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Enfermagem na 
Saúde do Adulto
Distúrbios respiratórios e metabólicos
Profª. Ms. Angélica da Mata Rossi
• Unidade de Ensino: 2
• Competência da Unidade: Reconhecer as patologias respiratórias e
metabólicas propondo soluções para resolução dos problemas.
• Resumo: Aborda sobre as principais patologias respiratórias e metabólicas
destacando a epidemiologia, fisiopatologia, sinais e sintomas, métodos de
diagnóstico, tratamento, sistematização da assistência de enfermagem.
• Palavras-chave: Saúde do adulto; Patologias respiratórias; Distúrbios
metabólicas.
• Título da Teleaula: Distúrbios respiratórios e metabólicos
• Teleaula nº: 2
Convite ao estudo
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/3d-vector-human-respiratory-system-lungs-
2063425205. Acesso em: 25 jan. 2022.
Distúrbios do 
Sistema 
Respiratório
Pneumonia, 
DPOC, bronquite, 
enfisema 
pulmonar, IRA, 
SDRA
Distúrbios do 
Sistema 
Endócrino
DM
Pneumonia
O sistema respiratório e o seu funcionamento
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/3d-vector-human-respiratory-system-lungs-
1511668082. Acesso em: 25 jan. 2022.
Pneumonia: fisiopatologia
Microrganismos 
infectantes
Inflamação das 
vias aéreas
Exsudato
Troca gasosa 
comprometida
Hipóxia
✓Quadro infeccioso do trato
respiratório inferior
✓Compromete alvéolos, brônquios e
o espaço intersticial
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/pneumonia-normal-inflammatory-condition-lung-
inflamed-780742633. Acesso em: 25 jan. 2022.
Pneumonia
• Comunitária 
• Hospitalar 
• Imuno-
comprometido 
• Aspiração
Pneumonia comunitária x hospitalar 
Comunitária
Adquirida no dia a dia;
Geralmente tem origem bacteriana;
Streptococcus pneumoniae ou pneumococo são os patógenos 
mais comuns.
Hospitalar 
Ocorre de 48 a 72 horas após a internação;
Se ocorrer até o 4º dia de internação – recente;
Após o 4º dia de internação – tardia. 
Alveolar
Bronco 
pneumonia 
Intersticial
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-illustration/pneumonia-symptoms-closeup-lungs-
bronchioles-alveoli-1362324101. Acesso em: 25 jan. 2022.
Pneumonia: sinais e sintomas
• Calafrio 
• Febre 
• Dor torácica 
(pleurítica)
• Dispneia / 
taquidispneia
• Tosse com 
expectoração
• Ansiedade/confusão 
mental
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/cute-infographic-pneumonia-disease-1618356952. 
Acesso em: 25 jan. 2022.
Pneumonia x broncopneumonia
Se a pneumonia atinge todo o
lobo ela é dita lobar; Se a
inflamação tem vários focos,
denomina-se broncopneumonia.Fatores de 
risco
Insuficiência 
cardíaca
Diabetes
Alcoolismo
Câncer
Doenças 
neurológicas
Distúrbios 
renais
Distúrbios 
hepáticos 
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/bronchopneumonia-vector-graphics-symbol-light-
alveoli-1678289347. Acesso em: 25 jan. 2022.
Pneumonia
• Rx tórax
• Ex. laboratoriais
• Hemocultura 
• Cultura de secreção
Diagnóstico
• Hidratação 
• Antibioticoterapia 
• Oxigenoterapia 
Tratamento
Complicações
Derrame pleural
Síndrome da 
angústia 
respiratória
Atelectasia Choque séptico
Abcesso 
pulmonar
P. S. C., 55 anos, sexo masculino, deu entrada com pneumonia,
taquipneia, expansibilidade diminuída à direita, murmúrio vesicular
(MV) abolido em base do pulmão D, percussão maciça à direita,
encontra-se com nebulização contínua a 8l/min, tosse com
presença de expectoração com secreção esverdeada e dor torácica
pleurítica.
Quais sinais e sintomas caracterizam 
pneumonia e derrame pleural e o 
tratamento para essas situações? 
