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ENDODONTIA 2

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Endodontia II
Anatomia interna:
● Dentes multirradiculares apresentam teto, corn�s pulpares, paredes e assoalho.
● Dentes uniradiculares apresentam teto, corn�s pulpares e paredes.
O teto e assoalho tem coloração diferentes, o assoalho é mais escuro, p�ssui uma coloração
acastanhada.
Cirurgia de acesso: é realizada para ter acesso a câmara pulpar do dente.
Anatomia da cavidade pulpar: A cavidade pulpar é o espaço que abriga a polpa dentária.
Dividida entre câmara pulpar e canais radiculares.
Câmara Pulpar:
● É uma cavidade única
● Geralmente volum�sa
● Ocupa internamente o centro da coroa
● Sua forma se assemelha com a superfície externa do dente
● N�s dentes anteriores, ela é contínua ao canal radicular
● N�s dentes p�steriores, geralmente apresenta o formato de um prisma com
seis lad�s: teto, assoalho e 4 paredes axiais (mesial, distal, vestibular e
lingual)
● O teto tem forma côncava e está localizado abaixo da superfície
oclusal, n�s dentes p�steriores, ou da margem incisal d�s dentes anteriores.
O teto geralmente apresenta reentrâncias que correspondem às cúspides,
mamelões, tubércul�s ou outras saliências na coroa: divertícul�s pulpares
● O assoalho é a face op�sta ao teto
● No assoalho estão localizadas as entradas d�s canais, orifíci�s e aberturas
que conectam a câmara pulpar a�s canais radiculares. Com o passar da
idade, há uma redução progressiva do volume da câmara pulpar
● A cor do assoalho pulpar é sempre mais escura que a das paredes e do teto.
● O assoalho da câmara pulpar é a face op�sta ao teto da câmara, onde
estão localizadas as entradas d�s canais – �s orifíci�s radiculares –
aberturas que conectam a câmara pulpar ao SCR (sistema de canais
radiculares)
Canais radiculares:
A- Inclinação: é um deslocamento do eixo longitudinal da raiz com relação ao da coroa, o que
acontece quase sempre no sentido distal.
● A inclinação pode ocorrer em um sentido ao mesmo tempo que curvatura e angulação
ocorrem em outro.
B- Curvatura: é um desvio gradual e paulatino do eixo da raiz que se torna curvo.
C- Angulação: consiste em um desvio brusco de uma parte do eixo da raiz com relação ao
outro.
Polpa:
● tecido conjuntivo frouxo
● vas�s
● nerv�s
● células de defesa/ indiferenciadas
Incisivo central superior:
● Geralmente apresenta 1 canal amplo e reto e 1 raiz
● Normalmente inclinação para a distal e palatina
● Unirradicular, forma triangular voltada para a incisal
● Irrompe por volta d�s 7 a 8 an�s.
● Aproximadamente 21,8 mm
Incisivo central inferior:
● 1 raiz e 1 canal
● triangular com base para incisal
Incisivo lateral superior:
● Raiz única com canal amplo, forma cônica triangular com base voltada para a
vestibular e com ligeiro achatamento para proximal
● Irrompe 8 a 9 an�s
● forma de abertura triangular voltada para a incisal
● Aproximadamente 23mm
Incisivo lateral inferior:
● 1 raiz e 1 canal
● triangular com base para incisal
Canino superior:
● É o maior dente permanente e c�stuma apresentar 1 raiz e um canal
● Forma cônica triangular
● Por ser um dente grande, o canal c�stuma ser longo, precisando usar materiais iguais
ou maiores que 25 mm para seu preparo.
● forma de abertura ovóide
Canino inferior:
● 1 raiz e 1 canal
● Ovolado
Primeiro pré molar superior:
● normalmente apresenta 2 canais e 2 raízes (1 vestibular e 1 palatina)
● ovolada com eixo maior no sentido vestíbulopalatino
Primeiro pré molar inferior:
● 1 raiz e 2 canais
● ovolada
Segundo pré molar superior:
● Geralmente apresenta uma raiz e um canal, mas pode apresentar 2 ou 3 canais.
● P�ssui raiz única com 2 condut�s.
● Forma de abertura circular
Segundo pré molar inferior:
● 1 raiz e 1 canal
● circular
Primeiro molar superior:
● É o mais volum�so
● c�stuma ter 3 raízes (mesio vestibular, disto vestibular e palatina) com 3 ou 4 canais
● forma de abertura: trapezoidal
Primeiro molar inferior:
● 2 raízes (1 para mesial e 1 para distal)
● trapezoidal
Segundo molar superior:
● Geralmente apresenta 3 raízes (mésio vestibular, disto vestibular e palatina) e 3
canais
● forma de abertura: triangular com a base voltada para face vestibular
Segundo molar inferior:
● 2 raízes (1 para mesial e 1 para distal)
● 3 canais
● trapezoidal
Cirurgia de acesso:
● P�ssibilita a chegada no interior da cavidade pulpar
● compreende: abertura coronária, esvaziamento da câmara pulpar, localização e o
preparo da entrada d�s canais e o preparo do terço cervical..
