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Tecnologia e educação introdução dos games nas práticas do estágio supervisionado no processo ensino-aprendizagem

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO 
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA-UFRA 
LICENCIATURA EM BIOLOGIA-CAMPUS DE CAPANEMA, PARÁ 
 
 
 
 
 
 
 
BRUNA MARIA DA SILVA SILVA E FABRÍCIO ROSA DOS SANTOS 
 
 
 
 
 
 
 
TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO: INTRUDUÇÃO DOS GAMES NAS PRÁTICAS DO 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAPANEMA-PA 
2023 
 
 
 
 
BRUNA MARIA DA SILVA SILVA E FABRÍCIO ROSA DOS SANTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO: INTRUDUÇÃO DOS GAMES NAS PRÁTICAS DO 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM 
 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado 
como requisito parcial à obtenção do título de 
Licenciatura em Biologia da Universidade 
Federal Rural da Amazônia. 
 
Orientador: Prof. Doutor Williams Jorge da 
Cruz Macêdo. 
 
 
 
 
 
 
 
CAPANEMA-PA 
2023 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
 Bibliotecas da Universidade Federal Rural da Amazônia 
 Gerada automaticamente mediante os dados fornecidos pelo(a) autor(a) 
 
S237t Santos, Fabricio 
 TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO: INTRUDUÇÃO DOS GAMES NAS PRÁTICAS DO 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM / Fabricio Santos, 
Bruna Silva. 2023. 
 94 f. : il. color. 
 Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Curso de Biologia (Licenciatura), Campus 
Universitário de Capanema, Universidade Federal Rural Da Amazônia, Capanema, 2023. 
 Orientador: Prof. Dr. Wiliams Macedo 
 1. Ensino Médio. 2. Jogos Didáticos . 3. Jogos Digitais. I. Macedo, Wiliams, orient. II. Título 
 
 CDD 373 
 
 
 
 
 
 
 
TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO: INTRUDUÇÃO DOS GAMES NAS PRÁTICAS DO 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM. 
 
Trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso de Biologia da Universidade Federal 
Rural da Amazônia – UFRA/Campus Capanema Como requisito para obtenção do grau de 
Licenciatura em Ciências Biológicas. 
Capanema-PA, 30 de março de 2023. 
Data de aprovação 
 
Banca examinadora 
 
 
Profº. Dr. Williams Jorge da Cruz Macêdo – Orientador 
Doutor em Química 
Universidade Federal Rural da Amazônia 
 
 
Profª. Drª. Salma Saráty de Carvalho – membro 1 
Doutora em Ciências Ambientais 
Universidade Federal Rural da Amazônia 
 
 
Profº. Dr. Felipe Alex Santiago Cruz – Membro 2 
Doutor em Ciências e Matemáticas 
Universidade Federal Rural da Amazônia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Eu, Fabrício Rosa dos Santos, dedico este 
trabalho a minha falecida avó, Maria do 
Socorro Rosa Soares, que por muito tempo 
trabalhou no campo em prol do 
desenvolvimento desse país e minha falecida 
mãe, Maria de Nazaré Rosa dos Santos, que até 
os últimos dias de vida trabalhou na casa de 
terceiros para não deixar faltar o alimento em 
casa. 
 
 
AGRADECIMENTOS 
A minha falecida mãe, Maria de Nazaré Rosa dos Santos, que tanto trabalhou para não 
faltar o pão na mesa, também, minha avó querida que nos deixou recentemente, Maria do 
Socorro Rosa Soares, a qual dedicou sua vida para trabalhar no campo e assim contribuir para 
o desenvolvimento de seu município e da família. 
Agradeço a religião, que me mostrou um caminho, no qual o ser humano sem instrução 
não enxerga, sendo fundamental em minha vida. Aos amigos que a igreja proporcionou, aos 
pastores: Claudia e Marcos Guerra que ensinam não apenas ser temente a Deus, mas a buscar 
conhecimento, pois, sabemos que sem educação nós somos apenas pessoas comuns que serão 
guiadas por outras com mais conhecimento. 
 Aos meus tios que nos ajudaram durante o processo doloroso que foi perder a pessoa 
principal da minha família (minha mãe), que era a provedora do lar, mas com a ajuda deles 
conseguimos passar por esse período juntos. 
A UFRA proporcionou a mim, o alicerce seguro que hoje tenho para me encorajar a 
seguir em frente e buscar novos horizontes, abrindo um leque que antes não conseguia enxergar, 
com pensamento de chegar ao tão desejado doutorado, que assim eu possa retribuir aos anseios 
de minha família. 
Nessa caminhada pude estudar na melhor escola de ensino fundamental e médio de 
todos os tempos que foi meu querido Manoel Lobato que guardo com muito carinho e os 
professores: Josilda e Ligieane de português, Sabas de geografia, Eládio de Química, João de 
biologia, Alexandre de matemática, Valéria de história, António de sociologia, Eulália de 
estudos amazônicos e o professor Samuel de física que formam o corpo educacional 
importantíssimo para a instituição. 
Ao meu professor Williams Jorge da Cruz Macêdo e a professora Salma Saráty de 
Carvalho, que além de orientadores são amigos que cativo com todo carinho, tentando cumprir 
ao máximo o que é designado a mim. 
Meus amigos que conquistei nessa vida: Lucas Reis, Yara, Ingrid, minhas irmãs Jéssica 
e Marcia, meu irmão João Lacerda. Ao grupo bufonilde que tanto me ajudou nessa graduação, 
composto pela Valgéssica, Bruna Maria, Rosane Jamile, Danilo Fernandes e Thaís Quitéria e 
outros que foram cruciais em minha vida. 
Agradeço também, a minha esposa Raineri Melo Costa que veio pra somar em minha 
vida, contribuindo em todos os aspectos, só tenho a agradecer por tudo. Enfim, para que uma 
pessoa tenha sucesso é necessário que outras façam parte de tudo, pois, hipócrita é o homem 
que diz não precisar do outro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Eu, Bruna Maria da Silva Silva, dedico este 
trabalho de conclusão de curso a minha família, 
constituída pelo meu pai Antônio Maria, minha 
mãe Maria Antônia e minha irmã Emily Letícia, 
que me auxiliaram em todos os quesitos para 
que pudesse concluir o curso. Amo vocês! 
 
 
AGRADECIMENTOS 
 
Diante todo esse percurso acadêmico, agradeço primeiramente a Deus por me 
proporcionar e almejar esse momento único no qual posso vivenciar junto com a minha família, 
e dizer eu consegui. Pois, não foi fácil, tantos momentos onde surgiram obstáculos que não 
foram poucos ao longo desses anos, que por muitas vezes pensava que não conseguiria. Mas 
Deus é bom o tempo todo, ele honra, pois me sustentou até aqui por ter me dado forças para 
ultrapassar os dias difíceis. 
Agradeço imensamente aos meus pais, Maria Antônia e Antônio Maria, e minha irmã 
Emilly Letícia que foram primordiais por não ter desistido. Mãe e pai obrigado por tudo, pelo 
suporte financeiro ao longo desta caminhada, pelo amor e compreensão de vocês, obrigada por 
sempre acreditarem em mim, por me apoiar nessa jornada, por serem sempre minha fortaleza 
para encarar os desafios da vida. Vocês fazem parte desse sonho. Essa conquista não é só minha, 
é nossa. Aos meus familiares maternos e também, meu namorado que me acompanham nessa 
trajetória, no qual, estimularam-me a nunca desistir dos meus objetivos, sabendo que no final 
sempre dá cero. 
Aos meus familiares maternos, tios, tias e primos que me acompanharam nessa 
trajetória, onde me estimulavam a nunca desistir dos meus objetivos e que no final sempre dá 
certo. Grata a todos vocês que sonharam junto comigo. 
Ao meu orientador Williams Jorge da Cruz Macêdo e a professora Salma Saráty de 
Carvalho, que contribuíram com seus conhecimentos particulares e se disponibilizaram nas suas 
horas vagas para que este trabalho fosse concluído. Obrigada por esse momento e toda ajuda 
que você me proporcionou neste percurso. Além, de ser meu professor e orientador é um mestre 
em minha formação acadêmica. Com o coração cheio de gratidão, meu muito obrigada! 
E por fim, nesses 4 anos e meiode faculdade Deus foi generoso mais uma vez comigo, 
encontrei pessoa maravilhosas que contribuíram também na minha formação, meu grupo de 
estudo, no qual foi constituído pelo Danilo Fernandes, Fabricio Rosa, Maria Valgéssica 
Oliveira, Rosana Jamile, Thais Quitéria, vocês fazem parte desse acontecimento. 
Ademais, ao Fabricio Rosa dos Santos que se destacou ainda mais, somos parceiro de 
estudo, no qual, estou compartilhando esse momento único e mágico em minha vida. Obrigada 
meu amigo pela oportunidade de fazermos o nosso trabalho de conclusão de curso, onde sempre 
ouve compreensão, parceria e paciência. 
Obrigada meu Deus! 
 