Pressão hidrostática 
dos capilares
Pressão 
osmótica 
dos 
capilares
Condição das 
membranas pleurais
Drenagem 
linfática
Fisiopatologia 
do derrame 
pleural
Pneumonia
Resposta Inflamatória
Capacidade fagocítica dos 
macrófagos alveolares excedida
Proliferação de microorganismos no 
espaço alveolar
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/pleural-effusion-collection-excess-fluid-between-
1761088925. Acesso em: 25 jan. 2022.
Resolvendo a situação problema
O acúmulo anormal de líquidos na cavidade pleural pode ter várias causas
e a drenagem de tórax é recomendada para drenar o excesso de líquido.
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/pleural-effusion-diagram-showing-human-silhouette-1016513518. 
https://shutr.bz/33D9dow. Acesso em: 25 jan. 2022.
Dreno de tórax Toracocentese
https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/pleural-effusion-diagram-showing-human-silhouette-1016513518
https://shutr.bz/33D9dow
Tipos de líquidos pleurais
Transudatos
Filtrado de plasma que se 
desloca através da parede 
capilar intacta
Exsudatos
Extravasamento de líquido 
nos tecidos, resultante de 
inflamação
Insuficiência cardíaca
Cirrose Câncer e infecções virais
Pneumonia
Empiema
Coleção de líquido infectado na cavidade pleural
com baixa contagem de leucócitos progredindo
para fibrinolento, levando à formação de uma
membrana exsudativa espessa
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/vats-lung-cancer-treatment-sub-pus-1758813122. 
Acesso em: 25 jan. 2022.
Assistência de 
enfermagem a afecções
respiratórias I
Atelectasia
Colapso de um 
alvéolo, lóbulo, ou 
de uma unidade do 
pulmão. 
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/atelectasis-collapsed-lung-detail-alveoli-normal-
448764769. Acesso em: 25 jan. 2022.
Atelectasia: causas etiológicas 
Insuficiência 
no 
surfactante
Obstrução das 
vias aéreas
Força 
inadequada 
de distensão 
pulmonar
Quantidade e qualidade de surfactante 
reduzida devido edema pulmonar, 
inalação de fumaça ou de agente 
anestésico, contusão pulmonar, SARA, 
inspiração de alta concentração de O2 e 
respiração prolongada em baixo volume 
Quando o transporte mucociliar
está diminuído, fraco ou 
inexistente; ou quando há volume 
excessivo de secreção
Geração de pressão negativa 
intrapleural insuficiente para 
gerar expansão pulmonar 
e/ou falha na integridade da 
caixa torácica
Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)
Conjunto de doenças que leva à disfunção pulmonar,
causando incapacidade substancial, redução da
qualidade de vida e risco aumentado de morte
prematura.
Indicadores 
de DPOC 
Tosse crônica 
Dispneia 
progressiva e 
persistente
Exposição 
fatores de 
risco
Expectoração 
crônica
Exacerbações 
agudas
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-illustration/chronic-obstructive-pulmonary-disease-
90181153. Acesso em: 25 jan. 2022.
Enfisema pulmonar
Aumento dos espaços aéreos distais aos bronquíolos 
terminais, com destruição de suas paredes, sem fibrose.
Manifestações Clínicas
• Sinais de hiperinsuflação pulmonar; 
• Sinais de limitação do fluxo aéreo; 
• Sinais de aprisionamento do ar; 
• Espaços aéreos dilatados podem desenvolver bolhas.
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/emphysema-chronic-obstructive-pulmonary-
disease-diagram-228641521. Acesso em: 25 jan. 2022.
Bronquite crônica
Características
✓Excesso de muco nas vias aéreas;
✓Espessamento das paredes brônquicas;
✓Aumento do número de células caliciformes;
✓Aumento da quantidade de músculo liso;
✓Metaplasia escamosa do epitélio brônquico.
Inflamação das vias respiratórias superiores
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/bronchitis-lungs-bronchial-tubes-normal-tube-
488973754. Acesso em: 25 jan. 2022.
Paciente de 60 anos, sexo masculino, fumante há 30 anos, com consumo de
média de 3 maços de cigarro por dia, com história de dispneia progressiva,
apresenta tosse produtiva com expectoração branca e sibilos, emagrecido,
desidratado, dispneico, fazendo uso de musculatura acessória,desconfortável em decúbito inferior a 45 graus e com respiração superficial.
Os pulmões apresentam sibilos difusos e roncos e a expiração é prolongada,
o coração apresenta bulhas rítmicas normofonéticas sem sopros e
taquicardias, não apresenta alterações no abdômen.
Quais os fatores de risco para o desenvolvimento de
doença pulmonar obstrutiva crônica?
Qual seria a sua orientação enquanto enfermeiro para
melhorar a qualidade de vida deste paciente?
