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VersoeProsa
ESCRITA: escolhas estilísticas e suas 
possibilidades
Dra. Aliana Georgia Carvalho Cerqueira
Linguagem
• Há uma linguagem falada e uma escrita;
• Há duas espécies de linguagem escrita: uma baseada no som e 
outra na vista;
• Hieroglifos egípcios: figuras abreviadas para representar sons;
• Ideograma chinês: figuras abreviadas como figuras, desenho de 
uma coisa em dada posição ou relação, ou uma combinação de 
coisas.
Observação Inicial
• Falamos de prosa e verso, nunca de prosa e poesia;
• A poesia não depende da FORMA (prosa e verso), 
mas da inspiração e desenvolvimento;
• A poesia pode ser expressa em prosa e verso, seu 
conteúdo vai mais além do continente que a encerra;
• O que seria a poesia, então?
O que é POESIA?
Critérios opostos de 
definição
• É a arte de pensar por imagens (Goethe).
• Provém da espontaneidade, fluir do inconsciente 
(surrealistas, como André Bretón).
Etimologia
Poesia. Do grego póiësis criação.
(COROMINAS, 1987)
Toda poesia encarna um ato de criação ou recriação.
Sartre
Dizia que A PROSA SE SERVE das 
palavras, já a POESIA serve às 
PALAVRAS. 
• A poesia possui significação espiritual, o verso é um 
fenômeno da ordem dos sons;
• Poesia é o espírito, poética é a técnica do verso;
• As fronteiras entre prosa e verso emanam mais de um 
esforço analítico a posteriori que de sua própria 
natureza.
•
Ezra Pound
O verso nasce junto com a música, unido à dança. Por isso tem origem 
no religioso e heroico, que está aderido à própria raiz de um povo;
Poesia é uma forma condensada de expressão verbal:
DICHTEN – condensare
Verbo alemão que corresponde ao substantivo DICHTUNG, que 
significa poesia, e o lexicógrafo traduzi-o pelo verbo italiano que 
significa condensar. 
A poesia, identificada como a memória, faz desta um
saber... uma sophia. O poeta tem o seu lugar entre os
“mestres da verdade” e, nas origens da poética grega, a
palavra poética é uma inscrição viva que se insere na
memória como no mármore. Disse-se que, para Homero,
versejar era lembrar.
(LE GOFF, 1996, p. 438) 
Salmos 45. 1
“A minha língua é a pena de um destro 
escritor.”
Modos de realização
O texto literário se faz de manifestações 
em prosa e de manifestações em verso.
Manifestações em Verso
• Por verso entende-se, tradicionalmente, como registra Mattoso Câmara, "a 
frase ou o segmento frasal em que há um ritmo nítido e sistemático“;
• Se nos limitarmos apenas à área fônica, podemos dizer, como Todorov, que 
um verso é formado por uma sequência métrica de sílabas;
• Na língua portuguesa, por exemplo, a métrica ou medida do verso é 
constituída da combinação da regularidade do número de sílabas e da 
disposição dos acentos tônicos;
• O ritmo do verso é consequência dessa regularidade (ritmo silábico) e dessa 
disposição (ritmo intensivo).
Há versos que não seguem regras?
O final do século XIX assiste ao aparecimento
de um novo tipo de verso, o verso livre, que
deixa de ter na sílaba a sua unidade;
caracteriza-se pela sucessão de grupos
fônicos valorizados pela entoação, pelas
pausas e pela maior ou menor rapidez da
enunciação: tem, pois, seu ritmo apoiado na
combinação da entoação e das pausas.
• Por entoação entende-se a linha melódica que caracteriza o enunciado: é a 
escala de elevação da voz com que se enuncia uma frase;
• Três elementos interdependentes costumam ser apontados como 
relevantes na caracterização tradicional do verso: o metro, a rima e as 
formas fixas;
• Na base deles, um ponto comum fundamental para a distinção entre verso 
e prosa: a repetição (ou ritmo, ou periodicidade, ou paralelismo, ou 
simetria);
• Por outro lado, essa interdependência também está presente nas relações 
que vinculam o verso a outros traços linguísticos de um enunciado: a 
versificação caminha junto com a significação.
Salmo 136
Deem graças ao SENHOR,
porque ele é bom,
porque a sua misericórdia
dura para sempre.
