; d) um ano, com base no Código Civil, pois seria o prazo para a pretensão do segurador contra o segurado; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2427868 322) 323) e) um ano, com base no Código Civil, pois seria o prazo para a pretensão da reparação civil. www.tecconcursos.com.br/questoes/2519396 FGV - JL (TJ BA)/TJ BA/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Jorge (credor) e Maxwell (devedor), em sessão conciliatória perante os Juizados Especiais Cíveis, discutiam o pagamento de uma dívida de cinco mil reais. Acordaram em compensar essa dívida com um débito antigo e prescrito de igual valor, do qual Jorge era devedora Maxwell. Nesse caso, o acordo é: a) válido e eficaz; b) anulável, porque a prescrição extingue a dívida e impede a compensação postulada; c) anulável, porque equivale à renúncia da prescrição, o que é vedado pelo ordenamento; d) nulo, porque a prescrição extingue a dívida e impede a compensação postulada; e) nulo, porque equivale à renúncia da prescrição, o que é vedado pelo ordenamento. www.tecconcursos.com.br/questoes/2519718 FGV - JL (TJ BA)/TJ BA/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Em 2012, Marcelo ajuíza demanda de cobrança por inadimplemento contratual em face de Yolanda. No dia 20/05/2012, a prescrição é interrompida. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2519396 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2519718 324) Sucede que, após a contestação, Marcelo deixa de dar andamento ao feito, o que conduz à sua extinção por abandono, transitando em julgado em 03/06/2013 sem qualquer manifestação das partes. Anos se passam, até que Marcelo se lembra do processo e, em 01/06/2023, promove a notificação judicial de Yolanda acerca desse mesmo débito. Nesse caso, é correto afirmar que a pretensão: a) está fulminada pela prescrição desde 20/05/2022; b) prescreverá em 03/06/2023, independentemente da notificação levada a efeito por Marcelo; c) está fulminada pela prescrição desde 20/05/2017; d) está fulminada pela prescrição desde 03/06/2016; e) iria prescrever em 03/06/2023, não fosse a notificação levada a efeito, tempestivamente, por Marcelo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2597843 FGV - DP RJ/DPE RJ/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Considerando as regras dispostas no Código Civil acerca dos institutos da prescrição e da decadência, é correto afirmar que: a) prescreve em três anos a pretensão de restituição dos lucros ou dividendos recebidos de má-fé, correndo o prazo da data em que foi deliberada a distribuição; b) é nula a renúncia à decadência fixada em lei. Ademais, deve o juiz, de ofício, conhecer da decadência, seja sua natureza legal ou convencional; c) violado o direito, nasce para o titular a pretensão, a qual se extingue, pela prescrição, sendo certo que os prazos prescricionais podem ser alterados por acordo das partes; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2597843 325) 326) d) constitui causa suspensiva da prescrição a apresentação do título de crédito em juízo de inventário ou em concurso de credores; e) prescreve em dois anos a pretensão para haver juros, dividendos ou quaisquer prestações acessórias, pagáveis, em períodos não maiores de um ano, com ou sem capitalização. www.tecconcursos.com.br/questoes/1864947 FGV - DP MS/DPE MS/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Renato vendeu seu automóvel para Cláudio pelo valor de R$ 30.000,00 a ser pago na data da efetiva entrega do bem. A tradição do bem ocorreu, mas Cláudio não efetuou o pagamento na data avençada. Por ser amigo de Cláudio, Renato tolerou o inadimplemento por muito tempo. Quando consultou um advogado, descobriu que o prazo para deduzir a sua pretensão em juízo já havia terminado. Posteriormente a esse fato, Cláudio reconheceu o débito e pediu a Renato a prorrogação do prazo para pagamento da dívida. Nesse caso, com relação à prescrição, ocorreu: a) renúncia; b) interrupção; c) suspensão; d) impedimento. www.tecconcursos.com.br/questoes/1887493 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Jorge foi atropelado por Vitor, em 02/02/2016. Em razão desse evento, Jorge sofreu danos morais, materiais e estéticos, os quais surgiram e foram percebidos por ele imediatamente após o acidente. Tempos depois, em 31/01/2021, Jorge procurou você, como advogado(a), e disse que pretendia ajuizar uma ação de reparação contra Vitor. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1864947 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1887493 327) Sobre a hipótese apresentada, você deverá informar para Jorge que a) o prazo prescricional da pretensão de reparação civil extracontratual é de 10 (dez) anos. b) a pretensão está prescrita, tendo em vista o prazo de 3 (três) anos ao qual se vincula a pretensão de reparação civil extracontratual. c) a pretensão está prestes a ser fulminada pela prescrição, uma vez que a pretensão de reparação civil extracontratual prescreve em 5 (cinco) anos. d) houve prescrição apenas da pretensão de demandar a seguradora da qual Vitor é segurado, mas que permanece viável a pretensão de reparação civil extracontratual, por seu prazo de 10 (dez) anos. www.tecconcursos.com.br/questoes/1970375 FGV - JE TJPE/TJ PE/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Maria, após consumir álcool, assume a direção de seu carro e causa acidente de trânsito, vitimando João que, seguindo todas as regras de trânsito, voltava de seu plantão. No acidente, João bate a cabeça, sofre grave traumatismo e permanece, a partir do evento, em estado comatoso por seis anos. Felizmente, após tal prazo, João se recupera e decide ajuizar demanda de reparação civil em face de Maria. Com base nos fatos narrados e no Código Civil/2002, é correto afirmar que a pretensão de João: a) está fulminada pela prescrição, já que ultrapassados os dois anos previstos para exercício de seu direito; b) não pode estar prescrita, já que não corre prescrição contra os absolutamente incapazes, abarcados aqueles que, por causa transitória, não puderem exprimir vontade; c) está fulminada pela prescrição, já que ultrapassados os cinco anos previstos para exercício de seu direito; d) não pode estar prescrita, já que o prazo previsto para exercício de seu direito é o prazo geral do Código Civil, qual seja, prazo de dez anos; e) está fulminada pela prescrição, já que ultrapassados os três anos previstos para o exercício de seu direito. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1970375 328) 329) www.tecconcursos.com.br/questoes/2049457 FGV - AJ (TJDFT)/TJDFT/Judiciária/"Sem Especialidade"/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Recentemente, Ricardo, empresário aposentado e já viúvo, recebeu de seu único filho, Roberto, recém-casado, a notícia de que se tornaria avô. Para que Roberto tivesse um espaço melhor para a família que começava a crescer, Ricardo decidiu vender para ele um dos vários imóveis dos quais é proprietário. Para ajudar o filho, Ricardo cobrou um preço módico, a ser dividido em doze parcelas, e autorizou que a primeira delas fosse paga apenas dois anos após a celebração do contrato de compra e venda. Em gratidão ao pai e buscando oferecer maior segurança a ele, Roberto fez constar do contrato uma cláusula por meio da qual renunciava, desde logo, a qualquer prazo prescricional relativo à obrigação de pagar o preço do imóvel que pudesse beneficiá-lo. À luz do direito civil brasileiro, essa cláusula é: a) ineficaz, porque, sendo Roberto descendente de Ricardo, a lei já determina que não corre a prescrição entre eles; b) anulável, mas não prejudica a validade do restante do contrato, por força do princípio da conversão dos negócios; c) válida, mas terá sua eficácia suspensa, já que as partes estipularam termo no contrato; d) nula, uma vez que foi pactuada antes de a prescrição efetivamente se consumar; e) inválida, pois a prescrição não pode ser suspensa nem interrompida, ao contrário da decadência. www.tecconcursos.com.br/questoes/2052382 FGV - TJ (TJDFT)/TJDFT/Administrativa/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Ao visualizar o anúncio de um carro seminovo em excelentes condições à venda na Internet, João entrou em contato com a vendedora, Maria, e rapidamente fechou negócio. O veículo foi vendido por R$ 50.000,00, a serem pagos por João em uma única https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2049457 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2052382 330) parcela, dez meses após a data da venda. O prazo de pagamento, bastante vantajoso para o comprador, foi proposto pela própriaMaria, que simpatizou muito com ele. E, efetivamente, ambos desenvolveram um relacionamento pessoal, que rapidamente evoluiu para um namoro e, logo após, para uma proposta de casamento. João e Maria casaram-se meio ano após seu primeiro contato e viveram felizes por cinco anos, sem que a dívida referente à compra do automóvel jamais fosse paga e sem que as partes jamais tocassem no assunto. No sexto ano de casamento, infelizmente, diversos desentendimentos levaram o casal a se divorciar. Terminado o relacionamento, Maria lembrou-se do débito relativo ao veículo, nunca pago por João. Sobre esse caso, é correto afirmar que o prazo prescricional de que dispunha Maria para cobrança do débito: a) começou a correr a partir da data de celebração do contrato de compra e venda do veículo e nunca foi interrompido; b) começou a correr a partir da data de celebração do contrato de compra e venda, mas foi interrompido pelo casamento; c) esteve suspenso até o advento do termo estipulado no contrato de compra e venda, findo o qual começou a correr; d) começou a correr a partir da data em que se extinguiu a sociedade conjugal entre as partes e nunca foi interrompido; e) esteve suspenso até a data do casamento, a partir de quando começou a correr. www.tecconcursos.com.br/questoes/2064853 FGV - ES (SEMSA Manaus)/Pref Manaus/Advogado/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Publicidade Ltda. divulga conteúdo para Chocolates Ltda. há três anos. Por esse serviço, Publicidade Ltda. recebe, ao começo de cada mês, o valor fixo de cinco mil reais. Em dezembro de 2021, Chocolates Ltda. encontrava-se em débito de três faturas com Publicidade Ltda. Diante desta situação, Chocolates Ltda. assinou um instrumento particular de confissão de dívida no valor de quinze mil reais, comprometendo-se a pagar para Publicidade Ltda. esse valor em três parcelas, junto dos outros valores vincendos referentes à continuidade da prestação de serviço. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2064853 331) Contudo, Chocolates Ltda. não adimpliu a obrigação assumida na confissão de dívida, pelo que, a respeito da prescrição da pretensão de Publicidade Ltda. exigir o pagamento, é correto afirmar que a) por se tratar de reparação civil extracontratual, o prazo prescricional é de três anos. b) tendo em vista que a hipótese é de enriquecimento sem causa, o prazo prescricional é de três anos. c) a pretensão é de reparação civil contratual, a qual prescreve em dez anos. d) o prazo prescricional é de cinco anos, pois a hipótese cuida de pretensão geral dos profissionais liberais. e) por se tratar de dívida líquida constante de instrumento particular, o prazo prescricional é de cinco anos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2064865 FGV - ES (SEMSA Manaus)/Pref Manaus/Advogado/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Marcelo deve R$ 150.000,00 a Cássio, corretor, em razão de um contrato de corretagem. Diante desse fato, Cássio ajuizou ação de cobrança contra Marcelo, por meio de seu advogado, no foro eleito pelas partes (Comarca de Manaus). Nessa ação, houve despacho citatório emitido por juiz incompetente, mas, mesmo assim, o autor diligenciou a citação do réu. A respeito da situação apresentada, sobre a pretensão de Cássio contra Marcelo, assinale a afirmativa correta. a) O prazo decadencial foi interrompido. b) O prazo prescricional foi interrompido. c) O prazo prescricional foi suspenso. d) O prazo prescricional continuou a correr. e) O prazo decadencial continuou a correr. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2064865 332) 333) www.tecconcursos.com.br/questoes/2121877 FGV - JE TJSC/TJ SC/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Dr. Romeu foi contratado em junho de 2012 por Gilda para a propositura e o acompanhamento de uma ação de reparação civil em face da Transportadora Iota, mas o contrato continha cláusula quota litis, isto é, o pagamento dos honorários estava subordinado ao êxito de Gilda na ação. A ação foi ajuizada em junho de 2013, mas em junho de 2014 Gilda revogou o mandato outorgado ao Dr. Romeu e nomeou a Dra. Julieta em seu lugar. Em junho de 2016, Gilda obteve êxito no processo. Ciente de que o prazo prescricional para a cobrança dos honorários advocatícios é de cinco anos, a eventual pretensão de Romeu à cobrança dos honorários advocatícios em face de Gilda prescreveu em junho de: a) 2017; b) 2018; c) 2019; d) 2020; e) 2021. www.tecconcursos.com.br/questoes/2215343 FGV - AT (TCE TO)/TCE TO/Direito/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Wagner contratou a arquiteta Valéria no início do ano de 2020 para que ela desenvolvesse um projeto de reforma da sua cozinha e acompanhasse as respectivas obras. Ambos acordaram que os honorários de Valéria deveriam ser pagos no último dia útil daquele mesmo ano. Conforme as obras da cozinha prosseguiram, porém, Wagner e Valéria desenvolveram uma amizade íntima, que acabou evoluindo para um namoro e culminou no casamento dos dois, em maio de 2021. Envolvida com o novo relacionamento afetivo, Valéria jamais realizou qualquer ato de cobrança dos honorários a que fazia jus, muito embora tenha https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2121877 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2215343 334) concluído o serviço dentro dos termos e do prazo contratados; Wagner, por sua vez, jamais tocou no assunto ou sequer cogitou pagar os honorários devidos à esposa. Considerando que ambos permanecem casados atualmente e que o prazo legal para que Valéria cobre os seus honorários é de cinco anos, é correto concluir a respeito desse caso que: a) a pretensão de Valéria de cobrar os seus honorários extinguiu-se na data do seu casamento com Wagner; b) jamais chegou a nascer para Valéria qualquer pretensão de cobrar os seus honorários; c) nunca chegou a correr a prescrição contra a pretensão de Valéria de cobrar os seus honorários d) o casamento com Wagner interrompeu a prescrição contra a pretensão de Valéria de cobrar os seus honorários; e) a prescrição contra a pretensão de Valéria de cobrar os seus honorários encontra-se suspensa. www.tecconcursos.com.br/questoes/2219925 FGV - Adv (SEN)/SEN/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Em 03 de maio de 1998, quando namorava Antônia, Carlos tomou R$ 3.000,00 (três mil reais) emprestados de sua namorada para realização de uma viagem de lazer com amigos. O valor deveria ser pago em 03 de maio de 2000. No ano seguinte ao empréstimo, Antônia e Carlos contraem matrimônio no dia 03 de maio e decidem optar pelo regime da comunhão universal de bens. Em 2018, o casal resolve dissolver a sociedade conjugal e a extinção do casamento pelo divórcio ocorre em 03 de maio daquele ano. Seis meses após o divórcio, Antônia decide cobrar seu crédito oriundo do referido empréstimo. Acerca do crédito de Antônia, é correto afirmar que a) a pretensão de Antônia encontra-se extinta em razão da ocorrência da prescrição. b) Antônia pode cobrar o valor, pois o prazo prescricional ficou interrompido e não houve extinção da dívida por confusão. c) é indevido o pagamento por Antônia, ante o uso do valor para aprestos do matrimônio. d) Carlos deve realizar o pagamento, pois a dívida é excluída da comunhão e o prazo prescricional ficou suspenso. e) a cobrança é indevida, pois a comunhão universal extinguiu a obrigação por força da confusão patrimonial. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2219925 335) www.tecconcursos.com.br/questoes/2229369 FGV - Proc (PGE SC)/PGE SC/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Nihônio contratou um seguro de invalidez permanente. No dia 08/03/2020, sofreu um grave acidente que o deixou internado por meses. Depois de longa convalescência, teve a confirmação médica, em 08/06/2021, de que estaria incapacitado permanentemente para o trabalho. Por isso, em 08/10/2021, requereu à seguradora o pagamento do capital segurado, o que lhe foi negado, em 08/12/2021,sob o argumento de que a pretensão estava prescrita, considerado o prazo ânuo desde a data do acidente. Nihônio, então, ajuíza ação de cobrança, sustentando, em síntese, que: (i) o acidente ocorreu sob a égide da Lei nº 14.010/2020 a qual, ao dispor sobre o regime Regime Jurídico Emergencial e Transitório das relações jurídicas de Direito Privado no período da pandemia do coronavírus (Covid-19), dispõe que [o]s prazos prescricionais consideram-se impedidos ou suspensos, conforme o caso, a partir da entrada em vigor desta Lei até 30 de outubro de 2020; e (ii) da mesma forma, o pedido de pagamento à seguradora suspende o prazo prescricional até que o segurado tenha ciência da decisão. Nesse caso, é correto afirmar que o prazo prescricional tem por termo final: a) 08/03/2021; b) 30/10/2021; c) 30/12/2021; d) 08/08/2022; e) 08/12/2022. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2229369 336) 337) www.tecconcursos.com.br/questoes/2235465 FGV - Proc (AGE MG)/AGE MG/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Sobre a prescrição civil, originária e intercorrente, e a decadência, assinale a afirmativa correta. a) A prescrição intercorrente observará o mesmo prazo de prescrição da pretensão, não se aplicando as causas de impedimento, de suspensão e de interrupção da prescrição. b) O juiz pode declarar de ofício a prescrição intercorrente, extinguindo a execução, independentemente de prévia oitiva das partes interessadas. c) A prescrição intercorrente é aplicável no módulo executivo do processo, dando continuidade à contagem do prazo do momento em que parou, após a interrupção ocorrida pelo despacho de citação no módulo de conhecimento. d) Não corre o prazo da prescrição civil contra os absolutamente e relativamente incapazes, enquanto permanecer o estado de incapacidade. e) Se a decadência for convencional, a parte a quem aproveita pode alegá-la em qualquer grau de jurisdição, mas o juiz não pode suprir a alegação. www.tecconcursos.com.br/questoes/1692364 FGV - ATCE (TCE-AM)/TCE AM/Ministério Público de Contas/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Em 15 de janeiro de 2020, André completou 12 anos de idade. Enquanto passeava com seu pai para celebrar a ocasião, André foi atingido por um cinzeiro caído de um edifício particular. André pode pretender a reparação civil dos danos sofridos até: a) 15 de janeiro de 2023; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2235465 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1692364 338) 339) b) 15 de janeiro de 2024; c) 15 de janeiro de 2026; d) 15 de janeiro de 2027; e) 15 de janeiro de 2029. www.tecconcursos.com.br/questoes/1786511 FGV - NeR (TJ SC)/TJ SC/Remoção/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Diante do receio de ser despejado, em virtude do atraso de três meses de aluguel, José escreveu uma carta ao seu