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Centro Universitário Leonardo da Vinci 
 
 
 
DOMINGOS ANDRÉ STAFIN COQUEREL. 
LICENCIATURA EM MATEMÁTICA (MAD08) 
 
 
 
 
 
PROJETO DE ESTÁGIO: ENSINO DE UMA MATEMÁTICA MAIS 
DIVERTIDA ATRAVÉS DOS JOGOS. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAÇADOR - SC 
2023/2 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
PARTE I: PESQUISA .................................................................................................... 3 
1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E 
JUSTIFICATIVA ............................................................................................................. 3 
1.2 OBJETIVOS ..................................................................................................... 4 
1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA PESQUISA ......................................... 4 
PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO ......................................................... 6 
2.1 METODOLOGIA ............................................ Error! Bookmark not defined. 
2.2 CRONOGRAMA .............................................................................................. 7 
REFERÊNCIAS ............................................................................................................. 6 
APÊNDICES .................................................................. Error! Bookmark not defined. 
 
 
 
3 
 
1 PARTE I: PESQUISA 
 
1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E JUSTIFICATIVA 
Área de concentração: Ensino e Aprendizagem da Matemática 
Tema: Ensino de uma Matemática divertida Através dos jogos. 
A Matemática é uma disciplina de extrema importância, uma vez que desempenha 
papel decisivo em nossas vidas, permitindo assim resolver problemas, aplicando as suas 
regras no mundo do trabalho e auxiliando na construção de saberes. Entretanto essa área 
do conhecimento costuma provocar muita insatisfação por parte de quem aprende e por 
parte de quem ensina, de um lado, a constatação de ser uma área de conhecimento 
importante; de outro, os resultados negativos obtidos com frequência, no que tange à 
aprendizagem, levam a acreditar tratar-se de um tema de difícil entendimento. 
Essas insatisfações demonstram que há muitos problemas a serem resolvidos com 
extrema urgência, tendo a necessidade de reverter essas insatisfações e focar no ensino, 
centrando em procedimentos mais dinâmicos, coisa que haja muito significado para o 
aluno. É preciso ter um pensamento crítico e criar uma reformulação metodológica, 
revendo os objetivos, revisando conteúdos e buscando a adequação para a formação que 
hoje a sociedade conclama. O conhecimento da Matemática pode interferir, de uma forma 
mais precisa na formação das capacidades intelectuais, essa interferência pode barrar a 
construção do pensamento e na agilidade de raciocínio do aluno. Precisamos buscar 
soluções que se transformem em ações de rotina, e que tornem realmente os 
conhecimentos matemáticos acessíveis a todos os alunos. 
Hoje o ensino tradicional, encontrado nas escolas, já não é mais suficiente para 
despertar o interesse e o gosto no aluno por essa área, o simples copiar do quadro negro 
não incentiva mais os alunos a aprender sobre o conteúdo, porque ainda existe a falta da 
prática que leve a mostrar a presença da matemática no dia a dia, muitas pessoas sabem 
da importância da matemática para a vida diária, mas também pensam que é o 
conhecimento mais difícil de aprender. 
Muitos professores relatam, terem dificuldades encontradas nas salas de aula em 
relação ao ensino e aprendizagem dos alunos na disciplina de matemática e estes, 
procuram metodologias diferenciadas que possibilitem auxiliar os alunos de forma eficaz. 
Os jogos matemáticos têm auxiliado muitos professores a se aproximarem dos 
alunos, assim os tornam agentes da construção do conhecimento, em toda trajetória 
4 
 
escolar. Ao jogar, os alunos interagem com seus pares e colocam seus pensamentos e 
dúvidas, o professor, se torna um mediador do conhecimento, criando a possibilidade de 
propor questionamentos e de realizar intervenções, assim, garante momentos favoráveis 
ao exercício de pensar e buscar soluções para os problemas. 
Devemos buscar projetos de formação de professores, pois, segundo Ramos 
(2014) a formação continuada de professores da educação básica, com cursos e oficinas 
destinados a prepará-los para a criação, produção e integração de jogos educativos no 
ensino da matemática 
Acreditando no potencial dos jogos, surge o interesse em investigar como as 
pesquisas já realizadas abordam o uso de jogos no processo de ensino e aprendizagem 
de Matemática de crianças e jovens dos anos finais do Ensino Fundamental. Este 
interesse fundamentou essa pesquisa cujo objetivo foi perceber como o uso de jogos atua 
no processo de ensino e aprendizagem de Matemática de crianças e jovens dos anos 
finais do Ensino Fundamental. 
 
