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F R E N T E 1 41 Previamente combinado, as duas pessoas, CI e PA, saíram no mesmo instante de suas posições iniciais, A e B, representadas na gura, caminhando no sentido anti-horário. CI partiu do repouso com aceleração de 5,0 ⋅ 10 –3 m/s2, e PA andou desde o início com veloci- dade constante de 1,0 m/s. Determine, entre a posição inicial e a posição em que se encontraram: a) o vetor velocidade média (módulo, direção e sen- tido) do PA. b) a velocidade escalar média do CI. 29 FMP 2019 Uma aeronave, antes de aterrissar no Ae- roporto Santos Dummont no Rio de Janeiro, faz uma curva no ar, mostrando aos passageiros a bela vista da Baía de Guanabara. Suponha que essa curva seja um círculo de raio 6 000 m e que a aeronave trace essa trajetória com velocidade de módulo constante igual a 432,0 km ⋅ h -1 em relação ao solo. A aceleração centrípeta da aeronave, em relação ao solo, vale, em m ⋅ s -2, aproximadamente A 2,000 2,400 C 7,200 D 9,800 31,10 30 FEI A velocidade v de um móvel em função do tempo acha-se representada pelo diagrama vetorial da figu- ra. A intensidade da velocidade inicial é v0 = 20 m/s. Determine o módulo da aceleração vetorial média en- tre os instantes t = 0 e t = 8 s. t = 0 t = 2 s t = 4 s t = 8 s 30o O t = 6 s v 0 31 Mackenzie 2019 As engrenagens A, B e C, de raios RA, RB e RC, acima de- senhadas, fazem parte de um conjunto que funciona com um motor acoplado à engrenagem de raio RA=20cm, fazendo-a girar com frequência constante de 120rpm, no sentido horário. Conhecendo-se o raio RB= 10 cm e RC=25 cm, pode-se armar que no SI (Sistema In- ternacional de Unidades) a aceleração de um ponto da periferia da engrenagem C, tem módulo igual a (Considere π2 = 10) A 1,6 16,0 C 25,6 D 32,0 2 560 32 PUC-SP Para calcular a aceleração tangencial média de um corpo em movimento circular, cujo raio de curva- tura é π m, você dispõe de uma tabela que relaciona, a partir do repouso e do instante t = 0, o número de voltas completas e o respectivo intervalo de tempo. Número de voltas completas Intervalo de tempo 1a tomada de dados 20 1 s 2a tomada de dados 80 2 s 3a tomada de dados 100 3 s O valor da aceleração tangencial média sofrida pelo corpo durante essa experiência é: A 20 m/s2 40 m/s2 C 40 voltas/s2 D 80 voltas/s2 100 voltas/s2 33 UFU 2018 Filmes de ficção científica, que se passam no espaço sideral, costumam mostrar hábitats girató- rios que fornecem uma gravidade artificial, de modo que as pessoas se sintam como se estivessem na Terra. Imagine um desses hábitats em um local livre da influência significativa de outros campos gravita- cionais, com raio de 1 Km e com pessoas habitando a borda interna do cilindro. Esse cenário, nessas condições, reproduz algo muito próximo à aceleração da gravidade de 10 m/s2 desde que a frequência com que o hábitat rotaciona seja, aproximadamente, de A 2 rpm. 1 rpm. C 20 rpm. D 60 rpm. 34 IME 2019 Uma partícula desloca-se solidária a um trilho circular com 0,5 m de raio. Sabe-se que o ângulo q, indicado na gura, segue a equação q = t2, onde t é o tempo em segundos e θ é o ângulo em radianos. O módulo do vetor aceleração da partícula, em t = 1 s, é: A 5 2 C 1 D 2 5 2 FÍSIca Capítulo 6 Cinemática vetorial42 35 UEM 2020 Em um plano, uma partícula P1 parte do pon- to (1, 0) no instante t0 = 0 s e se desloca no sentido anti-horário sobre o gráfico da circunferência Γ de equação x 2 + y 2 = 1 até retornar ao ponto de partida. No mesmo instante t0 = 0 s, uma outra partícula, P2, parte do ponto (-1, 1) e se desloca sobre o gráfico da função y = x 2 até o ponto (1, 1). Suponha que as dis- tâncias sejam dadas em metros e que as velocidades escalares de ambas as partículas sejam iguais e cons- tantes. Assinale o que for correto. 