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Adenomas Hipofisários Não Funcionantes e Hipopituitarismo

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- O hipotálamo constitui menos de 1% do volume cerebral. 
- É o centro de integração de funções que mantem a homeostase (equilíbrio) 
e coordenam as funções endócrinas, autonômicas e comportamentais. 
- Através do sistema vascular ocorre a migração das substâncias que vão 
ativar ou inibir as substâncias hipofisárias, e essas, por sua vez, caem na 
corrente sanguínea e atingem seus órgãos-alvos. 
 
- O hipotálamo é formado por vários neurônios, sendo os principais os 
núcleos paraventriculares e os núcleos supraóticos, pois são os 
prolongamentos destes que irão formar a hipófise posterior. 
- A região tuberal do hipotálamo contém neurônios que secretam 
substâncias que, via porta-hipotálamo-hipofisário (sistema vascular), 
modificam a síntese e a secreção da adenohipófise (hipófise anterior). 
- Controla também as funções da neurohipófise (hipófise posterior), por 
meio da liberação de ocitocina e vasopressina (ou ADH – hormônio anti-
diurético), hormônios produzidos nos NPV (neurônios paraventriculares) e 
NSO (neurônios supraópticos). 
- As hipófises anterior e posterior possuem origem embriológica diferente. 
Giovanna Lopes 
- Qualquer lesão na haste hipofisária compromete a função da hipófise, 
temporariamente (edema cerebral por conta de uma concussão cerebral -> 
hipopituitarismo temporário) ou definitivamente. 
 
- A hipófise ou glândula pituitária é formada de células secretoras com um 
rico aporte vascular arterial e venoso, juntamente com as células 
neurosecretórias (que se resumem à hipófise posterior). 
- Possui 2 partes separadas, ou seja, quando há uma insuficiência hipofisária 
anterior, na maioria das vezes não há uma insuficiência da posterior. E 
quando há uma insuficiência das 2 partes (de toda a hipófise), chamamos de 
pan-hipopituitarismo. 
- Quando há uma concussão cerebral, por exemplo, não há deficiência da 
hipófise posterior em razão dela não necessitar do aparato vascular que a 
adenohipófise precisa, pois os hormônios já vão formados e apenas ficam 
armazenados na neurohipófise. 
- Qualquer processo que comprima a eminência mediana e o infundíbulo vão 
atrapalhar a formação de hormônios na adenohipófise. 
- A proximidade da lesão com o quiasma óptico define, muitas vezes, se a 
conduta será cirúrgica ou clínica, pois uma compressão grave do quiasma 
óptico pode levar à cegueira. 
o Eminência Mediana -> É a ligação funcional entre o hipotálamo e a 
hipófise, é o que forma a haste hipofisária. 
o Haste -> Tecido glandular, vascular e neural. O tecido vascular leva 
suprimentos e os fatores hipofisiotróficos (fatores hipotalâmicos que 
atuam na hipófise) pelo sistema porta-hipofisário até a hipófise. 
o Neural -> Trato supraóptico-hipofisário e paraventricular-
hipofisário, formando a neurohipófise. 
- É localizado no interior da sela túrcica, no osso esfenoide, na base do 
crânio, e é conectada com o hipotálamo pela haste hipofisária. 
- Mede cerca de 12 a 15mm no seu diâmetro maior e pesa 0,5 a 0,6g. 
- A hipófise aumenta fisiologicamente na puberdade e na gestação. 
A abordagem cirúrgica transesfenoidal é uma boa opção. A hipófise possui 
uma íntima relação com a artéria carótida no seio cavernoso e uma íntima 
relação com alguns pares cranianos, como o nervo oculomotor, troclear, 
abducente, porção oftálmica e maxilar do nervo trigêmeo. 
Se houver um crescimento para-selar da hipófise pode haver um 
comprometimento dos nervos para-cranianos relacionadas, mas também 
pode crescer para a área do seio cavernoso, o que pode deixar um tumor 
residual que necessitará de radioterapia, por ser perigoso demais de 
retirar. Se houver um crescimento supra-selar da hipófise pode haver um 
comprometimento do quiasma óptico. Se houver um crescimento infra-selar 
da hipófise pode haver uma erosão do osso esfenoidal e até ocorrer uma 
liquorreia (rinorreia de líquor) -> crescimento incomum. 
 
- Os adenomas de hipófise não funcionantes são clinicamente silenciosos, 
pois eles possuem secreção, mas é tão mínima que não chega a dar quadro 
clínico, diferente dos adenomas funcionantes, como o prolactinoma, que gera 
quadro de amenorreia, galactorreia; assim como também o somatotropinoma, 
que cursa com a acromegalia; e também o Cushing que está relacionado com 
o hipercortisolismo, entre outros. 
 
