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Aula 7 - Estética corporal

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Patologias corporais
Prof.ª: Janaína Alves
janaina.alves@ibmr.br
LIPODISTROFIA LOCALIZADA
Tecido Adiposo é composto por uma matriz de tecido conjuntivo, tecido nervoso, células vasculares, nódulos linfáticos, células imune, fibroblastos, adipócitos e pré-adipócitos.
Adipócitos são células específicas feitas para armazenamento de lipídeos (gorduras).
Tecido adiposo Unilocular mais conhecido como o tecido de armazenamento de gordura. Tecido adiposo branco.
Tecido adiposo Multilocular, sua principal função é a manutenção do calor corporal. Tecido adiposo marrom
Esquema gráfico que representa a pele masculina à esquerda e a pele feminina a direita
HIDROLIPODISTROFIA GINÓIDE
CELULITE/ HDLG/ FEG 
Hidrolipodistrofia Ginóide (HLDG). 
Fibra edema Gelóide (FEG). 
Paniculopatia Edematofibroesclerótica. 
FATORES PREDISPONENTES
SEXO
IDADE
GENÉTICA
FEMININO X MASCULINO
FATORES CONDICIONANTES
ESTRESSE
FUMO
MAUS HÁBITOS ALIMENTARES
ALTERAÇÃO NO SISTEMA LINFÁTICO
SEDENTARISMO
AUMENTO DA PRESSÃO CAPILAR
HIPERTROFIA ADIPOCITÁRIA
FATORES HORMONAIS
O estrogênio provoca uma hipersensibilização das células adiposas e favorece retenção hídrica no local, por isso, a HDLG é predominante nas mulheres durante a gravidez, no uso de anticoncepcional e medicamentos à base de hormônios. 
AÇÃO HORMONAL
LOCAIS PEREFERÊNCIAIS DA HDLG
TIPOS DE HDLG
Flácida: Geralmente tem início em pessoas acima de 35 anos, ou pessoas que perdem peso muito rápido. Neste caso, pode apresentar também uma flacidez muscular, por isso é comum em pessoas sedentárias. 
Compacta: HLDG que tem aspecto mais rígido, com mais fibras, dá geralmente em pessoas mais jovens – e neste caso, o contorno corporal e a anatomia estética estão mantidas. 
TIPOS DE HDLG
Edematosa: é a mais feia de se ver, porque é a que mostra mais “furinhos” e depressões, com uma pele de aspecto estranho e geralmente a pessoa refere dor quando é palpada. Porém é a mais fácil de ser tratada, porque se trata de um tecido congestionado – com muita água. 
Mista: A forma mista pode unir as características compacta e flácida com a edematosa, ou seja, pode ser uma HLDG flácida-edematosa ou compacta-edematosa. 
GRAUS DA CELULITE 
Grau I: Alteração estética só é percebida quando há movimentação ou compressão local. Assintomática. Presença de alterações de relevo, com leves ondulações. 
Grau II: Presença de alteração de relevo sem contração muscular. Os “furinhos” são visíveis, mas não densos. A temperatura pode ser menor nas regiões mais afetadas. Menos circulação local. 
GRAUS DA CELULITE 
Grau III: Presença de retrações (furinhos) numerosas e visíveis sob repouso. Pode ter alteração de cor (roxa ou vermelha). Alteração de menor temperatura local. Pode haver dor local. 
Grau IV: Presença de macro nódulos e retrações, com grandes ondulações. Grande déficit circulatório. Presença de dor intensa no local. Redução térmica no local. 
ENVELHECIMENTO CUTÂNEO
O envelhecimento é um processo dinâmico e progressivo, no qual as alterações morfológicas, funcionais e bioquímicas alteram o funcionamento orgânico, aumentando a suscetibilidade às agressões intrínsecas e extrínsecas.
Fatores Intrínsecos
+
Fatores Extrínsecos
Alterações 
Proteicas
Alterações 
Morfológicas e
Funcionais
COLÁGENO
Proteína estrutural mais abundante do organismo 
Produzido por células presente na camada dérmica denominada FIBROBLASTOS e depositado nos espaços extracelulares.
