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Slides de aula - Unidade II

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Profa. Dra. Vanda Nascimento
UNIDADE II
Processos Grupais
1. Processos grupais. Fundamentos teóricos e técnicos.
2. Práticas com grupos: crianças, adolescentes, adultos e 
pessoas idosas. 
 Dinâmica de grupo.
 Psicodrama. Sociodrama. 
 Grupos operativos.
 Oficina de criatividade. 
 Rodas de conversa.
 Intervenção psicossocial.
Apresentação: conteúdo programático
 Afonso (2006):
 Trabalho estruturado com grupos.
 O número de encontros pode variar.
 Tem como foco “uma questão central que o grupo se propõe a elaborar, em um contexto 
social”.
 “Envolve os sujeitos de maneira integral, formas de pensar, sentir e agir.” (p. 8)
 Possui quatro etapas de preparação: demanda, pré-análise, foco e enquadre, e
planejamento flexível. 
 Enquadre: papel do coordenador, fases e processos grupais 
(formação de sentimento e identidade de grupo, surgimento de 
diferenças e construção de condições de produtividade do 
grupo e fim do grupo), processos intersubjetivos no grupo e a 
técnica como linguagem.
Oficinas
 Cupertino (2008) – a partir do pensamento fenomenológico.
 Prática psicológica uso de recursos expressivos natureza artística.
 “Realizadas em encontros grupais, estimulam os participantes a utilizar variadas formas de 
expressão para lidar com temas definidos a partir das demandas do próprio grupo, 
favorecendo a transformação das relações e uma ampliação dos horizontes existenciais de 
cada um, pela troca de experiências e vivência compartilhada da multiplicidade de formas
de existir.” (CUPERTINO, 2008, p. 2, grifo nosso)
 “Acontecem onde a vida do interlocutor (pessoa, grupo e 
instituição) acontece. 
 Seu objetivo é oferecer as condições para que possam ser 
abordadas, compartilhadas e discutidas questões importantes 
de sua vida, para transformá-las, se for o caso, já que essa 
modalidade de intervenção pode ter um caráter preventivo 
e/ou terapêutico, de acordo com as necessidades dos 
envolvidos.”
(CUPERTINO, 2008, p. 7, grifo nosso)
Oficinas de criatividade
 Metodologia participativa – origem nos círculos de cultura de Paulo Freire no seu método
de alfabetização.
 Valorização do saber e recursos do grupo.
 Ênfase na dialogia e horizontalidade.
 Utilização de outros recursos metodológicos e técnicos – técnicas de relaxamento e 
dinâmicas de grupo.
 Papel do profissional – facilitar a comunicação intragrupal.
 “A roda de conversa tem como objetivo a socialização, construção coletiva de significações e 
compartilhamento de informações em grupos.”
(CUNHA, 2018, p. 23)
 Saúde – Série SUS: Você sabe como fazer uma roda
de conversa?
Rodas de conversa
 Demanda.
 Objetivos.
 Sessão única.
 Grupos homogêneos ou heterogêneos. 
 Grupo aberto ou fechado.
 Número de participantes. 
 Enquadre: duração, frequência, faltas, sigilo. 
Combinados/negociações do grupo.
Composição dos grupos e oficinas
Fonte: Adaptado de: 
https://media.istockphoto.com/id/470195290/pt/foto/vista-superior-de-
jovens-adultos-sentado-em-um-c%C3%ADrculo-em-
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Grupo para quem? 
 Clínica, instituições e comunidades. (Educação, Saúde e Assistência Social). 
 Contexto histórico e social.
 Compromisso éticos do profissional e do grupo.
 Postura acolhedora. Reconhecer e legitimar o saber do grupo.
 Escuta implicada.
 Ambiente adequado. Possibilidade de acolhimento.
Cuidados éticos 
 Modalidades de grupos: psicoterapêutico, psicoeducativo, operativos, oficina, roda de 
conversa, discussão, reflexão, compartilhamentos.
 Características do grupo – contexto histórico e social – instituição/comunidade.
