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1 
Geografia 2 
Aulas 11 e 12 - Clima 
 
Noções de tempo e clima 
O tempo constitui o estado momentâneo dos elementos e propriedades da atmosfera como temperatura, precipitação, 
umidade, pressão etc. Já o clima é sucessão habitual do tempo numa região durante um longo período, permitindo a definição de 
características gerais, tais como a variação de temperatura e distribuição da pluviosidade (chuva). 
 
Fatores climáticos 
 
 Latitude. Quanto menor a latitude (maior proximidade do equador), maior a temperatura. Quanto maior a latitude, menor 
a temperatura. 
 Altitude. Quanto maior a altitude, menores a temperatura e a pressão atmosférica. Quanto menor a altitude, maiores a 
temperatura e a pressão atmosférica. 
 Maritimidade. Trata-se da influência do oceano nas condições climáticas do litoral. Nas proximidades do mar, a diferença 
entre a maior e a menor temperatura (amplitude térmica) é menor em razão da troca de massas de ar entre o continente 
e o oceano. 
 Continentalidade. Nas áreas afastadas do litoral, é maior a amplitude térmica diária e anual. 
 
Tipos de chuva 
 Convecção. Dominante na zona intertropical e áreas temperadas durante o verão. O ar aquecido e leve ascende em 
altitude, resfria, formam-se nuvens de desenvolvimento vertical (cúmulo nimbos) e chuvas torrenciais. 
 Frontal. Chuva que decorre do resfriamento do ar com a chegada de frentes frias. É mais frequente em áreas temperadas, 
subtropicais e tropicais. 
 Orográficas. Ocorre quando uma massa de ar ganha altitude em decorrência da presença de uma barreira de relevo 
(montanha). O ar resfria, formam-se nuvens e, em seguida, chuvas. É o que acontece nas encostas das serras do Mar e 
da Mantiqueira. 
 
Tipos de chuva 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 
Massas de ar e frentes 
 As massas de ar são porções da atmosfera com características químicas e físicas específicas como temperatura, pressão, 
velocidade de deslocamento e umidade. 
 
Brasil – massas de ar 
 
 
mEa A massa Equatorial atlântica (quente e úmida) atua na Amazônia 
oriental e Maranhão, sobretudo nas áreas litorâneas. Também 
provoca ventos fortes. 
mEc A massa Equatorial continental (quente e úmida) provoca chuvas 
na Amazônia ocidental e também atua sobre boa parte do território 
do Brasil durante a primavera e o verão. 
mTa A massa Tropical atlântica (quente e úmida) é responsável pela 
acentuada umidade e chuvas no Sudeste, Sul e litoral do Nordeste. 
MTc
 
A massa Tropical continental (quente e seca) causa estiagem 
(seca) de inverno na porção central do Brasil. 
mPa A massa Polar atlântica (fria e úmida) origina-se na Antártida e tem 
atuação mais vigorosa durante o outono e o inverno no Centro-Sul 
do país. 
 
As frentes são áreas de contato entre massas de ar. No inverno, a mPa confronta-se com as massas quentes deslocando-
as, formando frentes frias. A chegada de uma frente fria causa: diminuição da temperatura, aumento de nebulosidade e chuvas 
frontais. 
 No inverno, as frentes causam queda mais acentuada de temperatura no Sul e no Sudeste com a formação de geadas e 
até nevascas esporádicas nas porções serranas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Quando chegam ao litoral do 
Nordeste, causam chuvas de inverno. Chegando à Amazônia provocam uma diminuição abrupta de temperatura, fenômeno 
denominado de friagem. 
 Os ventos alísios se direcionam das áreas de alta pressão (próximas aos trópicos: alta subtropical) para áreas de baixa 
pressão (ZCIT-Zona de Convergência Intertropical). Na ZCIT ocorrem intensas chuvas de convecção. No oceano, por vezes, 
formam-se as Doldruns (áreas de calmaria) com temperatura elevada e pouco vento. 
Os contra-alísios se movimentam no sentido contrário, da ZICT para a região dos trópicos em maior altitude. O conjunto 
(alísios, ZCIT, contra-alísios e zona de alta pressão) integra a célula de Hadley. O fluxo de umidade da Amazônia (mEc) que passa 
pelo Centro-Oeste e Sudeste, se conectando com zonas de umidade no Atlântico é chamado de ZCAS (Zona de Convergência 
do Atlântico Sul. Este fenômeno é responsável por chuvas acentuadas na região. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&docid=9JgY-QL7J0fI3M&tbnid=k1gZTxx7u6osxM:&ved=0CAUQjRw&url=http://soumaisenem.com.br/geografia/atmosfera/clima-massas-de-ar-e-climas-do-brasil&ei=JLoMU6evOoyskAexnoCICQ&bvm=bv.61725948,d.dmQ&psig=AFQjCNGQKl9qgSER5-gsH1eAlqL2IOVnLw&ust=1393429269064013
 
