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SVD, SVA e Balanço hídrico . Profa. Me. Karillucy Mendes O SISTEMA URINÁRIO PRINCIPAL FUNÇÃO: Filtração do sangue e eliminação dos resíduos por meio da urina; ORGÃOS QUE COMPÕE: Rins Ureteres Bexiga Uretra Ureia e creatinina e acido urico O sistema urinário é incumbido de elaborar a urina e armazená-la temporariamente até a oportunidade de ser eliminada para o exterior; Regulação da pressão e volume sanguíneo (RENINA); Regulação dos níveis iônicos do sangue: sódio, potássio, cálcio, cloreto e fosfato; Regulação do pH sanguíneo - equilíbrio ácido-básico 2 OS RINS Responsáveis por filtrar os produtos residuais do metabolismo que são coletados no sangue e formar a urina; Neles ocorrem a filtração, raebsorção e excreção da urina Sangue com as toxinas chega aos rins pela artéria renal Sangue volta à circulação pela veia renal Unidade funcional do rim: néfrons - aproximadamente 125 ml de sangue são filtrados por minuto toxinas: uréia, creatinina, ácido úrico 3 OS URETERES Estruturas tubulares que realizam a drenagem da urina dos rins à bexiga; Transportam a urina, há peristalse urinária aqui também, que produz contrações para esse transporte da urina 4 A BEXIGA Realiza a drenagem e o armazenamento da urina da bexiga até sua eliminação; Capacidade de 600 a 800 mL urina residual: de 10 a 30 mL Apresenta uma estrutura anatômica designada trigono da bexiga, essa região é onde a urina residual M; DETRUÇOR DA BEXIGA retém a urina até que a urgência de urinar ocorra Se expande a medida que se torna preenchida com urina 5 A URETRA Estrutura tubular que realiza a drenagem da urina da bexiga ao meio externo; A urina é eliminada por meio da uretra, através do meato uretral Uretra feminina: 4 a 7 cm (maior predisposição à infecção) Uretra masculina: de 14 a 20 cm (uretra prostática, uretra membranosa, uretra peniana) CA de Prostata? Fatores que alteram a eliminação da urina 6 ELIMINAÇÃO DA URINA O débito urinário normal é de 1500 a 1600 ml/dia Ocorre quando há a contração da musculatura da bexiga e o relaxamento do esfíncter uretral; À medida que o volume urinário aumenta na bexiga, suas paredes se distendem, enviando impulsos sensoriais para o centro da micção; Uma eliminação menor que 700/750 mL/dia já indica possíveis alterações renais Quando se aproxima do volume maximo da bexiga ocorre a distenção da região suprapúbica O paraplegico ele tem um bloqueio nessa transmissão nervosa ocasionando interrupção na transmissão do impulso nervoso com estímulo quando a bexiga esta cheia podendo reter alem da capacidade ou ocorrer incontinência. 7 ALGUNS CONCEITOS IMPORTANTES Noctúria: aumento da frequência de micções à noite; Poliúria: eliminação excessiva de urina (> 2.500 mL/24h); Oligúria: eliminação diminuída de urina (< 400 mL/24h); Anúria: ausência de débito urinário (<100 mL/24h); Polaciúria: aumento da frequência miccional, com volume urinário total sem alteração; Disúria: dor, queimação ou desconforto durante o ato miccional; Hematúria: presença de sangue na urina; DESVIOS URINÁRIOS Realizados por meio de procedimento cirúrgico onde há a abertura de uma comunicação diretamente desse órgão ao meio externo. Pode ser temporária ou permanente; Nefrostomia: rim Ureterostomia: ureter Cistostomia: bexiga nefrostomia 10 ureterostomia 11 cistostomia 12 SONDAGEM VESICAL Sondagem vesical é a introdução de um cateter na bexiga por meio da uretra ou por meio do óstio da cistostomia 13 CONCEITO “É um procedimento asséptico invasivo, que consiste na introdução de um cateter (sonda) no interior da bexiga, por meio do orifício externo da uretra (meato urinário)” SONDAGEM VESICAL Sondagem vesical de alívio (SVA): cateterismo intermitente (cateter uretral de Polivinila) Falar das indicações Na técnica estéril é preconizado o uso de máscara e gorro, antisséptico para limpeza da região genital, lubrifi cante uretral estéril, luvas estéreis, material de apoio (campos e pinças) estéril, cateter de uso único estéril e sistema fechado para coleta de urina. Para a técnica asséptica é utilizado antisséptico local e apenas as luvas, o cateter (de uso único) e o lubrifi cante são estéreis. Já no cateterismo intermitente limpo são utilizadas luvas de procedimento, ou até mesmo dispensado o uso de luvas, apenas com higienização prévia das mãos, substância degermante não estéril para limpeza genital, lubrifi cante não estéril, coletor externo limpo e apenas o cateter uretral / vesical que deve ser de modo preferencial, mas não obrigatoriamente, estéril. 