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Literatura II -6

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24 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
CURSO ANUAL DE LITERATURA – (Prof. Steller de Paula) 
d) assonâncias, versos decassílabos, versos sem rimas. 
e) versos livres, rimas intercaladas, inversões sintáticas. 
 
Questão 13 (Ufrgs 2005) 
Leia o poema a seguir, intitulado "A Ideia", de Augusto dos 
Anjos. 
"De onde ela vem? De que matéria bruta 
Vem essa luz que sobre as nebulosas 
Cai de incógnitas criptas misteriosas 
Como as 1estalactites duma gruta?! 
 
Vem da psicogenética e alta luta 
Do feixe de 2moléculas nervosas, 
Que, em desintegrações maravilhosas, 
Delibera, e depois, quer e executa! 
Vem do encéfalo absconso que a constringe, 
Chega em seguida às cordas da laringe, 
Tísica, tênue, mínima, raquítica... 
 
Quebra a força centrípeta que a amarra, 
Mas, de repente, e quase morta, esbarra 
No mulambo da língua paralítica!" 
Assinale a alternativa correta sobre esse poema. 
a) A interrogação inicial expressa o apego do poeta aos temas 
sentimentais do Romantismo no Brasil. 
b) A linguagem, rica de imagens, utiliza um vocabulário científico 
para abordar uma questão filosófica. 
c) O emprego de palavras como "estalactites" (ref. 1) e "moléculas" 
(ref. 2) mostra uma inadequação entre a linguagem científica e o 
conteúdo do poema. 
d) O poeta adota a forma do soneto, porém rompe com o temário 
cientificista dominante no seu tempo. 
e) No primeiro quarteto, as palavras "nebulosas" e "misteriosas" 
constituem rimas pobres, retomadas no segundo quarteto pelas 
palavras "nervosas" e "maravilhosas". 
 
Questão 14 (Uem 2016) 
Assinale o quer for correto sobre a obra Eu e outras poesias e 
sobre seu autor, Augusto dos Anjos. 
01) Em Eu e outras poesias podem ser encontrados alguns dos 
temas mais presentes na obra de Augusto dos Anjos, tais como o 
amor ingênuo e platônico (fruto da influência da segunda geração 
romântica) e a exaltação de elementos nacionais que, não 
obstante, é feita de maneira crítica e mordaz. 
02) Um dos aspectos mais chamativos nos poemas de Augusto 
dos Anjos – verificável em Eu e outras poesias – é sua negação da 
ciência, que é vista como um elemento capaz de reduzir as 
possibilidades de aprimoramento humano presentes na intuição de 
cunho sentimental. 
04) Apesar do título, o volume Eu e outras poesias apresenta 
exemplos de produções pouco recorrentes na obra de Augusto dos 
Anjos: o conto O alienista, que se configura como uma narrativa 
poética, e a tragédia “Profissão de fé”, fortemente marcada pelo 
Simbolismo. 
08) A produção literária de Augusto dos Anjos, embora 
habitualmente situada no contexto do Pré-Modernismo brasileiro, 
representa um problema de classificação estética, de modo que 
sua obra – na qual se encontram influências do Naturalismo e do 
Simbolismo – constitui fenômeno particular e original. 
16) No poema “Psicologia de um vencido”, os versos – “Eu, filho do 
carbono e do amoníaco, / Monstro de escuridão e rutilância, / 
Sofro, desde a epigênesis da infância, / A influência má dos signos 
do zodíaco” – revelam uma visão sofredora do mundo, da vida. O 
“eu” lírico angustia-se diante da previsão da própria morte e do 
destino reservado ao cadáver, conforme o verso “Na frialdade 
inorgânica da terra” (ANJOS, Augusto. Eu e outras poesias. São 
Paulo: Martin Claret, 2002, p. 38). 
 
Questão 15 (Enem cancelado 2009) 
Texto 1 
O Morcego 
Meia-noite. Ao meu quarto me recolho. 
Meu Deus! E este morcego! E, agora, vede: 
Na bruta ardência orgânica da sede, 
Morde-me a goela ígneo e escaldante molho. 
“Vou mandar levantar outra parede...” 
Digo. Ergo-me a tremer. Fecho o ferrolho 
E olho o teto. E vejo-o ainda, igual a um olho, 
Circularmente sobre a minha rede! 
Pego de um pau. Esforços faço. Chego 
A tocá-lo. Minh’alma se concentra. 
Que ventre produziu tão feio parto?! 
A Consciência Humana é este morcego! 
Por mais que a gente faça, à noite, ele entra 
Imperceptivelmente em nosso quarto! 
ANJOS, A. Obra completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1994. 
 