locador narrando dificuldades em sua vida pessoal, reconhecendo as dívidas atrasadas e pedindo o seu parcelamento. Nesse caso, ocorreu: a) renúncia à prescrição; b) suspensão da prescrição; c) interrupção da prescrição; d) impedimento da prescrição; e) purgação da prescrição. www.tecconcursos.com.br/questoes/611587 FGV - AnaLM (CM Salvador)/CM Salvador/Licitação, Contratos e Convênios/Licitação, Contratos e Convênios/2018 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Mineração S/A contratou seguro de responsabilidade civil com Seguradora S/A, que tinha como objeto a garantia de indenização por eventuais danos ambientais que a contratante viesse a ocasionar. Dentre as cláusulas contratuais, as partes estabeleceram, sob pena de perda da garantia, que na hipótese de ocorrência de qualquer dano passível de indenização, https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1786511 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/611587 340) Mineração S/A deveria comunicar o ocorrido em até 30 (trinta) dias. Também ajustaram reduzir os prazos prescricionais pela metade, tudo com o intento de adequar o valor do prêmio. A respeito de ambas as cláusulas, é correto afirmar que: a) são nulas, visto que não se faculta às partes alterar prazos decadenciais e prescricionais; b) é válida a disposição acerca do prazo decadencial; c) são válidas, pois tratam de condições do negócio jurídico; d) é válido o ajuste quanto ao prazo prescricional; e) são nulas, pois encerram condições meramente potestativas para o segurado. www.tecconcursos.com.br/questoes/616717 FGV - AJ (TJ AL)/TJ AL/Oficial de Justiça Avaliador/2018 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Mariano, através de contrato próprio, cedeu sua imagem pelo prazo de um ano à Marketing Esportivo Ltda.. No instrumento contratual, as partes convencionaram que eventual litígio decorrente dos termos pactuados deveria ser suscitado em até seis meses, sob pena de extinção da pretensão. Essa cláusula é: a) válida, pois o prazo decadencial pode ser objeto de pacto pelas partes; b) inválida, visto que os direitos da personalidade são imprescritíveis; c) válida, porque o prazo prescricional pode ser deliberado pelos contratantes; d) inválida, pois o prazo prescricional não pode ser alterado pelas partes; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/616717 341) 342) e) válida, na medida em que prazos de decadência e prescrição podem ser alterados pelos contratantes. www.tecconcursos.com.br/questoes/616801 FGV - TJ (TJ AL)/TJ AL/Judiciária/2018 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Felipe, com quinze anos, desfere agressões verbais contra a honra de Marcela, maior e sua vizinha, na presença de vários vizinhos de condomínio. Embora aborrecida, Marcela é por todos os presentes amparada e acolhe, por certo tempo, o conselho de não buscar indenização pelos danos morais sofridos, visto se tratar de um adolescente “rebelde”. Contudo, decorridos vinte e quatro meses das agressões e em razão da mudança de Felipe, que deixou o prédio, Marcela resolve buscar “seus direitos” e receber indenização dos pais do agressor. A pretensão de Marcela: a) é incabível, pois a falta de exercício de seu direito configurou um perdão; b) pode ser perpetuamente acolhida, visto que direito da personalidade é imprescritível; c) não poderá prosperar, pois Felipe, à época dos fatos, era absolutamente incapaz; d) pode ser acolhida, desde que ajuizada dentro do prazo prescricional; e) é abusiva, pois o acolhimento do conselho dos vizinhos representa consumação da prescrição. www.tecconcursos.com.br/questoes/616809 FGV - TJ (TJ AL)/TJ AL/Judiciária/2018 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Em um contrato de prestação de serviços, Jorge (pintor) e Renata (contratante.) dispuseram que o pagamento do serviço somente poderia ser judicialmente exigido em até um ano após o vencimento da dívida. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/616801 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/616809 343) Essa disposição contratual é considerada: a) válida, visto que se trata de um prazo decadencial, que pode ser alterado pelos contratantes; b) nula, pois um prazo prescricional não pode ser alterado pelos contratantes; c) válida, desde que o prazo prescricional dessa espécie de obrigação seja inferior ao acordado; d) nula, porque o prazo decadencial não pode ser alterado pelos contratantes; e) válida, pois o prazo prescricional pode ser alterado pelos contratantes. www.tecconcursos.com.br/questoes/669211 FGV - Of (TJ SC)/TJ SC/Justiça e Avaliador/2018 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Ao celebrar um contrato de locação, Camila, locadora, convenciona com Marcos, locatário, que em até 30 (trinta) dias o inquilino deve exercer a opção de permanecer, ou não, com o mobiliário do imóvel locado, valendo o silêncio como a rejeição da manutenção dos bens. A respeito dessa cláusula, é correto afirmar que se trata de prazo: a) prescricional e, portanto, regular a convenção; b) decadencial e, dessa forma, válido o lapso temporal; c)prescricional, pelo que irregular a convenção do período; d) decadencial, mas inválida a disposição acerca da duração; e) prescricional, mas deve observar o prazo de 5 anos. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/669211 344) 345) www.tecconcursos.com.br/questoes/669350 FGV - TJ Aux (TJ SC)/TJ SC/2018 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Ana alugou o apartamento de Luiza, por meio de contrato em que as partes optaram, mediante cláusula expressa, por dispor que a proprietária somente poderia cobrar aluguéis vencidos e não pagos dos últimos seis meses. A respeito dessa cláusula, é correto afirmar que: a) resulta da liberdade das partes, pelo que deve ser observada; b) é regular, pois altera prazo decadencial; c) é irregular, visto que altera prazo prescricional; d) é condicionada ao não pagamento dos aluguéis no aludido período; e) deve ser a cada seis meses renovada para se manter regular. www.tecconcursos.com.br/questoes/702026 FGV - Ana Leg (ALERO)/ALERO/Processo Legislativo/2018 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) No dia 04/04/05, Everaldo, casado com Maria Helena pelo regime da separação de bens, colidiu com o veículo de sua esposa no trânsito. Ela dispendeu, segundo orçamento da oficina, R$ 4.000,00 para o conserto de seu bem. Em 15/07/18, o casal se divorciou e Maria Helena pretende intentar ação judicial em face de Everaldo. Sobre prescrição, neste caso, assinale a afirmativa correta. a) Flui o prazo prescricional a partir do dia 15/07/18, pois durante o casamento estava suspenso. b) A prescrição da pretensão ocorreu em 04/04/08. c) A prescrição estava impedida de correr durante o casamento, pelo que o prazo passa a ser contado a partir de 15/07/18. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/669350 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/702026 346) 347) d) Por se tratar de uma dívida líquida, o prazo para sua cobrança se encerrou em 04/04/2010. e) Maria Helena pode intentar ação judicial para a reparação dos danos até 15/07/2023. www.tecconcursos.com.br/questoes/341220 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2016 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Joaquim celebrou, por instrumento particular, contrato de mútuo com Ronaldo, pelo qual lhe emprestou R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), a serem pagos 30 dias depois. No dia do vencimento do empréstimo, Ronaldo não adimpliu a prestação. O tempo passou, Joaquim se manteve inerte, e a dívida prescreveu. Inconformado, Joaquim pretende ajuizar ação de enriquecimento sem causa contra Ronaldo. Sobre os fatos narrados, assinale a afirmativa correta. a) A ação de enriquecimento sem causa é cabível, uma vez que Ronaldo se enriqueceu indevidamente à custa de Joaquim. b) Como a ação de enriquecimento sem causa é subsidiária, é cabível seu ajuizamento por não haver, na hipótese, outro meio de recuperar o empréstimo concedido. c) Não cabe o ajuizamento da ação de enriquecimento sem causa, pois há título jurídico a justificar o enriquecimento de Ronaldo. d) A pretensão de ressarcimento do enriquecimento sem causa prescreve simultaneamente à pretensão relativa à cobrança do valor mutuado. www.tecconcursos.com.br/questoes/2415376 IADES - Adv (OAB DF)/OAB DF/2012 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Em relação ao tema prescrição e decadência, assinale a alternativa correta. a) A decadência legal deverá ser reconhecida de ofício pelo juiz. Diversamente será a postura do Estado-juiz, quando diante da decadência convencional, sendo que esta deverá ser alegada pela parte a quem aproveita, em qualquer grau de jurisdição, https://www.tecconcursos.com.br/questoes/341220 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2415376 348) não podendo o juiz suprir a alegação. b) Não corre a prescrição contra os relativamente incapazes. c) Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários, só aproveitam os outros se a obrigação for divisível. d) Prescreve em 3 anos a pretensão para haver prestações alimentares, a partir da data em que se vencerem. e) Imaginando a situação de que A conduzia o seu automóvel pela avenida W3-Sul, quando B, de forma imprudente, avançou o sinal vermelho, vindo a atingir o veículo de A, causando certas avarias. Dessa forma, A poderá ajuizar uma ação de reparação civil em face de B, pedindo o ressarcimento do dano sofrido. Ademais, disporá de um prazo prescricional de 2 anos para ajuizar a demanda, sob pena de extinção de sua pretensão. www.tecconcursos.com.br/questoes/240035 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) O decurso do tempo exerce efeitos sobre as relações jurídicas. Com o propósito de suprir uma deficiência apontada pela doutrina em relação ao Código velho, o novo Código Civil, a exemplo do Código Civil italiano e português, define o que é prescrição e institui disciplina específica para a decadência. Tendo em vista os preceitos do Código Civil a respeito da matéria, assinale a alternativa correta. a) Se a decadência resultar de convenção entre as partes, o interessado poderá alegá-la, em qualquer grau de jurisdição, mas o juiz não poderá suprir a alegação de quem a aproveite. b) Se um dos credores solidários constituir judicialmente o devedor em mora, tal iniciativa não aproveitará aos demais quanto à interrupção da prescrição, nem a interrupção produzida em face do principal devedor prejudica o fiador dele. c) O novo Código Civil optou por conceituar o instituto da prescrição como a extinção da pretensão e estabelece que a prescrição, em razão da sua relevância, pode ser arguida, mesmo entre os cônjuges enquanto casados pelo regime de separação obrigatória de bens. d) Quando uma ação se originar de fato que deva ser apurado no juízo criminal, não correrá a prescrição até o despacho do juiz que tenha recebido ou rejeitado a denúncia ou a queixa-crime. