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Hipertensão arterial

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RRRHIPERTENSÃO ARTERIAL 
PRESSÃO ALTA 
C I D-I10
DEFINIÇÃO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL 
A hipertensão é uma doença crônica (HAS), que é caracterizada pelo aumento da pressão arterial sistema sendo a diastólica maior ou igual a 140mmHg e a sistólica maior ou igual a 90mmHg. 
	De acordo com o mistério da saúde afeta mais de 30% da população adulta mundialmente e no Brasil são 30 milhões de brasileiros com a comodidade, sendo o maior quadro de mulheres adultas. 
	 A HAS é uma doença que afeta diversos sistemas, ou seja, é multissistémica que pode evoluir com alterações em estruturas ou órgãos alvos como cérebro, coração, rins e vasos. Sem falar que o maior fator de risco para os desenvolvimentos de outras patologias por conta dessas alterações nos sistemas.
FATORES DE RISCOS PARA HAS 
	A HAS tem vários fatores que podem contribuir para a doença, além da genética e histórico familiar presente. São eles:
· Genética: podem influenciar em 30%- 50% de chance porem não a estudos que comprovem bem essa alteração uma vez que a diversidade de genes é ampla. 
· Idade: com o envelhecimento a PAS (pressão arterial sistêmica) se torna um grande problema pois com a idade os vasos sanguíneos pois a grande perda de calibre dos vasos. Muito idosos (> 60 anos) geralmente 65% tem PA elevada. 
· Sexo: em jovens geralmente são homens que tem PA elevadas, porem nas mulheres são mais comuns as HAS. 
· Etnia: é um fator importante negros tende a desenvolver mais a HAS do que os brancos, porem se torna uma foto irrelevante perto dos fatores socioeconômicos e hábitos de vida. Por conta da produção de melanina que aumenta a PA.
· Sobrepeso/ obesidade: é uma relação parceira, pois quando maior peso maior a PA isso porque excesso de gordura entope de certa forma os vasos sanguíneos o que acaba aumentado a pressão. Arteriosclerose (acumulo de gordura ou entupimentos dos vasos)
· Alta ingestão de Na+ e K+: a ingestão de alimentos risco em sódio tem mostrado um aumento na PA. E de maneira inversa alto consumo de potássio pode reduzir os níveis pressóricos. O consumo de sal no Brasil é de 9,3g/dia sendo o máximo 5g/dia em quanto o potássio é 2,7g/dia para homens e 2,1g/dia para mulheres. O sódio está ligado diretamente a retenção da agua sendo assim quanto mais sódio mais agua é retida, dificultado a excreção e com isso sistema cardiovascular fica sobrecarregado e assim eleva a pressão. 
· Sedentarismo: a falta de atividade física também pode aumentar a tendência da HAS por conta que pode alterar o sistema circulatório e cárdico e altera o metabolismo. 
· Álcool: pessoas que consomem muito álcool naqueles que ingerem mais que seis no dia equivalente a 30g/dia de álcool tem aumento da pressão pois a bebida provoca enrijecimento das artérias assim dificulta a bombeamento do sangue. 
· Tabagismo: ocorre o avivamento do sistema parassimpático onde provova um amumento da frequência cardíaca, da pressão e contração miocárdica, ocasiona pouca oferta de O2 ao vasos do miocárdio. 
· Fatores socioeconômicos: geralmente pessoas com menor escolaridade, classe baixa tem as condições de habitação inadequada, por baixa renda assim isso causa dificultes em acesos de informações, alimentos bons, produtos para higiene, saneamento básico isso assim isso interfere na saúde dessas pessoas.
· Outros fatores: emocional também altera a pressão arteril, estresse, medicamentos, fumos excessivos, alterações hormonais também são grande fatores para o sistema circulatório. 
CLASSIFICAÇÃO/TIPO HIPERTENSÂO
A hipertensão tem tipo e classificação:
· Classificação:
· Pré- hipertensão: PAS (sistólica) 120-139mmHg e a PAD (diastólica) 80-89mmHg. 
· Hipertensão: a própria doença. 
· Hipertensão 1: PAS: 140-159mmHg e PAD 90-99mmHg. 
· Hipertensão 2: PAS maior 160mmHg e PAD maior 100mmHg. 
· Tipos:
· Hipertensão primaria: é que não tem uma causa especifica e sim é multifatorial, ou seja, vários fatores. 
· Hipertensão segundaria: causada por doenças diagnosticas uma exemplo alteração hormonal e também a de gestação.
· Hipertensão jaleco branco: ocorre dentro do consultório em quanto fora o paciente este bem. Importante paciente não é hipertenso. 
· Efeito do jaleco branco: paciente hipertenso fora de casa, porem no consultório é mais elevada
AVALIAÇÃO CLINICA/ DIAGNOSTICO
	O primeiro passo é anamnese do paciente onde tem que conter histórico familiar, portador de alguma doença crônica não transmissível, renda, escolaridade saneamento básico, medicamento (anti-hipertensivos) e outras perguntas. Caso o paciente seja dar ênfase aos medicamentos (frequência e dosagem), além do que está sentindo sinas e sintomas. 