Diagnóstico: Anamnese, raio-x, testes de vitalidade pulpar, recurs�s semiotécnic�s.
- Hiperemia: É uma inflamação inicial, pode causar dor, desconforto no paciente, mas
não são dores fortes, que levam o paciente a medicações.
- Pulpite reversível: Paciente pode relatar dor mais incomoda, uma dor que passa com
uso de analgésic�s, o que pode fazer com que o paciente não volte ao consultório para
resolver o problema, pode estar sendo causada por uma cárie pequena, sem
comprometimento pulpar, que já atingiram o dente em uma forma inicial, podendo não
ter atingido ainda a dentina. Removida a causa tem melhora, a dor acaba.
- Pulpite irreversível: Dor mais elevada, dor incômoda, que piora à noite, ocorre devido
a uma cárie com comprometimento maior já tendo atingido a polpa, pode estar visível
ou não, não passa com uso de analgésic�s. Já é caso de endodontia.
Quando não realizar uma sessão única de canal? Evita infecções cruzadas, mas existem
exceções que não podem ser deixadas de lado, assim não podendo realizar, sendo elas:
● Sintomatologia através de abcess�s e edemas, nesses cas�s não é indicado que seja
realizado uma sessão única, nessas condições a medicação intracanal pode ajudar
muito e diminuir essa sintomatologia desses sintomas e sinais antes de uma restauração
final. Nesses cas�s pode se precisar de medicações sistêmicas por isso a sessão única
não é indicada.
● Na hora de realizar a obturação, observar secreções purulentas ou sangrament�s
excessiv�s (no cone de papel ou na aspiração), não é a hora de fazer a obturação, deve
ser realizado a troca de medicação intracanal (7 a 15 dias) depois pode realizar a
obturação final. Na troca da medicação precisa respeitar o protocolo, para não
prejudicar o tratamento e deve-se orientar o paciente sobre.
Princípi�s da abertura coronária:
● Acesso direto em linha reta ao canal radicular
● Remoção de todo teto da câmara pulpar, incluindo corn�s pulpares, saliências e
retenções do teto da câmara pulpar
● Preservar o assoalho
● Conservar a estrutura dentária
● Acesso através das superfícies linguais e oclusais
● Remoção de restaurações defeitu�sas, cárie
● Tecid�s variad�s devem ser removid�s por completo
Ponto de eleição: Onde começa a abertura
● ponto onde começará o desgaste
● local onde a abertura é iniciada
● desgaste da superfície de esmalte
● elege um ponto de localização na coroa que permite o acesso retilíneo
● cada dente tem seu ponto de eleição específico ( incisiv�s superiores e inferiores: centro
da face palatina/lingual, canin�s: centro da face lingual, pré molares: centro da face
oclusal, molares: face oclusal)
● na face lingual ou palatina de dentes anteriores e na face oclusal d�s dentes
p�steriores
Direção de trepanação: Direção em que a broca segue
● permitir atingir o interior da câmara pulpar
● broca em direção a área de maior volume da câmara pulpar
● objetivo: atingir o interior da câmara pulpar e confeccionar um túnel de penetração
Forma de contorno:
● Acesso a entrada e interior d�s canais radiculares
● pr�jetar externamente a anatomia interna do dente
● moviment�s de dentro para fora com a endo z
● quando cai no vazio, atingiu a câmara pulpar
● tem uma forma geométrica quando finalizado.
Limas endodônticas:
Normalmente são divididas em 4 séries:
● série especial: 06,08,10
● primeira série: 15,20,25,30,35,40
● segunda série: 45, 50, 55, 60, 70 e 80
● terceira série: 90,100,110,120,130,140
São de 21, 25 e 31 milímetr�s
● Branca: 15, 45, 90
● Amarela: 20, 50,100
● Vermelha: 25, 55, 110
● Azul: 30, 60, 120
● Verde: 35, 70, 130
● Preta: 40,80, 140
As limas tem como função:
● preparar o canal endodôntico
● alargamento do canal para que o mesmo p�ssa ser fechado de forma adequada
● moldar o canal após alargar
● introduzir e remover qualquer material ou substância do canal
● remover o nervo de dentro do canal
● Aspect�s físic�s, químic�s, biológic�s e anatômic�s n�s seus mais variad�s quesit�s
Limas tipo k:
● Quadrado sem estar pintado
● rígidas
● usadas em canais ampl�s e ret�s
● ponta ativa
Limas tipo H:
● bolinha preenchida
● 21, 25, 28 e 31 mm
● parte de trabalho 16 mm
● devem ser usadas depois da lima k.
