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ALVES, Julyana Déidylla Maria Da Silva

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2
CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL UNINTER
PEDAGOGIA
A INCLUSÃO DE CRIANÇAS NA ESCOLA: AS DIFICULDADES DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
 
ALVES, Julyana Déidylla Maria Da Silva[footnoteRef:1] [1: ALVES, Julyana Déidylla Maria Da Silva, aluna do curso de Pedagogia da faculdade UNINTER matriculada na RU: 2152491.
NOME da Orientadora ] 
RU: 2152491
RESUMO
O presente estudo tem como objetivo compreender os desafios da inclusão de crianças na escola nos anos iniciai do ensino fundamental, fazendo um regaste histórico do acolhimento de inclusão de crianças com deficiência no sistema educacional brasileiro, com o proposito no contexto da educação infantil, através de revisão bibliográfica, buscando causar reflexões acerca do processo de adaptação a inclusão na educação infantil. Delimitando possíveis desafios do caminho através do ensino e apontar uma possível estudos pautada na análise das práticas pedagógicas.
Palavras-Chaves: desafio; Inclusão; crianças; educação infantil.
1. INTRODUÇÃO 
Atualmente a contenção da inclusão, referisse a muitas reflexões que pontão ao seu entendimento, que tem tal dimensão ao assume relação ao processo de ensino e aprendizagem. Evidencia-se que um sistema educativo inclusivo pode ser conceituado como aquele na qual a sociedade assume o desafio de conseguir introduzir, não só na sala de aula, mas também em todos os aspectos dentro dos contextos escolares e não necessariamente o qual a diferença, que todos os sujeitos venham ter êxito no ensino.
A inclusão é resultado das adaptações nas transformações e concepções de entendimento da sociedade e do mesmo modo, na qual a instituição referente a políticas públicas onde são capazes de contribuir com que essas mudanças cheguem dentro da escola. Não sendo suficiente, uma instituição inclusiva é aquela cujos os colaboradores possuem formação, buscando pelas alterações na coletividade e ao mesmo modo, está sempre se preocupando com o acolhimento, aceitação, a receber e promover possibilidades de ensino/aprendizagem mediante as condições do aluno.
Conforme essas reflexões que norteia o seguinte estudo, observou-se que os desconfortos relacionados a inclusão podendo se tornar ainda maiores quando se se refere a inclusão dos alunos com alguma peculiaridade, uma vez que nem todos os colaboradores da educação se encontram prontos ao acolhimento pedagógico, planejamento de atividades que venham realmente inserir esses indivíduos no processo de ensino.
Devido a isto, o estudo se tornou essencial para buscar, partindo dos referenciais teóricos, compreender as maiores dificuldades quando se trata do acolhimento a esses alunos. Sua real importância referenciou-se a possibilidade de reverter alguns dos quadros de exclusão, opostos às perspectivas da inclusão, e com justificativa na intencionalidade de aplicação das teorias sobre a inclusão, retirando-as da condição passiva que as tornam imposição e aderindo-as o a identificação de que a inclusão é um dever (direito), é não apenas uma prerrogativa legal e que no decorrer do dia necessita ser exercitada dentro de sala de aula.
2. CONCEITUAÇÃO DA INCLUSÃO SOB A PERSPECTIVA HISTÓRICA.
levando em consideração sobre a perspectiva histórica da inclusão, observa-se suas diversas fases, partindo de épocas distintas, bem como de culturas diferenciadas. De acordo com Correia (1999) destaca, mais precisamente na Grécia antiga, as crianças que de alguma forma apresentassem traços que não estivessem de conforme a estética clássica, eram abandonadas para a morte, ou eram sacrificadas pelos sacerdotes dos grandes templos.
Idade Média (476 a 1453) ficou marcada pelo feudalismo, pela influência da Igreja, e pelas Cruzadas e Inquisição, o abandono foi tratado como um ato muito comum, mas os indivíduos excêntricos com algumas deficiências eram vistos como frutos do castigo de Deus. Quando as crianças com alguma deficiência que sobreviviam aos primeiros anos, eram tratadas como impotentes, alimentadas apenas para garantir sua sobrevivência, mas não teriam o convívio social. Tratadas sem pudor, as famílias desses indivíduos preferiam escondê-los, sendo comum que ficassem internados em instituições até morrerem.