Deem graças
ao Deus dos deuses,
porque a sua misericórdia
dura para sempre.
Deem graças
ao Senhor dos senhores,
porque a sua misericórdia
dura para sempre.
Ao único que opera
grandes maravilhas,
porque a sua misericórdia
dura para sempre.
Àquele que com entendimento
fez os céus,
porque a sua misericórdia
dura para sempre.
Àquele que estendeu
a terra sobre as águas,
porque a sua misericórdia
dura para sempre.
Àquele que fez
os grandes luzeiros,
porque a sua misericórdia
dura para sempre.
Fez o sol para presidir o dia,
porque a sua misericórdia
dura para sempre.
Sete anos de pastor Jacob servia
Luís Vaz de 
Camões
Sete anos de pastor Jacob servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
mas não servia ao pai, servia a ela,
e a ela só por prémio pretendia.
Os dias, na esperança de um só dia,
passava, contentando se com vê la;
porém o pai, usando de cautela,
em lugar de Raquel lhe dava Lia.
Vendo o triste pastor que com enganos
lhe fora assi negada a sua pastora,
como se a não tivera merecida;
começa de servir outros sete anos,
dizendo:-Mais servira, se não fora
para tão longo amor tão curta a vida.
O Metro
Sílabas métricas...
• O metro apoia-se na repetição de três fatos linguísticos: a sílaba, o 
acento, a quantidade;
• A sílaba se constitui de um fonema-núcleo, chamado silábico, 
acompanhado ou não de outros fonemas, chamados não-silábicos;
• Em termos de verso, a sílaba só se converte em realidade linguística na 
leitura particular que se chama metrificação ou escansão.
Sílaba métrica/poética
A-mor-é-fo-go-que-ar-de-sem-se-ver
• A contagem termina na última sílaba tônica da última 
palavra;
• Ditongos (encontro entre duas vogais) têm um valor 
de uma única sílaba poética;
• Duas ou mais vogais podem fundir-se foneticamente 
entre si, formando uma só sílaba. 
Rima
• A rima é outro elemento que contribui para o ritmo do 
verso;
• Rima é a coincidência de fonemas em determinados 
lugares do verso;
• Tradicionalmente, essa coincidência se dá no final do 
verso, mas pode aparecer também no meio ou no início.
Que o meu peito me dói como em doença
E quanto mais me seja a dor intensa
Mais cresce na minha alma o teu encanto
(Vinícius de Moraes) 
São Paulo! comoção de minha vida... 
Os meus amores são flores feitas de original ... 
Arlequina!!... Traje de losangos... Cinza e ouro... 
Luz e bruma ... Forno e inverno morno... 
(Mário de Andrade)
Versos que não rimam são chamados soltos 
ou brancos
Aqui, além pelo mundo, 
ossos, nomes, letras, poeira...
onde os rostos, onde as almas? 
nem os herdeiros recordam 
rastro nenhum pelo chão.
(Cecília Meireles)
Os salmos metrificados em língua espanhola
Segundo as melodias do Saltério de Genebra
S
a
lm
o
 1
S
a
lm
o
 2
3
Estrofe
• Reunião de igual número de versos, melodiosos, por
meio da rima;
• Cada uma das partes compostas de um mesmo
número de versos, e ordenadas de modo igual, de que
constam algumas composições poéticas.
Sete anos de pastor Jacob servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
mas não servia ao pai, servia a ela,
e a ela só por prémio pretendia.
Os dias, na esperança de um só dia,
passava, contentando se com vê la;
porém o pai, usando de cautela,
em lugar de Raquel lhe dava Lia.
Vendo o triste pastor que com enganos
lhe fora assi negada a sua pastora,
como se a não tivera merecida;
começa de servir outros sete anos,
dizendo:-Mais servira, se não fora
para tão longo amor tão curta a vida.
Estrofe de 4 
versos
QUARTETO
Estrofe de 3 
versos
TERCETO
As formas fixas
• Chama-se estrofe a sucessão de dois ou mais versos;
• As formas fixas resultam da combinação de estrofes, 
que nos levam a exemplos como o soneto, a balada, a lira 
etc.;
• Com o advento da modernidade, essas formas passaram 
a conviver com outras e inúmeras modalidades, nascidas 
da liberdade criadora dos artistas da palavra.
Formas de expressão literária
Suas diferenças já foram mais claras...