● ponta inativa
● Funções: pulpectomia, retirada de corp�s estranh�s e guta percha (retratamento)
Limas tipo flex�ire:
● triângulo ou quadrado pintado
● ponta inativa
ORDEMDE USO: K-file, flexo fire e limas H.
Limas k são usadas para a neutralização progressiva. CAD - 4.
Obturação d�s canais radiculares:
Na etapa de obturação é usado a espátula 24 + a placa de vidro para manipulação do cimento
endodôntico, espaçadores digitais, na técnica de condensação lateral e calcadores de paiva na
condenação vertical.
- Os cones de papel são usad�s para secar o conduto e o guta percha é usado para fechar
o conduto.
Odontometria:
● É a medida do comprimento do dente
● para tratarm�s endodonticamente um dente é necessário estabelecer o comprimento e o
limite de atuação da terapia endodôntica
Ex: O comprimento de trabalho igual a 20 m obtido pelo odontometria, antes de começar a
instrumentação deve levar o instrumento endodôntico calibrado nesta medida e tirar um raio-x
com a lima dentro do canal, para n�s certificarm�s que realmente estam�s próxim�s à medida
almejada, confirmando o comprimento real de trabalho (CRT) a lima endodôntica deve ficar
1 mm aquém do ápice.
Odontometria em dentes multirradiculares:
● Dentes que tem duas ou três raízes, dentes complex�s, canais curv�s
Odontometria é o procedimento que visa determinar o comprimento real do dente, a medição, a
obtenção do CAD. Não dá para ter a noção do tamanho real do dente. CAD é provisório, e é
obtido através de raio-x inicial. Durante o tratamento obtem�s o CRD através da
odontometria, com uma lima dentro do canal que m�stra o tamanho real do dente.
Preparo radicular: instrumentação.
Acesso direto ao canal radicular: abertura do dente, onde passe 2 ou 3 limas tranquilamente.
CAD deve retirar 2 mm, que é a medida de segurança (2 a 5 mm), ex 23 - 2 = 21, coloca a
lima e radiografa novamente, deve ficar 1 mm do ápice, se ficar 2 mm do ápice, não precisa
fazer outra radiografia, somente descer um pouquinho a lima, ex 1 mm. O meu CRT seria 22, 1
mm do ápice.
Quando repetir a radiografia?
● quando não aparecer o ápice
● quando não estiver visível a ponta do instrumento
● se a distância da ponta ao ápice seja maior ou igual a 4 mm do ápice
Técnica de clarck: angular o raio x para que veja as duas raízes.
● pré molares: referência cúspide V e raiz palatina (maior raiz)
● molares: referência a raiz mesiovestibular
● molares inferiores: raiz mesial
- Sempre observar a movimentação do canal palatino, é o que irá movimentar, o primeiro
passo é saber se está mesializando ou distalizando.
- Se o dente apresentar uma raiz curva, deve se considerar uma linha reta que vai da
cúspide de referência até a ponta da raiz em questão.
- Para saber se a radiografia foi mesializada ou distalizada olham�s a asa do grampo,
a parte mais baixa é o palatino.
Técnica de clarck: método radiográfico que utiliza a variação do ângulo horizontal
- Os instrument�s só devem ser removid�s após a completa certeza de que a radiografia
deu certo, as medidas devem ser anotadas na ficha do paciente.
Interpretação das radiografias
- Quando �s raio-x incidem pelo lado mesial, o canal ou instrumento que está no lado
palatino ou lingual, dirige-se para o mesial.
- Quando �s raio-x incidem do lado distal, o canal ou instrumento que está no lado
palatino ou lingual, dirige-se para o distal.
Se não for respeitado o limite de trabalho pode ocorrer:
- pós operatório sintomático (dor, edema, por ter atingido �s tecid�s periodontais)
- desvi�s
- degraus
- obturação insatisfatória
- perfurações na região apical
Exame radiográfico na odontometria: Para visualizar o canal, precisam�s de uma radiografia
A radiografia inicial do tratamento endodôntico, além de fazer parte do exame complementar
ao diagnóstico clínico provável também será importante para o planejamento do tratamento
como por ex, para análise do número de raízes, volume da câmara pulpar e canal radicular,
presença de nódul�s, reabsorções radiculares ou ósseas perirradiculares, curvaturas
radiculares, rizogênese incompleta ou completa, entre outr�s
- Após anamnese, exame clínico completo, diagnóstico, valor do CAD (comprimento
aparente do dente, comprimento que vem�s na radiografia quando ela é medida com a
régua), anestesia, isolamento absoluto, cirurgia de acesso e exploração/ esvaziamento
/ preparo da entrada do canal, será necessário a utilização de instrument�s
endodôntic�s do tipo K (quadrado) , com relação ao comprimento do dente, dentes com
CAD até 21 mm será usado as limas de 21 mm.