De acordo com Jannuzzi (2004), no Brasil do século XVIII, havia diversos abrigos que eram destinadas aos atendimentos às pessoas com deficiência. Entretanto, não havia nada mais a se considerar além das ações de caridade, que tratavam da distribuição de alimentos. Apenas algumas crianças, filhas de pais mais abastados é que recebiam algumas instruções.
Somente no século XX é que os primeiros passos rumo a um processo educativo voltado para a inclusão foram dados. No entanto, esse aspecto ainda preservava as concepções médicas e biológicas que mais se preocupavam em conhecer as causas das deficiências do que promover o aprendizado da pessoa com deficiência. Mesmo com o avanço dos estudos voltados para a psicogênese, somente com o advento de novas teorias educacionais, e por consequência, das pesquisas em relação aos aspectos cognitivos e sociais da aprendizagem, é que a educação pode avançar em rumo à inclusão.
Segundo Mazzotta (2005), o marco da inclusão foi a Declaração Universal dos Direitos Humanos, no final da década de 1940, que trouxe uma nova perspectiva acerca dos direitos da pessoa com deficiência. O desenvolvimento da denominada Educação Especial, se deu a partir de alguns movimentos sociais que, de acordo com o autor citado, distinguiu as ações voltadas para as pessoas com deficiência. 
Conforme Mazzotta (2005) é fato que ao determinar três movimentos básicos, a marginalização, assistencialismo e educação/reabilitação. Acerca dos métodos de inclusão/integração de pessoas com deficiência no contexto educativo, Sassaki (2006) afirma que quatro etapas, sendo essas ligadas aos movimentos históricos da inclusão, sendo estas a etapas da Exclusão, Segregação Institucional, Integração e da Inclusão.
A inclusão social e escolar de pessoas com deficiência no Brasil responde a uma situação corrente de perpetuação da segregação dessas pessoas tirando delas o direito do pleno desenvolvimento, quando era negado a elas o direito de frequentar uma escola de ensino regular, uma vez que essa era para os alunos denominados normais.
Para os alunos com deficiência havia as escolas de ensino especial. Porém, na última década, esse sistema escolar modificou-se com uma proposta de inclusão e um único tipo de escola que é a regular, com a responsabilidade de acolher todos os alunos, independentemente de ser deficientes ou não. Para os alunos com deficiência, porém, a escola tem o dever de oferecer apoio e meios adequados para que a aprendizagem ocorra de forma plena. Assim a educação inclusiva é a educação especial dentro da escola regular que se transforma em espaço para todos.
Inclusão é a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e, assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas diferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as pessoas, sem exceção. É para o estudante com deficiência física, para os que têm comprometimento mental, para os superdotados, para todas as minorias e para a criança que é discriminada por qualquer outro motivo. (Mantoan 2009, p.01)
No entanto, ao afirmar a mesma autora “que estar junto é aglomerar” significa que pode ocorrer em qualquer espaço, também “inclusão é estar com, é interagir com outro”. (MANTOAN, 2009, p.01).
Além desse método há outros a serem considerados uma vez que esse é um conceito bastante usado nas últimas décadas. Assim de acordo com Freire (2008)A inclusão é um movimento educacional, mas também social e político que vem defender o direito de todos os indivíduos participarem, de uma forma consciente e responsável, na sociedade de que fazem parte, e de serem aceites e respeitados naquilo que os diferencia dos outros. No contexto educacional, vem, também, defender o direito de todos os alunos desenvolverem e concretizarem as suas potencialidades, bem como de apropriarem as competências que lhes permitam exercer o seu direitode cidadania, através de uma educação de qualidade, que foi talhada tendo em conta as suas necessidades, interesses e características. (FREIRE, 2008, p.05).
A inclusão é um método que passa por todas as esferas sociais, mas é principalmente na educação que tende ser trabalhada de modo que atenda a legislação vigente. por isso, a inclusão escolar trabalhar como objetivo construir uma escola que acolha, na qual anulem esses critérios e exigências ou quaisquer formas que de seleção que permitam ou não o acesso e permanência de todos os alunos. Mas, para que isso venha ocorrer é essencial que os colaboradores venham compreender as diferenças humanas, favorecendo todos o direito sobre à educação. Para que venha ser discutido a inclusão escolar é necessidade conhecer um pouco a pouco sua história, fazendo com que venha se fazer um apanhado sobre seu histórico contexto.
