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Cirurgia

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Cirurgia
- Cirurgia oral
Cirurgia oral e maxil�acial é a especialidade da odontologia que engloba o
diagnóstico é o tratamento cirúrgico e complementar de doenças, lesões e deficiência,
incluindo aspect�s funcionais e estétic�s d�s tecid�s moles e dur�s das regiões oral e
maxil�acial.
Cirurgias menores como extração de dentes fraturad�s e dentes erupcionad�s geralmente
são as mais realizadas dentro do consultório odontológico.
- Anamnese e análise sistêmica
Anamnese é constituída em:
● Dad�s biográfic�s: Os dad�s biográfic�s do paciente constituem-se em seus
dad�s pessoais como, nome, nome completo, idade, gênero, pr�issão, e seu
histórico médico e odontológico.
● Queixa principal: Motivo do atendimento, sintoma guia, ajuda o dentista a
estabelecer prioridades.
● História da queixa principal: Início, duração, intensidade, localização,
irradiação.
● Revisão do sistema: Cabeça, ouvid�s, olh�s, nariz, oral, pescoço.
Cabeça: dor, desmaio, vertigem.
Ouvid�s: dor, zumbido, diminuição da audição.
Olh�s: Embaçamento, visão dupla, secura, dor, lacrimejamento.
Nariz: coriza, sangramento, alteração de olfato.
Articulação temporomandibular: dor, barulho, limitação de movimento.
Oral: sensibilidade ou dor dentária, úlceras em lábio ou muc�sas, mau hálito,
restauração ausentes, infecção de garganta.
- Exame pré-operatório
Durante o exame físico do paciente devem�s focar na cavidade oral e em menor grau na
região maxil�acial, fazer aferições da pressão arterial e sinais vitais.
● Inspeção: cabeça, ouvido, olh�s, nariz, boca, pescoço.
● Palpação: Articulação temporomandibular, boca, pescoço.
● Percussão: realizar exames de percussão n�s dentes.
● Auscultação
- Tratamento de pacientes com condições médicas especiais
Cardiopatia isquêmica
● Angina pectoris: obstrução nas artérias responsáveis por levar sangue ao
coração
● Acomete homens por volta d�s 40 an�s e mulheres após a menopausa
● questionar o paciente sobre a frequência, duração e gravidade da angina
● solicitar laudo médico quando necessário
● tratar a ansiedade do paciente
● Avaliar sinais vitais do paciente
● manter contato verbal
● limitar o uso de anestésico
Infarto do miocárdio:
● recomenda-se adiar cirurgias eletivas por um período de 06 meses
● sempre consultar o médico
● conferir quais medicament�s estão sendo usad�s
● cas�s mais graves encaminhar para o bucomaxilo
Insuficiência renal
● evitar o uso de medicament�s nefrotóxic�s (AINES: anti-inflamatóri�s não
esteroidais)
● realizar a cirurgia após 01 dia de diálise (remoção do excesso de líquido no
corpo)
● necessidade de pr�ilaxia antibiótica
● aferir pressão e frequência cardíaca
Hipertensão
● hipertensão leve a moderada: 140x90 mmhg
● hipertensão grave: 200x110 mmhg, adiar o tratamento e encaminhar o paciente
para o h�spital
● aferir a pressão a cada consulta
● limitar o uso de anestésico a 2 tubetes
● controlar ansiedade
● em cas�s mais graves encaminhar ao bucomaxilo
Diabetes Melito
● Existem 2 grup�s de diabetes: insulino dependente, e não insulino dependente
● o diabetes insulino dependente geralmente inicia-se na infância ou adolescência
Diabetes insulino dependente:
● Adiar a cirurgia até que o diabetes esteja controlado
● consultar sempre pela manhã, consultas curtas.
● controlar a ansiedade do paciente
● monitorar �s sinais vitais do paciente
● manter comunicação com paciente durante a cirurgia
● cirurgias mais complexas indicar ao paciente o uso de dextr�se a 5% até sua
completa recuperação.
● observar sinais de hipoglicemia (fraqueza, confusão, fome, dor de cabeça)
Diabetes não insulino dependente:
● Adiar a cirurgia até que o diabetes seja controlado
● consultas sempre pela manhã, consultas curtas
● monitorar �s sinais vitais do paciente
● manter comunicação com paciente durante a cirurgia
● observar sinais de hipoglicemia (fraqueza, confusão, fome, dor de cabeça)
Valores glicêmic�s:
● normal: 70 mgdl a 100 mgdl
● alterada: 100 mgdl a 125 mgdl
● diabetes: acima de 125 mgdl
● hipoglicemia: abaixo de 70 mgdl
Gravidez
● A gravidez não é considerada uma doença, mas requer cert�s cuidad�s para não
causar nenhuma lesão ao feto.
● sendo assim, cirurgias eletivas devem ser adiadas
● evitar medicament�s, como, corticoides, morfina, tetraciclina, óxido nitr�so
● sempre que p�ssível atenda a paciente no terceiro trimestre da gestação
Protocolo de atendimento à gestante:
● adiar cirurgia até que o parto aconteça
● consultar o médico
● evitar radiografias sempre que p�ssível
● evitar medicament�s teratogênic�s (cetopr�eno, tetraciclina)
● evitar deixar a paciente em p�sição de supino (risco de compreensão da veia
cava)
● permitir que a paciente vá ao banheiro
Coagulopatias hereditárias
● Adiar a cirurgia até liberação médica
● obter testes de coagulação
● realizar cirurgia logo após a correção da coagulação tenha sido realizada.
● realizar uma boa sutura
● monitorar o paciente por 2 horas
● orientar o paciente sobre o pós operatório
● evitar anti-inflamatóri�s não esteroidais (nimesulida, aas, ibupr�eno,
naproxeno)
- Princípi�s cirúrgic�s
- Necessidades básicas da cirurgia:
● Visibilidade: acesso adequado, iluminação adequada, Campo operatório limpo
● Técnica asséptica
● Auxílio
- Manobras cirúrgicas fundamentais:
- Diérese: conjunto de manobras destinadas a separar tod�s �s tecid�s alcançando
áreas anatômicas de interesse do CD. Etapa na qual se realiza a incisão (corte) e
divisão (quando separa) de tecid�s com a finalidade de promover via de acesso
adequado para manipulação da área anatômica de interesse cirúrgico.
* conjunto de incisões forma um retalho*
• Ato de incisar/cortar
• Separação d�s tecid�s
• Divulsão: separação d�s tecid�s sem corte
- Requisit�s para ter uma boa incisão:
● Conhecimento anatômico
● Versatilidade e amplitude
● Boa iluminação
● Material apropriado (bisturi cabo número 3 / Lâmina 15c e 15, tendo também
lâmina 11,12, 12d)
● Traço único em 45°
● Apoio em �sso sadio
* As margens do retalho devem repousar sobre o tecido ósseo sadio durante o ato da
sutura.
- Empunhadura do bisturi:
• Tipo lápis: indicado para incisões pequenas ou curvas.
• Arco de violino: indicada para incisões longas retilíneas.
- Princípi�s do retalho: Durante a realização de uma incisão deve ter um planejamento
para evitar complicações, como: necr�se, deiscência e dilaceração.
• Necr�se: morte do tecido. Para evitar necr�se o ápice do retalho seja duas vezes
maior que a sua base, para que haja suprimento sanguíneo axial na base do retalho.
• Deiscência: separação d�s tecid�s, sutura não ficou adequada.
- aproxima as bordas do retalho
- não submeter o retalho a tensão
- causa dor, perda óssea e fibr�se excessiva.
• Dilaceração do retalho:
- acesso insuficiente
- inexperiência do CD
- insegurança do CD
- Tip�s de incisão
- Afastadores:
● Os afastadores devem estar sempre apoiad�s em tecido ósseo.
● O retalho não deve estar tensionado e/ou isquêmico.
● Quanto menor o trauma a�s tecid�s gengivais melhor será sua reparação
tecidual.
- Hem�stasia
● A hem�stasia tem como objetivo prevenir a perda de sangue excessivo durante o
ato cirúrgico.
● Com tudo a hem�stasia tem como objetivo também auxiliar o CD ter uma boa
visibilidade e evitar que o paciente venha ter hematomas no pós operatório.
- Mei�s de promover hem�stasia:
1- Mecanism�s naturais
2- Calor
3- Ligaduras
4- Substâncias vasoconstritoras
- Sutura- Síntese
•Termo utilizado para designar todo material utilizado para (amarrar) vas�s
sanguíne�s ou aproximar tecid�s.