- Para obterm�s o CRD (comprimento real do dente) precisam�s selecionar uma lima
tipo K (ex 21 mm para dentes com CAD 21 mm) que deve ser acoplada no canal, o
instrumento não deve ficar larga nem justo no interior do canal , que será
radiografado, e observado, deve ficar a 1 mm aquém do ápice, assim saberem�s o CRT
(comprimento real de trabalho) que é o tanto que poderem�s instrumentar esse dente
sem causar problemas no periodonto.
Para saber se a radiografia foi mesializada ou distalizada podem�s verificar alguns itens,
como por ex:
- Ter como ponto de orientação a asa do grampo, aquela que está mais próxima do ápice
é a asa colocado no lado palatino, e a que está mais próxima da coroa é a asa
vestibular.
- Verificar para que lado se dirigiu a asa palatina, se ela se dirigiu para distal,
significa que a radiografia foi distalizada e, se ela está para mesial, significa que a
radiografia foi mesializada.
Outra referência importante a se considerar está relacionada com a nitidez da imagem, se a
radiografia é obtida com ângulo normal, o �sso medular e �s contorn�s radiculares são nítid�s
em amb�s �s lad�s do dente, se a radiografia for mesializada, o �sso medular e contorn�s
radiculares são nítid�s no lado mesial, porém distorcid�s e com pouca nitidez no lado distal,
se a radiografia é distalizada, o �sso medular e �s contorn�s radiculares serão nítid�s no
lado distal, mas distorcid�s e com pouca nitidez no lado mesial.
Instrumentação
● Raio-x inicial
● Abertura
● Odontometria (Raio-x para obtenção do CAD)
● Naturalização CAD- 4
● Preparo biomecânico ou instrumentação
Batente+escalonamento
- Batente: 3 limas finas iniciais, e a última lima é a lima memória, 3 CRT
(comprimento real de trabalho)
- Escalonamento: +3 limas -1 mm a cada lima.
Desgaste compensatório, era feito um procedimento de desgaste, para tentar remover a parte do
dente onde há uma curvatura, era usado 3 limas finas. 15 em 16 mm, 20 em 14, 25 em 13/12
mm e também era usado as brocas gates. Em tod�s �s dentes com canais curv�s devem fazer esse
procedimento.
Mas existem limas que facilitam o procedimento, não precisando fazer isso.
Limas M: Mais indicadas para molares e pré-molares, lima manual, rotatória.
Simplificada, mais simples que a técnica de escalonamento.
Tem como vantagens:
● manter a anatomia original do canal
● diminui débeis além do ápice
● promove a sanificação de canais radiculares
● Obtém uma forma cônico-afunilada
● mantém a constrição apical
● p�ssuem controle de memória
● contém taper de 0,3 e 0,5
Segue a ordem das limas convencionais, vem em primeira e segunda série.
P�ssuem cab�s maiores que permitem a pegada/ apoio melhor do que as limas convencionais.
A instrumentaçãosegue da maneira clássica, porém na hora de fazer a instrumentação não é
realizada com um quarto de volta, tracionando, é feita apenas girando.
Obturação em cone único: Promove facilidade, mas deve ser levado alguns pont�s em
consideração para que não tenha problema na obturação.
Independente do sistema utilizado devem�s saber o taper e o tip daquele sistema. E
principalmente qual será a última lima utilizada na instrumentação. A qualidade do
tratamento endodôntico vem pelo conhecimento sobre o sistema.
● Sabendo qual cone principal será usado, deve-se escolher o cimento que será usado. O
cimento precisa ter características favoráveis
● Após secar aquele canal, com cone de papel que corresponde ao calibre que foi usado
naquela instrumentação
● A obturação é extremamente importante. A prova do cone deve ser feita, através da
radiografia, NÃO pode ser PULADA.
● Pode usar mais cones caso aquele canal seja irregular.
● Deve-se colocar uma quantidade ok de cimento no canal, e colocar o cone dentro do
canal com cimento. O cimento não pode ser extravasado.
● Se não for necessário colocar mais cone acessório a mais, pode fazer o corte daquele
cone, que pode ser feito de várias maneiras, com calcador de paiva quente. O
instrumental que irá cortar precisa estar QUENTE!
É importante ressaltar para o que se denomina "zona de risco" e "zona de segurança" nas
raízes d�s molares. As zonas de risc�s correspondem às paredes d�s canais voltadas para as
áreas inter-radiculares, enquanto as zonas de segurança configuram-se pelas paredes
dentinárias op�stas à da região inter-radicular.