Diversas leis e decretos foram criados ao longo do tempo garantir a inclusão escolar, como foi estudado no contexto histórico da inclusão no Brasil. Entretanto segundo Menezes e Santos (2001, p.01) a Declaração de Salamanca é “um documento elaborado na Conferência Mundial sobre Educação Especial, em Salamanca, na Espanha, em 1994, com sua principal função de fornece diretrizes básicas, com o intuito da formulação e reforma de políticas socias e sistemáticas educacionais de conforme o movimento de inclusão social”.
Esse registro, apesar de só ter sido criado em 1994, formulou-se ideias inovadoras a inclusão, tornando-a um dos documentos mais necessários para todos os países. Sobre essa discussão, Menezes e Santos ressaltam que.
A Declaração de Salamanca é considerada um dos principais documentos mundiais que visam a inclusão social, ao lado da Convenção de Direitos da Criança (1988) e da Declaração sobre Educação para Todos de 1990. Ela é o resultado de uma tendência mundial que consolidou a educação inclusiva, e cuja origem tem sido atribuída aos movimentos de direitos humanos e de desinstitucionalização manicomial que surgiram a partir das décadas de 60 e 70. (MENEZES e SANTOS, 2001, p.01).
A Declaração de Salamanca elevar a importância por ter inserido como especiais todas as crianças que não conseguem se adaptar normalmente nas escolas. Sabendo que muitas das vezes os alunos retardavam o mesmo ano, e não se sabia por qual motivo, procurava sabê-lo. Os alunos que não teriam desempenho satisfatórios eram considerados incapaz de aprender e diversas vezes evadiam a escola, por sentirem de alguma forma discriminados.
Apesar disso, após a Declaração o entendimento de necessidades especiais foi ampliado garantindo a todos os direitos à educação de qualidade dentro de um sistema igualitário e aberto de preconceitos. Por isto, a aflição para incluir no meio escolar todos aqueles que, de uma alguma forma ou de outra foram deixados de lado. Não se tratando só das crianças com dificuldade física, mas também as que são vulneráveis, ou em condições de abandono e estão de fora da escola.
Esse mesmo entendimento por parte da LDB (1996) que a ponta e responsabiliza o poder público pela matrícula, da preferência aos alunos com alguma peculiaridade na rede regular no ensino, contribuindo assim como apoio especializado quando necessário. A escola tem o dever primordial na etapa de inclusão, reforçada pela adesão do governo brasileiro atreveis da Declaração de Salamanca. (1994).
Apesar das melhoras na educação inclusiva, ainda há muitos complexos a serem desafiados e vencidos para que haja a inclusão escolar dentro do sistema de ensino brasileiro. Dessa forma, os alunos que adentram a sua vida escolar de ensino regular embruscar serem acolhidos mesmos com suas limitações e dificuldades que acabam sendo de algum modo excluídos porque os professores não foram capacitados ao lidar com suas adversidade. Muitos colaboradores da educação não estão preparados para enfrentar as adversidades da educação inclusiva, apesar dos inúmeras formações e cursos que tender manter aperfeiçoamento dos quais participaram ao longo do procedimento de inclusão escolar.
Logo, para que haja inclusão escolar é necessário que tenha mudanças que são essenciais, tendo foco na escola, onde deve ser vista como um espaço na qual se constrói formas de conhecimento, deixando claro que o preconceito e a discriminação não fazem parte desse ambiente. o espaço escolar deve ser um lugar de acolhimento onde todos os sentidos de bem-vindos, independentemente da condição física ou mental. É necessário tratar-se de forma igualitária mesmo diagnosticando diferenças. Como se faz uma escola inclusiva é:
Em primeiro lugar, um bom projeto pedagógico, que começa pela reflexão. Diferentemente do que muitos possam pensar, inclusão é mais do que ter rampas e banheiros adaptados. A equipe da escola inclusiva deve discutir o motivo de tanta repetência e indisciplina, de os professores não darem conta do recado e de os pais não participarem. Um bom projeto valoriza a cultura, a história e as experiências anteriores da turma. (MANTOAN, 2009, p. 02)
Ainda há escolas que porem, diversificam seus programas de ensino, no pensamento de que assim agregaram resultados próximos, inserido num contexto com enormes adversidades.