	Outros fatores também são importantes como sinas de renais (excreção), metabolitos, se tem medicamentos associados principalmente antidepressivos. 
· EXAME FÍSICO 
· Frequência cardíaca
· IMC + circunferência abdominal 
· Palpação e Ausculta cardíaca e das carótidas
· Verificação do pulso 
· Inspeção para verificar sinal de inchaço (idem), vermelhidão, sinais de vasos entupidos e dilatados.
· EXAMES LABORATORIAIS 
· Analise de urina
· creatina plasmática
· Potássio plasmático 
· Glicemia de jejum 
· Colesterol total, HDL e LDL 
· Triglicerídeo
· Hemograma completo 
· Ácido úrico 
· Estimativa de ritmo filtração glomerular 
 DIAGNOSTICO
O diagnóstico do paciente vai ser a partir dos exames físicos e dos exames laboratoriais juntamente com aferir a pressão do paciente
· TECNCICA PARA AFERIR PA:
MATERIAL: manguito + estetoscópio
PONTOS DE PRESSÂO: temporal e carótidas, radial, braquial (ulnar), tibial (pedial)
	Diferença entre crises hipertensivas
	URGENCIA
	EMERGENCIA
	PA >120mmHg (diastólica)
	PA > 120mmHg (diastólica )
	SEM LOA
	COM LOA
	SEM risco de Morte
	COM risco de morte
	Acompanhamento
	Internação UTI
 Atualmente se usa um aparelho já automático para aferir a pressão, sem a necessidade do estetoscópio para essa finalidade, onde mesmo o aparelho já o resultado. 
SITUAÇÕES ESPECIAIS DAS HAS 
· Gestação 
A hipertensão na gestação é grande fator de risco para o feto. A medida dessa pressão deve ser feita da mesma forma que uma pessoa normal ou em decúbito lateral esquerdo. 
· Adolescentes/ crianças 
A cada vez vai aumentando isso é pelos hábitos alimentares da crianças e estilo de vida, atualmente muitas crianças em celulares, computadores, diminuição das atividades físicas, fest food. 
CRISES HIPERTEBSIVAS 
	O Termo urgência e emergenciais hipertensivas, são situações clinicas sintomáticas que eleva o nível da pressão onde a sistólica >180mmHg e diastólica >120mmHg. Com LOA aguada e progressiva risco iminente de morte. Outra comum é pseudocrise que não tem risco de morte e nem LOA. A EH (emergência hipertensiva) não é definida pelo nível de PA, é pelo status clinico do paciente.
 Pode manifestar eventos cardiovasculares, cerebrovasculares, renal ou com envolvimentos de múltiplos órgão ou a mesma forma de pré-eclâmpsia com sinais de gravidez.
· FISIOPATOLOGIA 
· Emergência hipertensiva 
A elevação pressórica acentuada agua ocorre pela libera de substancia humorais vasoconstritoras que aumentam a RVP e consequentemente um aumento shear stress e lesão endotelial que leva a um aumento permibilidade podendo haver ativação de cascata de coagulação e deposito de fibrina evoluindo para uma necrose fibrinoide que resulta em isquemia tecidual que libera mais substancia vasoativas. 
Parcialmente ocorre natriurese, depleção de volume, ativação do sistema de renina-angiotensina e uma isquemia tecidual e dano no órgão alvo. 
· Urgência hipertensiva 
Na urgência hipertensiva ocorre apenas a elevação acentuada, sem todo o processo seja descodeado e assim não ocorre lesão no órgão. 
Em individuos normais o fluxo sanguíneo cerebral permanece constante diante de uma variação pressórica (60 a 150 mmHg) por conta da capacidade de contrair e dilatar. Quando a pressão diminui o cérebro sofre com vasodilatação cerebral e quando aumenta o cérebro sofre com vasoconstrição cerebral, porem quando ocorre uma elevação pressórica maior do que cérebro podesuportar (>160mmhg) a capacidade de autorregulação vascular sofre dano tecidual principalmente nos rins e em territórios do cérebro. 
· TRATAMENTO 
O tratamento da crise deve ser depois de um período em um ambiente calmo se for urgência hipertensiva, pois as vezes só usa analgésicos e tranquilizantes. 
Já nas crises de emergência hipertensiva muito comum associar com anti-depressivo apesar de não ter estudos em ensaios clínicos randomizados, isso serve para evitar a mortalidade e redução de risco de lesão em órgãos alvos é feito na UTI. 
· EH em situações especiais
· Encefalopatia hipertensiva 
· Acidentes vasculares encefálicos (AVE) sendo comum AVEI (isquêmico) e AVEH (hemorrágico)
· Síndromes coronárias aguadas
· Dissecção aguada aorta 
· Pré- eclampsia/ eclampsia 
· Uso de drogas ilícitas/ medicamentos. 
· Hipertensão maligna: é caracterizada pela hipertensão grave geral, retinopatia com palpidema, com ou sem insuficiência renal cardíaca, necrose fibroide de arteríolas renais e endaterite com uma progressiva rápida e fatal. 
