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VIAS AÉREAS

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VIAS AÉREAS
CARACTERÍSTICAS GERAIS
CAPNOGRAFIA E SUA IMPORTÂNCIA: “NO TRACE,
WRONG PLACE” – O que significa que se o traço da
capnografia não estiver presente, provavelmente não está
no lugar certo
A CHANCE DE NÃO TER NENHUM TRAÇO É QUASE
INEXISTENTE: Pois isso significaria falta de troca de ar
O QUE SABER PARA MANIPULAR A VIA AEREA: TÉCNICA
PARA REALIZAR:
1. VENTILAÇÃO SOB MÁSCARA FACIAL COM
BALÃO (BALÃO AUTOINFLÁVEL) 
(máscara facial aplicada com a técnica C E - colocar
o E na parte óssea)
2. VENTILAÇÃO SOB DISPOSITIVO SUPRAGLÓTICO
(COM MÁSCARA LARÍNGEA)
3. INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
Laringoscopia (Macintosh ou Miller- não existe diferença
de efetividade, escolha a partir da sua habilidade)
Circuito Baraka- Usado mais em criança e não tem válvula
de controle do ar (então não é um fluxo unidirecional) para
evitar barotrauma para conseguir movimentar a válvula.
Essa ausência tem a desvantagem: quando expira o CO2,
ele fica aprisionado no sistema (para evitar isso é preciso
estabelecer um alto fluxo para a criança, para que o CO2
seja todo liberado na expiração)
Guedel: cânula que abaixa a língua na hora da indução
anestésica - ele fala que se o paciente tem SAOS é bom
usar, pois o paciente tem desabamento da língua quando
dorme e provavelmente vai ter na hora da indução.
Quando você tenta ventilar um paciente, tem 3
tentativas, se não conseguir, já na primeira tentativa,
tenta outro método. 
Ele recomenda começar com a Guedel
VIAS AÉREAS
VIA AÉREA DIFÍCIL
AVALIANDO O PACIENTE PREVIAMENTE PARA PREDIZER
VIA AÉREA DIFICIL
PACIENTE EM JEJUM?
NÃO (que é a maioria - emergências e urgências)? 
Utiliza a máscara laríngea de segunda
geração, pois ela tem uma porta para passar um
cateter de sucção nasogástrica (como mostra a
tabela abaixo)
A progressão da colocação da máscara
laríngea tem que ser seguindo o teto da
cavidade oral, quando ela "topa" é
porque bateu no esfíncter esofágico
superior, daí insufla o Cuff
Se você insere reto e a língua estiver
deslocada pra trás, a língua vai ocupar o
lugar do dispositivo.
LEMBRE-SE: a máscara laríngea não veda
bem, então não é um dispositivo de
ventilação permanente, salvo situações
eletivas com o paciente em jejum!
Técnica em sequência rápida, em que não ventila o
paciente. Por que não ventila? Por que ventilar aumenta
a pressão intragástrica e o paciente pode
regurgitar/broncoaspirar
Existem máscaras laríngeas de intubação!
*Videolaringoscópio: a nova recomendação para TODOS
PACIENTES - Tem evidência que é melhor!!!
VIAS AÉREAS
VIA AÉREA DIFÍCIL
VIA AEREA DIFICIL?
TENHA UMA ESTRATÉGIA!!!
SIM? Chama um colega, solicitar dispositivos de via
aérea avançada OU AINDA pode ser que precise
entubar o paciente acordado (ou ainda fazer
traqueostomia)
VENTILAÇÃO SOB MÁSCARA FACIAL DIFICIL:
Qualquer coisa anatômica que dificulte o
fechamento com a máscara
EX: Paciente idoso; Paciente obeso; Paciente
com histórico de ronco; Paciente com barba
PREDITORES DE VIA AEREA DIFICIL:
NÍVEIS DE MALLAMPATI: De acordo com o grau de
visualização da glote e avanço da língua num espaço
maior. Volume da ocupação da língua.
I – Vê todas as estruturas como os pilares
amigdalianos
II – Não vê mais os pilares amigdalianos
III – Vê só o palato mole
IV – Vê o palato duro apenas (CHANCE maior de
ter laringoscopia difícil, então tem que se
preparar, MAS ainda assim tentar)
VIA AEREA DIFICIL (VAD)?
GUIDELINE DO PACIENTE COM VAD:
NENHUMA SUSPEITA DE VAD:
Indução para entubar
COM SUSPEITA DE VAD? Segue mais perguntas:
TRANQUILO?
CONSEGUE VENTILAR?
MÁSCARA LARINGEA POR PERTO?
NENHUMA COMORBIDADE?
TECNICAS DE RESGATE?
CIRURGIÃO POR PERTO?
Tudo SIM? Anestesia para entubar, por que
tenho formas de resgatar
Algum NÃO? Pensar em fazer entubar acordado
ATENÇÃO! Tentou entubar? Não consegui!
Tentei ventilar com balão e máscara? Não
consegui! Tentou o dispositivo supra glótico?
Não consegui! Acesso cervical
anterior/cirúrgico!!
