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EeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeLesões por pressão
Tipos de lesão e cuidados 
1. Introdução lesão por pressão:
A lesão por pressão é um dano localizado na pele ou em tecidos subjacentes que pode chegar até a parte óssea. 
A lesão pode apresentar a pele integra ou como ulcera aberta ou pode ser dolorosa. A lesão ocorre com resultado da pressão intensa ou processo alongado em combinação o cisalhamento. A tolerância do tecido mole a pressão e ao cisalhamento pode também ser afetada pelo microclima, nutrição, perfuração, morbidades e pelas suas condições. 
2. Fatores Extrínsecos:
· Pressão continua: quando a área de lesão ou proeminência óssea ocorre pressão excessiva ou continua impede 
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que a irrigação sanguínea chegue na área localizada no local da lesão. 
· Cisalhamento: ocorre quando o paciente desliza na cama onde pode ocorrer dobras na pele ou em regiões que a pele fica imóvel e esqueleto mexe causando atrito. 
· Fricção: ocorre quando duas superfícies são esfregadas uma contra a outra, e juntando com umidade (suor) pode piorar. 
· Umidade: a umidade facilita o rompimento da pele por conta do atrito, que esquenta e queima. 
3. Fatores intrinsecos:
· Idade avançada: o idoso geralmente é o mais suscetível a ter lesão e ao retardo das fases de crescimentos por conta das mortes celulares e baixo processo de mitose e meiose, além de sistema imunológico, circulatório e outro motivos é diminuição da espessura da derme. 
· Doenças concomitantes: Geralmente pessoas que tem HAS e diabetes, problemas circulatórios e neoplasias diminuem o poder de cicatrização, além de deixar a pele mais sensível. 
· Condições nutricionais: as deferências de alguns nutrientes e absorção da microbiota também podem alterar de forma o processo de cicatrização e inflamação do corpo. 
Outros fatores além dos citados são como por exemplo a droga que podem interferir no processo de cicatrização como os fármacos quimioterápicos, penicilina e anti-inflamatórios. 
A mobilidade também interfere principalmente em pacientes acamados pois a pressão do corpo deitado fica parado e acaba criando atrito com a cama e também formação de acumulo de pele. 
4. Classificações da lesão:
A classificação da lesão é feita da seguinte forma, em quatro estagio, profundidade e como estão as bordas lesão. 
Estagio 1: Pele integra com eritema não branqueável. 
Apresenta pele intacta com área localizada de eritema, pode aparecer de diferentes cores (pigmentação), geralmente ficam só na epiderme, não apresenta a coloração roxa ou marrom 
Estágio 2: Perda de espessura parcial de pele, com aparecimento da derme
A ferida geralmente fica rosa, úmida, com aparecimento de uam fictena com exsudato seroso ropindo ou intacto, porem nada de tecido mais profundos visíveis e os tecidos de granulação, esdacelo e escaras não estão presente, além de apresentar bolha. 
Estágio 3: Perda total da pele, onde a gordura subcutânea fica visível. Com o tecido granuloso e bordas enroladas (epibole). Além de ter um esfacelo (um tecido não vascularizado mole, de cor amarelado e macia.) Não a exposição de músculos, osso porem pode ocorrer aparecimento de expurgo. Alem de deslocação de tuneis nos tecidos profundos.
Estágio 4: Perda total da pele e espessura, perda parte tissular com exposição de músculos, tendões, cartilagem e osso dependo da localização. Aparecimento de tuneis se deslocando mais rápidos e frequentes, também está visível escara e epíbole. Nesse estágio a pele a lesão fica escura (negra). 
 
· Lesão por pressão tissular profunda: pode ser da pele integra ou não com uma área localizada da lesão no tecido subjacente por causa de pressão ou força de cisalhamento. A área de afeto pode ser mais quente ou mais fria, vesículas ou bolhas de sangue, pele marrom até púrpura, mais firma, elástica. 
· Lesão por pressão com dispositivo medico: ocorre a partir de uso de dispositivos médicos por muito tempo ou colocado de forma incorreta/ mau adaptado onde ficam causando pressão na pele. Um exemplo gaiolo para fraturas. 
5. Complicações da lesão:
As complicações da lesão por pressão principalmente a partir do estágio 2 onde já tem uma abertura pode ser os microrganismos intra-hospitalares (bactérias) que podem incluir celulites, abscesso, bursites infecciosas artrites infecciosas e fascite necrosante. 
Outro ponto pode também ocorrer fístulas que pode ser superficiais ou conectar as ulceras de pressão profunda e calcificação dos tecidos. Isso pode gerar complicações sistêmicas ou metastáticas incluindo bacteriémica, meningite e endocardite. 