 
 
RESUMO 
 
Este trabalho se debruça sobre a produção científica no âmbito do curso de Biologia 
Licenciatura, a fim de gerar um panorama das teorias que sustentam as discussões sobre a 
criação de jogos didáticos para celular, elaborado através de modelos feitos em sala de aula 
pelos estudantes de biologia do ensino médio no município de Capanema-PA. A pesquisa foi 
realizada no segundo semestre com os alunos do 2º e 3º ano de 2022 na Escola Estadual de 
Ensino Fundamental e Médio João Santos. O objetivo dessa pesquisa foi expor o lúdico, diante 
jogos e maquetes didáticas, no qual podem trazer para a educação benefícios significativos. Em 
seguida, elaborar jogos eletrônicos didáticos para celular através dos modelos feitos pelos 
alunos, fazendo assim, uma ligação com novos conhecimentos e métodos de estudar, que reflete 
ao mesmo tempo nas facetas de conexões de aprendizagem e tecnologia. Esses jogos foram 
elaborados diante os assuntos apresentados pelo professor em sala. Realizou-se um estudo de 
cunho bibliográfico de base secundária, que corresponde a uma revisão da literatura sobre 
estudos que abordem a temática. A literatura científica faz parte de um procedimento que busca 
averiguação, pesquisa, análise crítica e pôr fim, a sinopse dos indícios prontos acerca de um 
tópico buscado. O procedimento metodológico elaborou-se com a pesquisa de campo, no qual 
coletou-se os aparatos necessários, sendo as maquetes feitas pela turma do segundo e os jogos 
didáticos pelo terceiro ano. Em cima desses dados, buscou-se formas de criar jogos que 
identificassem a temática abordada em sala diante os trabalhos dos estudantes. O Software 
Construct foi o escolhido, pois diante os analisados, apresentou script facilitado para a 
construção do jogo eletrônico. Dessa forma, chegou nos resultados esperados, sendo 
apresentado para os alunos, no qual jogaram e refletiram sobre a participação que tiveram. Em 
seguida, coletou-se informações deles e da supervisora através de questionários feitos diante os 
jogos elaborados, com o intuito de analisar o ponto de vista de cada um sobre os benefícios que 
o jogo trouxe, e também, os ajustes que poderiam ser feitos futuramente. Por fim, deixar 
acordado sobre a tecnologia como suporte educacional, funcionando como ferramenta para o 
processo de ensino-aprendizagem. 
 
Palavras-Chaves: Jogos Didáticos. Biologia. Prática Pedagógica. Contruct. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ABSTRACT 
 
This work focuses on the scientific production within the Biology Degree course, in order to 
generate an overview of the theories that support the discussions on the creation of didactic 
games for cell phones, elaborated through models made in the classroom by biology students 
of high school in the city of Capanema-PA. The research was carried out in the second half of 
the year with students in the 2nd and 3rd years of 2022 at the João Santos State Elementary and 
Middle School. The objective of this research was to expose the ludic, in the face of games and 
didactic models, in which they can bring significant benefits to education. Then, develop 
didactic electronic games for cell phones through the models made by the students, thus making 
a connection with new knowledge and methods of studying, which reflects at the same time on 
the facets of learning connections and technology. These games were elaborated on the subjects 
presented by the teacher in the classroom. A secondary-based bibliographic study was carried 
out, which corresponds to a literature review on studies that address the theme. Scientific 
literature is part of a procedure that seeks investigation, research, critical analysis and, finally, 
the synopsis of ready evidence about a searched topic. The methodological procedure was 
elaborated with field research, in which the necessary apparatus was collected, with the models 
being made by the second year class and the didactic games by the third year. Based on these 
data, ways were sought to create games that identified the theme addressed in the classroom in 
view of the students' work. The Software Construct was chosen, because in the face of the 
analyzed ones, it presented an facilitated script for the construction of the electronic game. In 
this way, it reached the expected results, being presented to the students, in which they played 
and reflected on their participation. Then, information was collected from them and from the 
supervisor through questionnaires made in front of the elaborated games, in order to analyze 
each one's point of view on the benefits that the game brought, and also, the adjustments that 
could be made in the future. Finally, make it clear about technology as an educational support, 
functioning as a tool for the teaching-learning process. 
 
Keywords: Didactic Games. Biology. Pedagogical Practice. Construct 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE TABELAS 
Tabela 1 ................................................................................................................................... 49 
Tabela 2 ................................................................................................................................... 52 
Tabela 3- Período de pesquisa e produção dos jogos na turma do segundo ano. .................... 62 
Tabela 4- Período de pesquisa e produção dos jogos na turma do terceiro ano. ..................... 63 
Tabela 5- Organização das repostas da pergunta 4. ................................................................. 68 
Tabela 6- acréscimos e ajustes para o jogo na pergunta 5. ...................................................... 69 
Tabela 7- jogos que gostariam que fossem feitos, destacados na pergunta 6. ......................... 70 
 
 
 
 
 
 
 
 
GRÁFICOS 
Equação 1- fontes que auxiliaram os alunos. .......................................................................... 71 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE ILUSTRAÇÕES 
Figura 1- Localização da E.E.E.F.M. João Santos. .................................................................. 48 
Figura 2– Elaboração da mitocôndria. 
 Figura 3– Exposição da maquete mitocondrial. ...................................................................... 50 
Figura 4– Construção do lisossomo. 
Figura 5– Apresentação da estrutura lisossômica..................................................................... 50 
Figura 6– Produção do complexo de Golgi. 
Figura 7– Apresentação do complexo de Golgi. ...................................................................... 51 
Figura 8– Construção do centríolo pela equipe. 
Figura 9– Apresentação e exposição dos centríolos. ................................................................ 51 
Figura 10– Montagem do Ribossomo e suas estruturas. 
Figura 11– Apresentação do Ribossomo. ................................................................................. 51 
Figura 12– exposição do jogo sobre a varicela. 
Figura 13– Rodada do jogo sobre o vírus do sarampo. ............................................................ 53 
Figura 14– Jogo didático sobre o vírus da dengue. Figura 
15– Alunos jogando uma partida sobre o HIV. ........................................................................53 
Figura 16– janela da construct2 com um projeto novo. ........................................................... 57 
Figura 17– Janela principal do Game Endeavor. ...................................................................... 59 
Figura 18– Removebg, programa removedor de fundos de imagens. ...................................... 59 
Figura 19– Game art 2d, disponibiliza scripts gratis para jogos. ............................................. 60 
Figura 20– Freesound, plataforma que disponibiliza sons de vários tipos de objetos. ............ 60 
Figura 21– programa Adobe Express, responsável pela logo dos jogos. ................................. 61 
Figura 22– menu inicial com os plaiyes. 
Figura 23– fase que retrata o complexo de Golgi. .................................................................... 65 
Figura 24– fase que retrata os centríolos. 
Figura 25– fim do jogo Eucarionte Go. .................................................................................... 65 
Figura 26-menu inicial do jogo Go Board. 
Figura 27- vídeo educativo sobre a dengue. ............................................................................. 66 
Figura 28- fase referente ao vírus da dengue. 
Figura 29- outro vídeo educativo no final da fase. ................................................................... 66 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE SIGLAS 
ESO – Estagio Supervisionado Obrigatório 
TIC – Tecnologia da Informação e Comunicação 
NTIC – Novas Tecnologias da Informação e Comunicação 
BGS – Brasil Game Show 
PCNEM – Parâmetro Currículo Nacional do Ensino Médio 
UEPI – Universidade de Ensino Potencialmente Importante 
LDB – Lei de Diretrizes Curriculares Nacionais 
DCNS – Diretrizes Curriculares Nacionais 
SEDUC – Secretaria de Educação do Estado 
MEC - Ministério da Educação 
BNCC – Base Nacional Comum Curricular 
CNE – Conselho Nacional de Educação 
PNE – Plano Nacional de Educação 
TDICS – Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação 
BID – Banco Internacional de Desenvolvimento 
AEE – Atendimento Educacional Especializado 
EJA – Educação de Jovens e Adultos 
CF – Constituição Federal 
PNAD – Pesquisa Nacional por amostra de Domicilio contínua 
HIV – Human Immuno Deficiency virus 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
1. INTRODUÇÃO .................................................................................................... 14 
1. JUSTIFICATIVA ................................................................................................. 15 
2. PROBLEMA ......................................................................................................... 16 
3. OBJETIVOS ......................................................................................................... 17 
4.1 Objetivos Geral ................................................................................................... 17 
4.2 Objetivos Específico ........................................................................................... 17 
4. REFERENCIAL TEÓRICO ............................................................................... 17 
5.1 Lúdico ................................................................................................................. 18 
5. 2 Jogos virtuais ...................................................................................................... 19 
5.3 Abordagem Docente ........................................................................................... 20 
5. 4 Conceitos da Educação ...................................................................................... 21 
5.5 Plano Pedagógico ................................................................................................ 34 
5.6 Estrutura Escolar ................................................................................................. 39 
5.7 Literacia Digital .................................................................................................. 42 
5.8 Dificuldades Encontradas no Ensino-Aprendizagem ......................................... 45 
6. METODOLOGIA ................................................................................................... 47 
6.1 Sujeitos da Pesquisa ............................................................................................ 48 
6.2 Equipes, jogos e maquetes produzidos em sala de aula ...................................... 49 
6.3 Programa utilizado para elaborar os jogos digitais pelos pesquisadores ............ 54 
6.3.1 Game Engine Construct ............................................................................. 55 
6.4 Produção dos jogos ............................................................................................. 57 
6.4.1 Eucarionte Go ............................................................................................. 57 
6.4.2 Go Board ..................................................................................................... 58 
7. O jogo ....................................................................................................................... 58 
7.1 Game-endeavor.itch.io ........................................................................................ 58 
 
