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Resumos de ODONTOPEDIATRIAODONTOPEDIATR IA @rayanne.pc Obrigada por ter adquirido essa apostila! Saiba que ela foi confeccionada com muito carinho pra auxiliar seus estudos e aprendizado. Espero que você goste e que te ajude bastante! Recadinho! @rayanne.pc ´´Recomece quantas vezes for preciso.`` Manejo do paciente infantil Fase oral : 0-1 Fase anal: 1-3 anos Fase fálica: 3-5 anos Fase de latência: 6-12 anos Fase genital Fases de desenvolvimento A boca é a estrutura sensorial mais desenvolvida (período de erupção dos dentes). - criança tem a boca como centro do mundo. -fase de falar, andar e controlar os esfíncteres -Gosta de ser elogiado . Quando recebe esse estimulo, tende a repetir os hábitos. ex: criança tem que ter uma rotina (incluindo a escovação dos dentes decíduos e sempre elogiar) -Passa da fase anal para a genital -percepção -criança se identifica com o genitor do mesmo sexo ex: quem tem que ficar com a criança é o responsável que tem pulso. fase escolar fase do primeiro molar permanente (índice de cariar primeiro) controlar a alimentação -puberdade ex: preguiça de escovar os dentes -descoberta genital. A odontopediatria não é uma especialidade baseada em um conjunto particular de habilidades, mas uma especialidade que engloba todas as habilidades técnicas da odontologia diante de um cenário filosófico de compreensão do desenvolvimento infantil na saúde e na doença. Prevenção, diagnóstico e tratamentos odontologia (odontopediatria) anda de mãos dadas com a psicologia. OMI : formas básicas para o paciente não ter cárie. A base é a EDUCAÇÃO (orientação sobre o controle do açúcar) -> para evitar a doença cárie Liberdade de escolha * (Disbiose do mineral do dente) AÇÚCAR X ESCASSEZ DE ESCOVAÇÃO ODONTOPEDIATRIA -> TRÍADE PACIENTE INFANTIL CD RESPONSÁVEL *deve haver a colaboração do auxiliar também ODONTOLOGIA + PSICOLOGIA @rayanne.pc acolhimento do pequeno paciente independente se o paciente possui alguma síndrome ou não, sempre tratar bem. independentes de ser UBS ou consultório privado. NUNCA FALAR QUE O PACIENTE NÃO TEM NADA Jamais falar a palavra DOR (envolve a questão psicológica do paciente). A criança não pode ser abandonada -> manter a criança sempre na cadeira ( a clinica é um ambiente extremamente perigoso). NÃO FARMACOLÓGICAS NÃO AVERSIVAS Tell show-do TÉCNICAS PARA A ADPTAÇÃO COMPORTAMENTAL NO CONSULTÓRIO 1. mostrar e explicar cada etapa do que será feito. -conversar com a criança -deixar os instrumentos longe da visão do paciente. -passagem de instrumentos de forma discreta. -passar segurança -espelho na bandeja clínica -usar o eufemismo 2.Desensibização -controlar a ansiedade -crianças pequenas (passo a passo) 3. Controle de voz -usar em crianças maiores (birra) -mão na boca da criança NÃO FARMACOLÓGICAS AVERSIVAS lençol pediátrico sedação quando houver necessidade - ambiente hospitalar -variação na tonalidade 4. Distração Uso de meios eletrônicos 5.Recondicionamentos -medo objetivo : trauma -medo subjetivo: medo que alguém coloca. -lençol ou a mãe para conter -- (imobilização física) -abridores de boca -modelagem -mão sobre a boca -joelho a joelho (até 3 anos) ex: sensação de segurança TÉCNICAS FARMACOLÓGICAS Observação DEPENDE DE FATORES COMPORTAMENTAIS INFANTIS - Hábitos de sucção - Respirador bucal - Vedamento labial FATORES SOCIOECONÔMICOS MATERNOS -Nível socioeconômico - Nível de escolaridade - Situação conjugal FATORES GENÉTICOS INFANTIS - teratomas; Embriomas; odontomas - síndromes de down FATORES NUTRICIONAIS INFANTIS - Amamentação - Hábitos nutricionais infantis FATORES BIOLÓGICOS INFANTIS - sexo - idade gestacional - peso ao nascer - raça/ cor Crescimento e desenvolvimento da oclusão decídua ESSENCIAL CONHECECIMENTO DA CRONOLOGIA DE ERUPÇÃO DOS DENTES DECÍDUOS • Particularidades dos dentes decíduos • Ter conhecimento: • Localização • Quadrantes • Anatomia • • Total de 20 dentes decíduos • Ausência de pré- molares A formação da dentição decídua se inicia no 4° mês de vida uterina -> incisivo central Esse dente erupciona a partir do 6° mês de vida Existem os defeitos de desenvolvimento do esmalte como a hipomineralização (DDE) O DDE é um distúrbio no desenvolvimento dental, em que a função ameloblástica é prejudicada, acarretando alterações na estrutura do esmalte dental • Deve-se focar na anamnese da mãe da criança e investigar se houve alguma alteração de temperatura durante a gestação ou obteve alguma virose -> ZIKA VIRUS ESSES DEFEITOS OCORREM PRINCIPALMENTE EM CANINOS E MOLARES DECIDUOS CRONOLOGIA DA ERUPÇÃO DA DENTIÇÃO DECÍDUA @rayanne.pc @rayanne.pc Existe suspeita de haver uma patologia naquele elemento dentário Há também dúvida sobre a realização do procedimento: ENDODONTIA OU EXODONTIA??? É necessário