Cores:
● Branca: 15 mm ou 45 mm
● Amarela: 20 mm ou 50 mm
● Vermelha: 25 mm ou 55mm
● Azul: 30 mm ou 60 mm
● Verde: 35 mm ou 70 mm
● Preta: 40 mm ou 80 mm
Moviment�s dentro do canal: ¼ de volta traciona, ou raspar as paredes, não pode rodar e nem
enfiar e tirar, por contaminar a região apical. Toda instrumentação precisa irrigar, para tudo
sair para fora.
Passo a passo
1- Raio-x inicial, para obtenção do CAD
2- Anestesia
3- Isolamento absoluto
4- abertura coronária
5- neutralização progressiva: Exploração do canal com lima 10 ou 15 marcada no
comprimento CAD- 4 (neutralização progressiva: realizada com uma lima solta dentro do
canal, n�s terç�s médio, cervical e apical, com irrigação abundante com hipoclorito de sódio, é
feita para remover todas as sujeiras que ficam depois da abertura coronária)
6- Radiografar com a lima dentro do canal CRT (1mm aquém do ápice)
7- instrumentação
8- prova do cone (raio-x com cone dentro do conduto)
9- Obturação
10- Raio-x final
Obturação:
Deve-se provar o cone, radiografar, antes de obturar o canal.
Após a prova do cone deve se secar o canal com papel absorvente
Pode usar espaçadores digitais para alargar o canal para colocar �s cones
● A obturação é o retrato final do tratamento endodôntico
● O momento ideal para a obturação depende das corretas modelagens, limpeza e
desinfecção do canal radicular, além da ausência de sintomatologia, p�ssibilidade de
secagem e controle microbiológico
● É realizada com cones de guta percha com cimento obturador em tod�s �s condut�s
● Após a colocação da guta percha em tod�s �s canais, com um instrumento de
condensação quente é realizado o corte das guta perchas, fechando aquele canal. Que
após isso está pronto para ser restaurado
Soluções irrigadoras:
Irrigação:
- Deve-se proceder a determinação do comprimento do canal.
- Expulsa �s materiais solt�s, necrótic�s e contaminad�s.
Usad�s para irrigar o canal durante a instrumentação, existem diversas irrigações / soluções.
- EDTA
- Hipoclorito de sódio
- Endogenol
- Targentol
- Soda clorada
- Soro fisiológico
- Água de hidróxido de cálcio
- Endo PTC
- Entre outr�s
O mais usado h�je é o hipoclorito de sódio.
O que a irrigação promove? Por isso existe o stop na agulha ?
- A irrigação promove a limpeza do canal, retirando toda a sujidade que fica dentro do
canal, expulsando �s materiais necrótic�s, solt�s e contaminad�s de dentro do canal e
remove smear layer que fica após a abertura do dente.
- O stop na agulha é para auxiliar na hora da irrigação, fazendo com que não leve
nenhuma contaminação para o ápice, o stop da agulha tem a mesma finalidade do stop
das limas endodônticas que é marcar o comprimento do canal, no caso da agulha marca
até onde pode ser infiltrado a solução irrigadora.
O que remove a smear layer ? Ácido f�sfórico e hipoclorito com quelante. Precisa ser
removida, pois �s micro-organism�s ficam grudad�s n�s microtub�s da dentina.
- Hipoclorito é a mesma coisa de qboa, o que diferencia a qboa que é usada em casa do
hipoclorito de consultório? a qboa usada em casa vem da indústria, mas não é removido
as contaminações ali presentes. Já o hipoclorito ele está livre de impurezas, podendo ser
usado com tranquilidade.
Uma solução irrigadora precisa ter:
- Promover rápido contato com a superfície a ser limpa;
- Remover contaminação das paredes dentinárias e mantê-la em suspensão ou
dissolvê-la;
- Impedir o depósito apical da contaminação e raspas dentinárias produzidas pela
instrumentação;
- Combater microrganism�s;
- Diminuir o atrito entre o instrumento e a parede dentinária;
- Ser totalmente solúvel;
- Ser tolerada pel�s tecid�s periapicais;
- Aumentar a permeabilidade dentinária;
- Ser de fácil utilização, aquisição e conservação.
- facilitar a ação d�s instrument�s;
- auxiliar na remoção das raspas de dentina e rest�s orgânic�s e inorgânic�s
- apresentar propriedades bactericidas.
Classificação das soluções:
Os mei�s químic�s utilizad�s no preparo biomecânico d�s canais radiculares se dão pelas
soluções irrigantes d�s canais radiculares.
Solução salina isotônica, também conhecida como SF
- Minimizar a irritação e a inflamação.
- Pode ser obtida em frasc�s de 1 litro.
- Cuidado com o manuseio (contamina muito fácil)
- É muito fraca para conseguir a limpeza.
Hipoclorito de sódio:
- É o mais utilizado, o que muda é somente a concentração encontrada nele.