 
7.1.2 Removebg .................................................................................................... 59 
7.1.3 Gameart2d .................................................................................................. 59 
7.1.4 Freesound .................................................................................................... 60 
7.1.5 Adobe express ............................................................................................. 61 
7.2 Proposta de intervenção ...................................................................................... 61 
7.3 Período da pesquisa de campo, programação e aplicação de questionários. ...... 62 
8. RESULTADOS E DISCUSSÃO ............................................................................ 63 
8.1 Didática apresentada em sala de aula .................................................................. 63 
8.2 Resultado dos jogos ............................................................................................ 65 
8.2.1. Avaliação da turma do segundo ano ........................................................ 67 
8.2.2. Avaliação da Supervisora ......................................................................... 71 
9. CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................. 73 
10. REFERÊNCIAS .................................................................................................... 75 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
1. INTRODUÇÃO 
A atividade lúdica nas escolas se desenvolve através da construção de conhecimentos 
diante “dinâmicas” que são desenvolvidas pelos professores que observam o quão importante 
é a interação entre os alunos através dos jogos no processo ensino-aprendizagem (CRUZ, 2019). 
De acordo com Campos (2003), o lúdico promove interações e aproximações de 
conhecimento científico, possibilitando aprendizagem sólidas e concretas ao elaborar uma 
atividade didática em sala de aula, que favorece entender conceitos e características do que está 
sendo passado pelo professor. Em síntese com Almeida, et al. (2021), afirmam que “os jogos 
didáticos podem ser planejados e organizados de inúmeras formas, porém, algumas ações são 
fundamentais”. Ou seja, ter a compreensão de que as crianças ou jovens apresentam um 
aprendizado precedente acerca do assunto proposto para ser trabalhado, por conseguinte, 
distinguir primeiramente os meios de recursos e materiais que serão usados na suposta atividade 
(BOTAS E MOREIRA, 2013). 
A influência mútua com recurso didático para compartilhar conhecimento não é ummétodo recente aplicado para repasse do saber. “Platão, já em meados de 367 a.C., apontou a 
importância da utilização dos jogos para que o aprendizado das crianças pudesse ser 
desenvolvido” (SANTANA, 2011, p.2), onde abordava que meninos e meninas praticando 
juntos através de jogos o ensino poderia ser mais proveitoso. De acordo com Almeida, Oliveira 
e Reis (2021, p.2), afirmam que “o jogo didático deve ser utilizado como forma de simplificar 
ou até mesmo como um meio de associar o conteúdo trabalhado em sala de aula com algo mais 
‘palpável’ e atrativo aos discentes”. Sendo assim, torna as aulas mais dinâmicas, interativas, 
dialogada, instiga a criatividade dos alunos, coordenação, habilidade e todo material utilizado 
como auxílio na aprendizagem do conteúdo proposto para ser aplicado, pelo professor e seus 
alunos. 
A prática de criação de jogos didáticos virtuais como instrumento de repasse de 
conhecimento é uma forma de chamar atenção dos alunos, que estão ligados diariamente com 
as inovações propostas pela tecnologia, para os conteúdos que estão sendo ministrados. Através 
desse contexto, apresentar um jogo eletrônico criado através do que foi desenvolvido pelos 
alunos em sala de aula, é uma forma de sustentar essa metodologia e adquirir a atenção para os 
conteúdos que podem ser repassados (SANTIAGO, 2019) 
Diante disso, o intuito do trabalho é apresentar jogos didáticos para celular, elaborados 
através de modelos de jogos e maquetes sobre conteúdo do ensino de biologia em sala de aula, 
que foram feitos pelos alunos do segundo e terceiro ano durante a vivência, que se elaborou na 
15 
 
escola estadual de ensino fundamental e médio João Santos do município de Capanema, no 
estado do Pará, durante o Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO). 
 
1. JUSTIFICATIVA 
Ao longo dos anos a tecnologia teve um grande avançado no mundo, segundo Alves 
(2022), “além de um meio de aprendizagem, é utilizada também como forma de interação entre 
professor e professor, e também, professor e aluno, transformando a escola em ambiente 
atrativo e interessante a todos”. 
Neste contexto, a condição do ensino no Brasil vem sendo evoluído e modificado pelos 
avanços da tecnologia, diante disso, a tecnologia apresenta atividades online que podem ser 
desenvolvidas na sala de aula, como por exemplo, o jogo didático é aquele produzido com o 
objetivo de proporcionar determinadas aprendizagens, que desenvolvem uma formação 
continua do educador com os alunos, uma tarefa que pode elevar benefícios para os 
estudantes, sob as perspectivas criativas, afetivas, onde o aluno inventa, descobre, desenvolve 
habilidades e experimenta novos pontos de vista. 
É de suma importância ressaltar que o jogo didático tem grande magnitude no 
desenvolvimento cognitivo dos alunos, pois, atua no processo de apropriação do conhecimento, 
permitindo o desenvolvimento de competências, espontaneidade e criatividade, além de 
estimular capacidades de comunicação e expressão, no âmbito das relações interpessoais. A 
elaboração de jogos eletrônicos didáticos para celular possibilita uma mente aberta para 
descobrir e adquirir novos conhecimentos e métodos de estudar que reflete ao mesmo tempo 
nas facetas de conexões de aprendizagem e tecnologia (ALVES E BIANCHIN, 2010). 
A pesquisa busca um método diferente de aprendizagem que possibilite a criatividade, 
o desenvolvimento cognitivo e a fluidez dos alunos através da elaboração de games educativos, 
que serão elaborados em cima dos assuntos que o professor estará repassando. 
Essa é uma alternativa de melhorar o desempenho dos estudantes em assuntos que são 
caracterizados como difíceis, aplicando de modo didático, facilitando a aprendizagem em sala 
de aula. “Vale ressaltar que estamos entendendo por jogo didático aquilo que é utilizado para 
atingir determinados objetivos pedagógicos, sendo uma alternativa para se melhorar o 
desenvolvimento dos estudantes no processo ensino-aprendizagem” (LIMA; BARRETO, 
2007). 
A justificativa do trabalho é suavizar o modo tradicional e mecânico como são 
repassados ainda os conteúdos, saindo da lousa e caneta e que o aluno venha ser construtor do 
seu conhecimento. Nesta perspectiva, os jogos didáticos conduzem o desenvolvimento dos 
16 
 
discentes, proporcionando habilidades para que possam ser produzidos a pesquisa, explorações 
e a distinguir informações direta, aplicando o conhecimento obtido na construção do 
conhecimento do mundo virtualizado. 
 
2. PROBLEMA 
A pesquisa iniciou a partir da problemática apresentada na escola, no qual os estudantes 
necessitam de metodologias diferenciadas a partir da tecnologia. Sendo que a escola não dispõe 
de recursos tecnológicos para serem ensinados os assuntos relacionados aos conteúdos de 
biologia, dessa forma, prevalecendo o ensino tradicional. Nessa perspectiva, buscou-se inovar 
diante jogos físicos produzidos em sala de aula que foram convertidos em games para celulares 
androides e apresentados para os sujeitos da pesquisa, os alunos. 
A tecnologia facilita a troca de informação, de acordo com Schnitzler (2021), os 
docentes são capazes de desfrutar das atividades que envolve o lúdico como cooperante em 
atuação em atividades dinâmicas que favorece na elaboração de conhecimento e aprendizagem 
em qualquer área da educação, ou seja, infiltrar métodos que chamem a atenção dos alunos é 
de fundamental importância para enriquecer o a aula, que passa a ser algo atraente e que chame 
a atenção dos estudantes. 
Com as inovações tecnológicas, os meios de ensino passaram por grandes revoluções. 
É exigido dos docentes, meios que articulam a prática pedagógica com a tecnologia, diante 
disso, a forma de ensino conhecida como “tradicional” está ultrapassada. Por mais que o 
professor seja a figura mais importante, deve-se levar em consideração o aluno como figura 
central do seu processo de ensino (PRIES, et. al, 2020, pág. 21) 
Para Leão (1999), "a abordagem tradicional do ensino parte do pressuposto de que a 
inteligência é uma faculdade que torna o homem capaz de armazenar informações, das mais 
simples às mais complexas”. Então, na concepção obtida do autor, é necessário desintegrar a 
veracidade que se é estudado com o propósito de se tornar mais fácil o legado de conhecimento 
a ser conduzido para os alunos que tem a intenção de se agregar de tal maneira apenas as 
relutâncias do método, onde o processo de aprendizado é basicamente a ação para elaborar aulas 
didáticas eficazes. 
As ferramentas didáticas podem auxiliar os educadores para incrementar suas aulas, 
utilizando meios que chamem atenção dos alunos. “É nesse contexto que o jogo didático ganha 
espaço como instrumento motivador para a aprendizagem de conhecimentos” (SCHNITZLER, 
2021). 
https://www.sinonimos.com.br/desintegrar/
17 
 
Desse modo, o jogo estabelece a produção e inovações de aspectos e diferentes 
pensamentos, propagando e progredindo os níveis de aprendizagem dos alunos, o jogo didático 
possibilita à posição de condutor, instigador e tornam crítico os alunos no processo de ensino 
aprendizagem. Ainda é grande a quantidade de professores que enfrentam dificuldades para 
repassar o conteúdo e utilizar formas eficientes de aprendizagem, trabalhando no formato 
tradicional, algo que não convêm para os dias atuais, pois a exigência de se atualizar é 
fundamental para se destacar dos demais e se sobressair diante a profissão. 
 
3. OBJETIVOS 
4.1 Objetivos Geral 
Reduzir a tendência tradicional no ensino através de novas metodologias aplicadas, buscando 
meios diferentes para o repasse do saber no processo de ensino-aprendizagem, elaborando jogos 
educacionais digitais a partir da convivência em sala de aula. 
4.2 Objetivos Específico 
a) Produzir jogos e maquetes como recursos didáticos para o desenvolvimento cognitivo do 
educando; 
b) Inserir a tecnologia como suporte educacional no processo de ensino-aprendizagem;c) potencializar o uso das ferramentas digitais no repasse do saber para os estudantes do ensino 
médio. 
 