- A adenohipófise produz: 
o TSH (hormônio tireoestimulante) -> tireoide. 
o ACTH (hormônio adrenocorticotrófico) -> córtex da suprarrenal. 
o FSH/LH -> gônadas (ovários e testículos -> testosterona e 
estrogênio). 
o GH -> ossos e cartilagens. Também estimula o IGF1 (fator de 
crescimento insulino-like 1) no fígado. 
o Prolactina -> é o único que é inibido, no caso pela dopamina. 
o Somatostatina -> inibe o eixo somatotrófico. 
- TRH estimula o TSH e estimula o T3 e T4. 
- CRH estimula o ACTH e estimula o cortisol. 
- LHRH e GnRH estimula o FSH e LH que estimula os estrógenos e a 
testosterona nas gônadas. 
- GHRH, no eixo somatotrófico, estimula o GH e estimula a produção de 
IGF1. 
- A dopamina é o fator inibitório. 
- A neurohipófise é um prolongamento hipotalâmico, então ela não tem esses 
fatores estimulatórios. Ela já tem o ADH que vai agir nos rins para 
equilibrar a diurese e nos vasos sanguíneos (para segurar o volume em casos 
de hipotensão, por exemplo). 
Células que formam a hipófise: 50% são somatotróficos, 15 a 20% são 
corticotróficos, 5% são tireotróficos, 10% são gonadotróficos e 15% são 
lactotróficos. 
Ressonância Magnética da Hipófise (é o exame de imagem padrão-ouro) 
 
 
Hiperssinal na neurohipófise (mostra que tem ADH ali). A ausência deste 
hiperssinal não é patognomônico de Diabetes Insípidos (diurese muito 
aumentada, mas a glicose está normal, o ADH não está segurando a diurese), 
mas dentro de um quadro clínico é bom considerar. 
 
- Também chamados de não-secretores erroneamente, pois observou-se 
que eles secretavam hormônios, mas em quantidades ínfimas. 
- É a principal causa do hipopituitarismo. 
- 90% das massas selares são adenomas hipofisários. 
- Adenomas hipofisários correspondem de 10% a 15% dos tumores 
intracranianos. 
- Prevalência estimada em 200 casos por milhão de habitantes. 
- Incidência de 15 casos novos por milhão por ano. 
- Estudos de autópsia: microadenomas em até 27% das hipófises avaliadas. 
- Lesões incidentais em RMN e TC em 3,7% a 20% -> incidentalomas. 
- É uma neoplasia, mas não é um carcinoma, ou seja, ele cresce, mas não tem 
capacidade de metatastizar. 
 Classificação da OMS (divisão dos adenomas hipofisários): 
o Apresentação clínica (síndromes hormonais – prolactinoma, Cushing, 
acromegalia...-, sintomas compressivos). 
o Tamanho (micro ou macroadenomas – em relação a 1cm ou 10mm). 
o Características histológicas. 
o Perfil imunohistoquímico (secretores ou não-secretores). 
o Padrão ultra-estrutural (microscopia eletrônica). 
 
 Epidemiologia: 
o Incidem principalmente entre a 5ª e a 6ª década de vida, são raros 
na infância e não tem predomínio de sexo. 
o Representam de 20 a 30% dos adenomas hipofisários (em 2º lugar 
depois do prolactinoma). 
o Não apresentam quadro clínico de hipersecreção hormonal, embora 
quase sempre produzam e secretam hormônios. 
 
 Classificação: 
o Null cells. 
o Oncocitomas. 
o Clinicamente silenciosos: 
1. Secretores de glicoproteínas (βLH, βFSH, subunidade α, TSH). 
2. Secretores de ACTH. 
3. Secretores de GH. 
 
 Fisiopatologia: 
o Ativação de oncogenes. 
o Inativação de genes de supressão tumoral. 
o Alteração (mutação) em fatores de transcrição e citocinas. 
o Fatores extrínsecos (radiação ativa oncogenes). 
o Retrocontrole hormonal inadequado (Síndrome de Nelson, 
hipotireoidismo de longa data não controlado -> estimula outras células 
hipofisárias -> adenomas). 
 
