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unid32serieportuguesem11062021

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CADERNOS 
DE APOIO À 
APRENDIZAGEM
Português
Unidade 3 – versão – 11 junho 2021 
Governo da Bahia
Rui Costa | Governador
João Leão | Vice-Governador
Jerônimo Rodrigues Souza | Secretário da Educação
Danilo de Melo Souza | Subsecretário
Manuelita Falcão Brito | Superintendente de Políticas 
para a Educação Básica
Coordenação Geral 
Manuelita Falcão Brito
Jurema Oliveira Brito
Letícia Machado dos Santos
Diretoria de Currículo, Avaliação e Tecnologias Edu-
cacionais
Jurema Oliveira Brito
Diretoria de Educação e Suas Modalidades
Iara Martins Icó Sousa 
Coordenações das Etapas e Modalidades 
da Educação Básica
Coordenação de Educação Infantil e Ensino Fundamental 
Kátia Suely Paim Matheó
Coordenação de Ensino Médio
Renata Silva de Souza
Coordenação do Ensino Médio com Intermediação Tecnológica
Letícia Machado dos Santos
Coordenação da Educação do Campo e Escolar Quilombola
Poliana Nascimento dos Reis
Coordenação de Educação Escolar Indígena
José Carlos Batista Magalhães
Coordenação de Educação Especial
Marlene Santos Cardoso
Coordenação da Educação de Jovens e Adultos
Isadora Sampaio
Coordenação da Área de Linguagens
Márcia de Cácia Santos Mendes
Maria de Fátima Fonseca
Equipe de Elaboração
Adriana Almeida Amorim • Andréia Santos Santana • Artur 
Andrade Pinho • Bleiser Santos de Lima • Carlos Vagner 
da Silva Matos • Cássio José Laranjeira da Silva • Claudete 
dos Santos de Souza • Claudia Cavalcante Cedraz Caribé de 
Oliveira • Cláudia Celly Pessoa de Souza Acunã • Claudia 
Norberta dos Santos Amaral • Daiane Sousa de Pina Silva
Elci Paim Pereira • Elizabete Bastos da Silva • Elizabete 
Cardoso Maia • Elisana Georgia Silva dos Santos • Elza 
Sueli Lima da Silva • Gabriela Dias Lima Gramacho Fraga 
• Gabriel Silva Almeida • Gidean de Jesus Nunes Júnior • 
Gildo Mariano de Jesus • Gilmara Carneiro da Silva Freitas 
• Ivan De Pinho Espinheira Filho • Jaildon Jorge Amorim 
Góes • Janeide Sousa Santos • João Luiz Pereira 
Da Costa Ferreira • Jucy Eudete Lôbo • Laís 
Amélia Silva Lobo • Leide Fausta Gomes da Silva 
• Manoela Oliveira de Souza Santana • Márcia de 
Cássia Santos Mendes • Maria Cristina Santos 
Feitosa • Marielson Nascimento Alves • Mirela 
Gonçalves Conceição • Nilson Maynard Menezes 
• Suzimá Jaques Silveira • Tamires Fraga Martins 
• Uenderson Jackson Brites de Jesus • Yone Maria 
Costa Santiago • Viviane Paraguaçu Nunes
Equipe Educação Inclusiva
Marlene Cardoso • Ana Claudia Henrique Mattos • 
Daiane Sousa de Pina Silva • Edmeire Santos Costa 
• Gabriela Silva de Jesus • Nancy Araújo Bento • 
Cíntia Barbosa de Oliveira Bispo
Coordenação da Revisão
Ivonilde Espirito Santo de Andrade 
Jurema Oliveira Brito
Letícia Machado dos Santos
Silvana Maria de Carvalho Pereira
Revisão de Conteúdo
Alécio de Andrade Souza • Ana Paula Silva Santos 
• Carlos Antônio Neves Júnior • Carmelita Souza 
Oliveira • Cláudia Celly Pessoa de Souza Acunã 
• Claudio Marcelo Matos Guimarães • Edileuza 
Nunes Simões Neris • Eliana Dias Guimarães 
• Gabriel Souza Pereira • Helena Vieira Pabst • 
Helionete Santos da Boa Morte • Helisângela Acris 
Borges de Araujo • Ivan De Pinho Espinheira Filho 
• João Marciano de Souza Neto • Jose Expedito 
de Jesus Junior • Jussara Santos Silveira Ferraz 
• Kátia Souza de Lima Ramos • Letícia Machado 
dos Santos • Márcia de Cácia Santos Mendes • 
Márcio Argolo Queiroz • Mônica Moreira de Oliveira 
Torres • Renata Silva de Souza • Roberto Cedraz 
de Oliveira • Rogério da Silva Fonseca • Solange 
Alcântara Neves da Rocha • Sônia Maria Cavalcanti 
Figueiredo
Revisão Ortográfica
Ivonilde Espirito Santo de Andrade • Ana Lúcia 
Cerqueira Ramos • Clísia Sousa da Costa • Elias 
dos Santos Barbosa • Elisângela das Neves Aguiar 
• Jussara Bispo dos Santos • Maria Augusta Cortial 
Chagas da Silva • Marisa Carreiro Faustino • 
Rosangela De Gino Bento • Roseli Gonçalves dos 
Santos • Tânia Regina Gonçalves do Vale • Solange 
Alcântara Neves da Rocha
Colaboradores
Edvânia Maria Barros Lima
Gabriel Souza Pereira
Gabriel Teixeira Guia
Jorge Luiz Lopes
José Raimundo dos Santos Neris
Shirley Conceição Silva da Costa
Silvana Maria de Carvalho Pereira
Projeto Gráfico e Diagramação
Bárbara Monteiro 
À Comunidade Escolar,
A pandemia do coronavírus explicitou problemas e introduziu desafios 
para a educação pública, mas apresentou também possibilidades de inova-
ção. Reconectou-nos com a potência do trabalho em rede, não apenas das 
redes sociais e das tecnologias digitais, mas, sobretudo, desse tanto de gen-
te corajosa e criativa que existe ao lado da evolução da educação baiana.
Neste contexto, é com satisfação que a Secretaria de Educação da Bahia dis-
ponibiliza para a comunidade educacional os Cadernos de Apoio à Apren-
dizagem, um material pedagógico elaborado por dezenas de professoras e 
professores da rede estadual durante o período de suspensão das aulas. Os 
Cadernos são uma parte importante da estratégia de retomada das ativida-
des letivas, que facilitam a conciliação dos tempos e espaços, articulados a 
outras ações pedagógicas destinadas a apoiar docentes e estudantes.
Assegurar uma educação pública de qualidade social nunca foi uma mis-
são simples, mas, nesta quadra da história, ela passou a ser ainda mais 
ousada. Pois, além de superarmos essa crise, precisamos fazê-la sem com-
prometer essa geração, cujas vidas e rotinas foram subitamente alteradas, 
às vezes, de forma dolorosa. E só conseguiremos fazer isso se trabalhar-
mos juntos, de forma colaborativa, em redes de pessoas que acolhem, cui-
dam, participam e constroem juntas o hoje e o amanhã.
Assim, desejamos que este material seja útil na condução do trabalho pe-
dagógico e que sirva de inspiração para outras produções. Neste sentido, ao 
tempo em que agradecemos a todos/as que ajudaram a construir este vo-
lume, convidamos educadores e educadoras a desenvolverem novos mate-
riais, em diferentes mídias, a partir dos Cadernos de Apoio, contemplando 
os contextos territoriais de cada canto deste “país” chamado Bahia.
Saudações educacionais!
Jerônimo Rodrigues
Objetos de Conhecimento:
1. Textualização, revisão e edição. 2. Sintaxe: estudo da relação entre as palavras 
Relações Sintagmáticas. 3. Realismo no Brasil e o genial Machado de Assis. 4. Na-
turalismo: o olhar científico sobre as relações humanas. 5. As vertentes poéticas do 
final do século XIX: Parnasianismo. 6. A poesia do final do século XIX: Simbolismo.
Competência(s): 1. Compreender o funcionamento das diferentes linguagens e práticas (artísticas, corporais e 
verbais) e mobilizar esses conhecimentos na recepção e produção de discursos nos diferentes campos de atuação 
social e nas diversas mídias, para ampliar as formas de participação social, o entendimento e as possibilidades 
de explicação e interpretação crítica da realidade e para continuar aprendendo. 2. Compreender os processos 
identitários, conflitos e relações de poder que permeiam as práticas sociais de linguagem, respeitar as diversi-
dades, a pluralidade de ideias e posições e atuar socialmente com base em princípios e valores assentados na 
democracia, na igualdade e nos Direitos Humanos, exercitando a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a 
cooperação, e combatendo preconceitos de qualquer natureza. 3. Utilizar diferentes linguagens (artísticas, corpo-
rais e verbais) para exercer, com autonomia e colaboração, protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva, de 
forma crítica, criativa, ética e solidária, defendendo pontos de vista que respeitem o outro e promovam os Direitos 
Humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável, em âmbito local, regional e global. 4. Compre-
ender as línguas como fenômeno (geo)político, histórico, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de 
uso, reconhecendo-as e vivenciando-as como formas de expressões identitárias, pessoais e coletivas, bem como 
respeitando as variedades linguísticas e agindo no enfrentamento de preconceitos de qualquer natureza. 5. Com-
preender osmúltiplos aspectos que envolvem a produção de sentidos nas práticas sociais da cultura corporal de 
movimento, reconhecendo-as e vivenciando-as como formas de expressão de valores e identidades, em uma pers-
pectiva democrática e de respeito à diversidade. 6. Apreciar esteticamente as mais diversas produções artísticas 
e culturais, considerando suas características locais, regionais e globais, e mobilizar seus conhecimentos sobre 
as linguagens artísticas para dar significado e (re)construir produções autorais individuais e coletivas, de maneira 
crítica e criativa, com respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas. 7. Mobilizar práticas de linguagem 
no universo digital, considerando as dimensões técnicas, críticas, criativas, éticas e estéticas, para expandir as 
formas de produzir sentidos, de engajar-se em práticas autorais e coletivas, e de aprender a aprender nos campos 
da ciência, cultura, trabalho, informação e vida pessoal e coletiva. 