 Mediação. Facilitação da comunicação intragrupal, do trabalho grupal com insight, superação 
das resistências à mudança, foco na tarefa ou objetivos, elaboração psíquica.
 Problematização de questões relacionadas ao tema e objetivos do trabalho grupal.
 Relação o mais simétrica possível – horizontal, e não verticalizada. 
 Atenção com as relações permeadas pelo “saber-poder” disciplinar.
 Gostar de trabalhar com grupos. Formação. Experienciação do encontro grupal. 
 Capacidade de escuta, síntese e integração.
Características da observação:
 Participante ou não.
 Com ou sem roteiro previamente definido.
 Auxilia no trabalho de coordenação/facilitação. 
Coordenação – facilitação do trabalho grupal
 Desafio e aprendizado: ver o grupo como grupo. Constituição do grupo
(vínculo e interpendência).
 O grupo não existe a priori, mas se constitui por meio da formação de vínculo e da relação 
de interpendência entre seus membros.
 Enquadre.
 Resistências.
 Verticalidade e horizontalidade.
Manejo grupal
O coordenador de um grupo operativo deve:
a) Adotar postura firme e diretiva e aglutinar os integrantes do grupo em torno de 
determinados temas para que se alcance o objetivo proposto.
b) Adotar postura totalmente aberta e não diretiva para que os objetivos do grupo
surjam espontaneamente.
c) Adotar postura aberta, não diretiva e intervir apenas quando dificuldades emocionais 
(conscientes ou inconscientes) do grupo dificultam a realização da tarefa grupal.
d) Ter uma proposta pedagógica e seguir as orientações 
iniciais de Della Rosa para aplicação dessa técnica no 
contexto de ensino-aprendizagem.
e) Adotar postura terapêutica no que diz respeito à 
subjetividade dos integrantes do grupo e, simultaneamente, 
adotar postura que favoreça a interação social dos 
integrantes do grupo quando fora da sessão.
Interatividade
O coordenador de um grupo operativo deve:
a) Adotar postura firme e diretiva e aglutinar os integrantes do grupo em torno de 
determinados temas para que se alcance o objetivo proposto.
b) Adotar postura totalmente aberta e não diretiva para que os objetivos do grupo
surjam espontaneamente.
c) Adotar postura aberta, não diretiva e intervir apenas quando dificuldades emocionais 
(conscientes ou inconscientes) do grupo dificultam a realização da tarefa grupal.
d) Ter uma proposta pedagógica e seguir as orientações 
iniciais de Della Rosa para aplicação dessa técnica no 
contexto de ensino-aprendizagem.
e) Adotar postura terapêutica no que diz respeito à 
subjetividade dos integrantes do grupo e, simultaneamente, 
adotar postura que favoreça a interação social dos 
integrantes do grupo quando fora da sessão.
Resposta
 Surge da interface entre a psicologia clínica e a psicologia social. (NEIVA, 2010).
 Visa ao bem-estar psicossocial dos indivíduos, grupos e comunidades; busca de 
transformação, mudança, pesquisa e ação. (LOPES; NASCIMENTO, 2016)
 “O interventor facilitador é um profissional que busca provocar transformações nas formas de 
vida dos grupos em que atua, realizando esta tarefa de acordo com o desejo e as demandas 
do próprio grupo. (SILVA; CORGOZINHO, 2011, p. 17)
 Visa à transformação social ainda que possibilite a 
transformação individual.
 "A pesquisa permeia todo o processo, desde a análise da 
demanda e o mapeamento das necessidades psicossociais 
até a etapa final de avaliação da intervenção. É esse caráter 
científico que produz reflexão, crítica e reformulação.”
(NEIVA, 2010, apud LOPES; NASCIMENTO, 2016, p. 16).
Intervenção psicossocial
 Hospital universitário no nordeste do Brasil – SUS. 
 7 homens e 36 mulheres (residência multiprofissional), com idades entre 22 e 30 anos, das 
áreas de psicologia, serviço social, fonoaudiologia, enfermagem, fisioterapia, nutrição, 
odontologia e farmácia (p. 3).
