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Resumos de
ODONTOPEDIATRIAODONTOPEDIATR
IA
@rayanne.pc
Obrigada por ter adquirido essa apostila!
Saiba que ela foi confeccionada com muito 
carinho pra auxiliar seus estudos e
aprendizado.
Espero que você goste e que te ajude bastante!
Recadinho!
@rayanne.pc
´´Recomece quantas vezes
for preciso.``
Manejo do paciente infantil 
Fase oral : 0-1 
Fase anal: 1-3 anos 
Fase fálica: 3-5 anos 
Fase de latência: 6-12 anos 
Fase genital 
Fases de desenvolvimento 
A boca é a estrutura sensorial mais
desenvolvida (período de erupção dos
dentes).
 - criança tem a boca como centro do
mundo.
-fase de falar, andar e controlar os
esfíncteres 
-Gosta de ser elogiado .
Quando recebe esse estimulo, tende a
repetir os hábitos.
ex: criança tem que ter uma rotina
(incluindo a escovação dos dentes
decíduos e sempre elogiar)
-Passa da fase anal para a genital 
-percepção 
-criança se identifica com o genitor do
mesmo sexo
ex: quem tem que ficar com a criança é o
responsável que tem pulso.
 
fase escolar 
fase do primeiro molar permanente (índice
de cariar primeiro) 
controlar a alimentação 
-puberdade 
ex: preguiça de escovar os dentes
-descoberta genital.
A odontopediatria não é uma
especialidade baseada em um conjunto
particular de habilidades, mas uma
especialidade que engloba todas as
habilidades técnicas da odontologia
diante de um cenário filosófico de
compreensão do desenvolvimento
infantil na saúde e na doença.
Prevenção, diagnóstico e tratamentos
odontologia (odontopediatria) anda de
mãos dadas com a psicologia.
OMI : formas básicas para o paciente
não ter cárie.
A base é a EDUCAÇÃO (orientação
sobre o controle do açúcar) -> para
evitar a doença cárie 
Liberdade de escolha * (Disbiose do
mineral do dente)
AÇÚCAR X ESCASSEZ DE ESCOVAÇÃO
ODONTOPEDIATRIA -> TRÍADE 
 PACIENTE INFANTIL
CD RESPONSÁVEL
*deve haver a colaboração do auxiliar
também 
ODONTOLOGIA + PSICOLOGIA 
@rayanne.pc
acolhimento do pequeno paciente
independente se o paciente possui
alguma síndrome ou não, sempre
tratar bem.
independentes de ser UBS ou
consultório privado.
NUNCA FALAR QUE O PACIENTE
NÃO TEM NADA 
Jamais falar a palavra DOR (envolve
a questão psicológica do paciente).
A criança não pode ser
abandonada -> manter a criança
sempre na cadeira ( a clinica é um
ambiente extremamente perigoso).
NÃO FARMACOLÓGICAS NÃO
AVERSIVAS
 Tell show-do 
TÉCNICAS PARA A ADPTAÇÃO
COMPORTAMENTAL NO
CONSULTÓRIO
1.
mostrar e explicar cada etapa do que
será feito.
-conversar com a criança 
-deixar os instrumentos longe da visão
do paciente.
-passagem de instrumentos de forma
discreta.
-passar segurança 
-espelho na bandeja clínica 
-usar o eufemismo 
 2.Desensibização 
-controlar a ansiedade 
-crianças pequenas (passo a passo)
 3. Controle de voz 
-usar em crianças maiores (birra)
-mão na boca da criança 
NÃO FARMACOLÓGICAS
AVERSIVAS 
lençol pediátrico 
sedação 
quando houver necessidade -
ambiente hospitalar 
-variação na tonalidade 
 4. Distração 
Uso de meios eletrônicos 
 5.Recondicionamentos 
-medo objetivo : trauma
-medo subjetivo: medo que alguém
coloca.
-lençol ou a mãe para conter --
(imobilização física)
-abridores de boca 
-modelagem 
-mão sobre a boca 
-joelho a joelho (até 3 anos)
ex: sensação de segurança 
TÉCNICAS FARMACOLÓGICAS
Observação
DEPENDE DE FATORES
COMPORTAMENTAIS INFANTIS 
- Hábitos de sucção 
- Respirador bucal 
- Vedamento labial 
 FATORES SOCIOECONÔMICOS
 MATERNOS 
-Nível socioeconômico 
- Nível de escolaridade 
- Situação conjugal 
FATORES GENÉTICOS INFANTIS 
- teratomas; Embriomas; odontomas 
- síndromes de down 
FATORES NUTRICIONAIS INFANTIS 
- Amamentação 
- Hábitos nutricionais infantis 
FATORES BIOLÓGICOS INFANTIS 
- sexo 
- idade gestacional 
- peso ao nascer 
- raça/ cor 
Crescimento e desenvolvimento da oclusão
decídua ESSENCIAL 
 