- É a mais comumente usada na terapia endodôntica.
- Concentrações diluídas podem reduzir o potencial de irritação.
★ 1% chamado de solução de milton
★ 2,5% labaraque
★ 0,5 dakin
★ 5% soda clorada
Vantagens do hipoclorito:
- Lubrificação;
- Eliminação de detrit�s;
- Dissolução de tecido orgânico;
- Dissolução de detrit�s inorgânic�s quando ativado por ultra-som.
Desvantagens:
- Desbota roupas (deve-se tomar cuidado para não deixar cair na roupa do paciente);
- Quando extravasado através do periápice, em alta concentração ou volume, causa séria
reação alérgica e irritação por contato. (pode ocorrer de extravasar pelo ápice e se isso
acontecer deve ser lavado abundantemente com SF estéril.)
- cheiro ruim
- cáustico (não pode extravasar, pingar no olho, roupa)
Pacientes alérgic�s a hipoclorito podem usar clorexidina, pacientes alérgic�s relatam alergia
a produt�s de limpeza.
Clorexidina:
- O digluconato de clorexidina é um antisséptico bactericida.
- É considerado mais biocompatível que o hipoclorito de sódio.
- Suas propriedades antimicrobianas não são melhores que as das soluções de hipoclorito
de sódio.
- não apresenta capacidade de dissolução tecidual e ação clareadora, tão desejável
durante o preparo do canal.
- Apresenta efetividade nas necr�ses pulpares pela ação antimicrobiana contra bactérias
anaeróbias.
- ainda não foi encontrado a porcentagem correta
- não mata tanta bactéria
- mancha dente se não usado corretamente
- não reduz o sangramento
Peróxido de hidrogênio também conhecido como água oxigenada, h�je não é tão usado
- não tem poder antimicrobiano
- Associado com o Hipoclorito de sódio.
- Efervescência.
- A irrigação combinada é mecanicamente eficaz
EDTA
- remove smear layer e dentina amolecida
- facilitam a remoção de obstruções calcificadas.
Vantagens
- Remove o magma dentinário (smear layer),
- São bons lubrificantes.
Desvantagem
- Não p�ssui propriedades antimicrobianas.
Lubrificantes:-RC-PREP
GLYOXIDE
São recomendad�s apenas durante �s estági�s iniciais do preparo.
Benefíci�s da irrigação:
Debridamento superficial
- Materiais com potencial inflamatório.
- Irrigação: minimiza ou elimina �s efeit�s.
- Processo importante!
- Frequência e o volume: Volume ideal= 1 a 2ml cada vez.
- Diâmetro.
Eliminação de microrganism�s
- Hipoclorito de sódio
Dissolução d�s resídu�s pulpares
- O uso do Hipoclorito elimina a infecção mas não dissolve �s resídu�s pulpares.
- Uso de limas + temperatura + poder de dissolução + polpa vital ou em processo de
degeneração.
Remoção da smear layer
Smear Layer é comp�sta de resídu�s compactad�s na superfície d�s túbul�s dentinári�s.
- EDTA.
- Não há consenso clínico.
Irrigação Ultra-sônica: O avanço na aplicação do ultra-som tem p�ssibilitado o surgimento
de métod�s de tratamento d�s canais radiculares que p�ssibilitam o cirurgião-dentista a
realizar de modo mais fácil e rápido a instrumentação e irrigação simultânea do canal
radicular.
Vantagens do uso do ultra-som em endodontia:
1) Instrumenta e irriga o canal de forma rápida, suave e eficiente.
2) Produz menor fadiga para o paciente e o pr�issional.
3) Aumenta as propriedades de limpeza e desinfecção na instrumentação, quando substâncias
irrigantes anti-sépticas são constituintes integrantes do sistema, com ação simultânea.
4) Remove obstruções causadas por corp�s estranh�s, cones de prata, pin�s protétic�s.
5) Remove obturações antigas do canal radicular
Medicação intracanal:
Quando usar medicação intracanal?
- Quando não dar tempo de concluir todas as etapas
- Quando o paciente chega com dor, edema
- Lesão muito grande
- Trauma
- Quando tem sangue, pus, no conduto
- Quando o ápice não está fechado (ir trocando a medicação até que o ápice se feche
completamente)
A infecção do sistema de canais radiculares só é controlada de forma eficaz após o completo
preparo químico-mecânico (instrumentação, neutralização progressiva, tod�s �s pass�s), a
aplicação de uma medicação intracanal adequada e a realização da obturação tridimensional.
Medicamento endodôntico:
Precisam p�ssuir:
- P�ssuir ação antimicrobiana
- Por permanecer por tempo mais prolongado no interior do canal radicular, o
medicamento tem maiores chances de atingir áreas não afetadas pela instrumentação.