4. REFERENCIAL TEÓRICO 
Hoje, há várias Instituições de ensino que tentam desenvolver experiências para 
aperfeiçoar o processo de transposição da educação para além de seus muros, por isso, dizer 
que o processo de uso da internet na educação é um fenômeno espantoso, frente ao processo de 
democratização do saber, à valorização da informação e ao uso das novas tecnologias de 
informação e comunicação no âmbito do conhecimento (CASAS; AZEVEDO, 2017). 
Atualmente, há de se considerar que as tecnologias da informação e da comunicação 
deram um impulso significativo à educação, tanto presencial como a distância. É tanto, que a 
educação presencial vem timidamente utilizando recursos tecnológicos para melhorar a 
qualidade na interação aluno-professor, possibilitando complementar os conteúdos e 
experimentando novas dinâmicas na aplicação de recursos metodológicos para melhorar o 
processo educativo (GUIMARÃES, ALVES e DOS SANTOS, 2022) 
18 
 
Nesse contexto, considera-se relevante afirmar que a introdução das Tecnologias da 
Informação e Comunicação (TIC), nos sistemas educativos apresenta, ainda, como um desafio 
e como uma tarefa para inclusão de todos os cidadãos à educação. Para isso, precisa-se de 
professores/educadores que assumam seu papel nessa mudança, incorporando à sua visão, 
novos modelos didáticos que integrem as novas tecnologias da informação e da comunicação 
como meios para uma aprendizagem de qualidade (DOS SANTOS, et. al., 2019). 
Nesse sentido, o que faz que a educação seja de qualidade para Casas; Azevedo, (2017, 
p. 3) é: 
O bom uso profissional e didático dos recursos que oferece a tecnologia, assentados 
em sólidas propostas metodológicas e pedagógicas que potencialize as TIC´s como 
meios e recursos para o ensino-aprendizagem, que respondam aos diferentes ritmos 
da aprendizagem dos estudantes, que incentivem o pensamento criativo e crítico, a 
autonomia e a pesquisa, que incitem à solução de problemas atuais, que integrem 
diferentes disciplinas e que fomentem o domínio de idiomas e desenvolvam 
habilidades de comunicação e expressão. Também que oportunizem a familiarização 
com os avanços científicos e tecnológicos e que permitam a avaliação e o segmento 
dos processos. 
 
Sendo assim, com os diversos meios de informação e comunicação disponíveis, cabe ao 
professor escolher os recursos que melhor se adaptam às condições de aprendizagem de seus 
alunos, ou seja, deve ser levado em consideração o tempo destinado para o estudo, 
características pessoais de cada aluno, o que nos faz entender que utilizar as Novas Tecnologias 
de Informação e Comunicação (NTIC) de última geração, não implica em sucesso no processo 
de aprendizagem e sim, que sejam utilizados para que a aprendizagem aconteça de fato num 
ambiente colaborativo. 
 
5.1 Lúdico 
O lúdico não está associado apenas na formação inicial do ser humano, mas também de 
jovens e adultos. Essa é uma forma de transmitir conhecimento por meio de jogos que faz com 
que, as pessoas interajam entre si. Para Heberle e Karina (2011, pág. 11) “[...] o lúdico tem um 
papel motivador no despertar do interesse do aluno e implica envolvê-lo em algo que tenha um 
significado real para ele”, ou seja, implementá-lo nas atividades escolares é importante, pois 
motiva os discentes a estudar e interagir sobre o conteúdo que está sendo estudado, 
apresentando algo palpável e não apenas escrito como é de costume. 
Quando o docente envolve os alunos com a prática do lúdico, ele não está apenas 
incentivando-os a estudar, mas também, dando prazer e chamando a atenção, algo que não é 
fácil quando se trata de aprender. Fazendo ênfase ao pensamento de Carvalho (2014), que diz 
19 
 
que “é necessário criar possibilidades para que os discentes sintam-se envolvidos no processo 
de ensino e que estes sejam norteados por práticas que possibilitem a inclusão educacional e 
social” essas alternativas são: jogos, quebra gelos, gincanas, rodas de conversas, exposições, 
entre outras utilizações que podem ser incrementadas. 
 
5. 2 Jogos virtuais 
As possibilidades de jogos que estão à disposição dos jovens são variadas, pois a 
indústria dos games buscam chamar atenção de todas as formas, com diversos temas de jogos 
para todos os gostos. “O jogo é um elemento da cultura que contribui para o desenvolvimento 
social, cognitivo e afetivo dos sujeitos, constituindo assim, uma atividade universal” (ALVES, 
et al. 2007). 
atualmente, existe o maior evento de game da América Latina, o Brasil Game Show 
(BSG), realizado no Expo Center Norte no Estado de São Paulo, que conta com vários 
lançamentos de jogos a cada evento. Em 2017, a feira contou com mais de 317 mil pessoas, no 
qual, estiveram presentes para apreciar as novidades no mundo dos games (DO AMARAL, 
2020). 
É pensando nisso, em quanto essa tecnologia chama a atenção, principalmente dos 
jovens, que convertemos os jogos didáticos produzidos pelos alunos em sala de aula e as 
maquetes em jogos de aplicativo para celular Android. 
Essa é uma alternativa de encaixar aquilo que chama a atenção dos estudantes, dentro 
do processo de ensino-aprendizagem, convertendo conteúdos elaborados por eles em elementos 
virtuais, no qual, podem instalar em seus celulares e a qualquer momento entrarem e jogarem, 
sabendo que a ideia inicial partiu de suas mentes, fazendo com que sintam-se uteis e 
participantes na elaboração dos jogos. 
O país de referência mundial de uso da tecnologia dentro da educação é a Finlândia, 
sendo ponto de destaque mundialmente pela forma que rege o ensino. Para Ribeiro (2020, pág. 
55): 
 
A Finlândia é um dos países Nórdicos que compõem a península da 
Escandinávia e, recentemente, tem se destacado pelo seu alto nível educacional, 
sobretudo após despontar em primeiro lugar no resultado do Pisa 2009[...]a Finlândia 
definitivamente foi “colocada no mapa” do mundo educacional. 
 
20 
 
O Governo finlandês investe em educação, com estrutura de qualidade e tecnologia 
acessível nas escolas para os estudantes. Um pacote necessário para o crescimento em 
conhecimento e consequentemente o desenvolvimento da nação (DE REZENDE PINTO, 
2019). 
O Brasil ainda está em processo de aperfeiçoamento tecnológico, porém, muito têm que 
ser feito para ser um Estado com predominância na Inteligência Artificial (IA), principalmente 
na educação em geral (VALENTE E ALMEIDA, 2020). 
 
5.3 Abordagem Docente 
A aplicação metodológica de ensino em sala de aula é um processo em que implica o 
sujeito à elaboração de conteúdos em que os alunos estão adaptados a encontrar nas matérias, 
de maneira mais geral, uma dificuldade de compreender e entender o conteúdo. Isso, muitas 
vezes é refletido pelo professor, que acredita está ensinando os alunos a resolver determinada 
questão/problema, mostrando apenas uma maneira arcaica e mecânica no quadro, 
desconhecendo completamente que sua maneira de resolver problemas não pode ser aprendida 
por meio de imitação e que esse processo terá um retorno não esperado dos alunos no que tange 
ao processo de aprendizagem (TEXEIRA, et al. 2011). 
Dessa maneira, ao tentar resolver qualquer problema os alunos devem criar mecanismos 
e estratégias, achar meios pertinentes para cada caso em questão, essa forma possibilita ao 
professor identificar diferentes raciocínios, no que corresponde principalmente ao processo de 
aprendizagem. (MUNIZ E CALIATTO, 2021). 
Ao explicitar essa dificuldade em planejar, adaptar recursos, percebemos a angustia do 
professor em se preocupar que o aluno realmente aprenda, e não apenas permaneça na escola, 
ocupando uma vaga. Uma dessas medidas pode ser a modificação de alguns aspectos do 
currículo, ou seja, é de fundamental importância que o professor saiba o que e como fazer as 
modificações necessárias no currículo escolar, umavez que é ele que orienta o planejamento 
pedagógico (PIMENTA e MONTALVERNE, 2020) 
Agindo dessa forma, nos permitimos negar a padronização de que todos aprendem do 
mesmo jeito e eliminamos as ações que levam a uma prática de exclusão, como uma proposta 
pedagógica quantitativa que muitas escolas insistem em oferecer a comunidade. Outro elemento 
que dificulta o trabalho na perspectiva apresentada pelo sujeito da pesquisa diz respeito as 
turmas superlotadas. Esta é uma realidade de muitos espaços escolares. O quantitativo de alunos 
em uma classe é definido por uma portaria de matrícula, no entanto, como a demanda de alunos 
21 
 