01 A partícula P2 percorre apenas pontos interiores à circunferência Γ. 02 Se a velocidade escalar das partículas for de 3 m/s, então o tempo que a partícula P1 leva para retornar ao ponto de partida é superior a 2 s. 04 Durante os deslocamentos das partículas, entre quaisquer dois instantes t1 e t2 a velocidade veto- rial média de P1 é igual à velocidade vetorial média de P2. 08 A aceleração vetorial instantânea de P1 em qualquer instante t do deslocamento é igual à aceleração centrípeta em t. 16 No movimento da partícula P2 não há aceleração centrípeta. Soma: 36 PUC-SP Uma partícula movimenta-se no plano Oxy de modo que as equações paramétricas de sua trajetória são: x = t + 3 e y = 5 – t com x e y medidos em metros e t em segundos. ) Qual a velocidade da partícula no instante t = 5 s? b) Em que instante a partícula está a igual distância dos eixos Ox e Oy? 37 Em relação a um referencial cartesiano xOy, uma par- tícula se move segundo os seguintes movimentos parciais dados através de suas funções horárias. De- termine e identifique a equação da trajetória do móvel em cada caso: ) x = 3t; y = 18t2 b) x = 6t – 12t2; y = 4t – 8t2 ) x = 2 – 4t; y = 5t2 – 2t d) x = 3cos t 3 y = 3sen t 3 2 2π π ; e) x = 2 t 3 y = 3 t 3 sen ; cos π π 38 IME 2016 Dois observadores em movimento acom- panham o deslocamento de uma partícula no plano. O observador 1, considerando estar no centro de seu sistema de coordenadas, verifica que a partícu- la descreve um movimento dado pelas equações x1(t)=3cos (t) e y1(t) = 4sen (t), sendo t a variável tem- po. O observador 2, considerando estar no centro de seu sistema de coordenadas, equaciona o movimen- to da partícula como x2(t) = 5cos (t) e y2(t) = 5sen (t). O observador 1 descreveria o movimento do observa- dor 2 por meio da equação: Observações: • os eixos x1 e x2 são paralelos e possuem o mesmo sentido; e • os eixos y1 e y2 são paralelos e possuem o mesmo sentido. a 9x2 + 16y2 = 25 x2/9 + y2/16 = 25 c 4x2 + y2 = 1 x2/4 + y2 = 1 4x2 + y2 = 4 39 PUC-SP Dois móveis estão dotados de movimentos uniformes sobre uma trajetória retilínea, de tal forma que a distância entre eles aumenta de 10 metros por segundo quando se deslocam no mesmo sentido e de 30 metros quando se deslocam em sentidos opostos. Os valores das velocidades destes móveis são: a 20 m/s e 10 m/s 30 m/s e 5 m/s c 30 m/s e 20 m/s 20 m/s e 5 m/s 25 m/s e 10 m/s 40 Fuvest Uma jovem viaja de uma cidade A para uma cidade B, dirigindo um automóvel por uma estrada muito estreita. Em um certo trecho, em que a estrada é reta e horizontal, ela percebe que seu carro está entre dois caminhões-tanque bidirecionais e iguais, como mostra a figura. A jovem observa que os dois cami- nhões, um visto através do espelho retrovisor plano, e o outro, através do para-brisa, parecem aproximar-se dela com a mesma velocidade. 160 km A 120 km B 50 km/h ??40 km/h Como o automóvel e o caminhão de trás estão viajan- do no mesmo sentido, com velocidades de 40 km/h e 50 km/h, respectivamente, pode-se concluir que a velocidade do caminhão que está à frente é: a 50 km/h com sentido de A para B. 50 km/h com sentido de B para A. c 40 km/h com sentido de A para B. 30 km/h com sentido de B para A. 30 km/h com sentido de A para B. 41 UFSC Descendo um rio em sua canoa, sem remar, dois pescadores levam 300 segundos para atingir o seu ponto de pesca, na mesma margem do rio e em trajetória retilínea. Partindo da mesma posição e re- mando, sendo a velocidade da canoa, em relação ao rio, igual a 2,0 m/s, eles atingem o seu ponto de pesca em 100segundos. Após a pescaria, remando contra a correnteza do rio, eles gastam 600 segundos para retornar ao ponto de partida. F R E N T E 1 43 ponto de partida ponto de pesca d VCR Considerando que a velocidade da correnteza V CR � é constante, assinale a(s) proposição(ões) correta(s). 