CONHECECIMENTO DA
CRONOLOGIA DE ERUPÇÃO DOS
DENTES DECÍDUOS 
 
• Particularidades dos dentes
decíduos 
• Ter conhecimento: 
• Localização
• Quadrantes
• Anatomia
• 
• Total de 20 dentes
decíduos 
• Ausência de pré-
molares 
A formação da dentição decídua se inicia no
4° mês de vida uterina -> incisivo central
Esse dente erupciona a partir do 6° mês de
vida 
Existem os defeitos de desenvolvimento do
esmalte como a hipomineralização (DDE)
O DDE é um distúrbio no desenvolvimento
dental, em que a função ameloblástica é
prejudicada, acarretando alterações na
estrutura do esmalte dental
• Deve-se focar na anamnese da mãe da
criança e investigar se houve alguma
alteração de temperatura durante a
gestação ou obteve alguma virose -> ZIKA
VIRUS
 ESSES DEFEITOS OCORREM
PRINCIPALMENTE EM CANINOS E MOLARES
DECIDUOS 
CRONOLOGIA DA ERUPÇÃO
DA DENTIÇÃO DECÍDUA 
@rayanne.pc
@rayanne.pc
Existe suspeita de haver uma
patologia naquele elemento
dentário 
Há também dúvida sobre a
realização do procedimento:
ENDODONTIA OU EXODONTIA???
É necessário realizar uma
radiografia e analisar o dente
decíduo e o permanente.
Essa analise cautelosa é para não
retardar ou para não erupcionar o
dente permanente de uma forma
errada, necessitando
posteriormente de uma força
ortodôntica. 
Nódulos de Bohn: Se apresenta no
rebordo alveolar 
 
Pérolas de Epstein
Se apresenta no palato
APINHAMENTO
São restos de tecidos epiteliais.
Normalmente, esses nódulos
desaparecem sem nenhuma
intervenção, geralmente,
reabsorvem durante os três
primeiros meses de vida.
@rayanne.pc
SINAIS E SINTOMAS
 
aumento de produção de
saliva que é considerada
uma defesa natural. 
aumento de temperatura
(febre)
Irritação 
Mão na boca (coceira) 
Edemaciada (inchaço)
O que prescrever?
 CRIOTERAPIA
PEITOLÉ
Leite materno gelado para diminuir
a irritação. 
Mordedores
Chá de
camomila 
Torrada/ pão
seco 
Cenoura
gelada 
 
 
 
 
 
Fralda embebida de chá de
camomila
Alivio 
MEDICINAIS 
- Terminar o rompimento dele 
Cisto de erupção
- EXTRA-OSSEA 
- CAPSULA OSSEA NÃO CONSEGUE 
DEGENERAR 
- - RETIDO EM TECIDO MOLE 
- PRESENTE EM PACIENTE COM MAIOR 
QUERATINIZAÇÃO DA GENGIVA 
FOLICULO DENTÁRIO PODE NÃO ROMPER 
- Não cresce tanto 
TRATAMENTO 
- Incisão 
Ex: 
�
O paciente apresentava a gengiva, na 
região correspondente ao incisivo central
superior direito permanente em erupção,
dilatada e azulada e relatava desconforto e
dor. A ulectomia foi o tratamento de eleição
e este procedimento envolve a anestesia 
local da mucosa gengival, incisão 
circunferencial em torno do bordo mesial
do dente, exérese do tecido, exposição
dental e hemostasia. Pode-se observar que
a ulectomia é uma técnica cirúrgica que
possibilita a livre erupção do dente retido, 
de fácil execução para o profissional e de 
rápida recuperação para o paciente. 
Caso Clínico
@rayanne.pc
A ulectomia consiste na remoção do
tecido gengival fibroso, mais
conhecido como “capuz”, que recobre
a coroa do dente permanente/decíduo
não irrompido ou parcialmente
irrompido. Já a ulotomia, consiste
apenas na abertura da mucosa
através de uma incisão, sem remoção
de tecido gengival.
acontece devido algum vaso
que está sendo pressionado
e não foi reabsorvido.
É necessário manter um
acompanhamento do caso.
Realização da ulectomia ou
ulotomia.
O cisto de erupção ou
hematoma de erupção: 
Pode haver variações na cronologia
da erupção dos dentes decíduos?
 
Dente Natal: O bebê nasce com o
elemento dentário já em boca.
Dente neonatal: Seu
aparecimento é em até 30 dias dias
após o nascimento.
doença de riga-fede 
 É uma ulceração traumática na
superfície ventral da língua
comumente associada a dentes
natais ou neonatais. Esta lesão pode
resultar em uma inadequada sucção
do leite e alimentação, colocando o
recém-nascido em risco de
deficiências nutricionais.
Abaixo da língua do bebê há uma
ulceração que possui uma borda
cortante/ lâmina
Analisar o grau de mobilidade do dente
(exodontia)
Por possui uma borda cortante, pode-se
realizar polimentos com uma polidora ou
uma tira de poliéster.
Sequência de erupção dos dentes decíduos 
Desenvolvimento da oclusãoem decíduos 
• Analisar a localização da linha média (região
interpapilar)
• Identificar o tipo de arco 
• Analisar a distância Inter canina e intermolar
Classificação de Baume
- Diferenças entre os arcos 
- A presença de espaços é para compensar e
propiciar o diâmetro mesiodistal dos dentes
permanentes 
- Analisar a distância Inter canina e intermolar
@rayanne.pc
Tipos de arcos 
arco tipo I
Espaços primatas
Essa
classificação é
para dentes
decíduos (não
serve para a
dentição
permanente).
Esses espaços propiciam o diâmetro
mesiodistal dos dentes permanentes.
Há a presença de pseudo-
diastemas (espaços)
O índice de cárie
interproximal é reduzido
arco tipo Ii
Sem a presença de pseudo-
diastemas (espaços)
O índice de cárie
interproximal é elevado
Escassez do uso de fio
dental
Relação de oclusão(caninos)
´´guia canina``
Classe I: A cúspide do
canino superior oclui
CENTRALIZADA entre o
canino inferior e o primeiro
molar inferior.
Classe II: A cúspide do
canino superior oclui
MESIALIZADA entre o
canino inferior e o primeiro
molar inferior.
Classe III: A cúspide do
canino superior oclui mais
para a DISTAL entre o
canino inferior e o primeiro
molar inferior.
 Classificação 
DE ACORDO COM A LINHA MÉDIA @rayanne.pc
Profunda 
Cruzada anterior
Cruzada posterior
Relação de oclusão(MOLARES)
CLASSE i CLASSE iI
CLASSE iII
(RETA PARALELA) (DEGRAU PARA MESIAL))
(DEGRAU PARA DISTAL))
Tipos de Mordidas 
Aberta anterior
Normal
Encaixe caixa
@rayanne.pc
Overjet
O overjet normal é até de 3
á 4 mm.
É a distancia entre as
bordas incisais dos incisivos
superiores e inferiores.
Explicação
Overbite
Explicação
O overbite é em sentido vertical
Existem 3 tipos 
Normal (encaixe caixa)
Moderada (cobre +- os incisivos
inferiores)
Severa (cobre muito os incisivos
inferiores)
@rayanne.pc
Cariologia 
 