 Teve aproximadamente duas horas e trinta minutos de duração. A psicóloga (papel de 
diretora) conduziu o sociodrama com o apoio de duas psicólogas. 
 Objetivo: acolher os residentes em sua fase de iniciação (R1) e finalização de ciclo (R2), 
como um rito de passagem: um momento que favorecesse a troca de experiências, partilha 
de sentimentos e legitimação das emoções. (p. 4)
 “O sociodrama foi realizadoem torno do conflito grupal: “A 
inserção na residência multiprofissional e os sentimentos 
emergentes dos residentes.” (p. 3)
 Etapas: aquecimentos, dramatização (vivências de cenas) 
e compartilhamento.
 Cenas: crescimento, resiliência, persistência, evolução, 
desafio e sonho.
(LEITE; LISBOA; FORMIGA, 2022)
Intervenção sociodramática no contexto hospitalar – exemplo
 Na dramatização, são trabalhados os conceitos de papel, de espontaneidade e
da criatividade.
 Papel é composto pelos aspectos coletivo e individual. Considera-se que a forma como o 
indivíduo se relaciona é resultado de aspectos particulares do indivíduo e de sua vida social. 
 “O desenvolvimento de novos papéis para o ser humano é complexo, pois necessita de uma 
postura flexível para integrar as novas condutas e para se relacionar com os contrapapéis 
dos demais indivíduos.”
 Espontaneidade e criatividade – “consideradas intrínsecas ao 
ser humano, contudo, deixam de ser em função das 
adversidades do meio ambiente, as quais geram modelos de 
comportamentos estereotipados, fixos, identificados como 
conservas culturais ainda que, em determinado momento, 
tenham representado uma criação espontânea.” (p. 4)
 Comportamentos que levam ao adoecimento do indivíduo. 
(LEITE; LISBOA; FORMIGA, 2022)
Perspectiva de Moreno: síntese
 “O grupo já existia antes de realizarmos as oficinas de psicologia. Teve início em setembro 
de 2012, com a participação de um número bastante modesto de pessoas, as quais 
passaram a se reunir todas as tardes de segunda-feira, durante um período de três horas, 
para conversar, realizar trabalhos manuais, como pinturas, artesanato e, ao final, 
compartilhar um lanche. Em abril de 2013, a integrante do grupo que era responsável pelo 
planejamento das atividades procurou o Departamento de Psicologia da Universidade 
Estadual do Centro-Oeste do Paraná, solicitando um trabalho de fortalecimento do grupo e 
de intensificação do uso do espaço em que ele acontecia.
 Concepção teórico-metodológica que embasou o grupo foi a 
de grupo operativo, de Pichon-Rivière. 
(BEZERRA; BALDIN; JUSTO, 2015)
Oficinas com pessoas idosas 
 Grupo aberto: se iniciou com sete pessoas idosas e encerrou com dezoito mulheres com 
idade entre 60 e 85 anos.
 Três etapas: socialização e identidade grupal; senso-percepção; relação e a produção de 
sentido acerca do passado, presente e futuro.
20 encontros entre os meses de maio e novembro de 2013:
 Oficina com fotografia: a busca pela eternização do passado.
 Oficina de memória: a experiência de prospecção do futuro.
 Oficina sobre o tempo: a compreensão de distintas 
existências e subjetividades.
 Oficina de dramatização: o exercício do protagonismo na
vida privada.
(BEZERRA; BALDIN; JUSTO, 2015)
Oficinas com pessoas idosas
 Coordenação: intervém a fim de que o grupo continue em movimento em prol da tarefa, da 
operatividade, para que não haja cristalizações dos papéis, resistência à mudança e 
estereotipias, ou seja, que a espiral não seja interrompida.
 Resistências à mudança são decorrentes das ansiedades (medo da perda e medo do 
ataque) conteúdo latente e manifesto.
 Pré-tarefa – tarefa e projeto. 
 Observação: registros da comunicação intragrupal.