Habilidades: 1. (EM13LGG202) Analisar interesses, relações de poder e perspectivas de mundo nos discursos 
das diversas práticas de linguagem (artísticas, corporais e verbais), para compreender o modo como circulam, 
constituem-se e (re)produzem significação e ideologias. 2. (EM13LP13) Planejar, produzir, revisar, editar, reescre-
ver e avaliar textos escritos e multissemióticos, considerando sua adequação às condições de produção do texto, 
no que diz respeito ao lugar social a ser assumido e à imagem que se pretende passar a respeito de si mesmo, 
ao leitor pretendido, ao veículo e mídia em que o texto ou produção cultural vai circular, ao contexto imediato e 
sócio-histórico mais geral, ao gênero textual em questão e suas regularidades, à variedade linguística apropriada a 
esse contexto e ao uso do conhecimento dos aspectos notacionais (ortografia padrão, pontuação adequada, meca-
nismos de concordância nominal e verbal, regência verbal etc.), sempre que o contexto o exigir. 3. (EM13LGG102) 
Analisar visões de mundo, conflitos de interesse, preconceitos e ideologias presentes nos discursos veiculados nas 
diferentes mídias como forma de ampliar suas possibilidades de explicação e interpretação crítica da realidade. 
4. (EM13LP47) Analisar assimilações e rupturas no processo de constituição da literatura brasileira e ao longo de 
sua trajetória, por meio da leitura e análise de obras fundamentais do cânone ocidental, em especial da literatura 
portuguesa, para perceber a historicidade de matrizes e procedimentos estéticos. 5. (EM13LP49) Analisar relações 
intertextuais e interdiscursivas entre obras de diferentes autores e gêneros literários de um mesmo momento his-
tórico e de momentos históricos diversos, explorando os modos como a literatura e as artes em geral se consti-
tuem, dialogam e se retroalimentam. 6. (EM13LP06) Analisar efeitos de sentido decorrentes de usos expressivos 
da linguagem, da escolha de determinadas palavras ou expressões e da ordenação, combinação e contraposição 
de palavras, dentre outros, para ampliar as possibilidades de construção de sentidos e de uso crítico da língua. 
UNIDADE
 Todos os campos de atuação social.
TEMA: Produção de textos: textualização, revisão e edição. Sintaxe: estudo da 
relação entre as palavras
Objetivos de Aprendizagem: Compreender o processo de produção de um texto, reler e revisar texto 
escrito e planejar a continuidade; desenvolver estratégias de aprimoramento de texto escrito. Identi-
ficar as funções sintáticas nos enunciados da língua, ou seja, qual é a ação que cada termo cumpre 
em um enunciado. Reconhecer em um texto os processos de coordenação e subordinação. Identi-
ficar as conjunções coordenativas e subordinativas. Reconhecer as relações de sentido expressas 
pela coordenação e subordinação.
Aula Atividade
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1
1 Interpretação de documentos visuais e audiovisuais/ selecionar uma propaganda, um programa de televisão, rádio ou podcasts para fazer a transcrição.
2
Elaborar um quadro com as principais expressões ou palavras utilizadas no texto es-
colhido. Escrever a primeira versão de uma campanha puclicitária que visa discutir o 
"Aumento da população urbana". 
3 Revisão do texto produzido na aula 02. Produção de um anúncio publicitário com o tema: "Aumento da população urbana: bom ou ruim para a população?"
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2
4
Leitura individual do texto "O assassino era o escriba" de Paulo Leminski. Levantamen-
to do vocabulário próprio da análise sintática. Comparação dos elementos do período 
simples com os elementos do período composto.
5
Leitura do texto jornalístico opinativo “Sonhe grande, muito grande”, de Rosier Alexan-
dre e estudo do período composto por coordenação e subordinação presente no texto 
através da realização da lista de exercício.
6 Produzir texto argumentativo sobre a matéria jornalística opinativa, empregando con-junções coordenativas e subordinativas.
TEMA: Realismo no Brasil e o genial Machado de Assis. Naturalismo: o olhar 
científico sobre as relações humanas
Objetivos de Aprendizagem: Reconhecer as características literárias do Realismo e da produção 
artística machadiana, compreendendo seus aspectos históricos, sociais e artísticos. Estabelecer 
relações entre o texto literário e o contexto histórico, social e político de sua produção, buscando 
compreender as características da prosa naturalista.
Aula Atividade
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3
7
Produzir uma pesquisa sobre correntes filosóficas e científicas como o positivismo, de 
Augusto Comte; o determinismo, de Hipolyte Taine; o evolucionismo, de Charles Darwin; 
o socialismo científico, de Marx e Engels. 
8 Leitura e análise crítica do conto "A missa do galo" de Machado de Assis, principal es-critor realista. (Produção escrita)
9
Produção de um quadro comparativo entre as características mais marcantes das obras 
do Realismo e do Romantismo, apresentando para cada caractéristica um trecho de 
uma obra que exemplifique a característica destacada. 
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4
10 Leitura da obra "O Cortiço" de Aluísio Azevedo.
11
Produção de um vídeo explanando sobre as características do Naturalismo; explicando 
sobre os aspectos formais do gênero narrativo e de forma breve explicar o zoomorfismo 
e o determinismo. Tudo isso a partir da leitura de "O Cortiço" de Aluísio Azevedo.
12 Produção de um mural com um retrato dos principais agrupamentos humanos descritos na obra "O Cortiço" de Aluísio Azevedo.
TEMA: As vertentes poéticas do final do século XIX: Parnasianismo. A poesia 
do final do século XIX: Simbolismo
Objetivos de Aprendizagem: Estabelecer relações entre o texto literário e o contexto histórico, social 
e político de sua produção, buscando compreender as características da produção poética parnasia-
na. Estabelecer relações entre o texto literário e o contexto histórico, social e político de sua produ-
ção, buscando compreender as características da produção poética simbolista.
Aula Atividade
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5
13
Leitura dos poemas "As Pombas" e "Língua Portuguesa". Fazer a interpretação desses 
poemas, escrever as impressões sobre os textos e expor no mural produzido na aula 12.
14
Produzir um quadro dividido em duas colunas, cada uma das colunas apresentando as 
principais características parnasianas encontradas nos poemas "As Pombas" e "Língua 
Portuguesa". 
15
Produção de um varal de poesia e exposição de poemas com temáticas parnasianas. 
Um desses poemas, no mínimo, deve ser autoral.
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6
16 Produzir um texto apresentando o contexto de produção e de recepção do Simbolismo. 
17
Selecionar 02 poemas de Cruz e Sousa e 02 poemas de Alphonsus de Guimaraens, fazer 
a leitura em voz alta e depois, se possível, gravar um video com a declamação.
18
Produzir uma pesquisa sobre correntes filosóficas e científicas como o positivismo, de 
Augusto Comte; o determinismo, de Hipolyte Taine; o evolucionismo, de Charles Darwin; 
o socialismo científico, de Marx e Engels. 
TEMA: Relações sintagmáticas: sintagmática nominal. Função sintática dos 
termos da oração quegiram em torno do verbo
Objetivos de Aprendizagem: Conceituar, identificar e classificar os substantivos e os adjetivos re-
conhecendo sua função. Compreender e utilizar adequadamente as regras básicas de corcordância 
nominal. Diferenciar os tipos de predicado. Identificar os diferentes complementos verbais e sua 
estrutura nas orações. Identificar a estrutura e a função do sintagma verbal. Usar os complementos 
para completar a informação do predicado.
Aula Atividade
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19
Seleção de frases e orações em livros, tv, rádio, podcast ou diálogo com amigos e fami-
liares. A partir dessa seleção, observar como os sintagmas nominais (sujeito, adjunto 
adnominal, complemento nominal e aposto) se organizam na linguagem oral e escrita.
20
A partir das frases e orações selecionadas, produzir um quadro identificando o substan-
tivo, os artigos, os pronomes, os numerais e os adjetivos explicando como esses termos 
se organizam e relacionam na oração.
21
Depois da construção do quadro com os sintagmas nominais (sujeito, adjunto adnomi-
nal, complemento nominal e aposto), aproveite as mesmas frases e orações para obser-
var as relações sintáticas entre elas, classificando-as em sujeito, adjunto adnominal, 
complemento nominal e aposto.