Por muito tempo a cárie foi considerada
uma doença crônica, mutiladora e
prevalente na sociedade.
Durante muitos anos o modelo aceito
para explicação do processo etiológico
da cárie foi a Tríade de Keyes(1960). Ela
era baseada em três fatores principais:
dieta rica em carboidratos
fermentáveis, o biofilme dental e o
hospedeiro.
Modelo de Newbrun:
 
 
Com o passar do tempo, a cárie passou a
ser considerada uma ALTERAÇÃO
Doença bacteriana 
Não transmissível 
Relacionada com a presença de biofilme e
o consumo de açúcar.
 
BIOFILME: Comunidade de
microrganismos aderidos sobre a
superfície do dente.
 
O biofilme fermenta os carboidratos presentes
na dieta e permite a liberação de ácidos
causando a desmineralização do dente, pode
haver o surgimento de cavidades.
 
Tipo de carboidrato 
Sacarose 
frequência da ingestão 
ETIOLOGIA -> DOENÇA MULTIFATORIAL E
SOCIECONÔMICA.
Microrganismos + hospedeiro + substrato+
tempo
SUBSTRATO
(variação do PH)
 
Processo DESRE
DESMINERALIZAÇÃO X REMINERALIZAÇÃO
 
Processo Des-Re: se dá quando o pH do
esmalte está abaixo de 5,5 – quando o
esmalte mais perde íons cálcio e fosfato do
que ganha, ou seja, mais desmineralização.
Com a presença do flúor, esse limite de pH
crítico do esmalte aumenta para 4,5.
*Já na dentina, a progressão da cárie é
mais rápida, já que seu pH crítico é 6,5.
Há diversos tipos de bactérias
Streptococcus mutans
Lactobacilos
Actinomyces
MICROBIOLOGIA 
 
 
@rayanne.pc
Com a presença de ácidos provenientes da 
 fermentação microbiana dos carboidratos da
dieta, com o tempo, há a desmineralização dos
tecidos duros do dente.
Esses fatores interagem na colonização e
estabelecimento dos microrganismos
cariogênicos na comunidade microbiana, o
biofilme dental.
Opaca 
Rugosa 
Porosa
Amolecida 
acastanhada
Opacidade em esmalte 
Aspecto úmido
Lisa 
Brilhante 
Coloração pode variar do branco ao
mais escurecido.
Lesões ativas em esmalte:
Lesões ativas em dentina:
Mancha branca inativa:
 
Apresenta células e moléculas na sua composição
(imunidade adaptativa).
Ação bactericida e bacteriostática (defesa contra
infecções, como a cárie).
A composição e fluxo salivar participam da
regulação da progressão da doença.
Xerostomia ou hiposalivação 
SENSAÇÃO DE BOCA SECA
Maior chance de ter cárie 
Possui a capacidade de tampão 
Faz parte do processo des-re e neutralização dos
ácidos (modulação do PH)
Camada acelular 
Formação instantânea
Adesão de bactérias (atrai íons e bactérias -
BIOFILME)
Não causa danos 
Protege esmalte 
Reserva de flúor 
 
É necessário aumentar a quantidade de saliva através
de estimulação.
 
 
Não adere na zircônia 
Sua formação é após 8 horas
Sobre o biofilme dental:
 
É difícil criança ter periodontite 
A presença de gengivite é
frequente
Película adquirida
Saliva controle 
o controle da presença de biofilme
aderido a superfície do dente de se dá a
ESCOVAÇÃO + CONTROLE DE ACUCAR
NA DIETA.
O processo DES-RE ocorre constantemente.
 
 
DIAGNÓSTICO
Avaliar a extensão da lesão 
Observar se há a presença de cavitação
Analisar a ativação das lesões 
 
Dentes com aspecto de derretido pode ser
indicativo que o paciente tenha refluxo
(erosão).
Pacientes com bruxismo, a estrutura
dentária apresenta ângulos cortantes.
 
@rayanne.pc
A cavidade bucal é a principal porta de entrada
de agentes infecciosas que enfrentam a
primeira barreira de defesa do organismo: A
SALIVA
A progressão da cárie
geralmente acontece de forma
lenta e alguns fatores do
hospedeiro podem auxiliar na
sua formação ou controlar o seu
crescimento.
Dentre eles, a anatomia dos
dentes com sulcos profundos e
apinhamentos dentários que
favorecem a colonização
bacteriana, devido à dificuldade
de sua remoção durante a
higienização bucal (acúmulo de
bactérias cariogênicas no
biofilme dental).
A cavidade bucal é a principal
porta de entrada de agentes
infecciosas que enfrentam a
primeira barreira de defesa
do organismo: A SALIVA
Biofilme dental
Comunidades bacterianas
ligadas a uma superfície.
Microrganismos organizados 
Inicia seu desenvolvimento a
partir da deposição de uma
camada amorfa, acelular,
carregada negativamente 
 que se deposita sobre a sua
superfície dentária
denominada película
adquirida.
Essa película atua como uma
proteção de estrutura
dentária contra a atrição,
difusão de ácidos, entretanto
é um sítio para adesão de
microorganismos.
@rayanne.pc
A progressão da cárie
Educação: orientação sobre higienização
dependendo do estágio da lesão cariosa, controlar o
biofilme.
A desmineralização acontece muito rápido (10 minutos).
Remineralização: Leva 30 minutos para acontecer
 