1.2 OBJETIVOS 
 Identificar como os jogos podem auxiliar no ensino da matemática; 
 Verificar as perspectivas existentes sobre o uso dos jogos matemáticos no 
processo de ensino e aprendizagem; 
 Revelar as tendências do uso de jogos no processo de ensino e aprendizagem de 
Matemática; 
 Estabelecer um recurso atrativo para as aulas de Matemática através de jogos. 
 
1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
 
Os jogos e as brincadeiras estão presentes em todas as fases de nossas vidas, 
fazendo assim parte de sua existência do ser humano. Dessa forma, as atividades lúdicas 
estão presentes e são fundamentais no relacionamento entre as pessoas. Ao brincar e 
jogar, a criança socializa, constrói conhecimento e desenvolve a capacidade de encontrar 
soluções, sendo capaz chegar às suas próprias conclusões de forma autônoma, podemos 
afirmar que, 
 
5 
 
O elemento jogo se apresenta com formas específicas e características 
próprias, propícias a contribuir para a compreensão de muitas das 
estruturas existentes e algumas de difícil assimilação. (Grando 2000, p. 37) 
 
Quando o trabalho do professor é desenvolvido de forma desafiadora, contendo 
jogos e brincadeiras como recursos pedagógicos, auxilia o despertar e o interesse dos 
alunos para o ato de aprender, sabendo que o lúdico é um fator primordial e está inserido 
no desenvolvimento da criança, do jovem e do adulto desde sempre, fazendo com que o 
simples fato de proporcionar esta atividade para o aluno, possibilite que ele se desenvolva 
de forma espontânea e construtiva, dessa forma, construindo o seu próprio saber. 
Utilizando os jogos no ensino de matemática é possibilitar que os alunos 
compreendam de uma maneira diferenciada o conteúdo de aprender com facilidade, o 
que antes parecia muito difícil, despertando o interesse do aluno. De acordo com Alves 
(2001 apud SANTOS, 2009, p. 9), a importância da matemática, de um modo geral, é 
indiscutível, porém, a qualidade do ensino nessa área de conhecimento é fraco. Com isso, 
utilizando jogos como método de facilitar a aprendizagem, como uma ferramenta de 
trabalho, pode despertar o interesse do aluno nesse campo específico e facilitar sua 
compreensão da engrenagem por traz do conhecimento necessário. 
 
Em se tratando de aulas de matemática, o uso de jogos implica uma 
mudança significativa nos processos de ensino e aprendizagem, que 
permite alterar o modelo tradicional de ensino, o qual muitas vezes tem o 
livro e em exercícios padronizados seu principal recurso didático. O 
trabalho com jogos nas aulas de matemática, quando bem planejado e 
orientado, auxilia o desenvolvimento de habilidades como observação, 
análise, levantamento de hipóteses, busca de suposições, reflexão, 
tomada de decisão, argumentação e organização, que estão estreitamente 
relacionadas ao chamado raciocínio lógico. (Smole, 2007, p. 11). 
 
A aplicação dos jogos em sala de aula, surge como uma oportunidade de 
socialização, buscando a cooperação de todos os alunos, aonde a participação da equipe 
vai além da busca em elucidar o problema proposto peloprofessor. Para que valide o 
papel dos jogos na construção do conhecimento, o educador precisa ter um planejamento 
organizado onde saiba o que vai ser trabalhado e utilize o jogo como incitação, para que o 
aluno busque o resultado, a dinâmica precisa ser interessante, e desafiadora, para que o 
aluno se interesse, interaja e possa atingir os objetivos desejados. 
O jogo, na educação matemática, passa a ter o caráter de material de 
ensino quando considerando promotor de aprendizagem. A criança coloca 
diante de situações lúdicas, aprende a estrutura lógica da brincadeira, 
6 
 
deste modo, aprende também a estrutura lógica matemática presente. 
(Moura, 2008, p. 30) 
 