 
3 
Circulação Geral da Atmosfera 
 
 
 
 
Tipos climáticos do Brasil 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
Equatorial 
 região Norte/Amazônia; 
 quente com baixa amplitude térmica; 
 úmido com chuvas abundantes 
(entre 2.500 e 3.000 mm) e bem 
distribuídas durante o ano; 
 atuação da mEa e mEc; 
 
 
 
 
Equatorial semiúmido 
 leste de Roraima e noroeste do Pará; 
 quente e com baixa amplitude 
térmica; 
 úmido, mas três meses de seca no 
final do ano. 
 
 
 
 
Tropical 
(típico, semiúmido ou 
continental) 
 porção central do país; 
 quente com baixa amplitude térmica; 
 verão chuvoso e inverno seco; 
 índice de pluviométrico por volta de 
1.300 mm; 
 atuação da mEc e mTc. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tropical de altitude 
 parte do Sudeste (áreas serranas e 
mares de morros); 
 temperaturas menores em razão da 
altitude, com queda mais acentuada 
no inverno; 
 pluviosidade de 1.800 mm. 
 atuação da mTa e mPa. 
 
 
 
 
Tropical úmido, litorâneo 
ou atlântico 
 faixa litorânea entre o Rio Grande do 
Norte e São Paulo; 
 quente com baixa amplitude térmica; 
 chuvas em torno de 2.000 mm; 
 no litoral nordestino, as chuvas 
concentram-se no inverno; 
 no Sudeste, as chuvas concentram-
se no verão; 
 atuação da mTa e mPa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Subtropical 
 região Sul; 
 maior diminuição de temperatura no 
inverno e maior amplitude térmica 
anual; 
 maior frequencia de geadas e 
formação de neve (baixa 
temperatura e alta umidade nas 
serras); 
 chuvas bem distribuídas durante o 
ano e pluviosidade de 1.600 mm; 
 atuação da mTa e mPa. 
 
 
 
Semiárido 
 Sertão do Nordeste; 
 quente e com baixa amplitude 
térmica; 
 menores índices de pluviosidade 
(entre 250 e 750 mm anuais) com 
distribuição irregular e secas 
prolongadas; 
 obstáculos de relevo como o 
Planalto da Borborema e a Chapada 
Diamantina dificultam a penetração 
da umidade no Sertão; 
 atuação irregular da mEc e mTa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
Fenômenos extremos 
El Niño e La Niña 
 O El Niño é o aquecimento anormal das águas superficiais do oceano Pacífico equatorial. A causa é o enfraquecimento 
dos ventos alísios, fazendo com que a água fique estacionária, aquecendo demais devido à radiação. O aquecimento causa a 
formação de uma massa de ar quente que modifica o clima em diversas regiões do mundo. No Brasil, os efeitos são chuvas 
excessivas no Sul e secas no Nordeste e Amazônia. 
A La Niña consiste no resfriamento anormal do Pacífico causando a formação de uma massa de ar frio que provoca alterações 
climáticas. No Brasil, as consequências são chuva excessiva no Nordeste e Amazônia e secas no Sul e Sudeste. 
Furacões e tornados 
 Os furacões, ciclones tropicais ou tufões são ventos ciclônicos com velocidade acima de 119 km por hora. Formam-se 
na zona intertropical sobre oceanos e mares muito aquecidos, o ar quente e leve ascende em zona de baixa pressão, atraindo 
ventos de áreas de alta pressão. Formam-se nuvens e forma-se uma tempestade tropical que depois pode tornar-se um furacão. 
Quando avançam no continente ou zonas mais frias, os furacões perdem intensidade. As consequências são perdas de vidas 
humanas, danos às moradias e a infraestrutura (transportes, energia etc). 
 
 
01. (UNESP) O mapa ilustra a localização de duas cidades 
paulistas: São Paulo e Campos do Jordão. 
 
O regime térmico apresentado por essas duas cidades contraria 
a regra geral, segundo a qual astemperaturas são menores nas 
latitudes mais altas. Tal fato é explicado pela influência da 
(A) maritimidade. (D) latitude. 
(B) longitude. (E) pluviosidade. 
(C) altitude. 
 
02. (FUVEST-SP) Considerando as massas de ar que 
atuam no território brasileiro e alguns de seus efeitos, analise o 
quadro abaixo e escolha a associação correta. 
 