é maior do que o ofertado, as salas de aula ficam superlotadas, acarretando ao professor um 
desgaste físico e mental exacerbado. 
Outro ponto apresentado é a preocupação de não saber lidar, trabalhar com os alunos 
devido à falta de formação continuada, o que expressa a preocupação de docentes em não ter 
tal formação. 
Reafirmamos, a importância dos cursos de formação continuada para professores como 
salienta Pacheco, Eggertsdóttir e Marinosson (2007), que “a preparação profissional dos 
professores precisa incluir[...] o conhecimento necessário sobre as necessidades de os alunos 
antes da educação escolar começar”. 
 É de fato, então, que o ensino, ainda encontra barreiras nas instituições escolares, seja 
por falta de profissionais capacitados ou por turmas superlotadas. Alguns desses fatores 
apresentados como a dificuldade em planejar e a falta de materiais adequados, também 
apareceram em outras pesquisas semelhantes, como nos estudos de Sant’Ana (2005), que 
enfatizara a ausência de orientação diante dos trabalhos com alunos, haja vista que há um 
número muito pequeno de professores na escola. 
 Outro fator apresentado nos relatos foi a ausência de formação de professores. Dados 
que também aparecem nos estudos de Capellini e Rodrigues (2009) e Sant’Ana (2005), ao 
frisarem a falta de formação do professor e da equipe pedagógica que ocasiona na fragilidade 
de como trabalhar com alunos, comprometendo os ideais de uma educação de qualidade. 
Cabe ao professor suprir esta necessidade que a sua formação exige. O professor precisa 
entender que assim como ele busca caminhos para um aluno aprender, ele também necessita 
buscar soluções para os desafios na educação, no qual, estão presentes no espaço escolar 
(BORN, PRADO e FELIPPE, 2019). Afinal, compete a ele o trabalho pedagógico da sala de 
aula, portanto, adaptar materiais faz parte do seu trabalho enquanto professor, pois é ele que 
tem o dever de promover caminhos para aprendizagem de todos os alunos. 
Postula-se, que é muito fácil responsabilizar o professor pelo fracasso escolar do aluno, 
não estamos dizendo aqui, que muitas situações dependem da ação do professor, como planejar, 
avaliar, organizar um currículo flexível, mas estamos afirmando que o fracasso ou sucesso 
escolar de qualquer aluno é de responsabilidade de todos (ACU, 2021). 
 
5. 4 Conceitos da Educação 
A epistemologia genética defende que os indivíduos passam por vários estágios de 
desenvolvimento ao longo da vida. Esse processo é observado através do equilíbrio sobreposto 
22 
 
entre assimilação e adaptação. Assim, nessa fórmula, o ser humano absorve os dados que obteve 
de fora, mas como já possui uma estrutura mental não “vazia”, precisa adaptar esses dados à 
estrutura mental já existente (PIAGET, 1996). 
O processo de mudar a si mesmo é chamado de adaptação. Esse esquema mostra que 
nenhum conhecimento vem de fora sem ser modificado pelo indivíduo, e tudo que é aprendido 
e influenciado pelo que já foi aprendido. A assimilação ocorre quando a informação é integrada 
a estruturas pré-existentes dentro dessa estrutura cognitiva dinâmica, enquanto a adaptação 
ocorre quando um organismo muda de alguma forma para integrar dinamicamente novas 
informações (VYGOTSKY, 1884). 
Finalmente, do ponto de vista do pensamento moderno, que buscando a síntese inusitada 
entre o biológico e o lógico-matemático, parece encontrar seus limites na desconstrução ainda 
mais inusitada a que tende sistematicamente todo o pensamento na atualidade: a de si mesmo 
se construindo de modo essencialmente esclarecido. 
Sem dúvida, o trabalho da epistemologia suíça de Jean Piaget é uma das maiores 
contribuições para a compreensão de como os humanos se desenvolveram. A epistemologia 
genética proposta se baseia essencialmente na construção da inteligência e do conhecimento, e 
visa responder à questão, não apenas de como os indivíduos constroem o conhecimento 
individual ou coletivamente, mas também, por quais processos e etapas eles passam para fazê-
lo. 
A tese básica do pensamento de Piaget é que somente uma visão desenvolvida e clara 
do conhecimento, isto é, não baseada em estruturas pré-formadas, seja o racionalismo 
preocupado com a transcendência do sujeito, seja o empirismo preocupado com a 
transcendência do objeto de fornecer respostas a perguntas tradicionalmente evitadas pela 
filosofia puramente especulativa (PIAGET, 1996). 
De acordo com Vygotsky (1994), com a epistemologia genética, que Piaget denominou 
sua obra, expressa sua principal preocupação. A epistemologia é definida como reflexão sobre 
princípios fundamentais das Ciências: Episteme (Ciência, no sentido mais amplo, para os 
gregos, e, sobretudo, mas não apenas, fundamentos do conhecimento científico, para nós 
modernos) + logos (tratado, estudo), destacando, o autor, sua preocupação metodológica a 
respeito da forma como o conhecimento surge no ser humano, inclusive das mesmas raízes do 
conhecimento mais elementar, as quais não se absolutizam em um conhecimento primeiro, 
como, adverte o próprio Piaget: a grande lição contida no estudo da gênese ou das gêneses é, 
pelo contrário, mostrar que não existem conhecimentos absolutos. 
23 
 
Nesse sentido, ele enfatiza que a epistemologia genética visa explicar o continuar entre 
os processos biológicos e cognitivos, ao invés de tentar reduzir o último ao primeiro, o que 
justifica, e ao mesmo tempo define a especificidade de sua pesquisa epistemológica: a 
epistemologia da hereditariedade semestre (VYGOTSKY, 1998). Ainda assim, enfatiza que a 
inteligência é uma solução para o novo problema de um indivíduo, uma coordenação de meios 
para um fim, que não é imediatamente acessível, assim, uma abordagem genética é amplamente 
retrospectiva. 
O pensamento, por outro lado, é sabedoria internalizada, não mais sustentada pela ação 
direta, mas pelo simbolismo, pela linguagem, pela evocação simbólica de imagens mentais. 
Mas como disse Piaget, mesmo antes dos objetos serem tais objetos simbolicamente 
constituídos por sujeitos válidos de conhecimento, só então, como efeitos diretos, existe, em 
retrospecto, o contato entre os próprios corpos e as coisas em que estão localizados (sujeitos 
determinados apenas enquanto determinam simultaneamente seu objeto) se empenharão, então, 
sempre mais adiante nas duas direções complementares do exterior e do interior, sendo essa 
dupla construção progressiva que depende a elaboração solidária do sujeito e dos objetos. 
Vygotsky (1996), postula que a linguagem é indispensável à formação de conceitos, a 
qual começa na infância e prossegue desenvolvendo-se até a adolescência, mas esse processo 
não é natural, ele é significativamente influenciado por aspectos sociais como, por exemplo, a 
escolarização. O desenvolvimento de conceitos não é estático nem termina com a aquisição de 
palavras, antes a aquisição e uso de palavras pela criança põe em marcha o desenvolvimento de 
conceitos. 
De acordo com Piaget (1996, pág. 124), a aprendizagem decorre de um processo de 
equilibração que se desenvolve por meio da assimilação e da acomodação de esquemas que 
formam estruturas mentais capazes de atingir o pensamento conceitual. Montoya 
(2006), aponta que um conceito “[...] é produto das mudanças que envolverãonecessariamente 
reorganizações por abstrações reflexionantes”. 
Ausubel (1982), utiliza a expressão “aprendizagem significativa” e explica que é por 
meio desse processo que um novo conhecimento se estabelece. Explica o autor: “A 
aprendizagem significativa é o mecanismo humano por excelência para adquirir e armazenar a 
vasta quantidade de ideias e informações”. 
Para Skinner (2003), os conceitos seriam adquiridos por meio do processo de 
discriminação e generalização. A discriminação ocorre quando o ambiente passa a exercer 
controle sobre a emissão de um comportamento. A generalização ocorre quando esse 
comportamento é emitido em outras situações semelhantes. 
24 
 
Pozo (1998), aponta que nessa teoria, a formação de conceitos se estabeleceria por 
associações entre estímulos e respostas. Vigotski (1934/1998), por sua vez, explica que temos 
de entender primeiro os meios pelos quais o homem aprende a organizar e dirigir o seu 
comportamento. 
Todas as funções psíquicas superiores são processos mediados por signos. O signo é a 
palavra, no qual, desempenha um papel importante na formação de um conceito. O conceito 
tem origem social e sua formação inclui a relação com os outros (GOES & CRUZ, 2006). De 
acordo com Gerhardt (2010), Vigotski defende o papel estruturador da aquisição de conceitos 
no desenvolvimento cognitivo. 
Quanto ao estudo da formação de conceitos, Vigotski critica dois tipos de método. O 
primeiro é chamado de método de definição, que tem como principal objetivo analisar os 
conceitos prontos e acabados através de uma definição verbal. 
De acordo com Vigotski (1998), embora tenha sido amplamente utilizado, esse método 
apresenta duas falhas que dificultam uma investigação, a saber: esse método trabalha com o 
resultado final do processo da formação de conceitos, ou seja, com um elemento acabado, em 
vez da análise do processo é dada ênfase ao produto obtido, método de definição trabalha com 
a palavra, ignorando que o conceito, principalmente para a criança, está relacionado a um 
material sensível, no qual, emergem a percepção e a elaboração. 
Ao captar somente o elemento verbal do conceito não se apreende o processo de sua 
formação em sua totalidade, sendo que por meio deste método o significado de uma palavra 
para a criança é atribuído mais às relações dadas e aprendidas entre famílias isoladas de palavras 
do que ao verdadeiro reflexo dos conceitos da criança. 
O segundo tipo de método consiste em propor à criança que identifique características 
similares entre uma série de elementos abstraindo-as das demais características a que está 
percentualmente relacionada. A falha dessa segunda tendência é que troca o processo de síntese 
por um processo parcial e deixa de lado o papel da palavra e do signo na formação de conceitos 
reduzindo-o ao processo de abstração, separando a característica principal da formulação de 
conceitos, que é a sua relação com a palavra. 
A chamada aprendizagem mecânica contraria um dos pontos mais recomendados na 
leitura do texto do Parâmetro Currículo Nacional do Ensino Médio (PCNEM), que fornece 
aprendizagem de conhecimento importante considerado útil para a vida, para que os alunos 
possam compreender, Julgar, criticar e compreender os procedimentos existentes no cotidiano 
social e profissional. 
25 
 