- Por preencher totalmente o canal, o medicamento impede o suprimento de substrat�s, na
forma de fluid�s teciduais, para as bactérias que sobreviveram após a instrumentação.
Não são tod�s cas�s que consegue terminar no mesmo dia, como dentes inflamad�s ou
sangrando quando usa o cone de papel
- Além da ação antibacteriana eficaz, o medicamento deve ter ação prolongada, sem ser
citotóxico e agir pelo contato, permitindo um controle adequado da pr�undidade de
atuação.
Razões para o emprego da medicação intracanal:
1. Promover a eliminação de bactérias que sobreviveram ao preparo químico- mecânico;
(infecção/sangramento)
2. Impedir a proliferação de bactérias que sobreviveram ao preparo químico-mecânico;
3. Atuar com barreira físico-química contra reinfecção entre as sessões do tratamento;
4. Reduzir a inflamação n�s tecid�s ao redor da raiz (reduzindo com isso a dor, um d�s
sinais da inflamação);
5. Neutralizar produt�s tóxic�s;
6. Controlar a exsudação persistente (o que pode ser feito pela medicação de três
maneiras: inibindo a resp�sta inflamatória, absorvendo o exsudato pela ação
higr�scópica ou eliminando a causa, as bactérias).
Algumas medicações:
- Paramonoclor�enol canforado (PMCC);
- Formocresol ou Tricresol Formalina;
- Antibiótic�s e suas combinações;
- Hidróxido de cálcio;
- Clorexidina
Não tem como prever se o paciente tem alergia a essas medicações.
Quando e como usar a medicação intracanal?
- Sessões múltiplas: dentes com calcificações, anatomia complexa, dentes
inflamad�s/infeccionad�s
- Quando não consigo secar o conduto
- Secreção
- Abcesso
O tempo de utilização da medicação intracanal pode variar muito dependendo da situação,
mas o ideal é que não seja tão demorada a troca e a finalização do tratamento endodôntico.
Medicações usad�s na clínica:
- Formocresol: Umidifica a polpa, pode ser deixado no máximo 07 dias na cavidade,
depois de 07 dias ele não tem mais efeito, essa medicação alivia a dor, fazendo com que
não tenha mais sintomas dolor�s�s.
Propriedades anti-sépticas do fenol e ion cloro.
- Age a distância (baixa tensão superficial).
- Associação de cânfora , furacin e água.
- Necr�se pulpar, canais atrésic�s ou não instrumentad�s (7 dias).
- São voláteis e agem por liberação de vapores.
- Difícil controle da área de atuação da droga, podendo ocorrer resp�sta (não tem como
saber o que irá acontecer com o paciente, se pode mudar algo nas células quando ele
entra em contato, e etc)
- inflamatória n�s tecid�s ao redor da raiz, devido à sua citotoxicidade.
- Potente agente citotóxico.
- Ação rápida-48 horas.
- Não neutraliza produt�s tóxic�s.
- Coagula proteínas.
- Sabor e odor desagradáveis.
- Liberam radicais livres.
- Não atuam no LPS bacteriano.
Tem propriedades cancerígenas, mas pouco se sabe sobre essa medicação, que é a mais usada,
tanto na upa quanto na clínica.
Como usar ? com bolinhas de algodão estéreis, com o paciente isolado, é adicionado na
bolinha e colocado dentro do conduto.
Óxido de zinco e eugenol: manipulação
Espátula número 1 para inserção do material dentro da cavidade e espátula para manipulação
- Não tem medidor é no olho, o pó será adicionado na placa, adicionado 2/ 3 gotinhas
do líquido, quando misturado tomara presa e virará uma massinha, conseguindo
colocar ela na mão e fazendo uma bolinha com ela, deve ser espatulado bem, com
força, quebrando todas as partículas.
- O algodão com álcool ajuda alisar a superfície
- Paciente deve estar ciente que é uma restauração provisória, que será trocada, e que só
serve para segurar o curativo, não pode comer coisas duras e etc que podem quebrar a
restauração provisória.
Ot�sporin: corticóide e anti-inflamatório, ajuda com a dor e com a inflamação, mas não é
uma medicação feita para a cavidade oral.
- Biopulpectomia.
- Preservação do Coto pulpar.
- O emprego de uma associação de corticóides + antibiótic�s ATENUA a intensidade da
reação inflamatória provocada pelo ato cirúrgico e uso de substâncias químicas
reduzindo a dor pós- operatória.
Medicação sistêmica?
- Polpa viva.
- Trauma físico;
- Retardo do reparo tecidual.
- Permanência por período de 7 dias.
Ticresol: H�je em dia é proibido o uso devido a ser uma medicação com propriedades
carcinogênicas, teratogênico e multativo.
- Proibida em alguns países.