• O verso tinha elementos inevitáveis: rima, ritmo, número de 
sílabas e pausas.
• Agora o verso segue o ritmo do pensamentoou imaginação, 
harmonia interior;
• Ambos podem ser literatura ou não, segundo a “afinação do 
instrumento”.
Verso, Prosa, Gêneros Literários
As manifestações em verso envolvem dimensões líricas, épicas e 
dramáticas;
Na prosa: o romance, a novela e o conto são manifestações literárias 
em que predomina o épico.
Essa lembrança nos leva a um dos mais complexos problemas da 
teoria literária, objeto de controvérsias e múltiplas interpretações: os 
gêneros literários.
As manifestações em prosa
• Envolvem as modalidades da narrativa de ficção;
• Ficção — do latim fictionem, cognato do verbo fingere, dar forma 
a qualquer substância plástica e, por extensão, representar, 
imaginar, inventar;
• Em português, "fingir" significa invenção, construção da 
imaginação, fingimento, simulação, imaginação;
• A narrativa de ficção caracteriza-se por fazer-se de histórias 
fictícias ou simuladas, nascidas da imaginação.
A madrugada passou se sobressaltos e as cores da aurora apareceram como
sangue no Leste de Olam. Kenan havia permanecido ali a noite inteira, sobre os
escombros, observando o exército inimigo à distância, estranhando aquela falta de
movimentação e, ao mesmo tempo, temendo quando ela recomeçaria.
Não conseguia entender o motivo dos shedins estarem contidos, mas
considerando a desproporção entre os exércitos, aquela demora não poderia realmente
significar algo bom.
Talvez estejam discutindo o modo mais cruel de acabar conosco, pensou
Kenan.
O giborim viu um passarinho voando sobre o campo de batalha, parecendo
alheio a toda aquela morte e destruição. Era um pardal, e ele veio e pousou sobre a
barricada, próximo do giborim, e iniciou em seguida uma melodia alegre.
Ele é só um passarinho – lhe pareceu ouvir a voz de Gever. – Mas sua música
triunfou sobre a noite escura. Na fraqueza existe força. Nenhum deles cai em terra sem a
permissão do Criador.
(WURLITZER, 2017, p. 417)
Chesterton
ficção e não ficção
As crônicas de Chesterton combinam elementos de
ensaio, apologética e contos de fada. Das fábulas,
guardam um profundo sentido moral. O humor e as
citações bíblicas acabam por sacralizar os menores
eventos do cotidiano, nos quais o autor localiza a
substância invisível da eternidade. “Ora, nego
energicamente que qualquer coisa seja, ou possa ser,
desprovida de interesse.”
A timidez da criança ou do selvagem é inteiramente razoável:
alarmam-se com este mundo, porque o mundo é um lugar muito
alarmante. Não gostam de estar sozinhos porque estar sozinho é
realmente uma ideia terrível. Os bárbaros temem o desconhecido pela
mesma razão por que os agnósticos o adoram – porque é um fato.
Dessa forma, os contos de fadas não são responsáveis por produzir
nas crianças o medo ou qualquer uma de suas formas; os contos de
fadas não dão à criança a ideia do mau ou do feio; estas já estão nela,
porque já estão no mundo. Os contos de fadas não dão à criança sua
primeira ideia de fantasma. O que lhe dão é a sua primeira idéia clara
da possível derrota de um fantasma.
CHESTERTON – O anjo vermelho, em Tremendas trivialidades
Elementos da narrativa
Visões da narrativa;
Personagens;
Tratamento do tempo;
Ambiente/espaço;
Estilo.
A narrativa poética
• PROSA, porém quebra certas regras comuns à prosa tradicional para 
atingir maior sofisticação semiolinguística ou maior efeito 
emocional;
• É uma narrativa que leva à fruição semântica, por meio da variação 
das unidades semióticas, da articulação de vocábulos, pronúncia, 
entoação e criação melódica
• Predomina, sobretudo, o jogo metafórico, isto é, o recurso estilístico 
que visa à comunicação em sua função sugestiva.
José
Se resinas escorregavam das achas, cantando aromas, José verdejava em
orações. Se fibras do lenho insinuavam desenhos de planícies e distâncias, ele
se detinha para melhor conter o encantamento. E ao contemplar as mãos
ásperas pelo martelo, plaina, goiva, José se via forte para servir em trabalho.
