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19
	
UNOPAR – UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
Sistema de Ensino conectado SEMI PRESENCIAL
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
DANIELA DE OLIVEIRA DOS SANTOS
RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL
BELFORD ROXO / RJ
2023
DANIELA DE OLIVEIRA DOS SANTOS
RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL
Relatório apresentado à UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de Estágio Curricular Obrigatório do Curso de Licenciatura em Pedagogia.
Tutor (a): Silvana Roque Silveira
BELFORD ROXO / RJ
2023
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO	4
1. RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS	6
2. RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)	9
3. RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA	11
4. RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE	13
5. RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS	15
6. RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA	17
8. RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA	21
9. RELATO DA OBSERVAÇÃO	23
10. PLANOS DE AULA	25
11. RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR	33
12. RELATO DA REGÊNCIA	34
13. VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO	36
CONSIDERAÇÕES FINAIS	37
REFERÊNCIAS	39
INTRODUÇÃO
O diagnóstico institucional exposto neste trabalho procurou identificar a realidade que existe no Instituto Batista de Educação, com base no Estagio Supervisionado realizado nesta mesma instituição.
Neste relatório há pesquisas e informações relacionadas ao estágio que teve por finalidade averiguar tanto a formação quanto a prática do profissional que procede na Educação Infantil.
	A experiência proporcionada durante o período do estágio ao futuro professor proporcionou experiências vividas das inúmeras situações reais apresentadas no contexto educacional, oportunizando o mesmo a desenvolver suas habilidades profissionais e específicas sendo essas de suma importância para o crescimento pessoal e profissional da futura profissional.
	Através do estágio se possibilita ao estudante dos cursos de licenciatura desenvolver a sua compreensão mediante as teorias estudadas em sua graduação, podendo assim colocar em prática as suas aplicabilidades que, além de consolidar a teórica juntamente com a prática, o estágio supervisionado também possibilita um novo olhar sobre a futura profissão compreendendo na prática as intervenções e os desafios bem como as possibilidades de sua atuação.
	O estudo aqui apresentado se refere a uma parte da síntese reflexiva que foi desenvolvida através dos meios de realização do Estágio Supervisionado em Educação Infantil do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Pitágoras UNOPAR. A realização do estágio trará de relatos e experiências vivenciadas no Estágio Curricular Obrigatório, juntamente com os estudos e análises feitas para a produção do exposto.
	O objetivo geral do estudo é caracterizar a importância do estágio para uma formação do professor com práticas futuras mais efetivas mediante sua vivência refletindo sobre uma motivação em todo o contexto escolar. O Plano de Ação apresentado foi pautado por um estudo e respaldo teórico, mediante os desafios que incidem no decorrer do exercício da profissão.
	Através das vivências no estágio, podemos considerar que o mesmo se torna um momento de grande importância aos envolvidos, pois o mesmo é o resultado de todo o estudo reflexivo sobre a prática docente. 
1. RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS
À medida que evidencia a conexão entre o desenvolvimento psíquico da criança e os processos educativos, podemos analisar as relações que há entre o desenvolvimento infantil e a atividade da criança e do seu desenvolvimento.
Diante da constatação da hegemonia literatura contemporânea dedicada ao segmento da Educação Infantil de um ideário ante-escolar, que tem como um de seus pilares a negação do ato de ensinar, nossa investigação pautou-se pela hipótese de que a produção teórica dos autores da psicologia histórico-cultural sustenta a defesa do ensino como elemento fundante do trabalho do professor que atua junto à referida faixa etária. Sendo assim a concepção da psicologia histórico-cultural sobre o desenvolvimento infantil, as características desse processo do ensino e do papel do professor que atua a essa faixa etária (VIGOTSKI, 2018, p. 14).
Por conta disso, a atribuição do professor nesta etapa é de fundamental importância, pois potencializa o andamento das atividades na Educação Infantil, sendo ele o mediador entre a criança e o conhecimento.
Assim, o desenvolvimento infantil não é determinado por leis naturais universais, mas encontra-se intimamente ligado às condições objetivas da organização social, o que aponta para a impossibilidade de se estabelecer estágios do desenvolvimento psicológico que se suceda em uma ordem fixa e universal, válida para toda e qualquer criança em todo e qualquer contexto e a qualquer tempo (FACCI, 2016, p. 12).
Neste entendimento podemos afirmar que, a aprendizagem é um processo dependente do desenvolvimento biológico natural de cada criança “[...] a multiplicidade dos processos parciais que integram o processo de desenvolvimento constitui um todo único e possui uma determinada estrutura.” (PASQUALINI, 2015, p. 34). 
De acordo com Leontiev (200, p. 75), podemos estabelecer como uma lei geral do desenvolvimento psicológico infantil que o desenvolvimento das funções psicológicas encontra-se na dependência dos processos concretos nos quais estão envolvidos, ou seja, se processa na e pela atividade da criança: Fica evidente que as funções psicológicas devem ser “cultivadas” na criança pelo educador e que isso não significa submeter a criança a um treinamento mecânico Leontiev não deixa dúvidas quanto ao papel diretivo do trabalho do educador na promoção do desenvolvimento da criança: Os períodos do desenvolvimento infantil e o ensino de 0 a 6 anos o desenvolvimento psíquico das crianças tem lugar no processo de educação e ensino realizado pelos adultos, que organizam a vida da criança, criam condições determinadas para seu desenvolvimento e lhe transmitem a experiência social acumulada pela humanidade no período precedente de sua história.
Graças aos adultos a criança assimila um amplo círculo de conhecimentos adquiridos pelas gerações precedentes, aprende as habilidades socialmente elaboradas e as formas de conduta criadas na sociedade.
	De maneira geral, esse processo educativo como o acompanhamento do desenvolvimento infantil, bem como o papel dado ao professor, a quem cabe favorecer o desenvolvimento, tendo como ponto de partida as etapas ou fases.
 É possível observar a participação de todo o corpo escolar por meio de colegiados e conselhos escolares, onde não só os profissionais da educação participam, bem como pessoas externas ao contexto educacional, citandos como exemplo os pais dos alunos, muitos sem orientação acadêmica, mas que possuem conhecimento de grande valia e que contribuem de maneira significativa na tomada de decisões em assuntos que diz respeito à instituição de ensino.