realizar uma radiografia e analisar o dente decíduo e o permanente. Essa analise cautelosa é para não retardar ou para não erupcionar o dente permanente de uma forma errada, necessitando posteriormente de uma força ortodôntica. Nódulos de Bohn: Se apresenta no rebordo alveolar Pérolas de Epstein Se apresenta no palato APINHAMENTO São restos de tecidos epiteliais. Normalmente, esses nódulos desaparecem sem nenhuma intervenção, geralmente, reabsorvem durante os três primeiros meses de vida. @rayanne.pc SINAIS E SINTOMAS aumento de produção de saliva que é considerada uma defesa natural. aumento de temperatura (febre) Irritação Mão na boca (coceira) Edemaciada (inchaço) O que prescrever? CRIOTERAPIA PEITOLÉ Leite materno gelado para diminuir a irritação. Mordedores Chá de camomila Torrada/ pão seco Cenoura gelada Fralda embebida de chá de camomila Alivio MEDICINAIS - Terminar o rompimento dele Cisto de erupção - EXTRA-OSSEA - CAPSULA OSSEA NÃO CONSEGUE DEGENERAR - - RETIDO EM TECIDO MOLE - PRESENTE EM PACIENTE COM MAIOR QUERATINIZAÇÃO DA GENGIVA FOLICULO DENTÁRIO PODE NÃO ROMPER - Não cresce tanto TRATAMENTO - Incisão Ex: � O paciente apresentava a gengiva, na região correspondente ao incisivo central superior direito permanente em erupção, dilatada e azulada e relatava desconforto e dor. A ulectomia foi o tratamento de eleição e este procedimento envolve a anestesia local da mucosa gengival, incisão circunferencial em torno do bordo mesial do dente, exérese do tecido, exposição dental e hemostasia. Pode-se observar que a ulectomia é uma técnica cirúrgica que possibilita a livre erupção do dente retido, de fácil execução para o profissional e de rápida recuperação para o paciente. Caso Clínico @rayanne.pc A ulectomia consiste na remoção do tecido gengival fibroso, mais conhecido como “capuz”, que recobre a coroa do dente permanente/decíduo não irrompido ou parcialmente irrompido. Já a ulotomia, consiste apenas na abertura da mucosa através de uma incisão, sem remoção de tecido gengival. acontece devido algum vaso que está sendo pressionado e não foi reabsorvido. É necessário manter um acompanhamento do caso. Realização da ulectomia ou ulotomia. O cisto de erupção ou hematoma de erupção: Pode haver variações na cronologia da erupção dos dentes decíduos? Dente Natal: O bebê nasce com o elemento dentário já em boca. Dente neonatal: Seu aparecimento é em até 30 dias dias após o nascimento. doença de riga-fede É uma ulceração traumática na superfície ventral da língua comumente associada a dentes natais ou neonatais. Esta lesão pode resultar em uma inadequada sucção do leite e alimentação, colocando o recém-nascido em risco de deficiências nutricionais. Abaixo da língua do bebê há uma ulceração que possui uma borda cortante/ lâmina Analisar o grau de mobilidade do dente (exodontia) Por possui uma borda cortante, pode-se realizar polimentos com uma polidora ou uma tira de poliéster. Sequência de erupção dos dentes decíduos Desenvolvimento da oclusãoem decíduos • Analisar a localização da linha média (região interpapilar) • Identificar o tipo de arco • Analisar a distância Inter canina e intermolar Classificação de Baume - Diferenças entre os arcos - A presença de espaços é para compensar e propiciar o diâmetro mesiodistal dos dentes permanentes - Analisar a distância Inter canina e intermolar @rayanne.pc Tipos de arcos arco tipo I Espaços primatas Essa classificação é para dentes decíduos (não serve para a dentição permanente). Esses espaços propiciam o diâmetro mesiodistal dos dentes permanentes. Há a presença de pseudo- diastemas (espaços) O índice de cárie interproximal é reduzido arco tipo Ii Sem a presença de pseudo- diastemas (espaços) O índice de cárie interproximal é elevado Escassez do uso de fio dental Relação de oclusão(caninos) ´´guia canina`` Classe I: A cúspide do canino superior oclui CENTRALIZADA entre o canino inferior e o primeiro molar inferior. Classe II: A cúspide do canino superior oclui MESIALIZADA entre o canino inferior e o primeiro molar inferior. Classe III: A cúspide do canino superior oclui mais para a DISTAL entre o canino inferior e o primeiro molar inferior. Classificação DE ACORDO COM A LINHA MÉDIA @rayanne.pc Profunda Cruzada anterior Cruzada posterior Relação de oclusão(MOLARES) CLASSE i CLASSE iI CLASSE iII (RETA PARALELA) (DEGRAU PARA MESIAL)) (DEGRAU PARA DISTAL)) Tipos de Mordidas Aberta anterior Normal Encaixe caixa @rayanne.pc Overjet O overjet normal é até de 3 á 4 mm. É a distancia entre as bordas incisais dos incisivos superiores e inferiores. Explicação Overbite Explicação O overbite é em sentido vertical Existem 3 tipos Normal (encaixe caixa) Moderada (cobre +- os incisivos inferiores) Severa (cobre muito os incisivos inferiores) @rayanne.pc