A maioria dos pacientes é de fácil intubação >90%!
Ele fala que nenhum dos preditores presta, as vezes pode
parecer que o paciente vai ser difícil, mas acaba não sendo,
mas é importante estar preparado! AVALIE O PACIENTE E
MONTE UMA ESTRATÉGIA (tenha tudo que possa
precisar) PREVIAMENTE!
CONDUTA MEDIANTE O TIPO DE VIA AEREA
Com preditores de via aérea difícil: Laringoscopia
acordado (difícil de entubar + outro preditor como
pneumopatia)
Ele fala que já foi questão de prova! Se o
paciente é vítima de trauma facial, ou tem um
tumor na região da cavidade oral ou pescoço ->
NÃO INDUZ (anestesia)! PODE MATAR O
PACIENTE!!!
Sem preditores de VAD: Indução (anestesia) +
bloqueio neuromotor [de modo que seja mais
confortável para o paciente]
Laringoscopia difícil: MALLAMPATI III/IV; AO < 3 cm; DTM <
6 cm; DME < 12 cm; Imobilidade cervical.
VIAS AÉREAS
TÉCNICA
TÉCNICAS PRINCIPAIS:
ENTUBANDO SOZINHO: Deixar uma mão livre para
compressão da bolsa (gerando pressão positiva) e outra
mão segura a máscara no formato de C (utilizando as
manobras chin lift + jaw thrust para abrir a via aérea)
BIMANUAL: Quando tem dificuldade com a técnica só
com uma mão
DETALHES:
COLOCAR UM COXIN EMBAIXO DA CABEÇA:
Alinhar eixos
POSIÇÃO DA CABEÇA PARA FACILITAR A
ENTUBAÇÃO: Deixando a cabeça estendida e
diminuindo o ângulo (mais aguda) para deslocar menos
a língua
VISUALIZAÇÕES PELO SISTEMA DO
LARINGOSCOPICO (CORNACK-LEHANE):
LARINGOSCOPICO CONVENCIONAL COM A LÂMINA
CURVA: Inserir o laringoscópio com a lâmina na parte
direita da boca > avance o laríngeo para a linha média da
base da língua ao girar o pulso > deslize a mão pela língua
para tentar visualizar a EPIGLOTE (acima da epiglote está a
valécula) > aborde a base da língua e mova a lâmina para
cima num ângulo de 45º > chega na valécula > movimenta
para cima e para esquerda > entuba
VISUALIZAÇÕES PELO SISTEMA DO LARINGOSCOPICO
(CORNACK-LEHANE):
CORNACK 1: Observa-se toda entrada da glote
CORNACK 2: Observa-se parcialmente a glote,
cerca de menos da metade
CORNACK 3: Observa-se só a epiglote, não vê a
glote
CORNACK 4: Observa-se só a língua, não vê nem a
epiglote
Mude a técnica!
EQUIPAMENTOS MENOS ENCONTRADOS
PINÇA DE MAGUIL: Auxilia na entubação
BRONCOFIBROSCOPICO: para intubação de pcte
acordado. Não é usado em situações emergenciais
VIDEOLARINGOSCOPICO: Permite visualização indireta
pela câmera (“AROUND THE CORNER”)
ESTILETE OPTICO
VIAS AÉREAS
SCORE DE MACOCHA
Ele não gosta, mas está no guidelines e pode cair nas
provas de residência
Na maioria das vezes está errado, não é usado na prática
É o score para determinar intubação difícil em paciente crítico
MACOCHA > 3 - intubar acordado
IMPORTANTE!!!!
IMPORTANTE! Pré-oxigenar (colocar a máscara facial no
paciente e ofertar oxigênio a 100% para realizar a
desnitrogenação da capacidade residual funcional dele =
removendo nitrogênio e deixando apenas oxigênio) em
paciente que não será anestesiado, SEMPRE QUE
POSSÍVEL. Após isso, faz a indução e começa a estratégia
de manipulação de via aérea
EXCEÇÃO! PACIENTE EM APNEIA: Não tem como pré-
oxigenar, apenas ventilar
THE VORTEX
AZUL – Significa cianose e, no caso de VAD, só piora
quando não se visualiza a via aérea, caminhando para
falta completa de oxigênio
VERDE – Ventilação adequada
SIMBOLOS:
MÁSCARA LARINGEA
TUBO PARA LARINGOSCOPIA
VENTILAÇÃO COM MÁSCARA
LEMBRE! LIMITE O NÚMERO DE TENTATIVAS: Cada
tentativa deteriora mais a via aérea do paciente
(edemaciando, sangrando), sendo no máximo 3 tentativas
com os dispositivos acima, iniciando e finalizando com
QUAISQUER dos dispositivos acima. Lembrando que cada
NOVA técnica só tem 3 tentativas RÁPIDAS!! E, se estiver
dessaturando muito, entre as tentativas partir para ventilação
ÚLTIMA ABORDAGEM: Acesso cervical anterior pelo
cirurgião OU 4ª tentativa se um profissional mais
experiente chegar
TÉCNICA PARA SITUAÇÕES DIFICEIS DE ENTUBAÇÃO

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