Cada uma dessas perspectivas é base para um entendimento diferente sobre o papel do ensino no estímulo ao desenvolvimento infantil. Enquanto na perspectiva de Piaget o ensino deve acompanhar o desenvolvimento infantil e adaptar-se às necessidades e possibilidades cognitivas da criança, na perspectiva histórico-cultural se entende que o ensino promove o desenvolvimento, sendo determinante o papel do professor na organização e planejamento de um trabalho pedagógico que possibilite o desenvolvimento integral da criança (PASQUALINI, 2016, p. 41).
 A participação do público externo na escola é importante, pois mostra funcionamento interno da instituição e da transparência aos processos executados. Além disso, podemos ver a efetiva participação social na escola como, por exemplo, na escolha de diretores, que é tido como mecanismo democrático, contando com a participaçãoda comunidade, dando a oportunidade de escolha. Contudo o texto final da CONAE (2010), que prenunciava o Plano Nacional de Educação (2014-2024), nos traz uma fundamentação sobre gestão democrática que vai além da eleição de diretores e requer a nossa atenção.
O Instituto Batista de Educação deve ensinar o aluno a produzir o conhecimento com a pratica de pesquisa, dialogar com a realidade o que é possível desde cedo, portanto a escola deve dar possibilidades para a construção do conhecimento do aluno, e o professor para ensinar, precisa organizar atividades didáticas que ajudem os alunos a compreenderem áreas específicas do conhecimento, e com o avanço das tecnologias de informação e comunicação na sociedade, no ambiente escolar muito se discute sobre as diferentes formas de utilização no processo de ensino e aprendizagem.
A escola especialmente a da rede pública, enfrenta obstáculos para não efetivar seu papel na sociedade, a começar pela desvalorização das licenciaturas, o ensino fundamental precisa ser valorizado e os professores terem a consciência de sua responsabilidade social, sem confundir informação com educação, cabe ao professor à tarefa de organizar as informações e transformá-las em conhecimento, precisa está conectado ao advento dessa nova realidade, possibilitando ao aluno uma melhor compreensão do mundo, das novas relações e preparando-os para o exercício da cidadania, para isto, faz necessário ter um ensino em harmonia com o nosso tempo.
2. RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)
O Projeto político pedagógico do Instituto Batista de Educação, determina parâmetro de qualidade suficiente para que o CMEI possa consolidar uma educação que visa o desenvolvimento da criança em todos seus aspectos, sendo a construção do Projeto Político Pedagógico um momento privilegiado para repensar, refletir, e incorporar novas ideias de forma democrática a pratica educativa.
Segundo a legislação educacional brasileira, o Projeto Político Pedagógico deve ser formulado em uma perspectiva democrática, a qual distingue a indispensabilidade do envolvimento de todos os membros do contexto escolar, sendo eles a própria gestão escolar os professores os alunos, enfim, a própria comunidade. Cada PPP é único, pois exprime as funcionalidades e necessidades da realidade escolar que representa.
O Projeto Político Pedagógico (PPP) do Instituto Batista de Educação se apresenta como um documento normativo de enorme relevância para a instituição escolar, pois o mesmo se declara ao planejamento global da instituição, todavia, essa sistematização não é permanente, mas sim, flexível e orgânica.
O Instituto Batista de Educação realiza de forma coletiva e democrática estudo, discursões, levantamento e analises com professores, funcionários, Conselho Escolar e APMF, almejando assim a construção de uma proposta de ensino de qualidade.
O Projeto Político Pedagógico elabora as orientações contidas nas diretrizes curriculares elaboradas pelo conselho Nacional da Educação. Diretrizes Curriculares Nacional de Educação Infantil, BNCC e no Referencial Curricular do Paraná. 
O currículo por campos de experiência defende as necessidades de conduzir o trabalho pedagógico na educação infantil por meio de organização de práticas abertas às iniciativas, desejos e formas próprias se agir da criança que mediadas pelo professor, constituem um contesto rico das aprendizagens significativas. 
Para a imersão da criança em situações nas quais ela constrói noções, afetas, habilidades, atitudes e valores, construindo sua identidade. Eles mudam o foco do currículo da perspectiva do professor para a da criança, que empresta um sentido singular as situação que vivencia à medida que efetiva aprendizagem. (Oliveira et al.,2018).
O CMEI não mede esforço para elaborar projetos, redefinindo metas, buscando conteúdos significativos e novas formas de avaliar, estimulando inovações dos problemas que surgem no dia-a-dia valorizando sempre todos os saberes seja do campo ou do espaço urbano, também as crianças com necessidades especiais são encaminhadas aos profissionais competentes, além do mais, criança com deficiências apropria do conhecimento por vias diferenciadas.
O professor por sua vez faz se imprescindível à formação continuada para pratica em sala de aula, pois permite novas práticas, novos saberes consequentemente uma melhora na aprendizagem.
Os Professores contam com o calendário escolar respeitado todos seus critério tais como férias, planeamento de aulas, Estudo e planejamento, início e termino das aulas, recesso escolar, Feriados, Transição ED Infantil, Plano de Abandono, Conselho de Classe Semestral, Conselho FINAL e Avaliação Bimestral, Reunindo em conselho de classe constituída pela diretora, coordenadora, pedagogos, secretários e por todos os docentes que atuam numa mesma turma. 
3. RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA
Ao atuar no Instituto Batista de Educação, pude observar que a escola conta com muitos materiais, entre eles uma vasta biblioteca com vários livros em que as crianças uma vez por semana a visitam.
 	Os professores utilizam conforme os planos de aula os materiais sendo usados cartazes para serem colados os temas ou às vezes colados às figuras de recortes de livros sempre com o tema corrente.
Às vezes os professores utilizam se próprio celular pra mostrar figura ou historinha e músicas infantis, as crianças também vão pra o pátio par brincar e ou até mesmo para atividades.
 As crianças contam com atividades alternativas, passeios pelas comunidades, locais de lazer e cultura da comunidade praças, mediante autorização dos pais e/ou responsáveis.