E irrelevante, portanto, esses princípios básicos sobre inclusão que é dar o uso autônomo da liberdade para que os alunos aprendam conforme seus limites, tenham alguma peculiaridade ou não. Isso porque dentro da inclusão escolar seguir a passos lentos e há muitos desafios a serem superados ainda atualmente.
Estamos caminhando devagar. O maior problema é que as redes de ensino e as escolas não cumprem a lei. A nossa Constituição garante desde 1988 o acesso de todos ao Ensino Fundamental, sendo que alunos com necessidades especiais devem receber atendimento especializado preferencialmente na escola, que não substitui o ensino regular. Há outra questão, um movimento de resistência que tenta impedir a inclusão de caminhar: a força corporativa de instituições especializadas, principalmente em deficiência mental. Muita gente continua acreditando que o melhor é excluir, manter as crianças em escolas especiais, que dão ensino adaptado. Mas já avançamos. Hoje todo mundo sabe que elas têm o direito de ir para a escola regular. (MANTOAN, 2009, p.02).
Pois, torna-se essencial o empenho de todas as esferas de responsáveis pelas políticas de inclusão e não bastando criar leis, mas garantindo assim que sejam cumpridas. Ao se ter o entendimento que na escola a dificuldades precisam ter seu local a ser manifestado dando garantias, como sendo fundamental para a ensino social e cultural, instaurando-se a importância de que mais colaboradores defendam o princípio inclusivo da escolarização.
A educação que busca qualidade deve ser uma modalidade básica ao reger todas as possibilidades educativas, desde sua inerência a concepção, curricular em na mesmo a capacitação dos professores. no entanto, isso se depara com uma desconstrução de princípios vestidos dentro da ideologia marcada pelos intelectos de “igual/diferente”, “normal/anormal”. 
A valorização das diferenças deveria, a priori, ser o princípio da atuação do professor, mas isso não ocorre, não somente por culpa do professor, mas do próprio processo educativo que pouco se modificou ao longo do tempo. Há que se levar em conta que não é o indivíduo com deficiência que precisa se adaptar à sociedade, mas esta que deve se preparar para acolhê-lo.
intendesse que métodos tradicionais de ensino, o aluno tende a se adaptar às metodologias com proposta da pelo professor, inerente independência de seus obstáculos. Desse aspecto comportamental, resulta a classificação pela qual inúmeras, o sujeito que conseguia acumular. Sobre o método proposto pela Educação Inclusiva, a escola venha a passa a ter um espaço de ensino/aprendizagens mediadas no meio de reconhecimento das competências individuais, socializando a construção cultural. Os discentes acessam um ambiente no qual a escola, utiliza adaptações necessárias para recebê-los, levando em consideração o não somente a partefísica, mas a construção educadora. Embora pareça simples, construir rotinas inclusivas para o trabalho com as pessoas com necessidades educacionais especiais demanda desafios a serem superados a cada dia, principalmente pela sua característica de inconclusão, ou seja, as abordagens pedagógicas voltadas aos sujeitos com deficiências precisam sempre ser revistas e adaptadas.
Considerando que, cada aluno numa escola, apresenta características próprias e um conjunto de valores e informações que os tornam únicos e especiais, constituindo uma diversidade de interesses e ritmos de aprendizagem, o desafio da escola hoje é trabalhar com essa diversidade na tentativa de construir um novo conceito do processo ensino e aprendizagem, eliminando definitivamente o seu caráter segregacionista, de modo que sejam incluídos neste processo todos que dele, por direito, são sujeitos. (MATTOSO, 2013, p.78).
Para que os referidos direitos citados possam ser garantidos, por meio das reformas entre os sistemas educacionais do Brasil, a LDB 9394\96 adaptou em seu texto as prerrogativas das especialidades educacionais, tendo como bases, principalmente, a igualdade e dignidade como princípios a serem protegidos pelo poder público. A parte da homologada da Lei de Diretrizes e Bases, se fez valer a responsabilidade já no ato da matrícula das pessoas com necessidades educacionais especiais dentro das escolas e no ensino regular e para que o método de ensino aprendizagem possar ter suas garantias, a garantia desses alunos o apoio especializado quando se fizesse necessário.
Quando se tratamos do trabalho com as limitações, levando em conta que o próprio ato do magistério onde não sendo uma etapa tão simples, pois requer, não se tratante só sobre o conhecimento acadêmico, mas o profissionalismo com tato de se perceber que cada aluno possui características peculiares únicas que as diferenciam entre física, social e culturalmente.