Qual o tratamento mais indicado para esta patologia?
Causas da DPOC:
✓ doenças genéticas, 
✓ exposição ambiental e 
✓ tabagismo
Inflamação crônica das vias aéreas centrais e periféricas,
parênquima e vasos pulmonares
Resposta imunológica à inalação de partículas e gases nocivos
Nas vias aéreas centrais, ocorre infiltração de células inflamatórias
no epitélio, hipertrofia e hiperplasia de glândulas mucosas com
hipersecreção de muco e redução do número de cílios.
Nas vias aéreas periféricas, ocorrem ciclos repetidos de lesão e
reparo de suas paredes, reduz o lúmen e leva à obstrução fixa
Doença pulmonar obstrutiva crônica
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-illustration/smoking-emphysema-90181159. Acesso em: 25 jan. 2022.
https://www.shutterstock.com/pt/image-illustration/smoking-emphysema-90181159
Atuação do enfermeiro
✓ Prevenção e o controle do DPOC, 
✓ orientação quanto ao tabagismo, 
✓ uso dos medicamentos de maneira adequada e
✓ acompanhamento destes pacientes para que não ocorram as 
complicações, exacerbação da DPOC, pneumonias.
O tratamento é baseado nas mudanças de hábito de
vida como não fumar mais, fazer uso de corticoides,
broncodilatadores e se necessário o uso de
oxigenoterapia.
Interação
Assistência de 
enfermagem a afecções 
respiratórias II
Insuficiência respiratória aguda (IRA)
✓Incapacidade de oxigenação do sangue e eliminação do gás carbônico;
✓↓ PaO2: < 50 mmHg (hipoxemia);
✓↑ PaCO2: > 50 mmHg (hipercapnia).
Tipo I
• IR hipoxêmica
• componente respiratório
Tipo II
• IR hipercapnica
• componente ventilatório
Tipo III
• Hipercapnia
• Hipoxemia ventilatório e alvéolo-capilar
Insuficiência respiratória aguda: causas comuns
Estímulo respiratório diminuído: Por lesão cerebral grave,
grandes lesões do tronco cerebral, uso de medicamentos
sedativos e distúrbios metabólicos
Disfunção da parede torácica: Os impulsos do centro
respiratório não chegam aos receptores, devido a distrofia
muscular, distúrbios da junção neuromuscular e
raquimedulares
Disfunção do parênquima pulmonar: Devido condições que
interferem na ventilação e expansão pulmonar, como na
doença pleural, trauma e lesão do parênquima
Outras causas: No pós-operatório a ventilação inadequada e
insuficiência respiratória podem advir dos efeitos
anestésicos, analgésicos e sedativos
Desequilíbrio ácido básico
A gasometria arterial avalia a oxigenação e o equilíbrio ácido 
básico.
PaO2
PaCO2SatO2
Distúrbios pH PaCO2 BE HCO3 
Acidose respiratória Baixo Alto Normal Alto
Alcalose respiratória Alto baixo Normal Baixo
Acidose metabólica Baixo Normal Baixo Baixo
Alcalose metabólica Alto Normal Alto Alto
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-illustration/structure-alveolus-human-lungs-oxygen-carbon-1610265454. 
Acesso em: 25 jan. 2022.
Síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA)
Lesão pulmonar aguda decorrente de processo 
inflamatório difuso que envolve os pulmões, 
com acúmulo de material exsudativo
Inflamação da 
membrana alvéolo - capilar
Redução e alteração dos 
surfactantes 
Atelectasias
Sinais e 
sintomas
Dispneia intensa de 
evolução rápida
Hipoxemia arterial
Não responde a O2 
suplementar
SDRA PRESSÃO DE CAPILAR 
< 18 mmHg
PaO2/FiO2
< 200 mmHg
DIAGNÓSTICO 
Ausência insuficiência cardíaca E
Rx tórax: infiltrado bilateral
Fator risco sistêmico ou pulmonar
Início agudo da angústia respiratória
Tratamento
Suporte ventilatório com ventilação mecânica:
✓PEEP otimizado;
✓Pressão controlada;
✓Hipercapnia permissiva;
✓Posição prona;
Recrutamento alveolar e suporte hemodinâmico.