15 Cateter Polivinila (SVA) Números pares do 04 até o 24 16 SVA- INDICAÇÕES Drenar a urina presente na bexiga antes de procedimentos médicos Alívio imediato em pessoas com paralisia Retenção urinária Bexiga neurogênica, para a obtenção de amostra estéril de urina Exame de urina residual após esvaziamento espontâneo da bexiga. SVA Números pares do 04 até o 24 Recomendado 8 ou 10 (guia prático) SONDAGEM VESICAL Sondagem vesical de demora (SVD): cateterismo de longa permanência (cateter uretral de Foley) Falar das indicações Na técnica estéril é preconizado o uso de máscara e gorro, antisséptico para limpeza da região genital, lubrifi cante uretral estéril, luvas estéreis, material de apoio (campos e pinças) estéril, cateter de uso único estéril e sistema fechado para coleta de urina. Para a técnica asséptica é utilizado antisséptico local e apenas as luvas, o cateter (de uso único) e o lubrifi cante são estéreis. Já no cateterismo intermitente limpo são utilizadas luvas de procedimento, ou até mesmo dispensado o uso de luvas, apenas com higienização prévia das mãos, substância degermante não estéril para limpeza genital, lubrifi cante não estéril, coletor externo limpo e apenas o cateter uretral / vesical que deve ser de modo preferencial, mas não obrigatoriamente, estéril. 19 Cateter Foley (SVD) Duplo lumen ou triplo lumen – 2 ou 3 vias menor calibre para evitar lesões e traumas adultos: 14 a 16 sondas maiores 20 a 24 para hematúria ou coágulos crianças: 8 a 10 • mulheres: 12 a 14 • homens: 14 ao 18 10 ml Volume do balonete de 5 a 30 ml 20 SVD- INDICAÇÕES Promover o esvaziamento da bexiga, Monitorar o débito urinário, Fazer o preparo cirúrgico, Realização de irrigação vesical Para diminuir o contato da urina com lesões de pele próximas à região genital. SVD Adultos: 14 a 16 Sondas maiores 20 a 24 para hematúria ou coágulos Crianças: 8 a 10 Mulheres: 12 a 14 Homens: 14 ao 18 COMPLICAÇÕES DA SONDAGEM infecção do trato urinário, que é mais frequente no sexo feminino, idosos e pessoas com insuficiência renal técnica inadequada na instalação do cateter, trauma na uretra por pressão do cateter, contaminação na região de conexão do tubo de cateter contaminação das bolsas coletoras com refluxo para a bexiga. COMPLICAÇÕES DA SONDAGEM Outros riscos da técnica Hemorragia, que pode ser causada pela utilização de uma sonda de calibre inadequado ao tamanho da uretra, Passagem incorreta do cateter Existência de doenças prévias, Formação de cálculos na bexiga devido a uma longa permanência da sonda Lesões no aparelho urinário, devido a aplicação de força excessiva durante a passagem Utilização de um cateter de calibre superior ao recomendado. MATERIAIS Geralmente, o material usado para realizar esta técnica consiste em um pacote estéril de cateterismo vesical com: Pinça pean; Pacote de gaze; Cuba redonda pequena; Campo fenestrado com fenda; Cateter vesical; Bolsa coletora; Solução asséptica líquida, como iodopovidona; Seringa de 20 mL; Gel anestésico, como lidocaína; Ampola de água destilada; Luvas. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES Higienizar as mãos antes e depois de qualquer procedimento Explicar ao paciente o procedimento que será realizado Certificar-se da higiene íntima obrigatória prévia ao procedimento Garantir a sua privacidade - utilizar biombos Realizar a assepsia da bandeja que será utilizada Prepare a bandeja no posto de enfermagem com o material necessáriopara a execução da técnica Posicionar o paciente adequadamente Utilizar EPI’s necessários Se for fazer com auxilio a outra pessoa deve estar com máscara PASSAR O VIDEO 26 SVD e SVA Passo a passo da técnica Técnica 1. Utilize a mesa auxiliar para abrir o material 2. Abra o primeiro invólucro da bandeja de cateterismo 3. Calce os 2 pares de luvas estéreis, deixando o último com os punhos dobrados 4. Abra o segundo invólucro da bandeja e receba os materiais necessários do profissional auxiliar: - solução antisséptica na cuba redonda - 2 seringas e agulha descartáveis - sonda e bolsa coletora estéril (apenas em SVD) 28 Técnica 5. Use uma seringa com agulha para aspirar a água destilada oferecida pelo profissional auxiliar (apenas em SVD) 6. Retire