Texto 2 
O lugar-comum em que se converteu a imagem de um poeta 
doentio, com o gosto do macabro e do horroroso, dificulta que se 
veja, na obra de Augusto dos Anjos, o olhar clínico, o 
comportamento analítico, até mesmo certa frieza, certa 
impessoalidade científica. 
CUNHA, F. Romantismo e modernidade na poesia. Rio de Janeiro: Cátedra, 1988 
(adaptado). 
 
Em consonância com os comentários do texto 2 acerca da poética 
de Augusto dos Anjos, o poema O morcego apresenta-se, 
enquanto percepção do mundo, como forma estética capaz de 
a) reencantar a vida pelo mistério com que os fatos banais são 
revestidos na poesia. 
b) expressar o caráter doentio da sociedade moderna por meio do 
gosto pelo macabro. 
c) representar realisticamente as dificuldades do cotidiano sem 
associá-lo a reflexões de cunho existencial. 
d) abordar dilemas humanos universais a partir de um ponto de 
vista distanciado e analítico acerca do cotidiano. 
e) conseguir a atenção do leitor pela inclusão de elementos das 
histórias de horror e suspense na estrutura lírica da poesia. 
 
 
 
 
 
 
CURSO ANUAL DE LITERATURA 
Prof. Steller de Paula – VOLUME 2 
VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
 
 
AULA 23 - IMPRESSIONISMO E VANGUARDAS I 
01. IMPRESSIONISMO 
Apesar de o Impressionismo não estar incluído nas chamadas 
Vanguardas Europeias, foi um movimento artístico que 
revolucionou a pintura e abriu caminho para as tendências 
vanguardistas que marcaram a arte do século XX. 
Contemporâneos da fotografia e dos avanços da física na ótica, os 
pintores impressionistas buscavam captar o efeito da luz solar 
sobre a natureza e os objetos. A principal preocupação dos 
pintores impressionistas era a captação momentânea da luz na 
atmosfera e a forma como ela influenciava a percepção das cores. 
As obras realizadas sob essa nova concepção foram apresentadas 
pela primeira vez em uma exposição realizada em Paris em 1874, 
gerando reações negativas tanto do público quanto da crítica, cuja 
visão artística ainda se pautava pelos princípios acadêmicos. 
O nome “Impressionismo”, a principio, foi usado de modo 
pejorativo. O crítico Louis Leroy, apropriando-se do título de um 
quadro de Monet (Impressão, Sol nascente), em um artigo 
intitulado “A exposição dos impressionistas”, escreveu: 
“Impressão... qualquer papel de parede é mais bem-acabado do 
que esta marinha!”. No entanto, o nome popularizou-se e passou a 
ser usado pelos próprios artistas. 
 
Monet. Impressão, Sol nascente. 
Reagindo contra a arte acadêmica, os artistas impressionistas 
propuseram o abandono de temas e técnicas tradicionais e buscou 
captar a natureza tal como ela se apresentava aos seus olhos. 
Para isso, pintavam ao ar livre, nas mais diversas horas do dia. 
 Os impressionistas preocupam-se em captar um momento, um 
determinado instante, e revelam, nessa preocupação, uma forte 
influência da fotografia. Em consequência disso, os artistas 
rompem com o enquadramento tradicional, centralizado, e 
produzem pinturas a partir de enquadramentos não convencionais, 
muitas vezes retratando personagens cortados, sugerindo 
espontaeidade. 
 
Degas, Quatro Bailarinas em Cena. 
Embora não fosse um movimento absolutamente coeso, segundo 
Graça Proença, podemos resumir as características da pintura 
impressionista da seguinte forma: 
- A pintura deve registrar as tonalidades que os objetos adquirem 
ao refletir a luz solar num determinado momento, pois as cores da 
natureza se modificam constantemente, dependendo da incidência 
da luz do sol. 
- As figuras não devem ter contornos nítidos, pois a linha é uma 
abstração do ser humano para representar imagens. 
- As sombras devem ser luminosas e coloridas, tal como é a 
impressão visual que nos causam, e não escuras ou pretas, como 
os pintores costumavam representá-las no passado. 
- Os contrastes de luz e sombra devem ser obtidos de acordo com 
a lei das cores complementares. Assim, um amarelopróximo a um 
violeta produz uma impressão de luz e de sombra muito mais real 
do que o claro-escuro tão valorizado pelos pintores barrocos. 
- As cores e tonalidades não devem ser obtidas pela mistura das 
tintas na paleta do pintor. Pelo contrário, devem ser puras e 
dissociadas nos quadros em pequenas pinceladas. É o observador 
que, ao admirar a pintura, combina as várias cores, obtendo o 
resultado final. A mistura deixa, portanto, de ser técnica para se 
óptica. 
 