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22
Depois do estudo do sintagma verbal (predicado da oração, cujo núcleo é sempre o ver-
bo), selecionar frases e orações em livros, tv, rádio, podcast ou diálogo com amigos e fa-
miliares. A partir dessa seleção, observar como são estruturados os sintagmas verbais e 
como os termos se relacionam (tipos de predicados e verbos).
23
Depois do estudo do sintagma verbal (predicado da oração, cujo núcleo é sempre o ver-
bo), selecionar frases e orações em livros, tv, rádio, podcast ou diálogo com amigos e fa-
miliares. A partir dessa seleção, observar como são estruturados os sintagmas verbais e 
como os termos se relacionam (complementos do verbo: objeto direto e indireto)
24
Depois do estudo do sintagma verbal (predicado da oração, cujo núcleo é sempre o ver-
bo), selecionar frases e orações em livros, tv, rádio, podcast ou diálogo com amigos e fa-
miliares. A partir dessa seleção, observar como são estruturados os sintagmas verbais e 
como os termos se relacionam (adjunto adverbial).
1TRILHA 9 | Tema: A importância da leitura, produção e revisão de textos. A relação entre as orações dentro 
do discurso. Realismo no Brasil – Machado de Assis
1. PONTO DE ENCONTRO
Que bom encontrar você novamente! Se chegou até aqui, significa que 
você entendeu que faz parte de uma rede de pessoas vitoriosas e com 
foco em um futuro melhor. Esta é a última unidade letiva, então retoma-
remos alguns pontos estudados durante a nossa caminhada. Nesta trilha, 
aprofundaremos a importância da leitura, produção e revisão de textos. 
Quanto aos aspectos gramaticais, atentaremos para a relação entre as 
orações dentro do discurso. No campo da literatura, faremos a retomada 
do Realismo no Brasil através de Machado de Assis. Então, vamos lá! 
Como você sabe, estaremos sempre por aqui dando todo apoio possível.
2. BOTANDO O PÉ NA ESTRADA 
Em algum momento você já deve ter ouvido falar em produção audiovi-
sual. Isso mesmo, produção audiovisual “é um termo genérico que pode 
se referir a formas de comunicação que combinam som e imagem, bem 
como a cada produto gerado por estas formas de comunicação, ou à tecno-
logia empregada para o registro, tratamento e exibição de som e imagem 
sincronizados, ou ainda à linguagem utilizada para gerar significados.” 
Disponível em: Audiovisual – Wikipédia, a enciclopédia livre https://pt.wi-
kipedia.org › wiki › Audiovisual. Acesso em: 25 jan. 2021.
A publicidade e os textos de caráter publicitário disseminam-se das mais 
variadas formas e em diferentes meios: no rádio, na internet, na tele-
visão, nos veículos da imprensa escrita, nas ruas das cidades, entre outras 
formas. A partir de agora, você vai pesquisar a importância dos textos 
TRILHA 9
Tema: A importância da leitura, produção e revisão de 
textos. A relação entre as orações dentro do discurso. 
Realismo no Brasil – Machado de Assis
https://pt.wikipedia.org
https://pt.wikipedia.org
2TRILHA 9 | Tema: A importância da leitura, produção e revisão de textos. A relação entre as orações dentro 
do discurso. Realismo no Brasil – Machado de Assis
publicitários, a finalidade e as formas verbais empregados nesse tipo de 
produção. Faça isso com bastante atenção, pois um dos desafios desta 
trilha será a produção de um texto e este será um “anúncio publicitário”.
Outro aspecto importante no estudo da língua é compreender a estrutura 
dos períodos. Você lembra que o período composto é formado por mais 
do que uma oração, não é? Lembra também que o período pode ser clas-
sificado em período composto por coordenação e período composto por 
subordinação, certo? Busque seu manual de gramática, seu livro didático 
ou consulte sites confiáveis na internet para ampliar seus conhecimentos 
sobre esse tema. Vou deixar aqui uma introdução e você vai dar continui-
dade a esse estudo.
Texto 1 – Período Composto por Coordenação 
Período Composto por Coordenação é aquele cujas orações não dependem 
sintaticamente umas das outras porque são independentes.
• Gritou com o irmão/ e correu para o quarto.
• Descansei,/ fui à praia/ e visitei lugares maravilhosos.
As orações coordenadas podem ser Sindéticas ou Assindéticas. Nas sindé-
ticas é utilizada conjunção, enquanto nas assindéticas, não. Exemplos:
• Não coma bolo quente;/ ficará com dores de barriga. (Oração Coordena-
da Assindética)
• Vou sair/ e já volto! (Oração Coordenada Sindética)
Disponível em: https://www.todamateria.com.br/periodo-composto-por-coor-
denacao/. Acesso em: 25 jan. 2021. (Texto adaptado).
Pensou que iríamos esquecer da literatura? Absolutamente não. A arte 
alimenta a alma, portanto, vamos lá!
Conforme já estudamos, Machado de Assis foi jornalista, contista, cronista, 
romancista, poeta e teatrólogo, não por acaso foi o fundador da cadeira nº. 
23 da Academia Brasileira de Letras. Para que você aprofunde seus conhe-
cimentos sobre esse que é considerado por muitos especialistas um dos 
https://www.todamateria.com.br/periodo-composto-por-coordenacao/
https://www.todamateria.com.br/periodo-composto-por-coordenacao/
3TRILHA 9 | Tema: A importância da leitura, produção e revisão de textos. A relação entre as orações dentro 
do discurso. Realismo no Brasil – Machado de Assis
maiores escritores do Brasil, recorra a seu livro didático, a uma biblioteca 
e, se tiver acesso à internet, acesse ao site: http://machado.mec.gov.br/, para 
encontrar um excelente acervo sobre a vida e obra de Machado de Assis.
Conforme vimos orientando desde o início dessa aventura, você também é 
responsável pela sua aprendizagem, portanto, mãos à obra! Não se esqueça 
de anotar tudo no seu “diário de bordo”, faça um esquema, um quadro 
síntese, enfim, organize o seu material de estudo.
3. LENDO AS PAISAGENS DA TRILHA 
A campanha publicitária é um conjunto de ações com o objetivo de 
promover uma marca, um produto, um serviço ou uma ideia. É claro que 
há muito trabalho a ser feito em um projeto publicitário, antes de tudo é 
preciso passar pelos seguintes processos: criação, produção e veiculação. 
Na prática, isso quer dizer que é preciso realizar um trabalho eficaz na 
elaboração de um plano publicitário. 
Veja o anúncio a seguir e responda ao que se pede. Todas as respostas 
devem ser dadas no seu caderno e, no momento oportuno, apresente ao/a 
seu/sua professor/a.
Texto 2 – Texto Publicitário
Disponível em: https://images.app.
goo.gl/4dyHMcN913pCL5XR9. Acesso 
em: 25 jan. 2021.
http://machado.mec.gov.br/
https://images.app.goo.gl/4dyHMcN913pCL5XR9
https://images.app.goo.gl/4dyHMcN913pCL5XR9
4TRILHA 9 | Tema: A importância da leitura, produção e revisão de textos. A relação entre as orações dentro 
do discurso. Realismo no Brasil – Machado de Assis
1 O que chama a sua atenção nesse anúncio? 
2 O texto publicitário costumater como objetivo convencer o 
consumidor a fazer algo. Neste anúncio, qual é o objetivo? 
Explique a sua resposta. 
3 Agora, observe atentamente cada quadrinho e explique o que 
cada um deles informa. 
4 Você acha que esse formato de comunicação é eficaz? 
5 Você se sentiu convencido/a pela campanha?
PRODUÇÃO TEXTUAL (PARTE I)
Agora é sua vez de colocar a mão na massa. É isso mesmo! Você 
vai elaborar um quadro com as principais expressões ou palavras 
utilizadas no texto escolhido. Escrever a primeira versão de uma 
campanha publicitária que visa discutir o “Aumento da população 
urbana”.
PRODUÇÃO TEXTUAL (PARTE II)
Realizada essa primeira etapa da tarefa, faça a revisão do texto e 
publique a campanha com o tema: “Aumento da população urbana: 
bom ou ruim para a população?” (A publicação poderá ser feita em 
forma de cartaz afixado no mural de sua escola ou pela internet, se 
você tiver acesso).
4. EXPLORANDO A TRILHA 
Leia o texto a seguir e faça o que se pede.
5TRILHA 9 | Tema: A importância da leitura, produção e revisão de textos. A relação entre as orações dentro 
do discurso. Realismo no Brasil – Machado de Assis
Texto 3 – O assassino era o escriba
Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado de sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjunção.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido na sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas expletivas,
conectivos e agentes da passiva o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
Paulo Leminski – Disponível em: https://exercicios.mundoeducacao.uol.com.br/
exercicios-literatura/exercicios-sobre-paulo-leminski.htm. Acesso em: 25 jan. 
2021.
1 Como o poeta conseguiu criar efeito de humor no texto? 
2 Você já teve vontade de rasgar a gramática? 
3 Alguns termos que aparecem no texto não são mais utilizados 
(por exemplo: “sujeito inexistente”). Explique o porquê. 
4 Compare os elementos do período simples com os elementos do 
período composto.