 
 
 
 
 
 
03. (MACK-SP- modificada) Nos meses de inverno a 
massa Polar Atlântica penetra no território brasileiro, dividindo-
se em três ramos, representados no mapa, provocando 
diferentes fenômenos meteorológicos. Em A, B e C ocorrem, 
respectivamente: 
 
(A) geadas, chuvas orográficas e friagem. 
(B) friagem, geadas e chuvas frontais. 
(C) chuvas frontais, geadas e friagem. 
(D) friagem, chuvas de convecção e geadas. 
(E) chuvas orográficas, friagem e geadas. 
 
04. (FUVEST-SP-modificado) Dos climogramas a seguir, 
referentes a cidades brasileiras, o que representa o clima 
subtropical é: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Massa de 
Ar 
Características 
Principais 
regiões 
atingidas 
Efeitos 
(A) 
Equatorial 
Atlântica 
(mEa) 
Quente e 
úmida 
Litoral Norte 
e Nordeste 
Formação de 
chuvas 
e aumento dos 
ventos 
(B) 
Equatorial 
Continental 
(mEc) 
Quente e 
seca 
Interior das 
regiões 
Norte, 
Centro-
Oeste e Sul 
Formação de 
ventos e 
diminuição da 
umidade relativa 
do ar 
(C) 
Tropical 
Atlântica 
(mTa) 
Quente e 
úmida 
Faixa 
litorânea 
das regiões 
Norte 
e Nordeste 
Formação de 
chuvas 
e diminuição das 
temperaturas 
(D) 
Tropical 
Continental 
(mTc) 
Quente e seca 
Sudeste, 
Sul, parte 
do Nordeste 
e 
Norte 
Aumento das 
temperaturas e 
dos 
ventos 
(E) 
Polar 
Atlântica 
(mPa) 
Fria e seca 
Sudeste, Sul 
e 
Norte 
Diminuição das 
temperaturas e 
da 
umidade relativa 
do ar 
EXERCÍCIOS DE CLASSE 
 
 
6 
05. (FGV-SP) Essa região brasileira apresenta as 
seguintes características geoambientais: pluviosidade irregular, 
em torno de 750 mm/ano, concentrada num período de 3 a 5 
meses. Ocorrem períodos agudos de estiagem, quando a 
precipitação pluviométrica cai para cerca de 450-500 mm/ano. 
As temperaturas são altas, com taxas elevadas de 
evapotranspiração e balanço hídrico negativo durante parte do 
ano. A insolação é muito forte, 2800 horas/ano, e esta aliada à 
baixa umidade relativa. O tipo climático descrito no texto é: 
(A) Subtropical. 
(B) Tropical de altitude. 
(C) Semiárido. 
(D) Tropical. 
(E) Desértico. 
 
06. (MACK-SP) Observe o mapa e assinale a associação 
INCORRETA: 
 
(A) maiores índices pluviométricos – 1. 
(B) maiores amplitudes térmicas – 2. 
(C) chuvas bem distribuídas – 5. 
(D) secas prolongadas – 3. 
(E) chuvas concentradas no verão – 4. 
 
07. (UNESP) El niño e la niña são dois fenômenos ligados 
ao aquecimento e resfriamento das águas do oceano Pacífico 
na sua parte tropical. A respeito deles, é correto afirmar que: 
(A) el niño liga-se ao resfriamento das águas oceânicas, 
ao passo que la niña diz respeito ao aquecimento dessas águas; 
a cada três anos, primeiro ocorre el niño e em seguida sempre 
ocorrerá la niña. 
(B) o fenômeno la niña, de aquecimento das águas 
oceânicas, apesar de descoberto depois do el niño, sempre 
ocorre antes deste. 
(C) el niño liga-se ao aquecimento das águas oceânicas e 
la niña diz respeito ao esfriamento dessas águas; a cada três 
anos, primeiro ocorre el niño e em seguida pode ou não ocorrer 
la niña. 
 
 
 
 
 
(D) ambos os fenômenos dizem respeito ao aquecimento 
e posterior resfriamento das águas oceânicas; a diferença é que 
el niño ocorre nas proximidades do Peru e la niña na parte do 
oceano Pacífico que banha a América Central. 
(E) el niño é o aquecimento das águas oceânicas nas 
proximidades da Oceania, enquanto que la niña é o 
resfriamento das águas oceânicas nas proximidades do Peru. 
 
08. (Unicamp-SP) Observe o esquema abaixo, que indica a 
circulação atmosférica sobre a superfície terrestre, e indique a 
alternativa correta. 
 
