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Direito Administrativo - Esquema de Estudo-71

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Resumão Direito Administrativo
• Desde a inscrição o concessionário fruirá plenamente o terreno para os fins 
estabelecidos no contrato e responderá por todos os encargos civis, 
administrativos e tributários que venham a incidir sobre o imóvel e suas rendas.
Enfiteuse ou aforamento  é o instituto civil que permite ao proprietário atribuir a outrem o 
domínio útil de imóvel, pagando a pessoa que o adquire (enfiteuta) ao senhorio direto uma 
pensão ou foro, anual, certo e invariável. Consiste, pois, na transferência do domínio útil de 
imóvel público a posse, uso e gozo perpétuos da pessoa que irá utilizá-lo daí por diante.
• Em linguagem técnica, aforamento ou enfiteuse é o direito real de posse, uso e 
gozo pleno da coisa alheia que o titular (foreiro ou enfiteuta) pode alienar e 
transmitir hereditariamente, porém, com a obrigação de pagar perpetuamente uma 
pensão anual (foro) ao senhorio direto.
• Domínio útil consiste no direito de usufruir o imóvel do modo mais 
completo possível e de transmiti-lo a outrem, por ato entre vivos ou por 
testamento.
• Domínio direto, também chamado domínio eminente, é o direito à 
substância mesma do imóvel, sem as suas utilidades.
• Foro, cânon ou pensão é a contribuição anual e fixa que o foreiro ou 
enfiteuta paga ao senhorio direto, em caráter perpétuo, para o exercício de 
seus direitos sobre o domínio útil do imóvel.
Laudêmio  é a importância que o foreiro ou enfiteuta paga ao senhorio direto quando ele, 
senhorio, renuncia seu direito de reaver esse domínio útil, nas mesmas condições em que o 
terceiro o adquire. 
Características dos Bens Públicos 
Inalienabilidade  é característica original do bem público que restringe de forma efetiva a 
possibilidade de sua alienação. Esta característica não se apresenta de modo absoluto, ou 
seja, pode ser mudada atraáves de lei. 
Imprescritibilidade  decorre como conseqüência lógica de sua inalienabilidade originária. 
E é fácil demonstrar a assertiva: se os bens públicos são originariamente inalienáveis, segue-
se que ninguém os pode adquirir enquanto guardarem essa condição. Daí não ser possível a 
invocação de usucapião sobre eles. 
Impenhorabilidade  os bens públicos não estão sujeitos a serem utilizados para 
satisfação do credor na hipótese de não-cumprimento da obrigação por parte do Poder 
Público. Decorre de preceito constitucional que dispõe sobre a forma pela qual serão 
executadas as sentenças judiciárias contra a Fazenda Pública, sem permitir a penhora de 
seus bens. Admite, entretanto, o seqüestro da quantia necessária à satisfação do débito, 
desde que ocorram certas condições processuais  através de precatório
Não-oneração  É a impossibilidade dos bens públicos serem gravados com direito real de 
garantia em favor de terceiros. Os bens públicos não podem ser objeto de Hipoteca.
“Só aquele que pode alienar poderá hipotecar ou empenhar. Só as coisas que se 
podem alienar poderão ser dadas em penhor ou hipoteca” (CC, art. 756).
 
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