Festas comemorativas e tradicionais da comunidade
Montagem de teatro e apresentação de músicas, dança e poesias para a comunidade no qual as criança se veste com produção vindo de casa ou com roupa cedida pela escola
Atividades coletivas como, jogas sensoriais, jogos motores, brincadeiras de roda, audição de história, conversa de rodas, brincadeiras livres e dirigidas.
Atividades de alimentação, higiene educação física
As atividades de livre escolha acontecem com brincadeiras individuais ou em grupo, usando os diferentes cantos da sala; os jogos, da biblioteca, da casa das bonecas da pintura e desenhos.
Atividades com montagem de jogos de sucatas, taco de madeiras, e quebra cabeças, as crianças gostam muito de escorrega no escorregador, pular corda, ir no balanço, gangorra e brincar a terra e a alegria total, atividades com musicalização também são muito divertida. Todas as atividades são planejadas integradas ao campo de experiências.
Lima (2010, p. 57) avalia que os materiais educativos são dispositivos que legitimam e socializam saberes e práticas realizadas em uma determinada área, como o desenvolvimento sustentável.
Adicionalmente, há necessidade de que estas ferramentas promovam a uma interação entre o aluno, o profissional em educação e a comunidade (RAMOS e FARIAS, 2011, p. 78) para que haja um bom entendimento do conteúdo, o que venha a ser a sua importância na atualidade.
De acordo com os PCN’s (BRASIL, 1998, p. 57), um dos princípios norteadores da educação na Educação Infantil é a utilização dos recursos didáticos em numa perspectiva problematizadora. Os Recursos didáticos como livros, vídeos, televisão, rádio, calculadora, computadores, jogos e outros materiais têm um papel importante no processo de ensino e aprendizagem, contudo, eles precisam estar integrados a situações que levem ao exercício da análise e da reflexão.
4. RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE
No Instituto Batista de Educação pôde entrevistar a professora regente Maiara da Costa Maia, no qual eu perguntei para ela algumas atuação pedagógica, e assim desenvolver o seguinte relato:
A Professora Maiara da Costa Maia concluiu sua graduação em Normal Superior. A professora diz que as disciplina na Educação Infantil são Campos de experiência: O eu, o outro e o nós. Corpo, gesto e movimentos. Traços, sons, cores e formas. Escuta,fala, pensamento e imaginação. Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. Saber com responsabilidades e clareza, ensinando através das brincadeiras os conteúdos como: linguagem oral e escrita, matemática, musicalização, arte, educação física/movimento, teatro e psicomotricidade.
Tendo como rotina preparar cada aula, organizar o material didático, levantar diferentes recursos para ensinar na educação infantil a rotina e fundamental para que as crianças socializem o tempo. E as aulas são planejadas de acordo com o Referencial Curricular.
Tendo sempre o apoio de secretaria municipal de educação que manda materiais de apoio que precisam que facilitam trabalho tanto dentro como fora de sala de aula. Trabalhando de forma lúdica os conteúdos para que a educação realmente constitua o meio de transformação social na vida de cada criança. Na maioria das vezes o professor da instituição é quem, de fato, dá as orientações, acolhe, discute, faz sugestões e avalia o processo do estagiário.
Outro aspecto importante que carece de reflexão é a visão positivista que me parece ainda predominar na maioria dos estágios, quando o estagiário observa e intervém na realidade da escola como se ela precisasse ser “consertada”.
Nesse sentido, penso que uma postura colaborativa, dialógica, onde todos os atores envolvidos ensinam e aprendem, pode ser muito mais frutífera para os estagiários.
No entanto, penso que, mesmo neste estado de excepcionalidade, é possível aprender. Muitas experiências inovadoras estão sendo realizados, muitos paradigmas estão sendo quebrados. O que se achava impossível de acontecer está sendo realizado, mesmo nos estágios. Creio que as vivências dos estágios, estejam sendo riquíssimas.
Professores supervisores, orientadores e estagiários estão tendo a oportunidade de exercitar sua criatividade, seu protagonismo, sua autonomia das mais diferentes e inusitadas formas.
Tudo isso traz muito aprendizado, além de dados de pesquisa e a chance de compreendermos modos de pensar, ser e agir na docência. A transformação já aconteceu, é preciso absorvê-las, não as ignorar.
5. RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS
Quando falamos em Temas Transversais, discutimos sobre a possibilidade de se instituir, dentro da prática educativa, uma similaridade entre aprender conhecimentos teoricamente, aprender sobre a sua realidade e as questões da vida real e aprender na realidade e da realidade ao qual o indivíduo está inserido.
O Instituto Batista de Educação por essa perspectiva possui uma visão mais extensa, dando por fim com a divisão do conhecimento, afinal, somente dessa maneira se concretizará de uma cultura interdisciplinar.
Neste sentido, se torna uma visão mais ampla e adequada abrangendo a realidade que muitas das vezes nos apresenta de maneira fragmentada. Através desse realce, poderemos intervir na realidade para assim poder transformá-la.
Os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) têm o objetivo de explicitar a ligação entre as diferentes áreas do conhecimento e os problemas percebidos na realidade de forma integrada, bem como, de fazer sua conexão com situações vivenciadas pelas comunidades e percebidas pelos estudantes em suas realidades, contribuindo para trazer contexto e contemporaneidade aos objetos do conhecimento.
 As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica (2010) estabelecem que os conteúdos escolares devam abordar temas abrangentes e contemporâneos que afetam a vida humana, tais como: saúde, sexualidade e gênero, vida familiar e social, direitos das crianças e adolescentes, preservação do meio ambiente, educação para o consumo, educação fiscal, trabalho, ciência e tecnologia, diversidade cultural, direitos dos idosos, educação para o trânsito. 
Chamamos atenção para o ODS 4, que se propõe a assegurar uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade, promovendo assim oportunidades de aprendizagens ao longo da vida e fornecendo uma base sólida para o alcance de outros direitos, afinal a educação é um meio transformador do ser, que por conseguinte, é o responsável pela transformação da sociedade como um todo. 
Percebemos que os TCT’s estão presentes no nosso dia-a-dia e são temas que também podem ser trabalhados nas atividades de extensão, para atender às necessidades da localidade onde estamos inseridos. Eles também possuem relação com os ODS, pois abordam questões sociais, econômicas e culturais que permeiam a vida em comunidade.