Unidade de Ensino Potencialmente Importante (UEPI), de acordo com Moreira (2011, 
p.43) “É uma sequência de ensino baseada em teoria que se concentra na aprendizagem , 
significativos, não mecânicos que podem estimular a pesquisa aplicada ao ensino, diretamente 
para a sala de aula”, 
Então, com a ajuda das aulas estratégicas promissoras para a utilização do 
conhecimento no processo de ensino, usando-as para a experiência do aluno como um ponto 
de partida para a aprendizagem mais moderno e mais próximo do dia a dia. 
Vale enfatizar que, na aprendizagem significativa colocada por Moreira (2011), ela 
significa um processo, no qual, o indivíduo relaciona uma nova informação de forma não 
habitual e substantivo com aspectos relevantes presentes em sua estrutura cognitiva. Desse 
modo, para o autor a aprendizagem só vai ter um sentindo ou um significado se estiver apoiado 
em um conhecimento existente. Ou seja, essa informação pode surgir do nada, vindo assim 
como se não tivesse nenhuma referência. E por isso o aluno não consegue encontrar nada na 
sua estrutura com o ambiente onde ela possa amparar esse novo conhecimento, então, a 
aprendizagem não vai acontecer. 
Na voz de David Ausubel, o autor fala que se tivesse que reduzir toda a psicologia 
educacional em um só princípio, o mais importante era influenciando aprendizagem naquilo 
que o aprendiz já sabe. Desse modo, para a construção de uma UEPI. Silva (2016 apud Moreira, 
2011, p. 12), explica alguns aspectos que são fundamentais para aplicar em sala. O primeiro 
deles é sobretudo definir os tópicos que serão abordados, sempre devendo identificar os seus 
aspectos declarativos e todos os procedimentos que serão fundamentados, como aceitação no 
contexto da matéria e conteúdo de ensino, no qual, se implante esse tópico. 
No segundo aspecto o professor deve propor, criar situações, questionário, mapa 
conceitual, discussão, situação-problema, mapa mental, entre outros aspectos, que levem os 
alunos a atiçar seus conhecimentos prévio, sendo certo ou não no que tange a matéria de ensino, 
que seja com suposição relevante para a aprendizagem significativa, que seja o objetivo que o 
professor está sendo pautado. 
Já no terceiro tópico, o professor deve propor situações que relacione ao aluno a resolver 
problema, em nível bem introdutório, sempre levando em conta o conhecimento prévio do 
discente, preparando sempre o âmbito para a introdução do conhecimento, seja ele 
procedimental ou declarativo, no qual, se anseia ensinar. 
Essas situações/problema podem submergir, desde o tópico que está sendo pautado, 
podendo funcionar como situação prévia. São essas situações que irão dá sentido aos novos 
conhecimentos. Porém, para que isso aconteça o aluno deve perceber como resolvendo tais 
26 
 
problemas ele será capaz de modelá-las mentalmente. Desse modo, os modelos mentais são 
fundamentais e funcionais para o aprendiz e sempre acabam resultando em percepção de 
conhecimento prévio, que sejam operatórios ou invariantes (SILVA, 2016). 
Essas situações/problemas iniciais devem ou podem ser propostas por meio de 
simulações computacionais, vídeos, demonstrações, problemas do cotidiano, problemas 
clássicos da matéria de ensino, representações veiculadas pela mídia, entre outros. No entanto 
sempre de forma acessível e sobretudo problemático, nunca aplicando ou desenvolvendo 
exercício rotineiro de algum procedimento algoritmo. 
No quarto aspecto Silva (2016 apud Moreira, 2011, p. 13) explicam que: 
 
[...] uma vez trabalhadas as situações iniciais, apresentar o conhecimento a ser 
ensinado/aprendido, levando em conta a diferenciação progressiva, i.e., começando 
com aspectos mais gerais, inclusivos, dando uma visão inicial do todo, do que é mais 
importante na unidade de ensino, mas logo exemplificando, abordando aspectos 
específicos; a estratégia de ensino pode ser, por exemplo, uma breve exposição oral 
seguida de atividade colaborativa em pequenos grupos que, por sua vez, deve ser 
seguida de atividade de apresentação ou discussão em grande grupo. 
 
 
No que se refere ao quinto aspecto em assiduidade, o professor pode realizar uma breve 
exposição oral, no assunto que o mesmo pretende ensinar por meio do recurso computacional 
de um texto. No entanto, a fase mais elevada da complexidade em relação a primeira 
apresentação, no que corresponde as situações problemas que precisam ser propostas em níveis 
que são crescentes de complexidade. Sempre dando novos exemplos, destacando semelhanças 
e diferentes situações e trabalhos com exemplos já citados, isto é, promovendoa reconciliação 
integradora. 
Em seguida, propor outra atividade colaborativa fazendo com que os alunos interajam 
socialmente, tendo o docente como mediador, entendendo que essa atividade possa ser a 
solução do problema. O professor pode construir um mapa conceitual ou simplesmente um 
diagrama V, um pequeno projeto, um experimento de laboratório, entre outros. 
Silva (2016, p. 13), explica que isso é importante nesse processo que o professor conclui 
a unidade, o acompanhamento do processo de diferenciação progressiva, que retoma as 
características mais relevantes do conteúdo em questão, mas de uma perspectiva integrativa, ou 
seja, a pesquisa de reconciliação dos aditivos. 
Na análise de Moreira (2011), explica que a avaliação da aprendizagem necessita ser 
feita ao longo de prática, registrando todos os processos que evidencia a aprendizagem 
significativa do processo e conteúdo que estão sendo executados, sobretudo, é necessário que 
27 
 
haja uma avaliação somativa sendo individual, logo após o sexto passo, onde estão sendo 
proposta questões/situações que insinuem e implique compreensão, que evidencie e 
demonstrem compreensão dos sentidos e, idealmente, qualquer competência de cessão que tais 
questões/situações precisarão ser antecipadamente convalidadas por docentes experientes na 
matéria e a avaliação da performance do educando na UEPI, precisará estar firme e empate, de 
tal maneira, que seja na avaliação formativa (tarefas, registros do professor, situações, 
resolvidas colaborativamente), quanto na avaliação somativa (SILVA, 2016, p. 20). 
O professor que não souber lidar com a sua futura profissão é capaz de gerar variados 
problemas para si e principalmente na hora de exercer o ato de repassar conhecimento para os 
alunos, e também, não saber enfrentar ocorrências que possam fugir do seu controle em sala de 
aula, como casos de acidentes, discursões entre os próprios alunos, muitas vezes não 
conseguindo se posicionar em sala e com os colegas de trabalho. Desse modo, é possível que 
não consiga manter um posicionamento correto aos viáveis desafios da carreira docente. 
Segundo Gatti (2016, p. 163), citado por Sousa (2021, p. 19): 
 
[...] uma formação social, moral, cognitiva, afetiva, num determinado contexto 
histórico. Presencialmente ou não, há pessoas participando e dando sentido a esse 
processo. Quando se trata de educação escolar, são os professores que propiciam essa 
intermediação. Então, a formação de quem vai formar torna-se central nos processos 
educativos formais, na direção da preservação de uma civilização que contenha 
possibilidades melhores de vida e co-participação de todos. Por isso, compreender e 
discutir a formação, as condições de trabalho e carreira dos professores, e, em 
decorrência, sua configuração identitária profissional, torna-se importante para a 
compreensão e discussão da qualidade educacional de um país, ou de uma região. 
 
É valido ressaltar então, que a formação de um professor realça na sua preparação ao 
longo do curso e por final na competência profissional individual. De fato, o licenciado deve 
estar ciente do que lhe aguarda em sala de aula e estar convicto antes de concluir sua graduação, 
tendo no mínimo de afinidade com seu futuro trabalho. 
Por si só a teoria de conceitos básicos para um profissional é o gatilho forte na docência, 
mas é de suma importância e necessário relacionar a teoria com a prática para que sempre haja 
harmonia entre si e um bom aproveitamento na hora de abordar em aula, e além da teoria e 
prática para que essa ligação se fortifique, o ideal é ser um professor didático para a melhoria 
nas habilidades em sua aula. 
Segundo Lima e Pimenta (2005, p. 3), definem que “O exercício de qualquer profissão 
é prático, no sentido de que se trata de aprender a fazer ‘algo’ ou ‘ação’”. No entanto, da mesma 
forma o professor necessita da prática, de modo a inovar em sua metodologia e se aprimorar 
em seus conceitos, estando em constante aprendizado. 
28 
 
Na perceptiva da imitação, na qual alunos aprendem na observação das produções 
docentes, e por si só na re-elaborações dos tais protótipos usados na prática promovendo como 
benéfico a partir da análise adquirida do aluno. 
Nesse método, sempre é bom considerar aqueles objetivos que acrescentam a todo 
momento o “novo” nas modalidades expressivas em sala de aula, encaixando aos contextos em 
que os alunos se encontram, e por fim o professor deve utilizar das experiências vivenciadas e 
dos saberes ao longo dos conhecimentos adquiridos. De certa, forma o professor precisa está 
organizado e preparado para facilitar seu trabalho para executar da melhor forma seu objetivo 
no exercício que simplifique para um bom repasse de entendimento para os discentes. 
Diante disso: 
 
Nas três últimas décadas ganharam destaque no Brasil estudos sobre a formação de 
professores acompanhando a tendência mundial de investigações em torno desse 
tema, originados em boa parte de organismos internacionais como a OCDE, UNESCO 
e o Banco Mundial, chegando a constituir o maior número de ensaios e pesquisas no 
campo da educação (Nóvoa, 1992; Nóvoa, 2009; Perrenoud, 1993; Pimenta, 2002; 
Contreras, 2012; Sacristán, 2002; Gatti; Barretto; André, 2011;Gatti, 2012, entre 
outros) (LIBANÊO, et al., 2015, p. 02). 
 