Assim manso, a paz rabiscava em seu rosto breves rugas em doçura e fortaleza.
Ungido de suor, José se recolhia em solitário silêncio para melhor adotar o
destino.
(BARTOLOMEU CAMPOS QUEIRÓS – Escritura) 
Esposo 
Seu ofício cheirava a sândalo, cerejeira, sassafrás. O aroma da madeira
serrada, ao invadir o pequeno cômodo, transpunha janela e porta para se
infiltrar como incenso nos céus, traçando destino novo para as nuvens.
[…] Quando os cravos se faziam necessários para travar resistências às
cruzes, era propício buscar na fé uma coragem maior. E ao assistir o
rompimento da madeira, cedendo-se à passagem dos pregos, abriam-se
chagas também no coração do artesão, e seus gestos se pareciam cruéis.
(BARTOLOMEU CAMPOS QUEIRÓS – Escritura) 
Não! Não cabe a ti abrir os botões e fazê-los desabrochar! Podes balançar 
o botão e até bater nele... Está além de teu poder fazê-lo florescer! O teu 
toque apenas murcha e rasga as tuas pétalas. Fazendo-as cair em pedaços 
no chão. E então nenhuma cor se revela, e nenhum perfume se faz sentir.
Sim, não cabe a ti abrir o botão e fazê-lo desabrochar...
Aquele que pode abrir o botão realiza a sua tarefa de modo tão simples! Ele 
olha-o de relance, e a seiva da vida corre-lhe nas veias; ao seu sopro a flor 
abre as suas asas e esvoaça ao sabor do vento; e então as cores 
despontam na flor como anseios do coração, e o seu perfume trai um suave 
segredo.
Aquele que pode abrir o botão realiza a sua tarefa de modo tão simples...
Rabindranat Tagore (1991)
Referências
CHESTERTON, G. K. Tremendas trivialidades. Trad. Mateus Leme. Ecclesiae.
LE GOFF, Jaques. Memória. In.: LE GOFF, Jaques. História e Memória. 4 ed. 
Campinas: Unicampi, 1996.
POUND, Ezra. ABC da literatura. Trad. Augusto de Campos e José Paulo Paes, São 
Paulo: Cultrix, 2006.
PROENÇA FILHO, Domício. A Linguagem Literária. São Paulo: Ática, 1992.
QUEIRÓS, Bartolomeu Campos. Escritura. São Paulo: Quinteto Editorial, 1994.
WURLITSER, Leandro. Lima. As crônicas de Olam: morte e ressurreição. São José 
dos Campos, SP: Tolk Publicações, 2017.
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	Diapositiva 1: Verso e Prosa
	Diapositiva 2: Linguagem
	Diapositiva 3: Observação Inicial
	Diapositiva 4
	Diapositiva 5: O que é POESIA?
	Diapositiva 6: Critérios opostos de definição
	Diapositiva 7: Etimologia
	Diapositiva 8: Sartre
	Diapositiva 9
	Diapositiva 10: Ezra Pound
	Diapositiva 11
	Diapositiva 12: Salmos 45. 1
	Diapositiva 13: Modos de realização
	Diapositiva 14: Manifestações em Verso
	Diapositiva 15: Há versos que não seguem regras?
	Diapositiva 16
	Diapositiva 17: Salmo 136
	Diapositiva 18: Sete anos de pastor Jacob servia Luís Vaz de Camões
	Diapositiva 19: O Metro
	Diapositiva 20: Sílaba métrica/poética
	Diapositiva 21
	Diapositiva 22: Rima
	Diapositiva 23
	Diapositiva 24
	Diapositiva 25: Os salmos metrificados em língua espanhola 
	Diapositiva 26: Estrofe
	Diapositiva 27
	Diapositiva 28: As formas fixas
	Diapositiva 29: Formas de expressão literária
	Diapositiva 30: Verso, Prosa, Gêneros Literários
	Diapositiva 31: As manifestações em prosa
	Diapositiva 32
	Diapositiva 33: Chesterton ficção e não ficção 
	Diapositiva 34
	Diapositiva 35: Elementos da narrativa
	Diapositiva 36: A narrativa poética
	Diapositiva 37: José
	Diapositiva 38: Esposo 
	Diapositiva 39: 
	Diapositiva 40: Referências
	Diapositiva 41: Obrigada!

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