 Entende-se, portanto que o currículo de incluir nos temas contemporâneos de maneiras transversal e integradora relevante para o desenvolvimento da criança sempre que possível garantido ao estudante seus direitos e necessidades específica, desta forma os professores trabalham com plano de aula, livros de registro de classe e livro Ata.
Dento dos TCT’s, o Instituto Batista de Educação conta com uma brigadista aptos a desenvolver as ações de segurança que foram simulados durante as formações. É responsabilidade de o diretor desenvolver ações de segurança definindo o ponto de encontro papel de cada brigadista e dos funcionários da edificação de maneira organizada e segura e tornar público o ponto de encontro e o Projeto de Prevenção contra Incêndio e Pânico para toda comunidade escolar. 
Sendo assim os sentidos, educar e aprender são fenômenos que envolvem todas as dimensões do ser humano e, quando isso deixa de acontecer, produz alienação e perda do sentido social e individual no viver. 
6. RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) tem sido um dos assuntos mais falados na educação ultimamente. Trata-se do documento que mais recebeu sugestões e contribuições na história do país! Isso já mostra a importância que possui, não só para os educadores, mas para o país inteiro. 
A BNCC para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental foi aprovada e homologada em dezembro de 2017. Por sua vez, o documento para o Ensino Médio foi a presentado e encaminhado ao Conselho Nacional de Educação (CNE) em abril de 2018 e está atual mente em fase de discussão. 
A BNCC aponta para a Educação Infantil objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dentro de uma organização curricular por campos de experiências, possibilidade aberta pelas DCNEI, tal opção trouxe implicações significativas para pensar a organização dos contextos de aprendizagem desse segmento, modificando maneiras tradicionais de planejar e efetivar as práticas pedagógicas por ser muito diferente da estrutura da baseada em áreas do conhecimento, mais familiar aos currículos efetivados no Ensino Fundamental e no Ensino médio.
A prática docente do CMEI Centro de Educação Infantil é exercido através de metodologias ativas, dinâmicas criativas que estimulem a participação interação das crianças, utilizando-se de recursos e linguagens variadas e digitais.
Com o objetivo de melhorar a qualidade da alfabetização, o instituto propõe ações estruturadas em quatro eixos; formação continuada para professores e de alfabetizadores, Apoio pedagógico e gerencial para alfabetização; Aprimoramento da avaliação de alfabetização; Valorização dos profissionais da alfabetização.
O caderno de planejamento semanal, conhecido como, Diário do Professor, instrumento individual elaborado por turma, contem planos de aula previstos por campos de experiências e tem o objetivo de documentar os encaminhamentos metodológicos das aulas (plano de aula).
A rotina semanal consiste em uma tabela com espaço para indicar os campos de experiências, saberes e os conhecimentos trabalhados em cada dia da semana permitindo ao professor uma visão geral de todo o trabalho a ser realizado durante a semana.
Os professores do Instituto Batista de Educação estão sempre se aprimorando dentro do campo de experiências, até porque os campos de experiências vão dialogar com os direitos de aprendizagem dentro das práticas educativas da educação infantil. 
7. RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOSAVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR
A avaliação é uma pratica pedagógica intrínseca ao processo ensino aprendizagem, com função de diagnosticar o nível de apropriação do conhecimento pelos estudantes.
A avaliação é contínua, cumulativa e processual, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais.
Sendo assim os professores do Instituto Batista de Educação realiza em função dos conteúdos, métodos e instrumentos diversificados ,que assegurem o acompanhamento do pleno desenvolvimento do estudante ,evitando-se a comparação dos estudantes entre si. O Sistema da rede municipal de ensino é semestral, com registro em parecer Destrutivo elaborado pelo professor.
Para elaboração do parecer destrutivo os professores utilizam os resultados dos instrumentos avaliativos que são elaborados a parti de Pautas Avaliativo expectativas de aprendizagem.
Cabe a cada professor redigir o Parecer Descritivo, sempre que a coordenadora pedagoga, em folha especifica assinar datar, responsabilizando-se pelo registro do processo avaliativo do componente curricular que ministra.
Nestes termos pude observar que a professora regente Maiara da Costa registra tudo em portfolio todas as criança, elabora aos planos de aula todas as quartas-feiras e após a cada aula manda para o núcleo.
Os resultados das atividades avaliativas serão analisados durante o período letivo, pelos os estudantes e pelos professores, observando os avanços e as necessidades detectadas para o estabelecimento de novas ações pedagógicas.
A dinâmica do processo avaliativo caracteriza-se particularmente, a partir das técnicas e instrumentos de avaliação, uma vez que avaliar é um processo de coleta e análise de dados, por meio da utilização de recursos que são chamados de instrumentos de avaliação.
Ao selecioná-los, o docente precisa considerar alguns aspectos, como: os objetivos visados para o ensino e aprendizagem (aplicação de conhecimentos, habilidades, atitudes); a natureza do componente curricular ou área de estudo; os métodos e procedimentos usados no ensino e as situações de aprendizagem; as condições de tempo do docente e o número de discentes na classe.
Desse modo, quanto mais dados o docente puder coletar na avaliação, utilizando-se de variados e adequados técnicas e instrumentos, mais informações terá a seu dispor para replanejar o seu trabalho e orientar a aprendizagem do aprendiz (LUCKESI, 2010).
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB nº 9.394/96) apresenta um à concepção de avaliação, a qual sugere que esta deve ser contínua e cumulativa, e que neste processo sejam utilizados instrumentos que valorizem uma visão global dos conteúdos explorados, possibilitando que o aluno utilize diferentes recursos e estratégias na construção das competências e habilidades necessárias.
Essa referência contida na Lei traz o suporte para as teorias e concepções de avaliar o processo de ensino e aprendizagem defendidas por diversos autores, como por exemplo, uma avaliação dialética, diagnóstica e construtivista, articulada com uma pedagogia de transformação social.
Avaliar é, antes de tudo, um contrato de comunicação entre quem avalia e quem está sendo avaliado, de modo que deve prevalecer à clareza, a legitimidade dos recursos e instrumentos para a realização desse ato. 
8. RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA
A equipe pedagógica formada por profissionais de extrema relevância no âmbito da escola, bem com o do sistema educacional, é responsável pela elaboração, acompanhamento e avaliação das ações desenvolvidas na escola, focando o processo ensino-aprendizagem como norteador de todos os processos escolares destacando como esse, um papel da equipe de protagonista no processo de elaboração e implementação do Projeto Político Pedagógico da escola e atua junto ao grupo de educadores coordenando e promovendo a construção da competência docente.
A diretora desempenha o papel de articulador, orientando e implementando ações que visem a criação de condições para o bom desempenho de todos os envolvidos, especialmente do professor. Fazem visitas regularmente as salas de aula, com objetivo de observar e ajudar os professores e os alunos a melhorarem os seus desempenhos, observa a postura do professor, o manejo de classe, o padrão de linguagem, o domínio do conteúdo e faz interferências, caso seja necessário.
A diretora é quem analisa as atividades oferecidas pelos professores, observando coerência, competência, habilidade e organização dos mesmos, bem como, analisa e faz intervenções possíveis nos diários dos professores e verifica as relações interpessoais entre professor e aluno.
O coordenador e os pedagogos acessam os registros pedagógicos dos professores, identificando as conquistas e as dificuldades enfrentadas em classe, e assim, percebem como orientar melhor os professores, auxiliando dessa forma, aqueles que demonstram resistência em determinados assuntos escolares, orientando-os nas dificuldades encontradas em suas aulas, contribuindo para o melhoramento da prática docente.
Na escola, ocorrem reuniões pedagógicas ao longo do ano letivo proporcionando momentos de aprendizado tanto para equipe diretiva como para o corpo docente. Esse dia é especial, com trocas de experiências e esclarecimentos de dúvidas sobre a condução das atividades na escola ao longo do ano letivo.
A equipe pedagógica da escola é responsável pela coordenação das ações didático – pedagógicas que acontecem na instituição escolar. Funciona como um elo que une as partes envolvidas no ensino e aprendizagem dos alunos, estabelecendo uma ponte entre direção, professores, alunos e pais, formando uma rede interligada por interesses comuns.
É um trabalho de liderança que ajuda a escola a desempenhar melhor o seu processo de ensino-aprendizagem, em função de uma educação eficaz oferecida aos alunos. Também está entre seus afazeres promover o crescimento daqueles com quem lida diretamente, como professor e aluno.
9. RELATO DA OBSERVAÇÃO
Por meio da observação, os alunados refletiram sobre as futuras ações pedagógicas, visto que, o estágio oferece um momento privilegiado em que o estudante aprende e vai aprendendo com a realidade escolar. “Enquanto campo de conhecimento, o estágio se produz na interação dos cursos de formação com o campo social no qual se desenvolvem as práticas educativas” (PIMENTA e LIMA, 2004, p. 6).
Assim, durante o Estágio Supervisionado, foi possível observar o cotidiano do fazer pedagógico, tendo a oportunidade de realizar a diagnose/caracterização da instituição, investigando o seu contexto educativo, culminando com a elaboração do relatório de observação.
O trabalho pedagógico é desenvolvido a partir dos eixos temáticos propostos pela Secretaria de Educação do município, o que não impede que a unidade busque outros temas para serem trabalhados dependendo da necessidade e considerando o contexto no qual está inserida.
O planejamento é realizado de acordo com o calendário também sugerido pela Secretaria de Educação, de acordo com o tema ou quando há necessidade e conta com a participação da equipe técnica, professores e gestor. Os temas propostos são: Identidade e Autonomia, Meio Ambiente, Saúde e Qualidade de Vida e Cidadania.
Cabe ao professor desenvolver no ambiente de sala de aula, atividades que promovam socialização, interação e significação para as crianças. Além disso, a criança deve se sentir confiante em relação ao adulto que o orienta, para que, dessa forma, educador e educando possam compartilhar de momentos propícios ao aprendizado de ambos.
Durante o período de estágio foi possível observar de que forma a relação professor/aluno acontece. Tal observação pode ser iniciada a partir da concepção de criança: para a educadora, a criança é vista como um ser social em desenvolvimento, capaz de expressar sentimentos e opiniões sobre fatos e sobre as coisas que a cercam.
Na sala de aula, os alunos são estimuladoso tempo todo a se expressar, seja durante as conversas, seja durante a realização de atividades. Tal atitude permite que o relacionamento professor/aluno promova um ambiente de aprendizado constante, despertando o interesse em participar de forma ativa das atividades propostas.
Os recursos materiais utilizados durante as aulas ministradas consistiam em quadro, cadernos, livros didáticos e paradidáticos, e atividades impressas pela professora. Em suma, a educadora consegue promover um ambiente de aprendizagem significativa, orientando e intervindo no processo de ensino/aprendizagem.
	
10. PLANOS DE AULA
PLANOS DE AULA – 2023
Instituto Batista de Educação
Professora: Maiara da Costa Maia
Série: Educação Infantil
	PLANO DE AULA 1
II. Plano de Aula:
Componente Curricular: Língua Portuguesa
III. Tema: Leitura
IV. Objetivos:
Objetivo Geral:
Ampliar e identificar o prazer pela leitura.
Objetivo Específico:
Despertar o gosto pela leitura;
Motivar o aluno através do ato de ler;
Desenvolver a linguagem verbal dos alunos.
V. Habilidades BNCC:
 (EF12LP01) Ler e compreender textos dos campos de atuação, relacionando-os as experiências individuais e coletivas.
VI. Objetivos de Conhecimento:
Contagem de estórias, elementos de composição dos textos orais, cultura, identidade, saber popular entre outros.
Estratégias de ler escrita de diferentes textos.
VII. Desenvolvimento do Tema:
Roda de conversas.
Leituras compartilhadas.
Leitura de palavras.
Exposição de atividades orais e escritas
VIII: Recursos didáticos:
Papel, lápis, caderno.
IX. Avaliação:
Avaliação de forma coletiva através da observação, participação e das realizações de tarefas, sejam de forma oral ou escrita.
X. Bibliografia:
https//novaescolaorg.br.pre-escola
	PLANO DE AULA 2
II. Plano de Aula:
Componente Curricular: História
III. Tema: O sujeito e seu lugar no mundo
IV. Objetivos:
Objetivo Geral:
Identificar a importância do individuo como ser participativo no Meio em que vive.