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/240035 349) 350) www.tecconcursos.com.br/questoes/243487 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2010 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A respeito das diferenças e semelhanças entre prescrição e decadência, no Código Civil, é correto afirmar que: a) a prescrição acarreta a extinção do direito potestativo, enquanto a decadência gera a extinção do direito subjetivo. b) os prazos prescricionais podem ser suspensos e interrompidos, enquanto os prazos decadenciais legais não se suspendem ou interrompem, com exceção da hipótese de titular de direito absolutamente incapaz, contra o qual não corre nem prazo prescricional nem prazo decadencial. c) não se pode renunciar à decadência legal nem à prescrição, mesmo após consumadas. d) a prescrição é exceção que deve ser alegada pela parte a quem beneficia, enquanto a decadência pode ser declarada de ofício pelo juiz. www.tecconcursos.com.br/questoes/1643214 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2009 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Considerando o importante efeito do decurso de tempo tanto na aquisição quanto na extinção de direitos, assinale a opção correta. a) Se a decadência for convencional, o juiz não poderá suprir a alegação. b) Se a prescrição não estiver consumada, a renúncia à possibilidade de alegá-la deverá ser expressa. c) Se as partes resolverem ampliar prazo prescricional, deverão fazê-lo por escrito. d) O juiz só pode conhecer de ofício a prescrição, para favorecer o absolutamente incapaz. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/243487 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1643214 351) 352) www.tecconcursos.com.br/questoes/1643461 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2009 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Assinale a opção correta respeito da prescrição e da decadência. a) Pode haver renúncia à decadência prevista em lei por aquele que a aproveita. b) A pretensão condenatória não exercitada no prazo legal sujeita-se aos efeitos da decadência. c) A prescrição iniciada contra o credor continua a correr contra o sucessor universal absolutamente incapaz. d)Não corre prescrição enquanto pendente a condição suspensiva em relação ao negócio jurídico. www.tecconcursos.com.br/questoes/2480553 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2008 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A perda do direito potestativo e a perda da pretensão em virtude da inércia do titular no prazo determinado por lei vinculam-se, respectivamente, aos conceitos de a) decadência e prescrição. b) prescrição e decadência. c) omissão e ato ilícito. d) ação e omissão. www.tecconcursos.com.br/questoes/2389583 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB RJ/OAB/2007 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1643461 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2480553 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2389583 353) 354) 355) A passagem do tempo pode determinar uma série de efeitos jurídicos, sendo, por exemplo, um dos elementos determinantes para a prescrição ou a decadência de direitos. Sobre esses institutos jurídicos, assinale a opção correta. a) A interrupção da prescrição, que pode ocorrer diversas vezes, exige a demonstração do interesse por parte de quem a promove. b) O direito brasileiro não admite a suspensão da decadência, sendo esta, portanto, considerada como prazo fatal. c) A prescrição da pretensão de reparação civil se dá, nos termos do Código Civil, em 5 anos. d) A prescrição pode ser pronunciada, de ofício, pelo juiz. www.tecconcursos.com.br/questoes/2476655 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2007 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Sobre prescrição e decadência, assinale a alternativa errada. a) Exceção prescreve no mesmo prazo que a pretensão. b) É permitida por lei – ainda que dentro do lapso – a renúncia à prescrição, feita pelo devedor. c) Se, após o vencimento da dívida, credora e devedor se casam, ocorre a suspensão do prazo prescricional. d) Protesto cambial interrompe o prazo prescricional. www.tecconcursos.com.br/questoes/2477782 FCC - Sec OAB SP/OAB/2006 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Sobre a prescrição e a decadência, é INCORRETO afirmar: a) quando houver prazo para o exercício de direito potestativo, o prazo será decadencial. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2476655 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2477782 356) 357) b) quando consumada, a prescrição extingue a pretensão. c) a pretensão nasce a partir do momento em que o direito é violado. d) a prescrição nunca pode ser suscitada de oficio pelo juiz. www.tecconcursos.com.br/questoes/2443747 VUNESP - Sec OAB NE/OAB/2005 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A pretensão de reparação civil prescreve em a) 1 ano. b) 2 anos. c) 3 anos. d) 5 anos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2449836 VUNESP - Sec OAB NE/OAB/2005 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A prescrição a) iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor. b) correrá, mesmo pendendo ação de evicção. c) suspensa em favor de um dos credores solidários, aproveitará aos outros, independentemente da espécie da obrigação. d) ocorre em 20 anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2443747 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2449836 358) 359) 360) www.tecconcursos.com.br/questoes/2475551 FCC - Sec OAB SP/OAB/2005 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) São imprescritíveis as pretensões que versam sobre a) os bens públicos, o estado da pessoa e a cobrança de prestações alimentares vencidas. b) a ação para anular inscrição do nome empresarial feita com violação de lei ou do contrato. c) o estado da pessoa, os direitos da personalidade e a cobrança de prestações vencidas de rendas vitalícias. d) o direito a alimentos e a ação de reparação civil em razão de contrafação. www.tecconcursos.com.br/questoes/2477592 Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2005 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Indique a alternativa correta, no que tange à prescrição: a) Não se pode renunciar à prescrição. b) Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes. c) O juiz pode reconhecer, de ofício, a prescrição em favor do absolutamente incapaz. d) A prescrição iniciada contra uma pessoa não continua a correr contra seu sucessor. www.tecconcursos.com.br/questoes/2436592 VUNESP - Sec OAB NE/OAB/2003 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Assinale a alternativa correta. a) Nos prazos decadenciais criados pela autonomia privada, a renúncia à decadência é nula tal qual o é quando fixada em lei. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2475551 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2477592 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2436592 361) 362) b) A conversão do ato negocial nulo é o meio jurídico em virtude do qual, verificados certos requisitos, transforma- se em outro negócio jurídico o inicialmente nulo, com fim de salvaguardar, na medida do possível, o resultado prático que as partes visam com ele alcançar. c) Os escritos em língua estrangeira poderão ser registrados aqui no original, para fins de conservação ou perpetuidade e também com o fim de produzirem efeitos jurídicos e legais, independentemente de tradução. d) Tem direito a não testemunhar, em face do princípio da dignidade da pessoa humana, aquele que, se o fizer, desonrará o cônjuge, o convivente, qualquer parente, ou mesmo um amigo íntimo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2475321 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2003 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Se o quantum da pensão alimenticia for fixado judicialmente, a pretensão para cobrar as prestações não pagas a) prescreverá em cinco anos. b) será imprescritivel. c) prescreverá em dois anos. d) decairá em três anos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2434466 VUNESP - Sec OAB AM/OAB/2002 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A prescrição a) não corre pendendo ação de evicção. b) é suspensa pela citação válida, ainda que ordenada por juiz incompetente. c) suspensa em favor de um dos credores solidários, aproveita- se em qualquer caso a todos os outros credores. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2475321 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2434466 363) 364) d) pode ser interrompida nos casos legais, mas não suspensa. www.tecconcursos.com.br/questoes/2472303 VUNESP - Adv (OAB DF)/OAB DF/2002 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Não corre a prescrição entre a) cônjuges, ainda que divorciados ou separados judicialmente; contra os que se acharem servindo no exército nacional, em favor do mandante, contra o mandatário. b) cônjuges, apenas na constância do matrimônio; contra os ausentes do Brasil, quando em serviço público; se pendente ação de evicção. c) tutelado e tutor, enquanto durar a tutela; contra os silvícolas; se pendente ação declaratória negativa ou constitutiva de direitos. d) ascendentes e descendentes; entre o credor pignoratício e o depositante; contra os incapazes, seja a incapacidade absoluta ou relativa. www.tecconcursos.com.br/questoes/2474161 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2002 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Tício e Simprônio são credores solidários de Mévio. Estando o débito prestes a prescrever, Tício notificou Mévio, por via judicial, visando à interrupção da prescrição. Em seguida, passado o prazo original de prescrição, Simprônio propôs ação de cobrança contra Mévio. A dívida a) está prescrita com relação a ambos. b) está prescrita com relação a Simprônio, mas não com relação a Tício. c) está prescrita com relação a Tício, mas não com relação a Simprônio. d) não está prescrita com relação a qualquer dos credores. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2472303 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2474161 365) 366) www.tecconcursos.com.br/questoes/2474967 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2002 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Fixados os alimentosa favor do filho menor impúbere, com 10 anos de idade, o alimentante passou a pagar apenas 2/3 do valor da pensão, e essa prática perdurou por seis anos. A inadimplência veio a motivar a execução de sentença pela representante da criança. Em fase de embargos, o alimentante aduziu prescrição (Cód. Civil, art. 178, § 10, n. I) das prestações vencidas há cinco anos. Em impugnação aos embargos, deverá ser arguido que a) a prestação de alimentos é imprescritível. b) a prescrição não corre contra menores até 18 anos completos. c) a prescrição não corre contra menores impúberes. d) a prescrição é do direito a alimentos em si e não atinge prestações vencidas. www.tecconcursos.com.br/questoes/2446902 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2000 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Não corre a prescrição entre a) cônjuges, ainda que divorciados, contra os que se acharem servindo no exército nacional, em favor do mandante, contra o mandatário. b) cônjuges, apenas na constância do matrimônio, contra os ausentes do Brasil, quando em serviço público, se pendente ação de evicção. c) tutelado e tutor, enquanto durar a tutela, contra os silvícolas, se pendente ação declaratória negativa ou constitutiva de direitos. d) ascendentes e descendentes, entre o credor pignoratício e o depositante, contra os incapazes, sejam eles de forma absoluta ou relativa. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2474967 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2446902 367) 368) www.tecconcursos.com.br/questoes/2437688 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/1999 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) NÃO é causa interruptiva da prescrição a) a apresentação do título representativo da dívida em processo de execução contra devedor insolvente. b) o protesto do título de crédito representativo da dívida. c) a notificação judicial que constitua o devedor em mora. d) a prática, pelo devedor, de ato que importe reconhecimento inequívoco da dívida. www.tecconcursos.com.br/questoes/2478813 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2009 Direito Civil - Questões Mesclados de Fatos Jurídicos (arts. 104 a 232) A respeito do fato jurídico, assinale a opção correta. a) A decadência extingue a pretensão e, por via oblíqua, o direito. b) Pode haver renúncia à prescrição antes da consumação do respectivo prazo, desde que não haja prejuízo a terceiros. c) Ato jurídico em sentido estrito é o que surge como mero pressuposto de efeito jurídico preordenado pela lei sem função e natureza de autorregulamento. d) O negócio jurídico, ato independente da vontade humana, produz efeitos jurídicos, criando, modificando ou extinguindo direitos. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2437688 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2478813 369) 370) www.tecconcursos.com.br/questoes/2479268 Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2005 Direito Civil - Questões Mesclados de Fatos Jurídicos (arts. 104 a 232) O Código Civil Brasileiro de 2002 consagrou, no direito positivo brasileiro, a categoria do negócio jurídico. De acordo com a disciplina traçada por esse diploma legal sobre o tema, é correto dizer: a) é válido o negócio jurídico celebrado por pessoa relativamente incapaz não assistida; b) o objeto do negócio jurídico há de ser sempre determinado; c) o negócio jurídico anulável não pode ser confirmado pelas partes; d) celebra negócio jurídico em estado de perigo alguém que, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa. www.tecconcursos.com.br/questoes/2442642 VUNESP - Sec OAB NE/OAB/2003 Direito Civil - Questões Mesclados de Fatos Jurídicos (arts. 104 a 232) Pode-se afirmar que a) se o representante vier a efetivar negócio jurídico consigo mesmo no seu interesse ou por conta de outrem, anulável será tal ato, independentemente da autorização do representado. b) dolo positivo vem a ser a manobra astuciosa que constitui uma omissão dolosa ou reticente para induzir um dos contratantes a realizar determinado negócio. c) a dissimulação provoca falsa crença num estado não real, quer enganar sobre a existência de uma situação não verdadeira, tornando nulo o negócio. d) a requerimento de qualquer interessado, será declarada a morte presumida do ausente, após dez anos do trânsito em julgado da sentença da abertura da sucessão provisória, sem que o ausente apareça, ou cinco anos depois das últimas notícias do desaparecido que conte com oitenta anos de idade. www.tecconcursos.com.br/questoes/2412261 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479268 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2442642 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2412261 371) 372) FGV - JE TJMS/TJ MS/2023 Direito Civil - Princípios Gerais das Obrigações (Conceito e Fontes) Mário prometeu a seus três filhos, no bojo de ação de divórcio combinada com partilha, que lhes doaria os imóveis em seu nome. O termo de homologação desse acordo foi levado ao Registro Geral de Imóveis. Nesse caso, com o registro da promessa de doação, verifica-se: a) a constituição de um ônus real stricto sensu sobre os imóveis; b) o estabelecimento de uma obrigação com eficácia real; c) a existência de uma obrigação natural; d) a afirmação de uma obrigação ambulatória ou propter rem; e) a criação de um direito potestativo em favor dos filhos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2471668 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2001 Direito Civil - Princípios Gerais das Obrigações (Conceito e Fontes) A obrigação dos proprietários de imóveis confinantes, de concorrer para as despesas de construção e conservação de tapumes divisórios, pode ser tida como a) ônus real. b) jus in re. c) obrigação com eficácia real. d) obrigação propter rem. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2471668 373) 374) www.tecconcursos.com.br/questoes/2322945 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2023 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) Rodrigo e Juliana celebraram contrato de compra e venda com Márcia, visando à aquisição de 20 (vinte) cavalos da raça manga-larga, de propriedade desta última. O contrato possui cláusula prevendo a solidariedade ativa de Rodrigo e Juliana, e que a entrega será feita de uma única vez. Dez dias antes da data pactuada para entrega dos animais, Márcia, culposamente, esqueceu aberta a porta do curral os animais estavam, o que ocasionou a fuga dos equinos. No dia combinado, Márcia dispunha de apenas cinco cavalos, os quais foram oferecidos a Rodrigo e Juliana como parte do pagamento. Acerca do caso apresentado, assinale a afirmativa correta. a) Por se tratar de obrigação de entrega de coisa a dois credores, a previsão de solidariedade ativa contratual é desnecessária, eis que decorrente de disposição expressa do Código Civil. b) Rodrigo e Juliana poderão optar por receber os cinco cavalos, com abatimento do preço, ou considerar resolvida a obrigação e, tanto num como noutro caso, exigir indenização das perdas e danos. c) Caso Rodrigo e Juliana optem pela conversão da obrigação em perdas e danos, a solidariedade não subsistirá. d) Márcia poderá compelir Rodrigo e Juliana a receberem cinco cavalos, posto se tratar de obrigação divisível. www.tecconcursos.com.br/questoes/2518861 FGV - JF TRF1/TRF 1/2023 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) Maria e João realizaram um contrato em 20/10/2020, em que João prestaria serviço na casa de Maria e, em contrapartida, Maria entregaria a João seu carro, cujo fabricante é AUTOM, modelo CABIN, ano 2021, cor vermelha, placa ABC1234 e com Código Renavan: 123456. João prestou o serviço a contento e a data prevista para entrega do carro seria 01/01/2021 às 6h da manhã e o local combinado foi a casa de João. Tudo caminhava bem, até