01 Quando os pescadores remaram rio acima, a velo- cidade da canoa, em relação à margem, foi igual a 4,00 m/s. 02 Não é possível calcular a velocidade com que os pescadores retornaram ao ponto de partida, por- que a velocidade da correnteza não é conhecida.04 Quando os pescadores remaram rio acima, a velo- cidade da canoa, em relação ao rio, foi de 1,50 m/s. 08 A velocidade da correnteza do rio é 1,00 m/s. 16 O ponto de pesca fica a 300 metros do ponto de partida. 32 Não é possível determinar a distância do ponto de partida até o ponto de pesca. 64 Como a velocidade da canoa foi de 2,0 m/s, quando os pescadores remaram rio abaixo, então, a distância do ponto de partida ao ponto de pesca é 200 m. Soma: 42 ITA Um barco leva 10 horas para subir e 4 horas para descer um mesmo trecho do rio Amazonas, mantendo constante o módulo de sua velocidade em relação à água. Quanto tempo o barco leva para descer esse trecho com os motores desligados? A 14 horas e 30 minutos 13 horas e 20 minutos C 7 horas e 20 minutos D 10 horas Não é possível resolver porque não foi dada a dis- tância percorrida pelo barco. 43 Fuvest 2015 Uma criança com uma bola nas mãos está sentada em um “gira-gira” que roda com velocidade angular constante e frequência f = 0,25 Hz. Note e adote: π = 3. a) Considerando que a distância da bola ao centro do “gira-gira” é 2 m, determine os módulos da ve- locidade V T e da aceleração a da bola, em relação ao chão. Num certo instante, a criança arremessa a bola horizontalmente em direção ao centro do “gira- -gira”, com velocidade V R de módulo 4 m/s, em relação a si. Determine, para um instante imediatamente após o lançamento: b) o módulo da velocidade U da bola em relação ao chão; c) o ângulo q entre as direções das velocidades U e V R da bola. 44 Vunesp Gotas de chuva que caem com velocidade v = 20 m/s são vistas através da minha vidraça for- mando um ângulo de 30° com a vertical, vindo da esquerda para a direita. Quatro automóveis estão pas- sando pela minha rua com as velocidades de módulos e sentidos indicados. Qual dos motoristas vê, através do vidro lateral, a chuva caindo na vertical? minha janela 2 4 1 3 esquerda direita v 1 = 62,4 km ⋅h–1 v 2 = 36,0 km ⋅h–1 v 3 = 36,0 km ⋅h–1 v 4 = 62,4 km ⋅h–1 A 1 2 C 3 D 4 nenhum. 45 UFMG Um barco tenta atravessar um rio com 1,0 km de largura. A correnteza do rio é paralela às margens e tem velocidade de 4,0 km/h. A velocidade do barco, em relação à água, é de 3,0 km/h perpendicularmente às margens. Nessas condições, pode-se armar que o barco: A atravessará o rio em 12 minutos. atravessará o rio em 15 minutos. C atravessará o rio em 20 minutos. D nunca atravessará o rio. 46 FEI Sabe-se que a distância entre as margens para- lelas de um rio é de 100 m e que a velocidade da correnteza, de 6 m/s, é constante, com direção pa- ralela às margens. Um barco parte de um ponto x da margem A com velocidade constante de 8 m/s, com direção perpendicular às margens do rio. A que dis- tância do ponto x o barco atinge a margem B? A 100 m 125 m C 600 m D 750 m 800 m 47 Fuvest