5 Apresente qual a ironia do texto ao utilizar nomenclatura 
gramatical.
https://exercicios.mundoeducacao.uol.com.br/exercicios-literatura/exercicios-sobre-paulo-leminski.htm
https://exercicios.mundoeducacao.uol.com.br/exercicios-literatura/exercicios-sobre-paulo-leminski.htm
6TRILHA 9 | Tema: A importância da leitura, produção e revisão de textos. A relação entre as orações dentro 
do discurso. Realismo no Brasil – Machado de Assis
Vídeos complementares:
Para aprofundar mais sobre esse tema, consulte os objetos de conheci-
mento abaixo.
Exercícios – Período Composto por Coordenação (Prof Noslen)
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=QTYs8ivsdtk. 
Acesso em: 25 jan. 2021.
Análise Sintática (Prof Noslen)
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ZR_Ou01WsK0. 
Acesso em: 25 jan. 2021.
5. RESOLVENDO DESAFIOS DA TRILHA
Vamos que vamos! Conhecimento se faz com pesquisa. Concorda? Então, 
agora você vai produzir uma pesquisa sobre correntes filosóficas e cientí-
ficas como o positivismo, de Augusto Comte; o determinismo, de Hipolyte 
Taine; o evolucionismo, de Charles Darwin; o socialismo científico, de 
Marx e Engels. Anote no seu caderno todas as informações relevantes 
dessa pesquisa.
Produção: leitura e análise crítica do conto “A missa do galo” de 
Machado de Assis, principal escritor realista. (Produção escrita)
Texto 4 – Missa do Galo
Nunca pude entender a conversação que tive com uma senhora, há muitos 
anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado 
com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu 
iria acordá-lo à meia-noite.
A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses, que fora 
casado, em primeiras núpcias, com uma de minhas primas. A segunda 
mulher, Conceição, e a mãe desta acolheram-me bem, quando vim de Man-
garatiba para o Rio de Janeiro, meses antes, a estudar preparatórios. Vivia 
tranqüilo, naquela casa assobradada da rua do Senado, com os meus livros, 
poucas relações, alguns passeios. A família era pequena, o escrivão, a mu-
https://www.youtube.com/watch?v=QTYs8ivsdtk
https://www.youtube.com/watch?v=ZR_Ou01WsK0
7TRILHA 9 | Tema: A importância da leitura, produção e revisão de textos. A relação entre as orações dentro 
do discurso. Realismo no Brasil – Machado de Assis
lher, a sogra e duas escravas. Costumes velhos. Às dez horas da noite toda 
a gente estava nos quartos; às dez e meia a casa dormia. Nunca tinha ido ao 
teatro, e mais de uma vez, ouvindo dizer ao Meneses que ia ao teatro, pedi-
-lhe que me levasse consigo. Nessas ocasiões, a sogra fazia uma careta, e 
as escravas riam à socapa; ele não respondia, vestia-se, saía e só tornava 
na manhã seguinte. Mais tarde é que eu soube que o teatro era um eufe-
mismo em ação. Meneses trazia amores com uma senhora, separada do 
marido, e dormia fora de casa uma vez por semana. Conceição padecera, a 
princípio, com a existência da comborça; mas, afinal, resignara-se, acostu-
mara-se, e acabou achando que era muito direito.
Boa Conceição! Chamavam-lhe “a santa”, e fazia jus ao título, tão facilmen-
te suportava os esquecimentos do marido. Em verdade, era um tempera-
mento moderado, sem extremos, nem grandes lágrimas, nem grandes risos. 
No capítulo de que trato, dava para maometana; aceitaria um harém, com 
as aparências salvas. Deus me perdoe, se a julgo mal. Tudo nela era ate-
nuado e passivo. O próprio rosto era mediano, nem bonito nem feio. Era o 
que chamamos uma pessoa simpática. Não dizia mal de ninguém, perdoava 
tudo. Não sabia odiar; pode ser até que não soubesse amar.
Naquela noite de Natal foi o escrivão ao teatro. Era pelos anos de 1861 ou 
1862. Eu já devia estar em Mangaratiba, em férias; mas fiquei até o Natal 
para ver “a missa do galo na Corte”. A família recolheu-se à hora do cos-
tume; eu meti-me na sala da frente, vestido e pronto. Dali passaria ao cor-
redor da entrada e sairia sem acordar ninguém. Tinha três chaves a porta; 
uma estava com o escrivão, eu levaria outra, a terceira ficava em casa.
– Mas, Sr. Nogueira, que fará você todo esse tempo? perguntou-me a mãe 
de Conceição.
– Leio, D. Inácia.
[...]
Disponível em: http://www.biblio.com.br/defaultz.asp?link=http://www.biblio.
com.br/conteudo/MachadodeAssis/missadogalo.htm. Acesso em: 25 jan. 2021.
Depois da leitura, escreva um texto resumindo de modo claro, objetivo e 
conciso todas as informações importantes contidas nele.
http://www.biblio.com.br/defaultz.asp?link=http://www.biblio.com.br/conteudo/MachadodeAssis/missadogalo.htm
http://www.biblio.com.br/defaultz.asp?link=http://www.biblio.com.br/conteudo/MachadodeAssis/missadogalo.htm
8TRILHA 9 | Tema: A importância da leitura, produção e revisão de textos. A relação entre as orações dentro 
do discurso. Realismo no Brasil – Machado de Assis
1 Classifique as orações destacadas em coordenadas sindéticas 
aditivas, adversativas, alternativas, conclusivas ou explicativas.
a) Queria ler, mas tenho dores de cabeça. 
b) Não trouxe o documento, logo não pode abrir a conta. 
c) Comeu e bebeu, mas saiu falando mal da festa. 
d) Chamei, porém ninguém atendeu. 
e) Não se atrase, porque temos muito o que fazer. 
f) Avisei, logo está avisado. 
g) “Serve para isso, bem como para isso e isso.”, disse 
apontando para o manual. 
h) Entre na fila ou perderá a sua vez.
2 Classifique as orações coordenadas abaixo em:
a) Não fale mais, que ele já ouviu o suficiente.
b) Fiz tudo que ela pediu, ainda assim não ficou satisfeita.
c) Cheguei e fui tomar um banho.
d) Ora cumprimenta, ora não cumprimenta.
e) O diretor ainda não chegou, de modo que não podemos 
começar a reunião.
Disponível em: https://www.todamateria.com.br/periodo-composto-por-coor-
denacao/. Acessoem: 25 jan. 2021. Disponível em: https://www.todamateria.
com.br/exercicios-de-oracoes-coordenadas/. Acesso em: 25 jan. 2021.
I. oração coordenada sindética aditiva
II. oração coordenada sindética adversativa
III. oração coordenada sindética alternativa
IV. oração coordenada sindética conclusiva
V. oração coordenada sindética explicativa
https://www.todamateria.com.br/periodo-composto-por-coordenacao/
https://www.todamateria.com.br/periodo-composto-por-coordenacao/
https://www.todamateria.com.br/exercicios-de-oracoes-coordenadas/
https://www.todamateria.com.br/exercicios-de-oracoes-coordenadas/
9TRILHA 9 | Tema: A importância da leitura, produção e revisão de textos. A relação entre as orações dentro 
do discurso. Realismo no Brasil – Machado de Assis
6. A TRILHA É SUA: COLOQUE A MÃO NA MASSA
Faça uma retomada das principais temáticas e/ou características do 
Realismo e do Romantismo. Está tudo lá no seu diário de bordo. A partir 
dessas informações, produza um quadro comparativo relacionando as 
características mais marcantes das obras do Realismo e do Romantismo, 
apresentando para cada característica um trecho de uma obra que exem-
plifica a característica destacada.
7. A TRILHA NA MINHA VIDA 
E aí, está gostando da nossa caminhada? Sabemos que os últimos tempos 
têm sido bastante desafiadores, mas também têm sido uma grande opor-
tunidade de pensarmos a nossa relação com as outras pessoas, a relação 
com nosso planeta e a relação com o nosso interior. Temos que tirar lições 
de tudo o que vemos e vivemos. Nós queremos que você se sinta muito 
acolhido/a todos os dias. Então sigamos! Essa trilha é mais uma oportuni-
dade de aprendizagem, use esse recurso a seu favor.
8. PROPOSTA DE INTERVENÇÃO SOCIAL
Agora é momento de você mostrar que está disposto/a a contribuir positi-
vamente com a sociedade. Você vai produzir uma campanha publicitária 
buscando conscientizar as pessoas da necessidade do distanciamento 
social. Lembre-se de apresentar dados estatísticos sobre a pandemia do 
novo Coronavírus. Colete informações em jornais, revistas, entrevistas 
etc. Selecione boas imagens. Crie frases de impacto e apresente informa-
ções fidedignas. Ao concluir o trabalho negocie com seu/sua professor/a o 
melhor espaço para divulgação do seu material.
10
9. AUTOAVALIAÇÃO
Chegamos ao final de mais uma etapa dessa linda caminhada. Estou 
muito feliz! Conte-me: 
a) Você gostou? Aprendeu muito? Viu de quantas coisas você 
é capaz? 
b) Percebeu a importância da boa gestão do seu tempo? 
c) Percebeu a importância de ter foco? Viu como é bom ter 
um roteiro de estudo? 
d) De reservar um momento do dia para suas pesquisas? 
Percebeu como parte do nosso sucesso depende de nós 
mesmos? 