Como prevenir a progressão?
mancha branca
ORIENTAR 
CONTROLAR
HIGIENIZAÇÃO
FLUORTERAPIA
MANCHA BRANCA NO TERÇO
CERVICAL
PRESENÇA DE PROCESSO
INFLAMATÓRIO, A GENGIVITE.
Anamnese
Exame clínico
Orientar 
Planejamento 
Evidenciador de placa (opcional)
Profilaxia
Aplicação tópica de flúor 
FLUORTERAPIA (GEL OU VERNIZ)
TRATAR
@rayanne.pc
DENTIFRÍCIO
1000 á 1500ppm
 
 
500 ppm ou sem flúor só remove biofilme
Defeitos do esmalte dentário
DDE - HMIDDE - HMI
A hipomineralização é considerada
um defeito que ocorre durante o
período da odontogênese.
Odontogênese é o período em que os
elementos dentários são formados.
Esse defeito ocorre durante a
atividade celular dos ameloblastos.
Essas células podem apresentar
sensibilidade e alterações sistêmicas
ou locais.
Pode se apresentar na dentição
decídua ou permanentes.
Podendo acometer molares e
incisivos
As principais consequências:
Cárie e Hipersensibilidade
As anomalias podem acontecer em
diferentes estágios da amelogênese.
Amelogênese imperfeita.
Exemplo é a síndrome de tuner.
Associada com a quantidade
insuficiente de minerais no
esmalte dentário.
Hipoplasia:
Relacionada com a qualidade do
esmalte.
hipomineralização molar-incisivo
e fluorose.
ETIOLOGIA É DESCONHECIDA. 
Hipomineralização:
Multifatorial
Nos 3 primeiros anos: febre alta,
infecções doenças
gastrointestinais.
O uso de medicamentos durante
o período da odontogênese
É considerado um problema de
saúde pública.
Etiologia
Classificações
@rayanne.pc
Esmalte poroso;
Frágil;
Opacidade demarcada;
Suscetível a doença cárie; 
Coloraçãodo esmalte varia do
branco ao amarelo/acastanhado;
Propenso a fraturas e a lesões.
Higienização adequada e
eficiente.
Uso de dentífrico fluoretado 
Vernizes.
CIV - ionômero de vidro (liberação
de flúor).
Selantes resinosos.
Resina.
Tratamentos
Características clínicas
Observação
Anotações
@rayanne.pc
Odontológicos
Materiais
Infiltrantes
Selantes 
Ionômero de vidro (CIV)
Associação entre o pó do cimento de silicato.
Baixa alteração dimensional.
Liberação de flúor.
Habilidade de unir quimicamente à estrutura
dentária.
Baixa toxicidade.
Agitar o frasco antes do uso - partículas de
sílica.
RESTAURADOR: Pega presa com uma
maior velocidade.
FORRADOR
Pode deixar o CIV restaurador como
forrador -> rebaixa o civ e realiza a
restauração com resina compostas.
No entanto, o material forrador não
serve como restaurador.
Se difere no tempo de presa.
O ionômero restaurador e forrador se
iguala na quantidade de flúor que é
liberado.
ATAQUE ÁCIDO -> ÁCIDO FOSFÓRICO
37% 
15 SEGUNDOS EM ESMALTE 
7 SEGUNDOS EM DENTINA 
FRAGILIDADE
QUIMICAmenteQUIMICAmente
Ativada quimicamente -> O processo
pode ser acelerado com o
fotopolimerizador.
VASELINA/ ESMALTE OU VERNIZ
Fotopolimerizador + GLASS
 +
Atua
O glass atua com a mesma função
que a vaselina/esmalte.
Tipos 
@rayanne.pc
O principal objetivo do uso dessas
substâncias como vaselina,glass,
esmalte e verniz:
Perda ou ganho de H2O (água)
Esses materiais atuam no vedamento
ou selamento.
Evita com que a restauração absorva
água após o contato com o líquido.
É o fenômeno de sinérese ou embebição:
O USO DE ÁCIDO POLIACRÍLICO 10-12%
CONDICIONAMENTO X ATAQUE ÁCIDO(FOSFÓRICO 37%)
Lava 
Seca com bolinha
de algodão
Desumidificação
das fibras
colágenas.
1.
2.
3.
Liberação de
íons para a
adesão
química
líquido do
ionômero 
usar a
microbrush
e friccionar o
material nas
paredes do
dente.
Não lava
Seca
1.
2.
3.
4.
5.
Resinas e compômeros
Vantagem: estética.
Desvantagem:
desgaste ->
porosidades ->
manchamento 
Fator C (estresse de
polimerização) -
contração da resina -
> infiltrações.
Incrementos de 2
mm - Bulk fill 5 mm
1.
2.
3.
4.
Semelhantes
adesão química+mecânica
Amálgama
Amálgama é uma liga metálica formada
pela reação do mercúrio com outro metal. 
Um dos melhores materiais na
