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Profa. Sara Patron da Motta Filo Apicomplexa Apicomplexa deslizamento, complexo apical, reprod. assex. e sexuada EucoccidiidaPiroplasmida células epiteliais e sanguíneas reprod. assex. e sexuada oocistos células sanguíneas reprod. assex. e sexuada carrapato vetor Complexo Apical • microscopia eletrônica microtúbulos anéis polares conóide • fixação e invasão • invasão da célula hospedeira por Toxoplasma gondii vacúolo parasitóforo BABESIA INTRODUÇÃO • hematozoário, transmitido por carrapatos • distribuição mundial (HI) • causam grandes perdas econômicas - mortalidade os animais afetados - queda de produção (carne e leite) - redução de fertilidade - problemas no transporte de animais - medicamentos e serviços técnicos TAXONOMIA REINO: Protista SUB-REINO: Protozoa FILO: Apicomplexa ORDEM: Piroplasmida FAMÍLIA: Babesiidae GÊNERO: Babesia ESPÉCIES: B. bigemina B. bovis B. caballi B. (Theileria) equi B. canis - cães bovinos equinos MORFOLOGIA Grandes babesias - 3 µm Pequenas babesias - 2,5 µm B. bigemina B. caballi B. canis B. bovis B. (Theileria) equi B. microti FORMAS EVOLUTIVAS MEROZOÍTOS E ESPOROZOÍTOS HV E HI TROFOZOÍTOS HV VERMÍCULOS BIOLOGIA Ciclo no Bovino Ciclo no Carrapato gametogonia merogonia Larvas – inoculam B. bovis Ninfas e adultos – B. bigemina Infecção do carrapato – teleóginas nas últimas horas de parasitismo CARRAPATOS TRANSMISSORES Boophilus microplus B. bovis B. bigemina B.(Theileria) equi B. caballi B. canis Amblyomma spp. Rhipicephalus sanguineus Amblyomma spp. Rhipicephalus sanguineus Boophilus?? TRANSMISSÃO • transovariana (monoxenos) • transestadial (trioxenos) TRANSMISSÃO TRANSESTADIAL (e transovariana) EPIDEMIOLOGIA Agente Hospedeiro Vetor Ambiente Áreas livres Áreas de instabilidade enzoótica Áreas endêmicas SAÚDE/DOENÇA EQUILÍBRIO - carrapatos - vacinas DESEQUILÍBRIO - redução das defesas do bovino - aumento do inóculo SURTOS • animais livres áreas infectadas • animais infectados áreas livres (SVP!!!) • redução da população de carrapatos clima homem banhos agricultura REGIÃO SUL DO RS Instabilidade Enzoótica + Predomínio de gado europeu SURTOS (LRD – Laborat. Parasitol.) TPB outras PARASITÁRIAS 57,4% 42,6%87% 13% DIAGNÓSTICOS Casuística dos últimos 25 anos parasitárias outras 13% 87% Agentes causadores dos surtos Babesia bovis (41,1%) Babesia bigemina (4,9%) Infecção mista (9,6%) Babesia sp. (14,9%) Anaplasma marginale (29,5%) Influência da idade do hospedeiro Distribuição dos surtos de TPB diagnosticados no LRD de 1978- 2005, segundo a faixa etária dos bovinos hospedeiros 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 < 1 ano 1-3 anos 3-4 anos > 4 anos várias Babesia bovis Outono Bovinos de 1-3 anos SINAIS CLÍNICOS • apatia, prostração • orelhas caídas • hipertermia • anorexia • fraqueza • taquicardia • taquipnéia • atonia ruminal • mucosas pálidas • hemoglobinúria • incoordenação, mov. de pedalar, agressividade CÃES • similar ao bovino • sinais inespecíficos frequentes • pode ter sangramento nas orelhas • animais da cidade e do campo • animais jovens e adultos • forma aguda é a comum EQUINOS • crônica ou sub-aguda • rara em animais do campo • frequente em cavalos de corrida e de salto • é percebida pela queda de rendimento (anemia) • perda de peso • recidivas frequentes • comum se lesionarem ao retornar à atividade (claudicações) • animais adultos • fase aguda similar à bovina NECROPSIA • mucosas anêmicas • hepato e esplenomegalia com congestão • vesícula biliar distendida - bile densa, escura • leve icterícia • congestão renal • urina vermelho-escura (B. bigemina) ou avermelhada (B. bovis) B. bovis • edema cerebral • capilares congestos DIAGNÓSTICO - CLÍNICO • apresentação • sinais clínicos - LABORATORIAL • direto (deteção do parasito) • indireto (detecção de anticorpos) DIAGNÓSTICO DIRETO Esfregaço sanguíneo corado Impressão de órgãos Hemolinfa corada B. bovis capilar congesto de hemácias com B. bovis Babesia bovis Babesia bigemina Babesia canis Babesia equi Babesia caballi Vermículos na hemolinfa 5º ao 10º dia de postura DIAGNÓSTICO INDIRETO Imunofluorescência Indireta Elisa Competitivo (B. equi ) CONTROLE • controle da população de carrapatos • controle de insetos hematófagos • origem dos pastos • uso de agulhas descartáveis • exame de animais importados e comprados • controle de carrapatos • diagnóstico e tratamento precoces * induzir e manter resposta imune • infestação de terneiros • manter infestação mínima • cuidados no transporte de animais • cuidados na entrada de animais (carrapatos) PREMUNIÇÃO QUIMIOPROFILAXIA VACINAS