Escreva no seu diário de bordo qual conteúdo você mais gostou de 
aprender e, quando for possível, socialize isso com seus colegas e profes-
sores. Ainda temos mais duas trilhas a percorrer nessa unidade, mas saiba 
que estamos de mãos dadas, em momento algum você estará sozinho/a.
Sucesso!
1TRILHA 10 | Tema: Literatura produzida no século XIX
1. PONTO DE ENCONTRO
Aqui estamos para mais uma caminhada! Chegamos à trilha 10 da III 
unidade. Estamos andando a passos largos para o final desse percurso de 
aprendizagem e saber que você está aqui, só nos enche de alegria. Então 
vamos lá! Essa trilha vai tratar especialmente da literatura produzida no 
século XIX. Será uma grande oportunidade de conhecermos um pouco 
mais sobre o nosso passado para construirmos um presente e futuro 
melhor e mais justo.
Como você sabe, estaremos sempre por aqui dando todo apoio possível.
2. BOTANDO O PÉ NA ESTRADA 
Vamos começar nossa caminhada fazendo algumas perguntas: 
1 O que você entende por naturalismo? O que é determinismo? 
Você acha que cabe, nos dias de hoje, ainda acreditar ou seguir 
as ideias deterministas? Sabe o que é o cientificismo e como essa 
corrente influenciou a sociedade e as produções artísticas do sé-
culo XIX? Qual é a diferença entre prosa e verso? O que é poesia? 
O que é poema? Você lê poemas? Tem algum escritor favorito? Já 
assistiu ou participou de um sarau? Escreve ou conhece alguém 
que escreva poemas? Já ouviu falar em musicalidade da poesia?
Pegue o seu diário de bordo e seu livro didático para responder às questões 
colocadas aqui. Esse será o pontapé inicial para nosso estudo acerca do 
Naturalismo, Parnasianismo e do Simbolismo. Sigamos!
TRILHA 10 Tema: Literatura produzida no século XIX
2TRILHA 10 | Tema: Literatura produzida no século XIX
3. LENDO AS PAISAGENS DA TRILHA 
Para entendermos melhor essa trilha, vamos começar falando um pouco 
sobre o Naturalismo, tendência estética e literária em voga no último 
quartel do século XIX, surgiu na França e é entendido por muitos críticos 
como uma corrente mais extremada do movimento realista, sendo muitas 
vezes também chamado de realismo-naturalismo.
O termo naturalismo foi utilizado como vertente artística pelo escritor 
Émile Zola, inspirado no método de investigação das ciências naturais 
que se estabelecia desde o século XVII. “O Naturalismo, nas letras, é igual-
mente o retorno à natureza e ao homem, a observação direta, a anatomia 
exata, a aceitação da pintura do que existe.” 
Texto 1 – Principais características do naturalismo
Ênfase no lado mais animalesco do homem: a fome, o instinto, a parte “não 
civilizada”, a sexualidade etc., bem como a zoomorfização de personagens.
Determinismo: o indivíduo não é mais sujeito, mas um figurante da histó-
ria, resultado das influências do meio; Cientificismo: o homem é entendido 
como produto das leis naturais; Patologias sociais: as obras naturalistas 
enfatizam esses temas, trazendo à tona tópicos como as taras sexuais, os 
vícios, as doenças, o incesto, o adultério; Predominância da forma des-
critiva; Obras comumente engajadas, denúncias de aspectos socialmente 
retrógrados, da miséria e do sistema de desigualdades que fundamentava o 
capitalismo que surgia.
Os naturalistas brasileiros foram, grosso modo, abolicionistas e engajados 
no movimento republicano, de modo que a tendência estética de origem 
francesa ganhou aqui as cores e os problemas nacionais: o racismo, a he-
rança colonial das relações de trabalho e da apropriação da terra, a mesti-
çagem etc. As questões universais das diferenças sociais misturaram-se às 
questões locais que urgiam reflexão.
BRANDINO, Luiza. “Naturalismo”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasi-
lescola.uol.com.br/literatura/o-naturalismo.htm. Acesso em: 01 fev. 2021.
https://brasilescola.uol.com.br/literatura/o-naturalismo.htm
https://brasilescola.uol.com.br/literatura/o-naturalismo.htm
3TRILHA 10 | Tema: Literatura produzida no século XIX
Feita essa introdução, pegue o seu livro didático, se você não tiver, serve 
qualquer outro livro de Língua Portuguesa da 2ª série do E.M. e faça o apro-
fundamento desse conteúdo.
Feita a leitura teórica do contexto de produção do Naturalismo, sele-
cione uma das obras a seguir para você ler. Ao finalizar, escolha 
entre fazer um resumo crítico ou uma resenha da obra e quando for 
possível, apresente a seus professores.
“O Mulato, O Cortiço, Bom-Crioulo, O Missionário, O Ateneu”.
4. EXPLORANDO A TRILHA
Uma vez que você já trilhou pelo mundo da prosa, vamos agora caminhar 
um pouco pelo mundo do verso. O texto poético se caracteriza por privi-
legiar o prazer estético da leitura. Os gregos chamavam de poiésis ao “ato 
de criar algo”. Portanto, a poesia pertence à ficção, pois trata-se de um 
processo criativo e de algo inventado. De modo geral, entende-se por poesia 
a emoção, o aspecto imaterial do texto. Assim, podemos encontrar poesia 
em poemas, canções, textos narrativos, peças publicitárias, pinturas e 
filmes, por exemplo. 
Quanto ao poema, é muito comum o emprego das palavras “poesia” e 
“poema” como sinônimas. Porém, a poesia é algo imaterial e o poema é 
um gênero textual com características e estrutura próprias. No poema, há 
versos, métrica, estrofes, rimas e ritmo. É possível que nãoencontremos 
poesia em determinado poema, que ele não nos sensibilize, assim como 
é possível nos sentirmos emocionalmente tocados diante de um verso. 
Entendeu a diferença entre poema e poesia? Então faça um pequeno 
quadro comparativo no seu diário de bordo e escreva uma síntese para 
cada um dos termos (POEMA e POESIA).
Consulta realizada no site: 
Cola na WEB
Disponível em: https://www.coladaweb.com/literatura/poema-e-poesia. 
Acesso em: 29 jan. 2021.
Sigamos nossa estrada... ainda há muito a descobrir... Vamos lá!
https://www.coladaweb.com/literatura/poema-e-poesia
4TRILHA 10 | Tema: Literatura produzida no século XIX
Texto 2 – Parnasianismo
Parnasianismo é uma estética literária do século XIX, contemporânea ao 
Realismo e ao Naturalismo. Trata-se de uma estética em reação ao senti-
mentalismo idealizante do romantismo. Em 1871 foi publicado o Parnasse 
Contemporain, donde surgiu o nome parnasianismo. A publicação contava 
com escritores de estilos bastante diversos, indo do simples “malabarismo 
formal (...) ao realismo miúdo da vida cotidiana, passando pela alegoria filo-
sófica e pela poesia histórica e descritiva”. Havia uma tendência em obser-
var o mundo objetivamente, detendo-se em objetos e cenas, abolindo quase 
totalmente a subjetividade e emotividade do romantismo. Era preciso um 
rigor formal por meio do verso bem trabalhado com rimas bem elaboradas e 
raras, ritmo bem marcado (métrica do verso) e um vocabulário raro e preci-
so, “de efeitos plásticos e sonoros capazes de impressionar os sentidos”.
A beleza da poesia deveria ser alcançada por um trabalho obstinado, incansá-
vel, que buscasse o rigor da forma, descartando a inspiração. Desse ideal nas-
ce a teoria da “arte pela arte”. Assim, a poesia se torna descritiva com poucas 
figuras de linguagem, com verso rebuscado comparado à joia lapidada.
Como exemplo, vamos lançar nosso olhar sobre um poema de um dos maio-
res representantes do Parnasianismo brasileiro, Olavo Bilac. Inspirando-se 
nos mestres franceses, compôs verdadeiras obras primas como o poema 
Via láctea. Esse poema faz parte do livro Poesias publicado pela primeira 
vez em 1888.
XIII – Olavo Bilac
“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo,
Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muitas vezes desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite,
enquanto a Via-Láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto. [...]
Disponível em: https://www.infoescola.com/literatura/parnasianismo/. Acesso 
em: 29 jan. 2021.
https://www.infoescola.com/literatura/parnasianismo/
5TRILHA 10 | Tema: Literatura produzida no século XIX
Nesses versos, o poeta trata de amor de maneira descritiva e narrativa. 
Não há aprofundamento sentimental apesar do evidente lirismo. O rigor 
formal é evidenciado pela rima artificial estrelas/vê-las (rima preciosa). 
Você quer comentar algo mais sobre esse poema? Vamos lá! Use seu diário 
de bordo para fazer seu registro.
Agora que fizemos um breve passeio pelo Parnasianismo, não esqueça 
de avançar nesse conteúdo, como sempre dizemos a você, busque mais, 
sempre mais. Nossas trilhas querem levar você ao mundo encantado das 
letras, mas aqui não cabe tudo, a descoberta depende de você.