odontologia.
Desvantagem: Estética
Pode fazer apenas com um isolamento
relativo. 
Cention N
Substitui o amálgama 
2 frascos Líq + pó = mistura
Inserção em incremento único 
Pressão digital com glicerina
Maior resistência a mastigação e a tensão
Mais estético
Tempo de presa: Rápido
CIMENTADOR: Fluído, menor
liberação de flúor e contribui
para a formação de uma
película.
Núcleo: usa menos na
odontologia. 
@rayanne.pc
DENTÍSTICA DENTÍSTICA 
Na odontopediatria 
@rayanne.pc
Os planejamentos de tratamentos
odontológicos devem ser realizados
dentro da filosofia de mínima
intervenção, Promoção de Saúde
considerando o paciente como um todo
e com base em evidências científicas
consistentes . 
O isolamento do campo operatório é
uma condição essencial para a realização
de restaurações duráveis e de boa
qualidade. Existem duas opções para
realizarmos isolamento do campo
operatório: relativo e absoluto.
1. Acesso direto ao dente 
2. Ausência de umidade
 3. Melhor visibilidade 
4. Ambiente mais asséptico 
 5. Protege tecidos moles 
6. Diminui tempo de trabalho (menos
cuspideira) 
7. Reprime movimentos da língua e
bochecha
 8. Melhora propriedades dos materiais 
9. Reduz risco de deglutir ou aspirar
resíduos
Remoção de tecido cariado
Infiltrações
Amálgama
Adesivos
Quando é necessário realizar afastamento gengival
Pacientes com necessidades especiais
Usado em casos de:
Contraindicações:
Dificuldades
respiratória 
Erupção
incompleta -
divergência de
dentes
Pacientes
alérgicos ao látex
Vantagens
MaTERIAIS
Utilizados
Lençol de borracha Arco de ostby
Arco de young
Arco dobrável
Arcos
GramposGrampos
Pinça Palmer/porta
grampo
Grampos Fio dental
ObservaçãoObservação
Isolar apenas um dente quando o preparo for de
uma superfície dentária, no entanto quando for
restaurações de duas faces ou estéticas, é
importante isolar dentes adjacentes. 
Isolamento absoluto 
Isolamento Relativo
Em diversas situações clínicas não é possível fazer
adequado isolamento absoluto. Para obter
bom isolamento relativo é importante lembrar os locais
por onde a saliva é expelida. O fluxo salivar é
expelido principalmente pelas glândulas parótida,
sublingual e submandibular.
Quando a opção for Isolamento Relativo, que seja o
mais absoluto possível
@rayanne.pc
TRATAMENTO RESTAURADOR TRATAMENTO RESTAURADOR 
Acesso a lesão 
Uso de colher de dentina afiada ou
broca de baixa rotação para a
remoção de tecido cariado em
dentina.
Remoção seletiva - Remove toda a
dentina infectada das paredes
circundantes.
Dependendo da profundidade da
cavidade, pode deixar parte da
dentina infectada.
Observação: em criança a condição
de pulpite ou hiperemia, a dor passa
muito rápido -> Necrose
Tipos de agentes protetores
Base
ou
Forro
Profundidade
CIV pode ser usado dependendo da espessura
da cavidade. 
O melhor forrador, protetor é a própria
dentina.
Não ha material ideal
CIV pode ser usado dependendo da espessura
da cavidade. 
Quando parar de remover? O fator determinante na remoção
do tecido cariado é a resistência da dentina. As paredes
circundantes devem ficar livres de tecidos cariados para
propiciar selamento periférico adequado da cavidade visando
interromper circuito metabólico das bactérias remanescentes
na cavidade com o meio bucal.
Quando se usa amálgama
Pode-se usar o flúor como agente de
limpeza com o auxilio de bolinha de
algodão friccionando.
Bactericida - estimula a formação de
fluorapatita.
Hemostático
Mistura do pó + água
Serve para lavar a cavidade.
Solução de hidróxido de cálcio
@rayanne.pc
CARIOSTÁTICOSCARIOSTÁTICOS
Diamino fluoreto de prata é conhecido como solução cariostática, apresenta
em sua composição hidróxido de amônia, nitrato de prata, hidróxido de cálcio,
ácido fluorídrico e solvente.
Dessensibilizante + Ag (prata)
Aplicação única 
Escurece dentina 
 