que, em 31/12/2020, Maria, voltando de seu trabalho, dirigindo tal carro, foi abalroada por outro veículo, que avançou o sinal vermelho e acabou por amassar a porta do lado contrário https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2322945 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2518861 375)àquele do motorista. Feito o registro de ocorrência, restou claro que Maria não teve culpa no acidente e que somente a porta do carro foi danificada, não precisando de guincho. Maria foi para casa dirigindo e desolada, pois sabia que não daria tempo de consertar, já que a data de entrega do carro a João seria no dia seguinte pela manhã. Com base nos fatos e no Código Civil, é correto afirmar que: a) Maria deverá responder perante João, pela deterioração da coisa mais perdas e danos; b) até a entrega da coisa, o carro ainda era de propriedade de Maria, apesar de o contrato ter sido assinado antes; c) com a deterioração do bem, houve, automaticamente, a total impossibilidade de entrega da coisa, resolvendo a obrigação; d) desde a assinatura do contrato, o risco sobre o bem já pertencia a João, razão pela qual Maria não tinha com o que se preocupar; e) com a deterioração do bem, nasce para João um direito subjetivo de escolher o bem no estado em que se encontra, com abatimento no preço, ou resolver a obrigação. www.tecconcursos.com.br/questoes/2064862 FGV - ES (SEMSA Manaus)/Pref Manaus/Advogado/2022 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) Comprimidos & Soluções Médicas Ltda. (“Comprimidos”) obrigou-se a fornecer um lote de remédios para Farmácia Brasil Ltda. (“Farmácia). Conforme os termos do negócio ajustado, Farmácia pagou o valor integral dos produtos, R$ 150.000,00, de maneira antecipada. Enquanto isso, Comprimidos comprometeu-se à entrega da mercadoria em até 15 dias após a celebração da avença. No entanto, por falha operacional de Comprimidos, o lote de remédios vendido não foi armazenado corretamente, tornando-se impróprio para uso. Nesse contexto, de um lado, Comprimidos descartou os produtos que deveria entregar e, de outro, Farmácia precisou comprá-los de outro fornecedor, com urgência, por valor mais alto (R$ 180.000,00). https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2064862 376) A respeito da situação apresentada, é correto afirmar que Comprimidos deverá a) restituir o valor já pago pelos produtos que seriam fornecidos, sem indenização da diferença de R$ 30.000,00, pois tal despesa é risco que se imputa ao credor. b) restituir o valor já pago pelos produtos que seriam fornecidos, bem como pagar as perdas e danos, no valor de R$ 30.000,00. c) restituir o valor já pago pelos produtos que seriam fornecidos, bem como pagar as perdas e danos, as quais têm o valor de R$ 180.000,00. d) indenizar Farmácia no valor de R$ 30.000,00, sendo indevida a restituição do valor recebido, pois, desde a celebração do negócio, a perda da coisa é risco imputado ao credor. e) não deverá restituir nem indenizar valores, pois, desde a celebração do negócio, a perda da coisa é risco imputado ao credor. www.tecconcursos.com.br/questoes/1865353 FGV - Proc J (CM Aracaju)/CM Aracaju/2021 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) João pegou o automóvel de Almir emprestado, mas antes de devolvê-lo, apesar de todo o seu cuidado, foi assaltado e levaram o veículo, que jamais foi localizado novamente. Diante disso, Almir, perante João: a) não pode exigir nada; b) pode exigir somente o valor de mercado do automóvel; c) pode exigir somente indenização por perdas e danos; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1865353 377) 378) d) pode exigir o valor de mercado do automóvel e indenização por perdas e danos; e) pode exigir um novo automóvel, com as mesmas características do que foi roubado. www.tecconcursos.com.br/questoes/620686 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2018 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) Arlindo, proprietário da vaca Malhada, vendeu-a a seu vizinho, Lauro. Celebraram, em 10 de janeiro de 2018, um contrato de compra e venda, pelo qual Arlindo deveria receber do comprador a quantia de R$ 2.500,00, no momento da entrega do animal, agendada para um mês após a celebração do contrato. Nesse interregno, contudo, para surpresa de Arlindo, Malhada pariu dois bezerros. Sobre os fatos narrados, assinale a afirmativa correta. a) Os bezerros pertencem a Arlindo. b) Os bezerros pertencem a Lauro. c) Um bezerro pertence a Arlindo e o outro, a Lauro. d) Deverá ser feito um sorteio para definir a quem pertencem os bezerros. www.tecconcursos.com.br/questoes/465908 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2017 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) Antônio, vendedor, celebrou contrato de compra e venda com Joaquim, comprador, no dia 1º de setembro de 2016, cujo objeto era um carro da marca X no valor de R$ 20.000,00, sendo o pagamento efetuado à vista na data de assinatura do contrato. Ficou estabelecido ainda que a entrega do bem seria feita 30 dias depois, em 1º de outubro de 2016, na cidade do Rio de Janeiro, domicílio do vendedor. Contudo, no dia 25 de setembro, uma chuva torrencial inundou diversos bairros da cidade e o carro foi destruído pela enchente, com perda total. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/620686 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/465908 379) Considerando a descrição dos fatos, Joaquim a) não faz jus à devolução do pagamento de R$ 20.000,00. b) terá direito à devolução de 50% do valor, tendo em vista que Antônio, vendedor, não teve culpa. c) terá direito à devolução de 50% do valor, tendo em vista que Antônio, vendedor, teve culpa. d) terá direito à devolução de 100% do valor, pois ainda não havia ocorrido a tradição no momento do perecimento do bem. www.tecconcursos.com.br/questoes/341221 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2016 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) A peça Liberdade, do famoso escultor Lúcio, foi vendida para a Galeria da Vinci pela importância de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Ele se comprometeu a entregar a obra dez dias após o recebimento da quantia estabelecida, que foi paga à vista. A galeria organizou, então, uma grande exposição, na qual a principal atração seria a escultura Liberdade. No dia ajustado, quando dirigia seu carro para fazer a entrega, Lúcio avançou o sinal, colidiu com outro veículo, e a obra foi completamente destruída. O anúncio pela galeria de que a peça não seria mais exposta fez com que diversas pessoas exercessem o direito de restituição dos valores pagos a título de ingresso. Sobre os fatos narrados, assinale a afirmativa correta. a) Lúcio deverá entregar outra obra de seu acervo à escolha da Galeria da Vinci, em substituição à escultura Liberdade. b) A Galeria da Vinci poderá cobrar de Lúcio o equivalente pecuniário da escultura Liberdade mais o prejuízo decorrente da devolução do valor dos ingressos relativos à exposição. c) Por se tratar de obrigação de fazer infungível, a Galeria da Vinci não poderá mandar executar a prestação às expensas de Lúcio, restando-lhe pleitear perdas e danos. d) Com o pagamento do preço, transferiu-se a propriedade da escultura para a Galeria da Vinci, razão pela qual ela deve suportar o prejuízo pela perda do bem. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/341221 380) 381) www.tecconcursos.com.br/questoes/242984 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2010 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) Maria celebrou contrato de compra e venda do carro da marca X com Pedro, pagando um sinal de R$ 10.000,00. No dia da entrega do veículo, a garagem de Pedro foi invadida por bandidos, que furtaram o referido carro. A respeito da situação narrada, assinale a alternativa correta. a) Haverá resolução do contrato pela falta superveniente do objeto, sendo restituído o valor já pago por Maria. b) Não haverá resolução do contrato, pois Pedro pode alegar caso fortuito. c) Maria poderá exigir a entrega de outro carro. d) Pedro poderá entregar outro veículo no lugar no automóvel furtado. www.tecconcursos.com.br/questoes/243203 CEBRASPE (CESPE) - NAC UNI OAB/OAB/2010 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) Acerca das obrigações de dar, fazer e não fazer, assinale a opção correta. a) No caso de entrega de coisa incerta, se houver, antes da escolha, perda ou deterioração do bem, ainda que decorrentede caso fortuito ou força maior, a obrigação ficará resolvida para ambas as partes. b) Em caso de obrigação facultativa, o perecimento da coisa devida não implica a liberação do devedor do vínculo obrigacional, podendo-se dele exigir a realização da obrigação devida. c) É divisível a obrigação de prestação de coisa indeterminada. d) Tratando-se de obrigação de entrega de coisa certa, a obrigação será extinta caso a coisa se perca sem culpa do devedor, antes da tradição ou mediante condição suspensiva. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/242984 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/243203 382) 383) www.tecconcursos.com.br/questoes/243508 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2010 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) João prometeu transferir a propriedade de uma coisa certa, mas antes disso, sem culpa sua, o bem foi deteriorado. Segundo o Código Civil, ao caso de João aplica-se o seguinte regime jurídico: a) a obrigação fica resolvida, com a devolução de valores eventualmente pagos. b) a obrigação subsiste, com a entrega da coisa no estado em que se encontra. c) a obrigação subsiste, com a entrega da coista no estado em que se encontra e abatimento no preço proporcional à deterioração. d) a obrigação poderá ser resolvida, com a devolução de valores eventualmente pagos, ou subsistir, com a entrega da coisa no estado em que se encontra e abatimento no preço proporcional à deterioração, cabendo ao credor a escolha de uma dentre as duas soluções. www.tecconcursos.com.br/questoes/1643468 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2009 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) No que se refere às modalidades de obrigações, assinale a opção correta. a) O compromisso de compra e venda configura obrigação de dar quando o promitente vendedor se obriga a emitir declaração de vontade para a celebração do contrato definitivo, outorgando a escritura pública ao compromissário comprador, depois de pagas todas as prestações. b) Caracteriza obrigação de meio o ato de o advogado assumir defender os interesses dos clientes, empregando seus conhecimentos para obtenção de determinado resultado; nesse tipo de obrigação, o advogado não fará jus aos honorários advocatícios quando não vencer a causa. c) Nas obrigações solidárias passivas, se a prestação se perder, convertendo-se em perdas e danos, o credor perderá o direito de exigir de um só devedor o pagamento da totalidade das perdas e danos. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/243508 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1643468 384) 385) d) A obrigação de dar coisa certa confere ao credor simples direito pessoal, e não real, havendo, contudo, no âmbito do direito, medidas destinadas a persuadir o devedor a cumprir a obrigação. www.tecconcursos.com.br/questoes/1644753 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2008 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) Ainda no que concerne ao direito das obrigações, assinale a opção correta. a) No caso de obrigação de restituir coisa certa, vindo esta a perecer, sem culpa do devedor, a obrigação resolve-se automaticamente, sem qualquer direito ao credor de receber indenização ou de exigir a restituição da coisa. b) Se houver pluralidade de sujeitos, sendo a obrigação indivisível, pode haver o cumprimento fracionado da obrigação, quando a indivisibilidade é proveniente da vontade das partes, ou seja, tratando-se de indivisibilidade legal. c) Caso o devedor inadimplente de obrigação decida purgar a mora oferecendo ao credor a prestação vencida, acrescida da indenização dos danos causados ao credor pela mora, não poderá o credor rejeitar a prestação, transformando a mora em inadimplemento definitivo, e pleitear a resolução do contrato. d) O acordo extrajudicial firmado entre credor e devedor principal, para mera prorrogação do pagamento da dívida, implica novação, desonerando, assim, os co-obrigados que nela não intervieram. www.tecconcursos.com.br/questoes/2387010 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB GO/OAB/2007 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) Considerando a prescrição, a prova, as modalidades e a transmissão das obrigações, assinale a opção correta. a) Se o negócio jurídico versar sobre direito disponível, o prazo prescricional que lhe seja aplicável poderá ser ampliado por acordo entre as partes contratantes. b) Reputa-se ineficaz a confissão se provém de quem é capaz de dispor do direito a que se referem os fatos confessados. c) Tratando-se de obrigação de entrega de coisa incerta, com indicação apenas da quantidade e do gênero, o devedor ficará isento do cumprimento da obrigação se antes da escolha sobrevier a sua deterioração, ainda que por força maior ou caso fortuito. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1644753 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2387010 386) 387) d) Os direitos personalíssimos, assim como o direito de preferência, não poderão ser cedidos pelo credor a terceiros, ainda que mediante anuência do devedor. www.tecconcursos.com.br/questoes/2476657 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2007 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) Devedor de coisa indicada apenas pelo gênero e quantidade a) não pode alegar sua perda ou deterioração, ainda que por fortuito ou força maior. b) tem a obrigação de escolher a coisa oferecida ao credor, não se admitindo disposição contrária entre as partes. c) fica liberado da obrigação se provar que a coisa se perdeu sem culpa sua. d) nenhuma das anteriores é correta. www.tecconcursos.com.br/questoes/2474469 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2002 Direito Civil - Das Obrigações de Dar (arts. 233 a 246) Nas obrigações portáveis de dar coisa certa, o perecimento do objeto da prestação, após o prazo de entrega, corre por conta do a) credor, independentemente de sua constituição formal em mora. b) devedor, independentemente de sua constituição formal em mora. c) credor, desde que tenha sido formalmente constituído em mora. d) devedor, desde que tenha sido formalmente constituído em mora. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2476657 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2474469 388) 389) www.tecconcursos.com.br/questoes/1758548 QUADRIX - PAS (CRECI 14)/CRECI 14 (MS)/Advogado/2021 Direito Civil - Das Obrigações de Fazer (arts. 247 a 249) Nas palavras de Caio Mário da Silva Pereira, obrigação é o vínculo jurídico em virtude do qual uma pessoa pode exigir de outra prestação economicamente apreciável. O mesmo autor acrescenta ainda que tal vínculo deve se basear na obediência aos valores e princípios constitucionais, inclusive o da dignidade da pessoa humana e o da solidariedade social. Quanto às modalidades de obrigações em geral e a suas características, julgue o item a seguir. Na obrigação de fazer de natureza personalíssima, caso o devedor se negue a cumpri-la, a obrigação de fazer converter-se-á em obrigação de dar, devendo o sujeito passivo arcar com perdas e danos, incluídos os danos materiais. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/1190961 CEBRASPE (CESPE) - Ana Min (MPE CE)/MPE CE/Direito/2020 Direito Civil - Das Obrigações de Fazer (arts. 247 a 249) Conforme as disposições do Código Civil acerca do direito das obrigações, julgue o item que se segue. Situação hipotética: Rodrigo foi contratado por Caio para prestar determinado serviço na residência deste. Contudo, em razão de uma forte tempestade, foi impossível o cumprimento da obrigação assumida por Rodrigo. Assertiva: Nesse caso, Rodrigo deverá indenizar Caio por perdas e danos. Certo Errado https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1758548 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1190961 390) 391) www.tecconcursos.com.br/questoes/1589660 COMPERVE (UFRN) - Proc (CM Parnamirim)/CM Parnamirim/2019 Direito Civil - Das Obrigações de Fazer (arts. 247 a 249) A empresa Construa Mais LTDA foi contratada por Abelardo para construir sua nova residência. Nos termos do contrato, estaria previsto que o prazo de execução completa da obra seria de 6 meses a contar da assinatura. Passados mais de 18 meses desde o inícioda obra, a empresa Construa Mais LTDA abandonou o serviço, sem dar qualquer explicação a Abelardo e deixando a obra inacabada. Abelardo tentou por diversas vezes localizar a empresa para obter justificativa, mas todas sem sucesso. Face à impossibilidade de Abelardo em contatar a empresa Construa Mais LTDA e diante da urgência de concluir a obra, Abelardo contrata uma nova empresa para finalizar a construção e envia à empresa Construa Mais LTDA, comprovante do valor pago à nova empresa para que seja ressarcido. A empresa Construa Mais LTDA, diante da cobrança de Abelardo, diz que não vai ressarcir nenhum valor gasto com a conclusão da obra, alegando que não há nenhuma relação entre Abelardo e a nova empresa contratada. Essa justificativa da empresa Construa Mais LTDA é a) correta, pois o prejuízo sofrido por Abelardo pela obra inacabada não pode ser oponível à empresa Construa Mais LTDA, por não haver responsabilidade desta. b) correta, pois a obrigação de pagar ao terceiro é de Abelardo, que deveria ter o aval da empresa para contratar o terceiro. c) incorreta, pois Abelardo deveria ter a autorização expressa da empresa Construa Mais LTDA para contratar o terceiro para finalizar a obra inacabada. d) incorreta, pois essa empresa deu causa à necessidade de contratação por Abelardo de um terceiro, quando não cumpriu com a obrigação avençada no contrato de construção da casa. www.tecconcursos.com.br/questoes/113784 Com. Exam. (MPT) - Proc (MPT)/MPT/2012 Direito Civil - Das Obrigações de Fazer (arts. 247 a 249) Marque a alternativa INCORRETA: a) o prazo de 4 (quatro) anos para se pleitear a anulação do negócio jurídico é decadencial, contado no caso de coação do dia em que cessar, e, no caso de erro, do dia em que se realizou o negócio jurídico. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1589660 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/113784 392) 393) b) contam-se os juros de mora desde a citação inicial. c) nas obrigações de fazer fungíveis, o credor no exercício da autoexecutoriedade e operabilidade, em caso de urgência na obtenção da obrigação, pode executar ou mandar executar o fato, sendo depois ressarcido. d) a novação subjetiva passiva é a substituição do antigo devedor por um novo, sendo que a legislação civil adotou somente a novação por delegação, na qual há a substituição do devedor independentemente de seu consentimento. e) não respondida. www.tecconcursos.com.br/questoes/2478988 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2008 Direito Civil - Das Obrigações de Fazer (arts. 247 a 249) Constitui obrigação de fazer materialmente infungível aquela que a) recaia sobre prestação de coisa certa. b) não admita substituição da pessoa do devedor por outrem, em decorrência da natureza da obrigação, do contrato ou das circunstâncias da situação concreta. c) possa ser prestada por terceira pessoa. d) seja referente a coisas ainda não individualizadas, porque designadas apenas pelo gênero a que pertencem e à sua qualidade, peso ou medida. www.tecconcursos.com.br/questoes/399827 FCC - AJ (TRE PI)/TRE PI/Judiciária/2002 Direito Civil - Das Obrigações de Fazer (arts. 247 a 249) Comprei um quadro de que gostei muito, paguei-o, e o vendedor prometeu entregá-lo em três dias, mas o quadro se perdeu, havendo culpa do vendedor. Expirando o prazo, pretendeu que eu recebesse uma outra obra de arte com o dobro do valor. Nesse caso a) o vendedor culpado deve devolver meu dinheiro em dobro, além de recompor minhas perdas e danos. b) sou obrigado a receber a coisa mais valiosa, porque seu valor cobre o preço que paguei e mais perdas e danos. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2478988 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/399827 394) c) o vendedor está obrigado a devolver singelamente o preço, resolvendo-se a obrigação. d) não estou obrigado a receber a outra obra de arte, ainda que mais valiosa. e) estou impedido, por dispositivo expresso de lei, de aceitar uma obra pela outra. www.tecconcursos.com.br/questoes/357943 Com. Exam. (TRT 23) - JT TRT23/TRT 23/2008 Direito Civil - Das Obrigações de Não Fazer (arts. 250 a 251) Dadas as proposições, assinale a alternativa CORRETA: I - antes da escolha, não poderá o devedor alegar perda ou deterioração da coisa, ainda que por força maior ou caso fortuito; II - nas obrigações de não fazer, em caso de urgência, poderá o credor desfazer ou mandar desfazer o ato, a cuja abstenção se obrigara o devedor, independentemente de autorização judicial, sem prejuízo de eventual ressarcimento; III - não importará renúncia da solidariedade a propositura de ação pelo credor contra um ou alguns dos devedores solidários; IV - a obrigação que tem o condômino de contribuir para a conservação ou divisão do bem comum, assim como a obrigação dos proprietários de imóveis vizinhos de concorrer para as despesas de construção de tapumes divisórios, são exemplos, segundo a doutrina, das chamadas obrigações propter rem. a) todas as proposições estão corretas; b) apenas a proposição I está incorreta; c) apenas a proposição II está incorreta; d) apenas a proposição III está incorreta; e) apenas a proposição IV está incorreta. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/357943 395) 396) www.tecconcursos.com.br/questoes/1643400 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2008 Direito Civil - Das Obrigações de Não Fazer (arts. 250 a 251) A respeito das obrigações de fazer e não fazer, assinale a opção correta. a) Quando se tratar de obrigação de fazer com prestação infungível, caso o devedor não a satisfaça ou oponha embargos à execução com efeito suspensivo, é facultado ao exequente requerer que o terceiro realize a prestação, à custa do executado. b) Tratando-se de obrigação de fazer embasada em título executivo judicial, é cabível a oposição de embargos à execução, no prazo de quinze dias. c) Tratando-se de obrigação de não fazer com prestação fungível lastreada em título executivo extrajudicial, é incabível a imposição da astriente. d) Na efetivação de obrigação de não fazer com prestação infungível, não sendo possível desfazer-se o ato, resolvese a obrigação em perdas e danos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2397063 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2006 Direito Civil - Das Obrigações de Não Fazer (arts. 250 a 251) A respeito do direito das obrigações, assinale a opção correta. a) Na hipótese de o devedor firmar contrato de renegociação de dívida prescrita, constituindo nova — com a peculiaridade de fornecer nova garantia do pagamento da dívida —, qual seja: ao título de crédito no valor integral da dívida, não ocorrerá novação, pois a obrigação assumida pelo devedor é originária de dívida prescrita. b) A obrigação de não fazer é aquela em que o devedor assume o compromisso de se abster de algum fato que poderia praticar livremente se não se tivesse obrigado, para atender interesse jurídico do credor ou de terceiro. Entretanto, se essa obrigação se impossibilitar, sem culpa do devedor, que não poderá abster-se do ato, em razão de força maior ou de caso fortuito, o devedor será exonerado do cumprimento desta, considerando-a resolvida. c) Na assunção de dívida, ocorre a substituição do sujeito passivo da relação de crédito, extinguindo-se o vínculo obrigacional, os acessórios e as garantias do débito, exceto as garantias do crédito que tiverem sido prestadas por terceiro. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1643400 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2397063 397) 398) d) Se ocorrer a confusão, ou seja, a reunião, na mesma pessoa, das qualidades de credor e devedor de uma mesma relação obrigacional, extingue-se totalmente a obrigação, sendo irrelevante tratar-se de obrigação solidária ou obrigação em que ocorra a confusão de parte da dívida. www.tecconcursos.com.br/questoes/179836 CEBRASPE (CESPE) - Proc (PGE AM)/PGE AM/2004 Direito Civil - Das Obrigações de Não Fazer (arts. 250 a 251) A respeito das obrigações, julgue o item seguinte. No caso de obrigação de não fazer, cujo devedor realiza ato que se comprometeu a não fazer,não se pode considerar ter havido mora, mas sim inadimplemento absoluto, ainda que os efeitos de ambos se confundam no caso concreto. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/394170 FCC - Proc (PGE MA)/PGE MA/2003 Direito Civil - Das Obrigações de Não Fazer (arts. 250 a 251) Praticado pelo devedor o ato a cuja abstenção se obrigara, o credor a) poderá, em caso de urgência, desfazê-lo ou mandar desfazer, independentemente de autorização judicial, sem prejuízo do ressarcimento devido. b) nunca poderá desfazer ou mandar desfazer o ato, sob pena de perder o direito à indenização, antes de decisão em processo no qual foi assegurado o contraditório. c) só terá direito à indenização se constituir o devedor em mora, mediante notificação judicial ou extrajudicial. d) não poderá requerer em Juízo o desfazimento, porque pelo descumprimento de obrigações de não fazer, o devedor só responde por perdas e danos. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/179836 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/394170 399) 400) e) só poderá pleitear em Juízo a aplicação de multa diária até que o devedor desfaça o ato, salvo a existência de cláusula penal prevista no contrato, que, neste caso, é a única sanção possível. www.tecconcursos.com.br/questoes/59344 CEBRASPE (CESPE) - Adv (AGU)/AGU/2002 Direito Civil - Das Obrigações de Não Fazer (arts. 250 a 251) Referente aos defeitos dos atos jurídicos e às obrigações, julgue o item a seguir. Extingue-se a obrigação de não fazer na hipótese de se tornar impossível ao devedor abster-se do fato, ainda que por sua culpa. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/1865190 FGV - JE TJAP/TJ AP/2022 Direito Civil - Das Obrigações Alternativas (arts. 252 a 256) A empreiteira Cosme Ltda. contratou a Flet Ltda. para que ela lhe desse a perfuratriz modelo SKS que tinha no seu galpão em Santana. Entretanto, outra cláusula do contrato previa a possibilidade acessória de a Flet Ltda. se desincumbir de sua obrigação, se quisesse, entregando à Cosme Ltda. a perfuratriz modelo 1190 que está em seu armazém nos arredores de Macapá. Ocorre que, antes da data marcada para a entrega, uma tempestade atinge Santana e destrói o galpão, inviabilizando a entrega da perfuratriz modelo SKS. Diante disso, a Cosme Ltda. pode exigir: a) somente a entrega da perfuratriz modelo 1190, sem direito a perdas e danos; b) a entrega da perfuratriz modelo 1190, com direito a perdas e danos; c) o equivalente pecuniário da perfuratriz modelo SKS ou a entrega da perfuratriz modelo 1190; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/59344 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1865190 d) o equivalente pecuniário da perfuratriz modelo SKS ou a entrega da perfuratriz modelo 1190, com direito a perdas e danos; e) somente a resolução do contrato, com devolução de valores eventualmente pagos. Gabarito 201) D 202) C 203) C 204) D 205) A 206) D 207) D 208) B 209) B 210) A 211) A 212) E 213) B 214) E 215) E 216) E 217) A 218) A 219) A 220) A 221) D 222) Anulada 223) D 224) D 225) C 226) D 227) A 228) A 229) C 230) A 231) B 232) B 233) E 234) C 235) B 236) B 237) B 238) B 239) E 240) B 241) D 242) E 243) B 244) E 245) D 246) B 247) E 248) C 249) A 250) D 251) E 252) A 253) B 254) D 255) C 256) A 257) C 258) E 259) B 260) B 261) C 262) A 263) D 264) D 265) D 266) C 267) C 268) C 269) B 270) B 271) A 272) A 273) A 274) B 275) C 276) B 277) B 278) B 279) B 280) B 281) B 282) D 283) B 284) D 285) B 286) D 287) E 288) E 289) A 290) B 291) C 292) B 293) D 294) A 295) C 296) A 297) C 298) A 299) D 300) C 301) A 302) C 303) C 304) B 305) A 306) C 307) E 308) A 309) C 310) B 311) C 312) D 313) C 314) E 315) D 316) A 317) A 318) C 319) D 320) A 321) C 322) A 323) B 324) A 325) A 326) B 327) E 328) D 329) D 330) E 331) B 332) E 333) E 334) D 335) D 336) E 337) D 338) C 339) B 340) D 341) D 342) B 343) B 344) C 345) C 346) C 347) A 348) A 349) B 350) A 351) D 352) A 353) D 354) B 355) D 356) C 357) A 358) B 359) C 360) B 361) C 362) A 363) B 364) D 365) C 366) B 367) B 368) C 369) D 370) D 371) B 372) D 373) B 374) B 375) B 376) A 377) A 378) D 379) B 380) A 381) D 382) D 383) D 384) A 385) D 386) A 387) B 388) Certo 389) Errado 390) D 391) D 392) B 393) D 394) A 395) D 396) B 397) Certo 398) A 399) Errado 400) E