Tantas informações correlacionadas, de alguma forma, os responsáveis da reforma 
educativa efetuaram em variados países para associar como entretenimento de avanço 
econômico e sociável, pois, os abundantes tipos de formações e meio de educadores, por 
exemplo, professor reflexivo, professor tradicional, professor crítico, intelectual, professor 
técnico e também o mediador que ensina e influencia a sociedade a ter um ensino favorável 
para aprendizagem no Brasil e no mundo. Diante disso, há várias perceptivas em cima dessas 
formações de educador, tendo a finalidade e proposito de pesquisa como as políticas 
curriculares desde a formação inicial até continuada. 
O ensino escolar, e seus diferenciados graus e tipos de qualidades e categorias, que 
estabelecem como zona no seu próprio tempo, que envolve princípios e valores. “O 
conhecimento pedagógico e o conhecimento disciplinar correm em paralelo, dissociados, 
aprofundando a desvinculação entre as metodologias de ensino e os conteúdos, entre métodos 
de ensino e métodos investigativos da ciência ensinada” (LIBÂNEO et al., 2005, p. 8). 
É pensando nisso, que os conhecimentos possibilitam criar expectativas, no qual, foi 
aprendido de conteúdos ao longo da faculdade e tendo como apoio para abordar possibilidades 
de revisão para o eixo das modificações culturais, educativas, científicas e sociais, pois 
aprendizagens são indispensáveis à precaução da existência humana e na vida social, incluindo 
o meio ambiente, relevante para basear preceitos e princípios morais. 
29 
 
Outra questão está relacionada com o ambiente escolar, que para Matos e Fleith (1988, 
p. 56) “A relevância do ambiente escolar para o desenvolvimento do potencial criativo dos 
indivíduos é uma questão indiscutível”, pois, esse meio possui atributos relevantes na 
atualidade, que tem como função social que unicamente existirá para a satisfação de um 
caminho de conhecimentos para o indivíduo. 
O docente é uma das competências notáveis por todos os públicos que passam pelas 
salas de aula. Segundo Mizukami, et al., (2005, p. 3), “tanto a universidade quanto a escola, são 
agências formadoras”. Desse modo, quanto na escola básica quanto em formação superior, um 
indivíduo que possa presenciar aulas inovadoras, envolvendo as ferramentas que são 
disponibilizadas pela tecnologia, obtendo avanços em sala de aula, com assuntos devidamente 
explicativos e obtendo variados conhecimentos adquiridos pelo professor, no qual, os alunos 
que já estiveram em alguma aula do professor, possivelmente em algum momento de sua vida 
quando encontrar pôr a caso oex-professor, talvez seja o mesmo sentimento e afeição daquele 
que um dia ajudou a construir pensamentos críticos. 
Apensar da vigorosa era digital que se enquadra bem, particularmente em todos os 
lugares, ainda é comum constatar que os docentes e a própria escola buscam manter padrões 
tradicionais nas escolas. Seguindo da concepção que um docente tradicional no dia corrente é 
distinto o mesmo viver em tempo de Brasil colônia. 
Seguindo esse raciocínio, de acordo com Martins, et al., (2018, p.1), a cronografia do 
ensino no Brasil estreia com a chegada dos jesuítas no ano de 1549, introdução da fé católica e 
no ensinamento para aprender a ler, com a prática de escrever. Um dos aspectos essências na 
educação dos jesuítas é a utilização do uso de passar o conteúdo e escrever com colaboração 
dos alunos perante os professores, o tipo de aula que reproduzia aquilo que estaria no quadro e 
o conhecido ensino verbal que o docente articulava e os alunos decoravam, além de que, essa 
metodologia de ensino era de suma importância para a coroa portuguesa, com o desempenho 
apenas da memorização, e com severidade em relação aos horários e extensão das aulas. 
Diante disso: 
O tradicionalismo, porém, não estava presente apenas no trabalho dos jesuítas, mas 
em outras correntes que fundamentavam sua instrução educativa, feita estritamente 
por um agente externo, na transmissão do conhecimento como verdades acabadas e 
em uma didática que primava pelo desenvolvimento de passos formais e por uma 
rígida estruturação desse conhecimento (PAIVA, 2015, p. 202). 
 
Conforme a reflexão, a pedagogia tradicional é tendência a muitos anos como em 
vertente religiosa e vertente leiga, onde convencionou de cunho liberal e não obter um 
pensamento crítico. 
30 
 
 A escola que possui um ensino compostos pelo pedagogia tradicional, por outra 
perspectiva, a possibilidade a ser designada e mostra a hierarquia e preceitos necessários e 
viável, dispõe docentes padrões que podemos dizer de controladores, que limita a liberdade do 
aluno dentro da sala de aula como ( está rodeado de alunos por volta do professor), sua postura 
é de rigidez em seus momentos na aula, esclarece quem faz os horários de estudo e na hora do 
recreio é o mesmo para não criar o clima chato de sair e entrar a todo momento na sala. Toda 
via, sustenta a propagação de apenas conduzir e reprodução de aprendizagens, emprega, e 
manipula seus alunos para avaliações como prova para sondar a eficiência da cessão de 
conhecimentos. 
Conforme Leão (1999, p. 188) “As teorias da educação que nortearam a escola 
tradicional confundem-se com as próprias raízes da escola, tal como a concebemos como 
instituição de ensino”. Não é errôneo dizer que o modelo tradicional se destinou um dos 
fundamentais influenciadores na aplicação da prática na educação formal, assim como facilitou 
e auxiliou para ser referência para os modelos que foram sucedidos que ocorreu pelo tempo. É 
provável, porém é necessário disseminar o caráter tradicional presente na escola, que até então 
passou por variadas mudanças. 
Esse ensinamento escolar, que se chama tradicional, teve preliminares em relação a 
filosofia, o Rousseau, transitando no ensino da pedagogia tendo como fundamento (SAVIANI 
1991). Diante Martins, et al., (2018, p. 2), “Contudo pôde-se perceber que o ensino avançou 
quanto a didática tradicional melhorando também o ensino e a aprendizagem para os 
acadêmicos, ajudando até mesmo aqueles que serão futuros professores”. Se o docente 
universitário possivelmente cogitar o modelo tradicional, de que modo irá como construirá em 
relação sobre dúvidas dos acadêmicos, temos visto que nesta etapa de estudo superior demanda 
que ser estuda com intensidade para futuramente ensinar, isto no caso de um futuro licenciado. 
Perante esta concepção, é imediato a instituição reavaliar seus docentes, no entanto o 
professor tradicional não é uma maneira errada de se ensinar, mas a busca da evolução sempre 
será necessário na educação, para que busque sempre um meio de aprendizagem como 
alternativas que melhore este cenário, que proporcione práticas inovadoras, que estimule a 
dependência de um raciocino crítico, que minimize o padrão “enxuto” de conhecimentos e 
obtendo a mudança e evolução no ensino para estimular os alunos. 
Diante o pensamento de Martins, et al; (2018, p. 23): 
 
 
31 
 
Pode-se considerar que o professor tradicional conserva essa prática por haver 
problemas com desordem e desrespeito em sala de aula, mas, não se mantém por 
completo tradicional, pois, varia sua didática vez ou outra, buscando melhor 
aproveitamento do conteúdo. Positivamente o prezar pelo respeito é importante, mas 
que não o seja de maneira imposta, e, sim conquistada por meio de uma boa postura 
educativa. Negativamente essa prática limita o aluno a expor sua opinião, além disso, 
a sociedade atual exige uma postura mais reflexiva e de interação entre professor-
aluno, onde ambas as partes possam estabelecer uma situação de aprendizagem mútua. 
 