10%
12%
38%
Possui eficácia, mas o inicio de sua
ação é demorada.
Eficácia
@rayanne.pc
Tr
at
am
en
to
 Re
stau
rador Atraumático (TRA) 
A cárie ainda tem grande impacto na saúde
de crianças brasileiras e o tratamento
restaurador continua sendo importante,
desde que aplicado somente quando
necessário.
o Tratamento Restaurador Atraumático
(TRA) que, embora desenvolvido nas
décadas de 80 e 90.
 1. para ser aplicado em comunidades sem
acesso a infraestrutura mínima para
aplicação da odontologia convencional.
2. Permite a manutenção de estrutura
dental sadia através da remoção seletiva de
cárie com instrumentos manuais e
restauração com Cimento de Ionômero de
Vidro (CIV) de alta viscosidade; redução do
número de exposições pulpares, reduzindo
endodontias e exodontias, menor estresse
e ansiedade do paciente, visto que
raramente causa dor, não necessitando de
anestesia.
3. Método econômico. Redução de custos.
4. Menor tempo clínico e menos dolorosa >
ótima alternativa para a odontopediatria.
5. Promoção de saúde e prevenção da
cárie.
As principais falhas clínicas da utilização do
TRA está relacionada com habilidade e
performance do operador. Nessa
perspectiva, a ausência de capacitação ou
treinamento específico da equipe
(cirurgião- -dentista e auxiliares) para
desenvolvimento da expertise pode
explicar a desmotivação e o baixo resultado
para com o desenvolvimento do protocolo
de atendimento fundamentado no
Tratamento Restaurador Atraumático.
O TRA pode ser considerado vantajoso para
todos os agentes relacionados: 
Não necessita de equipamentos
odontológicos.
Não necessita anestesia.
Não exige isolamento absoluto.
Recidiva de cárie é baixa devido o uso de CIV
de alta viscosidade.
Sem dor > paciente tranquilo
Reparos quando necessário são simples e
rápidos.
• Devido à utilização de instrumentos
manuais na remoção seletiva da dentina
cariada, a estrutura dental com organizaçãode canalículos dentinários é preservada, o
que explica a ausência de dor e com isto, há
uma redução da ansiedade; 
• Por ser uma técnica simplificada e rápida,
geralmente a equipe consegue restaurar
vários elementos, reduzindo o número de
retornos até a alta do paciente, com isto a
ausência ao trabalho e escola deixa de ser
um empecilho à frequência ao tratamento
odontológico.
@rayanne.pc
• Acesso à lesão. Pelo CD. A cavidade
pode estar aberta e o acesso já ter
ocorrido pela cárie. Caso não haja acesso,
utiliza-se o Opener (Duflex, Brasil) ou um
machado ou cinzel.
 • Alargamento da lesão. Pelo CD. Para
saber se há necessidade de alargar a
lesão, utilizar uma colher de dentina
pequena e tentar remover a cárie
necrosada. Caso o instrumento não
consiga remover o tecido, utilizar o
Alargador (Duflex, Brasil) ou o mesmo
machado ou cinzel. 
• Remoção seletiva de cárie. Pelo CD. A
remoção de cárie deve ser feita de forma
muito suave, removendo apenas o tecido
totalmente amolecido, necrosado. Isto
não significa que este procedimento não
deva ser cuidadoso e minucioso,
principalmente sob as cúspides e na linha
amelo-dentinária. 
• Remoção seletiva de cárie dos dentes
vizinhos. Pelo CD. Caso haja cooperação e
necessidade, aproveitar para trabalhar
nos dentes adjacentes. 
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4.
• Espatulação do CIV de alta viscosidade.
Pelo TSB ou ASB. O CIV exige uma
dosificação cuidadosa e espatulação
preferencialmente com espátula de
plástico, de forma precisa, com atenção
para não alterar a relação pó/líquido
indicada pelo fabricante. Os CIVs de alta
viscosidade não podem ser substituídos
por CIVs convencionais para restauração
sob o risco das restaurações falharem
precocemente.
 • Isolamento relativo. Pelo CD ou TSB.
Inclinar a cabeça do paciente para o lado
oposto ao da(s) cavidade(s), para reduzir a
contaminação por saliva. A equipe deve
estar atenta à troca dos roletes de
algodão assim que estiverem úmidos.
 • Secagem da cavidade. Pelo CD ou TSB.
Com a pinça de algodão, utilizar bolinhas
de algodão previamente feitas para esta
etapa.
 • Inserção do CIV na cavidade. Pelo CD ou
TSB. Utilizar espátula 1 ou esculpidor TRA
(Duflex, Brasil). Caso exista a possibilidade
de inserir o material com pontas tipo
centrix, haverá menor introdução de
bolhas, o que melhora a qualidade da
restauração.
 • Aplicação do CIV nas fóssulas e fissuras
dos dentes vizinhos. O selante nos dentes
vizinhos aumenta a exposição do
quadrante ao flúor.
 • Pressão digital. Pelo CD ou TSB. A
pressão digital sobre o(s) dente(s) pode
ser feita com o dedo indicador ou com o
dedo polegar durante 4 a 5 minutos com
objetivo manter a compressão no CIV
durante sua geleificação e evitar a
contaminação do material com a saliva
neste momento crítico.
 • Remoção dos excessos. Pelo CD. Utilizar
o esculpidor TRA (Duflex, Brasil). Quando
necessário, utilizar carbono para ajuste
oclusal. Nas proximais, utilizar fio dental
e, eventualmente, tiras de polimento. 
• Orientações. Não mastigar por 1 hora.
Alimentação pastosa por 24 horas.
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Passo a passo Passo a passo 
@rayanne.pc Link vídeo
Evidências científicas, demostram que as coroasEvidências científicas, demostram que as coroas
metálicas pré-formadas são a melhor forma de semetálicas pré-formadas são a melhor forma de se
conseguir um selamento marginal efetivo e, queconseguir um selamento marginal efetivo e, que
as bactérias quando são isoladas do substratoas bactérias quando são isoladas do substrato
não causam progressão da lesão de cárienão causam progressão da lesão de cárie
dentária.dentária.
 Estas coroas são cimentadas com cimento deEstas coroas são cimentadas com cimento de