Cariologia Por muito tempo a cárie foi considerada uma doença crônica, mutiladora e prevalente na sociedade. Durante muitos anos o modelo aceito para explicação do processo etiológico da cárie foi a Tríade de Keyes(1960). Ela era baseada em três fatores principais: dieta rica em carboidratos fermentáveis, o biofilme dental e o hospedeiro. Modelo de Newbrun: Com o passar do tempo, a cárie passou a ser considerada uma ALTERAÇÃO Doença bacteriana Não transmissível Relacionada com a presença de biofilme e o consumo de açúcar. BIOFILME: Comunidade de microrganismos aderidos sobre a superfície do dente. O biofilme fermenta os carboidratos presentes na dieta e permite a liberação de ácidos causando a desmineralização do dente, pode haver o surgimento de cavidades. Tipo de carboidrato Sacarose frequência da ingestão ETIOLOGIA -> DOENÇA MULTIFATORIAL E SOCIECONÔMICA. Microrganismos + hospedeiro + substrato+ tempo SUBSTRATO (variação do PH) Processo DESRE DESMINERALIZAÇÃO X REMINERALIZAÇÃO Processo Des-Re: se dá quando o pH do esmalte está abaixo de 5,5 – quando o esmalte mais perde íons cálcio e fosfato do que ganha, ou seja, mais desmineralização. Com a presença do flúor, esse limite de pH crítico do esmalte aumenta para 4,5. *Já na dentina, a progressão da cárie é mais rápida, já que seu pH crítico é 6,5. Há diversos tipos de bactérias Streptococcus mutans Lactobacilos Actinomyces MICROBIOLOGIA @rayanne.pc Com a presença de ácidos provenientes da fermentação microbiana dos carboidratos da dieta, com o tempo, há a desmineralização dos tecidos duros do dente. Esses fatores interagem na colonização e estabelecimento dos microrganismos cariogênicos na comunidade microbiana, o biofilme dental. Opaca Rugosa Porosa Amolecida acastanhada Opacidade em esmalte Aspecto úmido Lisa Brilhante Coloração pode variar do branco ao mais escurecido. Lesões ativas em esmalte: Lesões ativas em dentina: Mancha branca inativa: Apresenta células e moléculas na sua composição (imunidade adaptativa). Ação bactericida e bacteriostática (defesa contra infecções, como a cárie). A composição e fluxo salivar participam da regulação da progressão da doença. Xerostomia ou hiposalivação SENSAÇÃO DE BOCA SECA Maior chance de ter cárie Possui a capacidade de tampão Faz parte do processo des-re e neutralização dos ácidos (modulação do PH) Camada acelular Formação instantânea Adesão de bactérias (atrai íons e bactérias - BIOFILME) Não causa danos Protege esmalte Reserva de flúor É necessário aumentar a quantidade de saliva através de estimulação. Não adere na zircônia Sua formação é após 8 horas Sobre o biofilme dental: É difícil criança ter periodontite A presença de gengivite é frequente Película adquirida Saliva controle o controle da presença de biofilme aderido a superfície do dente de se dá a ESCOVAÇÃO + CONTROLE DE ACUCAR NA DIETA. O processo DES-RE ocorre constantemente. DIAGNÓSTICO Avaliar a extensão da lesão Observar se há a presença de cavitação Analisar a ativação das lesões Dentes com aspecto de derretido pode ser indicativo que o paciente tenha refluxo (erosão). Pacientes com bruxismo, a estrutura dentária apresenta ângulos cortantes. @rayanne.pc A cavidade bucal é a principal porta de entrada de agentes infecciosas que enfrentam a primeira barreira de defesa do organismo: A SALIVA A progressão da cárie geralmente acontece de forma lenta e alguns fatores do hospedeiro podem auxiliar na sua formação ou controlar o seu crescimento. Dentre eles, a anatomia dos dentes com sulcos profundos e apinhamentos dentários que favorecem a colonização bacteriana, devido à dificuldade de sua remoção durante a higienização bucal (acúmulo de bactérias cariogênicas no biofilme dental). A cavidade bucal é a principal porta de entrada de agentes infecciosas que enfrentam a primeira barreira de defesa do organismo: A SALIVA Biofilme dental Comunidades bacterianas ligadas a uma superfície. Microrganismos organizados Inicia seu desenvolvimento a partir da deposição de uma camada amorfa, acelular, carregada negativamente que se deposita sobre a sua superfície dentária denominada película adquirida. Essa película atua como uma proteção de estrutura dentária contra a atrição, difusão de ácidos, entretanto é um sítio para adesão de microorganismos. @rayanne.pc A progressão da cárie Educação: orientação sobre higienização dependendo do estágio da lesão cariosa, controlar o biofilme. A desmineralização acontece muito rápido (10 minutos). Remineralização: Leva 30 minutos para acontecer Como prevenir a progressão? mancha branca ORIENTAR CONTROLAR HIGIENIZAÇÃO FLUORTERAPIA MANCHA BRANCA NO TERÇO CERVICAL PRESENÇA DE PROCESSO INFLAMATÓRIO, A GENGIVITE. Anamnese Exame clínico Orientar Planejamento Evidenciador de placa (opcional) Profilaxia Aplicação tópica