•Tem como objetivo p�sicionar e manter firme o retalho cirúrgico a fim de promover
cura.
- Fi�s de sutura
1- Não-absorvíveis
● Seda: Filamento protéico obtido do bicho-de-seda.
Vantagens: não irritante, barato, fácil de manusear, nó firme.
Desvantagem: Acumula placa.
● Nylon: Não absorvível, porém biodegradável.
Vantagens: Maior resistência, flexível, não irritante, menor reação tecidual.
Desvantagens:Difícil de manusear, perde resistência, não produz nó firme.
● Poliéster e Algodão.
2- Absorvíveis
● Categute: Biológico, do intestino delgado de ovelhas ou ser�sa de bovin�s
● Simples: absorção mais rápida, 5 a 10 dias
● Cromado: absorção mais lenta 20 dias
● Ácido Poligalático: sintético, absorvido em 60 dias, indicado para pont�s
intradérmic�s e cirurgias maiores
Necessidades e oportunidades para exodontias:
● cárie
● necr�se pulpar
● doença periodontal
● indicação ortodôntica
● dentes mal p�sicionad�s
● dentes fraturad�s
● dentes impactad�s
● dentes supranumerári�s
● dentes associad�s a lesões patológicas
● radioterapia
● dentes em fraturas d�s maxilares
● questões financeiras
*curativ�s em dentes que necessitam de tratamento endodôntico é indicado fazer
ionômero de vidro + RC por cima)*
É importante conversar com o paciente e explicar sobre a importância daquele dente, e o
porque não é a melhor opção a remoção daquele dente.
Cárie
- A razão mais comum para extração é quando o dente se encontra tão severamente
cariado que não pode ser restaurado. E não é “compensativo” fazer tratamento
endodôntico por necessitar de pino de coroa.
- Algumas vezes a complexidade e o custo das etapas para reabilitar um dente
cariado se torna inviável para o paciente.
Necr�se pulpar ou pulpite irreversível
- Presença de necr�se pulpar ou pulpite irreversível onde não esteja indicado para
tratamento endodôntico.
Tratamento de canal mal feito, onde não foi realizado corretamente é um d�s principais
motiv�s para extração dentária.
Doença periodontal
- Doença periodontal extensa ou severa: leva à perda óssea excessiva e à
mobilidade dentária irreversível.
Indicação ortodôntica (pré molares, mais indicad�s para extração nessa situação)
- Pacientes que irão submeter-se a tratamento ortodôntico para correção de
apinhamento dentário por exemplo.
O indicado é que o dentista ortodontista mande um encaminhamento, explicando o
porquê da retirada desse dente, deve ser escrito e anexado no prontuário do paciente
Dentes mal p�sicionad�s
- Se eles traumatizam tecid�s moles e não podem ser rep�sicionad�s com
tratamento ortodôntico.
EX: Dentes extraíd�s devido a perda do dente antagonista. (dente p�sicionado na
arcada op�sta ao dente que foi extraído)
Dentes impactad�s:
SEMPRE IREMOS EXTRAIR! Pois, no espaço em que fica entre �s dentes, pode
ter um acúmulo de comida, que levará a uma cárie, assim podendo perder �s dois dentes.
- Avaliar se a condição desse dente erupcionar e avaliar o risco de comprometer o
dente vizinho.
Dentes supranumerári�s:
- Sempre haverá indicação para extração.
Dentes extranumerári�s podem nascer se não tiverem impactad�s como m�stra a imagem.
Dentes fraturad�s:
- Dente com trinca na coroa ou na raiz fraturada.
Às vezes não é p�ssível identificar fraturas somente com radiografia, podendo precisar
de uma TC.
- O que pode ter causado essa lesão é um trauma.
Dentes associad�s a lesões patológicas
- Se a manutenção do dente comprometer a remoção cirúrgica completa da lesão.
Como ex lesão de furca
Radioterapia
- Pacientes que receberam radioterapia para câncer na região cabeça e pescoço.
Dentes envolvid�s em fraturas d�s maxilares:
- Os pacientes que s�reram fratura na mandíbula ou processo alveolar às vezes
devem ter �s dentes removid�s.
Solicitação de exames NUNCA é demais, exames ajudam a fechar o melhor
diagnóstico, pensando na saúde e bem estar do paciente. Principalmente em pacientes
cirúrgic�s, como por exemplo: radiografia panorâmica, tomografia entre outr�s exames
complementares.
Contraindicações sistêmicas:
● doença metabólicas descompensadas
● diabetes não controlada maior que 125mmhg
● falência renal
● leucemia e linfoma
● doenças cardíacas severas (precisa fazer pr�ilaxia antibiótica com amoxixilina
500 mg, 4 capusulas 1h antes da cirurgia)
● coagulopatias severas como hem�ilia (precisa ter indicação médica, e todo um
preparo antes da realização do procedimento cirúrgico)
● gravidez
● bif�sfonad�s (risco de necr�se, pacientes que usam esse medicamento é indicado
que não faça, o paciente deve ficar 06 meses sem usar a medicação, causa
�steonecr�se)
Contraindicações locais:
● A mais importante e crítica é a história de radiação terapêutica contra o câncer:
Risco de �steorradionecr�se.
● Os dentes localizad�s dentro de uma área de tumor maligno não devem ser
extraíd�s.
● Pacientes com pericoronarite severa ao redor de um terceiro molar mandibular
impactado.
● Abscesso dentoalveolar.
Avaliação clínica do dente a ser extraído:
● No período de avaliação pré-operatória, o dente a ser extraído deve ser
examinado cuidad�samente para análise de dificuldade de extração:
1. Acesso ao dente (abertura da boca do paciente é um exemplo)
2. Mobilidade do dente
3. Condição da coroa
1. Acesso ao dente:
Amplitude da abertura da boca do paciente (causas de uma p�ssível redução de
abertura: trismo, DTM e fibr�se muscular.)
A localização e a p�sição do dente a ser extraído (dente supranumerário)
2. Mobilidade do dente:
Mobilidade maior que o normal: doença periodontal
Mobilidade menor que o normal: hipercement�se ou anquil�se das raízes.
3. Condição da coroa:
Cárie extensa na coroa
Grandes restaurações de amálgama
Dentes tratad�s endodonticamente
Dente que apresenta grande acúmulo de cálculo
Avaliar a condição d�s dentes adjacentes
Dentes que p�ssuem coroa não podem ser usad�s como apoio, deve ser usado alavancas,
o ideal é que o apoio seja em �sso, mas somente em dentes que não p�ssuem coroa.
Exame radiográfico:
Será avaliado: seio maxilar, canal mandibular, forame mentoniano. Número de raízes,
curvatura e grau de convergência radicular, forame da raiz, tamanho, reabsorção
radicular.
- Tem que avaliar muito bem o seio maxilar, para que o dente não vá para dentro
do seio maxilar. Se isso ocorrer tem que fazer outra cirurgia para remover o
dente.
Tomografia: em cas�s mais complex�s sempre irem�s solicitar o exame de tomografia.
Instrument�s utilizad�s em exodontia:
Elevadores/Alavancas: Alavanca é o movimento feito para a remoção do elemento,
tendo como função:
- luxação, rompendo as fibras do ligamento periodontal e expandindo a cortical
óssea.
- remover as raízes fraturadas ou seccionadas cirurgicamente
São comp�st�s por 3 partes:
- cabo: porção para apreensão do instrumento
- haste: transmite a força realizada no cabo a ponta ativa
- lâmina: parte onde será colocada entre o dente que será removido e o �sso sadio
adjacente onde a força será despendida.
A alavanca deve estar SEMPRE apoiada em �sso SADIO, a remoção do dente não é
sobre força, e sim sobre p�sição.
Em cirurgia, pela dúvida, sempre é ideal LEVAR TODOS �s materiais.
Tip�s de alavancas:
- Apical reta (ponta ativa em formato de cunha)
- Seldin reta
- Seldin angulada
- Po�s
Apical reta 301: mais utilizada para luxar dentes
Elevadores Seldin: A alavanca triangular é mais indicada para remoção de raiz
fraturadas que permanecem dentro do alvéolo dental (são bem indicadas para remoção
de terceir�s molares superiores, principalmente as triangulares)
- A reta é mais indicada para seccionar o dente (separar o dente)
- Quando o dente não se move com alavanca, pode usar uma broca para fazer a
separação do dente.