ionômero de vidro, que têm como vantagem aionômero de vidro, que têm como vantagem a
libertação de flúor provocando um efeitolibertação de flúor provocando um efeito
bacteriostático e aderem quimicamente aobacteriostático e aderem quimicamente ao
esmalte e à dentina.esmalte e à dentina.
 Técnica de HallTécnica de Hall
1. Na primeira consulta, colocam-se os1. Na primeira consulta, colocam-se os
separadores ortodônticos nos espaçosseparadores ortodônticos nos espaços
interproximais (mesial e distal), do dente ainterproximais (mesial e distal), do dente a
reabilitar, estes separadores vão permitir criar umreabilitar, estes separadores vão permitir criar um
espaço, de forma a facilitar a inserção da coroaespaço, de forma a facilitar a inserção da coroa
metálica pré-formada, sem interferências com osmetálica pré-formada, sem interferências com os
pontos de contactos com os dentes adjacentes.pontos de contactos com os dentes adjacentes.
Na segunda consulta, três a sete dias após aNa segunda consulta, três a sete dias após a
colocação dos separadores ortodônticos,colocação dos separadores ortodônticos,
seleciona-se o tamanho e coloca-se a coroaseleciona-se o tamanho e coloca-se a coroa
metálica pré-formada. A coroa é colocada sem ometálica pré-formada. A coroa é colocada sem o
recurso a anestésico, sem a remoção do tecidorecurso a anestésico, sem a remoção do tecido
cariado e é cimentada com cimento de ionômerocariado e é cimentada com cimento de ionômero
de vidro auto-polimerizavel.de vidro auto-polimerizavel.
O acompanhamento deve ser clínico eO acompanhamento deve ser clínico e
radiográfico aos três meses, seis meses e um anoradiográfico aos três meses, seis meses e um ano
após a colocação da coroa. Posteriormente, oapós a colocação da coroa. Posteriormente, o
controlo será uma vez por ano, cujo o objetivo acontrolo será uma vez por ano, cujo o objetivo a
longo prazo é que a esfoliação do dentelongo prazo é que a esfoliação do dente
reabilitado seja bem sucedida.reabilitado seja bem sucedida.
A técnica de Hall (TH) é uma opção de tratamento deA técnica de Hall (TH) é uma opção de tratamento de
lesões de cárie primária nos molares decíduos, com olesões de cárie primária nos molares decíduos, com o
recurso à utilização de uma coroa metálica pré-recurso à utilização de uma coroa metálica pré-
formada. Esta técnica tem algumas particularidades,formada. Esta técnica tem algumas particularidades,
como por exemplo, não se utiliza anestésico local, nãocomo por exemplo, não se utiliza anestésico local, não
se remove a lesão de cárie dentária e não sese remove a lesão de cárie dentária e não se
prepara/desgasta o dente para a colocação da coroa.prepara/desgasta o dente para a colocação da coroa.
 O protocolo da TH é simples, rápido e requer muitoO protocolo da TH é simples, rápido e requer muito
pouco material para a sua execução, apenaspouco material para a sua execução, apenas
separadores ortodônticos, coroa metálica pré-separadores ortodônticos, coroa metálica pré-
formada, cimento de ionômero de vidro, rolos deformada, cimento de ionômero de vidro, rolos de
algodão e gaze.algodão e gaze.
IndicaçõesIndicações
Contraindicações Contraindicações 
vantagens vantagens 
desvantagens desvantagens 
A técnica de Hall A técnica de Hall 
 em odontopediatria em odontopediatria
@rayanne.pc
 Concluíram que a DVO aumenta
aproximadamente 2 milímetros
imediatamente após a colocação da
coroa, que após 15 dias diminui 1
milímetro e após 30 dias a DVO volta a
sua altura inicial, ou seja, antes da
colocação da coroa metálica pré-
formada.
A colocação de uma coroa metálica pré-
formada sem que se faça uma
preparação/desgaste no dente, vai
obrigatoriamente levar a um aumento da
altura da coroa do
dente e, portanto, vai se verificar uma
sobreoclusão.
Link vídeo@rayanne.pc
Coroa de zircôniaCoroa de zircônia
Na odontopediatria 
Função e estética.
Biocompatibilidade e excelentes propriedades
mecânicas.
Dióxido de cerâmica policristalino resultante da
transição do metal zircónio
Em odontopediatria, as coroas pré-formadas são
utilizadas para reabilitar dentes decíduos em
inúmeras situações clínicas, permitindo reabilitar
quer dentes anteriores, quer molares cujas
coroas se encontram amplamente destruídas
e/ou apresentam tratamentos pulpares. 
As coroas são essenciais para estabelecer a
oclusão dentária,estabilizar o ritmo mastigatório
e demonstram efeitos favoráveis nos reflexos dos
músculos mandibulares.
O uso de coroas na dentição decídua está
indicado nas seguintes situações clínicas: defeitos
de desenvolvimento dentário, dentes fraturados,
após tratamento pulpar, restauração de dentes
cariados, pacientes com elevado risco de cárie,
em situações de elevado desgaste dentário e
como abutments para mantenedores de espaço
na arcada dentária 
Na dentição decídua, a cárie dentária, principalmente
a cárie precoce da infância, corresponde a uma
doença comum que influencia negativamente a
qualidade de vida das crianças.
As coroas pré-formadas de zircônia foram
introduzidas recentemente na prática clínica
odontopediátrica. Disponíveis tanto para dentes
anteriores, como para molares decíduos, são uma
nova alternativa de tratamento, que possibilita que os
odontopediatras ofereçam aos seus pacientes
resultados estéticos superiores.
Boas propriedades mecânicas.
Não é solúvel a água.
Não é tóxico.
Não favorece a adesão bacteriana.
Radiopacidade.
Baixa corrosão
Resistência ao impacto
Resistência ao desgaste 
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Não podem ser modificadas (testar antes