 
 
(A) Os ventos alísios dirigem-se das áreas tropicais para as 
equatoriais, em sentido horário no hemisfério norte e anti-
horário no hemisfério sul, graças à ação da Força de Coriolis, 
associada à movimentação da Terra. 
(B) Os ventos alísios dirigem-se das áreas de alta pressão, 
características dos trópicos, em direção às áreas de baixa 
pressão, próximas ao equador, movimentando-se em sentido 
anti-horário no hemisfério norte e em sentido horário no 
hemisfério sul. 
(C) Os ventos contra-alísios dirigem-se dos trópicos em direção 
ao equador, movimentando-se em sentido horário no hemisfério 
norte e anti-horário no hemisfério sul, graças à ação da Força 
de Coriolis. 
(D) Os ventos contra-alísios dirigem-se da área tropical em 
direção aos polos, provocando quedas bruscas de temperatura 
e eventualmente queda de neve, movimentando-se em sentido 
anti-horário no hemisfério sul e em sentido horário no hemisfério 
norte. 
 
09. (FUVEST-SP) Os ciclones tropicais formam-se sobre 
os oceanos, em região onde a água é quente e o vapor d’água, 
abundante. Eles nem sempre evoluem para um furacão, mas 
suas trajetórias no Atlântico Norte favorecem essa evolução. 
 
 
7 
 
 
(A) Caracterize os furacões quanto às latitudes e às 
pressões atmosféricas das áreas em que se originam. 
 
 
 
 
 
 
 
 
(B) Identifique as regiões onde os furacões ficam 
enfraquecidos em suas trajetórias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
(C) Caracterize os impactos sociais e infraestruturais dos 
furacões sobre países insulares na área representada acima. 
Cite, ao menos, um desses países como exemplo. 
 
 
 
01. (UFRR) Assinale a opção que indica corretamente a classificação de climas de cada região numerada no mapa a seguir. 
 
 I II III IV V 
(A) Tropical Equatorial Subtropical Semiárido Litorâneo 
 
(B) Equatorial Tropical Semiárido 
Tropical de 
altitude 
Temperado 
 
(C) Tropical Equatorial Semiárido 
Tropical de 
altitude 
Subtropical 
 
(D) Tropical Equatorial 
Tropical de 
altitude 
Subtropical Temperado 
 
(E) Equatorial Tropical Semiárido 
Tropical de 
altitude 
Subtropical 
 
 
 
 
 
 
 
 
TAREFA DE CASA 
 
 
8 
02. (UFPel-RS) O Brasil apresenta uma variedade de climas. Observe os climogramas seguintes. Sobre os tipos climáticos 
brasileiros, é correto afirmar que 
 
 
(A) Belo Horizonte é um exemplo de clima tropical atlântico, que vai do RS até o PR. As chuvas, nesse clima, variam de acordo com 
a latitude da localidade, sendo de inverno no litoral nordestino. 
(B) Curitiba possui clima tropical de altitude, das áreas com mais de 800 metros de altitude, que se manifesta em verões quentes e 
chuvosos e invernos frios e secos. 
(C) Goiânia apresenta clima tropical, com estações diferenciadas quanto à pluviosidade, verão chuvoso e inverno seco. 
(D) o clima em João Pessoa é Semiárido, que se caracteriza pela pouca variação de chuva durante o ano e um frio mais intenso no 
inverno. 
(E) Manaus exemplifica o clima equatorial, que possui uma amplitude térmica acentuada e um regime de chuvas regular durante 
todo o ano. 
 