É nesse mesmo ritmo que vamos avançar na apresentação de uma outra 
estética literária que circulou no âmbito literário praticamente no mesmo 
período do Parnasianismo, falamos do Simbolismo, uma tendência lite-
rária que nasceu na França, com as teorias estéticas de Charles Baude-
laire, e floresceu principalmente na poesia, em diversas partes do mundo 
ocidental, no final do século XIX. É o último movimento antes do surgi-
mento do modernismo na literatura, por isso é também considerado 
pré-moderno.
Como o nome aponta, a poesia simbolista propunha um resgate dos 
símbolos, isto é, de uma linguagem que compreendesse uma universali-
dade. O poeta é aqui, um decifrador dos símbolos que compõem a natureza 
ao seu redor. Contra a superficialidade material do corpo, a objetividade do 
realismo e as descrições animalescas do naturalismo, o simbolismo quer 
mergulhar no espírito, que se relaciona a algo maior, a uma instância cole-
tiva universal, a uma transcendência.
É possível verificar as típicas características simbolistas também em Cruz 
e Sousa, principal expoente brasileiro do movimento:
Texto 3 – Um Poema
Imortal atitude
Abre os olhos à Vida e fica mudo!
Oh! Basta crer indefinidamente
6TRILHA 10 | Tema: Literatura produzida no século XIX
Para ficar iluminado tudo
De uma luz imortal e transcendente.
Crer é sentir, como secreto escudo,
A alma risonha, lúcida, vidente...
E abandonar o sujo deus cornudo,
O sátiro da Carne impenitente. [...]
(Cruz e Sousa, Últimos sonetos, 1905)
O poema começa com a sugestão ao sentido da visão: abrindo os olhos à 
Vida (também o recurso das letras maiúsculas como evocação simbólica 
do vocábulo), tudo se ilumina, tudo tende à transcendência. A segunda 
estrofe equipara a fé à sensibilidade, e despreza o aspecto material, carnal 
da existência, preferindo a exaltação do espírito — a alma risonha aban-
dona “o sujo deus cornudo”, “sátiro da Carne”.
Na terceira estrofe, Cruz e Sousa passa a descrever emanações sensoriais 
auditivas — rugidos e gemidos da existência mortal fazem oposição ao 
“eterno Silêncio dos Espaços” que aparece na última estrofe, seguindo a 
cadência de antíteses e paradoxos simbolistas.
Consulta ao site: 
Simbolismo – Brasil Escola
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/literatura/simbolismo.htm. 
Acesso em: 29 jan. 2021.
Viu aí quanta coisa para aprender e para conhecer? Sabemos que não é 
fácil, mas, ao mesmo tempo, podemos dizer que é uma delícia desbravar 
novos caminhos... se você quiser acrescentar suas impressões sobre esse 
poema, fique à vontade, pegue seu diário de bordo e escreva tudo que esse 
poema despertou em você.
5. RESOLVENDO DESAFIOS DA TRILHA 
Depois de desenvolver tanto conhecimento, chegou a hora de exercitar 
para verificar o que realmente você aprendeu. Concorda? Então, vamos lá!
https://brasilescola.uol.com.br/literatura/simbolismo.htm
7TRILHA 10 | Tema: Literatura produzida no século XIX
1 (Enem) Cárcere das almas
Os elementos formais e temáticos relacionados ao contexto 
cultural do Simbolismo encontrados no poema “Cárcere das 
almas”, de Cruz e Sousa, são:
a) a opção pela abordagem, em linguagem simples e direta, de 
temas filosóficos.
b) a prevalência do lirismo amoroso e intimista em relação à 
temática nacionalista.
c) o refinamento estético da forma poética e o tratamento 
metafísico de temas universais.
d) a evidente preocupação do eu lírico com a realidade social 
expressa em imagens poéticas inovadoras.
e) a liberdade formal da estrutura poética que dispensa a rima 
e a métrica tradicionais em favor de temas do cotidiano.
“Ah! Toda a alma num cárcere anda presa,
Soluçando nas trevas, entre as grades
Do calabouço olhando imensidades,
Mares, estrelas, tardes, natureza.
Tudo se veste de uma igual grandeza
Quando a alma entre grilhões as liberdades
Sonha e, sonhando, as imortalidades
Rasga no etéreo o Espaço da Pureza.
Ó almas presas, mudas e fechadas
Nas prisões colossais e abandonadas,
Da Dor no calabouço, atroz, funéreo!” [...]
(CRUZ E SOUSA, J. Poesia completa. Florianópolis: Fundação Cata-
rinense de Cultura / Fundação Banco do Brasil, 1993.)
8TRILHA 10 | Tema: Literatura produzida no século XIX
2 (PUC-Campinas)
As estrofes anteriores, claramente representativas do ____, não 
apresentam _________________.
Assinale a alternativa que completa corretamente AS DUAS 
lacunas anteriores.
a) Romantismo – sinestesia 
b) Simbolismo – aliterações e assonâncias 
c) Romantismo – musicalidade 
d) Parnasianismo – metáforas e metonímias 
e) Simbolismo – versos brancos e livres.
“Ah! plangentes violões dormentes, mornos,
Soluços ao luar, choros ao vento...
Tristes perfis, os mais vagos contornos,
Bocas murmurejantes de lamento.Sutis palpitações à luz da lua.
Anseio dos momentos mais saudosos,
Quando lá choram na deserta rua
As cordas vivas dos violões chorosos.
Quando os sons dos violões vão soluçando,
Quando os sons dos violões nas cordas gemem,
E vão dilacerando e deliciando,
Rasgando as almas que nas sombras tremem.
Vozes veladas, veludosas vozes,
Volúpias dos violões, vozes veladas,
Vagam nos velhos vórtices velozes
Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.”
Disponível em: https://beduka.com/blog/exercicios/literatura-exercicios/exer-
cicios-sobre-simbolismo/. Acesso em: 25 jan. 2021.
https://beduka.com/blog/exercicios/literatura-exercicios/exercicios-sobre-simbolismo/
https://beduka.com/blog/exercicios/literatura-exercicios/exercicios-sobre-simbolismo/
9TRILHA 10 | Tema: Literatura produzida no século XIX
6. A TRILHA É SUA: COLOQUE A MÃO NA MASSA
Essa trilha foi dedicada exclusivamente ao texto literário. Estudamos textos 
em prosa e em verso, transitamos por três estéticas literárias diversas e 
vimos como a literatura abre portas para o conhecimento. Agora queremos 
que mostre seu lado artístico para você e para o mundo. Escreva um poema 
e convide seus colegas a fazerem o mesmo. Use um celular para gravar 
você declamando esse poema e agende com seu/sua professor/a um dia 
para apresentá-lo à classe. Se você tiver redes sociais, pode aproveitar essa 
oportunidade para se mostrar lá também. Vai ser show de bola!
7. A TRILHA NA MINHA VIDA 
Durante o estudo do Naturalismo, pudemos ver que um dos aspectos apre-
sentados é o sistema de desigualdades que fundamentava o capitalismo 
que surgia. Boa parte da população brasileira sobrevive passando por 
muitas privações, enquanto isso grande parte de tudo que é produzido no 
país continua concentrado nas mãos de pequenos grupos. A partir desse 
estudo, repense um modelo de sociedade mais justo e com mais oportuni-
dade para todos, transforme isso em um texto e exponha no jornal mural 
de sua escola. Naquele que você produziu na I Unidade.
8. PROPOSTA DE INTERVENÇÃO SOCIAL 
Agora é momento de você mostrar que está disposto/a a contribuir positiva-
mente com a sociedade. Cruz e Sousa, principal nome do Simbolismo brasi-
leiro, filho de escravos alforriados, teve acesso à educação formal graças ao 
apadrinhamento do ex-“dono” de sua mãe. Durante toda a sua vida, sofreu 
com o preconceito racial, mas lutou contra a escravidão e o racismo. Faça 
uma pesquisa sobre a vida e obra de Cruz e Sousa e a partir daí escreva 
um poema discutindo a questão do racismo e das dificuldades de ascensão 
social encontradas pelas pessoas negras. Convide seus colegas a fazerem o 
mesmo e exponha o trabalho de vocês em um varal de poesias.
10
9. AUTOAVALIAÇÃO 
Chegamos ao final da trilha 10 da III unidade. Estamos chegando lá. Só 
falta mais uma. E então, gostou? Aprendeu muito? Viu como é bom ter um 
roteiro de estudo? De reservar um momento do dia para suas pesquisas? 
Percebeu como parte do nosso sucesso depende de nós mesmos? Escreva 
no seu diário de bordo qual o conteúdo que você mais gostou de aprender 
e, quando for possível, socialize isso com seus colegas e professores.
Não esqueça que ainda temos mais uma a percorrer nessa unidade, mas saiba 
que estamos de mãos dadas, em momento algum você estará sozinho/a.
Sucesso!
1TRILHA 11 | Tema: Análise dos sintagmas nominais e a função sintática dos termos da 
oração que giram em torno do verbo
1. PONTO DE ENCONTRO
Olá! Parece que foi ontem que iniciamos essa jornada, mas não foi! 
Estamos na última etapa dessa trilha e só podemos dizer que foi muito 
bom contar com você em cada desafio. Chegamos à trilha 11 da III unidade 
e isso significa não apenas o final desta trilha, mas a sinalização para um 
futuro promissor, cheio de novas e bonitas descobertas. Nesta trilha, nós 
vamos desbravar a organização do interior das frases e orações, através 
da análise dos sintagmas nominais e a função sintática dos termos da 
oração que giram em torno do verbo.