o êmbolo da seringa e receba o lubrificante oferecido pelo profissional auxiliar, recolocando o êmbolo na seringa e retirando o ar 7. Teste o balão da sonda ao insuflá-lo com a seringa preenchida com água destilada (apenas em SVD)* 8. Conecte a sonda à bolsa coletora estéril (sistema fechado - SVD) e coloque-a na cuba rim 29 Técnica 9. Dobre as gazes para fazer a antissepsia e coloque-as na cuba redonda 10. Solicite que o profissional auxiliar exponha a região genital 11. Realize a antissepsia da região, utilizando a pinça Foester - Mulheres - Homens 30 Técnica (POTTER) 11. Realize a antissepsia da região: Mulheres - inicie a antissepsia dos grandes lábios, com movimentos de cima para baixo, até a região perineal afaste os grandes lábios e faça a antissepsia dos pequenos lábios. Depois, do clitóris até o meato da vagina. 31 Técnica (CARMAGNANI) 11. Realize a antissepsia da região: Mulheres Realize a antissepsia com clorexidina tópica com movimentos da parte superior para a parte inferior da vulva, trocando a gaze ou algodão em cada etapa. - Inicie pelo meato urinário no sentido do orifício vaginal - Depois pequenos lábios e grandes lábios 32 Técnica (POTTER) 11. Realize a antissepsia da região: Homens Faça antissepsia com clorexidina tópica, com movimentos circulares do meato uretral para a Glande. - Glande para a base do pênis, trocando o algodão ou a gaze a cada etapa. 33 Técnica (CARMAGNANI) 11. Realize a antissepsia da região: Homens Faça antissepsia com clorexidina tópica, iniciando do meato uretral para a base do pênis, trocando o algodão ou a gaze a cada etapa 34 Técnica 12. Despreze o primeiro par de luvas 13. Coloque o campo fenestrado sobre a área genital 14. Leve para o campo fenestrado a cuba rim com a sonda + coletor 15. Segure a porção proximal da sonda e lubrifique-a. Quando indicado, introduza o restante do lubrificante que está na seringa no meato uretral 35 Técnica 16. Introduza a sonda na uretra com a mão dominante e utilizando a pinça Kelly. Ao atingir a cavidade vesical, a urina deverá fluir no coletor 17. Insufle o balão com a seringa preenchida com água destilada (apenas em SVD) 18. Tracione a sonda para constatar a sua fixação (apenas em SVD) 19. Promova a drenagem da urina e, quando a bexiga se esvaziar, retire a sonda (apenas em SVA) 36 Técnica 20. Retire o campo fenestrado 21. Fixe a sonda (apenas em SVD): - Mulheres: face lateral interna da coxa - Homens: região inferior do abdome ou ápice da coxa, mantendo o pênis voltado para o tórax. 37 Técnica 22. Mantenha a bolsa coletora no nível abaixo da bexiga, mantenha o sistema fechado e o fluxo de urina desobstruído 23. Finalize o procedimento e faça as anotações necessárias obs.: Não é indicada a desconexão da sonda da bolsa coletora. Para coleta de urina, utilize a válvula existente para esse fim 38 BALANÇO HÍDRICO BALANÇO HÍDRICO CONCEITO O balanço hídrico tem a função essencial de controlar a volemia do paciente mediante inserção dos dados pela equipe de enfermagem na folha de controle. O balanço hídrico é obtido através da monitoração detalhada de liquido administrados e eliminados pelo paciente em determinado período, geralmente 24 horas. Finalidades: Controlar rigorosamente a entrada e saída de líquidos do organismo. BALANÇO HÍDRICO Por exemplo: Um homem adulto, em condições normais pode ganhar líquidos por via oral, alimentos e água endógena e, perder pela diurese, fezes e insensíveis (pulmões e pele). Compreendendo melhor: As medicações que forem administradas devem ser incluídos como ganhos! As drenagens verificadas em vômitos, drenos e sondas devem ser incluídas como perdas. BALANÇO HÍDRICO A diferença entre o ganho e perda pode resultar em: balanço positivo: retenção de líquidos. balanço negativo: perda de líquidos ou pode igualar, a mesma quantidade de volume recebido é a mesma quantidade de volume perdido, também chamamos de balanço zerado. A perda excessiva de líquidos corpóreos ocasiona a desidratação; A retenção de líquidos ocasiona o edema que por sua vez, sobrecarrega o aparelho cardiovascular. BALANÇO HÍDRICO Patologias que mais Demandam Balanço Hídrico Várias patologias requerem como parte do tratamento o controle do balanço hídrico; Insuficiência cardíaca congestiva; (ICC) Insuficiência renal aguda e crônica (IRC e IRA) Situações de pós operatório de grandes