Objetivo Específico:
Demostrar empatia e respeito pelos outros;
Descrever características observadas de seus lugares de vivencias;
Observar as diferenças de ambientes;
V. Habilidades BNCC:
(EF02GE01) Descrever a historia das migrações no bairro ou comunidade.
VI. Objetivos de Conhecimento:
Costumes de migrantes.
Migrantes que vivem no bairro
Riscos e cuidados nos meios de transportes e de comunicação.
VII. Desenvolvimento do Tema:
Rodas de conversas.
Atividades impressas.
Utilização do livro didático.
VIII. Recursos didáticos: Lápis caderno, papel
IX. Avaliação:
Avaliação de forma coletiva através da observação, participação e da realizações de tarefas sejam de forma oral ou escrita.
X. Bibliografia:
https//novaescolaorg.br.pre-escola
	PLANO DE AULA 3
II. Plano de Aula: 
Componente Curricular: Geografia 
III. Tema: O eu, o outro e o nós (quebra-cabeça)
IV. Objetivos:
Objetivo Geral:
Reconhecer diferenças e semelhanças;
Objetivo Específico:
Desenvolver habilidades de recorte e montagem de peças (motricidade);
Valorizar, respeitar a diversidade entre as pessoas.
V. Objetivo de conhecimento:
VI. Diferenças e semelhanças.
 Habilidades BNCC:
EI03ET04 Registrar observações, usando múltiplas linguagens (desenho, registro por números ou escrita espontânea), em diferentes suportes.
Objetivos de Conhecimento:
VII. Desenvolvimento do Tema
Junto com a criança, escolha e recorte de revistas, etc., várias partes da cabeça, olhos, bocas, narizes, orelhas.
Peça a criança pra montar os rostos diferentes. Conversem sobre as diferenças, que nenhum é igual ao outro.
VIII. Recursos didáticos:
Tesoura sem ponta, Revistas, Cola, folha
IX. Avaliação: As crianças vão ser avaliadas pela habilidade motora ao recortar e montar.
X. Bibliografia:
https://educapas.capes.gov.br
	PLANO DE AULA 4
	Tema
	Cores
	Campo de experiência
	Traços, sons, cores e formas
	Habilidades
	(EI02TS02) Utilizar materiais variados com possibilidades de manipulação (argila, massa de modelar), explorando cores, texturas, superfícies, planos, formas e volumes ao criar objetos tridimensionais.
	Objetivos
	Identificar as cores amarela e vermelho e desenvolver a coordenação motora fina.
	Conteúdo
	Amarelo e vermelho
	Duração
	40 minutos
	Recursos didáticos
	1. papel crepom amarelo, 2. papel crepom vermelho, 3. massa de modelar amarela 4. massa de modelar vermelha 5. Cola
	Metodologia
	Aula dialogada: 1. conversar com as crianças sobre as cores e estimular as crianças a identificarem objetos da sala de aula que sejam amarelos e/ou vermelhos. 2. mostrar um cartaz com imagens de alimentos amarelos e/ou vermelhos e aproveitar para conscientizar sobre o que é saudável e sobre o que não é 3. falar sobre a importância de comer frutas e mostrar às crianças frutas de verdade nessas cores (exemplo: maçã, morango, banana, pera) - permitir que as crianças manuseiem, sintam o cheiro, a textura, etc. de cada fruta 4. reforçar que a banana e a pera são de cor amarela e o morango e a maçã, de cor vermelha.
	Avaliação
	1. entregar a cada criança um pedaço de massinha amarela e um pedaço de massinha vermelha e pedir que modelem uma das frutas que manusearam em sala. 2. distribuir folhinhas de atividades com imagens de frutas usadas em aula como exemplo e dar às crianças pequenos pedaços de papel crepom nas cores correspondentes (as folhinhas estão disponíveis abaixo; basta clicar e imprimir) 3. pedir que as crianças amassem os pedaços de papel crepom formando pequenas bolinhas e que colem tais bolinhas na folhinha até preencher as imagens (o professor deve auxiliar a criança, mostrando como amassar o papel para fazer bolinhas, passando a cola na folha de atividades e colando a primeira bolinha de cada cor).
	Referências
	https://www.todamateria.com.br/planos-de-aula-educacao-infantil-bncc/
	PLANO DE AULA 5
	Tema
	Conceitos matemáticos
	Campo de experiência
	Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações
	Habilidades
	(EI03ET07) Relacionar números às suas respectivas quantidades e identificar o antes, o depois e o entre em uma sequência.
	Objetivos
	Adquirir noções de quantidade
	Conteúdo
	Números (1 a 10)
	Duração
	40 minutos
	Recursos didáticos
	1. números de 1 a 10 em material colorido (exemplo: borracha EVA), 2. pregadores de roupa, 3. 10 palitos de picolé para cada criança, 4. folhinhas de atividades.
	Metodologia
	Aula expositiva: 1. conversar com as crianças sobre a importância dos números: servem para nos ajudar a contar (dar exemplos mostrando a contagem de objetos como palitos de picolé, pregadores de roupa, etc.), para informarmos a nossa idade (perguntar às crianças qual a idade delas), etc. 2. iniciar uma contagem a partir do número 1: mostrar às crianças o número colorido em borracha EVA, perguntar se sabem que número é, ensinar o numeral e deixá-lo exposto. Pedir às crianças que mostrem com a mão ao alto o número de palitos de picolé correspondentes. Fazer isso com todos os números. 3. depois de todos os números expostos, fazer uma contagem sequencial e pedir para as crianças repetirem o nome de cada número dito 4. por fim, de forma a trabalhar a sequência numérica, retirar aleatoriamente alguns números que estão expostos e ao refazer a contagem, perguntar às crianças que números estão em falta.