Estamos de mãos dadas com você para finalizarmos essa etapa e 
iniciarmos uma próxima.
2. BOTANDO O PÉ NA ESTRADA 
Como você já percebeu, o estudo de uma língua envolve uma série de deta-
lhes que vão desde a leitura e produção de textos, passando pelo estudo 
da estrutura da língua, e da produção artístico-literária. Para iniciarmos 
nossa aventura, vamos fazer algumas perguntas. As respostas devem ser 
registradas no seu diário de bordo e apresentadas ao seu professor. 
1 Quais são as classes de palavras na língua portuguesa? Qual a 
função das classes de palavras? Lembra dos termos da oração? 
A ordem mais frequente dos termos da oração em português 
é o sujeito + verbo + complementos/s, em que o verbo e o/s 
complemento/s formam o predicado. Concorda?
TRILHA 11 Tema: Análise dos sintagmas nominais e a função sintática dos termos da oração que giram em torno do verbo
2TRILHA 11 | Tema: Análise dos sintagmas nominais e a função sintática dos termos da 
oração que giram em torno do verbo
Então, vamos lá! Para adentrarmos nessa aventura, assista ao vídeo:
Sintagma Verbal e Nominal. O Que Você Precisa Saber
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=HMAi85Hfcg0. 
Acesso em: 29 jan. 2021
Sigamos!
3. LENDO AS PAISAGENS DA TRILHA 
Queremos que você entenda que muito do que estudaremos aqui você já 
estudou na sua vida escolar, portanto, a ideia é aproveitar esse momento 
para ampliar seus conhecimentos e fixá-los de modo que possa ativá-los 
todas as vezes que for necessário. Para compreendermos as classificações 
do sintagma, devemos, antes, entender o conceito de “sintagma”. Sendo 
assim, ele se define pelos elementos que, inseridos na oração, constituem 
uma unidade significativa, mantendo entre si relações de dependência e 
de ordem, uma vez organizados em torno de um elemento fundamental 
denominado núcleo. Analisemos, pois, o seguinte enunciado:
Os garotos estão eufóricos.
Temos o sintagma nominal, formado pelo grupo de palavras que formam 
o sujeito: os garotos, cujo núcleo, a palavra principal, é garotos – determi-
nando, assim, o núcleo do sintagma nominal. 
Temos também o sintagma verbal, constituído pelo predicado, o qual se 
forma pelas palavras que o acompanham: estão eufóricos, cujo núcleo é o 
próprio verbo, “estão”. 
Depreendemos, portanto, a existência de dois sintagmas básicos: o 
nominal, formado pelo sujeito; e o verbal, constituído pelo predicado. 
Contudo, há também o sintagma adverbial, o adjetivo e o preposicional. 
Assim, partindo desse princípio, vejamos cada um deles:
Sintagma nominal 
É constituído de um nome e de seus respectivos determinantes. Geral-
mente é representado pelo sujeito. Observemos um exemplo:
https://www.youtube.com/watch?v=HMAi85Hfcg0
3TRILHA 11 | Tema: Análise dos sintagmas nominais e a função sintática dos termos da 
oração que giram em torno do verbo
Os garotos gostaram do passeio. 
Notamos que a oração compreende dois sintagmas, um formado pelo 
sujeito – os garotos, cujo núcleo é garotos; e outro formado pelo objeto indi-
reto – do passeio, no qual o núcleo é representado pelo vocábulo “passeio”.
Fonte de pesquisa: Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/classi-
ficacoes-sintagma.htm. Acesso em: 01 fev. 2021
Assista ao vídeo desse link: 
Classe de Palavras – Toda Matéria
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=GM0XRcaW00c&fea-
ture=youtu.be. 
Assista ao vídeo ou pesquise em uma gramática as classes gramati-
cais. Feito isso, produza um quadro síntese das classes gramaticais 
em seu diário. Observe que os grupos nominais podem exercer várias 
funções sintáticas, como sujeito, objeto direto, objeto indireto, predica-
tivo, entre outros.
Vamos exercitar um pouco? Pegue seu diário de bordo para realizar o exer-
cício a seguir:
1 Indique a que classe de palavras pertencem as palavras em negrito. 
a) As meninas são tão corajosas quanto os meninos.
b) Há uns anos não sabia o que fazer da vida.
c) Fazer o bem sem olhar a quem.
d) Os trabalhos ficaram muito bem feitos.
e) Fui bem naprova.
f) Ainda bem!
g) Fiz o dobro do trabalho e não adiantou.
https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/classificacoes-sintagma.htm
https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/classificacoes-sintagma.htm
https://www.youtube.com/watch?v=GM0XRcaW00c&feature=youtu.be
https://www.youtube.com/watch?v=GM0XRcaW00c&feature=youtu.be
4TRILHA 11 | Tema: Análise dos sintagmas nominais e a função sintática dos termos da 
oração que giram em torno do verbo
Viu como é divertido lançar um olhar atento sobre o nosso idioma? Estudar 
é muito legal. Fique certo/a disso!
Vamos continuar, afinal essa é a última etapa dessa caminhada pela 2ª 
série do Ensino Médio... Vamos relembrar mais pontos, queremos ter a 
certeza de que você vai concluir esse percurso sabendo muito mais do que 
quando começou…
Lembra das funções sintáticas que você pesquisou? Então, função sintática 
é o papel que cada um dos termos da oração desempenha em relação aos 
outros. Em sintaxe, os termos da oração podem ser:
Essenciais: sujeito e predicado.
Integrantes: complemento verbal, complemento nominal e agente da 
passiva.
Acessórios: adjunto adverbial, adjunto adnominal, aposto e vocativo.
Exemplo 1: Pessoal, no Brasil, nosso amado país, alunos e professores 
protestam contra a falta de condições educacionais.
Sujeito: alunos e professores
Predicado: protestam contra a falta de condições educacionais
Complemento verbal (objeto indireto): contra a falta
Complemento nominal: de condições
Adjunto adverbial: no Brasil
Adjunto adnominal: educacionais
Aposto: nosso amado país
Vocativo: Pessoal
Disponível em: https://www.todamateria.com.br/funcao-sintatica/#:~:text=Fun%-
C3%A7%C3%A3o%20sint%C3%A1tica%20%C3%A9%20o%20papel,nominal%20
e%20agente%20da%20passiva. Acesso em: 01 jan. 2021.
Viram, mais uma vez, como a estrutura da nossa língua é bonita e 
intrigante?
 https://www.todamateria.com.br/funcao-sintatica/#:~:text=Fun%C3%A7%C3%A3o%20sint%C3%A1tica%20%C3%A9%20o%20papel,nominal%20e%20agente%20da%20passiva.
 https://www.todamateria.com.br/funcao-sintatica/#:~:text=Fun%C3%A7%C3%A3o%20sint%C3%A1tica%20%C3%A9%20o%20papel,nominal%20e%20agente%20da%20passiva.
 https://www.todamateria.com.br/funcao-sintatica/#:~:text=Fun%C3%A7%C3%A3o%20sint%C3%A1tica%20%C3%A9%20o%20papel,nominal%20e%20agente%20da%20passiva.
5TRILHA 11 | Tema: Análise dos sintagmas nominais e a função sintática dos termos da 
oração que giram em torno do verbo
4. EXPLORANDO A TRILHA 
Vamos que vamos! A nossa caminhada não para não! Vamos aprofundar 
um pouco o nosso olhar sobre o predicado. Topa??? Então vamos! Se você 
tiver acesso à internet, entre no seguinte link https://www.youtube.com/
watch?v=u2G7fJ6zqSA&feature=youtu.be. Se não tiver internet, não se 
preocupe que o conteúdo estará exposto aqui.
Predicado é tudo o que se declara acerca do sujeito, ou seja, 
é tudo que há na frase que não é o sujeito.
Predicado Verbal
O predicado verbal possui obrigatoriamente um verbo, o qual é o 
núcleo do predicado. O verbo é núcleo do predicado quando é nocional, 
ou seja, que demonstra uma ação.
Os alunos estudam todos os dias para o concurso.
Observe na frase que o verbo “estudam” evidencia uma ação: o ato de 
estudar, e diz respeito ao sujeito “os alunos” , ao mesmo tempo que 
é complementado pelo restante do predicado “todos os dias para o 
concurso”. Porém, como o núcleo do predicado é o verbo “estudam”, 
chamamos o predicado verbal.
Predicado Nominal
No predicado nominal o núcleo do predicado é um nome, o qual exerce 
a função de predicativo do sujeito.
Predicativo do sujeito é um termo que dá significado, atributo, caracte-
rística ao sujeito ou, ainda, exprime seu estado ou modo de ser. O predi-
cativo é conectado ao sujeito sempre através de um verbo de ligação.
1ª. Ela está cansada.
2ª. As taxas de juros continuam elevadas.