· Hipertensão de múltiplos danos em AO: é a presença de envolver três sistemas dos quatros principais sendo renal, cárdico, neurológico, hematológico. 
 
HIPERTENSÃO ARTERIAL SECUNDARIA 
	A hipertensão secundaria que é causada por doenças identificados, ou seja, uma situação específica na qual determina o tratamento ou até a cura, podendo ser de causas endócrinas e não endócrinas. 
FATORES DE RISCOS PARA HAS II 
· Causas não endócrinas 
- Doença renal crônica (DRC)
- Hipertensão renovascular 
- Coartação Aorta 
- Apneia obstrutiva do sono 
- Displasia Fibromuscular
· Causas endócrinas 
- Hiperaldosteronismo Primário 
-Feocromocitoma 
- Hipotireoidismo 
- Hipertireoidismo 
- Hiperparatireoidismo Primário 
- Síndrome de Cushing
- Obsidade 
- Acromegalia 
HAS RESISTENTE/ REFRATARIA 
A hipertensão arterial resistente (HAR) é que permanece com o valor de PA > 140/90mmgh com uso de três ou mais fármacos anti-hipertensivo com ações sinérgicas, porém é controlado. 
Já na Hipertensão refrataria é subdivisão que não mantem a HAS controlada mesmo usando mais de cinco fármacos 140/90mmHg. 
· FISIOPATOLOGIA 
Assim como a HAS primaria, as duas são multifatoriais, porém é determinada através de diferentes graus refratários aos fármacos. 
A HAR desenvolvida pela hiperatividade da sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) e consequentemente o excesso de retenção hidrossalina. Isso ocorre pelo impacto das terapias diuréticas que reduz os níveis pressóricos de modo proporcional depleção do volume intravascular efetivo. 
A HARf é menos volume dependente pois as drogas diuréticas é falha em atingir os alvos pressóricos estabelecidos, dessa forma eles sofrem mais com catecolaminérgica apresentado menos níveis de aldosterona e menor excreção de sódio urinário em 24h, além de maior excreção de noradrenalina em 24h, maior resistência vaso periférica e frequência cardíaca aumentada 
· DIAGNOSTICO 
Os diagnósticos se baseiam em peseudorresistencia ao uso de muitos medicamentos para tratar a PA, avaliação de riscos cardiovasculares, LOA e doenças estabelecidas, monitoramento da PA e por último histórico/ anamnese. 
· TRATAMENTOS 
Os tratamentos não farmacológicos são os mesmo para todos os tipos de HAS. Já os tratamentos farmacológicos são usar nesse caso anti-hipertensivos que tenham ação sobre o mecanismo fisiopatológicos sendo a expansão do volume intravascular simpática e do SRAA, resistência vascular aumentada. A combinação ideal é diurética, um bloqueador de SRAA e bloqueadores de canais de cálcio. De longa duração. 
TRATAMENTO GERAL DA HAS 
· Não medicamentoso:
Tabagismo: aumenta a pressão em 5 a 10 mmHg, por isso deve diminuir ou eliminar, além do risco de desenvolver neoplasia. 
Padrão alimentar: mudanças de hábitos e alimentares mostram redução na PA com aumento de consumo de frutas, hortaliças, laticínios (com baixo teor de gordura), a redução de consumo de gordura, doces e bebidas. Além de alto teor de potássio, sódio, cálcio, magnésio e fibras ajudam na diminuição da hipertensão e além de redução de sódio + DASH ajuda a reduzir a PA 11,5mmHg além de diminuir a chance de riscos AVC. Para pessoas hipertensas se recomenda no máximo 2g/dia de sódio. 
Mudanças no estilo de vida: as atividades físicas juntamente com a redução de peso ajudam no metabolismo e nas melhoras da hipertensa, além de combater o sedentarismo. Associado ao estresse também ajuda diminuir. 
· Medicamentoso:
O medicamento tem ligação para proteção cardiovascular (CV) consiste em objetivo primordial do tratamento anti-hipertensivo. 
Os cincos principais são anti-hipertensivos: diuréticos (DIU), bloqueadores de canais de cálcio (BCC), inibidores de enzimas conversora de angiotensina (IECA), bloqueadores de receptores angiotensina II (BRA) betabloqueadores (BB). 
Sendo BB uteis quando há condições clinicas especificas (pós infarto agudo miocárdio, angina do peito, IC com fração ejeção reduzida, controle de frequência cárdica e mulheres que querem engravidar.
As combinações de fármaco: 
· Ter demostrado capacidade de reduzir a morbidade e mortalidade de CV.
· Ser tolerado e eficaz 
· Ser administrado por dose única 
· Pode associar com outro medicamento 
· Ter controle mínimo 
· Usar de forma continua 
. 
· Monoterapia- é utilizado em paciente com PA no nível baixo, ou seja, sem grandes riscos, onde é só usado um medicamento de acordo com necessidade tanto da doença quanto socioeconômica. 
· A combinação de fármacos: é geralmente para maioria dos pacientes independente do estágio da HAS e risco de CV associado, porem o mecanismo de ação tem que ser diferenciado

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