	Avaliação
	1. distribuir por toda a turma diversos números coloridos confeccionados em borracha EVA (cada aluno deve receber um); cantar a música dos indiozinhos pausadamente e pedir aos alunos que mostrem o número correspondente conforme ele for dito na música. 2. folhinha de atividades para as crianças identificarem as quantidades das imagens (as folhinhas de atividades e de resposta estão disponíveis abaixo; basta clicar e imprimir)
	Referências
	https://www.todamateria.com.br/planos-de-aula-educacao-infantil-bncc/
	PLANO DE AULA 6
	Tema
	Linguagem
	Campo de experiência
	Escuta, fala, pensamento e imaginação
	Habilidades
	(EI03EF04) Recontar histórias ouvidas e planejar coletivamente roteiros de vídeos e de encenações, definindo os contextos,os personagens, a estrutura da história.
	Objetivos
	Reproduzir histórias e desenvolver a comunicação e a criatividade através da encenação.
	Conteúdo
	Linguagem teatral
	Duração
	1h
	Recursos didáticos
	1. livro de história "Os três porquinhos", 2. palitos de picolé, 3. papel vermelho (papel glacê, cartolina, etc.), 4. papel pardo.
	Metodologia
	Dramatização: 1. contar a história dos três porquinhos com o auxílio de imagens de um livro ou com cartazes. 2. em seguida, pedir aos alunos para recontarem a história (se necessário, auxiliar fazendo perguntas. Exemplo: quem eram os personagens? O que eles construíram? Por que? O que o lobo queria? Os porquinhos tinham medo do lobo?, etc.). 3. depois, dividir a turma em três grupos, e cada um deles ficará responsável por decorar a casinha de um porquinho (o professor já deve levar as casinhas prontas, que podem ser feitas de cartolina com um quadrado, que será a base da casa, e um triângulo, que será o telhado). 4. para cada casinha, usar os seguintes materiais: os palitos de picolé podem representar a madeira, retângulos de papel glacê vermelho podem representar os tijolos, tiras de papel pardo podem representar a palha. 5. depois de ter as 3 casinhas decoradas, sortear os alunos que representarão os personagem e pedir que encenem a história. O professor deve auxiliar, fazendo o papel do narrador, de forma a orientar as crianças.
	Avaliação
	Avaliar a habilidade das crianças de recontarem uma história através da linguagem teatral enquanto forma de expressão.
	Referências
	https://www.todamateria.com.br/planos-de-aula-educacao-infantil-bncc/
11. RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR
 O Plano de Ação apresentado foi idealizado a partir das discussões de possíveis dificuldades que se apresentaram no decorrer do estágio, na ocasião, um Conselho de Classe reflexivo sobre a prática pedagógica. 
 As discussões nos levaram à reflexão da necessidade de formular um plano de ação, no qual apresentamos o planejamento das atividades a serem desenvolvidas pela equipe pedagógica, após a sua formulação, foi apresentado à diretora da escola e, depois da sua aprovação, para nossa equipe de professores, funcionários, alunos e pais. 
 De certa forma, foi notada diferença no nosso dia a dia a partir da aplicação do referido Plano de Ação, fato que facilitou e organizou não somente nosso trabalho, mas também dos professores, alunos e funcionários. Como sabemos, nem tudo o que planejamos é possível de ser cumprido a contento.
 Dentre os benefícios alcançados com as ações realizadas destacamos a conquista de maior envolvimento e participação da comunidade escolar como um todo, professores, pais, alunos e funcionários. 
 Após esta experiência, continuamos com a prática de formulação, nos utilizando de instrumentos para organizar os resultados obtidos para acompanhar a evolução dos estudantes, articulando os conteúdos da parte diversificada nas principais necessidades de reforço com um nivelamento a partir de um diagnóstico de entrada.
12. RELATO DA REGÊNCIA
Foi realizadas leituras com os alunos sobre textos indicado pela professora regente, mediante os componentes que tange uma dissertação apresentada pela mesma. Durante todo o levantamento, me aprofundei no conhecimento dos conceitos a presentados, por meio das leituras dos textos, perguntando aos alunos a que se remetem tais falas filosóficas.
Por meio da observação, os alunados refletiram sobre as futuras ações pedagógicas, visto que, o estágio oferece um momento privilegiado em que o estudante aprende e vai aprendendo com a realidade escolar. “Enquanto campo de conhecimento, o estágio se produz na interação dos cursos de formação com o campo social no qual se desenvolvem as práticas educativas” (PIMENTA e LIMA, 2004, p. 6).
Assim, durante o Estágio Supervisionado, foi possível observar o cotidiano do fazer pedagógico, tendo a oportunidade de realizar a diagnose/caracterização da instituição, investigando o seu contexto educativo, culminando com a elaboração do relatório de observação.
Cabe ao professor desenvolver no ambiente de sala de aula, atividades que promovam socialização, interação e significação para os alunos. Além disso, os mesmos devem se sentir confiante em relação aos demais que, para que, dessa forma, educador e educando possam compartilhar de momentos propícios ao aprendizado de ambos.
Desse modo a relação teoria/prática /vivenciada pode se dar de forma eminentemente, produzindo e socializando o conhecimento baseado em valores humanos, projetando no pensamento, na ciência e na cultura a função de uma mudança de realidade. 
Na sala de aula, os alunos foram estimulados o tempo todo a se expressar, seja durante as conversas, seja durante a realização de atividades, tal atitude permite que o relacionamento professor/aluno promova um ambiente de aprendizado constante, despertando o interesse em participar de forma ativa das atividades propostas.
Estando ainda em processo de alfabetização, os alunos recebem atividades que estimulam a leitura. Tais atividades consistem de pequenas produções textuais, leitura de textos de diferentes gêneros, exploração de escrita das palavras, interpretações textuais entre outras. São atividades que propõem desafios, mas respeitam o nível de aprendizado das crianças. São realizadas de forma individual ou em duplas. A professora sempre retoma os conhecimentos trabalhados na aula anterior.
Os recursos materiais utilizados durante as aulas ministradas consistiam em quadro, cadernos, livros didáticos e paradidáticos, e atividades impressas pela professora. Em suma, a educadora consegue promover um ambiente de aprendizagem significativa, orientando e intervindo no processo de ensino/aprendizagem.
13. VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO
	
Eu, [Inserir nome do Acadêmico], RA [Inserir RA do Acadêmico], matriculado no [Inserir o semestre] semestre do Curso de [Inserir nome do curso] da modalidade a Distância da [Inserir nome da Universidade], realizei as atividades de estágio [Inserir nome do Estágio] na escola [Inserir nome da escola], cumprindo as atividades e a carga horária previstas no respectivo Plano de Trabalho.