de cimentar).
Custo elevado.
Em casos de fratura a coroa tem que ser
totalmente substituída.
A descida de temperatura induz tensões
significativas na estrutura da zircônia,
tornando-a rígida e impedindo-a de
acompanhar a expansão que ocorre. Este
stress interno, pode ser responsável por
fraturas devastadoras, ou pelo menos
promover um stress residual, que por sua
vez promove a propagação de fissuras ao
longo do tempo.
vantagens vantagens 
desvantagens desvantagens 
@rayanne.pc
@rayanne.pc
Em caso de mancha branca 
Ex.: Fluorose 
A mancha branca precisa está inativa.
Para inativar a mancha branca, usar de fluorterapia.
Pressão 
Segue um sistema com ácido clorídrico e etanol.
Quanto mais desidratar a superfície naquela região, maior a penetração.
Usados em fóssulas, fissuras e cicatrículas.
Selante resinoso: Presença de Bis-GMA
Selante Ionomérico: liberação de flúor 
Avaliar a presença de lesões proximais 
Avaliar se o paciente tem um alto risco de cárie
Profundidade
Resinoso: usa o ácido fosfórico 37%
Ionomérico: usa o ácido poliacrílico
A presença de uma cavidade.
Os princípios para utilizar os materiais:
Infiltrantes 
Selantes
É necessário analisar a história odontológica
(Mau higienização)
Os selantes vão sem utilizados quando não houver cavidade, ou seja, a área precisa ser superficial.
Restauração 
PrincípiosPrincípios @rayanne.pc
Escolha do tipo de material
DiagnósticoDiagnóstico 
Queixa principal 
Anamnese 
História odontológica 
Exame clínico: Extrabucal e intrabucal
Odontograma 
Dieta alimentar 
Exames complementares: imagem e laboratorial
Diagnóstico 
A base é a EDUCAÇÃO
Dentística 
Cirurgia 
Endodontia
Em caso de urgências como trauma, não realizar a profilaxia antes.
Para realizar o exame clínico, o campo precisa está limpo, seco e bem
iluminado (princípios).
Realizar profilaxia 
Avaliação inicial e urgência
Adequação do meio bucal 
Selamento da cavidade aberta 
Exodontia 
Tratamento endodôntico
Tratamento restaurador 
Ortodontia preventiva 
Profilaxia e aplicação tópica de flúor
 Ficha clínica 
 Plano de tratamento
O osso da criança é mais esponjoso, a dor alivia de forma mais rápida.
Exame clínico
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@rayanne.pc
Sobre os procedimentos realizados em
crianças:
Começar do MENOS invasivo para o
MAIS invasivo.
RadiografiasRadiografias 
@rayanne.pc
O exame radiográfico é considerado um
exame complementar que não pode ser
usado como único método para
confirmação de um diagnóstico.
Criança está passando pelo o processo
de diferenciação celular.
A criança está em formação.
Avaliar o desenvolvimento dentário.
Decisão-> endodontia ou exodontia
Analisar o estágio de Nolla do germe
permanente.
Avaliar anomalias dentárias 
Lesões cariosas
Lesões dentárias traumáticas
A criança não deve ser exposta aos raios
sem necessidade.
Ex.: o dente já está mole - processo de
rizólise.
O uso de radiografias só é necessário
quando não foi possível a confirmação do
diagnóstico.
Uso do colete de chumbo para proteção
da criança.
Filmes/películas radiográficas.
O responsável deve ficar com a criança.
Manobras 
Objetivos 
Cuidados 
O filme radiográfico periapical
Usado para analisar a
distância do germe do
dente permanente.
A criança morde o filme
(parecido com o filme
oclusal).
Uso de posicionadores
infantis.
Filme radiográfico
infantil (USADO
PARA DENTES
POSTERIORES)
A técnica do paralelismo é a mais ideal.
Técnica interproximal é com o filme
periapical dobrado.
Observação
AnestesiaAnestesia
É necessário ter o conhecimento sobre anestesiologia na odontopediatria.
Bloquear reversivelmente a condução nervosa.
Célula nervosa -> neurônio.
Controle da dor
Não existe anestésico ideal (dependendo da quantidade, pode haver uma resposta tóxica do
organismo).
É necessário ter conhecimento sobre o tipo de sal anestésico a ser utilizado em cada caso.
Ex.: A lidocaína sem vasoconstritor não tem eficiência. Mas pode ser utilizada quando o dente se
encontra em um grau de mobilidade consideravelmente grande.
A anestesia tópica contribui para a aceitação do anestésico.
Ter conhecimento sobre: Duração, profundidade, domínio de técnicas, farmacologia e toxicidade.
Os anestésicos possuem ação vasodilatadora:
@rayanne.pc
Os vasoconstritores
Contrai os vasos sanguíneos.
Diminui o fluxo sanguíneo.
Diminui a toxicidade.
Aumenta o efeito do anestesia (duração).
Felipressina: Usar com cautela
em gestantes. Pode haver
contração dos músculos, e o
bebê pode nascer prematuro.
Prilocaína deve ser evitada em
gestantes. 
Pode induzir a formação de
metemoglobina.
Sindrome do bebê azul.
METEMOGLOBINEMIA
Observação
@rayanne.pc
ANESTESIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
E deve ser calculada de acordo com o peso
da criança.
Para uma criança que o reponsável relata na
anamnese ser portadora de
metamoglobinemia congênita, pesar 30kg e
precisa ser submetida a um a exodontia. O
anestésico a ser utilizado é a lidocaína 2%
com adrenalina.
A quantidade de anestésico a ser
administrada também é um fator
importante.
Para esse paciente poderá se utilizado, 
no máximo 3,5 tubetes por sessão.
Lidocaína
Lidocaína 2 % com epinefrina 1:100.000
Primeira escolha em crianças para controle
da dor em procedimentos odontológicos.
Mepivacaína
Com vasoconstritor: indicada para cirurgias.
Sem vaso: indicada para crianças asmáticas.
Prilocaína
Indicada para procedimentos de duração
intermediária.
Contraindicada para crianças asmáticas ou
que possuem anemia, em razão da
possibilidade de metaemoglobinemia.
Articaína
Difunde-se melhor nos tecidos.
Indicada para procedimentos cirúrgicos.
@rayanne.pc
Observação