São cadeias polipeptídicas tríplice, que assumem um arranjo helicoidal e possuem uma sequência repetitiva de aminoácidos.
Diferença entre as cadeias alfa origina os diferentes tipos de colágeno: mais de 25 tipos de colágeno: rigidez, elasticidade, força de tensão variáveis
COLÁGENO
TIPOS
TIPO I
O mais abundante entre os tipos de colágeno, o tipo I é encontrado nos tendões, na cartilagem fibrosa, no tecido conjuntivo frouxo comum e no tecido conjuntivo denso. Este tipo forma fibrilas longas espessas que organizadas dão grande resistência aos tendões. Dessa maneira, proporciona suporte para a elasticidade da pele e melhora a saúde das juntas. Também é indicado para a saúde das unhas e cabelos.
	
TIPO II
O tipo II de colágeno é produzido pelos condrócitos e aparece na cartilagem hialina e na elástica. Sua forma é semelhante ao tipo I, mas possui menor diâmetro. Está presente nos olhos, cartilagem e discos intervertebrais. Assim, o tipo II é uma ótima solução para problemas nas cartilagens e articulações. Entre elas, a artrite, em que o colágeno tipo II ajuda na recomposição da cartilagem.
TIPO III
Também em formato fibrilar, o tipo III é o segundo mais abundante e é encontrado na pele, útero, vasos arteriais e intestinos. No entanto, esse tipo é o primeiro a diminuir sua produção natural no corpo, sendo seus benefícios notados por meio da suplementação.
FATORES INTRÍNSECOS
Esperado Previsível Inevitável Progressivo
CAUSAS
Genética: com o tempo, as células vão perdendo sua capacidade de se replicar. Este fenômeno é causado por danos no DNA decorrentes da radiação UV, de toxinas ou da deterioração relacionada à idade. Conforme as células vão perdendo a velocidade ao se replicar, começam aparecer os sinais de envelhecimento.
Hormônios: ao longo dos anos há diminuição no nível dos hormônios sexuais, como estrogênio e testosterona, e dos hormônios do crescimento. Em mulheres, a variação nos níveis de estrogênio durante a menopausa é responsável por mudanças cutâneas significativas: o seu declínio prejudica a renovação celular da pele, resultando em afinamento das camadas epidérmicas e dérmicas.
CAUSAS
Estresse oxidativo: desempenha papel central na iniciação e na condução de eventos que causam o envelhecimento da pele. Ele altera os ciclos de renovação celular, causa danos ao DNA que promovem a liberação de mediadores pró-inflamatórios, que, por sua vez, desencadeiam doenças inflamatórias ou reações alérgicas na pele. Além disso, células do sistema imunológico, chamadas langerhans, diminuem com o envelhecimento. Com o avançar da idade, diminui-se a imunidade, aumentando a incidência de infecções, malignidades e deterioração estrutural.
Níveis elevados de açúcar no sangue e glicação: glicose é um combustível celular vital. No entanto, a exposição crônica à glicose pode afetar a idade do corpo por um processo chamado de glicação. 
COLÁGENO
Ligações 
cruzadas
 Resistência a colagenase
 Rigidez dos tecidos
Dificuldade difusão nutrientes
DETERIORAÇÃO DA FUNÇÃO CELULAR
ENVELHECIMENTO
O sistema elástico é o componente responsável pela elasticidade do tecido conectivo, encontrando-se em maior quantidade nos tecidos e órgãos que sofrem maior tração e extensão (pele, parede arterial, pulmões).
ALTERAÇÕES COM O ENVELHECIMENTO:
Aumento da quantidade de fibras elásticas, porém com alteração da composição;
Fragmentação e deposição de cálcio.
REDUÇÃO DA ELASTICIDADE TECIDUAL
FATORES EXTRÍNSECOS
Fumo Álcool Má Nutrição Exposição Solar Estresse
CAUSAS
Radiação solar: atua na pele causando desde queimaduras até fotoenvelhecimento e aparecimento de câncer da pele. A pele fotoenvelhecida é mais espessa, por vezes amarelada, áspera e manchada, e há um maior número de rugas.