Observe na primeira oração que “cansada” é um atributo dado ao 
sujeito “Ela”. O sujeito “Ela” e o predicado nominal “cansada” estão 
conectados pelo verbo de ligação “está”.
https://www.youtube.com/watch?v=u2G7fJ6zqSA&feature=youtu.be
https://www.youtube.com/watch?v=u2G7fJ6zqSA&feature=youtu.be
6TRILHA 11 | Tema: Análise dos sintagmas nominais e a função sintática dos termos da 
oração que giram em torno do verbo
Na segunda frase, observamos o mesmo processo anterior de análise: 
perguntamos quem continua? e continua o quê? E temos as respostas: 
“as taxas de juros” (sujeito) e “elevadas” (predicado nominal), ou seja, 
o predicativo nominal só atribui significado ao sujeito quando ligado 
pelo verbo de ligação (continuam). A oração só tem sentido pelo 
complemento (predicado) “elevadas”, o qual é, portanto, o núcleo do 
predicado nominal.
Predicado verbo-nominal
O predicado verbo-nominal possui dois núcleos: um verbo nocional, 
como vimos no predicado verbal, e um predicativo, que pode referir-se 
tanto ao sujeito quanto ao verbo.
Os alunos estudaram cautelosos para o simulado.
Observamos na frase que há dois núcleos: o verbo nocional (estu-
daram), ou seja, o sujeito praticou uma ação. No entanto, há uma carac-
terística dada ao sujeito “cautelosos”, que é, portanto, uma predicação, 
uma qualidade concedida ao sujeito, logo, é o predicativo do sujeito. 
Poderíamos desdobrar a última oração em duas:
Os alunos estudaram para o simulado. Eles foram cautelosos.
Na primeira oração temos um predicado verbal “estudaram para o 
simulado”, no qual o núcleo é o verbo nocional “estudaram”. Já na 
segunda oração o núcleo do predicado é um nome “cautelosos” conec-
tado por um verbo de ligação (foram) ao sujeito (Eles) e, portanto, é um 
predicado nominal. 
Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/tipos-predi-
cado.htm. Acesso em: 01 fev. 2021.
5. RESOLVENDO DESAFIOS DA TRILHA 
Depois de estudar a estrutura da língua portuguesa, é chegada a hora 
de fazer um pouco de exercícios, isso mesmo, exercícios nos ajudam a 
aprender e, ao mesmo tempo, nos ajudam a descobrir em que não avan-
çamos. Concorda? Então, vamos lá!
https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/tipos-predicado.htm
https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/tipos-predicado.htm
7TRILHA 11 | Tema: Análise dos sintagmas nominais e a função sintática dos termos da 
oração que giram em torno do verbo
1 “As palavras não nascem amarradas”
Assinale a alternativa em que o sujeito e o predicado da oração 
estejam corretamente analisados:
a) sujeito composto e predicado nominal
b) sujeito simples e predicado verbo-nominal
c) sujeito composto e predicado verbal
d) sujeito simples e predicado nominal
e) sujeito simples e predicado verbal.
2 (UFU-MG) “O sol entra cada dia mais tarde, pálido, fraco, 
oblíquo.” “O sol brilhou um pouquinho pela manhã”.
Pela ordem, os predicados das orações acima classificam-se como:
a) nominal e verbo-nominal
b) verbal e nominal
c) verbal e verbo-nominal
d) verbo-nominal e nominal
e) verbo-nominal e verbal 
3 (Unesp-SP) “O professor entrou apressado”. O destaque indica:
a) predicado nominal
b) predicado verbo-nominal
c) predicado verbal
d) adjunto adverbial
e) nenhuma
8TRILHA 11 | Tema: Análise dos sintagmas nominais e a função sintática dos termos da 
oração que giram em torno do verbo
4 (Mackenzie-2004) 
No poema, roubar exigiu objeto direto e indireto. Assinale a 
alternativa que contém verbo empregado do mesmo modo.
a) Ele insistiu comigo sobre a questão da assinatura da revista.
b) Emendou as peças para formar o desenho de uma casa.
c) Encontrou ao fim do dia o endereço desejado.
d) Eles alinharam aos trancos a ferragem da bicicleta.
e) Só ontem avisou-me de sua viagem.
5 (Mackenzie-2002) Cuido haver dito, no capítulo XIV, que 
Marcela morria de amores pelo Xavier. Não morria, vivia. 
Viver não é a mesma coisa que morrer; assim o afirmam todos 
os joalheiros desse mundo, gente muito vista na gramática. 
Bons joalheiros, que seria do amor se não fossem os vossos 
dixes* e fiados? Um terço ou um quinto do universal comércio 
dos corações. (…) O que eu quero dizer é que a mais bela testado mundo não fica menos bela, se a cingir um diadema de 
pedras finas; nem menos bela, nem menos amada. Marcela, 
por exemplo, que era bem bonita, Marcela amou-me (…) durante 
quinze meses e onze contos de réis; nada menos.
Ornemos nossas testas com as flores, e façamos 
de feno um brando leito;
prendamo-nos, Marília, em laço estreito,
gozemos do prazer de sãos amores (...)
(...) aproveite-se o tempo, antes que faça
o estrago de roubar ao corpo as forças
e ao semblante a graça.
(Tomás Antônio Gonzaga)
* Dixes: jóias, enfeites
Machado de Assis – Memórias póstumas de Brás Cubas
9TRILHA 11 | Tema: Análise dos sintagmas nominais e a função sintática dos termos da 
oração que giram em torno do verbo
Assinale a alternativa correta sobre o texto.
a) Em morria de amores pelo Xavier, de amores tem a função 
de adjunto adverbial de intensidade.
b) Em assim o afirmam todos os joalheiros, o pronome oblíquo 
o retoma o período Não morria, vivia.
c) Em assim o afirmam todos os joalheiros, joalheiros é 
complemento do verbo afirmar.
d) O narrador surpreende o leitor ao utilizar o aposto gente 
muito vista na gramática para caracterizar joalheiros.
e) Ao dizer Não morria, vivia, o narrador, através de uma antíte-
se, confirma que Marcela padecia de amores por Xavier.
Toda Matéria. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/fun-
cao-sintatica/#:~:text=Fun%C3%A7%C3%A3o%20sint%C3%A1tica%20
%C3%A9%20o%20papel,nominal%20e%20agente%20da%20passiva. Aces-
so em: 01 jan.2021..
6. A TRILHA É SUA: COLOQUE A MÃO NA MASSA 
Nossa caminhada em busca de uma melhor compreensão da estrutura da 
língua portuguesa foi realmente valorosa. Queremos ver você produzindo 
conhecimento e, para isso o desafio da vez é dar continuidade ao quadro 
abaixo. Nele, construímos a estrutura do predicado verbo-nominal. Você 
vai, em seu caderno, produzir o quadro do predicado nominal e do predi-
cado verbal.
Predicado verbo-nominal
Sujeito Verbo transitivo Objeto Predicativo do objeto
Maria abriu o presente inesperado.
A viagem deixava todos aflitos.
https://www.todamateria.com.br/funcao-sintatica/#:~:text=Fun%C3%A7%C3%A3o%20sint%C3%A1tica%20%C3%A9%20o%20papel,nominal%20e%20agente%20da%20passiva
https://www.todamateria.com.br/funcao-sintatica/#:~:text=Fun%C3%A7%C3%A3o%20sint%C3%A1tica%20%C3%A9%20o%20papel,nominal%20e%20agente%20da%20passiva
https://www.todamateria.com.br/funcao-sintatica/#:~:text=Fun%C3%A7%C3%A3o%20sint%C3%A1tica%20%C3%A9%20o%20papel,nominal%20e%20agente%20da%20passiva
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7. A TRILHA NA MINHA VIDA 
Você viu que sempre temos o que aprender, não é mesmo? O que essa trilha 
trouxe de positivo para sua vida? Como você pode usar esse conhecimento 
para melhorar sua vida e a da sua família? Quando você estiver produ-
zindo seus textos vai lembrar de usar da maneira adequada as normas 
estudadas? Estamos torcendo por você!
8. PROPOSTA DE INTERVENÇÃO SOCIAL
Como você já deve ter percebido, em cada trilha há um momento em que 
pedimos que você promova uma intervenção social. O objetivo real é que 
você possa contribuir positivamente com sua comunidade a partir do seu 
aprendizado. Por se tratar da última trilha dessa viagem incrível, suge-
rimos que você escolha uma temática que julgue interessante e trans-
forme isso em um projeto a ser desenvolvido na sua comunidade escolar. A 
sugestão é que você possa ajudar outras pessoas a aprenderem aquilo que 
você aprendeu. Então, que tal pegar esse tema e transformar em um mini-
curso para seus colegas? (esse minicurso poderá ser presencial, on-line 
ou mesmo através de um pequeno módulo impresso, tudo dependerá das 
circunstâncias e das possibilidades. Converse com seu professor sobre o 
formato mais adequado) Gostou da ideia? Então, escolha o assunto, faça 
um planejamento detalhado, desperte a atenção da audiência, produza um 
conteúdo interessante.
9. AUTOAVALIAÇÃO 
Chegamos ao final da trilha 11 da III unidade. Parabéns! Nossa viagem pelos 
caminhos da 2ª série do Ensino Médio termina aqui. Mas, lembre-se de 
que essa viagem se finda, mas você deve preparar as malas para a próxima 
aventura, pois a 3ª série está logo ali esperando por você. Nós estamos aqui 
na torcida pelo seu sucesso. Obrigada pela confiança, por ter aceitado esse 
convite e por não ter medido esforços durante a nossa jornada.
Felicidades e sucesso!
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