Ciclo respiratório
Formas de 
ciclagem
Volume
Tempo
Pressão
Fluxo
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/mechanism-breathing-anatomical-process-explanation-outline-2048318702. 
https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/ventilator-medical-machine-equipment-tracheostomy-patient-732596494. Acesso em: 25 jan. 2022.
https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/ventilator-medical-machine-equipment-tracheostomy-patient-732596494
Modalidade ventilatória
O volume corrente e a FR são pré-determinados 
no ventilador mecânico
Ventilação controlada
A FR é controlada pelo paciente, o ciclo 
respiratório é iniciado pelo paciente e o volume 
corrente e os fluxos são predeterminados
Ventilação assistida-
controlada
Combina ciclos espontâneos com ciclos mecânicos 
assistidos
Ventilação Mandatória 
Intermitente 
Sincronizada (Simc)
Esforços respiratórios espontâneos do paciente 
são assistidos com pressão positiva nas vias 
aéreas
Ventilação com pressão 
de suporte
O paciente respira espontaneamente dentro do 
circuito com pressão positiva
Pressão positiva 
contínua nas vias aéreas
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/portrait-unconscious-middle-aged-man-on-1197020173. Acesso em: 25 jan. 2022.
Durante o plantão, o enfermeiro Caio recebeu a paciente J. M. L., 26
anos, trazida ao atendimento pela família, encontrada desacordada mas já
havia recobrado a consciência após uma tentativa de suicídio por
intoxicação de tricíclicos (antidepressivo).
Gasometria:
✓ pH = 7,1 
✓ pO2 = 89 
✓ pCO2 = 61 
✓ HCO3 = 24 
Quais as alterações 
da gasometria?
Qual a conduta 
ideal?
Resolvendo a situação problema
• pH: 7,35 a 7,45
• PaO2: 80 a 100 mmHg
• PaCO2: 35 a 45 mmHg
• SaO2: acima de 95%
• HCO3: 22 a 26 mEq/L
• BE: - 2 a +2
Distúrbios metabólicos são compensados por
alterações na PaCO2 e por mudanças na excreção
renal de ácidos e na reabsorção de álcalis
Responsável pela 
concentração do CO2
Mantém a concentração 
do HCO3
Fonte Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-illustration/3d-illustration-lungs-part-human-organic-417318079. 
https://www.shutterstock.com/pt/image-illustration/human-kidney-cross-section-on-scientific-637876177. Acesso em: 26 jan. 2022..
Homeostase
https://www.shutterstock.com/pt/image-illustration/3d-illustration-lungs-part-human-organic-417318079
https://www.shutterstock.com/pt/image-illustration/human-kidney-cross-section-on-scientific-637876177
Classificação
ALCALOSE 
RESPIRATÓRIA
ALCALOSE 
METABÓLICA
ACIDOSE 
RESPIRATÓRIA
ACIDOSE 
METABÓLICA
pH ↑ 7,45 ↑ 7,45 ↓ 7,35 ↓ 7,35
Parâmetros PaCO2 ↓ 35 mmHg HCO3 ↑ 28 mEq/L PaCO2 ↑ 45mmHg HCO3 ↓ 22 mEq/L
Mecanismo
Hiperventilação que 
leva a ↓ PaCO2 e ↑ 
pH 
Ocasionado por 
DPOC, excesso de 
HCO3 e perda de 
conteúdo gástrico
Hipoventilação que 
leva ao ↑ PaCO2 e 
↓pH
Ocasionado por Ira, 
cetoacidose 
diabética, febre e 
doenças infecciosas
Compensação
↑ eliminação renal 
de HCO3
Hipoventilação
Após 12 a 48 horas
↓ eliminação renal 
de HCO3
Hiperventilação
Assistência de 
enfermagem a afecções 
metabólicas
Sistema endócrino
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-illustration/endocrine-system-man-woman-silhouette-highlighted-434898541.
Acesso em: 26 jan. 2022.
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-illustration/main-types-diabetes-mellitus-either-pancreas-281113445. Acesso em: 
26 jan. 2022.
Diabetes 
Mellitus: 
Fatores de 
risco
história familiar de diabetes 
(pais ou irmãos)
obesidade sendo o índice de 
massa corpórea (IMC) maior 
que 27
raça/etnia idade maior que 45 anos
glicemia de jejum 
prejudicada ou tolerância à 
glicose prejudicada 
previamente identificadas
hipertensão arterial > 140/ 
90 mmHg
HDL menor que 35 mg/dl ou 
triglicéridesmaior que 250 
mg/dl
história de diabetes 
gestacional ou parto de Rn
com mais de 4,5 kg
Diabetes Mellitus: diagnóstico e tratamento
✓ Conscientização e 
educação do 
paciente;
✓ Alimentação e 
dieta adequada de 
acordo com o 
perfil do paciente;
✓ Atividade física e 
medicamentos.
