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S6 - Tipos de Hepatite Viral

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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNINOVAFAPI TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
VÍTOR BELTRÃO DE CARVALHO MOURA MARQUES
 TURMA 37
TIPOS DE HEPATITE VIRAL
TERESINA-PI
 2024
VÍTOR BELTRÃO DE CARVALHO MOURA MARQUES
TIPOS DE HEPATITE VIRAL
Trabalho apresentado à disciplina de Tecnologia de Informação e Comunicação como requisito parcial para obtenção de nota em Sistemas Orgânicos e Integrados.
Orientadores: Prof. Dr.Gustavo / Prof. Dra.Juscelia
TERESINA-PI
 2024
Conforme Kumar (2010), as hepatites são caracterizadas por uma inflamação no fígado causada principalmente por diferentes tipos de vírus, como os tipos A, B, C, D e E. Embora atinjam principalmente as células hepáticas, esses vírus se distinguem pela forma como são transmitidos, o tempo que levam para causar sintomas e as consequências clínicas da infecção. Eles são conhecidos pelas siglas: vírus da hepatite A (HAV), vírus da hepatite B (HBV), vírus da hepatite C (HCV), vírus da hepatite D (HDV) e vírus da hepatite E (HEV).
De modo geral, os sintomas das hepatites podem ser divididos em diferentes fases: 
1. Fase prodrômica ou pré-ictérica, que inclui sintomas como perda de apetite, náuseas, vômitos, diarreia (ou ocasionalmente constipação), febre leve, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, dor muscular, sensibilidade no lado direito do abdômen, erupção cutânea e outros.
2. Fase ictérica, caracterizada pelo aparecimento da icterícia, geralmente acompanhada de uma redução dos sintomas da fase prodrômica, além de aumento doloroso do fígado e, às vezes, aumento do baço.
3. Fase de convalescença, quando a icterícia desaparece gradualmente e a sensação de bem-estar retorna (BRASIL, 2005).
De acordo com Dani (2011), as hepatites são descritas da seguinte forma:
O vírus A é um RNA pertencente à família Picornaviridae, com período de incubação entre 14 e 50 dias. Ele é transmitido principalmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados, e seus sintomas incluem febre, mal-estar, náuseas, vômitos, perda de apetite, entre outros. A maioria das pessoas infectadas não apresenta sintomas, e a imunização é uma forma de prevenção eficaz.
O HBV é um vírus de DNA da família Hepadnavirus, com período de incubação entre 14 e 90 dias. Ele é transmitido através de sangue contaminado, uso de drogas injetáveis, relações sexuais desprotegidas e transmissão de mãe para filho. Ao contrário do HAV, pode levar à forma crônica da doença, mas a vacinação é eficaz na prevenção.
A hepatite C é causada pelo vírus HCV, com período de incubação de 15 a 160 dias. É transmitida principalmente através de sangue contaminado, uso de drogas injetáveis, transplante de órgãos, contato sexual ou de mãe para filho. Os sintomas agudos são raros, mas quando ocorrem, são semelhantes aos das outras hepatites. A hepatite C é considerada a mais grave, pois pode levar ao câncer de fígado.
O vírus da hepatite D pertence à família Deltaviridae e requer a presença do HBV para se replicar. Pode causar hepatite aguda ou crônica e é transmitido da mesma forma que o HBV. A imunização contra o HBV também protege contra o HDV.
O HEV é um vírus RNA pertencente à família Galiciviridae, com período de incubação de 2 a 9 semanas. Ele é transmitido de forma semelhante ao HAV e causa sintomas semelhantes.
CORRELAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA
Durante as APGs e práticas no laboratório vimos que as hepatites são uma preocupação global e tem alta incidência no Brasil, devido ao seu subdesenvolvimento e vasta extensão territorial. Por isso, médicos devem estar especialmente nas Unidades Básicas de Saúde, que são a porta de entrada do SUS. Reconhecer os diferentes tipos de hepatite é crucial, pois o tratamento e diagnóstico dependem disso. A verificação da carteira de vacinação dos pacientes é importante, pois pode guiar os testes diagnósticos e manejo da doença. Em resumo, os médicos devem estar cientes da gravidade das hepatites, entender suas manifestações clínicas e promover a vacinação como medida preventiva essencial. 
REFERÊNCIAS
DANI, Renato. Gastroenterologia essencial. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011;
KUMAR, V.; ABBAS, A.; FAUSTO, N. Robbins e Cotran – Patologia – Bases Patológicas das Doenças. 10. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010;

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