03. (UFRN) O clima do Brasil é influenciado pela atuação de diferentes massas de ar. A respeito das massas de ar que interferem 
nas condições climáticas do país pode-se afirmar que 
(A) O clima tropical úmido com chuvas de inverno decorre da influência da massa polar atlântica (mPa), fria e úmida, que forma-se 
no Atlântico Norte. 
(B) A massa polar atlântica (mPa) é fria e úmida, forma-se no Atlântico Sul e no inverno atua sobre o litoral da Amazônia Oriental e 
as regiões Sul e Sudeste. 
(C) A massa tropical continental (mTc) é quente e seca, origina-se na Depressão do Chaco e influencia o Centro-Oeste onde vigora 
o clima tropical com chuvas de verão e inverno seco. 
(D) A massa tropical continental (mTc) é quente e úmida, origina-se na Amazônia Ocidental, sendo responsável pela formação do 
clima equatorial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
Com base no enunciado, na figura e nos 
conhecimentos relacionados a ciclonestropicais, 
considere as afirmativas 
a seguir. 
I. Têm denominação diferente de acordo com o lugar de 
origem: furacões e tufões. 
II. Possuem uma área central de calmaria, conhecida 
como “olho”. 
III. Tendem a surgir na atmosfera sobre oceanos muito 
aquecidos na Zona Intertropical e seus ventos 
apresentam alto poder destrutivo. 
IV. Formam-se nos continentes, intensificando-se ao 
movimentar-se sobre superfícies aquáticas frias. 
Assinale a alternativa correta. 
(A) Somente as afirmativas I e IV são corretas. 
(B) Somente as afirmativas II e III são corretas. 
(C) Somente as afirmativas III e IV são corretas. 
(D) Somente as afirmativas I, II e III são corretas. 
(E) Somente as afirmativas I, II e IV são corretas. 
04. (UNESP) Considere os quadros a seguir, que se referem 
a cidades brasileiras situadas na mesma altitude. 
Cidades 
Temperatura 
média em 
janeiro (ºC) 
Temperatura 
média em julho 
(ºC) 
Precipitação 
anual (mm) 
1 25,8 26,2 3.200 
2 25,2 20,3 1.500 
3 23,4 14,1 1.600 
 
É mais provável que, de acordo com a tabela anterior, as cidades 
1, 2 e 3 possuam, respectivamente, os seguintes tipos de clima: 
 
(A) Tropical úmido, tropical de altitude e semiárido. 
(B) Tropical úmido, subtropical e tropical de altitude. 
(C) Semiárido, equatorial e semiárido. 
(D) Equatorial, subtropical, subequatorial. 
(E) Equatorial, tropical e subtropical. 
 
05. (UFAL) Sobre o tema movimentos da Terra e suas 
implicações no clima, leia as afirmações. Uma delas, contudo, é 
incorreta. Assinale-a. 
(A) O afélio é o momento em que a Terra, em sua órbita em 
torno do Sol, mais dele se afasta. 
(B) O desvio dos ventos alísios dos hemisférios Norte e Sul é 
uma das consequências do movimento de rotação. 
(C) As estações do ano, que são bem marcadas na faixa das 
latitudes médias, decorrem do movimento de rotação anual, da 
inclinação do eixo terrestre e da atração gravitacional da Lua. 
(D) A Terra encontra-se no solstício quando a radiação solar 
atinge diretamente os trópicos de Capricórnio ou de Câncer. 
(E) A trajetória e o sentido dos ventos dos furacões também 
sofrem influência do movimento de rotação. 
 
06. (MACK -SP-modificado) A Astronomia dedica-se ao 
estudo do cosmo e à análise da composição e do 
comportamento dos corpos celestes. É a ciência mais antiga e, 
em muitos aspectos, a que maiores contribuições trouxe para o 
pensamento científico. Considerando o tema central da 
questão, assinale a alternativa INCORRETA. 
(A) O eixo da Terra é inclinado em relação ao plano de sua 
órbita ao redor do Sol (movimento de translação). Como 
consequência direta, temos a ocorrência das estações do ano. 
(B) Os raios solares só incidem, perpendicularmente, em 
pontos localizados na zona tropical, apresentando, portanto, 
temperaturas mais elevadas durante todo o ano. 
(C) Nas zonas temperadas e polares, o Sol não se 
apresenta a pino em nenhum período do ano, pois os raios 
incidem obliquamente. 
(D) Em 20 ou 21 de março e em 22 ou 23 de setembro, os 
raios solares incidem, perpendicularmente, ao Equador, 
iniciando-se os Equinócios e Solstícios, respectivamente. 
(E) Na linha do Equador, não há variação no fotoperíodo e 
a diferença aumenta à medida que nos afastamos dele. 
 
07. (UEL-PR) Um ciclone tropical é um centro quase circular, com pressão extremamente baixa, no qual os ventos giram em espiral, 
e é causador de danos generalizados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
08.(UNIRIO-RJ) Identifique a alternativa com as massas de ar 
que correspondem aos números 1, 2 e 4 , respectivamente. 
 
 
(A) mTc, mPa e mEa. 
(B) mTa, mTc e mPa. 
(C) mTa, mPa e mEc. 
(D) mPa, mTa e mTc. 
(E) mPa, mEa e mTc. 
 
09. (UFAL) Observe atentamente a imagem de satélite a 
seguir. 
 
A seta, incidindo sobre o território brasileiro, indica uma: 
 
(A) zona de Convergência Intertropical com chuvas de 
convecção provocadas pela mEc. 
(B) furacão formado no Oceano Atlântico com ventos de 
alta velocidade. 
(C) intensa atuação da mTc com redução do aporte 
pluviométrico no Centro-Oeste. 
(D) chuva orográfica intensa devido ao avanço da mTa em 
escarpas serranas. 
(E) frente fria causada pelo avanço da mPa com aumento 
de nebulosidade. 
 