A utilização dos jogos matemáticos no contexto educativo é uma estratégia para 
auxiliar o aluno na resolução de problemas, desenvolver o raciocínio lógico através do 
estímulo e da percepção criativa, valendo de sua própria construção investigativa de 
situações para realizar a melhor jogada, vencendo assim, seu adversário. 
Assim como o corpo, o cérebro também precisa se exercitar. Então treinando o 
cérebro podemos considerar como a mesma coisa que fazer atividade física e se manter 
em boa forma, quanto mais exercitado o cérebro, menos dificuldade para interpretar e 
raciocinar sobre os problemas que se apresentarem. Para Borin (1998) a introdução dos 
jogos nas aulas de matemática é a possibilidade de diminuir os bloqueios adquiridos por 
muitos alunos que temem a disciplina e sentem-se incapacitados para aprendê-la, 
resultado de diversas dificuldades ao longo da trajetória escolar. 
Para Moura (2011), o jogo será um eixo do processo de ensino e de 
aprendizagem se o aluno se mantiver em constante movimento na construção de seu 
conhecimento matemático, tendo o professor como mediador capaz de proporcionar 
momentos de diálogo, discussão, reflexão e socialização das ideias. 
Desta forma, o papel do professor passa a mediar a aula, no momento do jogo é o 
de propor uma atividade lúdica, sem perder o caráter definidor da atividade pedagógica, 
com objetivos educacionais definidos e claros, para que as intervenções feitas por ele 
contemplem situações presentes no jogo e que os alunos passem a construir o 
conhecimento, ligando aos conteúdo ou as habilidades matemáticas. Para Grando (2000), 
as intervenções do professor podem ser decisivas para que um jogo espontâneo se 
transforme em um jogo pedagógico, já que por si só um jogo não tem objetivos 
educacionais, mas através das ações do professor que a exploração do jogo ocorrerá. 
 
 
2 PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO 
 
METODOLOGIA 
Para a realização deste estágio foi desenvolvido uma pesquisa exploratória de 
cunho conceitual, onde foram estudados alguns autores que escreveram sobre o tema 
Jogos Matemáticos. Foi elaborado um plano de observação para alunos do 9° ano do 
7 
 
Ensino Fundamental e turmas do 1º ano do Ensino médio, contendo as 25 horas de aulas 
na escola concedente. 
Foi realizada observação das aulas da turma, entrevista com a Professora 
Regente, direção, onde a professora titular abordou os vários temas em suas aulas. Após, 
foi realizada explicações a respeito do conteúdo com exemplos práticos, relacionando a 
teoria ao dia a dia dos cálculos que seriam utilizados. 
Posteriormente, foi aplicado os exercícios sobre porcentagem, conforme orientação 
da professora titular e, de acordo com a demanda de dificuldades dos alunos e suas 
interações. 
2.2 CRONOGRAMA 
As atividades de estágio serão desenvolvidas conforme o cronograma, a seguir: 
Escola: EEB Machado de Assis. 
Disciplina: Matemática 
Data Turno e Horário Detalhamento das Atividades 
09/10/2023 Noite – 19h00 às 22h Apresentação e diálogo com a direção 
da escola. Leitura do PPP e Regimento 
escolar. 
10/10/2023 Noite – 19h00 às 22h Leitura do Regimento escolar. Coleta de 
dados. Apresentação pedagógica. 
11/10/2022 Noite – 19h às 22h Observação da Escola 
16/10/2023 Manhã -8h às 10:30 Entrevista com a professora 
17/10/2023 Tarde – 12h45 às 15h Observação 2 aulas na turma 101; 1 
aula na turma 103 
18/10/2023 Manhã – 8h às 11h15 Observação 2 aulas turmas 903 e 2 
aulas na turma 901 
19/10/2023 Manhã – 8h45 às 12h Observação 2 aulas turma 901 e 2 aulas 
na turma 903 
23/10/2023 Tarde – 12h45 às 
17h30 
Observação 2 aulas na turma 103, 2 
aula 104 e 2 aulas no 102 
24/10/2023 Tarde – 12h45 às 15h Observação 2 aulas na turma 101; 1 
aula na turma 103 
25/10/2023 Tarde – 13h às 17h Observação do PIC 
 
 
 
 
 
 
 
8 
 
REFERÊNCIAS 
 
ALVES, Eva Maria Siqueira. A ludicidade e o ensino da matemática: Uma prática 
possível. Campinas, SP: Papirus, 2001. 
 