Intervenção – Grupos Operativos de Pichon-Rivière
 “A roda de conversa em Salvador foi realizada no Conselho de Desenvolvimento da 
Comunidade Negra do Estado da Bahia (CNDN), em 5 de junho de 2012, para subsidiar a 
elaboração de um dossiê a ser entregue à Comissão Parlamentar de Inquérito da Violência 
contra as Mulheres, a CPMI da Violência, durante suas diligências na Bahia. 
 A roda teve como participantes onze mulheres em situação de violência doméstica e familiar, 
encaminhadas por serviços da Rede de Atendimento e por movimentos sociais, bem como 
algumas representantes de entidades que integram o GT da Rede de Atenção às Mulheres 
em Situação de Violência de Salvador, tendo-se o cuidado de excluir aquelas dos segmentos 
profissionais vinculados aos serviços, de modo a evitar possíveis inibições e/ou 
constrangimentos entre as usuárias. 
 Inicialmente, foi aplicada uma técnica de relaxamento e 
integração do grupo.
 Narrativa da história, dos caminhos percorridos para 
romperem com a violência doméstica e familiar e falarem 
sobre o que lhes aconteceu quando decidiram dar um basta e 
como foi o atendimento nos serviços a que recorreram.” 
(TAVARES, 2015, p. 551). 
Rodas de conversa com mulheres
 “A facilitadora incentivou as mulheres a utilizarem hidrocores e lápis de cera e, em uma folha 
de papel sulfite, registrarem uma frase e/ou desenho que expressasse os caminhos 
percorridos nessa trajetória, deixando-as livres para se deslocarem e/ou se afastarem do 
grupo naquele momento, caso se sentissem mais à vontade para organizarem as ideias. 
Após cerca de dez minutos, a facilitadora pediu que retornassem a seus lugares e, munida 
de um bastão, instruiu as mulheres: 
 Quem quiser falar pega o bastão e, enquanto estiver com ele na mão, tem a palavra, até 
passar para a próxima que quiser falar”. Enfim, foi-lhes solicitado que se apresentassem e 
compartilhassem sua história. “Quem quer começar?”
(TAVARES, 2015, p. 554, grifo nosso). 
Rodas de conversa com mulheres
 “As ‘rodas de conversa’ tiveram como proposta convidar os participantes a debater o tema da 
violência e vulnerabilidade, tendo como mote os recortes de notícias selecionadas de um 
total aproximado de 230 notícias, coletadas do jornal O Globo ao longo de um período de 
nove meses. A intenção do recorte foi buscar, dentro do número total de notícias coletadas, 
reportagens que representassem os três tipos de vulnerabilidade estabelecidos 
anteriormente: ‘social, institucional e individual’. Como veremos a seguir, sete reportagens 
foram selecionadas e utilizadas para fomentar o debate nas ‘rodas de conversas’. 
 Foram realizadas, no período de maio a agosto de 2009, três oficinas, aqui caracterizadas 
como ‘rodas de conversa’, a partir das notícias apresentadas aos jovens.
 Cada encontro teve uma duração média de 1 hora e 30 
minutos e contou com a participação de dez jovens.
 A partir da leitura das notícias nas ‘rodas de conversas’, duas 
questões foram colocadas para incentivar o debate entre os 
jovens e as pesquisadoras, a saber: por que os jovens 
morrem? Como eles morrem?”
(CORRÊA; JOBIM E SOUZA, 2011, p. 468)
Oficinas com adolescentes – roda de conversa
Aspectos favoráveis de sua utilização:
 Diferentes populações e contexto.
 Diversidade de recursos técnico-metodológicos.
 Pode acontecer em um ou mais encontros.
 Viabilização de problematização de questões, elaboração psíquica e produção grupal.
 Trabalho com foco temático relacionado à demanda do grupo, instituição ou comunidade.
 Possibilidade de expressão espontânea e de um processo criativo, por meio do uso de 
materiais que permitem mais fluidez na comunicação e interação.
Oficinas e rodas de conversa
Existem algumas características básicas das intervenções psicossociais, as quais foram 
identificadas por Neiva (2010), com exceção de:
a) Seu caráter científico, unindo pesquisa à ação.
b) Preocupação em gerar mudança e desenvolvimento.
c) Foco em indivíduos e seus familiares.
d) Ação sobre os problemas atuais da sociedade e necessidades psicossociais de grupos, 
instituições e/ou comunidades.
e) Intervenção focada.