 Quadro Clínico: 
o Clínica silenciosa do ponto de vista hormonal. 
o É mais comum encontrar macroadenomas (> 1cm) em razão do seu 
tamanho estar gerando sintomas de Síndrome Compressiva: 
1. Quiasma óptico -> perda visual (crescimento supra-selar).2. Nervos cranianos -> ptose palpebral e/ou oftalmoplegia 
(crescimento para-selar). 
o Perda visual de 84%. 
o Cefaleia. 
o Déficit hormonal (hipopituitarismo). 
Hipopituitarismo -> nas mulheres, a 1ª queixa será a alteração menstrual. 
Também há hipotireoidismo central. Apoplexia -> os tumores podem ser um 
pouco mais agressivos em crescimento, e esse crescimento em tamanho não 
acompanha o crescimento da vascularização, causando a apoplexia (aumento 
de pressão intraselar agudo -> ruptura -> cefaleia intensa), causando edema, 
sangramento, virando uma emergência cirúrgica. 
Hiperprolactinemia -> como a dopamina está em falta, a prolactina sobe. 
Quando é devido a um prolactinoma, é mais de 4.000. Se nesses casos, a 
prolactina estiver aumentada, mas próximo do normal, pedir a diluição 
para descartar o efeito gancho. 
Para a investigação, as alterações hormonais são tão importantes quanto a 
alteração visual no quiasma óptico. 
 Avaliação Laboratorial e de Imagem: 
o É necessário definir quais são os hormônios em deficiência. 
o O tratamento é cirúrgico. 
o Se o paciente estiver em hipogonadismo e/ou deficiência de 
somatotropina não tem problema. Mas, se ele estiver em 
hipotireoidismo central ou hipocortisolismo central, se torna uma 
emergência e deve ser feita a reposição de cortisol de emergência na 
insuficiência adrenal primária ou secundária (central). 
o Dosagens Basais: PRL (prolactina), GH, IGF-1, ACTH, cortisol, LH, 
FSH, TSH, T4L, testosterona, E2 (estradiol). 
o Fazer testes funcionais (os hormônios são liberados em pulsos, 
então eles podem estar normais, altos ou baixos, pois estão muito 
alterados em nível hipofisário. É interessante dosar quem os estimula, 
ou então fazer testes de estímulos ou de supressão. Se estamos 
procurando deficiência hormonal, é interessante fazer um teste de 
estímulo. Por exemplo, a hipoglicemia estimula o GH e o cortisol, então 
vamos fazer insulina endovenosa – ITT [Teste de Tolerância à Insulina] 
no paciente e dosar o GH e o cortisol para ver se está normal. O TRH 
estimula o TSH e o T4L, mas se o T4L vier normal, não é necessário 
fazer o teste de estímulo). O mais importante é dosar o cortisol e o 
T4L. 
o Ressonância Magnética de sela túrcica (padrão-ouro). 
o Avaliação da imuno-histoquímica. 
o Como pensar na patologia: paciente com alteração oftalmológica + 
deficiência hormonal. 
Em casos de macroadenomas, já fazer a hidrocortisona para repor o eixo 
corticotrófico, se evoluir com crescimento, fazer cirurgia eletiva. Se é um 
microadenoma, fazer RNM anualmente e, depois, a cada 5 anos. Radioterapia 
ou uso de cabergolina (existe positividade de receptores da prolactina) ou 
octreotite (análago da somatostatina) em caso de não ter retirado tudo 
durante a cirurgia (para-selares). 
- É a redução ou ausência de secreção de um ou mais hormônios 
hipofisários. 
- Pode resultar de uma alteração primária da hipófise ou secundária à 
deficiência dos fatores hipotalâmicos estimuladores ou inibitórios. 
- Manifestações clínicas evidentes quando ocorre o comprometimento de 
75% do parênquima hipofisário. 
- O Sistema Nervoso Central, a glândula pituitária e os órgãos-alvo 
respectivos agem em conjunto, integrando harmoniosamente os inúmeros 
processos secretórios, que ocorrem nos diferentes níveis de controle do 
eixo hipotálamo-hipófise, por mecanismos multifatoriais e dependentes de 
uma comunicação humoral, que se autorregula por mecanismos de 
retroalimentação positiva ou negativa. 
 
 Deficiências de Fatores de Transcrição: 
o Relacionam-se aos genes que codificam os fatores de transcrição 
cuja expressão é necessária para a diferenciação e proliferação das 
células da adenohipófise (motivo de abortos espontâneos). 
o PIT-1 (fator de transcrição restrito à hipófise): relaciona-se com a 
diferenciação dos somatotrófos, lactotrófos e tirotrófos. 
o PROP-1: relaciona-se a diferenciação dos somatotrófos, lactotrófos, 
tirotrófos e gonadotrófos. 
o PTX 1 e 2 (eixo corticotrófico): ativador da expressão gênica da 
pró-opiomelanocortina (POMC). 
o LHX: desenvolvimento hipofisário precoce. 
o É incompatível com a vida. 
 