Pedro atravessa a nado, com velocidade constan- te, um rio de 60 m de largura e margens paralelas, em 2minutos. Ana, que boia no rio e está parada em relação à água, observa Pedro, nadando no sentido sul-norte, em uma trajetória retilínea, perpendicular às margens. Marta, sentada na margem do rio, vê que Pedro se move no sentido sudoeste-nordeste, em uma trajetória que forma um ângulo q com a linha perpendicular às margens. As trajetórias, como observadas por Ana e por Marta, estão indicadas nas figuras abaixo, respectivamente, por PA e PM. Se o ângulo q for tal que cos 3 5 sen 4 5 ,θ = θ = qual o valor do módulo da velocidade: A M P Trajetória vista por Ana Trajetória vista por Marta P θ S N O L a) de Pedro em relação à água? b) de Pedro em relação à margem? c) da água em relação à margem? FÍSIca Capítulo 6 Cinemática vetorial44 48 UFPE Um nadador quer atravessar um rio de 30 m de largura cuja correnteza tem uma velocidade de 4,0m/s. Se ele deseja atingir a outra margem, num ponto exatamente em frente ao ponto de partida, quantos se- gundos ele levará para fazer a travessia, se for capaz de nadar com velocidade constante de 5,0 m/s em re- lação à água? 49 FEI Um barco tem velocidade de 14,4 km/h em águas paradas. Com ele, deseja-se atravessar um rio cuja correnteza tem velocidade de 2 m/s, constante, indo de um ponto de uma margem até o ponto diametral- mente oposto na outra margem. O ângulo que o eixo longitudinal do barco deve formar com a normal à cor- renteza é: a 120º b 90º c 30º d 60º e 45º 50 Cesesp Um avião, cuja velocidade em relação ao ar é v, viaja da cidade A para a cidade B em um tempo t, quando não há vento. Quanto tempo será gasto para a viagem, quando sopra um vento com velocidade u (em relação ao solo) perpendicularmente à linha que liga as duas cidades? (Despreze o tempo de subida e descida do avião.) a t 1 u v 2 ⋅ - b t 1 u v ⋅ - c t 1 u v 2 2 1 2 ⋅ - - d t 1 v u 2 2 1 2 ⋅ - - e t 1 u v 2 2 1 2 ⋅ - 51 UFPE Os automóveis A e B se movem com velocida- des constantes VA = 100 km/h e VB = 82 km/h, em relação ao solo, ao longo das estradas EA e EB indica- das nas figuras. Um observador no automóvel B mede a velocidade do automóvel A. Determine o valor da componente desta velocidade na direção da estrada EA, em km/h. EB EA 60° V B V A 52 PUC-Minas A gura mostra uma montagem em que uma moeda rola sobre a régua A, partindo da posição mostrada na gura, “empurrada” pela régua B, sem que haja deslizamento dela em relação a qualquer uma das réguas. Quando a moeda estiver na posição “2cm” em relação à régua A, a régua B terá percorri- do, em relação à mesma régua A: 10 2 3 4 5 6 1 023456 B Moeda A a 2 cm b 1 cm c 4 cm d 6 cm e 3 cm 53 Fuvest É conhecido o processo utilizado por povos primitivos para fazer fogo. Um jovem, tentando imi- tar parcialmente tal processo, mantém entre suas mãos um lápis de forma cilíndrica e com raio igual a 0,40cm de tal forma que, quando movimenta a mão esquerda para a frente e a direita para trás, em dire- ção horizontal, imprime ao lápis um rápido movimento de rotação. O lápis gira, mantendo seu eixo fixo na direção vertical, como mostra a figura a seguir. Reali- zando diversos deslocamentos sucessivos e medindo o tempo necessário para executá-los, o jovem conclui que pode deslocar a ponta dos dedos de sua mão direita de uma distância L = 15 cm, com velocidade constante, em aproximadamente 0,30 s. L/2 L Podemos armar que, enquanto gira num sentido, o número de rotações por segundo executadas pelo lá- pis é aproximadamente igual a: a 5 b 8 c 10 d 12 e 20