Monet, A ponte Japonesa. 1889 
Outra forte influência foi a gravura japonesa, que mostravam cenas 
da vida cotidiana em cores vivas, traçados simples e composições 
dinâmicas. Assim, o pintor impressionista passa a retratar, também, 
a vida nos parques, cafés, teatros, bares. 
 
Renoir, Baile no Moulin de la Galette (1876) 
 
Os principais representantes do Impressionismo são: Monet, 
Renoir, Degas e Pissarro. 
02. PÓS-IMPRESSIONISMO 
O termo, criado pelo crítico britânico Roger Eliot Fry para a 
exposição Manet e os pós-impressionistas, realizada nas Grafton 
 
 
 
 
 26 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
CURSO ANUAL DE LITERATURA – (Prof. Steller de Paula) 
Galleries, em Londres, 1910, que incluía pinturas de Paul Cézanne 
(1839-1906), Vincent van Gogh (1853-1890) e Paul Gauguin 
(1848-1903), diz respeito ao trabalho de pintores que, entre 1880 e 
1890, exploram as possibilidades abertas pelo impressionismo, em 
direções muito variadas. 
Além de Cézanne, Gauguin e Van Gogh, são também 
considerados pós-impressionistas: Henri Rousseau, Georges 
Seurat, e Henri de Tourlouse-Lautrec. 
2.1 CÉZANNE 
Para Cézanne, a pintura não deveria retratar a natureza de forma a 
imitá-la. Mais do que reproduzir, Cézanne se preocupava em 
interpretar as cenas ao seu redor, violando, literalmente, a 
realidade do objeto e reduzindo tudo à sua essência geométrica, 
como se as formas da natureza fossem esferas, cones e cilindros. 
Assim, para muitos críticos, Cézanne foi um dos precursores do 
Cubismo. Do Impressionismo, o artista guarda a preocupação com 
a luminosidade. 
 
Cézanne, Gardanne. (1886) 
3. CUBISMO 
O Cubismo remonta à Paris e a 1907, ano do célebre quadro de 
Pablo Picasso, Les Demoiselles d'Avignon, quadro que inaugura a 
nova tendência e já manifesta as duas maiores influência de 
Picasso: a obra de Cézanne e a confecção das máscaras 
africanas. 
 
Picasso, Les Demoiselles d'Avignon. (1907) 
Como se vê, o Cubismo recusa a ideia de arte como imitação da 
natureza, abrindo mão de noções como perspectiva e modelagem, 
assim como qualquer tipo de efeito ilusório. Georges Braque, outro 
grande nome do movimento afirma que "Não se imita aquilo que se 
quer criar", diz Georges Braque, outro expoente do movimento. 
Numa evidente influência de Cézanne, Cubos, volumes e planos 
geométricos entrecortados reconstroem formas que se 
apresentam, simultaneamente, em vários ângulos nas telas. 
Os cubistas, porém, empreenderam um processo de 
geometrização das formas mais radical, fragmentando a realidade 
e representando o objeto com todas as suas partes num mesmo 
plano. Os objetos são decompostos, numa tentativa de representar 
um objeto tridimensional numa superfície plana, bidimensional. Daí 
porque falamos de simultaneidade de imagens e superposição 
de planos. 
 
Pablo Picasso 
Assim, o Cubismo tem como características principais: a 
fragmentação da realidade, a geometrização das formas e a 
bidimensionalidade, com a renúncia à perspectiva, o que cria a 
sensação de uma pintura escultórica. 
 