 Doenças Invasivas: 
o Tumores Hipofisários: 10 a 15% dos tumores intracranianos, clínica 
variável. 
o Tumores Hipotalâmicos: Lesões expansivas supra-selares 
comprometendo núcleos hipotalâmicos produtores de hormônios 
(fatores de estímulos da hipófise) -> Craniofaringiomas (comum em 
adolescentes, característica de calcificações observadas na TC de 
crânio), meningiomas, cordomas, gliomas ópticos, tumores epidermoides 
e, mais raramente, lesões metastáticas. 
 
 Malformações Congênitas: 
o Aneurismas para-selares e encefalocele. 
 
 Síndrome da Sela Vazia: 
o Alargamento da sela túrcica, decorrente da herniação do espaço 
subaracnóideo através de uma incompetência do diafragma selar. A 
hipófise não some, ela só está sendo comprimida. 
o Primária: mais frequente, defeito congênito. 
o Secundária: após manipulação cirúrgica. 
o Não leva ao hipopituitarismo -> invasão do líquor que comprime a 
hipófise. 
o Só leva ao hipopituitarismo se for grande volume. 
 
 Doenças Vasculares: 
o Apoplexia Hipofisária: Infarto hemorrágico súbito da hipófise, 
geralmente associada à presença de tumores hipofisários. 
o Necrose Hipofisária Pós-Parto: Infarto hipofisário decorrente de 
uma grande perda sanguínea durante o parto – Síndrome de Sheehan. 
o Trauma Craniano: Pode tornar-se evidente logo após o acidente, mas 
em 15% dos casos o diagnóstico se deu pelo menos 5 anos após. 
o Anemia Falciforme: Infartos hipofisários. 
 
 Doenças Infiltrativas: 
o Sarcoidose: Doença granulomatosa multissistêmica de causa 
desconhecida, com manifestações pulmonares, gastrointestinais, 
oculares e linfáticas. 
o Hemocromatose: Doença decorrente do depósito tissular de ferro, 
seja de causa pós-transfusional ou idiopática (mas já tem diagnóstico 
hematológico). 
o Histiocitose X: Doença fibrótica associada à intensa infiltração de 
mononucleares. Em adultos, o principal comprometimento é o pulmonar. 
 
 Doenças Infecciosas: 
o Neurocisticercose. 
o Tuberculose. 
o Sífilis. 
o Infecções fúngicas. 
 
 Doenças Autoimunes: 
o Hipofisite Autoimune: Infiltração linfocítica, aumento do volume 
glandular, seguido por destruição do parênquima. Mais comum em 
mulheres, durante a gravidez ou no pós-parto. 
 
- Sintomas compressivos (quando tiver tumor): cefaleia, alteração da 
campimetria, paralisia dos nervos cranianos ou periféricos, deficiências 
hormonais. 
- Não há deficiência de hipófise posterior. 
- Deficiência de GH. 
- Deficiência de Gonadotrofinas. 
- Deficiência de Tiretrofina. 
- Deficiência de Corticotrofina. 
 
- A presença, o tipo e o grau da deficiência hormonal. 
- A etiologia. 
- A presença de alterações visuais. 
- Megateste (testa todos os eixos): GnRH, TRH, prolactina e insulina. 
- Exames de imagem (de preferência a RNM). 
- Exames específicos. 
 
- Reposição hormonal de todos os eixos. 
1º - Corticotrófico: Prednisona 5 a 7,5mg/dia (repor primeiro esse para 
evitar eventual crise de insuficiência adrenal, que pode levar o paciente à 
óbito). O paciente não vai ficar cunshigoide porque ele tem deficiência do 
cortisol, não estamos dando a mais (overdose -> o que acontece na Terapia 
Hormonal), apenas repondo o que ele já não tem (Reposição Hormonal). 
2º - Tirotrófica: Levotiroxina 1 a 1,5mcg/kg/dia. 
3º - Somatotrófica: GH 0,1UI/kg/dia SC (não existe GH VO). 
4º - Gonadotrófico: Testosterona sintética 1 ampola IM a cada 4 
semanas ou Estrógenos conjugados 0,3 a 1,25mg/dia + Acetato de 
Medroxiprogesterona 5 a 10mg nos últimos 10 dias do ciclo.

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