Nesse mecanismo não basta que a equipe pedagógica tenha metodologias que venha promover a inclusão. É necessário que se pense na acolhida, nos meios e métodos de fazer com que o aluno com alguma necessidade se sinta parte do ambiente múltiplo, com diversas possibilidades de ensino/aprendizagens que venha também, além de se obter o bem estar em sala de aula, mas que alcançar o contexto social dos indivíduos.
3. ENTENDIMENTO DA DIMENSÃO CONCEITUAL DAS CARÊNCIAS EDUCACIONAIS ESPECIAIS.
Para Sassaki (2007), o direito a inclusão é o sempre foi paradigma educacional com esse aspecto, é importante que se venha apoia as inscrições de todos nas instituições de ensino regular, e classes comuns. Essa ideias tem vínculos de fato com o fato responsabilidade da escola que necessita estar adaptado a receber todos os alunos, independente condição e individualidade, de forma abrangente sem considerar quaisquer aspectos sejam por motivos de exclusão.
Ao olhar este trabalho, sendo voltada para reflexão das causas e mediações pedagógica dentro da inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais do ensino básico. Como a vasta amplitude da temática, sendo muito extensa dentro do que pode abranger vários segmentos de pesquisas, concentradas em nosso foco aos indivíduos com alguma peculiaridade, que nos últimos anos têm sido cada vez mais introduzido dentro das turmas comuns das escolas públicas e privadas.
A refletir sobre a mediação pedagógica dentro da inclusão escolar do aluno com alguma deficiência, vem ao longo do texto consideramos os principais problemas que implicam a necessidades em ser discutidos e, os principais característica positivas na escolarização de alunos com um suporte de uma equipe pedagógica qualificada de profissionais denominado articuladores. 
Faz se cumpre e esclarece que o principal argumento da inclusão exatamente a garantia de que todos tenham tratamentos igual é necessário, nos mais diversos contextos sociais, sendo dentro da escola como uma das principais responsáveis por separa o respeito do acolhimento desses indivíduos.
É que o contexto educativo seja necessário e crie sua participação do reconhecimento as diferenças tem por finalidade o enriquecimento da comunidade escolar, sendo compulsório que novos ensinos/aprendizagens sejam construídos. A inclusão não é uma abordagem que a escola oferta às pessoas com necessidades especiais, tratando-se ao reconhecimento dos seus direitos, não apenas como sujeitos do ensino.
A esse sentido, partindo das presunções referentes a inclusão, com o reconhecimento sobre relevância ao acolhimento, é que uma das vertentes deste estudo de ensino se voltado para as atividades de acolhimento e pesquisa, volto a alunos com deficiência, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, se inserindo no caminho nos métodos de pesquisa instituída pela Docência nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
4. OS DESAFIOS DO ACOLHIMENTO VOLTADAS PARA INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA EM SALAS DO ENSINO FUNDAMENTAL.
Um dos maiores desafios enfrentadas sobre a inclusão de Pessoas com Deficiências (PCD’s), na educação infantil é o diagnóstico, pois muitas crianças que chegam para essas escolas e apresentam alguma característica especifica, diversas vezes não tendo diagnóstico. Para ALVES (2018), apenas desconfiança dos profissionais e uma grande resistência dentro das próprias famílias em buscarem o diagnóstico de um especialista ao aceitarem uma possível necessidade daquela criança, (DA SILVA, 2015). Desse modo, cabe e deveres de a escola promover a inclusão, procurando estabelecer táticas que permitam facilitarem o diálogo com as famílias e o ensino e da aprendizagem para o aluno e seus colegas. 
O desafio da inclusão de PCD’s na educação infantil, e que ao ser devidamente diagnosticado e encarado pela escola, promove a melhora na qualidade da educação comum e superior, pois os alunos com e sem deficiência possam ter os direitos à educação em seu gozo e total plenitude, é indispensável que as instituições de ensino venham a aprimora suas práticas.
Segundo MONTOAN (2002), tendo o objetivo se atender as diferenças, respeitadas através das individualidades, insimuladas as habilidades e gerando a sociabilidade com todos os alunos. Por isto, sendo um dos grandes desafios dentro do processo de inclusão, a capacitação inicial do professor, é de interesse educacional que os mesmos estejam sempre em formação sugeridas e continuada, mas não somente através de cursos, mas que eles façam suas próprias reflexões antes, entre e após suas práticas pedagógicas, levando em consideração a individualidade de cada aluno e as características únicas de cada turma. 