	___________________________
Assinatura do (a) Estagiário (a)
	___________________________
Assinatura Supervisor de Campo
	
	
CONSIDERAÇÕES FINAIS
 O trabalho aqui presente proporcionou uma análise sobre o Estágio Obrigatório na Educação Infantil. Poder trabalhar em conjunto e elaborar o projeto bem como os planos de aula como uma professora titular obtendo como suporte os referenciais teóricos já estudados e as disciplinas, já cursadas, como por exemplo, a disciplina de Didática e Alfabetização e Letramento e tantas outras foi de fundamental importância para o êxito do nosso Estágio Obrigatório e para execução das atividades propostas em sala de aula.
 Experimentar experiências como essas posso afirmar que é de maior importância para uma maior e melhor construção do conhecimento do pedagogo, sem essas oportunidades não podemos colocar em prática todo o nosso conhecimento adquirido durante o curso de pedagogia da Universidade Pitágoras UNOPAR.
 No momento, foi possível associar inúmeros saberes, conhecimentos e experiências. O nosso estágio foi muito rico de aprendizagem, pois o mesmo nos possibilitou fazer articulações com a teoria estudada. 
 Um dos propósitos do Estágio Supervisionado na Educação Infantil é poder viabilizar e propiciar ao graduando conhecer e vivenciar na prática a experiência de ser professor, período esse, enriquecedor, afinal é exatamente nesta fase a formação acadêmica que se manifesta a oportunidade de interagir os conhecimentos teóricos com a prática didática relacionando a teoria com o exercício educacional proposto.
 O planejamento pensado por nós, para que assim pudesse ser realizado o estágio foi em sua totalidade efetivada, mas isso só foi obtido, pormeio de uma base concreta mediante as disciplinas estudadas e a orientação que nos foi repassada, como também total liberdade para planejar as aulas e desenvolver as atividades na sala de aula.
 Posso afirmar que foram imprescindíveis os conhecimentos teóricos adquiridos na ação docente, isso porque para compreender o ambiente da sala de aula sentíamos a indispensabilidade de analisar alguns teóricos que trabalham assuntos sobre determinadas situações que são característicos ao exercer o ato de ensinar, possibilitando uma rica experiência para nossa formação acadêmica, e para a trajetória de tornar-se professora.
 O Estágio Supervisionado na Educação Infantil foi uma sequência bem sucedida do processo de autoformação, posto que exigisse um aprofundamento dos conhecimentos teóricos e um trabalho de colaboração com os atores do contexto educativo.
 Por consequência, desenvolver esse trabalho no estágio solicita interesse, comprometimento e colaboração, uma vez que, nesse percurso tivemos a oportunidade de conhecer as inúmeras relações presentes no âmbito educacional, os alunos na sua especificidade, as dificuldades existentes no ambiente da sala de aula, e por que não dizer fora dela, oportunizando refletir na e sobre nossas ações.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação. Temas Contemporâneos Transversais na BNCC. Propostas de práticas de implementação, 2019.
BRASIL. Referencial curricular nacional para a educação infantil: conhecimento de mundo. 3. ed. Secretaria de educação fundamental. 267 p. Brasília. 1998. (ministério da educação e do desporto.). Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume3.pdf>.
CRUVINEL, Fabiana Rodrigues; LIMA, Bianca; ALVES, Gabrielle Marques. Revista cientifica eletronica: Como desenvolver a linguagem oral e escrita na educação infantil. 2013.
FACCI, Marilda G. D. Os estágios do desenvolvimento psicológico segundo a psicologia sócio-histórica. In: ARCE, Alessandra, 2018, p. 12.
DUARTE, Newton (Org.). Brincadeira de papéis sociais na educação infantil: as contribuições de Vigotski, Leontiev e Elkonin. São Paulo: Xamã, 2006. p. 11-25.
PASQUALINI, Juliana Campregher. O papel do professor e do ensino na educação infantil. MARTINS, LM., and DUARTE, N., orgs. Formação de professores: limites contemporâneos e alternativas necessárias [online]. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010. Disponível em: <http://books.scielo.org>. Acesso em junho/2020.
PASQUALINI, Juliana Campregher. Contribuições da psicologia histórico-cultural para a educação escolar de crianças de 0 a 6 anos: desenvolvimento infantil e ensino em Vigotski, Leontiev e Elkonin. 2006. 206 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras, 2006.
PASQUALINI, Juliana Campregher. Princípios para a organização do ensino na educação infantil na perspectiva histórico-cultural: um estudo a partir da análise da prática do professor. 2010. 268 f. Tese (Doutorado) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara, 2010.
 Projeto Político Pedagógico de uma escola. Disponível em: <https://arquidiocesano.com/proposta-pedagogica/sintese-do-ppp/>. Acesso em 08/05/2020.
Atuação do professor da Educação Infantil. Disponível em: <https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/dccec41dc31c4129c6cf33cc908d140f/8abcb87199dc87e510c2e181a181222c>. Acesso em junho/2020.
Atuação da equipe pedagógica. Disponível em: Disponível em: <https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/dccec41dc31c4129c6cf33cc908d140f/ec6a387c0ac49fc6fb21a5cd127a9a0a>. Acesso em junho/2020.
Atuação da equipe administrativa. Disponível em: <https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/dccec41dc31c4129c6cf33cc908d140f/28010060332142a8c597df63f2113e9f>. Acesso em junho/2020.
KLS Fundamentos e Organização da Educação Infantil e do Ensino Fundamental. Disponível em: <https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cef0e36cb56bc0d80571195a9e6072ec/18ec14083a5a5fcdff6438d3d7e01888>. Acesso em junho/2020.
VIGOTSKI, L. S., LEONTIEV, A. N.; LURIA, A. R. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 2001b.
VYGOTSKY, Lev Semenovich. Aprendizagem e desenvolvimento intelectual na idade escolar. In: VIGOTSKY, Lev Semenovich; LURIA, Alexander Romanovich; LEONTIEV, Alexis N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. Tradução de Maria da Penha Villalobos. 2. ed. São Paulo: Ícone, 1988, p. 103-117.

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