de flúor FLUORTERAPIA (GEL OU VERNIZ) TRATAR @rayanne.pc DENTIFRÍCIO 1000 á 1500ppm 500 ppm ou sem flúor só remove biofilme Defeitos do esmalte dentário DDE - HMIDDE - HMI A hipomineralização é considerada um defeito que ocorre durante o período da odontogênese. Odontogênese é o período em que os elementos dentários são formados. Esse defeito ocorre durante a atividade celular dos ameloblastos. Essas células podem apresentar sensibilidade e alterações sistêmicas ou locais. Pode se apresentar na dentição decídua ou permanentes. Podendo acometer molares e incisivos As principais consequências: Cárie e Hipersensibilidade As anomalias podem acontecer em diferentes estágios da amelogênese. Amelogênese imperfeita. Exemplo é a síndrome de tuner. Associada com a quantidade insuficiente de minerais no esmalte dentário. Hipoplasia: Relacionada com a qualidade do esmalte. hipomineralização molar-incisivo e fluorose. ETIOLOGIA É DESCONHECIDA. Hipomineralização: Multifatorial Nos 3 primeiros anos: febre alta, infecções doenças gastrointestinais. O uso de medicamentos durante o período da odontogênese É considerado um problema de saúde pública. Etiologia Classificações @rayanne.pc Esmalte poroso; Frágil; Opacidade demarcada; Suscetível a doença cárie; Coloraçãodo esmalte varia do branco ao amarelo/acastanhado; Propenso a fraturas e a lesões. Higienização adequada e eficiente. Uso de dentífrico fluoretado Vernizes. CIV - ionômero de vidro (liberação de flúor). Selantes resinosos. Resina. Tratamentos Características clínicas Observação Anotações @rayanne.pc Odontológicos Materiais Infiltrantes Selantes Ionômero de vidro (CIV) Associação entre o pó do cimento de silicato. Baixa alteração dimensional. Liberação de flúor. Habilidade de unir quimicamente à estrutura dentária. Baixa toxicidade. Agitar o frasco antes do uso - partículas de sílica. RESTAURADOR: Pega presa com uma maior velocidade. FORRADOR Pode deixar o CIV restaurador como forrador -> rebaixa o civ e realiza a restauração com resina compostas. No entanto, o material forrador não serve como restaurador. Se difere no tempo de presa. O ionômero restaurador e forrador se iguala na quantidade de flúor que é liberado. ATAQUE ÁCIDO -> ÁCIDO FOSFÓRICO 37% 15 SEGUNDOS EM ESMALTE 7 SEGUNDOS EM DENTINA FRAGILIDADE QUIMICAmenteQUIMICAmente Ativada quimicamente -> O processo pode ser acelerado com o fotopolimerizador. VASELINA/ ESMALTE OU VERNIZ Fotopolimerizador + GLASS + Atua O glass atua com a mesma função que a vaselina/esmalte. Tipos @rayanne.pc O principal objetivo do uso dessas substâncias como vaselina,glass, esmalte e verniz: Perda ou ganho de H2O (água) Esses materiais atuam no vedamento ou selamento. Evita com que a restauração absorva água após o contato com o líquido. É o fenômeno de sinérese ou embebição: O USO DE ÁCIDO POLIACRÍLICO 10-12% CONDICIONAMENTO X ATAQUE ÁCIDO(FOSFÓRICO 37%) Lava Seca com bolinha de algodão Desumidificação das fibras colágenas. 1. 2. 3. Liberação de íons para a adesão química líquido do ionômero usar a microbrush e friccionar o material nas paredes do dente. Não lava Seca 1. 2. 3. 4. 5. Resinas e compômeros Vantagem: estética. Desvantagem: desgaste -> porosidades -> manchamento Fator C (estresse de polimerização) - contração da resina - > infiltrações. Incrementos de 2 mm - Bulk fill 5 mm 1. 2. 3. 4. Semelhantes adesão química+mecânica Amálgama Amálgama é uma liga metálica formada pela reação do mercúrio com outro metal. Um dos melhores materiais na odontologia. Desvantagem: Estética Pode fazer apenas com um isolamento relativo. Cention N Substitui o amálgama 2 frascos Líq + pó = mistura Inserção em incremento único Pressão digital com glicerina Maior resistência a mastigação e a tensão Mais estético Tempo de presa: Rápido CIMENTADOR: Fluído, menor liberação de flúor e contribui para a formação de uma película. Núcleo: usa menos na odontologia. @rayanne.pc DENTÍSTICA DENTÍSTICA Na odontopediatria @rayanne.pc Os planejamentos de tratamentos odontológicos devem ser realizados dentro da filosofia de mínima intervenção, Promoção de Saúde considerando o paciente como um todo e com base em evidências científicas consistentes . O isolamento do campo operatório é uma condição essencial para a realização de restaurações duráveis e de boa qualidade. Existem duas opções para realizarmos isolamento do campo operatório: relativo e absoluto. 