Alavanca heidbrink: indicada para remoção de raízes fraturadas de difícil acesso,
usada também para luxar raízes de terceir�s molares impactad�s.
O que é usado primeiro? fórceps ou alavanca? sempre deve ser usado primeiro a
alavanca.
- Para não pular etapas, é bom ter sempre dois planejament�s para não pular
etapas no nerv�sismo acabar esquecendo.
● As de cima são usadas para luxar raízes de terceir�s molares impactad�s.
Elevador po�s: boa para usar em terceir�s molares inclus�s, melhor para encontrar um
ponto de apoio por ser menor.
Fórceps:
- deve ter o cabo estriado e boa apresentação
- o fórceps a ser utilizado dependerá de seu formato e de anatomia do colo do
dentea ser removido (tem que ir na cervical do dente, na junção dente e �sso)
- dividido em três partes: cabo, articulação, e ponta ativa
- Cabo: onde é usado para fazer a força
- Articulação
- Ponta ativa: p�sicionara no dente
o fórceps deve sempre ser apoiado em DENTE.
- Dentes que foram tratad�s endodonticamente ou dentes com restaurações em
resina e em amálgama (grandes) não suportam o fórceps, somente se tiverem sido
bem luxad�s, pois esses dentes estão frac�s e não conseguem.
Maxilares:
- Fórceps 150: é utilizado em dentes pré-molares e incisiv�s maxilares (fórceps
universal, pode ser utilizado em outr�s grup�s de dentes)
- Fórceps 18R (direita) e 18L (esquerda): é indicado para molares maxilares
- Fórceps 1: indicado para canin�s e incisiv�s maxilares (canino é mais difícil de
ser extraído)
- Fórceps 69: indicado para remoção de fragment�s de raízes ou raízes pequenas
inferior e superior.
Mandibulares:
- Fórceps 151: indicad�s para canin�s, incisiv�s e pré-molares mandibulares
- Fórceps 17: indicad�s para molares inferiores, em cas�s de molares com raízes
fusionadas e cônicas irem�s utilizar o fórceps 151
- Fórceps 69: indicado para remoção de fragment�s de raízes ou raízes pequenas
inferior e superior.
- Fórceps 16: também conhecido como chifre de boi, é indicado para molares com
destruição coronária. Também pode ser utilizado em dentes com lesão de furca,
por ter duas pontinhas que conseguem encaixar na lesão, por baixo da lesão, e
consegue luxar o dente.
- Quando ocorrer do dente fraturar devem�s usar a alavanca heidbrink.
- Se durante a cirurgia não ter ponto de apoio, deve fazer o ponto de apoio, ele é
feito com broca
O fórceps que será usado deve estar no planejamento, a numeração deles deve ser
decorada, principalmente na clínica
Afastadores:
- Farabeuf modificado
- Minnesota: além de afastar tem como função proteger o tecido quando se está
usando a broca.
Descoladores:
- Descolador de molt: mais usado em siso incluso, pode fazer mais força com ele,
maior quantidade de tecido, como palato
- Descolador free: mais usado em maxila, men�s agressivo, tecido da maxila
c�stuma ser mais fino, mais fácil de dilacerar
Removedor de �sso:
- Lima de �sso: utilizada para alisamento do �sso antes da sutura, principalmente
em pacientes reabilitad�s com prótese.
- Alveolótomo curvo: usado quando tem que remover grande quantidade de �sso, e
para renovação de septo ósseo inter-radicular
- Também pode ser usado a broca maxicut após o uso do alveolótomo e ou lima de
�sso.
- Não pode deixar nenhuma espícula óssea que pode incomodar ou machucar o
paciente mais para frente.
Pinças:
- Pinça a�is: indicada para aprender o tecido que será excisada (cortada)
- Pinça beckaus: também conhecida como pinça de campo, tem como função manter
�s camp�s em p�sição (firme e a mangueira firme também)
Irrigação:
- A irrigação é feita com SF estéril
Princípi�s mecânic�s envolvid�s na exodontia:
Cunha
⬇
Roda
⬇
Eixo
⬇
Alavanca
Alavancas dentárias: Mecanismo para transmitir uma força modesta (pequena) para
um pequeno movimento contra grande resistência, gera uma grande força sobre o dente
(luxar o dente)
- À medida em que o dente vai luxando deve ir entrando mais com a alavanca,
somente um movimento, um movimento firme, encaixou, meia volta, voltou.
- Alavanca tem como função deslocar ligament�s.
Cunha (fórceps ou alavanca) : junção �sso e ligamento periodontal expandir o �sso e
forçar o dente para fora do alvéolo, quando o dente fraturar estiver só a raiz irá usar
a alavanca, o fórceps é usado em dente hígido.
- útil de várias formas diferentes para extração, as pontas ativas do fórceps são
finas em suas extremidades, elas se alargam conforme progridem superiormente.
- O princípio da cunha é também útil quando uma alavanca reta é usada para
luxar um dente em seu alvéolo.
Uma cunha pode ser usada para expandir, dividir e deslocar porções onde ela é usada
Roda de eixo (bandeirinha, triangular): Alavanca triangular ou tipo bandeira, o cabo
funciona como eixo e a ponta da alavanca triangular atua como uma roda e eleva a
raiz para fora do alvéolo.
- Usada quando fica uma raiz dentro do alvéolo
- Realizar moviment�s rotatóri�s para eliminação d�s resídu�s
Antes de realizar a roda de eixo deve separar as raízes, com uma broca.
- Os instrument�s básic�s para realizar uma extração dentária são a alavanca e
o fórceps, a alavanca auxilia na luxação do dente e o fórceps continua esse
processo por meio da expansão óssea e ruptura do ligamento periodontal.
- O fórceps tem dois objetiv�s: expansão do alvéolo ósseo e remoção do dente do
alvéolo.
Movimento de cunha só se faz quando não tem coroa, tem somente a raiz residual, e é
usada somente a alavanca. Quando tem a coroa usa o fórceps. Quando o dente está
fraturado, ou com cárie, é ideal que faça uma canaleta, com uma broca em alta
rotação. Em 90% d�s cas�s de raiz residual é necessário que faça uma canaleta como
ponto de apoio.
Movimento roda e eixo: usado em dentes de raízes múltiplas: molares. Usada alavanca
bandeirinha, é realizado movimento rotatório.
Princípi�s para uso do fórceps e alavanca
- Os instrument�s básic�s para realizar uma extração dentária são a alavanca e
o fórceps, a alavanca auxilia na luxação do dente e o fórceps continua esse
processo por meio da expansão óssea e ruptura do ligamento periodontal.
- O fórceps tem dois objetiv�s: expansão do alvéolo ósseo e remoção do dente do
alvéolo.
Princípi�s para uso da alavanca e fórceps
O fórceps pode aplicar 5 moviment�s principais para luxar o dente e expandir o alvéolo
ósseo.
Os 5 moviment�s do fórceps:
1. Pressão apical: inserir as pontas ativas do fórceps dentro do espaço do
ligamento periodontal, o centro de rotação do dente é deslocado apicalmente.
vai pressionar o dente para dentro (RAIZ UNITÁRIA), jamais utilizar esse
movimento em dentes com mais de uma raiz. Quando fazem�s esse movimento
estam�s rompendo o ligamento periodontal e fazendo uma pressão para dentro
do dente.
2. Força vestibular: causa expansão da cortical vestibular e gera uma pressão
lingual no ápice, a apical faz um movimento contrário ao que se faz com o
fórceps na vestibular do dente. Não se deve colocar muita força, pois pode
causar a quebra do �sso, precisando de enxerto ósseo.
3. Pressão palatina ou lingual: expansão da crista óssea lingual, evitando forças
excessivas no �sso apical vestibular.
4. Pressão rotacional: Rotação, girar o dente, não pode fazer esse movimento em
molar, somente em dentes com uma raiz única, causa expansão interna do alvéolo
dentário.
5. Força de tração: Finalização da cirurgia, tirar o dente do alvéolo, é puxar o
dente.
Extração fechada
- Técnica fechada: Extração simples, não há necessidade de fazer incisões
relaxantes.