Dessa forma, os profissionais continuaram com seu processo de formação, através das observações e analises sobre métodos das suas práticas pedagógicas, valorizando a experiência, a prática reflexiva, a ressignificação dos métodos curriculares, as experiencias dentro da escola como resultados da formação permanente (BORGES; TARDIF, 2001). 
Práticas por meios de formações são utilizam como referência as dimensões em conjuntos que contribuem a emancipação do profissional na produção dos entendimentos docentes e dos valores dos mesmos. Sendo assim, pode-se inserir através de práticas pedagógicas que disponibilizem experiências necessárias, a educação infantil, crianças, as mesmas irão adquirir habilidades, que irão aparecer conforme cada situação, sendo utilizadas como estratégia de ensino, para que venha crianças com deficiência, quanto as mesmas sem deficiência, possam agregarem aos seus conhecimentos. 
Portanto, o profissional necessita buscar estudar e se fazer reflexões sobre as práticas pedagógicas, fazendo ligação ao conhecimento teórico com seu saber docente agregando em sala de aula formas de promoção da inclusão de alunos com alguma deficiência de modo orgânico nas aulas, estimulando sempre a interação e participação entre os alunos na buscando saberes. 
5. METODOLOGIA 
A seguinte pesquisa bibliográfica, se baseia em autores que descrevem as informações a serem desenvolvidas perpassa pelas ações cognitivos e sensoriais,e com o privilegio sobre interação e socialização de alunos.
6. CONCLUSÃO 
A lutar contra a intolerância em relação a pessoas com deficiências especiais no país, não é de agora, mas as conquistas na luta contam a inclusão são recentes e pouco consolidadas em nossa comunidade, principalmente no âmbito referente a educação. Por onde passam por muito caminhos nos quais se refere a métodos de Inclusão dentro das escolas regulares de educação infantil e fundamental. Presente no estudo, a falta de acessibilidade, e resistência das famílias, pela falta de diagnósticos, e recursos humanos, causando a falta de infraestrutura, deficiência na capacitação inicial de profissionais entre outras coisas que dificultam a introdução da inclusão de pessoas com deficiência na educação básica, infantil e fundamental. 
Apesar disso, as trocas de experiências entre os professores aliadas ao olhar das dificuldades de seus alunos são pontos fortes, se tornando uma dais grandes armas e aliados na hora de desenvolver as práticas pedagógicas que vem atender especificamente os alunos, e estimulando o desenvolvimento de suas habilidades. Não existindo fórmula certa, algumas crianças ainda possuem deficiências similares, cada indivíduo é único, sendo fornecido método de ensino diversificado não necessariamente serve para o outro, ou até pode servir, com base em estudo depois de ser adaptado. 
Assim sendo, percebesse que a escola é um ambiente em formação tanto para os alunos, quanto para os profissionais, e é na rotina escolar que as estratégias vão sendo sugeridas. Mas para isto, necessário desconstruir, algumas sugestões antiquadas, devemos nos despir do nosso incapacitação de os PCD’s, para agregar a comunidade se despir do dela. Sob essas óticas tendo perspectivas, os professores devem ficar atentos as potencialidades dos alunos com deficiência e não as suas limitações, descobrir junto com esses alunos o melhor caminho para guia-los.
Contudo, um dos pontos importantes que deve ser exaltado, é que os alunos com algumas deficiências devem buscar a escola para desenvolver sua individualidade, também para disponibilizar a sociedade que a deficiência deles é só uma condição só deles e não determinam a sua evolução através de acompanhamento, e o que eles podem ou não podem fazer e isso é de máxima necessidade de se combater a falta de entendimento diante da escola e sociedade. Pois, esses alunos que não possuem deficiência e seus familiares possam conviver com a diversidade, e entende-la, existindo naturalmente, agregando assim para a formação de um mundo menos intolerante, mais sim plural e diverso.
REFERENCIAS
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BORGES, C. M. F.; TARDIF, M. Dossiê: os saberes dos docentes e sua formação – apresentação. Educação e Sociedade, v.22, n.74, 2001, p.11-26.
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