6. Diagnostico/ prognostico:
Deve ser feito avalição clínica/nutricional. O diagnóstico se baseia nas características que a lesão aprenda e a localização al longo de uma prominência (uma grande pressão entre o osso e superfície que está apoiado). Além de lesões de insuficiência venosa/arterial ou neuropatia diabéticas podem assemelhar com a lesões de pressão, especialmente nos membros inferiores e outra coisa pode ser agravar como lesão de pressão.
	É difícil determinar a profundidade e a extensão de lesão, sendo necessário registros fotográficos em series de feridas são essenciais para monitorar o progresso de cicatrização ou piora.
As lesões que as vezes não se cicatrizam pode ocorrer por tratamento inadequado, complicações do quadro clinico como uma infecção. 
7. TRATAMENTO DA LPP
· Redução da pressão: a partir de mudança de posição e utilização de dispositivos protetores
· Reposicionamento frequente: paciente restritos ao leito devem trocar de posição a cada duas horas em ângulo de 30 ao colchão quando em decúbito lateral para evitar pressão direta com auxílio de lenções ou equipamentos para ajudar. Pacientes que usam as cadeiras devem se posicionar a cada 1h ou ser encorajados a trocar de posição a cada 15 mim. 
· Almofadas de proteção: travesseiros, protetor de calcanhares e colchão casca de ovo por baixo ajuda evitar problemas de ventilação e circulação do sangue. Outro objeto que ajuda é ventilação no quarto como ventilador, ar condicionado e outros meios para deixar o quarto adequado. 
TRATAMENTO DIRETO NA LESÃO. 
· Limpeza: deve ser realizada em toda troca do curativo, geralmente se usa soro fisiológico 0,9%, essa irrigação tem que ser feita de forma que evite o tecido seja danificado, geralmente se usa seringas ou spray e também pode limpar os tecidos necrosados (desbridamento) para isso se usa seringa 35 ml e agulha de calibre 18 e IV e deve ser continua até não soltar mais fragmentos. Os antissépticos (iodina ou agua oxigenada) devem ser evitados pois podem destruir a granulação do tecido saudável. 
O desbridamento é necessário ser feito para evitar os tecidos necrosados pois eles servem como meio de transmissão de bactéria e a ferida não cicatriza. 
· Desbridamento mecânico: inclui a hidroterapia é uma imersão em turbilhão. Nesse processo a ferida tem que estar com exsudado solto. Nesse processo é usado o curativo úmidos a secos onde o exsudado e tecido necróticoadere a gazes a medida que secam, entretanto, o método não deve ser muito usado pois pode machucar e remover o tecido de granulação, metido doloroso. 
· Desbridamento cirúrgico: é utilizado bisturi ou tesoura para remover escaras ou necroses espessa, se caso form uma quantidade modesta de exultado pode ser feito no leito do paciente porem se tiver alta quantidade e áreas profundas (ossos, tendões e articulações) devem ser feitos em sala de cirurgia. 
· Desbridamento enzimático: essa técnica (colanase, papaína, fibrinolisina e outras), pode ser usado para pacientes com pouco tecido fibrócitos ou necrosado, é usado onde os cuidadores não conseguem fazer o mecânico e nem aqueles que toleram a cirurgia. 
· Desbridamento autolítico: curativo oclusivo sintético ou semioclusivos são usados para facilitar a digestão dos tecidos mortos pelas as enzimas já presentes em feridas, é comum usar em feridas menores com pouco exsuda, não usar em caso de suspeita de ferida. 
· Biocirugia: é um tratamento com as larvas onde comem a pele morta, muito usado em tendões, ossos e articulação na ferida, onde o desbridamento cirúrgico é contraindicado. 
Tratamento coadjuvante 
· Terapia por pressão negativo: é usado em fechamento a vácuo ou VAC em forma de sucção a ferida, é feita em feridas limpas porem não tem grandes estudos. 
· Terapia por eletroestimulação: é complemento para se utilizar no melhorar cicatrização, onde é usado o equipamento onde dar mini choques na lesão proporcionado a ativação das células. 
· Câmera hiperbárica: é processo que acelera a cicatrização por meio de oxigênio puro e uma pressão 2 a 3 vezes a pressão atmosférica ao nível do mar. Sendo assim o paciente respirando ar no nível do mar, assim aumentado a quantidade de oxigênio na corrente sanguínea sendo assim ajuda em várias como combate infecção bacteriana e fungos, outros benefícios. 
8. Localização das feridas. 
A localização pode ser em qualquer parte do corpo, geralmente aqueles que tem procedência óssea como são exemplos:
· Nádegas (ísquios)
· Costas (escapulas)
· Calcanhares 
· Maléolos (osso interno entre pé e perna)
· Região sacral (lombar)
· Occipital (base posterior da cabeça)
· Cotovelo, ombros, queixos., orelha e coluna

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