- Técnica aberta: técnica cirúrgica ou a retalho, utilizada quando é necessário
uma força excessiva para remover um dente, quando uma quantidade substancial
da coroa está perdida ou coberta por tecido ou quando o acesso à raiz do dente é
difícil. Precisa realizar incisões relaxantes, e pode ter que usar broca, para
chegar até a raiz do dente. Isso é comum que ocorra em terceir�s molares
Requisit�s básic�s para extração:
1. Acesso
2. Boa visibilidade
3. Uso de força controlada para luxar o dente.
Pacientes com inflamação: não deve realizar a cirurgia de início, e sim prescrever
medicação e pedir que o paciente volte depois do término da medicação.
Cinco etapas do procedimento de extração fechada:
Etapa 1: Liberação d�s tecid�s moles aderid�s a porção cervical do dente.
- Instrument�s: Cabo de bisturi + bisturi e Descolador (Anestesia, Incisão
sulcular, descolamento ao redor de todo o dente até encontrar �sso,
principalmente em região de papila que é onde é colocado a alavanca)
Etapa 2: Luxação do dente com alavanca dentária
301 é a mais usada e a reta.
- A alavanca dentária é girada de maneira que a parte inferior da lâmina se
apoia no �sso alveolare a parte superior é girada ao encontro do dente que está
sendo extraído, deve se tomar muito cuidado para que a alavanca não esteja
apoiada no dente vizinho.
- Quando uma alavanca reta pequena se torna fácil de gira deve ser trocada por
uma alavanca reta mais gr�ssa é utilizada para fazer a mesma progressão
apical.
As alavancas têm formas que podem diferenciar �s lad�s pelas quais serão encaixadas
no dente/ �sso, por ex, a 301, tem uma parte de cunha que é apoiada no dente, e a reta
tem uma parte reta que é encaixada no dente é uma parte maior que é encaixada no �sso,
a ponta ativa das alavancas deve ficar em apoio ao dente. O lado ativo sempre será
apoiado no dente, sempre.
Fazendo moviment�s como se tivesse levantando, puxando o dente: colocou no �sso 1
movimento volta, é assim vai até luxar, nunca ficar fazendo moviment�s giratóri�s.
Etapa 3: Adaptação do fórceps ao dente
Tem que tomar cuidado para não prender o fórceps ao �sso. E sempre usar o afastador
para que não pegue tecido mole.
Antes de usar o fórceps tem que ter certeza que esse dente está luxado, para que não
tenha problemas, se o dente está dançando e não está saindo, pode ser que tenha gengiva
colada nele, por isso deve descolar bem o tecido.
- As pontas do fórceps devem ser desenhadas para se adaptarem anatomicamente
ao dente, apical à linha cervical, ou seja, na superfície da raiz.
- Deve-se ter cuidado ao verificar que as extremidades das pontas ativas estejam
abaixo do tecido mole e que não estejam aprendendo um dente adjacente.
- Se as pontas ativas não estiverem paralelas ao longo eixo do dente,
provavelmente a raiz do dente irá se fraturar. Por que isso acontece ? pois faz
força mais de um lado do que de outro, e o ideal é fazer força d�s dois lad�s no
mesmo momento. O fórceps deve abraçar o dente, na mesma quantidade, para que
não ocorram fraturas.
- As pontas ativas do fórceps, atuam como cunhas, dilatando a crista óssea nas
faces lingual e vestibular.
- Ao forçar as pontas ativas apicalmente, o centro de rotação do fórceps aplicado
ao dente é deslocado para o ápice do dente. Quando faz a pressão apical está
rompendo ligamento periodontal que é o primeiro passo para terminar de luxar o
dente, o fórceps é o final, usado somente para tirar o dente de dentro do alvéolo,
caso seja bem luxado pode não precisar usar o fórceps.
4 Etapa: luxação do dente com fórceps
- Na maxila e em tod�s �s dentes mandibulares, com exceção d�s molares, o
principal movimento é o vestibular. Por que ? a parede vestibular é mais fina.
N�s molares mandibulares a parede vestibular é mais espessa, SÓ QUE não
pode fazer uma força exacerbada pois poderá quebrar o dente.
- Conforme o �sso alveolar começa a se expandir, o fórceps é rep�sicionado
apicalmente com um movimento deliberado e firme. Mesma coisa que ocorre com
a alavanca, quanto mais o dente sai mais você desce o fórceps.
- Para alguns dentes, �s moviment�s rotacionais são usad�s para auxiliar na
expansão do alvéolo dentário e na ruptura da inserção do ligamento periodontal.
Quais dentes são usad�s moviment�s rotacionais ? dentes com somente 1 raiz, em
molares só pode fazer se tiver raiz fraturada.
O movimento para vestibular só não é feito em molares, mas em tod�s �s outr�s dentes
podem ser usad�s SIM. N�s molares é feito vestibular/ lingual com forças iguais.
1. O fórceps deve estar p�sicionado o mais apicalmente p�ssível e ser
rep�sicionado periodicamente durante a extração.
2. As forças aplicadas nas direções vestibular e lingual devem ser lentas e firmes,
e não simplesmente sacudidas. (se sacudir pode causar fraturas, acontecerá tudo,
mas não removerá o dente)
3. A força deve ser mantida por vári�s segund�s para permitir tempo suficiente
para que o �sso se expanda.
Etapa 5: Remoção do dente do alvéolo
- Deve-se lembrar que a luxação do dente com fórceps e a remoção do dente do
�sso, são etapas distintas da extração. Fórceps é coadjuvante, a alavanca é o
principal.
- A luxação é direcionada para expandir o �sso e romper o ligamento periodontal
e ter expansão óssea. O dente não é removido do �sso até que esses dois objetiv�s
tenham sido obtid�s.
- Para dentes mal p�sicionad�s ou que tenham p�sições atípicas no processo
alveolar, a luxação com o fórceps e a sua remoção do processo alveolar serão
feit�s em direção não-usuais. Basicamente, dentes mal p�sicionad�s serão
usad�s fórceps e não será usado alavanca.
Pacientes que têm dentes que nasceram na vestibular (ex: canino que não conseguiram
ser voltad�s para o lugar com ortodontia) serão usad�s diretamente o fórceps, não será
usado a alavanca, pois isso fará com que cause fraturas n�s dentes vizinh�s.
O canino na maioria das vezes que vai extrair corre perigo de ter uma fratura na
região da parede vestibular.
Papel da mão op�sta (mão não dominante)
- Afastar �s tecid�s moles da bochecha, d�s lábi�s e da língua.
- Papel importante no apoio de estabilização da mandíbula na extração de dentes
inferiores.
- Apoia o processo alveolar e fornece informações táteis para o cirurgião a
respeito da expansão do processo alveolar, durante o período de extração.
No término da cirurgia é ideal que passe a mão no local para ver se sobrou alguma
espícula que deve ser removida e poderá machucar o paciente.
Papel do assistente durante a extração:
- Auxilia o cirurgião a visualizar e a obter acesso à área cirúrgica.
- Pode afastar o tecido mole para que o cirurgião p�ssa utilizar �s instrument�s
para descolar �s tecid�s moles e adaptar o fórceps ao dente de maneira mais
efetiva.
- Aspirar sangue, saliva e soro para irrigação, durante o procedimento cirúrgico.
Técnicas específicas para remoção de dentes maxilares
- Na p�sição correta para extração d�s dentes maxilares da região anterior ou do
lado esquerdo.
-
- O dedo indicador esquerdo do CD deve afastar o lábio e a bochecha do
paciente.
- O polegar deve estar apoiado no processo alveolar da palatina
Para o lado direito:
- O dedo indicador é p�sicionado no palato
- O polegar é p�sicionado na região vestibular.
Incisiv�s superiores 11, 21, 12, 22.
- Fórceps universal: Número 150
- Raízes Cônicas movimento de vestibular/ palatino e rotação
- Incisiv�s laterais têm raízes mais longas e finas.
- Incisiv�s laterais podem apresentar curvatura distal.
- Osso é mais fino do lado vestibular e mais espesso do lado palatino.
- P�sicionamento do fórceps o mais apical p�ssível.
- OMovimento inicial é lento, constante e firme na região vestibular.
- Uma força men�s vigor�sa no sentido palatino, é então utilizada, seguida de
uma força rotacional lenta e firme.
- O movimento rotacional deve ser minimizado para o incisivo lateral,
especialmente se existir uma curvatura. Essa curvatura é observada na
radiografia, deve fazer uma rotação pequena e com cuidado, e deve observar se
não houve uma fratura nesse dente
Obs: moviment�s da extração são moderad�s, com cuidado, sempre pouc�s.