1. Acesso direto ao dente 2. Ausência de umidade 3. Melhor visibilidade 4. Ambiente mais asséptico 5. Protege tecidos moles 6. Diminui tempo de trabalho (menos cuspideira) 7. Reprime movimentos da língua e bochecha 8. Melhora propriedades dos materiais 9. Reduz risco de deglutir ou aspirar resíduos Remoção de tecido cariado Infiltrações Amálgama Adesivos Quando é necessário realizar afastamento gengival Pacientes com necessidades especiais Usado em casos de: Contraindicações: Dificuldades respiratória Erupção incompleta - divergência de dentes Pacientes alérgicos ao látex Vantagens MaTERIAIS Utilizados Lençol de borracha Arco de ostby Arco de young Arco dobrável Arcos GramposGrampos Pinça Palmer/porta grampo Grampos Fio dental ObservaçãoObservação Isolar apenas um dente quando o preparo for de uma superfície dentária, no entanto quando for restaurações de duas faces ou estéticas, é importante isolar dentes adjacentes. Isolamento absoluto Isolamento Relativo Em diversas situações clínicas não é possível fazer adequado isolamento absoluto. Para obter bom isolamento relativo é importante lembrar os locais por onde a saliva é expelida. O fluxo salivar é expelido principalmente pelas glândulas parótida, sublingual e submandibular. Quando a opção for Isolamento Relativo, que seja o mais absoluto possível @rayanne.pc TRATAMENTO RESTAURADOR TRATAMENTO RESTAURADOR Acesso a lesão Uso de colher de dentina afiada ou broca de baixa rotação para a remoção de tecido cariado em dentina. Remoção seletiva - Remove toda a dentina infectada das paredes circundantes. Dependendo da profundidade da cavidade, pode deixar parte da dentina infectada. Observação: em criança a condição de pulpite ou hiperemia, a dor passa muito rápido -> Necrose Tipos de agentes protetores Base ou Forro Profundidade CIV pode ser usado dependendo da espessura da cavidade. O melhor forrador, protetor é a própria dentina. Não ha material ideal CIV pode ser usado dependendo da espessura da cavidade. Quando parar de remover? O fator determinante na remoção do tecido cariado é a resistência da dentina. As paredes circundantes devem ficar livres de tecidos cariados para propiciar selamento periférico adequado da cavidade visando interromper circuito metabólico das bactérias remanescentes na cavidade com o meio bucal. Quando se usa amálgama Pode-se usar o flúor como agente de limpeza com o auxilio de bolinha de algodão friccionando. Bactericida - estimula a formação de fluorapatita. Hemostático Mistura do pó + água Serve para lavar a cavidade. Solução de hidróxido de cálcio @rayanne.pc CARIOSTÁTICOSCARIOSTÁTICOS Diamino fluoreto de prata é conhecido como solução cariostática, apresenta em sua composição hidróxido de amônia, nitrato de prata, hidróxido de cálcio, ácido fluorídrico e solvente. Dessensibilizante + Ag (prata) Aplicação única Escurece dentina 10% 12% 38% Possui eficácia, mas o inicio de sua ação é demorada. Eficácia @rayanne.pc Tr at am en to Re stau rador Atraumático (TRA) A cárie ainda tem grande impacto na saúde de crianças brasileiras e o tratamento restaurador continua sendo importante, desde que aplicado somente quando necessário. o Tratamento Restaurador Atraumático (TRA) que, embora desenvolvido nas décadas de 80 e 90. 1. para ser aplicado em comunidades sem acesso a infraestrutura mínima para aplicação da odontologia convencional. 2. Permite a manutenção de estrutura dental sadia através da remoção seletiva de cárie com instrumentos manuais e restauração com Cimento de Ionômero de Vidro (CIV) de alta viscosidade; redução do número de exposições pulpares, reduzindo endodontias e exodontias, menor estresse e ansiedade do paciente, visto que raramente causa dor, não necessitando de anestesia. 3. Método econômico. Redução de custos. 4. Menor tempo clínico e menos dolorosa > ótima alternativa para a odontopediatria. 5. Promoção de saúde e prevenção da cárie. As principais falhas clínicas da utilização do TRA está relacionada com habilidade e performance do operador. Nessa perspectiva, a ausência de capacitação ou treinamento específico da equipe (cirurgião- -dentista e auxiliares) para desenvolvimento da expertise pode explicar a desmotivação e o baixo resultado para com o desenvolvimento do protocolo de atendimento fundamentado no Tratamento Restaurador Atraumático. O TRA pode ser considerado vantajoso para todos os agentes relacionados: Não necessita de equipamentos odontológicos. Não necessita anestesia. Não exige isolamento absoluto. Recidiva de cárie é baixa devido o uso de CIV de alta viscosidade. Sem dor > paciente tranquilo Reparos quando necessário são simples e rápidos. • Devido à utilização de instrumentos manuais na remoção seletiva da dentina cariada, a estrutura dental com organizaçãode canalículos dentinários é preservada, o que explica a ausência de dor e com isto, há uma redução da ansiedade; • Por ser uma técnica simplificada e rápida, geralmente a equipe consegue restaurar vários elementos, reduzindo o número de retornos até a alta do paciente, com isto a ausência ao trabalho e escola deixa de ser um empecilho à frequência ao tratamento odontológico. @rayanne.pc • Acesso à lesão. Pelo CD. A