Divide-se o Cubismo em duas fases: 
- Cubismo Analítico 
Até 1912, no chamado cubismo analítico, observa-se uma 
preocupação predominante com as pesquisas estruturais, por meio 
da decomposição dos objetos e do estilhaçamento dos planos, 
registrando todos os seus elementos em planos superpostos, numa 
tentativa de expor a figura em todos os seus ângulos ao mesmo 
tempo. Por vezes, essa fragmentação intensa dificultava o 
reconhecimento das figuras representadas. Entre 1912 e 1913, as 
cores se acentuam e a ênfase dos experimentos é colocada sobre 
a recomposição dos objetos. 
Aula 23 – Impressionismo e Vanguardas I 
 
 
 
 
 
 
27 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
 
 
HoBraque, Homem com uma guitarra. 
- Cubismo sintético 
No momento do cubismo sintético, elementos heterogêneos - 
recortes de jornais, pedaços madeira, cartas de baralho, caracteres 
tipográficos, entre outros - são agregados à superfície das telas, 
dando origem às famosas colagens, amplamente utilizadas a partir 
de então. O nome do espanhol Juan Gris liga-se a essa última fase 
e o uso do papel-colado torna-se parte fundamental de seu 
método. 
 
Juan Gris, A Pot of Geraniums. 
04. FUTURISMO 
Em 1909, o poeta italiano Filippo Tommaso Marinetti publica um 
manifesto dando origem ao Futurismo: 
1. Nós queremos cantar o amor ao perigo, o hábito da energia e 
do destemor. 
2. A coragem, a audácia, a rebelião serão elementos essenciais de 
nossa poesia. 
3. A literatura exaltou até hoje a imobilidade pensativa, o êxtase, o 
sono. Nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insônia 
febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofetão e o soco. 
4. Nós afirmamos que a magnificência do mundo enriqueceu-se de 
uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um automóvel de 
corrida com seu cofre enfeitado com tubos grossos, semelhantes a 
serpentes de hálito explosivo... um automóvel rugidor, que correr 
sobre a metralha, é mais bonito que a Vitória de Samotrácia. 
(...) 
9. Nós queremos glorificar a guerra - única higiene do mundo - o 
militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos libertários, as 
belas ideias pelas quais se morre e o desprezo pela mulher. 
10. Nós queremos destruir os museus, as bibliotecas, as 
academias de toda natureza, e combater o moralismo, o feminismo 
e toda vileza oportunista e utilitária. 
11. Nós cantaremos as grandes multidões agitadas pelo trabalho, 
pelo prazer ou pela sublevação; cantaremos as marés multicores e 
polifônicas das revoluções nas capitais modernas; cantaremos o 
vibrante fervor noturno dos arsenais e dos estaleiros incendiados 
por violentas luas elétricas; as estações esganadas, devoradoras 
de serpentes que fumam; as oficinas penduradas às nuvens pelos 
fios contorcidos de suas fumaças; as pontes, semelhantes a 
ginastas gigantes que cavalgam os rios, faiscantes ao sol com um 
luzir de facas; os piróscafos aventurosos que farejam o horizonte, 
as locomotivas de largo peito, que pateiam sobre os trilhos, como 
enormes cavalos de aço enleados de carros; e o voo rasante dos 
aviões, cuja hélice freme ao vento, como uma bandeira, e parece 
aplaudir como uma multidão entusiasta. 
 
Vitória de Samotrácia 
 
 
Automóvel fabricado em 1909 
Em 1910, Marinetti encontrou-se com os pintores Carlo Carra, 
Russolo, Severini, Boccioni e Giacomo Balla e, juntos, fizeram um 
segundo manifesto. 
Nas artes plásticas, o futurismo ora tentou endeusar os novos 
avanços científicos e técnicos (trens, automóveis, arranha-céus, luz 
elétrica), ora procurou expressar o movimento real, registrando a 
velocidade descrita pelas figuras em movimento no espaço. 
O artista futurista não está interessado em pintar um automóvel, 
mas captar a forma plástica da velocidade descrita por ele no 
espaço. 
 
 
 
 
 28 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
CURSO ANUAL DE LITERATURA – (Prof. Steller de Paula) 
 
Giacomo Balla, Poste de luz. (1909) 
 
 
Carlo Carrá, O cavaleiro vermelho. (1913) 
 
 
Giacomo Balla, Dinamismo de um Cão na Coleira. (1912) 
 
 
Boccioni, Formas Únicas na Continuidade do Espaço. (1913) 
 
 
 
 
	SEMANA 23 - LITERATURA - Impressionismo e Vanguardas I - STELLER
	- Cubismo Analítico
	Até 1912, no chamado cubismo analítico, observa-se uma preocupação predominante com as pesquisas estruturais, por meio da decomposição dos objetos e do estilhaçamento dos planos,registrando todos os seus elementos em planos superpostos, numa tentativ...

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