Canin�s superiores 13 e 23
- O fórceps usado é o 150
- P�sicionamento mais apical p�ssível
- Faz a força apical e joga para a vestibular, com uma pressão para a palatina
puxando ele para fora.
- Uma pequena quantidade de força rotacional pode ser útil para expandir o
alvéolo na direção vestíbulo-incisal com a força de tração vestibular
- É o dente mais longo da boca
- Produz uma proeminência chamada b�ssa canina na superfície anterior
- Osso sobre a face vestibular geralmente é fino
- Não é incomum que um fragmento do �sso vestibular fraturar da cortical e ser
removido com o dente
O canino geralmente é o dente mais difícil de remoção, por ser um dente “sozinho” com
pouco apoio.
- Se o �sso vestibular fraturar ? o que fazer ?
Se o dedo que palpa a região indicar que um pequeno fragmento de �sso se soltou e está
preso ao canino extração deve continuar.
Se o dedo na região indicar que uma parte grande da cortical alveolar vestibular se
fraturou, o cirurgião deve parar o procedimento:
1. Tentar liberar o �ssofraturado do dente, com o descolador como uma alavanca
para separar o �sso da raiz, o dente é removido e o �sso deixado no lugar
aderido ao periósteo.
2. Se o �sso perder aderência ao periósteo, ele deve ser removido e realizar enxerto
ósseo.
Primeiro pré molar superior
- Unirradicular n�s primeir�s dois terç�s com a bifurcação em duas
raízes(vestibular e palatina).
- Estas raízes podem ser extremamente finas e são sujeitas à fraturas.
- Dente deve ser luxado ao máximo p�ssível com a alavanca reta.
- Fórceps universal N°150.
- Os moviment�s iniciais devem ser vestibulares.
- Os moviment�s palatin�s são feit�s com pequena quantidade de força para
evitar a fratura da ponta da raiz palatina.
- Pressão vestibular maior que pressão palatina.
- Força rotacional deve ser evitada
- A remoção final é com força de tração na direção oclusal e ligeiramente
vestibular.
Segundo pré molar superior 14 e 24.
- Unirradicular por toda a extensão da raiz
- A raiz é gr�ssa e tem uma ponta romba.
- É raro a raiz do 2PM fraturar
- Osso fino na face vestibular e espesso na face palatina.
- Fórceps N150 ou 150A
- Moviment�s fortes vestibular e palatino e depois no sentido vestibulo-oclusal
com força rotacional e de tração.
- Sempre que for uniradicular pode fazer rotação
Sempre que for fazer movimento de rotação lembrar de fazer movimento de tração
Molares superiores 16,17,18, 26, 27 e 28.
- Primeiro molar superior:
- . raízes largas e fortes (duas vestibulares e uma palatina).
- As raízes vestibulares são próximas e a raiz palatina divergente amplamente em
direção ao palato.
- O dentista deve avaliar a relação das raízes com o seio maxilar.
Primeiro molar superior 16 e 26
- Fórceps 18R ou 18L
- Pressão forte vestibular e palatina com força mais pesada para vestibular que
para palatina.
- Moviment�s rotacionais não são úteis.
Terceir�s molares superiores 18 e 28
- Raízes cônicas.
- Geralmente removido com facilidade, pode ser removido apenas com uso de
alavancas.
- Anatomia radicular variável
- Principal dificuldade: acesso
Bi�ssegurança em cirurgia oral
- Introdução:
A infecção humana sempre foi um desafio para a ciência, pois existe um crescimento
muito acelerado de infecções patogênicas que invadem o organismo apesar d�s avanç�s
d�s antibiótic�s.
Nas regiões de cabeça e pescoço, principalmente na boca, é uma das áreas altamente
contaminadas por uma microbiota específica, além das que habitam fora dela, como a
pele, instrumentais, móveis, equipament�s e etc. Devem�s n�s preocupar com maior
interesse para evitar levarm�s estas bactérias para dentro do n�sso campo cirúrgico,
observando rigor�samente a cadeia asséptica.
- Aspect�s microbiológic�s
O consultório odontológico é um ambiente altamente contaminado, seja por bactérias
ou por vírus vind�s da boca do paciente, pelas mã�s d�s CD e assistentes, seja por
gotículas eliminadas durante �s procediment�s, pelo aer�ssol contaminante ou pel�s
instrument�s e equipament�s contaminad�s. A prática odontológica expõe de forma
direta e indireta �s pr�issionais e �s pacientes a uma diversidade de micro-organism�s
patogênic�s.
A flora oral normalmente é comp�sta por coc�s anaeróbi�s gram p�sitiv�s
(principalmente estreptococ�s), actinomicet�s, bactérias anaeróbicas e espécies de
candidas.
- Infecção cruzada
É uma transmissão de microrganism�s de uma pessoa para outra por meio de uma
superfície contaminada, instrument�s, do ambiente e de outr�s objet�s.
Na maioria d�s cas�s a infecção cruzada acontece pelo contato com: sangue, saliva,
por inalação ou inoculação com algum tipo de material contaminado.
Na cirurgia, durante a diérese (conjunto de manobras feitas durante o ato cirúrgico)
no ato cirúrgico, se abre uma barreira muito importante contra infecções: o epitélio da
pele e muc�sas podendo �s organism�s se tornarem patogênic�s.
A padronização e manutenção das medidas de bi�ssegurança são essenciais como forma
de redução de risco ocupacional, de infecção cruzada e transmissão de doenças
infecci�sas.
- Bi�ssegurança em odontologia:
A bi�ssegurança é um conjunto de procediment�s adaptad�s ao ambiente com o objetivo
de dar proteção e segurança ao paciente, ao pr�issional e à equipe.
- Antissepsia: É o ato de eliminar todas as formas vegetativas de bactérias
patogênicas de um tecido vivo (paciente), é a descontaminação do meio, onde
será operado.
- Assepsia: É o ato de eliminar todas as formas vegetativas presentes no meio
(consultório), é um conjunto de medidas adotadas para impedir que determinado
meio seja contaminado, é uma forma de prevenção.
- Assepsia e cadeia asséptica: É um conjunto de mei�s empregad�s (atitudes) para
impedir a penetração de bactérias no campo cirúrgico durante um procedimento
(contaminação).
- Procediment�s e instrument�s segundo o risco de contaminação:
Procediment�s crític�s: Quando há penetração no sistema vascular.
- ex: cirurgias e raspagens gengivais
Instrument�s crític�s: São instrument�s de corte ou ponta que penetram n�s tecid�s
subepiteliais. Devem ser obrigatoriamente esterilizad�s
Portanto, TODOS �s procediment�s cirúrgic�s odontológic�s são considerad�s como
crític�s, devendo ser tomado tod�s �s cuidad�s com a bi�ssegurança.
O único meio de prevenir a contaminação é o emprego de medidas de controle de
infecção, como:
1. Esterilização do instrumental
2. Desinfecção d�s equipament�s e ambiente
3. Lavagem criteri�sa das mã�s
4. Uso de EPI
5. Utilização de barreiras
6. Antissepsia do paciente
7. Desparamentação
Pass�s a serem seguid�s:
1. Preparo pré-operatório
2. Paramentação básica antes da escovação
3. Antissepsia das mã�s
4. Vestindo capote cirúrgico
5. Calçando luvas estéreis
6. Montagem d�s camp�s estéreis
7. Preparo do auxiliar
8. Desparamentação
9. Higienização das mã�s e limpeza d�s ócul�s
Antes do início do procedimento devem�s conferir:
- Desinfecção do ambiente
- Funcionamento d�s equipament�s
- Troca de água do reservatório
- Colocação de imagens no negat�scópio
1. Preparo pré operatório do paciente
- Avental, touca e pro pé
- Retirar a prótese
- Paciente lavar bem as mã�s e r�sto e passar álcool gel nas mã�s
- Anti Sepsia intrabucal (bochecho) com Digluconato de Clorexidina 0,12%
durante 60 segund�s antes da montagem d�s camp�s estéreis
- Antissepsia da região perioral Clorexidina 2%
- Aferir a PA e FC antes do procedimento e durante caso seja necessário. A
auxiliar deve realizar esses procediment�s tomando �s devid�s cuidad�s para que
não ocorra contaminação do campo estéril.
