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Ativo: olhando novamente a lista dos recursos disponíveis, vemos que se trata, na verdade, da lista dos ativos de uma empresa. Em geral os ativos podem ser entendidos como recursos de valor sobre os quais a empresa tem direito de uso. Um ativo pode ser definido como um recurso sob controle da empresa capaz de gerar benefícios futuros (entendidos como caixa). Passivo: todo o capital de terceiros está representado pelo passivo da empresa. São compromissos que ela tem contra seus recursos ou ativos. Esses terceiros forneceram recursos para a organização e esperam ser pagos. Assim, os fornecedores esperam ser pagos na data de vencimento de suas duplicatas; os funcionários, na data acordada para o pagamento de seus salários; as instituições financeiras, na data de vencimento das parcelas (dos juros e do principal); o governo, na data de vencimento dos tributos etc. Podemos definir o passivo como o compromisso da organização relativo a eventos já ocorridos e que resultam em consumo de seus ativos. Patrimônio líquido de maneira muito similar ao passivo, o capital próprio também representa compromissos contra os recursos ou ativos da organização. A diferença crucial em relação a terceiros é que estes contribuem com recursos (não os fornecem) e, dessa maneira, tomam-se participantes, investidores ou sócios. Seus recursos disponibilizados não têm data de vencimento, mas eles dividem os riscos e os lucros da empresa. (CHING, et al., 2007, p. 24). Considerando as afirmações apresentadas, é correto afirmar que os recursos investidos pelos proprietários, serão classificadas Segundo a teoria de Modigliani (Prêmio Nobel de Economia em 1985) e Miller (Prêmio Nobel de Economia em 1990) sobre estrutura de capital, em um hipotético mundo sem impostos. Em um mundo sem tributos sobre lucros da pessoa jurídica, a famosa Proposição I de Modigliani e Miller prova que o valor da empresa não é afetado pelo índice Dívida/Capital próprio. Em outras palavras, a estrutura de capital de uma empresa não faz diferença naquele mundo. Os autores obtêm seus resultados mostrando que tanto uma proporção alta de dívida para capital próprio quanto uma proporção baixa pode ser anulada pela alavancagem caseira. O resultado depende da suposição de que pessoas físicas possam tomar empréstimos à mesma taxa que as pessoas jurídicas, o que acreditamos ser bastante plausível. (ROSS, 2015 p. 551) Com base nas informações e nos fragmentos de texto apresentado, avalie as afirmativas a seguir: Os títulos de renda fixa são documentos que comprovam um empréstimo feito pelo investidor ao emissor, que obrigam este último agente ao pagamento de certa rentabilidade. Esses títulos formam o outro grupo de papéis existentes: CDB/RDB, debêntures simples, letras hipotecárias, títulos públicos, créditos securitizados etc. Não importa se o título é pré ou pós-fixado; para o BACEN, trata-se de papel de renda fixa. A grande diferença entre os títulos de renda variável e os de renda fixa é que os primeiros não têm preço certo ou garantido nem prazo de vencimento, podendo inclusive 'virar pó' (não ter resgate). Já os papéis de renda fixa têm obrigatoriamente uma data de resgate ou de vencimento predeterminada com um valor de resgate também determinado nessa data de vencimento. Por esse motivo, constituem-se na maneira mais fácil de uma empresa se. capitalizar ou de o governo cobrir seus déficits orçamentários, exatamente porque têm um prêmio a oferecer, que é a rentabilidade obrigatória a ser paga aos compradores ou investidores, a data e o valor de vencimento. (FARIA, 2003 p. 194). Considerando o texto apresentado, avalie as afirmações a seguir. I. Certificado de Depósito Bancário: É um título de crédito (captação) emitido por bancos (comerciais, de investimento, desenvolvimento e múltiplos) que tem por objetivo captar recursos de investidores, passando posteriormente esses aos clientes na forma de empréstimos. II. Títulos Públicos: São papéis emitidos pelos poderes públicos federais, estaduais ou municipais. III. Debêntures: Títulos de crédito emitidos por empresas de capital aberto, com a garantia em seu ativo e com o intuito de obter recurso de médio e longo prazo. É correto o que se afirmar em TEXTO I Modigliani e Miller (M&M) têm um argumento convincente segundo o qual uma empresa não pode alterar o valor total de suas ações em circulação alterando as proporções de sua estrutura de capital. Em outras palavras, o valor da empresa é sempre o mesmo em diferentes estruturas de capital. Ou ainda, nenhuma estrutura de capital é melhor ou pior que qualquer outra para os acionistas da empresa. Esse resultado bastante pessimista é a famosa Proposição I de M&M. (ROSS, 2015 p. 560) TEXTO II Estrutura de capital é a composição do financiamento de uma empresa. Posicionada do lado direito do balanço patrimonial, ela representa as principais fontes de fundos externos obtidos através de financiamento. A estrutura de capital da empresa consiste nas dívidas de longo prazo, em ações preferenciais e ações ordinárias. Para simplificar a apresentação, somente as dívidas de longo prazo e as ações ordinárias serão consideradas na discussão, a seguir, sobre estrutura de capital. Quando estudamos a estrutura de capital de uma empresa, é importante calcular o índice de endividamento (D/C). O índice de endividamento indica a proporção entre as dívidas e o patrimônio em ações emitidos pela empresa. A empresa deve manter um certo equilíbrio entre as dívidas e o patrimônio líquido. Um nível elevado de dívidas pode elevar o risco da empresa, tornando os investidores apreensivos acerca da sua capacidade de pagar seus credores. Isso, por sua vez, pode aumentar o custo de capital. (GROPPELLI, 1998 p. 205) Considerando os textos apresentados, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas. I. Muitos pesquisadores, incluindo M&M, examinaram os efeitos de pressupostos de mercado menos restritivos no relacionamento entre a estrutura de capital e o valor da empresa. O resultado é uma estrutura de capital ótima teórica baseada no balanceamento dos benefícios e custos do financiamento de dívida. O maior benefício do financiamento de dívida é a vantagem tributária que permite que pagamentos de juros sejam deduzidos ao se calcular a renda tributável. PORQUE II. O custo do financiamento de dívida resulta de (1) aumento da probabilidade de falência causada por obrigações da dívida, (2) custos de agendamento do monitoramento por parte do emprestador das ações da empresa e (3) custos associados a administradores com mais informações a respeito das perspectivas da empresa do que os investidores. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta Ativos não circulantes, também chamados de ativos realizáveis a prazo, ficam retidos na organização por um período superior a um ano. São aqueles que têm benefícios suscetíveis de serem convertidos ou consumidos em mais de um ano dentro do ciclo operacional normal. No grupo de contas contábeis denominado Ativo Não Circulante são registrados todos os bens de permanência duradoura, destinados ao funcionamento normal da entidade e do seu empreendimento, assim como os direitos exercidos com essa finalidade. (GRIFIM, 2012 p. 38). Considerando o texto apresentado, avalie as afirmações a seguir. I. Investimentos. II. Ativos intangíveis. III. Despesas pagas antecipadamente. É correto o que se afirmar em