Tr
at
am
e
n
to
Diabetes Mellitus: Complicações crônicas
• Macrovasculares
• Doença da artéria coronária;
• AVE;
• Doença vascular periférica.
• Microvasculares
• Doença renal;
• Doença ocular.
• Neuropáticas 
• Neuropatias periféricas.
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/diabetes-foot-sole-big-toe-screen-1116484673. Acesso em: 26 jan. 2022.
Paciente, 55 anos, deu entrada no hospital com
rebaixamento do nível de consciência, sudorese intensa e
palidez, familiares referem que o paciente é diabético e faz
uso de insulina NPH de manhã e à tarde.
Na admissão a enfermeira realizou o controle dos sinais vitais
que se encontravam estáveis e glicemia capilar que
apresentava 45 mg/dl.
Qual a complicação da DM que o paciente está 
apresentando? 
Quais orientações devem ser dadas ao paciente para 
prevenção desta complicação? 
Glicemia
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/hyperglycemia-hypoglycemia-vector-illustration-collection-set-1150758161. 
Acesso em: 26 jan. 2022.
• Sintomas de início lento
• Polidipsia e poliúria e 
polifagiaHiperglicemia
• Sintomas de início súbito
• Sem alterações na sede, 
fome e hábitos urináriosHipoglicemia
Prevenção e controle
Fonte: Shutterstock. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/diabetes-treatment-insulin-injection-sites-on-2097713806. Acesso em: 26 
jan. 2022.
Cuidados com a Insulinoterapia
Monitorização da glicemia através de
exames diários e exames periódicos,
manter o tratamento com o objetivo de
garantir uma terapêutica nutricional
através de dieta balanceada, atividade
física regular com redução do peso (se
necessário), cuidados com os pés e
avaliação contínua da função renal e
sistema vascular.
Interação
Recapitulando
Pneumonia
DPOC, 
Bronquite, 
Enfisema pulmonar, 
IRA, 
SDRA
Gasometria
DM
	Slide 1: Enfermagem na Saúde do Adulto
	Slide 2
	Slide 3: Convite ao estudo
	Slide 4: Pneumonia
	Slide 5: O sistema respiratório e o seu funcionamento
	Slide 6: Pneumonia: fisiopatologia 
	Slide 7: Pneumonia comunitária x hospitalar 
	Slide 8: Pneumonia: sinais e sintomas
	Slide 9: Pneumonia x broncopneumonia
	Slide 10: Pneumonia
	Slide 11
	Slide 12
	Slide 13: Resolvendo a situação problema
	Slide 14: Tipos de líquidos pleurais
	Slide 15: Empiema
	Slide 16: Assistência de enfermagem a afecções respiratórias I
	Slide 17: Atelectasia
	Slide 18: Atelectasia: causas etiológicas 
	Slide 19: Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) 
	Slide 20: Enfisema pulmonar
	Slide 21: Bronquite crônica
	Slide 22
	Slide 23: Causas da DPOC:
	Slide 24: Doença pulmonar obstrutiva crônica
	Slide 25: Atuação do enfermeiro
	Slide 26: Interação
	Slide 27: Assistência de enfermagem a afecções respiratórias II
	Slide 28: Insuficiência respiratória aguda (IRA)
	Slide 29: Insuficiência respiratória aguda: causas comuns
	Slide 30: Desequilíbrio ácido básico
	Slide 31: Síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA)
	Slide 32: SDRA 
	Slide 33: Ciclo respiratório
	Slide 34: Modalidade ventilatória
	Slide 35
	Slide 36: Resolvendo a situação problema
	Slide 37
	Slide 38: Assistência de enfermagem a afecções metabólicas
	Slide 39: Sistema endócrino
	Slide 40
	Slide 41: Diabetes Mellitus: Fatores de risco
	Slide 42: Diabetes Mellitus: diagnóstico e tratamento
	Slide 43: Diabetes Mellitus: Complicações crônicas
	Slide 44
	Slide 45: Glicemia
	Slide 46: Prevenção e controle
	Slide 47: Interação
	Slide 48: Recapitulando
	Slide 49: Pneumonia DPOC, Bronquite, Enfisema pulmonar, IRA, SDRA Gasometria DM

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