BORIN, Júlian. Jogos e resolução de problemas: uma estratégia para as aulas de 
matemática. 6. ed. São Paulo: IME-USP, 1996. 
 
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: 
matemática / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997. 
 
ESTEBAN, M. P.S. Pesquisa qualitativa em educação: fundamentos e tradições. 
Trad. M.Cabrera. Porto Alegre: AMGH, 2010. 
 
GRANDO, R.C. O conhecimento matemático e o uso de jogos na sala de aula. 2000. 
239f. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Estadual 
de Campinas, Campinas. 
 
MOURA, Manoel O. de. Jogo, brincadeira e a educação. 11 Ed. São Paulo: Cortez, 
2008. 
 
MOURA, M. O. A séria busca no jogo: do lúdico na Matemática. In: KISHIMOTO, T. M. 
(org.). Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. 14.ed. São Paulo: Cortez, 2011.p. 81- 
97. 
 
SMOLE, Kátia Stocco. Jogos de Matemática. Porto Alegre: Artmed, 2007. 
 
TAFNER, Elisabeth Penzlien; SILVA, Everaldo. Metodologia do trabalho acadêmico. 
Indaial: UNIASSELVI, 2011. 
 
 
 
 
 
9 
 
APÊNDICES 
APÊNDICE I - ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO (Estágios II e III) 
 
O Estágio Supervisionado II foi realizado na Escola de Educação Machado de Assis, 
localizado na rua Claudiano Alves da Rocha, 240. 
 Atualmente a instituição de Ensino oferece o Ensino Fundamental e Médio, sendo 
do 9º ano do ensino fundamental e de 1º a 3º ano do Ensino Médio (Novo Ensino Médio). 
O ensino Fundamental segue o horário das 8h00 às 12h00 e as turmas vespertinas das 
13h30 às 17:30, sabendo que o ensino médio é das 07h30 às 17h30 (NEM) e das 18h30 
às 22h, sabendo que o horário noturno é um Ensino Médio de 4 anos. 
 O ensino médio é estruturado através de 15 turmas com 300 estudantes, e o 
ensino fundamental é formado por 4 turmas, 2 matutinas e 2 vespertinas totalizando 136 
alunos. A escola tem 61 professores sendo mantidos pela secretaria de educação de 
Santa Catarina, contando com 2 orientares de convivência, 2 assistentes de educação 
(secretarias), 2 assessores de direção, 1 diretora, 1 apoio pedagógico. 
b) Infraestrutura: 
A escola apresenta uma boa estrutura física e disponibiliza uma variedade de 
equipamentos, recursos pedagógicos e tecnológicos, visando a um processo de ensino-
aprendizagem eficiente. A instituição 15 salas de aula, 1 sala de biblioteca, 1 sala da 
secretaria, 1 sala de supervisão escolar, 1 sala da direção, 1 sala da assessoria de 
direção, 1 sala dos professores, 1 sala do laboratório de informática, 1 sala do laboratório 
de ciências da natureza, 1 sala de Laboratório de Ciências Humanas, 1 Laboratório Maker 
1 quadra poliesportiva e 1 ginásio de esportes. Como potencialidade, convém citar que a 
escola possui acessibilidade, permitindo a autonomia de alunos e professores que, 
porventura, apresentem alguma limitação física. 
 
c) Projeto Político-Pedagógico e Regimento Escolar 
O Projeto Político-Pedagógico (PPP) da EEB Machado de Assis é o documento 
norteador, construído com o envolvimento dos professores, da comunidade escolares da 
equipe diretiva, que fundamenta todas as ações pedagógicas dessa unidade escolar. A 
proposta está em conformidade com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com 
Currículo Base do Ensino Médio do Território Catarinense, bem como, coma base nas 
finalidades previstas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96) “o 
pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua 
qualificação para o trabalho”, a Escola de Educação Básica Machado de Assis espera que 
10 
 