- Antissepsia da região perioral Clorexidina 2%
- Calçado com luvas de procedimento, o CD ou a auxiliar deve preparar uma
gaze com o auxílio de uma pinça que será descartada.
- A solução antisséptica é dep�sitada sobre a gaze.
- Realizar antissepsia extra bucal da área mais nobre do centro, incluindo �s
lábi�s.
- Passar a gaze somente em um sentido e não voltar em áreas já degermadas.
- O paciente não pode tocar em nenhuma parte do r�sto que foi degermada.
2. Paramentação básica da equipe.
- Jaleco limpo ou pijama clínico
- EPI
- Remoção de adorn�s
3. Antissepsia das mã�s
1. Molhe bem as mã�s
2. Cubra as mã�s com abundante sabão desgermante
3. Esfregue bem as palmas das mã�s
4. Lave as palmas com �s ded�s entrelaçad�s
5. Repita esta etapa com a outra mão
6. Esfregar ponta d�s ded�s na palma da mão
7. Esfregar o polegar direito com a palma da mão esquerda e vice versa
8. Esfregar novamente ponta d�s ded�s na palma da outra mão
9. Enxaguar bem todo sabão
10. Enxugar com a toalha que vem no kit cirúrgico
11. Usar a toalha para desligar a torneira
4. Vestindo capote cirúrgico
- OBJETIVO: Proteger o pr�issional de secreções, fluid�s(saliva), sangue ou
evitar contaminação do campo cirúrgico (contaminação cruzada).
- São vestimentas para realização ou participação em ato cirúrgico.
- São colocad�s por cima do jaleco ou pijama cirúrgico.
- Devem ser de manga longa.
- Deve p�ssuir elásticon�s punh�s e uma abertura p�sterior para fechamento pelo
auxiliar.
Como vestir o jaleco cirúrgico?
- Inicia pela abertura d�s invólucr�s contendo o kit cirúrgico estéril e luvas
cirúrgica estéril pelo auxiliar antes da escovação das mã�s.
- O cirurgião e auxiliar já devem estar devidamente paramentad�s com ócul�s,
máscara e touca.
- Tocar somente a parte externa do pacote, normalmente essas embalagens p�ssuem
extremidades vertidas para facilitar esse processo
- Dentro d�s kits �s camp�s vem ordenad�s seguindo a sequência da paramentação
e montagem das barreiras
Como vestir o jaleco cirúrgico passo a passo:
1. Pegar o avental com as pontas d�s ded�s pelo lado interno e p�steriormente
elevá-lo trazendo-o para fora do invólucro.
2. Abrir o capote com moviment�s delicad�s e firmes, tendo cuidado que não
enc�stá-lo em outras superfícies ou objet�s.
3. Segurar o capote afastando do corpo, e introduzir um d�s braç�s em direção
superior, mantendo �s membr�s superiores elevad�s, na sequência introduzir o
outro braço.
4. Dar as c�stas ao auxiliar para que o avental seja ajustado a�s braç�s. O
auxiliar puxa o capote pela parte interna, sem contaminá-lo, por fim as tiras da
parte superior da cintura também devem ser amarradas.
5. Calçar as luvas estéreis: é uma barreira que evita contaminações cruzadas e
acidentes perfurocortantes e agentes abrasiv�s, escoriantes, biológic�s e
químic�s
- As luvas estéreis p�ssuem dois invólucr�s, um externo e outro interno.
- A parte externa deve ser aberta antes da antissepsia das mã�s pelo auxiliar, ele
deve �erecer o pacote de papel contendo as luvas, de modo que o cirurgião toque
apenas no seu invólucro interno de forma cuidad�sa.
- O cirurgião deve tocar apenas sobre o conteúdo interno do pacote, podendo
colocá-l�s sobre uma superfície limpa e seca
- Abrir as dobraduras externas do pacote deixando elas viradas para você, ainda
sem tocá-las.
- Identificar as luvas da mão direita e esquerda, as luvas estéreis não são como as
luvas de procediment�s normais, que são bilaterais.
- Calçar primeiramente uma das mã�s geralmente as pessoas calçam a mão
dominante primeiro.
- Com o polegar e �s primeir�s ded�s da mão não dominante, pegar a borda do
punho da mão dominante, tocando somente a superfície interna da luva invertida.
Com �s ded�s esticad�s da mão dominante tocando apenas na borda do punho,
deslize �s ded�s para dentro da luva.
- Com a mão dominante enluvada, coloque �s ded�s suavemente sob o punho da
segunda luva tocando somente na superfície externa da luva, puxando
cuidad�samente a segunda luva sobre a mão não dominante.
- Uma vez que a segunda luva já tenha sido calçada, entrelaçar �s ded�s das duas
mã�s para melhorar a adaptação e se necessário puxá-las(tocando somente na
parte externa estéril) para ajustar as mangas do capote.
6. Montagem d�s camp�s estéreis, barreiras
- Objetiv�s: Manutenção da cadeia asséptica criando barreiras à contaminação
- O CD calçado as luvas, deve pegar �s camp�s estéreis e p�sicionam�s em todas
as superfícies que devem ser protegidas
Mangueira de aspiração
Bancadas
Equipo odontológico
Cuspideira
Refletor
Campo fenestrado
1* P�sicionar campo estéril para proteger mesa cirúrgica, colocar caixa estéril sobre a
mesa e distribuir instrumental de acordo com a sequência cirúrgica.
- A auxiliar pode ir despejando ou entregando para o CD, outras matérias para
colocar sobre a mesa cirúrgica SEM tocar na parte interna estéril (fio de
sutura, gaze, lâmina de bisturi, anestésico etc..)
- Se não foi feito no primeiro momento a assepsia bucal do paciente, fazer nesse
momento usando pinça de a�ys e gaze estéril com clorexidina 2%. Não utilizar
a pinça durante a cirurgia.
Adaptação do campo fenestrado no r�sto do paciente
1. Ajustar no r�sto de paciente e evitar tocar no paciente
2. Avisar paciente para não tocar na superfície
3. Bastante cuidado para não contaminar o campo cirúrgico nem a luva.
4. A mangueira de aspiração pode ser fixada ao campo
cirúrgico utilizando a pinça Backhaus.
- Auxiliar abre o invólucro e entrega para o CD devidamente paramentado
(luvas estéreis e capote cirúrgico estéril).
- Dependendo do material (lâminas de bisturi, agulhas, brocas, fi�s de sutura)
ele pode ser dep�sitado na mesa, ou preferencialmente ser entregue ao cirurgião.
- Ter cuidado ao abrir as embalagens com �s materiais, para que não rasgue ou
deixe cair no chão.
Sugador:
- O auxiliar abre a embalagem com o sugador estéril e �erece ao cirurgião
- O cirurgião pega e abre um d�s protetores de mangueira, permitindo que o
auxiliar introduza sua porção inicial.
- O adaptador de mangueira deve ser colocado a�s pouc�s, de forma que o
cirurgião enc�ste somente nas superfícies estéreis. O auxiliar pode facilitar o
processo, puxando a parte inferior do protetor.
- Ao final, o cirurgião deve encaixar o sugador na mangueira e fixá-lo com o
auxílio da fita adesiva do próprio protetor.
7. Preparação do auxiliar
- Quando o ambiente cirúrgico é preparado.
- Seguir �s mesm�s pass�s realizad�s pelo CD.
- O CD pode ajudar na colocação do capote enc�stando somente na parte
EXTERNA.
- Parte p�sterior terceira pessoa.
8. Pós cirúrgico imediato
- Após finalizado o ato cirúrgico, remover cuidad�samente o campo cirúrgico.
- Limpeza da cavidade oral a fim de remover excesso de coágul�s, sangue e saliva.
- Limpar a língua com gaze.
- Limpar a face com soro ou Clorexidina 2%.
- Levar instrumental contaminado para a esterilização.
9. Desparamentação
- A equipe de pr�issionais deve estar treinada para realizar de forma correta e
adequada não só a paramentação pré-operatória, mas também a
desparamentação.
- Logo após a cirurgia, devem�s n�s manter preocupad�s em relação a
bi�ssegurança, seguindo uma sequência lógica e garantindo uma barreira efetiva
que proteja �s pr�issionais e pacientes.
Os EPIs devem ser removid�s na seguinte ordem
1. Luva cirúrgica
2. Capote cirúrgico
3. Touca ou gorro
4. Ócul�s
5. Máscara
Técnica para remoção de luvas cirúrgicas:
- Com as duas mã�s enluvadas, segure a parte externa de uma luva na parte
superior do pulso.
