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Malu Yorrana Campos Sampaio – 5º período. 
 
O que habitualmente ocorre com o paciente epiléptico após um quadro 
convulsivo, de acordo com cada tipo de convulsão? 
Envie aqui sua tarefa! 
1. Convulsões Tônico-Clônicas Generalizadas (Grande Mal): 
 - Fase Tônica: Durante esta fase, ocorre uma contração súbita e prolongada 
dos músculos, levando à rigidez muscular. O paciente perde a consciência e 
pode cair. Pode haver uma alteração na cor da pele devido à diminuição do 
fluxo sanguíneo para a superfície da pele. 
 - Fase Clônica: Após a fase tônica, ocorrem movimentos musculares rítmicos 
e convulsivos. Estes podem envolver todo o corpo ou apenas partes dele. A 
respiração pode estar irregular e os pacientes podem babar ou morder a língua. 
Após a fase clônica, o paciente pode entrar em um estado de sonolência ou 
confusão chamado pós-ictal. Isso pode durar de minutos a horas e é 
caracterizado por uma recuperação gradual da consciência e orientação. 
 
2. Convulsões de Ausência (Pequeno Mal): 
 - Durante uma convulsão de ausência, o paciente pode parecer estar 
"desligado" por alguns segundos, sem responder a estímulos externos. Eles 
podem parar de falar no meio de uma frase ou interromper uma atividade por 
um curto período. Geralmente, não há convulsões musculares associadas. 
Após a convulsão, o paciente geralmente retoma suas atividades normais sem 
lembrança do que aconteceu durante o episódio. 
 
3. Convulsões Parciais (Focais): 
 - As convulsões parciais podem ocorrer com ou sem perda de consciência. 
Dependendo da região do cérebro afetada, os sintomas podem variar. Pode 
haver movimentos involuntários de uma parte do corpo, sensações estranhas, 
 
 
 
 
distorções da percepção sensorial ou emocional, mudanças repentinas no 
comportamento, efeitos visuais ou auditivos incomuns, entre outros. Após a 
convulsão, os pacientes podem experimentar uma sensação de confusão, 
fadiga ou desconforto. 
 
É importante notar que o pós-ictal, ou período após a convulsão, pode variar 
em duração e gravidade de pessoa para pessoa e dependendo do tipo e da 
intensidade da convulsão. Em todos os casos, é essencial fornecer apoio e 
monitoramento adequados ao paciente após uma convulsão.

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