Interatividade
Existem algumas características básicas das intervenções psicossociais, as quais foram 
identificadas por Neiva (2010), com exceção de:
a) Seu caráter científico, unindo pesquisa à ação.
b) Preocupação em gerar mudança e desenvolvimento.
c) Foco em indivíduos e seus familiares.
d) Ação sobre os problemas atuais da sociedade e necessidades psicossociais de grupos, 
instituições e/ou comunidades.
e) Intervenção focada.
Resposta
 AFONSO, M. L. M. Oficinas em dinâmica de grupo: um método de intervenção psicossocial.São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006.
 ANDALÓ, Carmen. Afinal, o que é um grupo? In: Mediação grupal: uma leitura histórico-
cultural. São Paulo: Ágora, 2006, p. 35-70.
 BEZERRA, P. V.; BALDIN, T.; JUSTO, J. S. (2015, julho-setembro). Oficinas de psicologia 
com idosos e as possibilidades de ressignificações do presente e futuro. Revista Kairós 
Gerontologia, 18(3), p. 433-455. ISSNe 2176-901X. São Paulo (SP), Brasil: 
FACHS/NEPE/PEPGG/PUC-SP.
 CORREA, C. S.; JOBIM E SOUZA, S. Violência e 
vulnerabilidades: os jovens e as notícias de jornal. Fractal: 
Revista de Psicologia, Rio de Janeiro, v. 23, n. 3, p. 461-
486, 2011. Disponível em: 
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-
02922011000300003&lng=en&nrm=iso; 
https://doi.org/10.1590/S1984-02922011000300003. Acesso 
em: 28 dez. 2022.
Referências 
 CUNHA, Jeysson Ricardo Fernandes da. Roda de conversa com crianças sobre suicídio: 
uma proposta de educação em saúde mental. Revista Brasileira de Educação e Cultura.
Número XVIII, jul.-dez. 2018. Trabalho 2, p. 17-31. ISSN 2237-3098. 
 CUPERTINO, C. M. B. Atuação em campo com oficinas de criatividade: que psicologia se 
faz? 2008. Disponível em: https://www.npas.com.br/publicaes. Acesso em: 27 dez. 2022.
 FIGUEIREDO, Alessandra Aniceto Ferreira de; QUEIROZ, Tacinara Nogueira de. A utilização 
de rodas de conversa como metodologia que possibilita o diálogo. Disponível em: 
http://www.fg2013.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/20/1384186533_ARQUIV
O_AlessandraAniceto.pdf. Acesso em: 27 dez. 2022.
 LEITE, T. A.; LISBOA, W.; FORMIGA, G. C. B. Sociodrama
como estratégia de promoção de saúde em um hospital 
universitário. Revista Brasileira de Psicodrama, (S. l.), v. 30, 
2022. Disponível em: https://www.revbraspsicodrama.org. 
br/rbp/article/view/535. Acesso em: 1 dez. 2022.
Referências 
 LOPES, L. P.; NASCIMENTO, A. R. A. O que faz uma psicologia social? Intervenção na 
psicologia social brasileira. Psicologia & Sociedade, 28(1), 14-25, 2016.
 NEIVA, K. M. C. Intervenção psicossocial: aspectos teóricos, metodológicos e experiências 
práticas. São Paulo: Vetor, 2010.
 SILVA, Janaína Vilares da; CORGOZINHO, Juliana Pinto. Atuação do psicólogo, 
SUAS/CRAS e psicologia social comunitária: possíveis articulações. Psicol. 
Soc., Florianópolis, v. 23, n. spe, p. 12-21, 2011. 
 TAVARES, M. S. Roda de conversa entre mulheres: denúncias sobre a Lei Maria da Penha e 
descrença na justiça. Estudos Feministas, Florianópolis, 23(2): 547-559, maio-agosto/2015.
Referências 
ATÉ A PRÓXIMA!

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