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CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL UNINTER 
PEDAGOGIA
GISLAINE DA SILVA 
RU: 756782
A INCLUSÃO DE CRIANÇAS NA ESCOLA: AS DIFICULDADES DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Palmeira dos índios – AL
2022
 1 TEMA:
A INCLUSÃO DE CRIANÇAS NA ESCOLA: AS DIFICULDADES DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL 
1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA 
Realizar uma reflexão sobre os gargalos da inclusão de crianças na escola: as dificuldades dos anos iniciais do ensino fundament0al a frente do ensino na educação fundamental.
 
2 PROBLEMA:
Uma escola inclusiva, é aquela que abre as portas para os princípios da educação inclusiva e assim, afirma e reconhece a individualidade sobre a construção de conhecimento de cada indivíduo, ao passar a se preocupa com o currículo escolar, de forma onde seja possível superar as necessidades de ensino e aprendizagem. Incluir, em um parâmetro dessa dimensão de forma mais ampla, significa levar aos indivíduos para o convívio social e educativo, de forma interativa. 
Dessa forma, é pressupondo as dificuldades, primeiro dentro da escola em geral, e depois, dos alunos em aderir as diferenças em sala de aula, e principalmente os alunos com essas necessidades (deficiências), é que o gargalo da pesquisa se constituiu a partir das seguintes perguntas: o que intendesse sobre a inclusão? Quais as formas pedagógicas podem ser manuseadas na inclusão de alunos com deficiências? Como o autismo é considerado como um transtorno em oposição de interesse ao mesmo englobar a síndrome de Asperger e abarcar diversas dificuldades do desenvolvimento humano, recebendo assim o termo TEA – Transtorno do Espectro Autista? Quais os protocolos das atividades de acolhimento e onde podem ser utilizadas na inclusão de alunos com deficiência? Como esses alunos são recebidos em sala de aula?
2.1 JUSTIFICATIVA
	A contenção da inclusão, referisse a muitas reflexões pontuam ao seu entendimento, que tem tal dimensão ao assume relação ao processo de ensino e aprendizagem. Evidencia-se que um sistema educativo inclusivo pode ser conceituado como aquele na qual a sociedade assume o desafio de conseguir introduzir, não só na sala de aula, mas em todos os aspectos dentro dos contextos escolares e não necessariamente o qual a diferença, que todos os sujeitos venham ter êxito na aprendizagem.
A inclusão é resultado das adaptações nas transformações nas concepções de entendimento da sociedade e do mesmo modo, na qual a instituição referente a políticas públicas capazes de contribuir com que as mudanças cheguem dentro da escola. Não o suficiente, uma instituição inclusiva é aquela cujos os profissionais possuem formação, buscando pelas alterações na coletividade e ao mesmo tempo, está sempre se preocupando no acolhimento, aceitação, a receber e promover as possibilidades de aprendizagem mediante as condições do aluno.
De acordo com as reflexões que nortearam o seguinte estudo, notou-se que os desconfortos relacionados ao processo inclusão podendo se tornar ainda maiores quando se se refere a inclusão dos alunos com alguma peculiaridade, uma vez que nem todos os colaboradores da educação se encontram prontos para o acolhimento pedagógico, planejamento de atividades que venham realmente inserir esses indivíduos no processo educativo.
Por isso, o estudo se tornou essencial para buscar, partindo dos referenciais teóricos, compreender as maiores dificuldades quando se trata do acolhimento dos alunos com Autismo. Sua importância referenciou-se a possibilidade de reverter alguns dos quadros de exclusão, opostos às perspectivas da inclusão, e com justificativa na intencionalidade de aplicação das teorias sobre a inclusão, retirando-as da condição passiva que as tornam imposição e aderindo-as o a identificação de que a inclusão é um dever (direito), é não apenas uma prerrogativa legal e que no decorrer do dia necessita ser exercitada dentro de sala de aula.