- Retire esta primeira luva afastando-se do corpo e do pulso até as pontas d�s
ded�s, virando a luva de dentro para fora
- Segure a luva que você acabou de remover em sua mão enluvada. Com a mão sem
luva, retire a segunda luva inserindo �s ded�s dentro da luva na parte superior
do pulso.
- Vire a segunda luva do avesso enquanto a inclina para longe do corpo, deixando
a primeira luva dentro da segunda. Descarte as luvas em lixo apropriado.
Técnica para remoção do capote cirúrgico
1. Abra as tiras e solte as amarras.
2. Empurre pelo pescoço e pel�s ombr�s, tocando apenas a parte interna do capote.
3. Retire o capote pelo avesso.
4. Dobre ou enrole e descarte em recipiente apropriado.
5. Lave as mã�s com água e sabão ou higienize com álcool 70%.
Considerações finais:
- Devem�s n�s atentar para que não levem�s bactérias para n�sso campo
cirúrgico, evitando assim dan�s para n�sso procedimento.
- Realizando uma boa bi�ssegurança estarem�s também n�s protegendo de serm�s
contaminad�s por cert�s vírus, como por exemplo:
• Influenza(gripe).
• Sarampo.
• Tubercul�se.
• Hepatite(A,B,C)
• HIV.
• Dentre outr�s.
Dentes inclus�s
Impactação dental: Dentes impactad�s, são dentes que não conseguiram “sair”, nascer.
É um problema frequente, bastante observado, principalmente em dentes como:
- terceir�s molares inferiores e superiores
*N�s cas�s de terceir�s molares, alguns pacientes acreditam que não p�ssuem o dente
devido ao fato de nunca ter irrompido, e nesses cas�s devem�s pedir exames de imagem
como, rx panorâmica para confirmar se há ou não o dente.
- canin�s superiores
- pré-molares superiores e inferiores
Geralmente, a impactação é um resultado de uma obstrução mecânica que impede a
migração de um um dente ao seu estado normal ou p�sição fisiológica na arcada
dentária.
- É considerado um dente incluso,o elemento que, chegando à sua época normal de
erupção (cada dente tem uma época certa de erupcionar), não irrompeu na
cavidade oral.
- Tod�s �s dentes inclus�s devem ser removid�s, desde que �s benefíci�s sejam
maiores que �s malefíci�s. Cada caso é um caso.
- Quando o dente não é removido deve ser preservado.
- É um cisto em potencial
A remoção precoce (16/18 an�s) reduz a morbidade pós-operatória e permite uma
cicatrização melhor, pacientes mais jovens c�stumam tolerar melhor a cirurgia.
O período ideal para a remoção cirúrgica desses dentes é após a formação do primeiro
terço radicular e antes da formação do segundo terço.
Indicação para remoção de dentes inclus�s:
- Falta de espaço
- P�sicionamento incorreto
- Pericoronarites recorrentes
- Reabsorção ou cáries (segundo molar)
- Indicação protética ou ortodônticas
- Process�s patológic�s associad�s ao elemento
- Sintomas de etologia indeterminadas (dor na ATM, cefaléia, zumbid�s)
Contra-indicação para remoção de dentes inclus�s:
- Má condições sistêmicas do paciente
- Proximidades com acidentes anatômic�s importantes
- Pacientes id�s�s
- Pacientes muito jovens
- Processo infecci�so agud�s
- Curvatura anormal das raízes
- Proximidade com o canal mandibular ou seio maxilar
- Grande densidade óssea (+ comum paciente id�so)
- Espaço folicular coberto de �sso
- Hipercement�se
Dentes inclus�s podem causar problemas n�s dentes vizinh�s, como, cáries, absorção da
raiz, gengivite, periodontite, devido à grande dificuldade de higienização.
Fatores que complicam a técnica operatória:
- Anquil�se (união dente e �sso)
- Músculo orbicular pequeno
- Abertura da boca limitada
- Língua grande e incontrolável
Classificação de dentes inclus�s:
Existem basicamente quatro classificações:
- Natureza do tecido de recobrimento - Avalia o tecido que recobre o elemento
dental
Classificação de winter :
- Avalia o p�sicionamento do terceiro molar em relação ao longo eixo fisiológico
do segundo molar inferior
Vertical: O molar incluso está paralelo ao longo eixo do segundo molar, de forma
geral, são essas inclusões mais fáceis de serem executadas, fazer �steotomia para
remoção.
Mesioangular: está voltado para a mesial, remove �sso na distal para apoio, desgasta
um pedaço da coroa na mesial para luxar o dente.
Distoangular: Voltada para a distal é complicado a remoção, vai remover mais �sso
para a distal.
Horizontal: O dente está totalmente deitado, com a face oclusal voltada para o
segundo molar, separa, faz uma �steotomia maior, primeiro a coroa.
Invertido: O dente incluso está de cabeça para baixo
Classificação de Pe� e Gregory:
- Avalia o p�sicionamento do elemento no sentido ocluso-apical e entre a distal
do segundo molar e �s ram�s mandibulares
P�sição A: não precisa extrair (horizontal), se tiver no mesmo nível não precisa extrair
se não quiser. Mesmo nível d�s outr�s dentes
P�sição B: Oclusal/cervical, coberto no tecido mole.
P�sição C: Mais baixo, vai ultrapassar o ramo mandibular.
Classe 1- dente fora do ramo, horizontal
Classe 2 - dentro do ramo, pode causar parestesia quando for luxar, pode fazer
pressão no nervo
Classe 3 - completamente dentro do ramo, com certeza terá parestesia.
Classificação segundo o tipo de inclusão:
- As inclusões podem ser ósseas, sub-muc�s�s e semi-inclusões
Natureza do tecido de recobrimento:
● Intra ósseo: Totalmente circundado por tecido ósseo
● Semi-incluso: Comunicação com a cavidade bucal, não atinge a erupção
completa
● Submuc�so: Quando o dente perfura a cortical óssea, permanece incluso e
coberto com muc�sa
Classificação de dentes inclus�s superiores:
- Natureza do tecido de recobrimento dental
- Quanto à angulação
- P�sição A, B e C segundo Pe� e Gregory
P�sição A, B e C de Pe� e Gregory
- P�sição A- Plano do terceiro molar no mesmo nível que o do segundo molar
- P�sição B- Plano oclusal do terceiro molar entre o plano oclusal e a cervical
do segundo molar
- P�sição C- Plano oclusal do terceiro molar abaixo do plano oclusal e a
cervical do segundo molar
Osteotomia terceir�s molares inferiores:
- Remover com broca esférica número 4,5 ou 6, 702 ou zecrya
- Remover o �sso até o linha equatorial do elemento (linha que passa por todo o
dente)
- Face oclusal, vestibular e distal
- Evitar face lingual
Fatores que fazem a impactação cirúrgica men�s difícil
•P�sição mesioangular
• Ramo classe I
• Pr�undidade classe A
• Um terço ou 2 terç�s da raiz formada
• Raízes cônicas fusionadas
• Ligamento periodontal amplo
• Folículo grande
•Osso elástico
• Separação do segundo molar
• Separação do nervo alveolar inferior
• Impactação em tecido mole
• Distoangular
• Ram�s classe 3
• Pr�undidade classe 3
• Raízes finas e longas
• Raízes curvas divergentes
• Ligamento periodontal estreito
• Folículo pequeno
• Osso denso
• Contato com o segundo molar
• Proximidade do canal alveolar inferior
• Impactação óssea completa
Alveolite
- Ocorre em 1% d�s cas�s;
- Pode ocorrer no pós operatório de extrações dentárias;
- Pode ser consequência de uma inflamação anterior.
Pode ser de duas formas:
- Alveolite seca: não tem secreção, o coágulo saiu do alvéolo, é “culpa” do
paciente, que não seguiu as instruções.
- Alveolite úmida: Culpa do cirurgião, teve uma contaminação na hora da
cirurgia,
Alveolite seca:
- Manobra cirúrgica difícil
- Fratura do �sso alveolar
- Ausência do ponto cirúrgico
- Displicência do paciente no pós operatório
Alveolite úmida:
- Presença de coágulo
- P�sterior a alveolite seca
- Infecção por objet�s contaminad�s
Alveolite seca:
- Dor intensa
- Odor forte
- Osso visível
Alveolite úmida:
- Febre
- Dor
- Presença de pus
3 dias já começa �s sintomas
A alveolite pode ocorrer em cirurgias abertas ou fechadas.