10. (FUVEST-SP) “Menino travesso: El Niño retorna mais 
poderoso e ameaça enlouquecer o tempo em todo o mundo”. A 
notícia anterior exemplifica a ampla cobertura da mídia sobre 
esse fenômeno, geralmente relacionado à 
(A) atuação inesperada da massa de ar úmida que, ao 
esfriar as águas do oceano Pacífico, eleva os índices de 
evaporação e intensifica as chuvas de monções no SE asiático. 
(B) presença de correntes marítimas com baixas 
temperaturas na costa ocidental americana, justificando a 
diminuição dos cardumes no Chile e as estiagens no SE do 
Brasil e dos EUA. 
 
 
 
 
 
 
 
 
(C) inversão térmica oceânica que aquece parte das águas 
superficiais do Pacífico, aumenta o número de tempestades 
marítimas e desregula os índices de chuva na região tropical. 
(D) temporada de furações e episódios de secas nas 
costas ocidentais americanas, em razão do aumento da força 
dos ventos tropicais que sopram da Ásia em direção à América 
do Sul. 
(E) formação de ondas que trazem à tona as águas mais 
frias do fundo do oceano Pacífico, intensificando os índices de 
aridez no Peru e Sul do Brasil e as inundações na Ásia tropical. 
 
11. (FUVEST-SP) Caracterize e classifique o tipo climático 
da localidade cujo climograma aparece a seguir. 
 
 
12. (UNICAMP –SP- modificado) Nos primeiros dias do 
outono subitamente entrado, quando o escurecer toma uma 
evidência de qualquer coisa prematura, e parece que tardamos 
muito no que fazemos de dia, gozo, mesmo entre o trabalho 
quotidiano, essa antecipação de não trabalhar... 
(Fernando Pessoa, Livro do Desassossego. Campinas: Editora da 
Unicamp, vol II, p. 55). 
 
a) Compare as características do outono em Portugal 
(terra natal de Fernando Pessoa) com o outono da região 
nordeste do Brasil. 
 
 
b) Diferencie solstício de equinócio. 
 
 
c) Para ter acesso a maior iluminação e calor, um 
apartamento em Lisboa deveria ser voltado para o norte ou para 
o sul? E no caso de São Paulo? Justifique. 
 
13. (UFPR) Para entender a temperatura de uma 
determinada área da superfície terrestre, é preciso levar em 
conta a insolação, que é a quantidade de calor e luz que os raios 
solares enviam ao planeta. Se não fosse a atmosfera e a forma 
do planeta, todos os lugares receberiam a mesma quantidade 
de energia, a constante solar, que corresponde a duas calorias 
por centímetro quadrado por minuto (2 cal/cm2.min-1). Explique 
de que maneira a curvatura da Terra influencia a distribuição de 
luz e calor do sol e a relação existente entre altitude e 
temperatura. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 
14. (UNICAMP-SP) Indique o fator que explica a diferença 
de temperatura entre as cidades mencionadas na tabela que 
segue: 
 
Cidades 
(SP) 
Latitude 
Temperatura (média 
térmica anual em ºC) 
Santos 22o 56’0 21 
São Paulo 23o 40’0 17,7 
Campos do 
Jordão 
22o 44’0 13,9 
 
 
15. (UNICAMP-SP) Os três mapas a seguir representam o 
avanço de uma frente fria no Brasil, no inverno de 1982. No dia 
6 de agosto, essa frente começava a penetrar o território 
nacional; no dia 8, já se encontrava sobre Curitiba e, no dia 10, 
no Rio de Janeiro. 
 
 
a) O que é frente fria? 
 
 
 
 
b) Com base no cartograma do dia 8/8/81, qual a previsão 
do tempo para São Paulo, no dia 9/8/81 e para o Rio de Janeiro, 
no dia 10/8/81? 
 
 
 
 
c) Após a passagem da frente fria, qual a situação do 
tempo na região Sul do país, no dia 10/8/81? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16. (UNICAMP –SP- modificado) Indique os tipos 
climáticos representados nos dois balanços hídricos 
apresentados a seguir. Justifique sua resposta. 
 
 
 
 
17. (PUC-SP) Como você pode observar no mapa e 
climogramas a seguir, Carolina e Maceió têm regimes 
pluviométricos diferentes. Explique a diferença? 
 