cirurgias; Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) Diabetes Mellitus (DM) BALANÇO HÍDRICO Objetivos do Balanço Hídrico O objetivo do balanço hídrico é realizar um controle rígido sobre as infusões x as eliminações para avaliação da evolução clinica do paciente, diante do tratamento proposto, considerando o seu estado patológico, renal e/ou cardíaco. BALANÇO HÍDRICO ATENÇÃO: Os profissionais de enfermagem devem estar atentos ao registro correto do balanço hídrico. Pois é através desses registros que poderemos obter dados da melhora ou piora da patologia do paciente. Para facilitar a mensuração nas 24 horas dos líquidos introduzidos ou dos eliminados, existe um formulário que é anexado ao prontuário do paciente chamado de folha de balanço hídrico. Esse documento varia de instituição para instituição, porém, as informações pertinentes sempre estão presentes. BALANÇO HÍDRICO O que pode ser considerado como Ganhos? Soros; Medicações EV; Diluição de medicações Hemoderivados; Medicações VO líquidas (óleo mineral, dipirona, etc); Controle de líquidos pela copa ( ver coerência em relação à aceitação); Sonda nasoenteral (dieta infundida e a quantidade de água que lavou a sonda); Nutrição Parenteral; BALANÇO HÍDRICO O que pode ser considerado como Perdas? Eliminações Vesicais; Eliminação Instestinal (diarréia); Emêse; Drenagens (débito de sonda gástrica, drenos, ostomias); Tratamento dialítico; Pesar os curativos quando houver sangramentos ou exsudato em grande quantidade; Sudorese; Linfa. BALANÇO HÍDRICO Material necessário: – Impresso próprio da instituição. – Calculadora s/n. Descrição da Técnica: Em um período de 24 horas, devemos computar os ganhos e as perdas do paciente de modo rigoroso e fidedigno e após esse período, devemos somar o total de ganhos e perdas e subtrair um do outro, obtendo assim o valor do balanço hídrico. BALANÇO HÍDRICO BALANÇO HÍDRICO BALANÇO HÍDRICO Vamos a outro exemplo? O cliente recebeu 1.500 ml entre dieta e medicações e eliminou 1.900 ml entre diurese e drenagens. Qual a resposta correta? BALANÇO HÍDRICO 1.500 ml – 1.900 ml = -400 ml O Balanço das 24 horas neste caso é negativo, pois o cliente teve mais perdas do que ganhos. Anotar o resultado final na folha de Controles, comunicando ao enfermeiro de plantão qualquer alteração. O balanço hídrico parcial deverá ser somado no final do período (plantão de 6 horas e 12 horas), neste cálculo deverá conter a soma de todo volume infundido no paciente e de todo volume drenado pelo paciente. Na resposta, deve conter sempre o sinal + ou – Ao término de 24 horas será realizado o balanço hídrico TOTAL do período, com a soma de todos os balanços parciais; O balanço parcial é fechado ao final de cada período de 6 horas; O balanço total é feito ao finaldas 24 horas; BALANÇO HÍDRICO Considerar na avaliação do balanço hídrico Peso Turgor da pele, tensão do globo ocular, umidade da mucosa bucal Edemas Pressão arterial Pressão venosa central (PVC) Ausculta pulmonar Exames laboratoriais: avaliar hematócrito, níveis plasmáticos de eletrólito. BALANÇO HÍDRICO Cuidados da equipe de enfermagem É dever do Técnico e Auxiliar de enfermagem anotar todas as medicações administradas, dietas oferecidas, eliminações e drenagens durante o turno de trabalho de modo correto; É dever da equipe de enfermagem realizar o somatório e calcular a variação entre ganhos e perdas. Este dado deve estar incluso na Evolução de Enfermagem dos clientes/pacientes sob sua responsabilidade, contribuindo assim com o processo de análise e conclusão sobre o estado de saúde e, sustentar as ações definidas no Plano de Cuidados de Enfermagem em relação. https://www.youtube.com/watch?v=Mj0_0SI_kok https://www.youtube.com/watch?v=ITQReQwC2kU https://www.youtube.com/watch?v=Xsqe38geXaU Referência BARROS, A.L.B.L. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2010 POTTER, P. A.; PERRY, A. G. Fundamentos de Enfermagem. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 1480 p. TAYLOR, C; LILLIS, C; LEMONE, P. Fundamentos de enfermagem: a arte e a ciência do cuidado de enfermagem. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. SANTOS, A. E.; SIQUEIRA, I. L. C. P.; SILVA, S. C. Procedimentos Especializados. São Paulo: Editora Atheneu, 2009. 175 p. CARMAGNANI, Maria Isabel Sampaio et. al. procedimentos de enfermagem: guia prático. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.