	
3 Objetivos
3.1 OBJETIVO GERAL
Intender a necessidade dos exercícios de acolhimento aos indivíduos autista entro da inclusão de alunos com limitações nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
· Conceituação da inclusão sob a perspectiva histórica;
· Entendimento da dimensão	conceitual das carências educacionais especiais;
· Sugerir atividades de acolhimento voltadas para inclusão de alunos com deficiência em uma das salas do Ensino Fundamental.
4. FUNDAMENTAÇÃO TEORICA
Considerando a perspectiva histórica da inclusão, observa-se suas diversas fases, partindo de épocas distintas, bem como de culturas diferenciadas. Correia (1999) destaca que na Antiguidade, mais precisamente na Grécia, as crianças que de alguma forma apresentassem traços que não estivessem de acordo com a estética clássica, eram abandonadas para morrer, ou eram mortas pelos sacerdotes dos grandes templos.
De acordo com Jannuzzi (2004), no Brasil do século XVIII, havia diversos abrigos que eram destinadas aos atendimentos às pessoas com deficiência. Entretanto, não havia nada mais a se considerar além das ações de caridade, que tratavam da distribuição de alimentos. Apenas algumas crianças, filhas de pais mais abastados é que recebiam algumas instruções.
Para os alunos com deficiência havia as escolas de ensino especial. Porém, na última década, esse sistema escolar modificou-se com uma proposta de inclusão e um único tipo de escola que é a regular, com a responsabilidade de acolher todos os alunos, independentemente de ser deficientes ou não. Para os alunos com deficiência, porém, a escola tem o dever de oferecer apoio e meios adequados para que a aprendizagem ocorra de forma plena. Assim a educação inclusiva é a educação especial dentro da escola regular que se transforma em espaço para todos.
Todavia torna-se necessário entender o que é inclusão. Para tanto se recorre a Mantoan (2009, p.01) que afirma:
Inclusão é a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e, assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas diferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as pessoas, sem exceção. É para o estudante com deficiência física, para os que têm comprometimento mental, para os superdotados, para todas as minorias e para a criança que é discriminada por qualquer outro motivo.
Entretanto, a mesma autora afirma “que estar junto é aglomerar” e isso pode ocorrer em qualquer lugar, porém “inclusão é estar com, é interagir com outro”. (MANTOAN, 2009, p.01)
Quando se trata do trabalho com as deficiências, há que se levar em conta que o próprio ato de ensinar não é uma tarefa simples, pois requer, não somente o conhecimento acadêmico, mas a sensibilidade de perceber que cada aluno possui características individuais que os diferem física, social e culturalmente.
Muitas leis e decretos foram criados ao longo da história para garantir a inclusão escolar, como foi visto no histórico da inclusão no Brasil. Entretanto segundo Menezes e Santos (2001, p.01) a Declaração de Salamanca é “um documento elaborado na Conferência Mundial sobre Educação Especial, em Salamanca, na Espanha, em 1994, com o objetivo de fornecer diretrizes básicas para a formulação e reforma de políticas e sistemas educacionais de acordo com o movimento de inclusão social”.
Nesse processo não basta que o professor tenha metodologias que promovam a inclusão. É essencial que se pense também no acolhimento, nos meios e modos de fazer com que o aluno com deficiência se sinta parte de espaço múltiplo, com possibilidades de aprendizagens que também vão além do estar em sala de aula, mas que alcancem o contexto social dos sujeitos
4 METODOLOGIA
		A seguinte pesquisa bibliográfica, se baseia em autores que descrevem as informações a serem desenvolvidas perpassa pelas ações cognitivos e sensoriais, e com o privilegio sobre interação e socialização de alunos com autismo. 
	Referências
CORREIA, L. de M. Alunos com necessidades educativas especiais nas classes regulares. Porto, Portugal: Porto, 1999.
CURTY, Marlene	Gonçalves.	Apresentação	de trabalhos acadêmicos, dissertações e teses. Maringá: DentalPress, 2006.
DECLARAÇÃO DE SALAMANCA Sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais. Espanha, 1994. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf . Acesso em 20 de agosto de 2022.
JANNUZZI, Gilberta. A educação do deficiente no Brasil: dos primórdios ao início do século XXI. Campinas, SP: Autores Associados, 2004.
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. A Integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon, 1997.
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