 
18. (UNIRIO-RJ) No Brasil, o clima tropical costuma 
apresentar-se em3 subtipos. 
a) Quais são eles? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12 
b) Utilizando o mapa a seguir, onde as áreas de ocorrência dos 
diversos tipos climáticos característicos do Brasil estão 
identificadas por números, indique as respectivas áreas de 
ocorrência dos 3 subtipos do clima citados acima. 
 
 
 
 
 
 
 
c) Compare-os e explique suas principais diferenças. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19. (Unicamp-SP) O mapa a seguir indica a ocorrência de 
queda de neve na América do Sul. Observe o mapa e responda 
às questões. 
 
 
 
a) Que fatores climáticos determinam a distribuição geográfica 
da ocorrência de queda de neve na América do Sul? 
 
 
 
 
b) Quais são as condições momentâneas de estado de tempo 
necessárias para a ocorrência de precipitação em forma de 
neve? 
 
 
 
GABARITO 
 
EXERCÍCIOS DE CLASSE 
01. (C) 02. (A) 03. (B) 04. (E) 
 
05. (C) 06. (B) 07. (C) 08. (A) 
 
09. a) Os furacões ou ciclones tropicais se originam na Zona 
Intertropical. Com o intenso aquecimento superficial do oceano, 
o ar quente e úmido tende a elevar-se em altitude formando uma 
zona de baixa pressão que atrai ventos de áreas de alta pressão 
dando origem a uma circulação ciclônica que caracteriza o 
furacão. 
 b) Os furacões perdem intensidade à medida que entram 
nas zonas temperadas ou avançam para o interior dos 
continentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
c) Os furacões apresentam ventos com velocidades superiores 
a 119 km por hora, provocam graves danos à infraestrutura e, 
muitas vezes, até a perda de vidas humanas. Entre as regiões 
mais atingidas, destacam-se o Mar do Caribe, o Golfo do México 
e o Atlântico Norte. Países insulares como Jamaica e Haiti são 
frequentemente atingidos. O México e o sul dos EUA também 
enfrentam o fenômeno, a exemplo dos danos provocados pelo 
furacão Katrina em 2005 em Nova Orleans (Louisiana). Assim, 
o serviço de meteorologia e a tecnologia de sensoriamento 
remoto são fundamentais para reduzir os impactos dos 
furacões. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
13 
TAREFA DE CASA 
01. (E) 02.(C )03.(C) 04.(E) 05.(C) 
 
06. (D) 07.(D) 08.(C) 09.(E) 10.(C) 
 
11. Trata-se do clima equatorial, prevalecente na Amazônia, 
sendo quente, com baixa amplitude térmica, além de ser 
bastante úmido em decorrência das chuvas abundantes e 
bem distribuídas durante o ano. As massas de ar atuantes 
na região são a mEa (massa Equatorial atlântica) e a mEc 
(massa Equatorial continental). 
 
12. a) Em Portugal o outono vai de 21/22 de setembro a 21/22 
de dezembro e no nordeste brasileiro, de 20/21 de março a 
20/21 de junho. Em Portugal essa estação é bem 
característica, com alterações de tempo (temperaturas mais 
amenas, início do período das chuvas), enquanto no 
nordeste brasileiro as alterações são menos perceptíveis 
(temperaturas pouco inferiores às do verão, chuvas 
escassas). Quanto à duração dos dias e noites, há 
diferença marcante em Portugal onde os dias são mais 
curtos e as noites mais longas em relação ao verão, 
diferentemente do que ocorre na região nordeste do Brasil, 
onde há pouca variação. 
 
b) No solstício (início do verão e do inverno), a distribuição de 
radiação entre os hemisférios é desigual. Solstício é o 
momento em que o Sol, durante seu movimento aparente 
na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, 
medida a partir do equador. Os solstícios ocorrem duas 
vezes por ano: em dezembro e em junho. No solstício de 
verão, a radiação solar incide mais diretamente sobre os 
trópicos de Capricórnio (sul/dezembro) e Câncer 
(norte/junho). O equinócio (início da primavera ou do 
outono) acontece em março e setembro. A radiação solar 
chega de forma mais direta sobre o Equador, distribuindo a 
radiação de maneira mais equilibrada entre os hemisférios. 
O equinócio é definido como um dos dois momentos em que 
o Sol, em sua órbita aparente, cruza o plano do equador 
celeste (a linha do equador terrestre projetada na esfera 
celeste). Mais precisamente, é o ponto onde a eclíptica 
cruza o equador celeste. 
 
c) Considerando a posição geográfica de Lisboa, ao norte do 
Trópico de Câncer, o apartamento em Lisboa deveria ser 
voltado para o Sul, pois ao longo do ano receberia maior 
quantidade de radiação. No caso de São Paulo, localizada 
no Trópico de Capricórnio, o apartamento deveria ser 
voltado para o norte, em direção ao Equador, visto que é a 
face que recebe maior radiação ao longo do ano. 
 
