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TEORIA GERAL DO RECURSO aula1
CONCEITO DE RECURSO
Instrumento processual de impugnação das decisões judiciais, apto a ensejar a reforma, cassação, integração, esclarecimento ou correção de erro material na decisão
1
CONCEITO
“Recurso é o meio processual que a lei coloca à disposição das partes, do Ministério Público e de um terceiro, a viabilizar, dentro da mesma relação jurídica processual, a anulação, a reforma, a integração ou o aclaramento da decisão judicial impugnada”(Nery)
2
Deve ser manejado no prazo previsto em lei e dentro do mesmo processo em que proferida a decisão contra a qual a parte deseja se insurgir.
Possibilita uma nova análise das peças e documentos dos autos para a averiguação da existência de eventual erro/impropriedade da decisão que causa inconformismo.
3
OBS.: Os recursos são instrumento de impugnação das decisões judiciais dentro de um mesmo processo, de modo que sua interposição não acarreta a formação de uma nova relação jurídica processual.
 No entanto, existem outros instrumentos de impugnação das decisões judiciais que, não sendo recursos, acarretam a formação de nova relação jurídica processual. 
4
Trata-se das ações autônomas de impugnação, podendo-se citar, exemplificativamente, a ação rescisória, a reclamação, a ação anulatória e a querela nullitatis.
Os sucedâneos recursais, dos quais pode-se citar o pedido de reconsideração e a remessa necessária, não deflagram a formação de nova relação processual, mas que não são definidos em lei como recurso.
5
Finalidade dos recursos: corretiva, preventiva, uniformizadora e conformativa 
 
A finalidade corretiva tem razão de ser ante a falibilidade humana do juiz, de modo que é necessário conceder ao jurisdicionado a possibilidade de correção de eventual erro na decisão judicial. 
6
A finalidade preventiva está relacionada com o fato de que, ciente da possibilidade de o tribunal vir a examinar a decisão, o juiz tenda a ser mais cuidadoso na prolação da decisão, para não sofrer prejuízos no desenvolvimento de sua carreira.
7
Finalidade conformativa: se deve observar que as decisões desfavoráveis causam no espírito do vencido certa frustração, de modo que é conveniente conferir ao interessado instrumento capaz de tornar insubsistente a decisão causadora da sua insatisfação.
8
Princípios Recursais
Princípio do duplo grau de jurisdição: caracteriza-se pela submissão de uma decisão a dois órgãos jurisdicionais, sendo um deles hierarquicamente superior àquele prolator da decisão. 
A interposição de recurso ao tribunal hierarquicamente superior ao que proferiu a decisão, com exceção daqueles processos de competência originária do Supremo Tribunal Federal 
9
Princípio da colegialidade: corresponde à necessidade de que, regra geral, as decisões de recurso sejam tomadas por órgãos coletivos, ou seja, constituídos por vários juízes. No entanto, este princípio não é absoluto, devido à possibilidade de decisões monocráticas.
10
Princípio da taxatividade, salienta-se a viabilidade de interposição apenas dos recursos estabelecidos em lei, os quais se exprimem em rol taxativo, não cabendo às partes o exercício do inconformismo através de quaisquer mecanismos.
11
Princípio da singularidade, unicidade ou unirrecorribilidade: diz respeito ao fato de que cada decisão desafia apenas um recurso, devendo ser observado, pela a parte, qual a hipótese de cabimento, para adequação de um único instituto que melhor atenda seus interesses e seja capaz de possibilitar a reforma da decisão.
12
Princípio proibição da reformatio in pejus: o qual estabelece que não poderá haver reforma da decisão em prejuízo do recorrente, nos casos em que apenas este manejou recurso em face de determinada decisão.
13
Princípio da consumação trata acerca da impossibilidade de interposição de novo recurso contra uma mesma decisão, nos casos em que uma das partes já se valeu de algum recurso. Neste caso, evidencia-se que, ao se valer de um recurso sobre determinada decisão, opera-se a preclusão em desfavor da parte, pois outro não poderá ser manejado.
14
Princípio da voluntariedade: consiste na necessidade de observância do expresso interesse da parte em interpor o recurso pertinente, bem como insistir no processamento do recurso manejado, admitindo-se, portanto, a desistência ou renúncia quanto ao pleito recursal.
15

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