- O tricresol formalina transforma �s produt�s gas�s�s resultantes da decomp�sição
pulpar, em element�s sólid�s e líquid�s não irritantes e é bactericida.
- Irritantes a�s tecid�s viv�s.
- Usad�s em cas�s de bio e necropulpectomia.
- Usado em urgências em que não for realizada instrumentação d�s canais radiculares.
Hidróxido de cálcio PA padrão ouro
O hidróxido de cálcio é a medicação mais empregada atualmente, devido à sua ação
antimicrobiana e mineralizadora. A pasta de hidróxido de cálcio tem sido preparada com
vári�s veícul�s, a saber: água destilada, soro fisiológico (solução salina), solução
anestésica, polietileno glicol, propilenolgicol, PMCC, glicerina e muit�s outr�s.
- Funcionam como uma obturação provisória do canal, limitando o espaço físico para a
multiplicação bacteriana;
- Retardam significativamente a recontaminação do canal, pois funcionam como
barreira físico-química;
- Controlam a exsudação persistente, por ação higr�scópica e por inibição do crescimento
bacteriano.
É adicionado no canal com limas, com a lima memória ou uma lima fina, é realizado esse
procedimento até que todo o canal esteja cheio, essa medicação deve ficar de 07 a 15 dias.
Quando faz a radiografia é p�ssível ver que todo o conduto está cheio de medicação. Após a
colocação de todo o HC colocam�s uma bolinha de algodão estéril+ IRM para fazer a
restauração provisória. O HC líquido age mais rápido, porém acaba o efeito mais rápido, o
HC com alguma solução ole�sa, dura mais tempo podendo ficar até 60 dias dentro do canal.
Em pacientes que precisam fechar o ápice é mais indicado que use a pasta calen de HC. O
ideal é ser usada com a seringa parecida com a carpule, chamada de seringa de ca�en que não
entope quando usada.
HC
- Ação anti-inflamatória
- Age por contato
- O canal precisa estar instrumentado para que seja utilizado
- Divers�s veícul�s
- Propriedade hidr�scópica
- Atividade biológica
- Propriedade anti-hemorrágica (soro gelado e água de cal)
Usada quando:
- Ápice aberto
- Dentes que s�reram traumas
Soluções viç�sas devem ser utilizadas no mínimo por 14 dias e no máximo de 60 dias, soluções
aqu�sas devem ser utilizadas durante 7 dias enquanto as ole�sas podem ficar até 60 dias.
Remoção da medicação: Utilizar broca 1011, 1012 para remover o IRM, quando chegar no
algodão é só remover, lavar bem com sf e depois usar a lima memória, e começar a
instrumentação.
- A clorexidina também tem sido prop�sta como medicação intracanal, com base em sua
atividade antibacteriana de amplo espectro. Além disso, tem substantividade, ou seja,
atua por muito tempo, pois adere às estruturas do dente. Contudo, de uma forma geral,
ela não é mais eficaz do que o hidróxido de cálcio e não p�ssui outras propriedades que
ele apresenta como estimulação de reparo cálcico, neutralização de endotoxinas e
solvente de matéria orgânica.
Retratamento de tratamento endodôntico:
Quais são as indicações de retratamento?
- Dor é o principal motivo
Passo a passo:
Reabertura coronária —> Esvaziamento parcial e odontometria —> Remoção total do
material obturador —> nova instrumentação —> medicação intracanal —> nova obturação
—> selamento coronário
O retratamento endodôntico é um procedimento realizado em um dente que recebeu uma
tentativa de tratamento definitivo tendo resultado numa condição insatisfatória.
Insucesso do tratamento Endodôntico:
- Não há resolução da lesão em no máximo 4 an�s.
- Presença de sinais e sintomas
- Objetivo do retratamento:
- Correção da abertura coronária se necessário.
- Remoção do material obturador antigo. Limpeza e desinfecção d�s condut�s.
- Forma adequada de preparo
- Obturação tridimensional. Selamento coronário.
Tod�s �s dentes podem precisar de retratamento
Motiv�s para retratamento do conduto:
- Obturação realizada de maneira inadequada.
- Dente aberto e que expõe a guta percha.
- Dentes com sinais e sintomas.
- Presença de lesões persistentes.
- Cas�s de reabilitação com pino e coroa.
Índices de sucesso :
- Polpa viva: aproximadamente 94 %
- Necr�se com lesão: aproximadamente 84 %
- Retratamento : aproximadamente 70%
Técnica:
- Uso de brocas largo
- Uso de brocas gates
- Porção reta do canal
Eucaliptol: dissolve guta percha
Óleo de laranja: dissolve cimento endodôntico
- Desgaste compensatório – remoção do ombro de dentina e da guta percha cervical .
- Não basta remover material obturador é necessário realizar de forma atenci�sa o
preparo biomecânico.

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