13. A curvatura da Terra interfere na incidência da radiação 
solar. Na Zona Intertropical, a incidência é mais direta ao 
 
 
 
 
 
 longo do ano e a radiação atravessa uma porção menor de 
atmosfera, fazendo com que as temperaturas fiquem mais 
elevadas. Nas Zonas Temperadas e Polares, a incidência 
de radiação é mais oblíqua e a radiação passa por uma 
porção maior de atmosfera até atingir à superfície, portanto, 
as temperaturas são menores. 
 
14. Apesar de situarem-se em latitudes muito parecidas, 
Santos, São Paulo e Campos do Jordão encontram-se em 
altitudes diferenciadas, o que explica a variação da 
temperatura média e da pressão atmosférica. Campos do 
Jordão apresenta as menores temperaturas e menor 
pressão atmosférica, seguida de São Paulo. As 
temperaturas mais elevadas são verificadas no litoral. 
 
15. a) Corresponde a faixa de contato entre uma massa de ar 
frio e outra quente, em que a fria com maior pressão se 
desloca sobre a quente, provocando instabilidade 
atmosférica. 
 
b) Haverá diminuição da temperatura, aumento de 
nebulosidade e prováveis chuvas frontais em São Paulo no 
dia 8 e no Rio de Janeiro no dia 10. 
 
c) Após a passagem da frente fria, a tendência é da temperatura 
se elevar e da nebulosidade diminuir no sul do país. 
 
16. Os dois gráficos referem-se a climas com dois períodos 
bem definidos. Em Uberaba (MG), município do Triângulo 
Mineiro, o clima é tropical. Em Boa Vista (RR), o clima é 
equatorial semi-úmido. Porém, para alguns autores, pode 
ser classificado como tropical ou subequatorial. São climas 
caracterizados por um déficit hídrico bem marcado nos 
meses de outubro a janeiro, no caso de Boa Vista (inverno 
no hemisfério norte), e nos meses de maio a setembro em 
Uberaba (inverno no hemisfério sul). 
 
17. A proximidade maior ou menor com relação ao mar. No 
caso de Carolina (MA), a maior influência da massa 
Equatorial continental, amplia a umidade e chuvas. 
Portanto, o clima em Carolina é tropical com verão chuvoso 
e inverno seco. Em Maceió (AL), localizada na Zona da 
Mata Nordestina, as chuvas estão concentradas no inverno 
devido ao deslocamento da mPa através de frentes frias 
que atingem o litoral em contato com a massa Tropical 
atlântica. O clima em Maceió é tropical úmido ou litorâneo. 
 
18. a) tropical, tropical de altitude e tropical úmido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
b) I - tropical de altitude, III – tropical e II - tropical úmido. 
 
c) O clima tropical é marcado por duas estações muito distintas, 
o verão quente e úmido e o inverno seco. No clima tropical 
de altitude, a distribuição das chuvas e secas se 
assemelham ao anterior, embora a média térmica seja 
inferior dada a maior altitude do Planalto Atlântico, além de 
apresentar maior amplitude térmica em decorrência da 
acentuada exposição à mPa no inverno. No clima tropical 
úmido, as temperaturas são mais elevadas e, devido a 
influência direta da mTa, os índices pluviométricos são mais 
elevados. No Sudeste (litorais do ES, RJ e SP), as chuvas 
estão concentradas no verão. Já no litoral nordestino (entre 
BA e RN), as chuvas são mais acentuadas no inverno 
devido a chegada da mPa na zona costeira. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19. 
a) Entre os fatores geográficos que explicam a precipitação nival 
(neve) na América do Sul estão a latitude e a altitude. A 
ocorrência de neve no sul da Argentina e sul do Chile tem 
como principal fator a maior latitude, que proporciona 
temperaturas mais baixas. No Brasil, ocorrem nevascas 
esporádicas em áreas serranas do Rio Grandedo Sul e 
Santa Catarina. A maior altitude, que leva a redução da 
temperatura, é o fator preponderante na ocorrência de neve 
na Cordilheira dos Andes (dobramento moderno cenozoico-
terciário) nos territórios inclusive de países localizados na 
zona intertropical como Venezuela, Colômbia, Peru e 
Equador. 
 
b) As condições momentâneas do tempo ideais para a formação 
de neve são a temperatura muito baixa (próxima a zero 
grau) e a maior umidade do ar.

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