todo aluno construa uma aprendizagem significativa para sua vida ao longo do percurso 
formativo: que saiba mais sobre si e sobre o meio físico e social; pense a respeito da 
realidade que o cerca; consiga discernir no ambiente em que vive, agindo de maneira 
coerente e lógica. Nesse contexto elaboramos nosso Projeto Político Pedagógico 
coletivamente por meio de discussões, reflexões e partilha de experiências, entre outros 
procedimentos com o objetivo de harmonizar o tempo, os recursos para atender a todos, 
prevendo os diferentes tipos de aprendizagens de nossos alunos, atentando-se para a 
educação na diversidade. É relevante registrar que o Projeto Político Pedagógico da EEB 
Machado de Assis se caracteriza numa construção contínua, flexível, englobando toda a 
ação da unidade escolar. Nesta perspectiva é que o Projeto Político Pedagógico (PPP) 
deve ser avaliado continuamente para que, efetivamente garanta suas ações e objetivos. 
Segundo Veiga (1997), um PPP construído corretamente não vai garantir que a escola se 
transforme magicamente em uma instituição de melhor qualidade, mas pode permitir que 
os envolvidos tenham consciência de seu caminhar, interfiram nos limites, aproveitem as 
potencialidades e resolvam as dificuldades detectadas com melhor qualidade e aberto 
para uma sociedade em constante mudança. Seguindo as orientações do artigo 1º da 
LBD, este projeto político pedagógico representa o resultado dos processos formativos de 
diversos segmentos da comunidade escolar. Portanto, é o documento que explana e 
justifica toda ação política educacional e pedagógica da EEB Machado de Assis. 
 
 2. Caracterização do corpo docente 
 A EEB Machado de Assis é composta por 68 professores sendo 1 diretora, 2 
assessores, 2 orientadores de convivência, 2 assistentes de educação (secretarias), 1 
Assistente técnico pedagógico, 6 professores orientadores de laboratório (informática, 
maker, ciências da natureza e ciências humanas) 22 segundos professores. 
 Tendo 4 professores com mestrado, 60 professores formado e especializado e 4 
professores cursando a área de atuação. 
 
3. Caracterização do professor regente 
a) Aspectos gerais 
 Professora Andriele Leticia de Souza é formada Licenciatura em Matemática desde 
2022, especializada em Metodologia do Ensino da Matemática. 
b) Planejamento didático-pedagógico 
• A professora faz o planejamento semanal todas as quartas-feiras durante o PIC – 
Projeto de Integração Curricular – onde todos os professores de cada área se 
11 
 
reúnem e colocam o planejamento semanal de cada área, integrando as disciplinas 
curriculares. 
 
4. Caracterização das turmas em que realizará regência 
a) Aspectos gerais 
• As turmas 901,902,903,904, são turmas do Ensino Fundamental II, a faixa etária é 
de 13 a 15 anos, sabendo que em cada turma é formada por 34 alunos, as turmas 
de Ensino Médio têm um faixa etária de 15 à 18 anos, sabendo que cada turma é 
em média de 17 alunos. 
 
 
APÊNDICE II – ROTEIRO DE ENTREVISTA (somente para o estágio I) 
 
Nome do(a) Estagiário(a): Domingos André Stafin Coquerel 
Título do Projeto de Estágio: ENSINO DE UMA MATEMÁTICA MAIS DIVERTIDA 
ATRAVÉS DOS JOGOS. 
Curso: Licenciatura em Matemática 
Disciplina: Estágio Supervisionado I 
Nome do Orientador: Murici Prado Flores 
 
 
Roteiro de Entrevista: 
 
QUESTÕES: 
 
1. Qual sua área de formação, o que lhe levou a escolher essa área? 
2. Há quanto tempos você trabalha nessa área? Esteve sempre na mesma escola? 
3. Como você define os recursos para utilizar em sala de aula? 
4. Qual recurso você mais utiliza? 
5. Qual a importância de aula atrativa para a aprendizagem? 
6. Que tipo de estratégia você utiliza para prender a atenção dos alunos? 
7. Como faz para deixar suas aulas mais atraentes. 
8. Utiliza os jogos matemáticos em suas aulas. 
9. Após a utilização dos jogos em suas aulas, houve um melhoramento no 
aprendizado? 
10. Seus Alunos tiveram melhor comportamento de aprendizado após os jogos? 
	1 PARTE I: PESQUISA
	1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E JUSTIFICATIVA
	1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
	2 PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO
	METODOLOGIA
	2.2 CRONOGRAMA
	APÊNDICES

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