Tabaco: fumantes possuem marcas acentuadas de envelhecimento na pele. O calor da chama e o contato da fumaça com a pele provocam o envelhecimento e a perda de elasticidade cutânea. Além disso, o fumo reduz o fluxo sanguíneo da pele, dificultando a oxigenação dos tecidos. 
Álcool: altera a produção de enzimas e estimula a formação de radicais livres, que causam o envelhecimento. 
Movimentos musculares: movimentos repetitivos e contínuos de alguns músculos da face aprofundam as rugas, causando as chamadas marcas de expressão, como as rugas ao redor dos olhos.
CAUSAS
Radicais livres: são uns dos maiores causadores do envelhecimento cutâneo. Os radicais livres se formam dentro dascélulas pela exposição aos raios ultravioleta, pela poluição, estresse, fumo etc. Acredita-se que os radicais livres provocam um estresse oxidativo celular, causando a degradação do colágeno (substância que dá sustentação à pele) e a acumulação de elastina, que é uma característica da pele fotoenvelhecida.
Bronzeamento artificial (Câmara de bronzeamento): pode causar o envelhecimento precoce da pele (rugas e manchas) e a formação de câncer da pele. A realização desse procedimento por motivações estéticas é proibida no Brasil desde 2009.
Alimentação: uma dieta não balanceada contribui para o envelhecimento da pele. Existem elementos que são essenciais e devem ser ingeridos para repor perdas ou para suprir necessidades, quando o organismo não produz a quantidade diária suficiente. 
FLACIDEZ TISSULAR
É o resultado de causas intrínsecas, como o envelhecimento e extrínsecas, como um processo excessivo de emagrecimento gestações, sol, má alimentação (desnutrição) e até tabagismo. 
Na flacidez tissular, a pele perde a sua elasticidade, seu tônus e com isso, o aspecto inestético é inevitável. Aparece geralmente a partir da terceira década da mulher e em partes bem visíveis do corpo: como abdômen, coxas, glúteos, rosto e braços. 
De acordo com o dicionário Aurélio, o termo flacidez é relacionado à quantidade ou estado flácido, ou seja: mole, frouxo, lânguido.
O fibrócito é um fibroblasto que tem menor atividade sintetizante de proteínas, mas que não parou de produzi-las totalmente.
FLACIDEZ MUSCULAR
A flacidez muscular é um estado de onde se observa um aspeto de “amolecimento” dos músculos. Ela instala-se quando o músculo, por falta de exercício e pelo envelhecimento, perde tonicidade. Também pode ser causada pelo sedentarismo, gestação e por dietas radicais desequilibradas. No envelhecimento fisiológico, observamos perda de massa muscular esquelética de forma progressiva e contínua que vai sendo substituída por tecido adiposo (gordura). A perda de massa muscular é menor nas pessoas que mantêm uma atividade física constante. 
A flacidez muscular refere-se à diminuição do tônus muscular, estando o músculo pouco consistente
ESTRIAS 
As estrias são cicatrizes que se formam quando há destruição de fibras elásticas e colágenas na pele, normalmente causada por um estiramento da pele. As linhas são formadas por causa da diminuição da espessura da derme e da epiderme. Elas podem coçar e arder, mas em geral não apresentam sintomas com seu aparecimento. 
CAUSAS 
Gravidez, aumento de peso, colocação de prótese mamária, uso de anabolizantes, ou por fatores hormonais como o uso de estrógeno e hormônios adrenocorticais. O uso prolongado de tratamentos com corticoides também pode desencadear estrias no corpo. Fatores genéticos também podem estar envolvidos. 
TIPOS
Rubra/violácea – São as estrias vermelhas, mais recentes. Possuem a característica de serem hipertróficas devido ao edema local causado pelo processo inflamatório.
 
Alba/anacaradas – São as estrias brancas, mais antigas. Ausência de processo inflamatório, perda de matriz dérmica e fibras elásticas. 
Outra característica importante: Tamanho e largura.

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