Desse modo, desafinação recursos e instrumentos para se adequar e prosseguir educando 
e aprendendo, mas conforme o contemporâneo estabelece tal demanda. É necessário sempre 
haver uma mesclagem para favorecimento no âmbito método tradicional de educar e os 
avanços, nos assuntos dinâmicos que estigma atenção dos discentes, associados a aula relativa 
e estruturado pelo discente. 
Com certeza até no presente e possivelmente futuramente sempre haverá que o modelo 
tradicional conduz metodologias clássicas com exibição verbal, eixo nos exercícios, na 
recorrência e na memorização. Cabe, ao discente unificar critérios e saberes tanto dos dias atuais 
até o passado para que possa um futuro de excelente evolução na educação brasileira. 
Segundo de Santana (2019, p. 57), “pensar a pedagogia tradicional e suas características 
que moldam a perspectiva prática, é refletir como a mesma é entendida em todos os aspectos 
que influenciam e envolvem a dinâmica de ensino-aprendizagem”. É a dominância do termo do 
professor, das perquisições impostas e do desenvolvimento unicamente intelectual. 
Em palavras de Althusser (1985), o modelo tradicional tem sua função, geralmente não 
se expõem, propaga os preceitos e a cultura da turma dominante, afastando e subjugando 
aqueles que não delimita dentro de uma execução de atividade de construção e especificidade 
do capitalismo. 
Todavia, a geração de formação de docentes é constante no país que tem um trajeto 
histórico e sócio- epistemológico, notada por diversas capacitações de habilidades, no qual não 
se integraram por suposição, pois encaminha-se a diferente apreciação no parecer da educação 
e na associação nos dias atuais. 
É valido ressalta e enaltecer que o professor reflexivo é um outro termo bastante comum 
na área da educação, no qual, vários documentos trazem o termo. E porque, chamar de professor 
“reflexivo” se refere na razão pelos atos que o docente vai ter em sala de aula, não é apenas um 
professor que tem atitudes de reflexão para associar seus conteúdos a sua mente reflexiva, mas 
um docente que no seu dia a dia busca aprimorar suas capacidades e seu desenvolvimento em 
sua profissão. 
 Em pensamentos com Silva e Araújo (2005, p. 2). 
https://www.sinonimos.com.br/contemporaneo/
https://www.sinonimos.com.br/especificidade/
32 
 
 
A reflexão na ação é a reflexão desencadeada durante a realização da ação pedagógica, 
sobre o conhecimento que está implícito na ação. Ela é o melhor instrumento de 
aprendizagem do professor, pois é no contato com a situação prática que o professor 
adquire e constrói novas teorias, esquemas e conceitos, tornando-se um profissional 
flexível e aberto aos desafios impostos pela complexidade da interação com a prática. 
No entanto, a reflexão realizada sobre a ação e para a ação é de fundamental 
importância, pois elas podem ser utilizadas como estratégias parapotencializar a 
reflexão na ação. 
 
Diante disso, compreendemos que para ensinar é necessário que o docente desfrute dos 
objetivos, planos e princípios. A reflexão elabora novos conhecimentos e objetivos, assim, 
como muitas vezes, essas reflexões modificam em ações vantajosas e propícia para aqueles que 
ensinam em sala de aula, os alunos e em geral e a sociedade. 
Segundo Geraldi, Messias e Guerra (1998), com o início da década de oitenta, várias 
associações acadêmicas procuraram na conceituação de reflexão, abstração sobrepostas a 
perceptiva linear e mecânica da aprendizagem técnica científica. 
Assim em diante, já nas palavras de Valente e Viana (2009, p. 3), define “como está 
estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), lei nº 9394/96, que 
entre as finalidades da educação superior, destaca a necessidade de estimular a formação de 
profissionais com espírito científico e pensamento reflexivo”. 
Dessa maneira, junto com a LDB, manifestam-se com as Diretrizes Curriculares 
Nacionais (DCNs), que contribui cada vez mais com o espaço de ensino profissional, os 
critérios que define para um bom desempenho da ocupação de trabalho é a descrição e 
qualificação a serem atingidas, e reforçando a exigência de flexibilidade da programação da 
grade curricular dos graduandos ou formados já exercendo na área, na qual, concede 
planejamento de didactologia inovadora, para formar indivíduo mais conectados a 
reflexividade, críticas, dinâmicas e conciliando ações e processos que sua função de trabalho 
para obter uma educação facilitadora. 
Em relação ao professor reflexivo, o mesmo não se enquadra apenas ao que aprendeu 
na sua formação acadêmica, pois, frequentemente examina entendimentos e estudos com forma 
de entender seu fracasso e se desempenha para alcançar seus objetivos e realizar os projetos, 
examina suas expectativas e avança no seu privativo particular, alto avaliando sua 
aprendizagem. 
Como aponta Alarcão (2003), o entendimento de um docente reflexivo, sustenta o 
aspecto da competência de reflexões e ideias que define um indivíduo inovador e não como um 
simples transmissor que só reproduz conceitos e atividades que são superficiais. 
33 
 
Referente à contribuição de Schön (1992), muitas mudanças, como a globalização, 
fazem com que a academia ajuste a formação docente. É válido enfatizar que o professor 
reflexivo que ensina ciências e biológica, em sua aula proporciona grandes experiências e 
aprendizagem para seus alunos na edificação de saberes científicos que envolve prática 
indispensável. 
Zimmerman e Bertani (2003), explicam que para instruir um aluno é necessário que o 
professor esteja preparado a refletir diante do seu método de ensino e aprendizagem, em relação 
a prática, é importante variar as concepções que garanta modificar e transformar para sua 
melhoria de ensino, para que haja produção e vínculos entre teoria e prática, docente e o discente 
eficaz é observado como amplos de prevalências, na qual hoje em dia é essencial que o professor 
possua aparência e aspectos de um crítico reflexivo durante a prática durante seu período em 
sala de aula. 
 Nessa conjuntura os autores citam que “[...] Quando estamos falando de ser reflexivo, 
é importante frisar que o ato de refletir a respeito da prática não deve estar apenas relacionado 
no que ocorre em sala de aula” (ZIMMERMAN; BERTANI, 2003, p. 10). É essencial não se 
limitar apenas em sala de aula, como abordam os grandes especialistas dos dizeres. 
Dessa forma, o professor reflexivo tem veracidade de seus atos, pois, raciocina antes de 
os pô em ação e dedica-se no estudo e suas metodologias, conhecimento e capacidade e de qual 
maneira irar avaliar inspiráveis momentos, a todo momento se auto dialogando, ressalta 
também, que a ação de auto dialogar proporciona ao professor método de produzir os esquemas 
para a organizar sua prática. 
No entanto, podemos observar que na atualidade a reflexão é de suma importância no 
desenvolvimento educacional e pedagógico de certa forma em modo geral, e exclusivamente, 
no que pulsa a educação na graduação em licenciatura, evidenciando os obstáculos de ser um 
professor em uma sociedade que se modifica depressa, que concebe e descarta rapidamente 
pensamentos críticos associado a educação, diante esse cenário, a preparação de um professor 
é valido para que haja, prática e reflexão. 
Esse contexto postula os pensamentos dos sabidos teóricos, onde em seus grandes 
estudos se pronunciam e viabilizam que ao mesmo tempo a perfeição e melhora a cerca da 
prática de ensinar é fundamental. De acordo com Valente e Viana (2009), nessa geração o 
conhecimento e a reflexão, na contemporaneidade, são as concepções mais usadas por 
informadores da área da educação, o qual exibe seu infinito valor e interesse no 
desenvolvimento de agir e ser um professor reflexivo e pedagógico. 
Segundo Carvalho e David (2015, p.162): 
https://www.sinonimos.com.br/contemporaneidade/
34 
 
 
O principal objetivo do professor é buscar a consolidação da autonomia profissional 
mais ativa, crítica e reflexiva, capaz de avaliar e questionar a prática docente a fim de 
agir sobre ela e não como um mero reprodutor de ideias e práticas que lhes são 
impostas, capaz de ser livre para fazer escolhas e tomar decisões, contestando aquela 
do profissional cumpridor de ordens que emanam de fora das salas de aula. 
 
Contudo, o docente que se envolve a ter competência de autonomia, automaticamente 
envolve a autoconfiança e auxilia na aprendizagem e pensar, analisa, com domínio em 
pesquisar, ser crítico e saber argumentar, socializar em roda de conversa e estabelecer seu ponto 
de vista, adquirindo o pensamento crítico de expressão. 
Esse ato de despertar a autonomia nos estudos, seria viável estabelecer e influencia 
desde criança, mas ao longo do histórico estudantil, nem todos os professores tem o ato de ser 
facilitador, que ajuda na habilidade do estudante na autodidata, onde possam perceber a grande 
importância em aprender e estudar diariamente, ampliando a concentração, o raciocino lógico, 
facilidade e habilidade de leitura quanto a escrita e dialogar socialmente. 
De certa forma, os docentes são guias e facilitadores de instrução de conhecimento, 
tendo ajuda de material didático individualizado, no qual, estabelece a individualidade de cada 
aluno, tendo orientação individualizada onde a criança foi capaz de prosseguir conforme seu 
ritmo, com tranquilidade e com segurança que precisa. 
Portanto, se o professor propor e proporcionar mecanismos e alternativas que possam 
ajudar a reduzir as dificuldades no ensino das disciplinas, o mesmo estará ajudando seus alunos 
e transformando as aulas, deixando-as mais atraentes, ressalta-se ainda, que o uso de 
experimentos reais e virtuais em sala de aula é uma ferramenta e uma alternativa fundamental 
para melhorar a qualidade das aulas, sendo uma alternativa atraente e de fácil acesso, pois há 
necessidade de diversificar os métodos de ensino para reduzir o insucesso escolar. 
5.5 Plano Pedagógico 
Ao descrever sobre o plano escolar pedagógico da supervisora, no qual, nos orientou em 
sala de aula, é importante postular que seu plano pedagógico segue como base as orientações 
da Secretária de Estado de Educação (SEDUC), baseando-se no Ministério da Educação e 
Cultura (MEC). 
 Importante ressaltar, que a gestão da escola pública necessita de uma organização com 
foco nos aspectos políticos, administrativos, financeiros, tecnológicos, culturais, artísticos e 
pedagógicos, com a finalidade de dá transparência as suas ações e atos, possibilitando à 
comunidade escolar e local a aquisição de conhecimentos, saberes, ideias e sonhos, num 
35 
 
processo de aprender, inventar, criar, dialogar, construir, transformar e ensinar 
(TARAPANOFF, 2012). 
Assim como a professora, a gestão escolar deve se voltar aos seguintes aspectos: 
realização

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