Fatores etiológic�s:
- Uso de tabaco
- Uso de contraceptiv�s (em cas�s muito rar�s)
- Uso de corticoides (corticoide deve ser prescrito pelo men�s por 3 dias, evita que
tenha muita retenção de líquido)
- Trauma cirúrgico
- Higiene do paciente (paciente pode higienizar, mas de forma calma, a partir do
segundo dia, não pode fazer bochecho, e deve usar uma escova bem macia)
- Problemas sistêmic�s
- Quebra da cadeia asséptica
O bochecho pode fazer com que ocorra que o coágulo saia e faça que tenha uma
alveolite. A partir do terceiro dia pode fazer o bochecho.
Tratamento:
O tratamento da alveolite visa:
- Cura da infecção
- Alívio da dor
- Propiciar ciclo regenerativo
Alimentação n�s 3 primeir�s dias, líquido/ past�so, em temperatura ambiente. Após 3
dias pode mastigar do lado op�sto da cirurgia.
Tratamento de alveolite:
- Não utilizar sutura de qualquer tipo; (simples ou em X)
- Para alívio da dor, prescrever dipirona 500mg ou 1g com interval�s de 4/4
horas ou de 8/8 horas por 2 dias, em caso de persistência da dor prescrever
anti-inflamatório
- Acompanhar a evolução do quadro
- Na persistência ou agravamento d�s sintomas, instruir tratamento com
antibiótic�s (amoxicilina de 500 mg)
- Anestesia local, pela técnica de bloqueio d�s nerv�s alveolares, seguida de
infiltrativa no fundo do saco
- Remoção de depósit�s de cálcul�s e placas gr�sseiras das áreas envolvidas,
respeitando a tolerância do paciente
Outras medicações:
- Óxido de zinco e eugenol
- Alveolar e alveogyl
Pericoronarite:
- É um processo inflamatório de caráter agudo ou crônico que se desenvolve n�s
tecid�s gengivais que recobrem as coroas d�s dentes em erupção ou parcialmente
erupcionadas
- Decorrente do desenvolvimento de colônias bacterianas
- Com o acúmulo das bactérias no espaço entre a gengiva e o elemento dentário, o
tecido torna se edemaciado e. com sintomatologia dolor�sa
Não se deve operar antes de tratar a pericoronarite, precisa irrigar bastante para fazer
uma limpeza, e deve prescrever medicament�s. Ocorre devido ao dente, e só melhorará
quando retirar o dente. Ocorre em dentes que não estão erupcionad�s por completo, tem
duas opções, remover o dente ou remover otecido, se não remover irá voltar novamente.
Pode estar tão grande e chegar a ocorrer contato oclusal.
Sintomas:
- Dor (ouvido, garganta e assoalho da boca
- Os tecid�s apresentam-se com uma coloração vermelha devido a hiperemia do
local, pode se parecer com alveolite seca.
Causas:
- Ocorre com maior frequência na erupção d�s terceir�s molares mandibulares
- Retenção de placa dentária e rest�s de alimento sobre o capuz
- Traumatismo d�s tecid�s molares devido a mastigação
- O extravasamento do plasma sanguíneo, quando em excesso gera edema que pode
espalhar-se para a região do ângulo da mandíbula, causando limitação da
abertura da boca
- Pode se observar a presença de pus, após a sondagem periodontal (primeiro
precisa anestesiar)
- Manifestações locais e sistêmicas: Linfadenite, febre e mal estar geral.
Protocolo de tratamento:
- Anestesiar o local, pela técnica de bloqueio regional d�s nerv�s alveolar
inferior e lingual, seguida de infiltração do fundo do saco gengival para
anestesia do nervo bucal.
- Remover �s depósit�s gr�sseir�s de cálculo e placa dentária, por meio de
cuidad�s a instrumentação das áreas envolvidas, supra e subgengival,
limitando-a de acordo com a tolerância do paciente.
- Irrigar abundantemente o local com solução fisiológica estéril e em seguida,
com solução de clorexidina 0,12%.
- Orientar o paciente com relação à higiene oral, salientando a importância do
combate à placa.
- Prescrever bochecho com clorexidina 0,12% durante 7 dias.
- Prescrever dipirona 1g de 8/8h e nimesulida 100mg. Em caso de pacientes
alérgic�s pode prescrever paracetamol e ibupr�eno.
- Reavaliar após 24h
- Caso necessário medicar com antibiótic�s
Uso de antibiótic�s:
Duração do tratamento:
- Inicialmente preservar 3 dias de antibiótico
- Avaliar após 3 dias
- Com base na remissão d�s sintomas? manter ou não a terapia pelo tempo
necessário
- Dificilmente a duração do tratamento ultrapassará o período de cinco dias.
Hemorragias:
- Em algumas cirurgias podem surgir acidentes e complicações
- As hemorragias são as complicações mais comuns no consultório odontológico
- Mais prevalentes: exodontias múltiplas e complicadas.
Geralmente, hemorragia é colocar uma gaze e pedir ao paciente para morder ela, vai
parar bem rápido.
É mais comum uma hemorragia do que um alveolite.
Classificação das hemorragias:
- As hemorragias podem ser classificadas de acordo com sua localização, origem,
quanto à natureza d�s vas�s, quanto ao seu momento
- Quanto a localização: Interna e externa
- Quanto a origem: Osso ou tecido moles
- Quanto à natureza d�s vas�s: artéria, capilares e veias
- Quanto ao momento: imediata ou mediata
Prevenção na odontologia:
- A anamnese é de suma importância para estabelecer a causa
- Se relatad�s algum tipo de problema hematológico ou discrasia sanguínea deve
se avaliar a p�ssibilidade de atendimento em ambiente h�spitalar
- Solicitar exames complementares pré-operatóri�s
Paciente que toma AAS deve suspender o uso
Causas das hemorragias:
- As causas das hemorragias podem estar relacionadas a fatores predisponente a
hemorragia
- Causas médicas: trans operatórias e pós operatórias
- Enfermidades ou situações sistêmicas alteradas
- Hipertensão, neoplasias, hem�ilia? leucemia, anemia
- faltas de vitaminas
- durante a anamnese do paciente deve se perguntar ao paciente sobre o uso de
alguns medicament�s, como: AAS e heparina (só suspender com consenso do
médico)
Trans operatórias
- Hemorragias que ocorrem quando a cirurgia está sendo realizada, hemorragias
por defeit�s cirúrgic�s ou por traumas.
- É bem difícil descobrir no momento da cirurgia de onde está vindo o
sangramento, por isso o ideal é usar a gaze e anestésico.
Pós operatória: é provocada pelo próprio paciente no período de recuperação
- cuspir, fumar, fazer sucção, bochechar, ingestão de aliment�s quentes, pressão
excessiva sobre a área cirúrgica, fazer esforço físico.
Sinais clínic�s:
- Palidez
- Pele fria
- Pulso acelerado
- Fraqueza
Eles são muito importantes para o dentista e o paciente saberem que podem modificar
no corpo em cas�s que você está com sangramento excessivo.
- Levantar a cadeira
- Pedir o paciente que morda a gaze
- aferir a pressão
- �erecer água
Protocolo de atendimento:
- manter a calma, para transmitir segurança ao paciente
- irrigar bastante com SF para limpar a área
- anestesiar por meio de bloqueio regional
- remover sutura quando presente
- tentar localizar o ponto de sangramento ou avaliar se a hemorragia é difusa
● avaliar a pressão arterial sanguínea pois as medidas locais de hem�stasia
podem não ser eficazes em pacientes com pressão arterial muito elevada
● comprimir, tamponando o local com o auxílio de uma gaze estéril e aguardar 5
minut�s, aspirando sempre para evitar a deglutição
● conter o sangramento com medidas locais: compressão de vas�s sanguíne�s e
suturas oclusivas.
● em caso de melhora de sangramento, orientar o paciente a morder a gaze e
aguardar 15 minut�s, se a hemorragia controlar pode dar alta para o paciente
● prescrever dieta líquida e fria
● recomendar cuidad�s, evitar esforç�s físic�s, exp�sição demasiada ao sol e
bochech�s de qualquer espécie durante 48h
● marcar o retorno após 5/7 dias para remover sutura
● manter contato com o paciente para avaliar a evolução do quadro, tod�s �s dias

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