cavidade pode estar aberta e o acesso já ter ocorrido pela cárie. Caso não haja acesso, utiliza-se o Opener (Duflex, Brasil) ou um machado ou cinzel. • Alargamento da lesão. Pelo CD. Para saber se há necessidade de alargar a lesão, utilizar uma colher de dentina pequena e tentar remover a cárie necrosada. Caso o instrumento não consiga remover o tecido, utilizar o Alargador (Duflex, Brasil) ou o mesmo machado ou cinzel. • Remoção seletiva de cárie. Pelo CD. A remoção de cárie deve ser feita de forma muito suave, removendo apenas o tecido totalmente amolecido, necrosado. Isto não significa que este procedimento não deva ser cuidadoso e minucioso, principalmente sob as cúspides e na linha amelo-dentinária. • Remoção seletiva de cárie dos dentes vizinhos. Pelo CD. Caso haja cooperação e necessidade, aproveitar para trabalhar nos dentes adjacentes. 1. 2. 3. 4. • Espatulação do CIV de alta viscosidade. Pelo TSB ou ASB. O CIV exige uma dosificação cuidadosa e espatulação preferencialmente com espátula de plástico, de forma precisa, com atenção para não alterar a relação pó/líquido indicada pelo fabricante. Os CIVs de alta viscosidade não podem ser substituídos por CIVs convencionais para restauração sob o risco das restaurações falharem precocemente. • Isolamento relativo. Pelo CD ou TSB. Inclinar a cabeça do paciente para o lado oposto ao da(s) cavidade(s), para reduzir a contaminação por saliva. A equipe deve estar atenta à troca dos roletes de algodão assim que estiverem úmidos. • Secagem da cavidade. Pelo CD ou TSB. Com a pinça de algodão, utilizar bolinhas de algodão previamente feitas para esta etapa. • Inserção do CIV na cavidade. Pelo CD ou TSB. Utilizar espátula 1 ou esculpidor TRA (Duflex, Brasil). Caso exista a possibilidade de inserir o material com pontas tipo centrix, haverá menor introdução de bolhas, o que melhora a qualidade da restauração. • Aplicação do CIV nas fóssulas e fissuras dos dentes vizinhos. O selante nos dentes vizinhos aumenta a exposição do quadrante ao flúor. • Pressão digital. Pelo CD ou TSB. A pressão digital sobre o(s) dente(s) pode ser feita com o dedo indicador ou com o dedo polegar durante 4 a 5 minutos com objetivo manter a compressão no CIV durante sua geleificação e evitar a contaminação do material com a saliva neste momento crítico. • Remoção dos excessos. Pelo CD. Utilizar o esculpidor TRA (Duflex, Brasil). Quando necessário, utilizar carbono para ajuste oclusal. Nas proximais, utilizar fio dental e, eventualmente, tiras de polimento. • Orientações. Não mastigar por 1 hora. Alimentação pastosa por 24 horas. 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. Passo a passo Passo a passo @rayanne.pc Link vídeo Evidências científicas, demostram que as coroasEvidências científicas, demostram que as coroas metálicas pré-formadas são a melhor forma de semetálicas pré-formadas são a melhor forma de se conseguir um selamento marginal efetivo e, queconseguir um selamento marginal efetivo e, que as bactérias quando são isoladas do substratoas bactérias quando são isoladas do substrato não causam progressão da lesão de cárienão causam progressão da lesão de cárie dentária.dentária. Estas coroas são cimentadas com cimento deEstas coroas são cimentadas com cimento de ionômero de vidro, que têm como vantagem aionômero de vidro, que têm como vantagem a libertação de flúor provocando um efeitolibertação de flúor provocando um efeito bacteriostático e aderem quimicamente aobacteriostático e aderem quimicamente ao esmalte e à dentina.esmalte e à dentina. Técnica de HallTécnica de Hall 1. Na primeira consulta, colocam-se os1. Na primeira consulta, colocam-se os separadores ortodônticos nos espaçosseparadores ortodônticos nos espaços interproximais (mesial e distal), do dente ainterproximais (mesial e distal), do dente a reabilitar, estes separadores vão permitir criar umreabilitar, estes separadores vão permitir criar um espaço, de forma a facilitar a inserção da coroaespaço, de forma a facilitar a inserção da coroa metálica pré-formada, sem interferências com osmetálica pré-formada, sem interferências com os pontos de contactos com os dentes adjacentes.pontos de contactos com os dentes adjacentes. Na segunda consulta, três a sete dias após aNa segunda consulta, três a sete dias após a colocação dos separadores ortodônticos,colocação dos separadores ortodônticos, seleciona-se o tamanho e coloca-se a coroaseleciona-se o tamanho e coloca-se a coroa metálica pré-formada. A coroa é colocada sem ometálica pré-formada. A coroa é colocada sem o recurso a anestésico, sem a remoção do tecidorecurso a anestésico, sem a remoção do tecido cariado e é cimentada com cimento de ionômerocariado e é cimentada com cimento de ionômero de vidro auto-polimerizavel.de vidro auto-polimerizavel. O acompanhamento deve ser clínico eO acompanhamento deve ser clínico e radiográfico aos três meses, seis meses e um anoradiográfico aos três meses, seis meses e um ano após a colocação da coroa. Posteriormente, oapós a colocação da coroa. Posteriormente, o controlo será uma vez por ano, cujo o objetivo acontrolo será uma vez por ano, cujo o objetivo a longo prazo é que a esfoliação do dentelongo prazo é que a esfoliação do dente reabilitado seja bem sucedida.reabilitado seja bem sucedida. A técnica de Hall (TH) é uma opção de tratamento deA técnica de Hall (TH) é uma opção de tratamento de lesões de cárie primária nos molares decíduos, com olesões de cárie primária nos molares decíduos, com o recurso à utilização de uma coroa metálica pré-recurso à utilização de uma coroa metálica pré- formada. Esta técnica tem algumas particularidades,formada. Esta técnica tem algumas particularidades, como por exemplo, não se utiliza anestésico local, nãocomo por exemplo, não se utiliza anestésico local, não se remove a lesão de cárie dentária e não sese remove a lesão de cárie dentária e não se prepara/desgasta o dente para a colocação da coroa.prepara/desgasta o dente para a colocação da coroa. O protocolo da TH é simples, rápido e requer muitoO protocolo da TH é simples, rápido e requer muito pouco material para a sua execução, apenaspouco material para a sua execução, apenas separadores ortodônticos, coroa metálica pré-separadores ortodônticos, coroa metálica pré- formada, cimento de ionômero de vidro, rolos deformada, cimento de ionômero de vidro, rolos de algodão e gaze.algodão e gaze. IndicaçõesIndicações Contraindicações Contraindicações vantagens vantagens desvantagens desvantagens A técnica de Hall A técnica de Hall em odontopediatria em odontopediatria @rayanne.pc Concluíram que a DVO aumenta aproximadamente 2 milímetros imediatamente após a colocação da coroa, que após 15 dias diminui 1 milímetro e após 30 dias a DVO volta a sua altura inicial, ou seja, antes da colocação da coroa metálica pré- formada. A colocação de uma coroa metálica pré- formada sem que se faça uma preparação/desgaste no dente, vai obrigatoriamente levar a um aumento da altura da coroa do dente e, portanto, vai se verificar uma sobreoclusão. Link vídeo@rayanne.pc Coroa de zircôniaCoroa de zircônia Na odontopediatria Função e estética. Biocompatibilidade e excelentes propriedades mecânicas. Dióxido de cerâmica policristalino resultante da transição do metal zircónio Em odontopediatria, as coroas pré-formadas são utilizadas para reabilitar dentes decíduos em inúmeras situações clínicas, permitindo reabilitar quer dentes anteriores, quer molares cujas coroas se encontram amplamente destruídas e/ou apresentam tratamentos pulpares. As coroas são essenciais para estabelecer a oclusão dentária,estabilizar o ritmo mastigatório e demonstram efeitos favoráveis nos reflexos dos músculos mandibulares. O uso de coroas na dentição decídua está indicado nas seguintes situações clínicas: defeitos de desenvolvimento dentário, dentes fraturados, após tratamento pulpar, restauração de dentes cariados, pacientes com elevado risco de cárie, em situações de elevado desgaste dentário e como abutments para mantenedores de espaço na arcada dentária Na dentição decídua, a cárie dentária, principalmente a cárie precoce da infância, corresponde a uma doença comum que influencia negativamente a qualidade de vida das crianças. As coroas pré-formadas de zircônia foram introduzidas recentemente na prática clínica odontopediátrica. Disponíveis tanto para dentes anteriores, como para molares decíduos, são uma nova alternativa de tratamento, que possibilita que os odontopediatras ofereçam aos seus pacientes resultados estéticos superiores. Boas propriedades mecânicas. Não é solúvel a água. Não é tóxico. Não favorece a adesão bacteriana. Radiopacidade. Baixa corrosão Resistência ao impacto Resistência ao desgaste 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. Não podem ser modificadas (testar antes de cimentar). Custo elevado. Em casos de fratura a coroa tem que ser totalmente substituída. A descida de temperatura induz tensões significativas na estrutura da zircônia, tornando-a rígida e impedindo-a de acompanhar a expansão que ocorre. Este stress interno, pode ser responsável por fraturas devastadoras, ou pelo menos promover um stress residual, que por sua vez promove a propagação de fissuras ao longo do tempo. vantagens vantagens desvantagens desvantagens @rayanne.pc @rayanne.pc Em caso de mancha branca Ex.: Fluorose A mancha branca precisa está inativa. Para inativar a mancha branca, usar de fluorterapia. Pressão Segue um sistema com ácido clorídrico e etanol. Quanto mais desidratar a superfície naquela região, maior a penetração. Usados em fóssulas, fissuras e cicatrículas. Selante resinoso: Presença de Bis-GMA Selante Ionomérico: liberação de flúor Avaliar a presença de lesões proximais Avaliar se o paciente tem um alto risco de cárie Profundidade Resinoso: usa o ácido fosfórico 37% Ionomérico: usa o ácido poliacrílico A presença de uma cavidade. Os princípios para utilizar os materiais: Infiltrantes Selantes É necessário analisar a história odontológica (Mau higienização) Os selantes vão sem utilizados quando não houver cavidade, ou seja, a área precisa ser superficial. Restauração PrincípiosPrincípios @rayanne.pc Escolha do tipo de material DiagnósticoDiagnóstico Queixa principal Anamnese História odontológica Exame clínico: Extrabucal e intrabucal Odontograma Dieta alimentar Exames complementares: imagem e laboratorial Diagnóstico A base é a EDUCAÇÃO Dentística Cirurgia Endodontia Em caso de urgências como trauma, não realizar a profilaxia antes. Para realizar o exame clínico, o campo precisa está limpo, seco e bem iluminado (princípios). Realizar profilaxia Avaliação inicial e urgência Adequação do meio bucal Selamento da cavidade aberta Exodontia Tratamento endodôntico Tratamento restaurador Ortodontia preventiva Profilaxia e aplicação tópica de flúor Ficha clínica Plano de tratamento O osso da criança é mais esponjoso, a dor alivia de forma mais rápida. Exame clínico 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. @rayanne.pc Sobre os procedimentos realizados em crianças: Começar do MENOS invasivo para o MAIS invasivo. RadiografiasRadiografias @rayanne.pc O exame radiográfico é considerado um exame complementar que não pode ser usado como único método para confirmação de um diagnóstico. Criança está passando pelo o processo de diferenciação celular. A criança está em formação. Avaliar o desenvolvimento dentário. Decisão-> endodontia ou exodontia Analisar o estágio de Nolla do germe permanente. Avaliar anomalias dentárias Lesões cariosas Lesões dentárias traumáticas A criança não deve ser exposta aos raios sem necessidade. Ex.: o dente já está mole - processo de rizólise. O uso de radiografias só é necessário quando não foi possível a confirmação do diagnóstico. Uso do colete de chumbo para proteção da criança. Filmes/películas radiográficas. O responsável deve ficar com a criança. Manobras Objetivos Cuidados O filme radiográfico periapical Usado para analisar a distância do germe do dente permanente. A criança morde o filme (parecido com o filme oclusal). Uso de posicionadores infantis. Filme radiográfico infantil (USADO PARA DENTES POSTERIORES) A técnica do paralelismo é a mais ideal. Técnica interproximal é com o filme periapical dobrado. Observação AnestesiaAnestesia É necessário ter o conhecimento sobre anestesiologia na odontopediatria. Bloquear reversivelmente a condução nervosa. Célula nervosa -> neurônio. Controle da dor Não existe anestésico ideal (dependendo da quantidade, pode haver uma resposta tóxica do organismo). É necessário ter conhecimento sobre o tipo de sal anestésico a ser utilizado em cada caso. Ex.: A lidocaína sem vasoconstritor não tem eficiência. Mas pode ser utilizada quando o dente se encontra em um grau de mobilidade consideravelmente grande. A anestesia tópica contribui para a aceitação do anestésico. Ter conhecimento sobre: Duração, profundidade, domínio de técnicas, farmacologia e toxicidade. Os anestésicos possuem ação vasodilatadora: @rayanne.pc Os vasoconstritores Contrai os vasos sanguíneos. Diminui o fluxo sanguíneo. Diminui a toxicidade. Aumenta o efeito do anestesia (duração). Felipressina: Usar com cautela em gestantes. Pode haver contração dos músculos, e o bebê pode nascer prematuro. Prilocaína deve ser evitada em gestantes. Pode induzir a formação de metemoglobina. Sindrome do bebê azul. METEMOGLOBINEMIA Observação @rayanne.pc ANESTESIA EM ODONTOPEDIATRIA E deve ser calculada de acordo com o peso da criança. Para uma criança que o reponsável relata na anamnese ser portadora de metamoglobinemia congênita, pesar 30kg e precisa ser submetida a um a exodontia. O anestésico a ser utilizado é a lidocaína 2% com adrenalina. A quantidade de anestésico a ser administrada também é um fator importante. Para esse paciente poderá se utilizado, no máximo 3,5 tubetes por sessão. Lidocaína Lidocaína 2 % com epinefrina 1:100.000 Primeira escolha em crianças para controle da dor em procedimentos odontológicos. Mepivacaína Com vasoconstritor: indicada para cirurgias. Sem vaso: indicada para crianças asmáticas. Prilocaína Indicada para procedimentos de duração intermediária. Contraindicada para crianças asmáticas ou que possuem anemia, em razão da possibilidade de metaemoglobinemia. Articaína Difunde-se melhor nos tecidos. Indicada para procedimentos cirúrgicos. @rayanne.pc Observação